Pró-Ordem REUNE COM MINISTÉRIO SOBRE CONCURSOS

 

Pró-Ordem e a Federação Portuguesa de Professores reuniram hoje com a Secretária de Estado da Educação, Inês Ramires, que se fez acompanhar, entre outros, da Diretora-Geral de Administração Escolar, Susana Castanheira, para efeitos de auscultação sobre recrutamento e mobilidade docente. O procedimento negocial sobre esta matéria está previsto ter o seu início durante o próximo mês de outubro.

De todo o modo, nesta reunião de consulta, fizemos questão de apresentar os princípios a que deverá obedecer a revisão do atual regime jurídico dos concursos de educadores e de professores: mais igualdade, mais equidade, mais celeridade e mais Justiça Concursal!

Como tópicos, para alcançar este desiderato, apontámos os seguintes:

– colocar a concurso todas as vagas que correspondam a necessidades de facto das Escolas e Agrupamentos;

– garantir o respeito pela graduação profissional e a eliminação da precariedade;

– garantir a realização anual dos concursos;

reduzir significativamente a atual dimensão territorial dos QZPs;

– atribuir horários incompletos no âmbito da mobilidade interna;

– colocar um cronograma no Edital de abertura dos concursos com as datas previstas para cada uma das suas fases.

O concurso nacional que está atualmente a decorrer, tanto quanto se conhece da legislação que a Assembleia da República aprovou e segue o processo legislativo normal, com referenda ministerial e promulgação presidencial, não é colocado em crise, pois com ele não interfere de nenhum modo.

A Secretária de Estado informou que a publicação das listas do concurso interno ocorre durante a primeira quinzena do mês de julho.

 

Lisboa, 30 de junho de 2021

 

O Presidente da Direção

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4 comentários

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    • Tiago on 1 de Julho de 2021 at 22:34
    • Responder

    Parece que o ME se esquueceu do decreto lei que obriga a fazer alterações, nomeadamente a integrar horários completos e incompletos já neste concurso. Os outros pontos do decreto lei já não poderão ser incluídos neste concurso e serão alvo de negociações.
    É isto que está escrito no decreto lei aprovado no parlamento e promulgado pelo presidente.

  1. Pró-quê??

    • obnóxio on 2 de Julho de 2021 at 10:19
    • Responder

    Pró nada..

    • Manuel on 2 de Julho de 2021 at 12:15
    • Responder

    Estou agora a pensar com os meus botões:
    “Resumindo e concluindo: a montanha nem o rato pariu.
    O ME fez de conta que trabalhou, os sindicatos fizeram de conta que trabalharam, comunicados com fartura para comunicarem que está tudo na mesma mas que para a próxima é que é…”
    Pois…

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