Inquérito da FNE: maioria dos professores ouvidos regista excesso de trabalho no último ano lectivo

 

Inquérito da FNE: maioria dos professores ouvidos regista excesso de trabalho no último ano lectivo

Entre os 1295 inquiridos, 60,3% revelaram que o excesso de trabalho foi um dos aspectos que mais os preocuparam, seguido da sua saúde mental e bem-estar.

A maioria dos professores consultados num inquérito da Federação Nacional da Educação (FNE) referiu o excesso de trabalho como uma das maiores preocupações ao longo do último ano lectivo, em que a saúde mental também foi afectada.

O  ano lectivo passado, que terminou no início de Julho, voltou a ser marcado pela pandemia da covid-19. Depois de, em Março de 2020, famílias e professores terem sido apanhados de surpresa pelo encerramento das escolas, em Setembro todos antecipavam outro ano lectivo atípico.

Quase 11 meses depois, a FNE quis ouvir os profissionais das escolas sobre o decorrer desse ano, com novos desafios impostos pela pandemia, e os resultados que foram nesta quinta-feira divulgados apontam para professores cansados e que se sentiram pouco apoiados.

Entre os 1295 inquiridos, 60,3% revelaram que o excesso de trabalho foi um dos aspectos que mais os preocuparam, seguido da sua saúde mental e bem-estar.

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6 comentários

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    • Alecrom on 30 de Julho de 2021 at 10:48
    • Responder

    Exceto nas TEIP,
    onde as estratégias organizacionais eliminaram a burocracia e conseguiram estabelecer definitivamente o bem-estar emocional de toda a comunidade escolar.

    1. Exceto nas TEIP? Certamente não se pode generalizar. Na minha, que é TEIP, foi até pior!

        • Alecrom on 30 de Julho de 2021 at 18:24
        • Responder

        Claro.
        Estava a (tentar) ser irónico.
        Basta ler os roteiros para verificar o óbvio: é um mar de papelada. Papelada que nos destrói e que (supostamente) prova inequivocamente o sucesso total dos projetos (dos que se realizam, dos que ficam a meio e mesmo dos que não chagam a ser nada).

          • Alecrom on 30 de Julho de 2021 at 18:25

          *chegam

    • professor karamba on 30 de Julho de 2021 at 15:10
    • Responder

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    a dita Escola Publica bateu mesmo no fundo…..está de rastos…..uma VERGONHA!…..

    Os prfessores queixam-se de quê???????…….

    – Talvez se queixem da Bandalheira Reinante…….

    – Talvez se queixem da AMALGAMA que é a dita classe de sitôras e sitôres da dita escola publica…..

    – Talvez se queixem da dita “Carreira Unica” que é a VERGONHA da Europa Civilizada, em que uma Bábá (ex-Amas e agora educadoras das infancias) e os ex-regentes escolares/professores primários auferem um Salário igual a um Docente do Ensino Secundário e qualquer dia é igual a um Docente do Ensino Universitário…..

    – Talvez se queixem do suor que são as mais de 12.000 Baixas Médicas permanentes Anualmente na dita Escola Publica…….

    – Talvez se queixem do Nívelamento pela MEDIOCRIDADE que foi agora realizado com a legislação sobre as APRENDIZAGENS ESSENCIAIS………..

    – Isto é mesmo GENTINHA SEM UM PINGO DE VERGONHA NA CARA………

    – Isto é mesmo RALÉ SOCIAL que anda a Bater Tacão na dita Escola Publica……….

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    • João Almeida Pinto on 30 de Julho de 2021 at 18:07
    • Responder

    Caro professor caramba,
    Se bem se recorda, num anterior post escrevi sobre a importância de V. Exa. continuar a sua participação aqui no blog, pois ‘sem palhaço não há circo’ e entre exercícios de retórica, é necessário o profissional para entreter a multidão.
    Contudo, com o mesmo número, espetáculo após espetáculo, a originalidade perde-se e a populaça cansa-se.
    Manter-se no topo não é para qualquer um, mesmo para o mais tenaz aspirante a Popov.
    Correndo o sério risco de afastar o público e sabendo de antemão que sem audiência não há artista que resista (basta atentar nas manifestações da indústria circense nos últimos dias), é pois chegada a altura de surpreender a audiência.
    Fica aqui lançado o desafio. Como verdadeiro génio multifacetado, espero que aceite – The show must go on.

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