67 professores vincularam com 60 ou mais anos

Dados do concurso externo.

Há 16 professores com mais de 65 anos. O grupo de História é o mais representado nesta amostra.

Dados tristes que devem envergonhar quem nos governa. Fica a distribuição por grupo de recrutamento.

*idade a 01/09/2021

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14 comentários

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  1. Seria bom conhecer o percurso profissional destes docentes para perceber porque só agora efetivarmos. Certamente não se formaram aos 24/24/25 anos e deram aulas desde então em horários completos e concorreram a nível nacional e ilhas. Se assim fosse já estariam no quadros há muito. A informação deve ser contextualizada. Tanto se fala da futura falta de profs que leva o ME a propor medidas injustas nas futuras negociações. Ora a ver vamos a desgraça que aí vem.

      • Jorge Carvalho on 9 de Julho de 2021 at 21:34
      • Responder

      Exatamente. É preciso ver as coisas com olhos de ver…há muito boa gente que só efetiva aos 60 e mais anos porque sempre concorreu para o “seu quintal”. Se tivesse alargado as opções inicialmente (incluindo ilhas) há muito que, garantidamente, estaria efetivo.
      Há muita coisa na carreira docente que é preciso mudar…mas também há muita gente que se queixa sem razão nenhuma!

        • Pedro Lopes on 10 de Julho de 2021 at 13:46
        • Responder

        Que gente mesquinha pahhhh
        Eu tenho 45 anos, sempre concorri num raio de 100km da minha área de residência e serei um dos que, com sorte, efetivarei aos 60.
        Neste momento tenho 9 anos completos de serviço mas que correspondem a 20 a lecionar!
        Não venham com esses argumentos estúpidos.
        Gente mais mesquinha e mal formada que a maioria dos professores, sinceramente não conheço.

          • Bolas!! on 10 de Julho de 2021 at 15:46

          Que grande perda de tempo. Anda há 20 para fazer 9??? Que miséria. Agarrado á sua terrinha. Deve ter alguém a pagar as contas, não? Caso contrário, já há muito que concorria do Minho ao Algarve ou ia uma meia dúzia de anos às ilhas e resolvia o caso. Abre a pestana, os!!!!

          • Jorge Carvalho on 19 de Julho de 2021 at 1:42

          100km?!?!?!?!?? Correto. Fica só a dica que, entre ilhas, e agora a 250km de casa, já tive de tudo um pouco! E lá consegui efetivar (num raio de “quintal” de 100km, bem que ainda podia estar à espera… ah povo sem noção).

          Não se sujeita e depois vem chorar? Bem que é capaz de entrar depois dos 60…boa sorte!

    • Filipa on 9 de Julho de 2021 at 20:05
    • Responder

    Muitos dos professores com mais de 55 anos são oriundos dos colégios privados. Basta dois ou três anos no público que ultrapassam os idiotas que trabalharam 20 anos no público do norte a sul

    • farto on 9 de Julho de 2021 at 21:33
    • Responder

    Vêm de colégios privados.

      • moria on 10 de Julho de 2021 at 0:16
      • Responder

      Claro que vêm do privado. Não se entendem estas “notícias” como se fossem novidade. Todos sabem de onde vêm estes docentes. Não percebo o espanto. Alguns vêm com boas indeminizações para o ensino público. O problema é, como já disseram aqui, virem ultrapassar os que andam há anos, e até décadas, à procura de alguma estabilidade.

    • Priscas on 9 de Julho de 2021 at 21:54
    • Responder

    Seja porque não conseguiram efetivar antes perto da família (e têm esse direito) ou porque usam o xico-espertismo para se reformarem pelo público, ou porque saíram do privado, deve deixar o Ministério EN-VER-GO-NHA-DO!

      • Priscas on 10 de Julho de 2021 at 12:23
      • Responder

      Um professor 2 anos antes da reforma VENDE a cota da cooperativa onde sempre trabalhou (vendeu por 27 000€). Concorreu ao público mesmo sabendo que nunca iria trabalhar porque está de baixa.
      Vinculou este ano, vai ser reposicionado e reforma-se para o ano.
      Claro que é Xico-espertismo.

    • Lurdes Simões on 9 de Julho de 2021 at 23:48
    • Responder

    Atenção que a quase totalidade de professores que vincularam depois dos 60, são os que vieram do particular ! Conheço alguns ,

    • jose antonio on 10 de Julho de 2021 at 1:22
    • Responder

    Mais uma regra a mudar nos concursos. Se é efectivo noprivado, não devia ter prioridade em relação ao que não tem emprego, vulgo contratado. ze toi

    • Rosa on 10 de Julho de 2021 at 10:47
    • Responder

    Eu dei sempre aulas no público, andei muitos anos longe de casa e só consegui efetivar com 21 anos de serviço e no QZP 7 a 200 km de casa. Entrei este ano em QE/QA, perto de casa, mas vou concorrer à mobilidade, porque não me identifico com a forma de tratamento que a diretora dá aos seus colaboradores/professores e acho que não me tenho de sujeitar a isso por muito mais tempo. Estive lá nos últimos 3 anos e acho que ninguém merece viver sob ameaças, gritos, ofensas. Primeiro está o nosso bem-estar físico e psicológico.

    • moria on 10 de Julho de 2021 at 14:52
    • Responder

    Interessante seria fazer uma tabela para saber quantos docentes vieram dos colégios para as escolas públicas nos últimos 10 anos, ultrapassando os professores (contratados e efetivos) que calcorrearam o país, durante anos, para conseguirem trabalho.
    Isso sim, seria notícia. Não tenho dúvidas de que todos ficariam espantados com os números.
    Os professores da escolas públicas (contratados e efetivos) não conseguem chegar aos lugares desejados, porque são sempre ocupados por esses professores.
    Os docentes dos colégios foram duplamente beneficiados, não havendo equidade (igualdade de oportunidades).

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