O regresso à “Escola” – Marco Bento

 

 

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6 comentários

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    • PROFET on 7 de Março de 2021 at 15:07
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    Delinear um plano destes para a educação requer trabalho e planeamento… e isso dá muito trabalho! Acho que já todos percebemos que as palavras “trabalhar” e “planear” não constam do dicionário deste ministro da educação… porque é bem melhor ficar sentado no conforto da poltrona, a ganhar à custa dos portugueses.

    • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 7 de Março de 2021 at 16:27
    • Responder

    Quem é este Marco Bento?
    Parece ainda um garoto! De onde surgiu esta ave rara? É de alguma escola isotérica?
    Que tanso! Fala, neste caso escreve, como se fosse alguma autoridade na matéria!
    Alguém lhe faça chegar um biberão para saber qual é o seu lugar!

    • Falar verdade on 7 de Março de 2021 at 19:54
    • Responder

    Concordo, com a maior parte do conteúdo. É urgente que se repense a escola, sobretudo ao nível do secundário, e até promover esse modelo híbrido. É a escola do futuro!
    Verifica-se que os jovens são uns fervorosos adeptos das redes sociais e parece que dominam todas as tecnologias e depois, vai-se a ver, não conseguem enviar um trabalho pela plataforma Classroom ou fazer um teste online.
    Agora, para se conseguir este feito tecnológico/digital é necessário planear e investir, infelizmente estamos num país onde a educação não é prioridade!

    • Fernanda on 7 de Março de 2021 at 20:54
    • Responder

    Cavalgando a conjuntura pandémica, que obrigou ao E@D, o autor está, habilidosamente, a venver o seu peixe.
    Quando fala do projeto SUPERTABI.maia, deveria ter feito uma declaração prévia de interesses: ele é um dos autores da “inovação”; logo, com interesse em impingir o seu produto. Atente-se neste link http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/49439
    Atenção aos academicos especialistas em “ideias engraçadas de negócio “.
    É que nem todos comemos gelados com a testa…

      • Teresa on 7 de Março de 2021 at 20:56
      • Responder

      Ele sabe que vem aí a bazuca…

    • Rui Manuel Fernandes Ferreira on 7 de Março de 2021 at 22:22
    • Responder

    O Marco Bento tem uma casa aberta e o que pretende é vender o seu produto. Já tive a oportunidade de o ouvir numa daquelas formações da treta. O ignorante gosta de se fazer ouvir. Lembro-me logo do efeito de Dunning e Kruger, os mais incompetentes nem sequer têm a capacidade para ter noção da sua própria incompetência. Mas são perigosos e devem ser evitados aqueles que não sabem, mas pensam que sabem.
    No artigo de opinião em epígrafe diz uma coisa e o seu contrário. Isto de propor algo argumentando com o seu contrário não é de hoje e faz parte de uma estratégia muito bem pensada, o “duplopensar”. O termo introduzido por Orwell na sua obra 1984 integra um rol de outras estratégias de controlo como a verdade mutilada, a linguagem distorcida e o abuso do poder. O “duplopensar” serve para envolver aquele que ousa ter uma atitude crítica num labirinto sem fim, esgotando-se em refutações sucessivas e infinitas. Usar a lógica contra a lógica, manter duas opiniões em simultâneo que se anulam mutuamente, repudiar a moralidade enquanto se afirma ser moralista, ter uma consciência de honestidade enquanto se contam mentiras cuidadosamente construídas, esquecer o que seja necessário esquecer, e depois recordá-lo de novo no momento em que faz falta, e depois esquecê-lo de imediato outra vez (Isabel Lucas, Revista Ípsilon, Jornal Público, 26 de fevereiro de 2021).
    Diz o perito num seu artigo (2017), “de nada servem os normativos que insistem em proibir nas salas de aula estes recursos tecnológicos, bem como a negação de alteração de práticas pedagógicas dos professores”. A mentira diz bem da má-fé, artigo 10.º do EAEE vigente, r) Não utilizar quaisquer equipamentos tecnológicos, designadamente, telemóveis, equipamentos, programas ou aplicações informáticas, nos locais onde decorram aulas ou outras atividades formativas ou reuniões de órgãos ou estruturas da escola em que participe, exceto quando a utilização de qualquer dos meios acima referidos esteja diretamente relacionada com as atividades a desenvolver e seja expressamente autorizada pelo professor ou pelo responsável pela direção ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso. Ignorante e mentiroso.

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