A proposta dos diretores para o desconfinamento das escolas

 

Escolas preferem que desconfinamento comece pelo 1.º ciclo

Os directores das escolas públicas querem que, no sector da Educação, o plano de desconfinamento, que será anunciado pelo Governo na quinta-feira, comece pelo 1.º ciclo do ensino básico. Na reunião do Infarmed desta segunda-feira, uma das especialistas defendeu que as creches e a educação pré-escolar deviam ser as primeiras áreas a reabrir, mas para os directores os impactos das aulas à distância são mais problemáticos nas crianças do 1.º e 2.º anos, pelo que deviam ser essas as prioritárias.

O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, entende que o confinamento “está a ter impacto em todas as crianças” e que seria importante “que regressassem o quanto antes às escolas” tanto as que estão em idade de frequentar creches e a educação pré-escolar como as do ensino básico. No entanto, a ter que escolher alguém, “a prioridade deve ser dada ao 1.º ciclo”, afirma o mesmo responsável.

Os alunos “que estão a ser mais prejudicados” com o confinamento e o ensino remoto são os do 1.º ciclo, “em particular os dos dois primeiros anos”, prossegue Manuel Pereira, que há duas semanas já tinha dito ao PÚBLICO  que é “difícil ensinar a ler e escrever à distância”.

 

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7 comentários

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    • Falar verdade on 9 de Março de 2021 at 10:27
    • Responder

    Não interessa o que os especialistas sabem sobre o assunto relativo à saúde pública, os diretores querem demonstrar que são doutos e entendidos em questões de saúde pública e por isso é que querem ditar regras. Existem estratégias e atividades que ensinam as crianças a ler e a escrever, mesmo à distância. Não percebo este “exagero” do medo (e até parece estranho! e suspeito!) das crianças estarem em casa, algumas semanas, a protegerem-se e a protegerem os seus familiares, para mim é mais traumatizante as crianças voltarem a ver as imagens de caos que se viu no mês de janeiro e algumas delas até perderam familiares (avós,….).
    Tenham bom senso e deixem os especialistas na matéria decidirem, porque não é por umas semanas de aulas, que os alunos vão sofrer qualquer tipo de impacto.

    • Tiago on 9 de Março de 2021 at 11:20
    • Responder

    O que os especialistas vão sabendo é que as crianças sendo assintomáticas contagiam mas a carga viral é pouca. Constituem menor perigo que os adultos. vai-se sabendo que as escolas em si são um frasco foco de contágio, o perigo está no movimento exterior que origina. Énecessário que os adultos sejam responsáveis quando vão levar as crianças á escola. A sua aprendizagem não deve ser posta em causa por irresponsabilidade dos adultos, má organização dos transportes e pouco controlo nos estabelecimentos envolventes.
    Deste modo penso que a abertura do primeiro ciclo devia ter sido iniciada dia 1 de março

      • Teresa on 9 de Março de 2021 at 11:53
      • Responder

      Existem vários estudos que contrariam completamente tudo o que escreve em matéria de contagio e propagação!
      É tempo de erradicar o achismo de uma casta de tudologos, que ja afirmaram as maiores barbaridades sem qualquer respaldo científico.

    • Fernanda on 9 de Março de 2021 at 12:05
    • Responder

    Titulo enganoso, impreciso e, pir isso, incorreto.
    “ESCOLAS preferem”?!!
    Não. Os “DIRETORES ACHAM”.
    A desinformação provocada por um jornalismo preguiçoso e acéfalo tem de ser denunciada e combatida.

    • João on 9 de Março de 2021 at 13:49
    • Responder

    Falou o fura-filas, ele que já devia ter sido EXONERADO.
    Exonerado porquê? Porque foi vacinado por ser o diretor cá do sítio e não por ser professor.
    Aproveitamento, indevido, do cargo.

    • PROFET on 9 de Março de 2021 at 15:06
    • Responder

    O mais engraçado, é que querem colocar todos ao molho a contagiarem-se dentro de salas sem o mínimo de condições de arejamento e de distanciamento… mas os parques infantis ao ar livre estão fechados há meses. Podiam ter feito um planeamento para a abertura de alguns parques infantis com um monitor a supervisionar, permitindo que as crianças pudessem brincar com distanciamento, com marcação prévia, regras de distanciamento e limite de lotação.

    Aliás, nas fases de menos contágio, o governo podia ter planeado algo do género para muitas outras atividades e comércio que podiam funcionar com marcação prévia, regras de distanciamento e limite de lotação, tal como outros serviços têm funcionado (por exemplo, os correios). Em vez disso, o que é que o governo fez? Promoveu o desemprego e a falência de muitas pequenas e médias empresas… porque, são uma cambada de acéfalos inertes que querem é estar a receber à conta do erário público, mas planear e trabalhar, tá quieto!

    1. Concordo a 200%

      Parques, rua, esplanadas, jardins, praia , campo … Deveria estar desimpedidio e sem restricoes de qualquer ordem.
      Mais saude mental e fisica. Transmissão zero ao ar livre … Os aerossois dispersam-se com brisa ,sol e chuva.

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