Professores sem componente letiva MOBILIZADOS para rastreio do Covid – 19

Eu bem avisei… AQUI

Professores sem componente letiva (quadros ainda não colocados, a beneficiar do art.º79…) vão reforçar os recursos humanos na capacidade de rastreio.

 

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26 comentários

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    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 8 de Novembro de 2020 at 1:12
    • Responder

    Enfim, mais medidas de algibeira de umas baratas tontas incompetentes que nos estão a governar.

    A eficácia do que foi decretado será insignificante.

    • Rodrigues on 8 de Novembro de 2020 at 1:14
    • Responder

    Art.79?
    Não será a MPD (mobilidade por doença.)?

  1. Uiii
    Se fosse comigo eu dava-lhe o rastreio…

      • Sónia on 10 de Novembro de 2020 at 12:38
      • Responder

      Exatamente, Carlos! O problemas é que há poucos colegas a dizerem NÃO! Ser professor é saber dizer NÃO, é saber NÃO cumprir. É uma vergonha a atitude atual dos professores. Completamente formatados e sem neurónios próprios! Pior: Quando um colega pensa pela sua cabeça…ui ui! Enfim…

    • Fernando, el peligroso de las verdades. on 8 de Novembro de 2020 at 1:18
    • Responder

    Explique lá o que quer dizer “professores sem componente letiva a beneficiar do 79.⁰”.
    Por favor, explique porque creio que ninguém entende isso…

    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 8 de Novembro de 2020 at 1:50
    • Responder

    Nem é para entender, nesta altura já não há possibilidade ALGUMA de fazer rastreamento eficaz de contactos.

    Medida de fantochada.

    • Maria on 8 de Novembro de 2020 at 1:53
    • Responder

    Conheço dois casos de professores que estão na escola sem componente letiva. Estão na biblioteca….

      • ERs on 8 de Novembro de 2020 at 17:43
      • Responder

      Por MPD ou porque não têm horário e aguardam ir fazer substituições até para outras escolas? Saõ situações diferentes. Por MPD duvido que possam pegar. Teriam de saber o que invocou o médico e os professores têm direito, esses ainda mais, ao s
      sigilo quanto a doença.

    • Manuel on 8 de Novembro de 2020 at 8:02
    • Responder

    E assim este PS/agora governo poupa uns cobres, não contratando mais pessoal na Saúde que saberia muito melhor o que fazer nestes rastreios e o que fazer na assistência às pessoas enfermas de COVID-19. Desejo mil vezes a esta figura designada por 1º ministro tudo o que ele tem feito pelos funcionários públicos.

    • Paula Reis on 8 de Novembro de 2020 at 8:05
    • Responder

    Gostava de saber onde andam os senhores dos Sindicatos e do Sindicato que eu pago,,mensalmente…. Os direitos dos professores enquanto cidadãos e Seres Humanos…postos em causa ,naus uma vez. Parece que já somos como Abril: SEMPRE!( mas ao contrário…por um paradigma oposto, claro. Que Vergonha de medidas….

      • Estado de Emergência on 8 de Novembro de 2020 at 10:08
      • Responder

      Paula Reis, parece que não reparou que se trata de um Estado de Emergência, proposto pelo PR e aprovado pela AR e executado pelo Governo.
      Os Estado de Emergência servem para limitar os direitos constitucionais. Não há nada que os sindicatos possam fazer.

      • jorge pinheiro on 8 de Novembro de 2020 at 16:28
      • Responder

      Faça como eu: cancele a quota, pois não merecem um cêntimo do nosso vencimento.

      • Sónia on 10 de Novembro de 2020 at 12:42
      • Responder

      O sindicato está anestesiado. Já não me sinto representada pelo sindicato ao qual pago mensalmente. Sinto-me entregue a mim mesma. E, assim sendo, tratarei eu da minha vida, da minha sobrevivência e da minha saúde. Chega!

    • kia on 8 de Novembro de 2020 at 8:49
    • Responder
      • Antonio on 8 de Novembro de 2020 at 11:36
      • Responder

      O estado de emergência não é só para os outros. Vivemos tempos excepcionais e não me parece que solicitar a colaboração de profissionais qualificados que recebem pontualmente o seu salário pago pelo erário público e que, neste momento, se encontram sem componente lectiva, seja uma medida assim tão penosa. Há situações graves que requerem sim a intervenção dos sindicatos, mas não me parece que esta seja a questão nem que este seja o momento mais oportuno. Talvez mais oportunista, mas não oportuno.

      • Sónia on 10 de Novembro de 2020 at 12:45
      • Responder

      Não merecem mesmo.

    • Tengo on 8 de Novembro de 2020 at 8:52
    • Responder
    • Sem CL on 8 de Novembro de 2020 at 10:05
    • Responder

    Professores sem compoente letiva são, em 1º lugar , os que concorreram na 1ª prioridade da MI e que ainda não foram colocados. Nesta situação existem 14 no 100, 1 no 200, 1 no 210, 2 no 230, 8 no 240, 1 no 250, 2 no 290, 3 no 300, 1 no 320, 5 no 430, 1 no 510, 27 no 530, 3 no 540, 19 no 560, 1 no 600 e 2 no 610. Só aqui são 91 professores

    Outras possibilidades podem ser MPD, colegas sem CLpor decisões de juntas medicas, membros de direções que deixaram de pertencer a direções , entre outras situações.

    O que estes colegas vão fazer é contactar (telefonicamente) infetados e eventuais contactos de risco se tentar descobrir e acabar as cadeias de transmissão.

    • SapinhoVerde on 8 de Novembro de 2020 at 10:32
    • Responder

    Vários problemas se colocam:
    Será que eu tenho “preparação psicológica” para tal?
    Será que o segredo “confidencialidade” de dados pode ficar comprometido?
    Será que numa hora (buraco onde está o Artº 79) tenho que me deslocar (meu carro) utilizar o meu telemóvel, e depois fazer o relatório (de uma hora ou mais, como de costume) do Covid???
    Depois o que acontece com os docentes de risco??? (diabéticos hipertensos imunodeprimidos … ) metem baixa??? certo que ganham menos mas no fim das contas apura-se mais no fim do mês, e não ficamos doentes.
    Concordo com a medida, mas tem que ser muito bem ponderada, senão o tiro pode sair uma vez mais pela culatra.

    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 8 de Novembro de 2020 at 13:02
    • Responder

    Eish, que confusão que para aqui vai.

    Pessoal, nunca será quem tem só ALGUMAS horas de redução letiva.

    Isto é tudo uma palhaçada, mas tb não é assim tanto. Vão tentar dar um ar mais sério a esta medida.

    Já lá vai o tempo em que era útil ter um rastreamento dos contactos. Agora, é só para fazer de conta…

    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 8 de Novembro de 2020 at 13:08
    • Responder

    Eish, que confusão que para aqui vai.

    Pessoal, nunca será quem tem só ALGUMAS horas de redução letiva.

    Isto é tudo uma palhaçada, mas tb não é assim tanto. Vão tentar dar um ar mais sério a esta medida.

    Já lá vai o tempo em que era útil ter um rastreamento dos contactos.

    Agora, é só para fazer de conta…

    • PROFET on 8 de Novembro de 2020 at 13:35
    • Responder

    No início, pensava que estes imbecis do governo fossem uns grandes mentirosos e negligentes. Mas agora, constato, que para além disso, são mesmo uma cambada de retardados com um enorme défice cognitivo. E continua a enorme mentira de que apenas 3% dos casos deriva das escolas, a mentira do século.

    1º Eficácia que terão estas novas medidas:
    Quase nula ou nula.

    2º Testagem nas escolas:
    Duvido mesmo que irão testar toda a comunidade educativa. E meus amigos, de nada servirá se o fizerem, porque deixaram arrastar e já nos encontramos numa situação descontrolada de disseminação, sendo que, alguns dias depois de testados, continuarão a aparecer casos nas escolas e a crescer abruptamente e exponencialmente outra vez, porque o problema está na falta de condições instalada nos estabelecimentos de ensino, antros de disseminação. Mas se testarem toda a comunidade educativa

    3º O anunciar que podemos vir a atingir os 10 000 casos diários:
    Meus amigos, neste momento, já temos mais do que 10 000 novos casos diários, porque a testagem fica muito aquém daquilo que devia. Se porventura testassem já amanhã todos os indivíduos da comunidade educativa irão verificar isso, daí lançarem esse número para a opinião pública, para depois dizerem que são muito espertos e assertivos… e claro, vão-se desculpar, mais uma vez, dizendo que isso se deve ao aumento do número de testes.

    4º Medidas absurdas:
    Limitar a circulação a partir das 13h… o P* do Costa, a dizer que as pessoas podem ir às comprinhas até às 13h em 2 fins de semana, mas depois, fiquem em casa. Eu nunca vi tamanha burrice e défice cognitivo. Vão, meus amigos, vão todos ás comprinhas, de manhã, todos ao molho, vamos encher as lojas, vamos disseminar o vírus, é Natal!

    5º Uma pequena estatística:
    Tivemos ontem 6500 novos casos de infeção num dia. A comunicação social faz um grande alarido devido aos EUA estarem a bater recordes de novos casos diários, 120 000, um horror, dizem eles. Pois bem, a população dos EUA é 32 vezes superior à de Portugal. Se multiplicarmos, 6640 por 32 = 212 480. Em termos proporcionais, estamos quase com o dobro dos EUA. E quando tivermos 10 000 num dia, será o mesmo que os EUA terem 320 000 num só dia. E posso aqui também fazer comparações com Espanha (4,5 x ) e França (6,5 x): 6640 x 4,5 = equivalente a 29 880 casos diários em Espanha; 6640 x 6,5 = equivalente a 43 160.

    6º “Fortalecimento” do SNS:
    Deveras insuficiente. E, muito em breve, irá ser o caos, pois muitos dos poucos profissionais de saúde irão entrar em exaustão. A política de tapar buracos e ir atrás do prejuízo, muito típica deste governo, foi decisiva para a decadência e rotura do SNS, que já se está a verificar.

    7º Conclusões finais:
    Não são as famílias as culpadas do aumento abrupto e exponencial desde o final de setembro, porque as famílias já existiam e frequentavam os mesmos locais, as suas residências. Os culpados são estes incompetentes e negligentes do governo que promoveram a proximidade social de uma comunidade com cerca de 2 milhões em sítios sem as mínimas condições de segurança, as escolas, com 30 indivíduos dentro de salas de 30 m2 e recreios sem controle, devido à enorme falta de funcionários e professores. O ensino presencial, sem condições de segurança, é a real causa do que se está a passar. E dispenso opiniões de cientistas ou especialistas comprados pelo governo. Não é preciso ser especialista, basta frequentar uma escola para se encontrar a verdade.

    • PROFET on 8 de Novembro de 2020 at 13:42
    • Responder

    Correção:

    Tivemos ontem 6640 novos casos de infeção num dia.
    E posso aqui também fazer comparações com Espanha (4,5 x ) e França (6,5 x): 6640 x 4,5 = equivalente a 29 880 casos diários em Espanha; 6640 x 6,5 = equivalente a 43 160 em França.

    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 8 de Novembro de 2020 at 15:06
    • Responder

    Claro que estamos muito pior do que os países que a comunicação social faz questão de “acompanhar” e divulgar
    Quem não percebe isso é pq não quer perceber.

    E vamos ficar ainda pior. Todas estas medidas são profundamente idiotas pois não terão a eficácia necessário reagindo como é indispensável face à situação presente.

    Estes fulanos andam sempre com um delay de 1-2 meses nas medidas que tomam.

    E como se não bastassem, não há uma linha coerente de ação, e as medidas são lançadas de forma cáotica e anárquica.

    Por muito disciplinados que os portugueses quisessem ser seguindo as orientações, é uma tarefa herculiana.

    Testam esta medida, depois aquela, agora a abordagem talvez seja melhor assim, agora mede-se, depois não se mede, fica em casa, mas afinal talvez não, isto fica aberto, mas provavelmente sem clientes, talvez, neste dia sim, naquele não, aqui é esta hora, ali já é aquela, agora testa, agora não testa, é 10 dias, mas afinal até pode ser 14 dias…

    E os nossos media a continuar a dizer que é dos estados unidos que continuam a chegar os piores números da pandemia, lol

    Porra, isto é mesmo burrice lusitana coletiva?????

    • Sílvia on 9 de Novembro de 2020 at 16:02
    • Responder

    Uma boa ideia, finalmente!

    • Sónia on 10 de Novembro de 2020 at 12:42
    • Responder

    O sindicato está anestesiado. Já não me sinto representada pelo sindicato ao qual pago mensalmente. Sinto-me entregue a mim mesma. E, assim sendo, tratarei eu da minha vida, da minha sobrevivência e da minha saúde. Chega!

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