20 de Novembro de 2020 archive

Afinal não são 447, mas 68 surtos nas escolas

Governo corrige número de surtos nas escolas de 477 para 68

Os 477 surtos de infeção pelo novo coronavírus que o secretário de Estado e Adjunto da Saúde disse estarem ativos nas escolas são afinal referentes ao total do país, esclareceu o Governo, corrigindo o número para 68.

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Lista Colorida – RR11

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR11.

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548 Contratados na RR11

Foram colocados 548 professores contratados na Reserva de Recrutamento 11, distribuídos da seguinte forma:

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477 surtos ativos em escolas de todo país

 

Há 477 surtos ativos em escolas de todo país

Há, neste momento, 477 surtos ativos nas escolas, dispersos pelas diferentes regiões do país. Norte conta com 58, Centro com 72, LVT com 291, Alentejo com 29 e Algarve com 27.

“Não nos parece que as escolas sejam um foco de grande intensidade”, diz Larceda Sales. “A questão das escolas estão a correr bem. “

 

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Reserva de recrutamento n.º 11

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 11.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 23 de novembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 24 de novembro de 2020 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

 

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Pandemia galopante na população com idade escolar

 

Pandemia galopante na população com idade escolar

Belém fala de várias renovações do regime de exceção. Norte tem cenário negro. Origem de 81% de infeções por identificar. Aulas à distância podem voltar nas pontes dos feriados.

A covid-19 está espalhar-se entre as crianças e jovens no Norte, tendo-se tornado galopante nas últimas semanas e ultrapassado os números dos idosos. O aumento é notório: a taxa de crescimento é de 32% entre os menores de 10 anos e de 24% entre os adolescentes.

 

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1649 Docentes Aposentados em 2020

Ao longo do ano 2020 foram aposentados pela Caixa Geral de Aposentações 1.649 docentes da rede pública do Ministério da Educação no continente.

Este valor supera em 291 as previsões feitas para o ano 2020. Já em 2019 as previsões ficaram abaixo da realidade em 414 docentes.

Para 2021 prevê-se que se aposentem mais 2.067 docentes e os valores das previsões vão crescer anualmente, pelo menos até 2023.

E assim a cada ano que vai passar o número de professores em falta para cobrirem as necessidades do sistema serão cada vez mais ao longo dos próximos anos, a não ser que algo se faça para tornar mais atrativa a carreira docente.

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Ainda não vi nenhum…

Um quarto dos 100 mil computadores prometidos já está nas escolas

Um quarto dos 100 mil computadores prometidos já está nas escolas

Distribuição dos equipamentos começou pelos alunos do ensino secundário. Até ao final do 1.º período, primeira fase do programa Escola Digital ficará concluída.

Cerca de um quarto dos 100 mil computadores portáteis que o Ministério da Educação vai entregar aos alunos carenciados já está nas escolas. Os equipamentos destinados aos estudantes do ensino secundário foram entregues nos estabelecimentos de ensino ao longo das últimas semanas, começando agora a chegar às mãos das famílias. Esta é a 1.ª fase do programa Escola Digital, que será alargada ao ensino básico até ao final do 1.º período, assegura a tutela.

Às escolas chegaram 25 mil computadores, destinados aos alunos do ensino secundário que que estão no Escalão A da Acção Social Escolar. Já se sabia que a distribuição ia começar pelos estudantes carenciados, mas o Ministério da Educação (ME) decidiu também dar prioridade aos estudantes mais velhos. O plano para este ano lectivo prevê que, face à evolução da pandemia, sejam estes os primeiros a ir para casa, caso haja necessidade de passar do ensino presencial para um regime misto.

Os computadores “foram entregues às escolas esta semana”, avança fonte do ME. O processo decorreu sem problema, confirmam os directores de agrupamentos escolares contactados pelo PÚBLICO. Além dos computadores, é também entregue uma mochila e um conjunto de auscultadores com microfone a cada aluno. Para quem não tiver acesso à Internet é também disponibilizado um router (hotspot), com o tráfego limitado a 2 GB por mês. O acesso a sites educativos, como o Estudo Em Casa ou as plataformas das editoras dos manuais escolares, não é contabilizado pelas operadoras, sendo gratuito.

Os equipamentos já começaram a chegar às mãos dos alunos, mas o processo vai prolongar-se pelos próximos dias, uma vez que as escolas têm que fazer a verificação do material recebido e instalar software relativo às plataformas de colaboração e de gestão educativa. “Somos um intermediário entre o Ministério da Educação e as famílias”, ilustra Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep).

A entrega de equipamentos aos alunos faz parte do Escola Digital, uma das linhas do Programa de Estabilização Económica e Social, apresentado pelo Governo em resposta à pandemia. São destinados 400 milhões de euros para este programa – dos quais, cerca de 160 serão investidos ainda este ano na compra de material informático para os estudantes.

“Acesso universal”
A promessa de “acesso universal” à Internet e a computadores para os alunos que estão dentro da escolaridade obrigatória será cumprida faseadamente. Na 1.ª fase, que está em curso, serão entregues 100 mil equipamentos, a alunos carenciados.

A entrega dos equipamentos está a ser feita de forma faseada para “evitar a concentração de equipamentos em espaço escolar”, avança o ME. Em causa está não só a necessidade de assegurar que as escolas cumprem a sua parte do processo, mas também preocupações com a segurança dos equipamentos e das escolas. A tutela prevê que a entrega “esteja finalizada nas próximas semanas”, antes do final do 1.º período.

Terminada a entrega dos computadores aos alunos do ensino secundário, serão agora distribuídos os restantes 75 mil computadores, destinados aos estudantes dos três ciclos do ensino básico. Os portáteis para cada nível de ensino são, de resto, diferentes. Foram definidos três tipos de equipamento – um destinado ao 1.º ciclo, outro para os 2.º e 3.º ciclos e outro para os alunos do secundário – tendo em conta as necessidades de cada nível de ensino.

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Portugal é o 7.º País onde melhor se fala inglês, mas luta para reter profissionais

 

Portugal é o 7º. País onde melhor se fala inglês, mas luta para reter profissionais

 

·              Portugal é o 7.º melhor país do mundo no que respeita a bem falar inglês, o melhor resultado de sempre desde que se publica o estudo.

·              Porto é a cidade portuguesa com melhor proficiência em inglês, Lisboa, que arrecadou o prémio há dois anos, não foi além do 4.º lugar este ano.

·              Apesar de ter uma elevada proficiência em inglês e ao contrário do restante grupo que lidera este ranking, Portugal está abaixo da linha de correlação no que respeita à capacidade de atrair, desenvolver e reter trabalhadores qualificados. 

Portugal é o sétimo país do mundo com melhor proficiência em inglês, de acordo com o relatório EF English Proficiency Index (EF EPI) – que analisa dados de 2,2 milhões de falantes não nativos de inglês, em 100 países e regiões. 

Num ranking liderado pela Holanda, Portugal surge ainda atrás da Dinamarca (2.º), Finlândia (3.º), Suécia (4.º), Noruega (5.º) e Austria (6.º). Este é o melhor registo de sempre de Portugal neste ranking, depois de no ano passado ter entrado pela primeira vez no estrito grupo de países com “elevada proficiência” em inglês. 

No sul da Europa somos, sem dúvida, os que melhor falam inglês, deixando muito para trás Grécia (21.º), França (28.º), Itália, (30.º) e Espanha (34.º). 

Porto é, pelo segundo ano consecutivo, a cidade portuguesa onde melhor se fala inglês. Coimbra (2.º) e Braga (3.º) fecham o pódio nacional. Lisboa, que arrecadou o prémio há dois anos, não foi além do 4.º lugar este ano. 

“Embora 2020 tenha sido um ano desafiador, as circunstâncias também destacaram a importância de uma comunicação e cooperação claras além das fronteiras. O inglês como língua franca global continua a unir as pessoas, e o EF EPI contém informações valiosas para os formuladores de políticas avaliarem e fortalecerem a capacidade de aprendizagem de línguas de suas organizações e governos”, afirma o vice-presidente executivo da Education First para Assuntos Académicos, Dr. Christopher McCormick. 

O EF EPI tem por base os resultados do EF Standard English Test (EF SET), o primeiro teste de inglês padronizado gratuito do mundo. O EF SET tem sido utilizado em todo o mundo por milhares de escolas, empresas e governos para testes em larga escala. 

A fechar o ranking de proficiência de inglês está Omã (98.º), Iraque (99.º) e Tajiquistão (100.º). 

Homens portugueses ultrapassam mulheres

O estudo – que avaliou o inglês de mais de 2,2 milhões de pessoas – conclui que a nível mundial as mulheres falam inglês melhor do que os homens, apesar da disparidade ser cada vez menos evidente relativamente a edições passadas do EF EPI. 

Em Portugal, e tal como já se tinha registado o ano passado, os homens conseguiram obter melhor classificação dos que as mulheres. Ainda assim, as mulheres portuguesas também atingem este ano um nível “muito elevado” de inglês (61,3 pontos), um valor bastante superior à média dos homens de todo o Mundo (49,8 pontos). 

Os jovens portugueses entre os 21 e os 25 anos continuam a ser os que levam melhor nota no EPI – um relatório que mostra uma correlação entre a fluência em inglês e o poder de compra, qualidade de vida, inovação e um conjunto de outros indicadores sócio-económicos. 

Apesar desta correlação positiva entre a fluência na língua inglesa de uma região e o valor médio do seu rendimento bruto, Portugal é um dos três países com nível de proficiência em inglês “muito elevada”, mas abaixo da linha de correlação com o rendimento médio nacional líquido per capita. 

Portugal não segue tendência mundial

Apesar da alta correlação entre a proficiência em inglês e o Índice de Competitividade Global de Talentos, um relatório que avalia a capacidade de um país de atrair, desenvolver e reter trabalhadores qualificados, Portugal e a África do Sul fogem à tendência. 

Os dois países, apesar de terem uma elevada proficiência em inglês e ao contrário do restante grupo que lidera este ranking, estão abaixo da linha de correlação no que respeita à capacidade de atrair e reter trabalhadores qualificados. 

No que respeita ao Índice de Competitividade Global de Talentos, Portugal fica atrás de países como o Japão, Emirados Árabes Unidos, República Checa, Estónia ou França. 

Outra correlação encontrada pelo EF EPI é entre a proficiência de Inglês e a facilidade de fazer negócios, bem como falar inglês e uma série de indicadores relacionados com logística. 

Para economias em todo o mundo, uma maior proficiência em inglês correlaciona-se com um maior Produto Interno Bruto, maiores salários líquidos e maior produtividade. Porém, também neste campo Portugal foge à regra. Na produtividade por hora, Portugal fica atrás de países como a Itália ou Espanha. 

Nem tudo é negativo para o nosso País. No que respeita à correlação da proficiência de inglês e a publicações de artigos científicos, Portugal sai bem na fotografia. Os dados mais recentes, referentes a 2017, mostram que 60% dos artigos do Nature Index foram colaborações internacionais, uma proporção maior do que nunca. Não é surpreendente encontrar uma forte correlação entre a proficiência em inglês de um país e o número de artigos científicos e técnicos per capita, bem como seu investimento em Pesquisa e Desenvolvimento, em termos de capital e recursos humanos. 

Para Constança Oliveira e Sousa, responsável pela EF portugal, “hoje, cientistas e engenheiros simplesmente não podem perder a inovação global por causa de barreiras linguísticas”. “Não são apenas os investigadores que precisam de aceder a novas ideias. Em todos os campos, os profissionais precisam de estar actualizados com as melhores práticas internacionais. Também para as empresas, uma elevada cultura de proficiência em inglês torna possível explorar talentos e experiências que, apenas há alguns anos, estariam fora de alcance”. 

Sobre a EF Education First

A EF Education First é uma empresa de educação internacional que se foca na linguagem, na formação e na experiência cultural. Fundada em 1965, a missão da EF é “abrir o mundo através da educação”. A EF tem mais de 600 escolas e escritórios em mais de 50 países.

 EF English Proficiency Index 2020 Ranking de Países e Regiões:

 

EF EPI Ranking

País ou Região

1

Holanda

2

Dinamarca

3

Finlandia

4

Suécia

5

Noruega

6

Áustria

7

Portugal

8

Alemanha

9

Bélgica

10

Singapura

 

 

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