24 de Novembro de 2020 archive

Sugestão de Leitura – Língua de Trapo

 

SINOPSE

Este livro leva qualquer criança, com ou sem dificuldades na motricidade oral, a exercitar as suas capacidades, através dos exercícios miofuncionais de língua.

 

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Na Madeira, nem tolerâncias de ponto, nem “cercas!

Na Madeira, nem tolerâncias de ponto, nem “cercas!

A Madeira não vai conceder tolerância de ponto ao setor público nem suspender as aulas nos dias 30 de novembro e 07 de dezembro, indicou hoje o presidente do executivo, sublinhando que também não será proibida a circulação entre concelhos.

“É fundamental perceber o seguinte: nós não temos uma situação (pandémica) equivalente àquilo que se está a passar no continente”, disse Miguel Albuquerque, à margem da inauguração de 15 novos pavilhões no Parque Industrial de Câmara de Lobos, na zona oeste da ilha da Madeira.

O presidente do Governo regional, de coligação PSD/CDS-PP, afirmou que o decreto que regulamenta o novo estado de emergência, em vigor desde as 00:00 de hoje, motivou “alguma interpretação errónea”, nomeadamente ao referir que o disposto entre os artigos 3.º e 31.º e entre os artigos 45.º e 53.º “é aplicável a todo o território nacional”.

“Não temos, neste momento, uma situação equivalente à maioria dos concelhos do continente e, por conseguinte, as medidas cá serão adequadas à nossa realidade e não vamos aplicar cegamente o decreto nacional”, disse, reforçando: “Obviamente, há uma omissão, mas que do ponto de vista da interpretação é clara, que é a circunstância de aquele decreto ser aplicado ao território continental.”

Miguel Albuquerque indicou que foram já solicitados esclarecimentos sobre a situação aos gabinetes do primeiro-ministro e do Presidente da República, e remeteu para quarta-feira o anúncio de novas medidas de contenção da covid-19 no arquipélago.

O chefe do executivo deixou, no entanto, claro que não haverá tolerância de ponto nem suspensão da atividade letiva nos dias 30 de novembro e 07 de dezembro, e também não será proibida a circulação entre concelhos.

“Isso não vai acontecer na Região Autónoma da Madeira porque o nosso índice de infeção por 100 mil habitantes é 58”, disse, sublinhando que o arquipélago ainda não tem transmissão comunitária ativa.

De acordo com os mais recentes dados da Direção Regional de Saúde, a Madeira regista 166 infeções ativas de covid-19, num total de 691 casos positivos assinalados desde 16 de março.

Apesar da posição do Governo Regional, a Câmara Municipal do Funchal, liderada pela coligação Confiança (PS/BE/PDR/Nós, Cidadãos!), já anunciou que vai aplicar o disposto no decreto que regulamenta o estado de emergência em relação à tolerância de ponto e ao uso obrigatório de máscara pelos funcionários nos locais de trabalho.

Também os Açores indicaram, através do gabinete do representante da República, que as medidas decretadas pelo Governo da República se aplicam naquele arquipélago, com exceção das restrições aplicadas aos concelhos de risco elevado, muito elevado ou extremamente elevado, uma vez que a região não tem concelhos com mais de 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 15 dias. (LUSA)

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O Estado da Educação, hoje, para amanhã.

Olhar para 2015/16, para o estado de graça entre o ministério e certo radicalismo. Recordar um “certo amiguismo” entre instituições. O ataque a quem ousava a critica. Olhar para trás parece ser como olhar para tempos de hipocrisia aceite por todos. Os problemas na educação não foram resolvidos, não foram, sequer, atenuados. Arrastou-se para a frente com a barriga. Um destes dias, não haverá mais terreno por onde se arrastar e estaremos entre o retroceder e o cair no precipício, sendo que o precipício será o caminho que muitos escolherão.

Exausto? Não. Não me causarão cansaço, não me vencerão assim. Isso era ir contra a própria natureza humana. Isso seria ir contra a Educação.

O caminho é continuar, seguir em frente, mesmo que devagar.  Parar, esperar pelo momento certo para poder avançar, dar um passo que não tenha que se retroceder. Virá o momento em que se correrá desenfreadamente, para a frente. Resta saber para onde.

Entretanto, continuarão o chorrilho de alarvidades.

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Aposentações E Primeiras Páginas – O Meu Quintal

 

Aposentações E Primeiras Páginas

O Correio da Manhã, com recurso ao trabalho do Arlindo, faz primeira página com o número de docentes aposentados este ano, que será o maior número desde 2013 e eu ainda acho que são poucos atendendo à conjugação do aumento da idade, o aproveitamento do minguado tempo recuperado e o ambiente de pandemia.

Saem cerca de 1650 educador@s e professor@s e acredito que quando se acabarem as parcelas de recuperação do tempo roubado, sairá muito mais gente e sem ser sequer pelo limite de idade. Na peça, em nome da Fenprof diz-se que a solução para substituir quem ai é fazer regressar quem desistiu de ser contratado a vida inteira. O problema é que as condições não mudaram desde que saíram e dificilmente se poderá dizer que existe razão para voltarem. Aliás, o que foi tirado aos mais velhos não foi para dar aos mais novos. Todos perderam, seja em termos salariais, seja em perspetivas de carreira ou condições de trabalho. Ir agora atrás de quem com 40 ou mais anos desistiu, acenando-lhe com mais precariedade (porque as vinculações “extraordinárias” são daquelas coisas em que entram uns quantos para disfarçar que há meia dúzia que precisa de “vínculo” para ascender a outros voos), parece-me completamente irrealista. Aliás, basta passar por certos chats e conversas em blogues e redes sociais para se perceber a desorientação e falta de informação reinantes em muit@s colegas que andam a dar os primeiros passos na docência e para perceber que nas escolas o velho espírito de integrar quem chegava já não é o que era e que cada um@ à sua maneira apenas pretende sobreviver… uns até se verem livres do fardo, outros a ver se aparece uma oportunidade que não seja distribuída por 3 escolas para fazer um salário decente.

Claro que perante isto, o Tiago e o João assobiam para o lado e dizem que não é nada com eles, que a sua responsabilidade é mais casamentos e baptizados por vídeoconferência.

Até porque andam por aí a falar em bazucas, mas eles só nos guardaram uns morteiros de Tancos.

Do you believe in magic?

 

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Colégios podem não “fazer ponte” dia 30 e 7 de novembro

Diretor da AEEP afirma que “a escolha é do estabelecimento”.

O encerramento das escolas públicas nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro – vésperas de feriados – foi anunciado pelo primeiro-ministro António Costa, no âmbito das medidas restritivas que iriam ser tomadas nas próximas duas semanas relativamente à contenção da pandemia. Uma realidade que não se reflete no setor privado da educação.

os colégios privados, tal como as empresas, estão livres de escolher o que pretendem fazer. Rodrigo Queiroz e Melo afirma que “os colégios se quiserem poderão continuar a funcionar com aulas não presencias, como se fez em março”.

 

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