[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/IISerie-145-2020-08-04Supl.pdf”]
Ago 05 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/IISerie-145-2020-08-04Supl.pdf”]
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Ago 04 2020
Já se encontra aberta a aplicação para as contratações de escola 2020/2021 na plataforma SIGRHE.
Os docentes para verem as ofertas de escola para o grupo de recrutamento que têm habilitação (Profissional ou Própria) devem inserir essas habilitações na plataforma conforme os passos seguintes:
1 – Entrar no SIGRHE aqui e procurar o separador Horários/Contratação > 2020/2021 > Habilitações

2-Adicionar Nova Habilitação (Pode ser Qualificação Profissional / Habilitações Próprias / N.º 5 do Despacho n.º 6809/2014, de 23 de maio – GR 290 ou Outras Formações)

3 -Inseriro Grupo de Recrutamento, Grau Académico, Curso e Institituição

4 – Gravar e adicionar nova habilitação se for o caso.

Todos os docentes conseguem ver as ofertas para Técnicos Especializados quando surgirem, no entanto só conseguirão ver as ofertas de escola se tiverem adicionadas as Habilitações para esse grupo de recrutamento.
As ofertas de Escola para os grupos de recrutamento apenas deverão aparecer no início de setembro.
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Ago 04 2020
Encontra-se disponível, a partir do dia 4 de agosto de 2020, a aplicação para contratação de técnicos que assegurem o desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular.
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Ago 04 2020
De acordo com as contingências da situação pandémica em que nos encontramos, e tendo como princípio o menor número de pessoas no menor tempo na escola, informa-se que no ano letivo 2020/2021 os horários de funcionamento serão:
Pré-escolar – das 9:00 às 15:30
1.º ciclo – das 9:00 às 17:30
5.º, 7.º e 9.º anos – das 8:00 às 13:25
6.º e 8.º anos – das 13:35 às 19:00.
No 2.º e 3.º ciclos os alunos terão blocos de aulas de 100 minutos com um intervalo de 20 minutos no exterior e 5 minutos no interior.
Sendo o princípio o menor número de “cruzamentos” possível, apelamos aos encarregados de educação que os alunos sejam portadores do seu lanche da manhã/ tarde e informa-se que só será permitida a permanência dos alunos na escola de acordo com o turno a que pertencem. Mais se informa que, excecionalmente e devido ao contexto, os clubes de expressões artísticas encontram-se suspensos, aguardando-se orientações, da parte da tutela, para o funcionamento dos clubes de desporto escolar.
Informa-se que na educação pré-escolar e no 1.º ciclo, em caso de ausência do docente titular, os alunos não poderão permanecer nos estabelecimentos, uma vez que não se encontra assegurado o seu acompanhamento por um docente.
O agrupamento tem noção dos eventuais inconvenientes e constrangimentos causados pelos horários a implementar, no entanto, também sabemos que a comunidade escolar entende a importância de todos cumprirmos as regras, evitando assim situações que podem levar a contágios indesejados.
A escola estará, como sempre, presente e atenta para dar a todos a melhor resposta possível a toda a comunidade escolar sabendo de antemão que contaremos com a colaboração de todos.
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Ago 03 2020
… que são exatamente as mesmas de 2019, mas que se encontra assinalado na página do IGeFE como NOVO.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/NI_11_Nota-Informativa-Cessação-Contratos_IGeFE_DGRH_VF_2019.pdf”]
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Ago 03 2020
…continuam os docentes do ensino público a ter nos últimos 10 anos um aumento de apenas 0,3% que se tem traduzido em redução de vencimento com os sucessivos aumentos de impostos e da ADSE.
Sindicatos afectos à UGT chegaram a acordo com os patrões dos colégios e escolas profissionais. Trabalhadores não docentes também são abrangidos.

Os professores e trabalhadores não docentes dos colégios privados e escolas profissionais vão ter aumentos salariais até 1,5% no próximo ano lectivo. Esta melhoria é resultado da revisão do Contrato Colectivo de Trabalho do ensino particular e cooperativo, que foi acordado entre sindicatos afectos à União Geral dos Trabalhadores (UGT) e os patrões do sector.
O aumento salarial abrange mais de 32 mil trabalhadores do sector e entra em vigor já em Setembro. As novas tabelas de vencimentos estarão, à partida, em vigor nos próximos dois anos. A revisão do Contrato Colectivo de Trabalho foi acordada na sequência de um processo negocial iniciado no ano passado e concluído antes da pandemia. O documento acabou por ter uma adenda, que antecipa os efeitos da crise económica motivada pela covid-19 no sector. Por isso, as duas partes estabeleceram que voltam a sentar-se à mesa negocial no próximo ano caso a taxa de inflação de 2020 se situe acima de 0,95%.
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Ago 03 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/carta_de_solicitacao_n_1_2020.pdf”]
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Ago 03 2020
Qualquer dia dizem que o trabalho on-line se torna mais eficaz.
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Ago 03 2020
Só Português escapa a um aumento superior ao habitual das notas da 1.ª fase das provas nacionais. Regras especiais implementadas por causa da pandemia justificam os resultados.
As notas da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário melhoraram em praticamente todas as matérias. As médias sobem até 3,3 valores em disciplinas como Biologia e Geologia, a prova que teve mais inscritos neste ano, ou Geografia A. Também Física e Química (mais 2,2 valores na média) e Matemática A (mais 1,8) têm resultados bastante superiores ao habitual nos anos anteriores. Apenas a Português a média tem uma variação mais próximo do que é habitual, subindo 0,2 valores
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Ago 03 2020
Esta semana se han dado a conocer las directrices que, con carácter excepcional, marcarán el comienzo del curso y el regreso a las aulas de los alumnos valencianos a partir del próximo 7 de septiembre. Para intentar garantizar la presencialidad de los alumnos “al cien por cien”, la Conselleria de Educación invertirá 207 millones de euros que se destinarán, entre otras cuestiones, a mejoras en los centros, adquisición de dispositivos con conexión a internet o la contratación de 4.374 nuevos docentes, lo que supone un incremento del 7% de la actual plantilla de maestros y profesores, tal y como apuntaba el secretario autonómico, Miguel Soler, y que cada uno de los 1.847 centros educativos valencianos cuente, al menos, con un docente más que el curso pasado. Todas estas medidas han sido consensuadas en el Fòrum Valencià Educatiu y se ha realizado una “radiografía” de cada colegio e instituto para poder atender sus necesidades de forma personalizada para garantizar la salud y seguridad de alumnos y docentes.
El próximo curso, en Infantil y Primaria y hasta cuarto se ha definido un modelo de grupos estables de convivencia de hasta 20 alumnos por aula para intentar asegurar la trazabilidad en caso de detectarse algún positivo. Para asegurar que esto sea posible, los centros deberán habilitar nuevos espacios utilizando equipamientos como pueden ser gimnasios, comedores, bibliotecas, laboratorios… En quinto y sexto, con carácter general, los grupos se configurarán siguiendo el modelo de distanciamiento social de un metro y medio.
En Secundaria, cuyas instrucciones se publicaban este jueves en el Diari Oficial de la Comunitat Valenciana, se aplicará el distanciamiento social de metro y medio y está previsto que los alumnos de primero, para facilitar la adaptación a la nueva etapa educativa, asistan todos los días a clase. Para el resto de cursos, si no existe suficiente espacio en el centro para que todo el alumnado mantenga ese metro y medio, los estudiantes acudirán al instituto en días alternos, priorizando la presenciabilidad al cien por cien en segundo de Bachillerato y cuarto de Secundaria al resto de cursos. Es decir, desde segundo se establecerán turnos para prevenir contagios, aunque la formación se plantea “presencial para todo el alumnado” y, por tanto, se intentará garantizarla al máximo. También será cien por cien presencial en Formación Profesional Básica, PAC, PMAR y PR4.
Esta misma semana, la Conselleria de Sanidad Universal y Salud Pública comunicaba el protocolo de protección ante la COVID-19 a los centros educativos, que incluye medidas tanto para el entorno del centro -clases, comedor, extraescolares…- como para las actividades relacionadas con el transporte escolar o el acceso a los edificios.
No obstante, desde el departamento de Educación también se contemplan otros escenarios. En el caso de que se detectara positivos que obligaran al confinamiento de “una aula, un centro o un municipio”, desde la Conselleria tienen elaborada una hoja de ruta -con las correspondientes herramientas digitales a disposición de alumnado y profesorado- para que las clases puedan proseguir de forma telemática manteniendo los mismos horarios instaurados en el comienzo del curso.
Las decisiones adoptadas por la Conselleria de Educación han sido bien acogidas por la comunidad educativa, que reconoce que se han negociado “intensamente”. Como asegura Marc Candela, de Intersindical Valenciana, las medidas organizativas “no gustan a nadie, pero son las que se han tenido que implementar siguiendo las directrices sanitarias para garantizar las mejores condiciones laborales posibles y la máxima seguridad”. El portavoz sindical reconoce que su capacidad negociadora ha estado muy limitada, pero que aun así el incremento de las plantillas “es muy importante” y, “en general”, se han cumplido las necesidades de los centros. “Los profesores, sobre todo en Secundaria, tendrán más carga de trabajo, y más teniendo en cuenta que el próximo va a ser un curso complicado por la pandemia”.
Candela insiste en que ellos son partidarios de la presencialidad, “pero sin vacuna es imposible garantizarlo”. A partir de septiembre, y ya con la situación real del comienzo de curso, “continuaremos dialogando y negociando con la Conselleria”. Con las directrices marcadas, en principio, se asegura que no sucederá cuando el confinamiento del mes de marzo, “que nos pilló de un día para otro y sin capacidad de reaccionar”.
Por lo que respecta a las familias, Rubén Pacheco, presidente de Fampa Valencia, realiza un análisis “bastante positivo” de las medidas adoptadas desde el departamento de Educación, “se ha hecho un esfuerzo considerable, tanto económico como personal, y más si vemos lo que está sucediendo en otras comunidades autónomas, donde el panorama es dantesco”. “Aquí se nos escucha y se nos tiene en cuenta”, se congratula Pacheco, quien insiste en que evidentemente, el desarrollo del próximo curso “va a distar mucho de lo que sería un panorama ideal”.
Desde Fampa destacan que la crisis provocada por la pandemia “deja en evidencia” la situación en la que estaba la educación valenciana antes de la COVID-19, después de años de recortes y con unas condiciones mínimas “muy lejos de lo que sería deseable”, con “centros saturados, que se quedan pequeños recién inaugurados, aulas que superan las ratios que serían deseables…”. Precisamente, considera Pacheco que la crisis del coronavirus ha puesto de manifiesto que es necesario bajar la ratio de alumnos por aula, y lamenta el hecho de que se vayan a perder espacios como gimnasios, comedores, bibliotecas, salones de actos que se van a utilizar para dar clase cuando esa no es su función, “esos lugares no están preparados, además de que quedarán inutilizados servicios que forman parte de la educación de los menores”, y lo mismo con las extraescolares, “no sabemos cómo se van a desarrollar, pero deben ser viables”. “No se puede tener una educación pública y de calidad yendo a mínimos”, sentencia el presidente de Fampa, que lamenta que no se van a tener las mejores condiciones posibles: “Este curso va a estar lastrado, y es una situación que se va a mantener el próximo curso y no sabemos cuánto tiempo la arrastraremos”.
Respecto a la brecha digital, Pacheco cree que van a ser necesarias muchos más de los 29.000 dispositivos electrónicos con conexión a internet de los que dispone actualmente la Conselleria: “Confiamos en que estén realmente trabajando en adquirir más, porque si no, se corre el riesgo de llegar tarde cuando realmente se necesiten”.
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Ago 03 2020
Código do Concurso: 1069_CReSAP_15_05/20
Abertura: segunda-feira, 03 agosto 2020
Encerramento: sexta-feira, 14 agosto 2020
Entidade: Direção-Geral da Administração Escolar
Organismo: Ministério da Educação
Cargo: Subdiretor-Geral
Nos termos dos artigos 18.º a 19.º-A do Estatuto do Pessoal Dirigente dos serviços e organismos da administração central, regional e local do Estado (EPD), aprovado pela Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, alterado e republicado pela Lei n.º 64/2011, de 22 de dezembro e alterado pela Lei n.º 68/2013, de 29 de agosto e pela Lei n.º 128/2015, de 3 de setembro, a Presidente da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP), por iniciativa da Secretária de Estado da Educação, faz saber que se procedeu à abertura do procedimento concursal com vista ao provimento do cargo: Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Administração Escolar.
Nos termos dos n.ºs 18 a 20 do artigo 19.º do EPD, o procedimento concursal é urgente, de interesse público, não havendo lugar à audiência de interessados e não havendo efeito suspensivo do recurso administrativo interposto do despacho de designação ou de qualquer outro ato praticado no decurso do procedimento concursal. A propositura de providência cautelar de suspensão de eficácia de um ato administrativo praticado no procedimento concursal não tem por efeito a proibição de execução desse ato.
A prestação de falsas declarações sob compromisso de honra constitui contraordenação punível nos termos da legislação em vigor e implica, por força do disposto no Regulamento de Tramitação dos Procedimentos de Recrutamento e Seleção dos Cargos de Direção Superior na Administração Pública, a exclusão do procedimento concursal.
Em qualquer fase do procedimento concursal pode o júri solicitar junto dos candidatos ou candidatas a entrega dos documentos comprovativos dos factos por si alegados, podendo ser excluídos do procedimento concursal se não os apresentarem, nos termos do mesmo Regulamento.
1 – Características do cargo em concurso
Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Administração Escolar (cargo de direção superior de 2.º grau).
Direção-Geral da Administração Escolar – Ministério da Educação.
As previstas no artigo 6.º e 7.º do EPD, conjugado com as atribuições e competências específicas previstas no Decreto Regulamentar n.º 25/2012, de 17 de fevereiro, alterado pela Lei n.9 266-F/2012, de 31 de dezembro.
Grau de licenciatura quer em áreas que permitem a lecionação em escolas do ensino básico e secundário, quer em áreas relacionadas com a administração e gestão.
Regime de comissão de serviço, por um período de 5 anos, renovável uma vez por igual período, sem necessidade de recurso a procedimento concursal, conforme disposto no n.º 12 do artigo 19.º do EPD, e em regime de exclusividade e incompatibilidade, nos termos dos artigos 16.º e 17.º do mesmo estatuto.
Lisboa.
3.183,47€ (vencimento base) + 585,56€ (despesas de representação).
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Ago 02 2020
Expresso (01-08-2020)
Observador (01-08-2020)
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Ago 01 2020
Governo aprovou a Estratégia para a Inovação e Modernização do Estado e da Administração Pública 2020-2023, na qual foram definidos quatro eixos, cada um com vários objetivos estratégicos, publicados esta sexta-feira em Diário da República.
Investimento nas pessoas, desenvolvimento da gestão, exploração da tecnologia e reforço da proximidade com os cidadãos são os quatro eixos definidos pelo Executivo, num total de 14 objetivos estratégicos, para modernizar a administração pública nos próximos três anos. Desde a mobilização e capacitação de trabalhadores, passando pelo investimento na simplificação administrativa até ao incentivo à participação informada dos cidadãos, são inúmeras as medidas pensadas pelo Governo.
Para o Governo, um dos principais desafios nos dias de hoje passa pela mobilização e valorização dos trabalhadores, de forma a desenvolver as competências de cada um, motivando-os e criando valor para a sociedade. Um dos objetivos é, por isso, “desenvolver e renovar lideranças” e isso vai ser feito através de quatro medidas:
Ainda dentro do investimento nas pessoas, o Governo definiu como outro objetivo “mobilizar e capacitar os trabalhadores”, considerando que o envolvimento das pessoas nas empresas exige “não só uma integração acompanhada e uma política salarial adequada”, mas também investimento nas condições de trabalho e no desenvolvimento das competências pessoais e profissionais. Aqui, foram definidas outras quatro medidas:
Um terceiro e último objetivo definido para este eixo de investimento nas pessoas é o “envolvimento dos trabalhadores na mudança cultural”, algo que o Executivo considera “fundamental para reforçar a participação dos cidadãos e aumentar a abertura da Administração Pública à sociedade”. Aqui, para alcançar este objetivo, foram definidas outras quatro medidas:
Neste segundo eixo, o Governo considera que os principais desafios são o fortalecimento da capacidade de gestão, de forma a “gerir estrategicamente os trabalhadores e alavancar o desempenho”. E isso será alcançado, refere a resolução, através de “modelos de negócio focados na criação de valor, assentes na inovação, simplificação, participação e colaboração interna e externa”. Neste eixo, um dos objetivos definidos é exatamente esse: “fortalecer a gestão do desempenho para melhorar a qualidade dos serviços públicos”. Para isso, foram criadas seis medidas:
Outro dos objetivos neste eixo é o “planeamento dos recursos humanos de forma integrada”, planeamento esse que “deve ser plurianual, para evitar perda de capacidade operacional e de conhecimento e garantir dimensões quantitativa e qualitativa das competências individuais necessárias”. Aqui foram definidos duas medidas:
Também o “investimento na simplificação administrativa” — “tem sido a matriz renovadora da cultura da Administração Pública nos últimos anos” — é outro dos objetivos definidos pelo Executivo para modernizar a administração pública. Neste ponto, foram definidas três medidas:
O último objetivo deste terceiro eixo passa por “promover a inovação na gestão pública”, que “deve assumir a inovação como uma alavanca para um melhor serviço público”, através do “desenvolvimento de modelos e ambientes de trabalho que estimulem a inovação”. E isso será alcançado através de quatro medidas:
“O principal desafio deste eixo é utilizar a tecnologia digital para proporcionar aos cidadãos e empresas serviços seguros, acessíveis e sem esforço, facilitando e reduzindo interações, disponibilizando e reutilizando dados e promovendo a eficiência, sustentabilidade e simplificação dos processos de funcionamento da administração pública”, refere a resolução. E aqui foram definidos três objetivos, sendo que o primeiro passa pelo “reforço da governação global das tecnologias”, no qual foram estipuladas seis medidas:
Outro dos objetivos neste campo tecnológico passa por “melhorar a interoperabilidade e a integração de serviços”, que “é também fundamental”, diz o Governo. E, para isso, foram definidas quatro medidas:
O último objetivo dentro deste eixo tem a ver com a “gestão do ecossistema de dados com segurança e transparência”, dado que o Executivo considera “fundamental promover a confiança ao desenvolver sistemas seguros em cada etapa da transformação digital”. E aqui foram estipuladas três medidas que permitam alcançar este objetivo:
Para o Governo, o desafio associado a este eixo é a “promoção da tomada de decisão e de uma atuação mais próxima dos cidadãos, através de processos de desconcentração, de descentralização e de participação, concebendo políticas e concretizando medidas mais eficientes, inclusivas e adequadas às realidades locais e regionais”, refere a resolução. Assim o primeiro objetivo passa por “promover a integração e a inclusão no atendimento”, algo que será alcançado através de seis medidas:
O próximo e 12.º objetivo definido pelo Executivo para modernizar a administração pública passa por “incentivar a participação informada dos cidadãos”, que “proporciona as melhores condições para a obtenção de decisões mais ponderadas e equitativas”. E isto poderá ser alcançado através de cinco medidas:
“Aprofundar a descentralização de competências para as autarquias locais” é outro dos objetivos definidos neste quarto e último eixo, algo que poderá ser conseguido através de:
O último objetivo definido pelo Governo passa por “fortalecer serviços públicos de proximidade, designadamente através da desconcentração de serviços públicos para o nível regional”, permitindo “articular no território um conjunto muito significativo de políticas públicas”. Para alcançar este objetivo foram definidas cinco medidas:
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Ago 01 2020
João Dantas é professor desde os 18 anos. “Comecei em 1978 ou 79. Eram outros tempos. Havia poucos professores com formação universitária.” Ensinou Educação Visual e Tecnológica e aos 22 anos já fazia parte da direção de uma escola. Mais tarde trabalhou na Direção Regional de Educação do Norte, colocou centenas de colegas em concursos, tirou mestrado em Administração Escolar. Hoje, aos 62 anos, tem a seu cargo o Agrupamento de Escolas D. Maria II, em Braga, composto por dez escolas onde ensinam cerca de 350 professores. “Não tenho professores com menos de 30 anos, e um terço tem mais de 60 anos. O ensino está hoje num período de retração, com uma grande parte dos professores em fim de carreira e menos alunos”, explica.
Em fevereiro, o Expresso alertou para dados de um relatório do Conselho Nacional de Educação que concluiu que “52 mil dos 90 mil docentes dos quadros de escola (58%) vão reformar-se até 2030”. Este desequilíbrio geracional traz vários problemas para o ensino nacional. “A idade mais avançada dos professores até pode ser uma vantagem, pela experiência acumulada e maturidade. [Mas] torna-se problemática quando é predominante nas equipas e quando é necessário implementar mudanças e ensaiar novas respostas políticas, como a [recente] política de autonomia e flexibilidade curricular”, sublinha ao Expresso Sandra Mateus, investigadora do ISCTE na área de Sociologia da Educação.
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Ago 01 2020
Apesar da abertura do concurso externo deste ano ter atrasado quase 20 dias em relação ao ano passado, houve uma recuperação de prazos nas fases seguintes que levou a que a manifestação de preferências para a contratação inicial atrasasse apenas 3 dias e a mobilidade interna fosse no mesmo dia que o ano passado.
Assim, a data de 16 de agosto do ano passado poderá ser bastante idêntica este ano para a publicação das listas de colocações.
Sendo o dia 16 de agosto de 2020 um domingo a data mais provável para que as listas sejam publicadas, na minha opinião, será o dia 17 de agosto.
Aguardemos até lá.
Fica neste quadro o calendário das datas da última década das fases mais importantes do concurso de professores.

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Ago 01 2020
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Ago 01 2020
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