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Previsões para 2017…

 

Na tentativa de tentar perceber o que poderá acontecer em 2017, consultamos o Doutor Mugamba, reconhecido astrólogo, radicado no nosso país há três meses. As suas previsões estão, na tradução possível, abaixo:

 

– Prevejo um ano “bués da bom” na educação, em Portugal.

Todos irão começar a ser educados com os outros… na rua, em casa, na escola, nas feiras e até no parlamento.

As crianças vão ter que aprender menos coisas. Não vão aprender coisas chatas. Só vão aprender o que lhes interessa saber (tipo, mexer naqueles telefones espertos e naquelas televisões pequeninas do computador).

Os professores vão trabalhar menos. Se os miúdos aprendem menos, os professores não vão ensinar tanto. “Tá lógico”!!!

As turmas, vão ficar mais pequenas. Mas só lá “pró” fim do ano… Os alunos vão começar a ter lugar para se sentar na sala. E vão poder ter aulas todos ao mesmo tempo.

Os professores “velhos”, vão-se reformar todos e vão passar a ocupar o seu devido lugar nos bancos de jardim. Vão tirar de lá os professores “mais novos”(meia dúzia de anos), que estão fartos de apanhar sombra.

Os professores vão concorrer no concurso para enquadrar (entrar no quadro, como eles insistem em dizer), mas não vão entrar todos. Só vão entrar alguns (para aí 5000 ou menos)…

As escolas vão ficar mais democráticas. Cada um vai poder fazer o que quiser, desde que faça o que os outros querem.

 Os alunos nunca mais vão chumbar. O chumbo é um metal tóxico e faz mal à saúde.

Mais previsões, só se lhe der o meu “ibane” para transferir algum…

 

 

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6 comentários

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    • Ana Paula on 31 de Dezembro de 2016 at 17:59
    • Responder

    Olá colegas
    Tenho mais de doze anos feitos em colégios privados e nos últimos 6 anos acumulei com contratos de 3 e 4 horas anuais ou temporários no público. Pelo a direção me enviou no e-mail estou em condições de vincular. Até em disseram que com aminha graduação posso ficar à frente de qzp e qa atuais e assim ficar próximo de caso. Achei estranho ter condições de vincular pois até falavam de outra prioridade. Não quero assinar nenhuma rescisão por mútuo acordo sem ter a certeza que tenho vínculo assegurado com o Estado. Obrigada desde já pelos esclarecimentos.

      • anónimo on 1 de Janeiro de 2017 at 18:35
      • Responder

      Ó Ana Paula não ofenda os seus colegas, p.f, pensa que alguém engole essa narrativa? Há pessoas que são tão invejosas ao ponto de inventarem histórias destas. Preferiam ver os contratados na precariedade eternamente. É contra o extraordinário? Temos pena. Fique com as suas dores, porque os contratados merecem finalmente alguma paz profissional.

      • Maria on 2 de Janeiro de 2017 at 21:43
      • Responder

      Cara colega,
      Estou na mesma situação. Leciono no grupo 300 numa escola privada desde 1996. Tenho desde anos a esta parte acumulado com pequenos horários no ensino público (os restos) e sempre no grupo 300 a dois passos da minha residência em Santa Maria da Feira. Fizeram-me, na escola privada, uma proposta bastante interessante para eu rescindir, mas só o pretendo fazer quando tiver a certeza da aprovação deste concurso extraordinário pois já tenho 50 anos de idade. Quando temos a certeza que este diploma vai prá frente?

    • Mónica on 1 de Janeiro de 2017 at 17:44
    • Responder

    Não é preciso consultar o professor Mugamba para perceber como será 2017
    – Divida a subir com aumentos exponenciais na saúde e na educação (sem que isso se traduza em melhores condições salariais mas apenas a má gestão do sistema)
    – Aumento de horários 0 e consequente má imagem na opinião publica dos professores porque milhares ficarão a receber sem trabalhar.
    – Caos nos concursos devido às novas entradas sem ter em conta as necessidades

      • anónimo on 1 de Janeiro de 2017 at 18:41
      • Responder

      Está muito enganada, porque os cerca de 5000 professores que vão vincular estiveram estiveram e/ou estão a trabalhar e o MEC TEVE DE LHES PAGAR ou não?
      Pelo menos agora, além de lhes pagar, como sempre fez há pelo menos 12 anos, vai-lhes dar alguma dignidade e segurança.
      Há gente muito invejosa. Lamento ter colegas assim.

        • Realista on 2 de Janeiro de 2017 at 21:35
        • Responder

        Que segurança? Ficas com a mesma segurança que tens hoje.

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