O Mário Nogueira, na sua ânsia de luta, esqueceu-se de que representa os professores perante o governo e não perante os outros sindicatos. Esqueceu-se, também, que um dia foi professor e já nessa longínqua altura, em dezembro existia uma interrupção de atividades letivas, não um período de férias, como referiu, “até porque agora em dezembro estamos de férias” minuto 37…
Outra coisa, aquela descrição da conversa com o Ministro, é mais de dois comparsas do que de representantes de instituições que pretendem negociar seja lá o que for… e já agora, por onde andou ele no fim de semana passado?




11 comentários
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日复一日,年复一年,你的博客,让人流连!
E o que faz a fne?
e a fne?
ahahah, para mais tarde recordar:
🙂
http://www.fenprof.pt/?aba=27&cat=95&doc=10645&mid=115
A propósito, Mário Nogueira realçou na intervenção de abertura:
“Em 2017, a nossa ação e luta terão deir mais longe, pois das prioridades que definimos para a ação reivindicativa, só uma, a vinculação, passa pela revisão do regime de concursos. Aposentação, carreiras, horários de trabalho e gestão
democrática são de outros campeonatos que serão por nós disputados com
espírito ganhador. Temos de garantir, e isso depende muito de nós, que
2017 seja o ano de dar mesmo valor aos Professores e à Escola Pública,
mas para que isso aconteça não bastam lindas palavras e rasgados
sorrisos, são necessárias políticas que concretizem mudanças profundas
em relação ao passado.”
Não me parece que a questão semântica das férias ou pausa seja o problema de fundo. A continuar assim o PS ainda consegue uma maioria e adeus Gerônimo, então sim a luta a sério volta às ruas.
Se estivermos à espera que a FNE faça alguma coisa de jeito, bem podemos esperar sentados. Ligam muito ao acessório só para escrever qualquer coisa. É sempre mais fácil apontar os delizes dos outros.
Os sindicatos só se preocupam com os dos quadros. Vão ver que vai cair a tal 8 horas dos horários zeros e poderá também cair a tal limitação dos 2 GR para concorrer…. e pouco mais haverá.
Essa preocupação tem anos; os contratados e tudo o que lhes diz respeito sempre foram moeda de troca nas negociações!
Temo que depois deste governo cair o ministério da educação seja um completo monstro com milhares de horários 0. Espero que o ministro e os secretários de estado tenham mais bons senso que os partidos que suportam a geringonça. O mário nogueira também será responsabilizado pelo desastre.
Neste momento, o país é um “monstro” de trabalhadores precários, sendo o ME um bom exemplo disso.
4 comentadores do programa Eixo do Mal que assumem, uns mais do que outros, não perceberem bem de “políticas educativas”.
A novidade de Luís Pedro, que assumiu que não percebia bem do tema e disso das políticas educativas”, mas que foi o único que , citando Marçal Grilo, elogiou os professores pelos agora resultados do PISA.
No lado oposto, uma comentadora que não percebendo nada disto, e não o assumindo, afirma que o grande problema da educação não são currículos, não são programas (provavelmente também não é o nº de alunos por turma); o problema da escola pública são, a saber:
– os professores em geral
– os professores sindicalizados
– a Fenprof
– Mário Nogueira, que devia voltar à escola.
As virtudes da escola pública, que produziu estes resultados, são, a saber:
– os ministros da educação do PS e PSD.
Prontos.
Para quem quiser ouvir. Aqui. Ao minuto 39:28:
http://sicnoticias.sapo.pt/programas/eixodomal/2016-12-11-Eixo-do-Mal-10-12-2016