Abril 2016 archive

Alterações ao Calendário Escolar 2015/2016

Foi publicado ao final da noite de ontem a alteração do Despacho n.º 7104-A/2015, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 123, de 26 de junho de 2015, que determina o calendário escolar para o ano de 2015/2016.

clicar na imagem para ler as alterações criadas pelo Despacho n.º 4688-A/2016

 

calendário escolar

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Regime de Avaliação e Certificação das Aprendizagens

Despacho Normativo n.º 1-F/2016 – Diário da República n.º 66/2016, 1º Suplemento, Série II de 2016-04-05

 

Educação – Gabinete do Secretário de Estado da Educação

 
Regulamenta o regime de avaliação e certificação das aprendizagens desenvolvidas pelos alunos do ensino básico, bem como as medidas de promoção do sucesso educativo que podem ser adotadas no acompanhamento e desenvolvimento das aprendizagens

 

 

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Consulta Pública para Inglês Ver

Depois de ter elogiado esta forma de trabalhar do novo ME com consultas públicas aos interessados nos diversos temas em consulta não posso deixar de colocar este mail acabado de receber da DGE que os prazos para a consulta pública sobre o calendário escolar não se coaduna com a necessidade da publicação do referido despacho e por esse motivo esta audição dos interessados foi anulada por despacho de hoje.

 

E assim, de um momento para o outro, criaram descrédito sobre qualquer consulta pública futura.
consulta publica para inglês ver

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Quase 85% não Concorda com a Realização de Provas de Aferição Este Ano

Da sondagem que iniciei ontem e que superou as mil respostas, questionando os leitores do Blogue sobre a realização das provas de aferição neste ano lectivo, 83,29% disseram que este ano lectivo não se deviam realizar as provas de aferição dos 2º, 5º e 8 anos.

Lembro que esta é uma decisão que compete ao Director, ouvindo o Conselho Pedagógico.

Mas como é habitual, a opinião dos professores pouco vale nessas decisões e estou em crer que a maioria das escolas vai realizar essas provas.

Já quanto à opção das escolas em poderem realizar as provas finais do 4º e do 6º ano, apesar da larga maioria dos inquiridos ter respondido que não concorda, existe uma percentagem menor de respostas negativas (69,41%).

Tal como venho a dizer há algum tempo, este ano lectivo devia ser um ano zero quanto a estas provas, tendo em conta a alteração efectuada com o decorrer do ano lectivo.

Ficam apresentados estes resultados que podem servir para a tomada de decisão de algumas escolas.

 

 

sondagem provas exames

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Tinha Dito “Todos de Acordo com a Redução de Alunos por Turma”?

Neste artigo.

 

Afinal, não.

Embora o PS também empurre isto com a barriga apenas para 2017/2018.

Todos querem reduzir as turmas, menos o PSD

 

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Só o PSD não apresentou qualquer iniciativa no Parlamento com vista à redução do número de alunos por turma, cujo limiar máximo foi aumentado durante o mandato de Nuno Crato. O CDS, que então fazia parte do Governo, apresentou um projecto de resolução onde defende que a promoção do sucesso escolar passa por “um estratégico e adequado dimensionamento das turmas”, embora não especifique qual o número de alunos por sala.

Na próxima quinta-feira serão assim debatidas, no Parlamento, seis iniciativas em defesa da redução do número de alunos por turma. Há três propostas de lei, da autoria do PCP, Verdes e BE, e outros tantos projectos de resolução já apresentados pelo PS, CDS e também, de novo, pelo BE. A votação deverá ocorrer no dia seguinte.

Pelo seu lado, o PS recomenda ao Governo que faça o que já consta do seu programa, ou seja, que reduza progressivamente o número de alunos por turma, acrescentando que tal deverá começar a ser feito a partir do ano lectivo 2017/2018. Nesta segunda-feira, o ministro da Educação indicou que se procederá a esta redução “paulatinamente”.

 

 

 

 

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Tempo de Serviço no Grupo 120

A maior dúvida que me tem chegado sobre a validação das candidaturas prende-se com o tempo de serviço dos docentes candidatos ao grupo 120.

Muitas queixas estão a surgir pela desinformação que aconteceu o ano passado por parte da DGAE.

A primeira interpretação da DGAE dizia que existia tempo de serviço antes e após a profissionalização para o grupo 120 conforme coloquei neste artigo datado de 16 de Março com resposta dada pela DGAE nesse mesmo dia.

No dia seguinte já surge nova informação da DGAE rectificando a resposta do dia anterior, considerando que devem indicar como tempo de serviço antes e após a profissionalização, o detido no  grupo de recrutamento da formação inicial (Grupos de recrutamento 110, 220 ou 330).

Chegaram-me informações que algumas escolas estão a invalidar o campo do tempo de serviço relativo porque verificaram neste blogue apenas a informação dada em 16 de Março.

 

E como o que prevalece é a informação dada no dia 17 de Março, fica aqui esta informação e o que consta no e-mail desse dia 17 de Março, com sublinhado meu.

 

 

De: DSCI – DIREÇÃO SERVIÇOS CONCURSOS E INFORMÁTICA <[email protected]>

Data: 17 de Março de 2015 às 16:00:48 WET

Para: xxxxxxxx

Assunto: RE: Dúvida Concurso 2015/2016 – Tempo de Serviço Grupo 120

Exmo.(a) Sr.(a)

 

Em resposta às questões colocadas relativamente à candidatura ao grupo de recrutamento 120 – Inglês do 1.º Ciclo do ensino Básico, e em retificação da informação prestada anteriormente, cumpre esclarecer que os candidatos que pretendam ser opositores a este grupo de recrutamento, devem indicar como tempo de serviço antes e após a profissionalização, o detido no  grupo de recrutamento da formação inicial (Grupos de recrutamento 110, 220 ou 330).

Com os melhores cumprimentos

DGAE/DSCI

 

 

 

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Aposta Para Hoje

…feita por um bruxo…

…de Viseu.

 

euromilhoes 5 abril

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Divulgação – Conferência Think Tank da Educação

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O EDULOG tem como objetivo  contribuir de forma construtiva para o planeamento estratégico da Educação em Portugal, fomentando o pensamento crítico e integrado, criando ciclos contínuos de reflexão, recomendação, medição e análise que permitam avaliar o estado e evolução do sistema educativo Português.

 

A apresentação oficial deste projeto terá lugar no dia 13 de abril, no Convento do Beato (Lisboa), numa conferência sobre o Impacto da Educação na Sociedade. A conferência contará com as intervenções de John N. Friedman e Pedro Carneiro, e com a apresentação do Estudo sobre a Valorização da Educação seguidas por um debate moderado pelo Prof. Marçal Grilo.

 

As inscrições são gratuitas através do link: http://conferencia.edulog.pt/.

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Divulgação – Olimpíadas do Conhecimento

olimpiadas

 

 

Ex.mos Senhores,

Universidade Fernando Pessoa, UFP, solicita a divulgação das OLIMPÍADAS DO CONHECIMENTO, OC, que abrangem, em 2016, as modalidades de Prova Escrita, de Projeto e de Póster.

As OC são dirigidas aos estudantes do 12º ano de escolaridade ou de ano pedagogicamente equivalente e às escolas dos subsistemas público e privado, com ou sem cursos profissionais, localizadas em Portugal Continental e Insular ou no estrangeiro sempre que disponham, oficialmente ou em opção, de Língua Portuguesa.

As OC visam:

– Na Modalidade de Prova Escrita: fomentar nos concorrentes uma primeira ação simulada dos exames nacionais de acesso ao ensino superior uma vez que, com grande fidelidade, as matérias consignadas nos programas oficiais são aqui tidas em conta.

– Na Modalidade de Projeto: fomentar nos concorrentes uma primeira ação simulada da aplicação do saber adquirido mediante a construção e mostra de projetos nas áreas a que os mesmos estão associados e que a competição fomenta.

– Na Modalidade de Póster: divulgar as boas práticas das escolas em matéria de atividades de currículo paralelo, que, em cada ano, estando inscritas nos Planos de Atividades, se concretizam.

As OC associarão uma rede de parceiros sponsors que coadjuvarão o conjunto de prémios a atribuir a alunos e a Escolas.

Os concorrentes vencedores, para além dos prémios, recebem um incentivo ao prosseguimento de estudos superiores num dos cursos de primeiro ciclo de estudos na UFP, decorrente de patrocínio a atribuir pela Fundação Ensino e Cultura Fernando Pessoa.

A Comissão Organizadora emprestará todo o apoio em relação a informações sobre alojamento e acomodação dos participantes oriundos de escolas, nacionais e estrangeiras, geograficamente distantes.

As inscrições deverão ser realizadas, inclusive, até 30 de abril de 2016 e as provas nacionais, as apresentações dos projetos e dos pósteres ocorrerão a 21 de maio de 2016, nas instalações da UFP, no Porto.

Solicita-se a melhor divulgação da iniciativa na página oficial dos estabelecimentos fazendo, nomeadamente, a ligação para a Página Oficial, http://olimpiadas.ufp.edu.pt/home, que contém todas as informações de pormenor para alunos e docentes, em particular, o regulamento e o procedimento de inscrição.

Muito gratos, com os melhores cumprimentos,

A Comissão Organizadora

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Estado da Educação – principais dados

Para quem não conhece, por dentro, fica com uma noção… certa ou não…

 

in Público by Clara Viana

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À Atenção dos Sócios do SPZN que Vincularam desde 2011

Vai dar entrada nos tribunais a prometida acção judicial do SPZN para reposicionar no seu escalão devido os docentes que vincularam desde 2011 e ainda se mantêm no índice 167.

 

Para tal, todos os sócios do SPZN nessas condições terão de enviar declaração para o SPZN conferindo poderes para o referido sindicato os representar nesta acção.

 

A referida declaração encontra-se no formato word e pode ser preenchida e enviada por e-mail até ao final do dia de hoje.

 

declaracao spzn

 

 

 

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Opinião – João Fernandes – Manuscrito encontrado nos escombros da Educação Portuguesa …

Manuscrito encontrado nos escombros da Educação Portuguesa …

Era uma vez um país , que bem conhecemos , onde um ministro tinha o fetiche dos exames determinando que possuíam o efeito milagroso de melhorar o sistema educativo . Tal efeito apontava para um sistema em que a aprendizagem e a sua consolidação era menorizada e substituída pelo treino sistemático numa corrida contra o tempo para preparar os alunos para a salvação , o dito exame . Esta ideologia substituía o papel essencial de uma aprendizagem respeitadora do ritmo dos alunos por uma corrida visando a obtenção de um bom resultado no exame .
Com a chegada de uma nova personagem ao governo desse país , o novo ministro apressou-se a mudar de paradigma e os exames foram abolidos . Os professores , os alunos e os encarregados de educação sentiram-se aliviados. Em sua substituição reapareceram as provas de aferição agora para os alunos do 2º e 5º ano a serem aplicadas neste ano letivo . O tempo foi passando sem surgirem novidades sobre a aplicação deste novo modelo de avaliação. A expectativa foi-se transformando em apreensão , até que um dia surgiram novas informações , o que antes era de aplicação obrigatória passava a transitório e no seguimento desta surpresa a decisão da sua realização era empurrada para os Agrupamentos , na figura dos Conselhos Pedagógicos e do Diretor .
Se pensavam que estas brilhantes novidades tinham terminado estavam enganados , pois como vivíamos o período pascal deu-se um milagre , as provas de aferição do 4º e 6º ano ressuscitavam . Acabaram os exames mas a pedido de algumas “ famílias “ os Agrupamentos iriam poder realizá-los , não se sabe bem para quê . Podiam dormir todos descansados porque não contavam para a avaliação dos alunos . Os governantes , tal como Pilatos , lavaram as suas mãos e os outros que tratassem do servicinho . Brilhante autonomia , produto de quem não decide e passa a “batata quente “ ao parceiro do lado para que assuma as consequências dessa decisão.
Volta a instabilidade e a confusão . Está aberta a porta para que , no escasso número de dias letivos que vamos ter neste 3º período, retorne a falta de serenidade tão necessária para terminar este ano letivo . Seria importante o retorno do bom senso e que se percebesse o que era melhor para os alunos, pesando as vantagens e desvantagens da realização destas provas no espaço curto de tempo que nos espera até o ano letivo terminar .
A decisão de realizar estas provas neste momento não contribui para a pacificação do trabalho pedagógico a desenvolver e reintroduz uma instabilidade desnecessária em todos os intervenientes .
As provas de aferição do 4º ano, a serem realizadas , só dependem do Ministério da Educação na matriz que fornece aos Agrupamentos , visto que a sua realização e correção será da responsabilidade dos professores indicados pelo Conselho Pedagógico . Estas provas realizando-se dentro deste enquadramento não serão muito diferentes daquelas que se realizam na avaliação interna , razão pela qual são dispensáveis e só acrescentam mais trabalho desnecessário. Não se constituem como aferição nacional porque teremos situações bem diversificadas de realização ou não das provas e muitos alunos não as irão realizar visto que não são obrigatórias . Estas provas, quanto muito , serão mais um registo diagnóstico de que uma aferição real .
Estas surpresas não acrescentam estabilidade ao processo educativo que as escolas desenvolvem e este esforço que se irá pedir às escolas e aos professores não acrescenta credibilidade , nem reforça uma avaliação que se pretende justa e adequada dos alunos com que lidamos dia a dia e com os quais construímos um processo permanente de aprendizagem . Para concluir se os Agrupamentos decidirem realizar as provas iremos ter de operacionalizar em dois meses ,numa correria desgastante , todo um processo que as estruturas educativas do Ministério realizam durante um ano letivo .
Esperemos que realmente o bom senso prevaleça a bem da Educação .

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Concordam com a Realização de Provas de Aferição/Provas Finais Este ano?

O Decreto-Lei 17/2016, publicado hoje, permite que o director do agrupamento de escolas ou escola não agrupada, ouvido o conselho pedagógico, possa optar por não realizar as provas de aferição do 2º e 5º e 8º anos, por decisão especialmente fundamentada, ponderadas as potencialidades do processo de aferição para a melhoria das aprendizagens e o sucesso escolar dos alunos.

Permite ainda a decisão de serem realizadas provas de Português e Matemática nos 4.º e 6.º anos de escolaridade, visando a aferição e a obtenção de dados de fim de ciclo, ouvido o conselho pedagógico.

Estas decisões têm de ser comunicadas ao Júri Nacional de Exames até ao próximo dia 30 de Abril.

O que pergunto nesta sondagem é o seguinte:

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Discussão Sobre o Currículo, para Docentes

De louvar esta iniciativa.

O questionário encontra-se neste link e podem ser dados contributos até ao próximo dia 15 de Abril.

 

 

 

Assunto: Questionário sobre os documentos curriculares dos ensinos básico e secundário

Lisboa, 4 de abril de 2016

 

Exmos. Senhores Diretores de Escola/Agrupamento de Escolas Exmos. Senhores Presidentes da CAP
Os documentos curriculares para os ensinos básico e secundário, presentemente em vigor, foram sendo homologados e implementados desde 1991. Atualmente coexistem, para a mesma disciplina, situações muito díspares, como por exemplo, Programas de 1991 em articulação com Metas Curriculares de 2014, Programas de 2001 em articulação com Metas Curriculares de 2014, Programas e Metas Curriculares de 2015.
Os professores, enquanto agentes principais no desenvolvimento do currículo, devem ter um papel fundamental na avaliação dos documentos curriculares, na reflexão sobre a sua exequibilidade e adequação ao tempo disponível e às reais capacidades dos alunos.
No quadro da necessidade de definição de referenciais curriculares para a escolaridade obrigatória alargada a 12 anos, o Ministério da Educação pretende lançar uma discussão ampla sobre os documentos curriculares.
Nesse âmbito, foi criado um questionário que tem como finalidade recolher informação junto dos docentes sobre a forma como os documentos curriculares estão a ser utilizados e aplicados nas escolas e que assenta nos seguintes objetivos:
Avaliar a coerência entre os documentos curriculares das respetivas disciplinas, nomeadamente ao nível das finalidades e dos objetivos definidos; Aferir o nível de adequação das conceções e práticas dos docentes aos documentos curriculares em vigor; Analisar o impacto dos documentos curriculares no desenvolvimento do currículo e na prática docente; Avaliar a eficácia e o impacto dos documentos curriculares e da sua utilização nas escolas e no sucesso escolar dos alunos;

Produzir recomendações com vista a ajudar a tomada de decisão no que respeita à reformulação dos documentos curriculares.
A resposta a este questionário é confidencial, sendo que os dados recolhidos serão analisados agregadamente e os resultados tratados de modo a informar a tomada de decisão sobre as alterações a introduzir nos documentos curriculares em vigor.
Assim, a informação prestada constituirá um contributo indispensável e importante, dado que permitirá um conhecimento amplo e rigoroso de todo este processo, no que respeita à sua implementação e execução.

Para aceder ao questionário sobre os documentos curriculares, os docentes devem obter o seu Código de Acesso ao Portal das Escolas. Para tal, os docentes em exercício de funções devem solicitar o referido código nos serviços administrativos do Agrupamento de Escolas / Escola não Agrupada onde lecionam.
Os códigos de Acesso ao Portal das Escolas estão disponíveis na área reservada do sistema MISI (http://misi.edu.pt), em ‘Portal das Escolas’ >> ‘Códigos de Acesso para Docentes’.

Para aceder ao questionário, os docentes devem inserir no 1.º campo o Código de Acesso ao Portal das Escolas e, no 2.º campo, o n.º de identificação, CC ou BI.
O questionário deve ser preenchido online até ao dia 15 de abril de 2016, em: http://w3.dgeec.mec.pt/QuestionarioDocumentosCurriculares/.
Solicita-se a divulgação desta informação aos docentes do Agrupamento de Escolas/Escola não agrupada que Vossa Excelência dirige, e desde já se agradece todas as diligências ao seu alcance para a plena concretização desta iniciativa.

Com os melhores cumprimentos,
O Diretor-Geral da Educação

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Todos de Acordo com a Redução de Alunos por Turma

A FNE que divulga hoje este comunicado, a FENPROF aqui e o próprio Ministro da Educação que responde ao parecer do CNE onde contabiliza em 750 milhões de euros anuais o “gasto” com essa medida mas diz que é sempre exequível uma redução do número de alunos por turma.

Aguardemos por mais novidades sobre este tema em breve.

 

Ministro defende redução de alunos por turma

 

 

O ministro da Educação defende a redução no número de alunos por turma “paulatinamente”, tendo lembrado que a proposta consta do programa de Governo e que a mesma vai ser discutida no Parlamento.

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É sempre exequível [a redução de alunos por turma], é tudo uma questão de prioridades, e obviamente que o dimensionamento das turmas tem de ser pensado, tem de ser equacionado, e é isso que estamos a fazer“, respondeu Tiago Brandão Rodrigues, esta segunda-feira em Constância, quando questionado pelos jornalistas sobre as propostas da Conselho Nacional da Educação (CNE) e do Partido Ecologista Os Verdes.

Num estudo que divulgou na sexta-feira, o CNE estima que a proposta do Partido Ecologista “Os Verdes” para reduzir o número de alunos por turma custe ao Estado cerca de 750 milhões de euros.

No mesmo documento, defende-se que a dimensão das turmas é uma matéria que deve ser decidida pelas escolas e que há margem para reduzir o número de alunos, bastando para isso cumprir a lei.

“O CNE traz agora para a arena da discussão pública, com este estudo, a quantificação do isso representa em termos orçamentais e também da pertinência e da importância da redução do número de alunos por turma”, disse Tiago Brandão Rodrigues, à margem de uma visita à Escola Luís de Camões, em Constância, e que assinalou o início do terceiro período letivo.

O ministro da tutela fez ainda notar que “o Parlamento vai esta semana ter uma discussão aturada e cuidada sobre esta questão”, tendo afirmado que o Governo “está também a observar e a trabalhar para que a redução do número de alunos por turma, de forma paulatina, possa ser efetivamente uma realidade”.

As turmas têm, regra geral, uma dimensão média que cumpre a lei, mas no ensino básico 20% está acima do limite máximo e no secundário 50% não cumpre o limite mínimo, de acordo com a mesma fonte.

A Federação Nacional de Educação defendeu, esta segunda-feira, que mais sucesso escolar impõe turmas mais pequenas e que o critério dos custos financeiros não pode ser determinante numa questão pedagógica.

A proposta da FNE sobre a constituição de turmas fixa em 20 o número máximo de alunos no 1.º Ciclo e em 25 nos restantes, salvaguardando situações de exceção para crianças com Necessidades Educativas Especiais.

“A escola de Constância, e o seu Agrupamento, tem um projeto pedagógico que nos cativou e resolvemos visitá-la”, disse Tiago Brandão Rodrigues, tendo destacado que “a promoção do sucesso escolar e a melhoria dos processos de aprendizagem em ambiente de sala de aula são os eixos da nossa atuação e estamos aqui para fortalecer essa mensagem”, concluiu, após conhecer durante cerca de duas horas as práticas pedagógicas que ali são desenvolvidas no âmbito da promoção do sucesso escolar.

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Nem é para todos, nem é para já…

Redução de alunos por turma só avança em 2017/18

Governo está a negociar a redução de alunos por turma com o BE e o PCP. Tutela quer aplicar a medida de forma “gradual”, mas Bloco e Verdes exigem “sinais” já este ano de que a medida é para aplicar.

As turmas do básico e do secundário vão ter menos alunos, mas só no ano lectivo de 2017/18. Um prazo que desagrada ao Bloco de Esquerda e aos Verdes, que exigem sinais ainda este ano de que a medida será aplicada. O Governo está a negociar com os partidos da esquerda a redução dos alunos por turma e o tema será alvo de debate no Parlamento na próxima quinta-feira, dia 7.

 

(clicar na imagem) in Económico by Ana Petronilho

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Revisão e atualização das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE) – Consulta Pública

 

Decorridos 18 anos após a publicação das OCEPE, e sendo este um documento de referência para a construção e gestão do currículo na educação pré-escolar, encontra-se em fase de desenvolvimento a sua revisão e atualização. Esta revisão, embora mantendo os princípios e fundamentos do atual documento, considera a evolução social e os mais recentes estudos nacionais e internacionais. A estrutura global foi reformulada, nomeadamente no que diz respeito às áreas de conteúdo, introduzindo aprendizagens a promover, exemplos práticos e sugestões de reflexão, de modo a tornar este documento mais operacional e facilitar a sua utilização por parte das educadoras e dos educadores.

Tendo em conta os resultados do Estudo de Avaliação das Orientações Curriculares e da qualidade na educação pré-escolar, promovido pela Direção-Geral da Educação e realizado pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (disponível em http://www.dge.mec.pt/estudo-de-avaliacao-das-orientacoes-curriculares-e…) e da participação das educadoras e educadores na análise da proposta das novas OCEPE, haverá um capítulo mais detalhado relacionado com a intencionalidade educativa e o ciclo Observar, Planear e Avaliar.

 

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REFERENCIAL DE EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO – EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ENSINO BÁSICO (1.º, 2.º E 3.º CICLOS) ENSINO SECUNDÁRIO

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/04/referencial_educacao_desenvolvimento_consulta_publica.pdf”]

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Publicado Hoje o Modelo Integrado de Avaliação dos Alunos do Ensino Básico

DECRETO-LEI N.º 17/2016 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 65/2016, SÉRIE I DE 2016-04-04
Educação

Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos dos ensinos básico e secundário, da avaliação dos conhecimentos a adquirir e das capacidades a desenvolver pelos alunos e do processo de desenvolvimento do currículo dos ensinos básico e secundário

 

Fica aqui em destaque o calendários das provas de aferição, clicar na imagem para ler todo o Decreto-Lei 17/2006.

 

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Indisciplina

O Blogue ComRegras continua a dar um contributo fulcral para olharmos o interior da sala de aula.

http://www.comregras.com/portugal-esta-na-linha-da-frente-no-desperdicio-do-tempo-aula-motivos-disciplinares/

Ainda que o número de alunos apresentado corresponda ao nº de alunos por professor, no estudo do CNE, revelando, assim, um total abaixo daquilo que experimentamos na realidade, este gráfico obriga-nos a refletir.

São várias as questões que se levantam:

a) Qual a origem e tipologia desta indisciplina que perturba o decorrer normal da aula?

b) Em que medida a motivação do aluno contribui para este desequilíbrio?

c) Que estratégias podem ser empregues para inibir esta problemática?

A reflexão é lançada, sem se alongar, antecipando o 3º período.

Contudo, seria pertinente que vários aspetos da escola pública fossem submetidos a uma reflexão cuidada por parte da tutela e dos intervenientes. Um ano sabático sem mais alterações legislativas impunha-se. Porque a escola é verdadeiramente feita de todos nós.

Merecia que a debatessemos de forma séria e sem desvios anedóticos que passam pela implosão liminar dos trabalhinhos de casa que cansam os neurónios das criancinhas.

 

 

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Simulador do Concurso de Professores 2016

O José Travado lançou recentemente um simulador do concurso de professores 2016.

Clicar na imagem para aceder ao simulador.

 

simulador 2016

 

Aqui no blog estão em desenvolvimento algumas ferramentas que vão apoiar a manifestação de preferências à contratação, que serão divulgadas perto dessa fase de concurso.

Uma das ferramentas que será feita irá ordenar os 100 agrupamentos mais próximos da casa do candidato, assim como os 50 concelhos e os 10 QZP..

Depois da publicação das listas provisórias de ordenação ao concurso externo serão feitos alguns estudos comparativos com o ano passado da graduação dos candidatos.

 

 

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Empacotamento de alunos…

No  ensino básico o sobredimensionamento das turmas é uma realidade visível: no 1.º ciclo há 20% de turmas com alunos a mais, 21% no 2.º ciclo, e 17% no 3.º ciclo. Ou seja, empacotados…

 

As turmas têm, regra geral, uma dimensão média que cumpre a lei, mas no ensino básico 20% estão acima do limite máximo e no ensino secundário 50% não cumprem o limite mínimo, adiantou, este sábado, o Conselho Nacional de Educação.

 

Foi nisto que deu a política de fecho de escolas do 1º ciclo e dos mega… seja lá o que forem…

(clicar na imagem) in JN

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Estudo do CNE – Organização Escolar: As Turmas

ESTUDO CNE: ‘ORGANIZAÇÃO ESCOLAR: AS TURMAS’

 

 

O Conselho Nacional de Educação lança publicação: Organização Escolar: As Turmas, a primeira de uma série de estudos temáticos sobre o sistema de ensino. Esta série de estudos pretende contribuir para um melhor conhecimento dos desafios da Educação e para a qualificação das políticas públicas de educação. Os três primeiros estudos serão dedicados à organização escolar, começando pelas turmas, seguindo-se o tempo escolar e os agrupamentos de escolas.

O presente estudo está estruturado da seguinte forma: evolução legislativa, reflexão produzida pelo CNE, contexto internacional, análise da situação atual e formulação de novos cenários, concluindo com uma revisão da literatura sobre a temática.

 

Clicar na imagem para ver o estudo.

 

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Um Perfeito Cancro no Sistema de Ensino

E enquanto este elevado número de turma mistas existirem, mais difícil será atingir-se bons resultados.

 

 

 

Mais de 94 mil alunos em turmas com vários anos de escolaridade

 

 

 

Estudo do Conselho Nacional de Educação revela que quase um terço das turmas do 1.º ciclo do País misturam alunos de anos diferentes

Quase um terço das turmas do 1.º ciclo (32%) combinam na mesma sala de aula alunos de vários anos de escolaridade, revela o estudo “Organização Escolar – As Turmas”, do Conselho Nacional de Educação (CNE), divulgado ontem à tarde. Esta situação abrange 28% de todos os estudantes destes níveis de ensino, correspondendo a um total de 94317 alunos.

De acordo com o CNE, “em 43 concelhos, pelo menos 60% das turmas incluem alunos de mais de um ano de escolaridade”, sendo que “a quase totalidade” deles estão situados no Interior do País. Num caso extremo, em Alcoutim, “todas as turmas existentes têm esta constituição”.

A maioria dos casos diz respeito a turmas que envolvem dois anos de escolaridade sequenciais, mas existe também no País um total de 226 turmas, abrangendo 3175 alunos, onde partilham a mesma sala estudantes do 1.º, 2.º 3.º e 4.º anos de escolaridade (ver infografia).

 

 

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Lista de Admitidos/Excluídos no IEFP

Recrutamento e seleção de formadores

 

 

O Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. está a promover um procedimento, com vista ao recrutamento e seleção de formadores para ministrar, na sua rede de Centros de Emprego e Formação Profissional, formação nas componentes de formação de base, sociocultural e científica das diferentes modalidades do Sistema Nacional de Qualificações, de acordo com as necessidades estimadas para o período de 2016-2018.

Todas as dúvidas sobre o procedimento em questão devem ser enviadas para o endereço eletrónico:[email protected].

 

DIVULGAÇÃO DE LISTAS PROVISÓRIAS DE ADMITIDOS/EXCLUÍDOS APÓS ENTREVISTA. AUDIÊNCIA DE INTERESSADOS

Tendo terminado a fase de entrevistas são publicadas, em 1 de abril, as listagens provisórias de admitidos/excluídos.

Desta forma, informa-se que a partir de 4 de abril (inclusive) está aberta a fase de audiência dos interessados, nos termos do previsto nos artigos 121.º e 122.º do Código de Procedimento Administrativo, podendo os candidatos, no prazo de 10 dias úteis, pronunciarem-se, por forma escrita, para o(s) centro(s) de emprego e formação profissional a que concorreram, até ao próximo dia 15 de abril (inclusive), sobre todas as questões com interesse para a decisão, em matéria de fecto e de direito, bem como, caso se verifique essa necessidade, requerer diligências complementares.

NORTE

CENTRO

LISBOA E VALE DO TEJO

ALENTEJO

ALGARVE

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“Um regime de aposentação justo para os docentes”, relatório da Comissão de Educação e Ciência

Há quem não se mostre muito de acordo (ANDAEP, SIPE, ANDE, SINDEP, ANPCV, AEEP e FNE estão de acordo. Já o conselho das escolas, alega que a existência de um regime específico para os professores criaria sentimentos de injustiça e desigualdade).

Mas finalmente saiu alguma coisa da Comissão de Educação e Ciência sobre este tema. Falta, agora, que aqueles que em junho do ano passado se mostraram tão solícitos aquando da apresentação de uma outra proposta idêntica, apresentem uma iniciativa legislativa ou tomada de outras medidas…

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/04/Rel_Pet_32.pdf”]

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“Animação, hoje é sexta!” (Les poings sur les iles)

Quando a partir de um belíssimo texto de Elise Fontenaille juntamos as magníficas ilustrações de Violeta Lópiz e de forma brilhante Lu Bing a realização da animação, obtemos este filme absolutamente fantástico. Falamos hoje de Les poings sur les iles. Uma animação realizada na Coreia do Sul a partir de uma obra de literatura infanto-juvenil Francesa. A não perder, na rubrica “Animação, hoje é sexta” desta semana.

 

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Debater e ensinar a Constituição… o PR aconselha.

Embora “muitos” julguem perigoso tal feito, tenho para mim que seria um exercício de cidadania. Não por ser “ele” a dize-lo, mas por ser um direito e um dever de todos.

É necessário dar a conhecer o documento base, aquele que transformou, este “bocado de terra à beira mar plantado”, num país democrático…

 

Marcelo Rebelo de Sousa, em entrevista à TSF, diz que o país está muito afastado das instituições políticas, e admite que talvez seja tempo de começar a ensinar e a debater a Constituição nas escolas.

 

(clicar na imagem) in TSF

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Equiparação a Bolseiro 2016/2017

Aplicação electrónica de candidatura a equiparação a bolseiro para o ano de 2016/2017 disponível até às 23:59h do dia 13 de abril.

Nota Informativa na imagem

 

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Feriados Repostos

… no dia das mentiras.

 

 

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Parece Mentira, Mas é Verdade

… que muitos docentes contratados não chegaram a submeter a candidatura ao concurso 2016/2017 até às 18 horas de ontem.

E são vários os relatos que me chegaram, o mais incrível deles que me foi relatado, foi que o próprio director de uma escola disse a um colega contratado para não concorrer porque iria dar-lhe a recondução.

Mas recebi mais relatos surpreendentes.

Sei que a DGAE enviou e-mail durante a tarde de ontem a quem tinha preenchido a candidatura e ainda não a tinha submetido, fez bem e dou aqui os meus parabéns por isso.

Mas mesmo assim, ficam fora do concurso 2016/2017 muitos professores que pretendiam estar em concurso e muitos deles com largos anos de serviço.

Tendo em conta que o período da 1ª validação decorre até ao dia 7 de Abril seria de bom agrado que durante este fim de semana a DGAE abrisse novamente a aplicação do concurso para todos aqueles que entraram na candidatura e não chegaram a submetê-la.

Fazer isso seria mostrar uma nova forma de estar deste MEC para com os professores.

E que se saudava.

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Aposta Para Hoje

Se sair…

… digo que é mentira.

 

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A Partir de Hoje, Aumento dos Funcionários Públicos em 20%

…sobre a taxa de redução remuneratória.

 

E isto é verdade. 🙂

 

 

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1.ª Validação – Concurso Nacional (CE/CIRR) – 2016/2017

1.ª Validação – Concurso Nacional (CE/CIRR) – 2016/2017

 

Aplicação disponível das 10:00h do dia 1 de abril até às 18:00h de Portugal Continental do dia 7 de abril

 

clicar na imagem para ver o Manual de validação que tem data de 1 de Março. 🙂

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Declaração de Oposição ao Concurso

Houve alguém que descobriu nos servidores da DGAE a Declaração de Oposição ao Concurso 2016/2017 e publicou-a no Facebook.

Coloco-a aqui e informo todos aqueles que não a entregaram na escola de validação, até ao fim do prazo da candidatura, que irão ver a sua candidatura anulada por ausência deste documento.

E como ninguém a entregou o concurso será dado como nulo.

 

 

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Bom primeiro de Abril.

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