Março 2016 archive

Grandes Opções do Plano para 2016 -2019

Para quem se quiser entreter a ler.

 

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Minutas Passados Quase 6 Anos?

Parece que alguém anda a sentir-se ultrapassado.

 

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) disponibilizou, esta quarta-feira, duas minutas para os professores entregarem requerimento nas escolas e a partir daí avançarem com as ações em tribunal. “Não foram problemas criados por esta equipa mas há dois meses que esperamos por uma resposta”, começou por explicar ao JN Mário Nogueira, sublinhando de seguida que se o ministério publicar as duas portarias que faltam ou o Parlamento aprovar projetos que permitam desbloquear as “irregularidades, o assunto fica resolvido para todos”.
Em causa podem estar “alguns milhares” de professores, garante o secretário-geral da Fenprof. Cerca de três mil, estima, estão “bloqueados” no 4º e 6º escalões da carreira. De acordo com o estatuto aprovado por Isabel Alçada, os docentes com classificação de Bom na avaliação de só transitam para o 5º e 7º escalões consoante limite de vagas. O problema é que a portaria que devia definir esse número de vagas nunca foi publicada. A carreira está congelada a partir de 1 de janeiro de 2011 mas estas são progressões, garante Nogueira, que deviam ter sido aprovadas até 31 de dezembro de 2010.

 

No entanto, ficam aqui disponibilizadas as duas minutas elaboradas pela Fenprof para quem acha que apenas com isto será reposicionado no escalão devido.

 

 

O único caminho é o tribunal, ou a boa vontade do MEC. E já se percebeu que o MEC apesar das promessas feitas não terá muito boa vontade para este reposicionamento.

 

E não são cerca de 3 mil docentes que aguardam a portaria de vagas para mudar ao 5º e ao 7º escalões. Quando muito serão cerca de 300 ou 400 docentes.

Lembro que só não mudaram a esses escalões quem não teve uma avaliação de muito bom ou excelente em 2010 e entre apenas aqueles que completaram o tempo de serviço (4 anos) no 4º e 6º escalão, entre o dia 24 de Junho  e 31 de Dezembro de 2010.

Tal como Mário Nogueira errou na previsão do número de docentes do índice 245 onde apontava para os mesmos 3 mil docentes, também vai errar nesta previsão de números.

E quando alguém erra desta forma pouco crédito merece quando fala em números.

Fica para memória futura a minha previsão de 300 a 400 docentes nestas condições do 4º e do 6º escalão.

 

Quanto à colocação dos docentes que ingressaram nos quadros desde 2013 no seu escalão devido o único caminho é igualmente o recurso aos tribunais. Também já se percebeu que o MEC por sua iniciativa nada irá fazer para alterar esta situação.

E neste caso são 4031 docentes.

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Chutar para canto… A redução do número de alunos por turma não é para todos.

Os bons alunos, parece, vão se ver impedidos de se tornar ainda melhores… mas isso sou só eu a dizer.

A redução do número de alunos por turma a não ser para todos vai causar diferenciação só por si… mas isso sou eu a pensar alto.

Vamos ver até onde conseguem ir os proponentes de tal proposta já aqui publicada.

 

Escolas com altas taxas de ‘chumbos’ ou abandono precoce têm prioridade na redução de alunos

António Costa entende que o “carácter pedagógico” dos alunos terá de ser posto acima da “mera medida administrativa” na hora de se decidir a diminuição de alunos por turma.

A redução do número de alunos por turma é para o Governo uma medida que terá de ser “concretizada com prioridades” e pondo o “carácter pedagógico” acima da “mera medida administrativa”. Por isso, o primeiro-ministro entende que as escolas sinalizadas como Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), onde há mais insucesso escolar, e nas escolas onde se registem as taxas mais altas de abandono escolar precoce, serão “prioritárias” para que se melhorem os resultados pedagógicos dos alunos.

 

clicar na imagem) in Económico by Ana Petronilho

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Não Se Esqueçam Que Termina Hoje a Candidatura

… ao concurso externo anual, mas que também já serve para ordenar os candidatos à Contratação Inicial.

 

E não termina à meia noite, mas sim às 18 horas.

 

Quem não se candidatar agora (apenas contratados) não vai poder manifestar preferências para a contratação 2016/2017. E como não existe BCE para o ano, só poderão concorrer às ofertas de escola.

 

 

 

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O Programa Nacional de Reformas

… para ser debatido nos próximos 30 dias.

Clicar na imagem para ler o Programa Nacional de Reformas do XXI Governo.
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A síntese das metas para a Educação são as seguintes:

 

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Preço dos Manuais Congelado para o Próximo Ano Lectivo

Mas muito ainda há a fazer para reduzir os custos dos manuais escolares, no entanto quem denuncia a “cartelização” do mercado de livros escolares leva com queixas em tribunal.

 

 

Preço dos manuais escolares não aumenta no próximo ano lectivo

 

Governo e APEL chegaram a acordo. Associações de pais satisfeitas mas lamentam o peso do custo dos livros.

 

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O preço dos manuais escolares não vai sofrer qualquer aumento no próximo ano lectivo. Os ministérios da Educação e da Economia chegaram a acordo com a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), depois de um processo negocial, que entra em vigor na próxima sexta-feira.

“Contrariando o aumento verificado nos últimos quatro anos, este acordo permitirá aliviar a pressão dos encargos com educação nos orçamentos das famílias portuguesas”, diz o Ministério da Educação em comunicado.

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Já Devia Ter Sido Pago em Janeiro!

E não se justificaria o levantamento feito pelo MEC para saber quem tinha direito a essa compensação ou não.
 

Ministério começou a pagar as compensações aos professores contratados

 

 

Em Janeiro os serviços da tutela fizeram um levantamento junto das escolas para apurar o número de professores a quem seria devida a compensação pela não renovação do contrato. As verbas só foram transferidas para as escolas nos últimos dias.

 

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O Ministério da Educação começou a pagar, nos últimos dias, aos professores contratados as indemnizações pela não renovação do seu contrato. As verbas começaram este mês a ser transferidas de forma faseada para as escolas que por sua vez irão pagar aos professores.

Em causa estão todos os professores que no ano lectivo passado não viram o seu contrato mensal ou anual renovado para darem aulas.

A lei, que foi entretanto alterada pelo Orçamento do Estado de 2016, definia que o pagamento destas compensações seria feito “a partir de 1 de Janeiro de 2016”. Nesse mês, os serviços do Ministério fizeram um levantamento junto das escolas para apurar o número de professores a quem seria devida a compensação, com o respectivo valor. Mas só agora os pagamentos começaram a ser processados.

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Fortaleza (in)expugnável

Às vezes atravesso estes corredores e questiono-me quantas pessoas o fizeram antes de mim e quantas mais se seguirão.

A escola é, na verdade, não mais do que um lugar de passagem efémero, ainda que o que de lá trazemos possa perdurar uma vida inteira.

Existem, contudo, algumas pessoas que consideram este espaço sagrado como a sua fortaleza pessoal, inexpugnável e inacessível para tantos.

O senhor diretor decidiu exatamente isso. Que esta casa é exclusivamente sua e, por isso, as regras são as que decide.

É possível que o senhor diretor tenha um bigodinho à moda antiga, daqueles que promovem tiques e criam impérios sanguinolentos, ou é possível que seja um bigodinho simplesmente psicológico, revelado por gestos impositivos e palavras grandiosas.

Também é tremendamente provável que esta caixa forte nada mais seja do que a sua oportunidade de saltar para outro lado, a avaliar pelo beija-mão que se adivinha a qualquer momento.

Ultimamente, porém, o senhor diretor decidiu criar e impor uma regra brilhantemente inusitada. Escudado pela vinda da IGEC que fez a avaliação externa, reuniu o rebanho próximo do matadouro e selecionou os cabritos mais tenros.

Avizinhava-se a Páscoa, está visto, os sacrifícios em prol do sucesso são sempre justificáveis.

Enquanto cofiava o bigodinho, provavelmente psicológico, proclamou, então, que iria ele próprio, em pessoa, assistir às aulas dos professores contratados. Exclusivamente estes, pois a prata da casa já tem o cabresto apertado e de nada vale rebaixar quem já anda com o focinho rente ao chão.

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O rebanho ainda uivou descontentamento, porém, o senhor diretor, homem vil e pequenino de altura espiritual, ergueu-se nos biquinhos do pés e apontou para a Bíblia da avaliação externa cujas orientações da IGEC são letra de lei e proclamou terminada a reunião. Silenciou a audiência e qualquer questão que houvesse no Pedagógico ou no Conselho Geral.

Tem grande poder de interpretação e de persuasão, o homenzinho, não haja qualquer dúvida.

Inevitavelmente, a bicharada prossegue esperançada que Cristo ressuscitado os socorra neste momento de aflição. Estão ainda à espera, e esperarão muito mais tempo, pois a autonomia desta casa é um inexpugnável forte.

E o senhor diretor sabe exatamente o que faz, pois no lugar a que ascendeu não há quem o atormente que não seja logo perseguido e silenciado.

Uma pessoazita sábia, este senhor diretor, está bem de ver. Ataca o flanco dos mais fracos para assegurar cedo o sucesso do ano que vem.

Afinal, há que pensar de forma antecipadamente visionária, há que escutar quem sabe tornar forte a fraca gente.

Sorte grande saiu a estes cabritinhos contratados que, no próximo ano letivo, serão todos louvados pelo seu sacrifício e reconduzidos de volta à casa forte…

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Resumo dos Exames do 9º Ano de Acordo com a Norma 1

Clicar na imagem para abrir o documento com o resumo das provas finais do 9º ano de acordo com a norma 1 do JNE, em formato pdf e elaborado pela colega Lucinda Cardoso

 
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DISPONIBILIZA NOVO ESPAÇO DE ESTATÍSTICAS SOBRE DIREITO À EDUCAÇÃO

 

O Ministério da Educação disponibiliza um novo espaço de dados estatísticos com indicadores nacionais na área dos Direitos Humanos, especificamente sobre o tema do Direito à Educação.

Os dados são disponibilizados na página internet da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).

Este novo espaço de informação resulta dos esforços desenvolvidos por um grupo de trabalho, criado no quadro da Comissão Nacional de Direitos Humanos, que envolveu representantes de diversos Ministérios e organismos nacionais, no seguimento da 7.ª reunião plenária da Comissão Nacional para os Direitos Humanos, realizada em 15 de junho de 2012.

Foi então decidido que esta partilha de indicadores nacionais de Direitos Humanos seria um instrumento muito útil para os Estados cumprirem as obrigações de comunicação de informação aos órgãos dos Tratados das Nações Unidas.

O sítio Direito à Educação – agora disponibilizado em língua portuguesa e em língua inglesa – reúne, no mesmo espaço, indicadores de processo e indicadores de resultado em quatro das principais dimensões da Educação em Portugal: Educação Universal e Obrigatória; Acesso ao Secundário e ao Ensino Superior; Currículo e Recursos Educativos; e Oportunidades e Liberdade.

Tendo como objetivo facilitar a monitorização e a transparência do sistema, poderão ser encontrados, nesta nova área da DGEEC, indicadores tão variados como o número de crianças inscritas e de alunos matriculados/inscritos, taxas de escolarização, taxas de feminidade, taxa de abandono escolar precoce ou número médio de alunos por turma, entre outros.

O Ministério da Educação reforça assim a informação estatística disponibilizada à comunidade educativa e ao público em geral, garantindo decisões mais informadas por parte de professores, alunos e famílias e o reforço do direito de toda a sociedade a cada vez mais e melhor informação sobre a área da educação.

Partilhamos então, os indicadores.

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Orçamento de Estado para 2016

Quando uma despesa excepcional das Finanças é superior a todo o orçamento para a Educação pouco mais há a dizer sobre o estado do nosso País.

Ver aqui o Orçamento de Estado para 2016.

 

 

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Divulgação – “BATER À PORTA”

Para quem estiver por perto…

“Bater à porta” é um projeto/espetáculo de dança na comunidade, orientado por Pedro Carvalho (uma encomenda/produção do Serviço Educativo do Teatro Municipal de Vila do Conde). Estruturado a partir da ideia de como as opções da vida (nossas ou impostas) nos trouxeram ao agora, e como as opções de vida (nossas ou impostas) nos levam a um depois, o projeto pretende questionar os participantes sobre o seu passado, o seu presente, na construção de um (seu) futuro.
“Bater à porta” é um projeto/espetáculo sobre os afetos, sobre o eu e o outro. É sobre o aqui, o agora, mas também sobre o antes e o depois. E assim estar a (re)construir o mundo, (re)construindo-se a si próprio.

Dança

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Finalmente uma proposta de “Simplex” para docentes…

 

FENPROF exigiu, de novo, “simplexificação”

A Assembleia da República aprovou uma lei, publicada em 24 de agosto, que obriga, designadamente os professores e demais trabalhadores das escolas a apresentarem anualmente certidão de registo criminal. O pessoal docente contratado que tenha mais do que um contrato por ano, poderá mesmo ter de se apresentar várias declarações no mesmo ano.

Ora, em tempo de simplificação de procedimentos, não tem qualquer sentido que, anualmente, mais de 150.000 docentes e mais alguns milhares de outros trabalhadores das escolas tenham de cumprir este ritual, para além do que tal significa para as escolas, em alguns casos, como acontece nos mega-agrupamentos, com cerca de meio milhar de trabalhadores. A FENPROF compreende o objetivo deste controlo, mas discorda do procedimento adotado.

Não questionamos se todos os trabalhadores ou pessoas que exercem qualquer tipo de atividade, ainda que graciosa, junto de menores (agentes desportivos, agentes religiosos, trabalhadores de creches ou ATL, etc), estão a ser obrigados a apresentar, anualmente, este tipo de declaração, mas em relação aos profissionais das escolas a pressão é enorme, não lhes sendo passadas as indispensáveis certidões de idoneidade, de que necessitam, por exemplo, para acompanharem alunos em visitas de estudo ou outras atividades.

Admitindo que esta não é uma estratégia para financiamento do Ministério da Justiça, a FENPROF dirigiu-se ao governo, através de uma aplicação (SIMPLEXificada), para apresentar propostas para resolução do problema, tendo em conta que, apesar de ter sido defendida uma solução diferente da que hoje vigora, nada foi feito para simplificar os procedimentos e poupar dinheiro aos bolsos dos professores. Nesse sentido, a FENPROF apresentou três propostas alternativas:

PROPOSTA 1

– Que, uma vez, em 2015/2016 ou 2016/2017, os docentes entreguem certidão de registo criminal, conforme legalmente imposto, para quem não foi já obrigado a fazê-lo, para exercício de funções docentes, no último ano;

– Que, a partir daí, passem os serviços a comunicar, entre si, informando de qualquer situação que ocorra, suscetível de procedimento excecional, relativamente aos docentes que já satisfizeram aquela exigência. Assim, a Justiça enviaria informação sigilosa à Educação sempre que ocorresse alguma situação relacionada com docentes, fossem do ensino público ou privado.

– Tal, porém, não dispensa os professores que se candidatam pela primeira vez de entregar o registo criminal. Os professores contratados terão de entregar a declaração anualmente, sempre que não o tenham feito no último ano.

PROPOSTA 2

Como alternativa, poderão ser as escolas que, devidamente credenciadas pelos professores, solicitariam a informação às entidades competentes. Esta era-lhes fornecida em relação a todos os professores, como outros trabalhadores, estando este procedimento isento qualquer pagamento ao Estado.

PROPOSTA 3

Uma solução que é um pouco um misto das duas anteriores:

– Que, uma vez, em 2015/2016 ou 2016/2017, os docentes entreguem certidão de registo criminal, conforme legalmente imposto, para quem não foi já obrigado a fazê-lo, para exercício de funções docentes, no último ano;

– Que, a partir daí, passem os serviços a comunicar, entre si, informando de qualquer situação que ocorra, suscetível de procedimento excecional, relativamente aos docentes que já satisfizeram aquela exigência. Assim, a Justiça enviaria informação sigilosa à Educação sempre que ocorresse alguma situação relacionada com docentes, fossem do ensino público ou privado.

– As escolas, devidamente credenciadas pelos professores, solicitariam a informação às entidades competentes, apenas relativamente aos professores contratados, sempre que os mesmos não o tivessem feito, por força das suas obrigações legais de concurso, no último ano. Esta era-lhes fornecida apenas em relação a estes professores,  estando estas dispensadas de, anualmente, pagarem qualquer valor pelo pedido, uma vez que em relação aos outros, caso tenham sido condenados em tribunal, a escola receberá informação que deverá circular interna e sigilosamente.

Lisboa, 28 de março de 2016

O Secretariado Nacional da FENPROF

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Aviso Sobre a Certificação para o Grupo 120

Em pdf aqui.

 

Aviso de Abertura do 2.º procedimento de certificação da qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 120_Página_1 Aviso de Abertura do 2.º procedimento de certificação da qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 120_Página_2

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Agenda Para Hoje no Porto

Fica o convite para a apresentação do Livro do Paulo Guinote na Loja da FNAC, no Norteshopping, hoje às 18:30.

 

paulo guinote porto

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Abriu a Certificação para o Grupo 120

A DGAE lembrou-se finalmente que este ano ainda é necessário o pedido de certificação para o grupo de recrutamento 120, e abriu hoje na aplicação SIGRHE esse pedido, que está disponível até ao dia 31 de Agosto, sem interrupções.

 

Pedido de certificação da qualificação profissional para a docência no Grupo de Recrutamento 120

 
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Bem-vindo(a) ao procedimento para certificação de qualificação profissional para o grupo de recrutamento 120 – Inglês do 1.º Ciclo do Ensino Básico.

Este procedimento destina-se aos docentes que, possuindo qualificação profissional para a docência nos grupos de recrutamento 110 – 1.º ciclo do ensino básico ou 220 – Português e Inglês (do 2.º ciclo do ensino básico) ou 330 – Inglês (do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário), pretendem certificar a qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 120 – Inglês do 1.º ciclo do ensino básico, por terem reunido os requisitos estipulados nos artigos 3.º, 4.º ou 5.º da Portaria n.º 260-A/2014, de 15 de dezembro.

Caso seja detentor(a) de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 120 – Inglês do 1.º ciclo do ensino básico, por possuir os requisitos estabelecidos pelo artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 176/2014, de 12 de dezembro, deverá fazer prova desses requisitos quando disso tiver necessidade, não carecendo de utilizar este procedimento de certificação da qualificação profissional.

Do pedido de certificação de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 120 faz parte integrante o requerimento devidamente preenchido e assinado. Deve clicar no botão “Imprimir requerimento”, preencher, assinar o requerimento e juntá-lo aos anexos.

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Aposta Para Hoje

Para 30 milhões.

 

 

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Reunião de hoje…

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
15:00 Horas

REUNIÃO DO DIA 29 DE MARÇO DE 2016
Ordinária

ORDEM DO DIA

8. Petição n.º 32/XIII (1.ª), da FENPROF – Um regime de aposentação justo para os docentes.
Apreciação e votação do relatório final da petição

Deputado Relator: Deputada Maria Germana Rocha – PSD

 

Na reunião de dia 17 de março era o “ponto 15”, na reunião de hoje é o “ponto 8”. Será que é desta? Ou vamos continuar a “subir na escala”…

E ainda temos o ponto 13…

13. Petição n.º 66/XIII (1.ª), de António Carlos Carvalho e outros, solicitando à Assembleia da República a aprovação de um regime especial de aposentação para os docentes da educação pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico
Apreciação e votação da admissibilidade da petição Deputado Relator: PCP

… mas este ponto, só lá para 2018…

 

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Eu Jamais Me Lembraria do Corta-Unhas e das Ligaduras…

Iniciativa interessante da Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), em colaboração com a Direção-Geral da Educação (DGE), o Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (ACM, I.P.) e o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) para levar a cabo em todas as escolas no próximo dia 6 de Abril.

Mais informações aqui.

 

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“Cristela e Estela entre os 16 mil professores e educadores que vivem de «saco às costas»”

 

Todos os anos aparecem, como por magia, este tipo de noticias acerca de professores. Saem sempre em alturas propícias, concursos a decorrer ou início de ano letivo. O problema é que continuam a ser notícia e continuarão a ser notícia. Haverá sempre professores deslocados, de casa às costas.. com a agravante que, cada vez vemos mais professores de faixas etárias mais “avançadas” nesta vida de “caixeiro viajante”. Hoje, já não encontramos só professores com vínculo precário nesta vida…

Com futuros incertos, os professores do nosso país continuam a lutar por filhos que não são os seus…

 

Há doze anos de «saco às costas», Cristela optou por adiar a maternidade por nunca saber onde vai dar aulas e Estela não conseguiu acompanhar o crescimento do filho porque ficou sempre longe de casa.

Cristela Rodrigues tem 35 anos e nos últimos doze deu aulas em escolas do Porto, Leiria, Covilhã, Coimbra ou Madeira.

Já Estela Esteves, 47 anos, tem um filho de 18 anos e admite que sofre por não ter conseguido acompanhar o seu crescimento de perto.

 

(clicar na imagem) in Diário Digital

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40.000

Hoje a página do Blog no Facebook atingiu o número redondo de 40.000 gostos.

São 40 mil pessoas que diariamente recebem as notificações dos artigos no blog na página do Facebook,

 

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A distribuição dos gostos da página do facebook é maioritariamente feminina e a faixa etária que mais acompanha o blog situa-se entre os 35 e os 44 anos.

 

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“Alunos que frequentam o pré-escolar mais do que um ano chumbam menos”

Os hábitos escolares sempre se apresentaram como um fator essencial para o sucesso escolar. As crianças beneficiam não só nessa área, mas também na socialização…

 

A frequência do pré-escolar faz a diferença? Olhando para a percentagem de chumbos registada entre quem andou num jardim-de-infância durante um ano ou mais e quem só se estreou na escola aos 6 anos tudo indica que sim.

Os investigadores do projeto Aqeduto, apoiado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, cruzaram vários dados do PISA e concluíram que 29% dos alunos com frequência de um ano ou mais de pré-escolar chumbaram pelo menos uma vez até aos 15 anos. Mas essa taxa dispara para os 46% entre os estudantes da mesma idade que não andaram no jardim-de-infância. Ou seja, concluem os investigadores, “estes resultados parecem suportar a ideia de que a influência do pré-escolar se torna mais visível quando as crianças o frequentam por um período mais prolongado”.

 

(clicar na imagem) in Expresso by Isabel Leiria

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Portugal tem mais de 53.000 docentes precários

Um bom estudo da FENPROF que faz uma análise por sector dos professores precários em Portugal.

Em breve na Assembleia da República será discutida a precariedade laboral e estes números são importantes para se conhecer a realidade no Ensino em Portugal.

 

 

Portugal tem mais de 53.000 docentes precários, muitos deles em flagrante situação ilegal

 

 

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Contratação pelo ME e escolas públicas para 2015/2016

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 16.273

Contratação para o exercício de funções
em escolas públicas das Regiões Autónomas

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 1.180

Contratação para o exercício de funções
no Ensino Português no Estrangeiro (EPE)

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 250

Ensino Superior Público

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 7.160

Ensino Superior Privado

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 3.450

Ensino Particular e Cooperativo (Colégios e IPSS)

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 4.870

Contratação para programas de formação do IEFP
(concurso aberto em 2016)

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 869

 Escolas Profissionais

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 4.406

Escolas particulares e cooperativas
de Ensino Artístico Especializado (EAE)

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 2.700

Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC)
Contratação por câmaras, IPSS e empresas privadas

DOCENTES EM PRECARIEDADE: 12.000

SÍNTESE FINAL

DOCENTES EM PRECARIEDADE: MAIS DE 53.158! 

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O Meu de 7 Anos Teve 12 Fichas

Já despachou metade e está a distribuir o resto pelos dias que faltam.

Ainda não se queixou, nem eu.

 

 

Quando os TPC se transformam num pesadelo em tempo de férias

 

 

Há crianças com seis anos que nestas férias da Páscoa têm quase duas dezenas de folhas de fichas para fazer. Os leitores do PÚBLICO relatam o que está a acontecer nesta pausa escolar.

 

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Gritos, reprimendas, cansaço. Estes são alguns dos efeitos na “dinâmica familiar” dos chamados trabalhos para casa (TPC) relatados por várias mães. O PÚBLICO lançou este desafio aos leitores: se tiver filhos no 1.º ciclo de escolaridade (entre os seis e os 10 anos), conte-nos quantos trabalhos para casa vão ter de fazer nas férias da Páscoa.Também perguntámos se costumam ajudar os filhos nesta tarefa e se pensam que os TPC ajudam a ter melhores resultados. Chegaram cerca de 50 respostas, das quais apenas quatro enviadas por pais (homens).

Só cinco dizem que os filhos vieram para férias sem trabalhos para casa. Já 20 dão conta de que as suas crianças têm cinco ou mais fichas para fazer e há mesmo quem, aos seis anos, já tenha quase duas dezenas de folhas de fichas para despachar nesta pausa escolar, de apenas duas semanas.

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Sou Candidato ao Concurso Externo e…

Um pequeno balanço do ponto de situação dos candidatos ao concurso externo/contratação inicial, agora que passou metade do prazo da candidatura.

As dúvidas sobre o concurso podem ser colocadas neste artigo.

 

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“Animação, hoje é sexta!” (Mt. Head)

“Depois de um homem vil e mesquinho comer algumas sementes de cereja, uma cerejeira começa a crescer-lhe na cabeça e é aí começam lhe começam a nascer verdadeiramente um monte de problemas.” Esta é a animação que vos proponho para hoje, que é sexta. Um filme de 2002 intitulado Mt Head, de Koji Yamamura, numa interpretação moderna de Atama-yama, uma história tradicional Japonesa Rakugo de Tóquio contemporâneo.

Votos de uma boa Páscoa e como de costume, até à próxima sexta!

 

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O Que Vale é Que Vamos Ter os Alunos a Decidir Para Onde Vai o Orçamento da Escola

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As 5 medidas de política educativa nacional…

 

Ontem não se falou só de Orçamento participativo e Formação de adultos. Foram 5 as medidas anunciadas: Sucesso escolar, Orçamento participativo, Formação de adultos, Educação inclusiva e Parcerias. Fica aqui o comunicado oficial…

 

 

O Conselho de Ministros realizado no Dia Nacional do Estudante acolheu um pacote de medidas governativas que incidem sobre a Educação em todos os níveis de Ensino.

São cinco as medidas de política educativa nacional que o Conselho de Ministros adotou e que se inscrevem no quadro de concretização do Programa de Governo para a legislatura que cabe ao Ministério da Educação assegurar.

Sucesso escolar

1) Deu-se agora início ao processo de reflexão, auscultação e proposição que conduzirá à adoção de um Programa Nacional de Sucesso Escolar que enfrente simultaneamente os ainda preocupantes níveis de retenção e de desigualdade presentes no sistema educativo.

Este programa visa, portanto, reforçar o papel da escola, dos seus profissionais e da comunidade, das entidades formadoras, dos formadores e de outros agentes de intervenção comunitária na promoção do sucesso escolar e na valorização da aprendizagem, num esforço continuado de resposta a um dos mais sérios entraves ao progresso na qualificação dos portugueses e na redução das desigualdades.

Orçamento participativo

2) No Dia do Estudante do próximo ano os estudantes (do 3.º ciclo do básico e do secundário) passam a decidir o destino para a aplicação de uma verba adicional ao orçamento executado na sua Escola.

O Orçamento Participativo na Escola cria um mecanismo que permite aos estudantes envolverem-se ativamente na melhoria das vivências ou dos processos de aprendizagem que se desenvolvem localmente.

Promove-se assim o espírito de participação e de cidadania dos estudantes, valorizando a sua opinião em decisões que os afetam diretamente. Ao mesmo tempo estimulam-se as suas escolhas responsáveis, a sua familiaridade com os mecanismos do voto e a sua participação na concretização da execução das escolhas efetuadas.

Formação de adultos

3) São desafios fundamentais para este Governo a melhoria das formações e qualificações dos Adultos, o ajustamento com as necessidades do mercado de trabalho e a aposta em qualificar percursos de formação, das competências básicas e transversais às competências digitais.

Neste quadro, é necessário desenvolver, em parceria com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, um programa integrado de educação e formação de adultos que relance esta prioridade do País.

Este programa deverá assentar numa maior integração das respostas na perspetiva de quem se dirige ao sistema, tornando, na ótica do formando, coerente e unificada a rede e o portefólio dos percursos formativos, que no percurso individual devem ser passíveis de combinação personalizada.

Educação inclusiva

4) Portugal subscreveu, e bem, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas em 13 de dezembro de 2006.

Embora tendo feito um notável percurso nesta área, importa assegurar o aperfeiçoamento e a dimensão estruturante da designada Educação Especial.

Assim, o Ministério da Educação, em parceria com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e com o Ministério da Saúde, cria um Grupo de Trabalho com a missão de melhorar o enquadramento legal da Educação Inclusiva, adequando-a às reais necessidades educativas especiais dos alunos.

5) Os alunos do ensino não superior vão ter o seu «suplemento ao diploma», que valorizará e certificará todas as atividades educacionalmente relevantes que o aluno realiza, em contexto escolar, sejam de formação para a cidadania, de artes ou desporto ou ainda a sua participação em órgãos de gestão e atividades de associativismo juvenil e estudantil.

A aposta numa escola pública com qualidade passa, pois, por reforçar o enriquecimento do currículo em todos os domínios, da dimensão pessoal e social ao mundo dos conhecimentos, de forma a garantir a inclusão e o progresso escolar dos alunos.

Parcerias

Adicionalmente, e porque a Educação não se realiza sem parcerias com os outros setores da Governação, são agora concretizadas pelo Ministério da Educação dois protocolos com as áreas da Saúde e da Economia que acrescentam dimensões à educação e formação dos nossos alunos.

A primeira visa assinalar a importância da sensibilização dos jovens para as diferentes questões da saúde e, em linha com a concretização das políticas de reforço das componentes formativas não curriculares, o Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Saúde, conferirá aos alunos que frequentem o 10.º ano de escolaridade a possibilidade de frequentarem ações de formação em Suporte Básico de Vida.

A segunda mostra como o Ministério da Educação está bem consciente de que o Ensino Profissional merece ser complementado com formação em ambiente de aprendizagem profissional.

Deste modo, numa parceria com o Ministério da Economia, o Ministério da Educação promove o acesso dos estudantes do Ensino Artístico a uma dimensão prática e em contexto real da aprendizagem que fazem em contexto escolar, contribuindo para a animação turística nas nossas cidades, num programa intitulado Arte na Rua.

O Ministério da Educação acredita que os símbolos têm, em política, uma importância bem para além do dia que simbolizam.

Essa importância é acrescida quando, para lá do significado que esses símbolos transportam, se traçam objetivos, calendários de execução, protagonistas e destinatários claramente identificados.

É este o caso dos instrumentos através dos quais o Governo decidiu hoje mostrar o relevo que confere à Educação.

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Mais um Programa Integrado

… desta vez para adultos, tem nome e chama-se PIEFA.

 

Lançado programa sucessor das Novas Oportunidades

 

 

O governo anunciou o lançamento de um novo programa para educação e formação de adultos “que não tiveram oportunidade de estudar no tempo mais natural”.

 

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Este Programa Integrado de Educação e Formação de Adultos (PIEFA) foi anunciado pelo titular da pasta da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, em conferência de imprensa, no final de um Conselho de Ministros totalmente dedicado às questões do Ensino Superior, da ciência e das escolas.

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Coisas Muito à Esquerda

Estudantes vão decidir onde aplicar parte do dinheiro das escolas

 

 

Conselho de Ministros decide alargar orçamento participativo ao 3.º ciclo e secundário e anuncia também renascimento das Novas Oportunidades, embora com outro nome

 

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Os estudantes do 3.º ciclo de escolaridade e do ensino secundário vão passar a decidir como utilizar uma parte das verbas da sua escola, à semelhança do que as populações já fazem para os seus municípios através dos orçamentos participativos. A transferência desta experiência também para as escolas foi aprovada nesta quinta-feira pelo Conselho de Ministros, numa reunião que foi dominada por questões relacionadas com a educação e ciência.

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Presidente da República promulgou diploma de avaliação

Pouco mais podia fazer do que isto.

Este ano fica à vontade do freguês a realização das provas de aferição, assim como dos exames do 4º e 6º ano.

Mas tenho quase a certeza que a maioria das escolas vão optar por realizar as provas de aferição e não realizar os exames do 4º e 6º ano.

O prazo para essa decisão terá de ser dado ao MEC até ao dia 30 de Abril.

Nas vossas escolas já existe alguma decisão previamente definida quanto à realização destas provas e exames?

 

Presidente da República promulgou diploma de avaliação

 

 

 

Para o Presidente da República, o sistema de avaliação é uma das matérias de desejável consenso político e previsibilidade social. Infelizmente, o consenso não se afigura, neste momento, possível, olhando à radical contraposição entre o sistema de provas finais de ciclo do Governo anterior e o sistema de provas de aferição do atual Governo. Sendo impossível o consenso desejável, cumpre, ao menos, garantir a previsibilidade social. A previsibilidade social impõe que as novas provas de aferição sejam facultativas no ano letivo em curso, atendendo ao período de tempo útil de dois meses até à data da sua realização.

A mesma previsibilidade determina a realização, ainda que facultativa, das provas do 4º. e do 6º. anos, no ano letivo a caminhar para o seu termo, a pensar nos alunos que para elas se prepararam.

Com as mencionadas alterações, o decreto pode ser promulgado, apesar da ausência de consenso, por estrito respeito pelo programa eleitoral do Governo e sua aceitação pela maioria parlamentar.

Nestes termos, e na versão incluindo o regime transitório, o Presidente da República promulgou o decreto que “procede à terceira alteração ao Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos dos ensinos básico e secundário, da avaliação dos conhecimentos a adquirir e das capacidades a desenvolver pelos alunos e do processo de desenvolvimento do currículo dos ensinos básico e secundário”.

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Publicação das Listas Para Presidente da CAP de S. Tomé e Principe

Não deve ser de estranhar o elevado número de exclusões.
 

Manifestação de interesse com vista à seleção do Presidente da CAP da Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe – Centro de Ensino e da Língua Portuguesa

 

 

Lista de ordenação


Lista de admissão


Lista de exclusão

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Opiniões… Santana Castilho – “A Palhaçada”

 

É patética a invocação da autonomia da Escola para justificar esta palhaçada.

Segundo a Rádio Renascença, o diploma que instituía o modelo integrado de avaliação externa das aprendizagens no Ensino Básico poderia ser vetado. Para o evitar, Governo e Presidência da República, leia-se Tiago Rodrigues e Isabel Alçada, terão negociado um regime transitório, que assenta na não obrigatoriedade das provas de aferição e na possibilidade de ressuscitar os exames dos 4.º e 6.ºanos, ainda que sem contarem para classificação.
O que de mais generoso me ocorre para qualificar este quadro cobarde, gerador de confusão e instabilidade, caracterizado por três modelos de avaliação num mesmo ano lectivo, três, é que se trata de uma deriva de irresponsáveis. A ser verdade o que disse a Renascença, como pode ter passado pela cabeça do Presidente da República vetar um diploma que, por mais sem sentido que fosse (e era) não feria nenhuma disposição da Constituição e leis correlatas? Como entender que Marcelo presidente passe a vetar normativos de Governo, porque Marcelo, comentador, os criticou?
E porquê cobarde?…
(clicar na imagem) in Público
Santana Castilho

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Tal Como Prometido Pelo SPZN

… o segundo período terminou e vai dar entrada a acção judicial para repor os docentes que ingressaram no quadro no seu escalão devido.

 

 

Ação judicial pela exigência do ingresso na carreira docente dos docentes portadores de habilitação profissional

 

 

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Em causa está a situação de professores que entraram nos quadros, após vários anos de contratações sucessivas, que ainda não foram posicionados no escalão da carreira correspondente ao seu tempo de serviço porque continua por publicar uma portaria prevista desde 2009.

O ECD refere no artº 36º o modo como deverão ingressar na carreira, todos os docentes que, mediante concurso satisfaçam o requisito de admissão.

O SPZN sempre defendeu, junto do ME, que todos os docentes contratados deverão ingressar na carreira de acordo com a lei geral. Esta posição não foi aceite pelo ME que, abriu sucessivos concursos, para vinculação, sem atender à lei geral, por nós defendida.

Apesar destes concursos não responderem, no nosso entender, ao preconizado na lei geral, há, hoje, uns milhares de docentes que vincularam.

O ponto 3 deste citado artigo refere que estes docentes deverão ser posicionados na carreira, de acordo com o tempo de serviço prestado em funções docentes, de acordo com os critérios gerais de progressão, em termos a definir por portaria.

O SPZN, quer nas mesas negociais, quer em documentos escritos, sempre exigiu ao ME a publicação desta portaria. Também, junto do Provedor de Justiça, fizemos uma queixa, no sentido de obtermos uma posição de reforço à nossa reivindicação.

O ME recebeu do Provedor de Justiça uma recomendação que vai de encontro ao que o SPZN, desde sempre reivindicou, isto é, a publicação da Portaria em falta que posicionará os professores no devido escalão da carreira docente.

Na reunião entre a FNE e o ME, realizada no passado dia 5 de fevereiro de 2016, mais uma vez referimos a falta do ME e exigimos que a referida Portaria fosse uma das prioridades legislativas.

O ME assumiu o compromisso de, em muito breve tempo, publicitar este documento legal, que sendo um compromisso assumido em reunião negocial, deveremos aguardar, por um prazo ainda que curto, seja cumprido.

Em nota publicada na página de internet do SPZN, no passado dia 12 de fevereiro de 2016, demos conta que, caso não houvesse resposta, dentro do tempo que considerarmos razoável, o SPZN recorreria ao Tribunal, com uma Ação, em nome dos associados que o pretendam.

Por considerarmos que o prazo definido por nós, até a final do 2º período, se está a esgotar, alertamos todos os sócios, que o Gabinete Jurídico do SPZN contactará cada um dos interessados a fim de manifestarem o seu interesse em fazer parte e lhes solicitar os elementos necessários para interpormos a Ação.

O SPZN espera conseguir mais uma vitória em nome dos professores e educadores que representa.

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Sobre o Grupo 120

Alguém tem alguma informação sobre o pedido de Certificação Profissional para esse grupo de recrutamento?

Porque nesta altura a aplicação SIGRHE não permite a emissão de qualquer pedido de certificação.

E o Manual de Candidatura nada refere quanto a isso.

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Achei Piada

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Choques Tecnológicos

Portugal desinvestiu 200% no ensino das Tecnologias da Informação

 

 

Um estudo da Universidade Portucalense divulgado esta terça-feira, no Porto, concluiu que, em 10 anos, “Portugal desinvestiu 200% no ensino das Tecnologias da Informação e Comunicação na escolaridade obrigatória”.

 

 

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De acordo com a investigação, a que a Lusa teve acesso, há uma década o número total de horas lecionadas entre o 1.º e o 12.º ano era de 157,5, hoje são apenas 52,5, ou seja, atualmente “os alunos têm pouco mais de uma semana completa de trabalho para adquirir todas as competências necessárias na área das TIC”.

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Mesmo os Da Carreira…

…com contrato por tempo indeterminado e tendo já trabalhado metade da sua vida activa encontram-se no início dela.

São poucos os que têm 25 anos de serviço que estão para lá do 3º escalão, dos dez escalões existentes.

Por isso, neste momento a carreira é quase um mito.

 

 

Há professores a meio da carreira com contratos a termo

 

 

Associação Nacional dos Professores Contratados não desiste de um modelo de vinculação “que respeite os mais basilares princípios de justiça e de equidade” dos docentes contratados. E acredita que a nova equipa do ME tem essa vontade.

 

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A recente fixação do número de vagas por grupo de recrutamento e Quadro de Zona Pedagógica, para o concurso externo anual de 2016-2017, confirmou os receios da Associação Nacional dos Professores Contratados (ANVPC) de que a norma-travão “não elimina a perpetuação da precariedade docente”. Esta previsão está na documentação que a ANVPC enviou, no início de março, para a Comissão Europeia e Parlamento Europeu acerca da questão dos contratos a termo. No entanto, e depois de uma reunião com o Ministério da Educação (ME), a Associação está confiante em que o cenário se poderá alterar no próximo concurso de professores.

O que a ANVPC vê neste momento, e depois da recente legislação publicada pelo Governo a 14 de março, não lhe agrada. Na conjugação dos dados que constam da lista definitiva de ordenação de contratação inicial 2015-2016, com as vagas agora abertas, há casos que saltam à vista. Na média do tempo de serviço dos primeiros 20 professores da lista, verifica-se, por exemplo, uma média de 23 anos no grupo de recrutamento de Português e apenas uma vaga aberta para 2016-2017, bem como 20 anos de serviço no grupo de Economia/Contabilidade e de Artes Visuais e nenhuma vaga disponível, e ainda 18 anos de serviço no grupo de Inglês, 19 anos em Filosofia e 16 anos em Geografia, sem qualquer vaga aberta. A ANVPC lembra, a propósito, que muitos professores contratados já percorreram mais de metade da sua carreira contributiva, no desempenho de funções no ME, e ainda se mantêm em regime de contrato a termo.

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Pela RTP

As referências ao blogue do estudo feito para o Diário de Notícias.

 

 

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Para Quem Está Interessado na Mobilidade por Doença

Pode constituir-se a partir de amanhã como interessado para opiniar sobre o futuro despacho da Mobilidade por Doença.

Estranho procedimento de despachar…

 

1. Nos termos e para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 98.º do Código do Procedimento Administrativo (CPA), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, torna-se público que, por decisão da Secretária de Estado Adjunta e da Educação de 21 de março de 2016, é dado início ao procedimento conducente à alteração do despacho normativo que concretiza os procedimentos da mobilidade por doença dos docentes de carreira que sejam portadores de doença incapacitante nos termos do despacho conjunto A-179/89-XI, de 12 de setembro, ou tenham a seu cargo cônjuge, pessoa com quem vivam em união de facto, descendente ou ascendente a cargo nas mesmas condições e a deslocação se mostre necessária para assegurar a prestação dos cuidados médicos de que carecem.

 

INÍCIO DO PROCEDIMENTO RELATIVO À ELABORAÇÃO DO DESPACHO NORMATIVO QUE ESTABELECE OS PROCEDIMENTOS DA MOBILIDADE POR DOENÇA

 

 

 

Serve a presente publicitação de início de procedimento para informar que poderão constituir-se como interessados, bem como apresentar contributos ou sugestões, todos os particulares e as entidades que comprovem a respetiva legitimidade no âmbito do procedimento tendente à elaboração do Despacho normativo que estabelece os procedimentos da Mobilidade por Doença

 

  • Publicado a 21 de março de 2016. A constituição como interessado pode fazer-se nos 10 dias úteis subsequentes.

 

A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida à Diretora-Geral da Administração Escolar e enviada para o endereço eletrónico [email protected]

 

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