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5 de Abril de 2016 archive

Consulta Pública para Inglês Ver

Depois de ter elogiado esta forma de trabalhar do novo ME com consultas públicas aos interessados nos diversos temas em consulta não posso deixar de colocar este mail acabado de receber da DGE que os prazos para a consulta pública sobre o calendário escolar não se coaduna com a necessidade da publicação do referido despacho e por esse motivo esta audição dos interessados foi anulada por despacho de hoje.

 

E assim, de um momento para o outro, criaram descrédito sobre qualquer consulta pública futura.
consulta publica para inglês ver

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Quase 85% não Concorda com a Realização de Provas de Aferição Este Ano

Da sondagem que iniciei ontem e que superou as mil respostas, questionando os leitores do Blogue sobre a realização das provas de aferição neste ano lectivo, 83,29% disseram que este ano lectivo não se deviam realizar as provas de aferição dos 2º, 5º e 8 anos.

Lembro que esta é uma decisão que compete ao Director, ouvindo o Conselho Pedagógico.

Mas como é habitual, a opinião dos professores pouco vale nessas decisões e estou em crer que a maioria das escolas vai realizar essas provas.

Já quanto à opção das escolas em poderem realizar as provas finais do 4º e do 6º ano, apesar da larga maioria dos inquiridos ter respondido que não concorda, existe uma percentagem menor de respostas negativas (69,41%).

Tal como venho a dizer há algum tempo, este ano lectivo devia ser um ano zero quanto a estas provas, tendo em conta a alteração efectuada com o decorrer do ano lectivo.

Ficam apresentados estes resultados que podem servir para a tomada de decisão de algumas escolas.

 

 

sondagem provas exames

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Tinha Dito “Todos de Acordo com a Redução de Alunos por Turma”?

Neste artigo.

 

Afinal, não.

Embora o PS também empurre isto com a barriga apenas para 2017/2018.

Todos querem reduzir as turmas, menos o PSD

 

1041607

 

 

 

Só o PSD não apresentou qualquer iniciativa no Parlamento com vista à redução do número de alunos por turma, cujo limiar máximo foi aumentado durante o mandato de Nuno Crato. O CDS, que então fazia parte do Governo, apresentou um projecto de resolução onde defende que a promoção do sucesso escolar passa por “um estratégico e adequado dimensionamento das turmas”, embora não especifique qual o número de alunos por sala.

Na próxima quinta-feira serão assim debatidas, no Parlamento, seis iniciativas em defesa da redução do número de alunos por turma. Há três propostas de lei, da autoria do PCP, Verdes e BE, e outros tantos projectos de resolução já apresentados pelo PS, CDS e também, de novo, pelo BE. A votação deverá ocorrer no dia seguinte.

Pelo seu lado, o PS recomenda ao Governo que faça o que já consta do seu programa, ou seja, que reduza progressivamente o número de alunos por turma, acrescentando que tal deverá começar a ser feito a partir do ano lectivo 2017/2018. Nesta segunda-feira, o ministro da Educação indicou que se procederá a esta redução “paulatinamente”.

 

 

 

 

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Tempo de Serviço no Grupo 120

A maior dúvida que me tem chegado sobre a validação das candidaturas prende-se com o tempo de serviço dos docentes candidatos ao grupo 120.

Muitas queixas estão a surgir pela desinformação que aconteceu o ano passado por parte da DGAE.

A primeira interpretação da DGAE dizia que existia tempo de serviço antes e após a profissionalização para o grupo 120 conforme coloquei neste artigo datado de 16 de Março com resposta dada pela DGAE nesse mesmo dia.

No dia seguinte já surge nova informação da DGAE rectificando a resposta do dia anterior, considerando que devem indicar como tempo de serviço antes e após a profissionalização, o detido no  grupo de recrutamento da formação inicial (Grupos de recrutamento 110, 220 ou 330).

Chegaram-me informações que algumas escolas estão a invalidar o campo do tempo de serviço relativo porque verificaram neste blogue apenas a informação dada em 16 de Março.

 

E como o que prevalece é a informação dada no dia 17 de Março, fica aqui esta informação e o que consta no e-mail desse dia 17 de Março, com sublinhado meu.

 

 

De: DSCI – DIREÇÃO SERVIÇOS CONCURSOS E INFORMÁTICA <dsci@dgae.mec.pt>

Data: 17 de Março de 2015 às 16:00:48 WET

Para: xxxxxxxx

Assunto: RE: Dúvida Concurso 2015/2016 – Tempo de Serviço Grupo 120

Exmo.(a) Sr.(a)

 

Em resposta às questões colocadas relativamente à candidatura ao grupo de recrutamento 120 – Inglês do 1.º Ciclo do ensino Básico, e em retificação da informação prestada anteriormente, cumpre esclarecer que os candidatos que pretendam ser opositores a este grupo de recrutamento, devem indicar como tempo de serviço antes e após a profissionalização, o detido no  grupo de recrutamento da formação inicial (Grupos de recrutamento 110, 220 ou 330).

Com os melhores cumprimentos

DGAE/DSCI

 

 

 

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Aposta Para Hoje

…feita por um bruxo…

…de Viseu.

 

euromilhoes 5 abril

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Divulgação – Conferência Think Tank da Educação

edulog

 

 

O EDULOG tem como objetivo  contribuir de forma construtiva para o planeamento estratégico da Educação em Portugal, fomentando o pensamento crítico e integrado, criando ciclos contínuos de reflexão, recomendação, medição e análise que permitam avaliar o estado e evolução do sistema educativo Português.

 

A apresentação oficial deste projeto terá lugar no dia 13 de abril, no Convento do Beato (Lisboa), numa conferência sobre o Impacto da Educação na Sociedade. A conferência contará com as intervenções de John N. Friedman e Pedro Carneiro, e com a apresentação do Estudo sobre a Valorização da Educação seguidas por um debate moderado pelo Prof. Marçal Grilo.

 

As inscrições são gratuitas através do link: http://conferencia.edulog.pt/.

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Divulgação – Olimpíadas do Conhecimento

olimpiadas

 

 

Ex.mos Senhores,

Universidade Fernando Pessoa, UFP, solicita a divulgação das OLIMPÍADAS DO CONHECIMENTO, OC, que abrangem, em 2016, as modalidades de Prova Escrita, de Projeto e de Póster.

As OC são dirigidas aos estudantes do 12º ano de escolaridade ou de ano pedagogicamente equivalente e às escolas dos subsistemas público e privado, com ou sem cursos profissionais, localizadas em Portugal Continental e Insular ou no estrangeiro sempre que disponham, oficialmente ou em opção, de Língua Portuguesa.

As OC visam:

– Na Modalidade de Prova Escrita: fomentar nos concorrentes uma primeira ação simulada dos exames nacionais de acesso ao ensino superior uma vez que, com grande fidelidade, as matérias consignadas nos programas oficiais são aqui tidas em conta.

– Na Modalidade de Projeto: fomentar nos concorrentes uma primeira ação simulada da aplicação do saber adquirido mediante a construção e mostra de projetos nas áreas a que os mesmos estão associados e que a competição fomenta.

– Na Modalidade de Póster: divulgar as boas práticas das escolas em matéria de atividades de currículo paralelo, que, em cada ano, estando inscritas nos Planos de Atividades, se concretizam.

As OC associarão uma rede de parceiros sponsors que coadjuvarão o conjunto de prémios a atribuir a alunos e a Escolas.

Os concorrentes vencedores, para além dos prémios, recebem um incentivo ao prosseguimento de estudos superiores num dos cursos de primeiro ciclo de estudos na UFP, decorrente de patrocínio a atribuir pela Fundação Ensino e Cultura Fernando Pessoa.

A Comissão Organizadora emprestará todo o apoio em relação a informações sobre alojamento e acomodação dos participantes oriundos de escolas, nacionais e estrangeiras, geograficamente distantes.

As inscrições deverão ser realizadas, inclusive, até 30 de abril de 2016 e as provas nacionais, as apresentações dos projetos e dos pósteres ocorrerão a 21 de maio de 2016, nas instalações da UFP, no Porto.

Solicita-se a melhor divulgação da iniciativa na página oficial dos estabelecimentos fazendo, nomeadamente, a ligação para a Página Oficial, http://olimpiadas.ufp.edu.pt/home, que contém todas as informações de pormenor para alunos e docentes, em particular, o regulamento e o procedimento de inscrição.

Muito gratos, com os melhores cumprimentos,

A Comissão Organizadora

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Estado da Educação – principais dados

Para quem não conhece, por dentro, fica com uma noção… certa ou não…

 

in Público by Clara Viana

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À Atenção dos Sócios do SPZN que Vincularam desde 2011

Vai dar entrada nos tribunais a prometida acção judicial do SPZN para reposicionar no seu escalão devido os docentes que vincularam desde 2011 e ainda se mantêm no índice 167.

 

Para tal, todos os sócios do SPZN nessas condições terão de enviar declaração para o SPZN conferindo poderes para o referido sindicato os representar nesta acção.

 

A referida declaração encontra-se no formato word e pode ser preenchida e enviada por e-mail até ao final do dia de hoje.

 

declaracao spzn

 

 

 

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Opinião – João Fernandes – Manuscrito encontrado nos escombros da Educação Portuguesa …

Manuscrito encontrado nos escombros da Educação Portuguesa …

Era uma vez um país , que bem conhecemos , onde um ministro tinha o fetiche dos exames determinando que possuíam o efeito milagroso de melhorar o sistema educativo . Tal efeito apontava para um sistema em que a aprendizagem e a sua consolidação era menorizada e substituída pelo treino sistemático numa corrida contra o tempo para preparar os alunos para a salvação , o dito exame . Esta ideologia substituía o papel essencial de uma aprendizagem respeitadora do ritmo dos alunos por uma corrida visando a obtenção de um bom resultado no exame .
Com a chegada de uma nova personagem ao governo desse país , o novo ministro apressou-se a mudar de paradigma e os exames foram abolidos . Os professores , os alunos e os encarregados de educação sentiram-se aliviados. Em sua substituição reapareceram as provas de aferição agora para os alunos do 2º e 5º ano a serem aplicadas neste ano letivo . O tempo foi passando sem surgirem novidades sobre a aplicação deste novo modelo de avaliação. A expectativa foi-se transformando em apreensão , até que um dia surgiram novas informações , o que antes era de aplicação obrigatória passava a transitório e no seguimento desta surpresa a decisão da sua realização era empurrada para os Agrupamentos , na figura dos Conselhos Pedagógicos e do Diretor .
Se pensavam que estas brilhantes novidades tinham terminado estavam enganados , pois como vivíamos o período pascal deu-se um milagre , as provas de aferição do 4º e 6º ano ressuscitavam . Acabaram os exames mas a pedido de algumas “ famílias “ os Agrupamentos iriam poder realizá-los , não se sabe bem para quê . Podiam dormir todos descansados porque não contavam para a avaliação dos alunos . Os governantes , tal como Pilatos , lavaram as suas mãos e os outros que tratassem do servicinho . Brilhante autonomia , produto de quem não decide e passa a “batata quente “ ao parceiro do lado para que assuma as consequências dessa decisão.
Volta a instabilidade e a confusão . Está aberta a porta para que , no escasso número de dias letivos que vamos ter neste 3º período, retorne a falta de serenidade tão necessária para terminar este ano letivo . Seria importante o retorno do bom senso e que se percebesse o que era melhor para os alunos, pesando as vantagens e desvantagens da realização destas provas no espaço curto de tempo que nos espera até o ano letivo terminar .
A decisão de realizar estas provas neste momento não contribui para a pacificação do trabalho pedagógico a desenvolver e reintroduz uma instabilidade desnecessária em todos os intervenientes .
As provas de aferição do 4º ano, a serem realizadas , só dependem do Ministério da Educação na matriz que fornece aos Agrupamentos , visto que a sua realização e correção será da responsabilidade dos professores indicados pelo Conselho Pedagógico . Estas provas realizando-se dentro deste enquadramento não serão muito diferentes daquelas que se realizam na avaliação interna , razão pela qual são dispensáveis e só acrescentam mais trabalho desnecessário. Não se constituem como aferição nacional porque teremos situações bem diversificadas de realização ou não das provas e muitos alunos não as irão realizar visto que não são obrigatórias . Estas provas, quanto muito , serão mais um registo diagnóstico de que uma aferição real .
Estas surpresas não acrescentam estabilidade ao processo educativo que as escolas desenvolvem e este esforço que se irá pedir às escolas e aos professores não acrescenta credibilidade , nem reforça uma avaliação que se pretende justa e adequada dos alunos com que lidamos dia a dia e com os quais construímos um processo permanente de aprendizagem . Para concluir se os Agrupamentos decidirem realizar as provas iremos ter de operacionalizar em dois meses ,numa correria desgastante , todo um processo que as estruturas educativas do Ministério realizam durante um ano letivo .
Esperemos que realmente o bom senso prevaleça a bem da Educação .

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