Porque se existem horários empatados na BCE é apenas sua culpa e porque o ano passado se pediu que fosse respeitado o período experimental dos docentes para obterem colocação em outra escola.
Mas se isso é compreensível, o que já não é, é a própria DGAE permitir que docentes que ultrapassam o prazo da denúncia no período experimental de serem colocados noutros horários.
A ver este exemplo:
Este docente foi colocado e aceitou uma colocação em 04/09/2015 e seleccionado hoje para uma outra colocação.
A primeira colocação deste docente foi em horário anual e segundo a própria DGAE apenas pode denunciar o primeiro contrato do ano lectivo durante o período experimental, que é de 30 dias para horários de duração superior a 6 meses.
E hoje, ao fim de 32 dias da primeira colocação é colocada novamente num horário.
Outro exemplo é este que se refere a duas colocações simultâneas do mesmo docente para a mesma escola de alguém já foi colocado em horário temporário em 17/09/2015 e que tinha apenas 15 dias para denunciar o contrato durante o período experimental de forma a aceitar outra colocação.
E de quem é a culpa disto?
Da escola não deve ser, nem do professor que lá ficou colocado. Mas sim da falta de organização da aplicação informática que permitiu que isto acontecesse.
Será que a DGAE precisa de alguém experiente em listas coloridas para impedir estes atrasos nas colocações?
Por aqui, quase de certeza que existe mais competência para tal.





12 comentários
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gostaria apenas de relembrar que os contratos só tem início no 1º dia útil a seguir à aceitação, neste caso dia 07/09 e por isso ainda está no período experimental.
E no segundo exemplo?
Pode estar se a pessoa denunciou o contrato no período experimental e aguarda uma melhor colocação.
Fugiu-se a mão para a verdade. Essa era para públicar depois de amanhã de manhã
Sempre se poupam uns trocos.
Os renovados também ainda estão a ser selecionados!!! Quem faz uma aceitação com horário completo devia ser retirado da lista, voltando se o contrato fosse temporário. Assim as escolas selecionam colocados na “esperança” que eles rescindam. Está certo!
Façam o favor de denunciar estes casos….claro que cada um faz o que lhe convém.
quem nos dera ter a equipa do blog do Arlindo. Tudo seria diferente…são milhares de euros gastos mensalmente nesta aplicação ( que apresenta estes erros … ah, ah.).
Tens toda a razão Arlindo, é claro que a DGAE não tem competência para fazer uma lista colorida.
Para além disso continua a insistir na omissão do lugar de colocação dos professores contratados em BCE e CE, bem como, o seu grupo de recrutamento.
Se ao menos fossem um pouco inteligentes consultavam as listas publicadas neste blogue e já sabiam a que grupo de recrutamento os professores contratados pertenciam. Ou será que querem fazer de alguns dos professores, parvos? Eu não o sou.
Já agora, a DGAE que tenha a honestidade de colocar o lugar de colocação dos professores contratados em BCE e CE para que o trabalho do Davide Martins fique completo.
Como já o referi e defendi anteriormente o que o MEC designa por professores contratados, para mim, são única e exclusivamente “PROFESSORES” tal e qual como os professores do quadro. Infelizmente os professores “contratados” são cada vez menos nas nossas Escolas.
Eu, tenho a minha consciência perfeitamente tranquila porque já no quadro de zona pedagógica lutei intensamente para que os professores “contratados” usufruíssem do subsídio de desemprego que até essa data não existia. E conseguimos. Miseráveis governos que faziam essa distinção entre o setor público e o privado.
Agora, aqueles que são professores conscientes e honestos não podem deixar em claro esta ilegalidade do MEC e DGAE na dualidade de critérios no concurso de professores, sejam eles, professores “contratados ou do quadro”.
Fiquei colocada no dia 23/9; na sexta, dia 2/10 ligaram-me de outra escola e começaram por dizer que sabiam que eu estava colocada mas que tinham de seguir a lista.
Então, têm conhecimento ou não?
É evidente que estava e estou no período em que posso denunciar! Mas as escolas têm conhecimento de quem está colocado ou então têm as listas coloridas do Arlindo!
Então para que é que a DGAE publica as listas definitivas de retirados sem indicar o Código e Designação do Agrupamento/Escola de Colocação dos professores “contratados” em BCE e CE, contrariamente, aos professores do “quadro”?
Será que são uma espécime diferente?
Nós, os professores do “quadro” não temos essa informação e temos toda a legitimidade de conhecer onde esses nossos colegas ficam colocados.
Foi desta forma que no ano letivo anterior só foram publicadas duas listas tardiamente e com ultrapassagem de colegas.
Aí está a clareza do concurso.
Portugal, no seu melhor.
Isto é normal !!! Da forma como se pretende que a BCE funcione, tem de ser assim!
Nem podia ser de outra forma… o docente, apesar de se encontrar com um horário nesse mesmo agrupamento, “tem direito” a escolher/ a preferir.. os restantes horários que sejam publicados durante o seu período experimental.. isto acontece aos montes!!! Montes de casos, com 4/5/6 opções para escolher, tanto no mesmo agrupamento colocado, como nas restantes listas que o docente continua em espera… tem acontecido também, o seguinte, não estão a recusar, porque têm medo que sejam excluídos, caso esteja num temporário, não querem perder a oportunidade de voltar a ficar nessas escolas…
A BCE é a trapalhada total… Agora temos o IGEFE a avisar novamente para não processarmos os vencimentos dos que retroagem desde dia 1, mas sim desde o dia da aceitação… que cebolada!!! Enfim!