20 de Outubro de 2015 archive

Du Caraces!

 

Primeiro acaba-se com a aplicação da ciência na Escola e depois reflete-se acerca da culpa entre cafezinhos.

ducaraces

 

Este poste é do

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O “Direito Avesso” da PACC

A partir do minuto 40, aqui.

Segundo alguns destes constitucionalistas a PACC não é inconstitucional, mas sim a norma que regula a prova.

 

Pergunto, se terão feito uma PACC para serem constitucionalistas.

 

pacc rtp3

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Evolução do Número de Docentes em Portugal Desde 2010/2011

Já no ano passado tinha feito este quadro que mostrava a evolução negativa do número de docentes em Portugal continental (quer no ensino público, quer no ensino privado).

Desde 2010/2011 até 2012/2013 tinham-se perdido 24642 docentes.

Com os dados de 2013/2014 perderam-se mais 9061 docentes em relação ao ano passado.

Para uma melhor leitura comparativa abrir os dois quadros e colocá-los lado a lado.

E pela baixa da taxa de natalidade que se verifica nos últimos anos (que só agora parece modificar-se) não admira que o número de docentes continue a baixar nos próximos 3 anos, a não ser que medidas como a redução do número de alunos por turma, ou o aumento das ofertas educativas venham a acontecer.

E para isso são necessárias mudanças de políticas educativas e maior investimento na educação.

 

evolução do número de docentes

 

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A Educação em Números 2015

Clicar na imagem para aceder ao relatório “Educação em Números 2015” da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência.

 

educacao em numeros 2015

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Aposta para Hoje

euromilhoes 20 outubro

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É fruta… no 1º ciclo… couves, alfaces e o resto…

Eu gostei mesmo desta atividade a desenvolver, “Organização de aulas de degustação”, entre outras ” criação e manutenção de atividades de jardinagem, organização de visitas a explorações agrícolas e atividades similares destinadas a sensibilizar as crianças para a agricultura”.

Mas nem é por aí… até podiam implementar um “Carving studio” em cada escola…loucas_criacoes_legumes_frutas01

O que causa algum espanto, é que o programa de distribuição de fruta e produtos  hortofrutícolas a alunos do 1.º ciclo dos estabelecimentos de ensino públicos, não contempla todos os alunos do 1º ciclo. “Uns são filhos, outros enteados…” É só mais um exemplo de como em pequenas coisas se pode descriminar a população escolar. A não ser que, este programa contemple a fruta do almoço e os produtos hortícolas que vêm triturados na sopa do refeitório… mas não me parece… esses são “pagos”!!

Será que este programa é facultativo?

Esta é uma medida de louvar, mas só se for levada muito a sério e levada até todos…

Fica aqui a Portaria n.º 375/2015 de 20 de outubro que institui o regime de fruta escolar (RFE), estabelecendo as regras nacionais complementares do regime de ajuda para a distribuição de frutas e produtos hortícolas, frutas e produtos hortícolas transformados, bananas e produtos derivados às crianças nos estabelecimentos de ensino.

 

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Um País Cortado a Metade

Escolas caíram para menos de metade desde 2000

 

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Relatório do Governo mostra também queda de docentes muito mais acentuada do que a dos alunos

Entre os anos letivos de 2000/2001 e 2013/14, a rede de escolas públicas encolheu radicalmente, de 14 533 estabelecimentos para 6575, indica o relatório “A Educação em Números 2015”, da Direção Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência (DGEEC). Só em 2014, desapareceram da contabilidade 535 escolas estatais. O relatório demonstra também que, desde o início do milénio, o ensino privado não só resistiu a essa quebra como até se reforçou ligeiramente, passando de 2477 para 2628 escolas.

Tal como o fecho de escolas, a redução do número de docentes tem sido justificada com a quebra do número de alunos, relacionada com a progressiva redução das taxas de natalidade. O atual Ministério da Educação e Ciência tem, de resto, elaborado previsões atualizadas dos efeitos que a baixa dos nascimentos tem e terá sobre as necessidades de professores na rede pública.

Docentes em queda acelerada

Mas o balanço desde o início do século também demonstra que, a estar em causa um ajuste, este está a ser feito em grande medida por antecipação. Entre 200/01 e 2013/14, o sistema de ensino (público e privado) perdeu 72 596 alunos, um número influenciado – mais uma vez – pelo 1.º ciclo, com cerca de 97 mil alunos a menos. O pré-escolar e o secundário, por exemplo, até aumentaram significativamente, à volta de 30 mil alunos cada, graças respetivamente ao alargamento da oferta e ao aumento da escolaridade obrigatória.

Mas, no mesmo período, o total de docentes caiu de 155 611 para 120 784. Ou seja: saíram da rede 34 827, um professor por cada três alunos que o sistema perdeu.

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