Tesourinho Contratual

Com pedido de divulgação do documento na integra.

 

Portugal, o Sistema de Ensino e a “Cunha”

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19 comentários

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    • Jose F M Bernardo on 3 de Outubro de 2015 at 19:06
    • Responder

    – não se mate muito com essas elucubrações pois o lugar já estava escolhido à partida! – não foi o primeiro nem será o último com certeza! para a próxima leve o “tó” consigo!

    • Duarte Ribeiro on 3 de Outubro de 2015 at 20:09
    • Responder

    Colega faz muito bem em denunciar esses casos. Infelizmente existem muitas escolas que fazem o que querem com os ditos “técnicos”. Existem muitas injustiças e tinha esperanças que existisse algém de direito a fazer cumprir a lei. Isto é fruto dos últimos governos especialmente este, ainda em funções. Também estou farto de ver injustiças com a contratação dos “técnicos” inclusive quando estes tem grupos de recrutamento.Corrupção, Corrupção e Corrupção e uma palhaçada foi o que este ministro arranjou. Eu até tinha alguma esperança, neste senhor, quando ele entrou em funcões. Fui mais um enganado!

      • :-) on 3 de Outubro de 2015 at 22:46
      • Responder

      “Existem muitas injustiças e tinha esperanças que existisse alguém de direito a fazer cumprir a lei.”
      A Lei cumpre-se com a entrevista…porque a LEI diz que a entrevista é obrigatória…
      Penso que está tudo dito!

      • cansada on 5 de Outubro de 2015 at 15:28
      • Responder

      façam como eu, descrevam aquilo que consideram corrupção, tipo acabar com a autonomia das escolas na contratação de docentes. apelar ao respeito da lista graduada de docentes e colocação por processos claros e justos….e, enviem para os email’s psd@psd.pt, e para os restantes partidos, como …bloco.esquerda@bloco.org ……entre outros contactos, procurem na net, porque dá-me a ideia de que andam todos a dormir pq ninguém quer saber disto para nada. Talvez assim possamos juntos fazer alguma coisa. Como vemos o PSD venceu novamente e temos de fazer alguma coisa para acabar com isto pq senão vai tudo por água a baixo.

    • gerimbeco . on 3 de Outubro de 2015 at 20:16
    • Responder

    Colega, infelizmente essa situação já não me choca, porque já a vivi e também fui roubado impunemente. A culpa é dos nossos “colegas” que já estão com o lugar assegurado e, por isso, não querem saber dos “outros”.
    Que as direções são um ninho de politicozinhos com aspirações a voos maiores, já se sabe; que os serviços do ministério da educação, principalmente a inspeção da educação, são completamente inúteis e ineptos, também. Quem manda, pode.
    E, neste momento, resta-nos cumprir.
    Onde estão as manifestações com mais de cem mil docentes em lisboa????? Não existem, pura e simplesmente porque quem tem lugar acha que está bem.
    Os “outros” que se lixem.
    Com “ph” de pharmácia…

      • Pois on 3 de Outubro de 2015 at 20:48
      • Responder

      Porque a grande maioria dos cem mil que fala está a favor das escolhas por mérito. A graduação baseada apenas nos anos de serviço também pode ser vista como uma grande injustiça. Os anos de serviço não devem ser o maior fator para a escolha de um profissional. Não o é em quase todas as profissões.

    • Pois on 3 de Outubro de 2015 at 20:44
    • Responder

    Isto é complicado.

    Conheço casos de técnicos que fazem um excelente trabalho há anos numa escola e a direção, colegas, pais e alunos têm toda a vontade de os manter na escola, pelo seu mérito.

    A graduação baseada apenas nos anos de serviço também pode ser muito injusta. Aliás, é-o muitas vezes…

      • gerimbeco . on 3 de Outubro de 2015 at 23:18
      • Responder

      Pois, concordo que possa ser visto dessa forma. Mas da forma atual, em que, graças a uma aplicação “à balda” de “critérios” muito pouco sérios, os professores estão a ser tratados como idiotas. Numas escolas podem ser vistos como bons profissionais, noutras já não.
      Utilizar critérios injustos, aldrabados e claramente falseados, não abona a favor de quem faz parte das direções.
      Posso dizê-lo sem medo de falhar que, mais de 90% dos agrupamentos em portugal faz aldrabices destas.

        • Pois on 4 de Outubro de 2015 at 10:40
        • Responder

        Então o problema são os aldrabões e não o sistema. Revoltem-se contra esse aldrabões. Coloquem aqui o nome deles… Isso sim… O concurso, bem feito, funcionará!

        Eu não critico uma empresa que quer manter um funcionário que faz um bom trabalho. Isso é a lógica mais usual neste mundo em que vivemos.

          • gerimbeco . on 4 de Outubro de 2015 at 10:48

          O problema, na maioria destes casos, são os membros das direções das escolas, claro que sim!! São eles que criam estes critérios nojentos e os aplicam. Mas a responsabilidade maior é do ministério e dos serviços que deveriam investigar e não fazem nada! Falo disso porque já o senti na pele, inclusivamente este ano letivo! Mesmo com denúncias, os serviços simplesmente não fazem nada. Como me respondeu uma funcionária do ministério “Sabe, as escolas definem os critérios e enviam para nós, mas como são tantas, nós não temos capacidade de verificar tudo e, por isso, aceitamos.”
          Este sistema nunca vai mudar, porque interessa a muita gente, e quem está dentro não se interessa pelos outros “colegas”. Muitos, muitos mesmo daqueles que estão nas direções, enquanto foram “simples professores”, foram profissionais miseráveis, péssimos naquilo que faziam e sem talento. Agora que estão no poder e são “Srs Doutores”, fazem a vida negra aos que realmente trabalham e se esforçam.
          A realidade é esta

          • cansada on 5 de Outubro de 2015 at 15:39

          Uma empresa particular pode fazê-lo. Num concurso público onde todos os candidatos são contratados tem de se respeitar a regra. Criar uma lista única graduada.

          • cansada on 5 de Outubro de 2015 at 15:41

          Nada de renovações. Ou se é contratado ou se pertence aos quadros. Somos todos bons profissionais. Como pode avaliar que os colegas que conhece são melhores profissionais do que eu se não me conhece? E sabe porque é que os outros estão a trabalhar e eu não? Porque conhecem alguém na direção que lhes deu um horário. Mas os horarios não se dão, conquistam-se

        • Pois on 4 de Outubro de 2015 at 10:42
        • Responder

        “Numas escolas podem ser vistos como bons profissionais, noutras já não.” – Por isso mantê-los onde são úteis…

          • cansada on 5 de Outubro de 2015 at 15:48

          O senhor enjoa-me com as suas palavras. Será que não sou útil nessas escolas, será que não. Não podem avaliar assim as coisas. Eu sei que o meu amigo é bom professor vou metê-lo na escola onde trabalho. E os outros 30 000, não são bons? Então o que é correto fazer? Formar uma lista única com os mais experientes à frente, ou será com os menos experientes só porque fazem floreados mais florescentes?. Conheço colegas que lecionaram o 1.º ano, sentadas na secretária. nas festas de final de período , como era de EVt, fazia espetaculos nunca vistos. Teve um excelente, renovaram-lhe o contrato. Eu estive a dar-lhe apoio educativo e até fiquei burra. É que os seus alunos não escreviam nem liam no final doa no letivo, não tinha nem um único sumario registado, fez no fim tudo à pressa. Os pais, classe baixa, tudo engoliram. Para todos os colegas aquela colega era um exemplo. Já para não falar nas intervençoes nas reuniões , nas quais tinha treta de parlamento. E os alunos? E os seus resultados…ninguém quis saber, eram totós diziam as colegas!

      • cansada on 5 de Outubro de 2015 at 15:38
      • Responder

      O que eu acho meu caro, é que todos somos seres adultos, maturos e bem formados. Nos meus primeiros 5 anos de trabalho, todos os pais me adoravam pediam para que eu ficasse, faziam abaixo assinados, bla bla bla. Ninguém ligou a isso. Tive de no final de cada ano letivo voltar a consurso, ir para a fila e esperar pela minha vez. isto acontecia com montes de colegas. Não é por A B ou C gostar do meu trabalho que vou poder passar à frente dos outros. Hoje estou no desemprego porque os professorzinhos de cunha, me ultrapassarm e renovaram-lhes o contrato porque houve quem gostasse das suas prestações…que injustiça. E não é por conhecerem o projeto FENIx, Turma Mais, etc que são melhores. Somos na grande maioria bons profissionais, todos formados em Ensino. É por isso mesmo que, sendo todos bons e capazes de trabalhar como deve ser, que se devia fazer uma fila única, com os mais graduados em primeiro.

    • maria on 4 de Outubro de 2015 at 1:26
    • Responder

    Colega faz muito bem em denunciar esses casos. Parabéns. Fica aqui em descrito a falta de ética profissional daquele DIRETOR. Utilizar critérios injustos, aldrabados e claramente falseados, não abona a favor de quem faz parte desta Direção. Deve- se Anular o concurso e fazer outro com regras transparentes.

    1. Não se deve anular nada! Deve-se lá colocar lá quem de direito, nada mais!

    • Maria on 4 de Outubro de 2015 at 1:40
    • Responder

    Felgueiras

  1. Não cheguei a perceber se o colega apresentou uma reclamação na entidade competente do ME?! Há uns anos aconteceu-me algo do género, reclamei e, embora tenha demorado algum tempo (cerca de 3 meses) o diretor teve de voltar atrás e chamar-me… talvez esse tenha aprendido a lição, fica a esperança! Espero que o colega consiga o mesmo, boa sorte!

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