Estes atrasos já duram largos meses e por várias vezes já foi dito que encontrava-se praticamente resolvido o problema.
PM timorense dá instrução a Ministério da Educação para pagar salários em atraso
O primeiro-ministro timorense deu instruções aos Ministérios da Educação e das Finanças para que seja regularizado, de imediato, o pagamento de salários e componentes salariais de professores, estagiários e funcionários das escolas de referência.
Díli, 26 jul (Lusa) – O primeiro-ministro timorense deu hoje instruções aos Ministérios da Educação e das Finanças para que seja regularizado, de imediato, o pagamento de salários e componentes salariais de professores, estagiários e funcionários das escolas de referência.
O gabinete de Rui Maria de Araújo explica em comunicado que a decisão foi tomada numa reunião de urgência convocada por si no sábado em que participaram, entre outros, o vice-ministro da Educação, Abel Ximenes, e outros responsáveis educativos.
“O primeiro-ministro deu instruções ao Ministério da Educação para processar os pagamentos pendentes”, refere a nota acrescentando que as instruções visam “canalizar fundos do Orçamento do Ministério da Educação para cobrir o défice e, em 2016, para incluir o orçamento dos Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (CAFÉ) na rubrica de transferências públicas para facilitar a sua implementação”.
Segundo informação do Ministério das Finanças será feita, na segunda-feira, “uma transferência do fundo de contrapartida para as contas” dos professores.
A reunião, explica o mesmo comunicado, “pretendeu resolver o assunto de atraso nos pagamentos de professores e trabalhadores dos CAFE”.
Nessa reunião, o chefe do Governo foi informado de detalhes sobre o “financiamento dos CAFE” (projeto apoiado por Portugal e Timor-Leste) feito através de um “fundo de contrapartida transferido para a conta da embaixada de Portugal em Díli” ou “através do pagamento direto à conta dos professores”.
Os atrasos devem-se, em parte, explica, a insuficientes fundos orçamentados para o projeto.




2 comentários
Que vergonha…
REINO DE UM GRUPO DE “FUFAS” INTERROMPIDO NA ESCOLA «RUI CINATY» DE DILI, EM TIMOR LESTE.
Chegou ao fim o reinado de um grupo gay à frente da Escola «Rui Cinaty», como agora é conhecida a Escola Portuguesa de Dili.
Com a nomeação do Inspetor Acácio Brito para Diretor da Escola vai regressar a Portugal um grupo de “fufas” que, pela mão do gay João Carvalho Roseiro, tinha tomado o controlo da Escola.
Esperemos que o Inspetor Acácio Brito ponha ordem nesta «capoeira». Que a «normalidade» regresse à Escola. E que consiga constituir uma boa equipa dirigente. E que seja capaz de transmitir para Lisboa que também é preciso forçar a substituição da Coordenação Central dos CAFE, o Projeto das Escolas de Referência. A Coordenação Central dos CAFE é uma emanação de João Roseiro e Conceição Godinho. São precisas novas pessoas. Novas pessoas que entendam do pré-escolar e do ensino básico. Uma arqueóloga sem estágio de professora e uma professora de Matemática do ensino secundário estão aqui a mais e fora do seu devido lugar.