Grupo 240 com habilitações para o 110 e notificada como “zero”!
A escola não tem componente no 240 mas irá ter no 110. Do sindicato disseram-me que era uma opção da direção do agrupamento atribuir-me horário no 110 ou enviar-me para a mobilidade pois não há horas no meu grupo de provimento. É mesmo assim, podem optar?!! Mesmo tendo eu lecionado os últimos 2 anos no 110 noutra escola?!!
Não é nada assim, a não ser que o colega fique calado.
Se tens habilitação para o 110 e existem lugares nesse grupo podes impugnar a decisão do teu envio para ausência da componente lectiva.
A resposta ao meu recurso hierárquico diz isso mesmo. http://www.arlindovsky.net/2015/06/um-empurrar-de-culpas/
A direção do agrupamento disse que haviam turmas do 1ºciclo que ainda não tinham sido aprovadas e que só depois da aprovação haveriam horas, logo, teria de concorrer à mobilidade e poderiam eventualmente retirar-me na 2ª ICL (embora pela conversa telefónica não tenham demonstrado vontade disso). assim, julgo que não posso impugnar a decisão (ainda). Quanto à informação relativa ao nº de horários para o 110 pedidos pela escola, quando a devo pedir? Depois da 2ª ICL?
Isso já é outra coisa.
Nessa altura podes ser retirada. Mas se não fores e pedirem horários do 110, tal como viste na resposta do meu recurso hierárquico, tens de contestar a tua ida para horário “zero”.
Estou na mesma… Nos últimos concursos fui sempre informada já no decorrer do concurso! E desta vez vou estar mm de férias, fora do país, e tenho que estar alerta!!!!
Esse era o prazo para as escolas declararem site da DGAE os horários zero. Penso que a notificação aos docentes poderá ainda ocorrer porque a candidatura só começa no dia 28.
Sim, mas se quisesse “questionar” a razão de ir para horário zero como outros colegas aqui referiram, convinha saber antes da escola registar na DGAE. E seria de bom tom da parte da direção não deixar para o último dia antes de começar a manifestação de preferências da MI.
Dia 24/7 ainda foram divulgadas listas de mobilidade…
As dispensas sindicais ainda não foram divulgadas…
Há professores bibliotecários por reconduzir…
Poderá existir prof. colocados neste CI em mobilidade sem que o AE de escolas onde está colocado a 1/9 o saiba…
O processo de homologação de turmas ainda decorre
e por fim há uma fase em que os docentes poderão ser retirados da aplicação
Será lógico que os AE enviem prof para concurso em excesso porque há muitos AE ainda a atribuir turmas a quem poderá não estar na escola a partir de 1/9
A minha escola disse-me que não estava capaz de cumprir o prazo da ICL-1ª fase e que tinha pedido à DGAE uma alteração do mesmo. Será possível? Estou preocupada porque fui horário zero no último concurso e sei que não houve alterações significativas, mas na quinta ainda não tinha sido indicada.
E isso foi possível??? A aplicação fechava na quinta… mas não se preocupe, pois se a escola não a notificou para a mobilidade, tem que lhe arranjar horário (a responsabilidade é da escola)
Na mesma escola, só no 300 e no 500, há 5 horários “0” em cada grupo. Fomos notificados por escrito. O caricato é que acabámos de ser integrados neste Agrupamento agora, aquando do CI… Há outros grupos em situação semelhante.
4 de informática no meu agrupamento, em Lisboa. E pelo que tenho de conhecimento de outras escolas o panorama é o mesmo. O grupo de Informática está a ser muito afetado.
Pelo que li, a escola tem de nos informar por escrito (não é obrigatório que seja por carta registada, pode ser por mail?) da ausência de componente letiva e até quando é legal fazer essa comunicação?
No Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique são mais que muitos os Horários Zero.
O Agrupamento é formado pela Escola Secundária Infante D. Henrique – Sede do Agrupamento (possui 40 ALUNOS), Escola E B 2, 3 Gomes Teixeira (250 alunos), Escola Básica do Bom Sucesso e Jardim de Infância Barbosa do Bocage (250 alunos).
Um Agrupamento de Escolas em pleno centro da cidade do Porto que possui uma capacidade para 5.700 alunos possui apenas 540.
Quais as causas para a situação?
– existência de inúmeras Escolas na proximidade (Agrupamento Rodrigues de Freitas, Agrupamento Carolina Michaelis, Agrupamento Clara de Resende, Agrupamento Fontes Pereira de Melo…)
– envelhecimento da população residente na cidade;
– quebra na natalidade;
– péssima gestão do agrupamento e falta de visão;
– ilícitos criminais praticados por elementos da gestão, como por exemplo:
Eleger o Diretor(a). É que desde que entrarem em mega, na prática essas escolas estão sem gestão.
E depois: pôr de novo a Infante D. Henrique a funcionar, naquilo que sempre foi reconhecida, ensino técnico/tecnológico de qualidade.
Eu conheço muito bem esse agrupamento e concordo com o Daniel.
Devem eleger uma nova Diretora.
A professora Maria Manuela Rocha Pinto deve voltar para a Direção, porque nesse agrupamento ocorreu um verdadeiro golpe palaciano. A subdiretora – Elisabete Oliveira – apunhalou a Diretora pelas costas e isso não se faz. Deu-lhe 3 “facadas” a sangue frio.
Correram boatos que a diretora ia para as oficinas ter com um técnico especializado (serralheiro mecânico) de Medas – Gondomar. Dizem que ia ver se os tornos estavam bem oleados. Dizem isto e aquilo, mas é tudo mentira e mesmo que não fosse são coisas da vida privada e ninguém tem nada a ver com isso.
Foi uma grande diretora… Viva a Dra. Manuela Pinto.
Agora aquilo até parece um edifício abandonado. Não se vê um único aluno. Quem passa na Rua Júlio Dinis parece um edifício abandonado.
O agrupamento até pode ficar só com 100 alunos…os serviços públicos são para servir a população.
Que se lixem os contribuintes…
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JOSÉ LUIZ CARVALHO on 21 de Outubro de 2015 at 0:30
27 comentários
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Que seja desta!
Grupo 240 com habilitações para o 110 e notificada como “zero”!
A escola não tem componente no 240 mas irá ter no 110. Do sindicato disseram-me que era uma opção da direção do agrupamento atribuir-me horário no 110 ou enviar-me para a mobilidade pois não há horas no meu grupo de provimento. É mesmo assim, podem optar?!! Mesmo tendo eu lecionado os últimos 2 anos no 110 noutra escola?!!
Sim. É mesmo assim.
Não é nada assim, a não ser que o colega fique calado.
Se tens habilitação para o 110 e existem lugares nesse grupo podes impugnar a decisão do teu envio para ausência da componente lectiva.
A resposta ao meu recurso hierárquico diz isso mesmo. http://www.arlindovsky.net/2015/06/um-empurrar-de-culpas/
A direção do agrupamento disse que haviam turmas do 1ºciclo que ainda não tinham sido aprovadas e que só depois da aprovação haveriam horas, logo, teria de concorrer à mobilidade e poderiam eventualmente retirar-me na 2ª ICL (embora pela conversa telefónica não tenham demonstrado vontade disso). assim, julgo que não posso impugnar a decisão (ainda). Quanto à informação relativa ao nº de horários para o 110 pedidos pela escola, quando a devo pedir? Depois da 2ª ICL?
Isso já é outra coisa.
Nessa altura podes ser retirada. Mas se não fores e pedirem horários do 110, tal como viste na resposta do meu recurso hierárquico, tens de contestar a tua ida para horário “zero”.
A quem se faz o pedido para consultar os horários pedidos para necessidades transitórias?
E como e quando se pode saber os horários que pediram?
E como e quando fazer a contestação/recurso/impugnação?
Obrigado.
Dois de informática no meu agrupamento
Norte zona metropolitana do porto
Qual é a data limite para a escola nos informar que somos horário zero?
Também gostaria de saber.
Estou na mesma… Nos últimos concursos fui sempre informada já no decorrer do concurso! E desta vez vou estar mm de férias, fora do país, e tenho que estar alerta!!!!
no site da DGAE diz que acabou ontem às 18h…
Esse era o prazo para as escolas declararem site da DGAE os horários zero. Penso que a notificação aos docentes poderá ainda ocorrer porque a candidatura só começa no dia 28.
Sim, mas se quisesse “questionar” a razão de ir para horário zero como outros colegas aqui referiram, convinha saber antes da escola registar na DGAE. E seria de bom tom da parte da direção não deixar para o último dia antes de começar a manifestação de preferências da MI.
Dia 24/7 ainda foram divulgadas listas de mobilidade…
As dispensas sindicais ainda não foram divulgadas…
Há professores bibliotecários por reconduzir…
Poderá existir prof. colocados neste CI em mobilidade sem que o AE de escolas onde está colocado a 1/9 o saiba…
O processo de homologação de turmas ainda decorre
e por fim há uma fase em que os docentes poderão ser retirados da aplicação
Será lógico que os AE enviem prof para concurso em excesso porque há muitos AE ainda a atribuir turmas a quem poderá não estar na escola a partir de 1/9
A minha escola disse-me que não estava capaz de cumprir o prazo da ICL-1ª fase e que tinha pedido à DGAE uma alteração do mesmo. Será possível? Estou preocupada porque fui horário zero no último concurso e sei que não houve alterações significativas, mas na quinta ainda não tinha sido indicada.
E isso foi possível??? A aplicação fechava na quinta… mas não se preocupe, pois se a escola não a notificou para a mobilidade, tem que lhe arranjar horário (a responsabilidade é da escola)
Na mesma escola, só no 300 e no 500, há 5 horários “0” em cada grupo. Fomos notificados por escrito. O caricato é que acabámos de ser integrados neste Agrupamento agora, aquando do CI… Há outros grupos em situação semelhante.
Qual é a escola, por favor???
É um agrupamento do Porto?
4 de informática no meu agrupamento, em Lisboa. E pelo que tenho de conhecimento de outras escolas o panorama é o mesmo. O grupo de Informática está a ser muito afetado.
Pelo que li, a escola tem de nos informar por escrito (não é obrigatório que seja por carta registada, pode ser por mail?) da ausência de componente letiva e até quando é legal fazer essa comunicação?
No Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique são mais que muitos os Horários Zero.
O Agrupamento é formado pela Escola Secundária Infante D. Henrique – Sede do Agrupamento (possui 40 ALUNOS), Escola E B 2, 3 Gomes Teixeira (250 alunos), Escola Básica do Bom Sucesso e Jardim de Infância Barbosa do Bocage (250 alunos).
Um Agrupamento com um TOTAL de 540 alunos.
http://www.infante.pt/pt/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=1
Um Agrupamento de Escolas em pleno centro da cidade do Porto que possui uma capacidade para 5.700 alunos possui apenas 540.
Quais as causas para a situação?
– existência de inúmeras Escolas na proximidade (Agrupamento Rodrigues de Freitas, Agrupamento Carolina Michaelis, Agrupamento Clara de Resende, Agrupamento Fontes Pereira de Melo…)
– envelhecimento da população residente na cidade;
– quebra na natalidade;
– péssima gestão do agrupamento e falta de visão;
– ilícitos criminais praticados por elementos da gestão, como por exemplo:
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/venda-de-toneladas-de-equipamento-de-uma-escola-do-porto-a-sucata-sob-investigacao-1639343
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/diap-investiga-venda-de-toneladas-de-equipamento-de-uma-escola-do-porto-a-sucata-1639726
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/toneladas-de-equipamento-de-uma-escola-do-porto-vendidas-sem-autorizacao-e-hasta-publica-1661695
http://www.noticiasaominuto.com/pais/244939/patrimonio-escolar-do-estado-vendido-sem-autorizacao
Os Horários Zero estão justificados.
Que fazer a este (pseudo)agrupamento?
Arlindo é assim que se gasta o dinheiro dos nossos impostos, ou seja, o dinheiro dos contribuintes.
O que fazer?
Eleger o Diretor(a). É que desde que entrarem em mega, na prática essas escolas estão sem gestão.
E depois: pôr de novo a Infante D. Henrique a funcionar, naquilo que sempre foi reconhecida, ensino técnico/tecnológico de qualidade.
Eu conheço muito bem esse agrupamento e concordo com o Daniel.
Devem eleger uma nova Diretora.
A professora Maria Manuela Rocha Pinto deve voltar para a Direção, porque nesse agrupamento ocorreu um verdadeiro golpe palaciano. A subdiretora – Elisabete Oliveira – apunhalou a Diretora pelas costas e isso não se faz. Deu-lhe 3 “facadas” a sangue frio.
Correram boatos que a diretora ia para as oficinas ter com um técnico especializado (serralheiro mecânico) de Medas – Gondomar. Dizem que ia ver se os tornos estavam bem oleados. Dizem isto e aquilo, mas é tudo mentira e mesmo que não fosse são coisas da vida privada e ninguém tem nada a ver com isso.
Foi uma grande diretora… Viva a Dra. Manuela Pinto.
Agora aquilo até parece um edifício abandonado. Não se vê um único aluno. Quem passa na Rua Júlio Dinis parece um edifício abandonado.
O agrupamento até pode ficar só com 100 alunos…os serviços públicos são para servir a população.
Que se lixem os contribuintes…
E UMA PENA UMA ESCOLA SENDO SUCATEADA PARA QUEM?