O 1º Ciclo no DOAL…

Pelo que li… as diferenças são nulas ou quase…

Continuamos a ser discriminados quanto à definição de “hora”. A nossa “hora” é mais longa que a dos demais…

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Além disso, a nossa componente letiva permanece a mesma, o que causa ainda mais diferença na carga horária…

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Mas continuamos a ser multifacetados… será que o coordenador de estabelecimento vai ver o seu trabalho presenteado com “crédito horário”???

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… pode ser que sim!!! ou não… mas não me parece que sejam TODOS!!!

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Será que no 1º ciclo e o pré-escolar só existem Super professores? Porquê a discriminação?

PS: Isto pode ser um indicador de que o 1º Ciclo pode, muito bem, vir a servir de exemplo às mudanças noutros ciclos…

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66 comentários

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    • Carolina Tavares on 21 de Junho de 2015 at 12:15
    • Responder

    Concordo com quase tudo… menos com o verbo «descriminar»… Faça lá a correção, que terá sido, por certo, um lapso.

    • Pedro on 21 de Junho de 2015 at 12:17
    • Responder

    Quando um professor do 1. ciclo escreve “descriminação” em vez de “discriminação” está tudo explicado.

      • xiroro on 21 de Junho de 2015 at 16:44
      • Responder

      Pelo seu julgamento…também está tudo explicado…Não se esqueça que “todos temos telhados de vidro”… e mais breve do que julga,será apanhado numa de 1º ano.

        • Do Contra on 21 de Junho de 2015 at 17:18
        • Responder

        Certo! Aceito e compreendo este comentário. Mas quando se publica um texto num sítio tão concorrido como este, convém seguir todos os passos da textualização, incluindo a revisão textual. Não é a primeira vez que este escriba comete estes pequenos lapsos (Alguém reparou na proliferação das reticências? Será que a vírgula e o ponto merecem tal desprezo? Volta, Saramago, estás perdoado!) . Acho, portanto, bem que se chame a atenção, no sentido de prevenir situações idênticas no futuro.

          • maria on 21 de Junho de 2015 at 21:57

          Cobarde

          • Do Contra on 21 de Junho de 2015 at 22:00

          Um beijinho grande, minha querida!

          • Duarte Félix on 22 de Junho de 2015 at 14:41

          Continuas em grande nível…

          • Do Contra on 22 de Junho de 2015 at 23:21

          Já tu…

        • Pedro on 21 de Junho de 2015 at 18:18
        • Responder

        Caro xiroro: todos temos telhados de vidro, claro, mas se não quisermos que eles se quebrem, o melhor é termos cuidado com eles, particularmente quando se publica num blogue com a visibilidade pública do presente! Assim sendo, mantenho o que disse. E não vale a pena vir com a desculpa do cansaço e tal e coisa, pois o erro apareceu no mesmo texto por duas vezes!

      • Prof Farto on 21 de Junho de 2015 at 20:15
      • Responder

      Tive já o “prazer” de trabalhar com este escriba num agrupamento. As calinadas eram habituais para alguém que já ansiava abandonar o 1º ciclo e regressar ao 2º! O Gualdino é um fulano demasiado ligado ao sindicato… tenho pena dos seus alunos.

        • maria on 21 de Junho de 2015 at 22:01
        • Responder

        Muito cobarde. Diz lá quem és tu que conheces o homem? Não te identificas porquê? Ele incomoda-te à muito tempo e tu és um ressabiado

          • Do Contra on 21 de Junho de 2015 at 22:12

          Maria “on fire”. Este tipo de comentários são sempre edificantes e construtivos. Estou a gostar de ler!
          Adorei a parte do “incomoda-te à muito tempo”. Vê-se que se trata de uma pessoa de boas maneiras e que, no que toca à ortografia, é extremamente cuidadosa. HÁ muito tempo que vejo pessoas como a Maria… Enfim!

          • Prof Farto on 21 de Junho de 2015 at 23:41

          Cobarde porquê? O seu pseudónimo realmente é muito mais corajoso! Conheço bem a peça sim, foi numa escola bem pertinho do mar onde era a “anedota” do agrupamento. E é verdade que quer ir lecionar para o grupo 260 (basta consultar as listas e ver o candidato 872). OK valentona?

          • Duarte Félix on 22 de Junho de 2015 at 14:44

          Gostava de saber onde está a coragem de alguém que utiliza um pseudónimo. Normalmente só delatores cobardes.

          • Do Contra on 22 de Junho de 2015 at 23:15

          Vem este sujeito da classe do “Morais Sarmento e do seu compincha Andrade Corvo” dar lições de democracia a terceiros, quando tem dificuldade em aceitar uma opinião diferente da sua… Consegues trocar uma mera ideia e não estar constantemente a vociferar disparates, alegando que o fazes sob identificação de “Duarte Félix”? Faz um favor à humanidade: dá uma passo à direita e vai para Espanha.

          • Duarte Félix on 23 de Junho de 2015 at 11:18

          Aceito as opiniões diferentes mas a falta de respeito não!

          • Pedro on 22 de Junho de 2015 at 17:04

          Oh Maria: percebe-se que defenda o colega do “descriminatório”… afinal também há com “h” e sem “h”… o problema é quando não se sabe qual deles usar…

        • Lamego! on 21 de Junho de 2015 at 23:30
        • Responder

        Engraçado o seu comentário. O mundo é pequeno! Tive o “prazer” de o conhecer no liceu e este escriba era um gazeteiro… Até me admira ter a licenciatura, mas tem, e não só…

          • Prof Farto on 21 de Junho de 2015 at 23:43

          Sr. Lamego, veja o comentário acima se faz favor (acima é quando levanta a cabeça)… Isso, não se dobre tanto!

          • Lamego! on 22 de Junho de 2015 at 0:00

          Prof. Farto, estava a falar do Gualdino, não de si!

      • Mércia Fonseca on 21 de Junho de 2015 at 23:13
      • Responder

      Claro que não deveria cometer esse erro, mas tenho visto, também, erros em textos escritos por colegas de outros níveis de ensino. Cuidado com os telhados de vidro!

    • Maria Nunes on 21 de Junho de 2015 at 12:18
    • Responder

    Os colegas do 1º ciclo têm 25 alunos. No 3º ciclo há colegas com sete e oito turmas de quase 30 alunos, porque só têm 90´por semana. Dá perto de 200 alunos. Eu tive 120 este ano e fui considerada felizarda. Os colegas do 1º ciclo não são super professores em termos de horas nem de trabalho, embora não signifique que não trabalhem bastante. Mas experimentem trocar com um professor de História do 3º ciclo para verem como é mau.

      • xiroro on 21 de Junho de 2015 at 16:54
      • Responder

      Curioso… os colegas de 3º ciclo que no presente ano, foram colocados no 1ºciclo a dar AEC(s), para lhe completarem o horário…passaram o ano a faltar, às mesmas, queixavam-se do barulho, do tempo útil para dar os conteúdos e em conversas de corredor…diziam que era o pior serviço que tinham.

        • Do Contra on 21 de Junho de 2015 at 17:26
        • Responder

        … Ou o melhor serviço que tinham, também já ouvi essa versão.
        A complexidade dos conteúdos e o consequente tempo de preparação das aulas deste ciclo, assim como a tipologia discente, são fatores que tornam este ciclo apetecível para muitos.

          • Duarte Félix on 22 de Junho de 2015 at 14:46

          Apetecível para completar as 6 horas da praxe.

      • tic0 on 21 de Junho de 2015 at 18:23
      • Responder

      No 3º Ciclo também há uns “colegas” – que não sei se são considerados “professores” – que dão uma coisa que está pra lá nos curricula – TIC é assim que se chama? ou será TIQUE ou TICO, é parecido… – e que têm 12, 13, 14, 15 turmas; de 200, 300, 400 alunos; que num ano lectivo vão a 80, 90, 100 reuniões (das quais metade do tempo é inútil). Ninguém parece lembrar-se destas pessoas quando se fala em excesso de trabalho, deve ser porque andamos ali a brincar aos cliques no rato.

        • tic0 on 21 de Junho de 2015 at 18:26
        • Responder

        obviamente as turmas são de +- 30 alunos, houve um erro… o tal é que dá acima de 400 alunos.
        Já agora, memória seja feita a essa “artista” herr direcktora dum “poiso”, que profetizou um dia frente a este escriba: “400? até podiam ser 500”.

      • Maria Das Dores Padeirinha on 21 de Junho de 2015 at 19:03
      • Responder

      Sabe colega Maria Nunes, ainda comecei a escrever-lhe uma resposta ao comentário sobre o número de alunos por turma, mas achei por bem não o fazer. Não iria compreender. Nada como experimentar uma tarde com 26 meninos do 1º ano de escolaridade. Aí sim poderia fazer comparações.

        • Do Contra on 21 de Junho de 2015 at 22:21
        • Responder

        Eu já estive. Nada de assustador! Não se ponham com a mania das grandezas, ok?

          • margarida on 22 de Junho de 2015 at 0:07

          Já lá esteve ….de passagem. Entrou disse bom dia e saiu.

          • Do Contra on 22 de Junho de 2015 at 12:25

          Vozes de burra nunca chegaram a lado nenhum..

          • Duarte Félix on 22 de Junho de 2015 at 14:49

          Sempre ao seu nível. Julga-se mais inteligente que todos e não aceita opiniões contrárias.

          • Do Contra on 22 de Junho de 2015 at 23:06

          Só me julgo mais inteligente do que tu; “Duarte Félix”… Nada mais!
          3, 2, 1…

          • Duarte Félix on 23 de Junho de 2015 at 11:17

          Sabe contar…

          • Duarte Félix on 22 de Junho de 2015 at 14:47

          Completou o seu horário fazendo uma “perninha”, foi?

          • Do Contra on 22 de Junho de 2015 at 23:25

          Foi mesmo, ó sabichão… Na tua escola, bem juntinho da serra.

        • Mércia Fonseca on 21 de Junho de 2015 at 23:17
        • Responder

        Quando os dos outros ciclos vão lecionar AEC dizem que não aguentam..

          • Do Contra on 21 de Junho de 2015 at 23:49

          Mércia, compreenda que o seu universo não O universo… Não generalize, por favor!

    • António Varela on 21 de Junho de 2015 at 12:21
    • Responder

    Descriminação – quer dizer tirar a culpa.
    Discriminar – diferenciar, distinguir.

    Portanto, penso que se está a referir a discriminação e não descriminação. Não é por nada mas, para um professor do ensino básico é muito importante, ensinar bem a língua portuguesa aos jovens.
    António Varela

      • Anabela Azevedo on 21 de Junho de 2015 at 15:46
      • Responder

      E atenção que nos 2º e 3º ciclos a componente letiva é de 22h semanais às quais acrescem as restantes de estabelecimento e nas quais lecionamos apoios educativos individualizados (às vezes quase metade da turma)…o que vai dar no mesmo!!! Quanto aos dez minutos de diferença entre os 60m e os 50m, suponho que também se justificam, já que não temos sala própria, saltamos de um lado para o outro. Penso que estamos todos no mesmo barco e com excesso de trabalho, aí não há diferenças!! 😉

        • margarida on 22 de Junho de 2015 at 0:17
        • Responder

        25 horas letivas para si!Só para estarmos realmente em pé de igualdade laboral.

    • Artigo 79º do ECD on 21 de Junho de 2015 at 12:49
    • Responder

    E o artigo 79º do ECD também se aplica aos 2º, 3º e secundário? Aqui a discriminação ( e não descriminação) aplica-se a que lado? Também convém falar nisso ou não? E quando os colegas do 1º ciclo se reformavam antes? Já se esqueceram?

      • Duarte Félix on 22 de Junho de 2015 at 14:53
      • Responder

      Esquece-se que nesse tempo o 2º, 3º ciclo …tinham redução de horário? E atualmente têm horário com umas 6 horas!

    • maria on 21 de Junho de 2015 at 14:54
    • Responder

    Continuamos a atirar pedras uns aos outros. É por estas e por outras que fazem de nós o que bem entendem. Em vez de nos unirmos e lutarmos contra quem só nos prejudica, continuamos a perder tempo com estas baboseiras. Os profs , seja qual for o grau de ensino, trabalham arduamente e merecem mais respeito.

    1. Unam-se em assuntos que interessem. Unir para comparar o que não pode ser comparado nunca funcionará!

      • Carlos on 21 de Junho de 2015 at 15:01
      • Responder

      Exacto!

    2. trabalhar arduamente é sempre positivo. Respeito também é bonito. Mas não podemos ser injustos! As pessoas têm de saber ser humildes, perceber as suas capacidades e que formação têm…

      Fazem-me lembrar um funcionário que no outro dia criticava os professores. O coitado tinha o 9º ano e achava que era uma injustiça os professores ganharem mais de 1000€ e ele o salário mínimo… Como é que ele poderia perceber as diferenças?!? Na sua cabeça nunca será possível existir uma imagem que o ajude a distinguir as suas capacidades das de um professor, apenas vê o que entende: as horas que trabalho, o esforço que lhe é exigido e nunca enxergará as competências que não possui…

      Há formações e especializações diferentes e, assim como é mau discriminar, também é mau meter todos no mesmo saco!

      Sou a favor de uma carreira e progressão única. Sou a favor da igualdade, mas sou extremamente contra as regras de formação para acesso à carreira de professor.

      Sou tão contra o uso do 1º ciclo para professores vincularem sem terem formação adequada como professores do 1º ciclo saltarem para o secundário, sou contra o uso de especializações de meia dúzia de horas para vincular no 910, sou contra as especializações fracas para obter mais um grupo de recrutamento e sou contra a facilidade em obter habilitações para a docência! Assim como sou contra que se comparem exigências e competências de níveis de ensino completamente diferentes. Ponto Final.

    • Carlos on 21 de Junho de 2015 at 14:57
    • Responder

    Os comentários que acabei de ler, reflectem o que de pior há neste grupo profissional a que já me orgulhei de pertencer.

    1. Pois é, custa mas é a verdade…

  1. LOL! Às vezes apetece-me deixar fugir a boca para a verdade… É claro que professores do 1º ciclo, 2º ciclo e secundário são diferentes. Já deveriam estar contentes por não existir diferença de tratamento em quase tudo.

    Por serem tão diferentes é que existem cursos diferentes também para cada grau de ensino. Daqui a bocado querem que um licenciado das ESECS, que aprendem umas coisitas de matemática, quimica, Física ou outra ciência vá preparar alunos para exames de 12º ano… A verdade tem de ser dita, custe o que custar!

    Venham lá com as pedagogias da treta justificar o que não tem justificação. É verdade o que digo. Um professor do 1º ciclo é diferente dum do 2º ciclo e o mesmo para um do secundário… Aliás, um professor duma ESEC, politécnico ou U. privada é MUITO diferente dum professor duma Universidade pública. Os primeiros têm muita treta pedagógica preparada nos seus discursos, são excelentes professores nos discursos proferidos na sala dos professores mas os últimos têm mais competências!

      • Duarte Félix on 22 de Junho de 2015 at 14:54
      • Responder

      Isso das competências deve ser realidade virtual.

      • Adélia Freixial on 22 de Junho de 2015 at 21:46
      • Responder

      Eu só posso estar a ler comentários de pessoas que se fazem passar por professores quando, na realidade, não o são. Mesmo que tenham um curso de ensino… não podem ser professores. Como é que alguém pode ser tão discriminatório?! De certeza que não tem experiência profissional nenhuma. Já trabalhei com colegas que tiraram o curso em privadas e são excelentes professores. Também já trabalhei com colegas que tiraram o curso em universidades e são péssimos professores. Tenho pena dos fracos de espírito.

    • Rosa Maria Alves on 21 de Junho de 2015 at 15:54
    • Responder

    Descriminação ou discriminação…Pode ser das duas formas, depende da interpretação do texto…Já agora, acabem com as comparações. O que é preciso é união, senão não chegamos a lado nenhum. Pedras nos sapatos há muitas. Cabe-nos a nós fazer a devida seriação! 🙂

      • Pedro on 21 de Junho de 2015 at 16:00
      • Responder

      Depende da interpretação? Querem lá ver… Por que não se admite o erro???

      • Do Contra on 21 de Junho de 2015 at 16:53
      • Responder

      “Pode ser das duas formas, depende da interpretação do texto.”? A minha pergunta é: esta gente tem noção do que diz?

    • Do Contra on 21 de Junho de 2015 at 17:04
    • Responder

    Caros leitores deste “pobre de espírito” artigo,

    este colega vê-se a si e aos seus pares do 1.º CEB como super professores. Num repetido exercício de onanismo textual, tem publicado, há muito tempo, textos de visam fraturar a classe, sempre em favor daqueles que ao seu grupo de docência pertencem.
    Queria, por conseguinte, apelar ao vosso bom senso e à vossa calma, citando Antoine de Saint-Exupéry: “Disse a flor para o pequeno príncipe: é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas”.
    Temos de aguentar mais algumas publicações deste colega até ao descrédito total daquilo que escreve. Obrigado!

    • José Ferreira on 21 de Junho de 2015 at 17:20
    • Responder

    Os piores inimigos dos professores são os próprios
    professores! Uns têm mais alunos, outros têm mais horas. Uns sentem-se
    inferiorizados, outros acham-se superiores. Aproveito este fórum para recordar
    que quem resolveu fazer com que o intervalo, no primeiro ciclo, deixasse de
    contar com componente letiva o que, grosso modo, fazia com que a hora ficasse
    nos 50 minutos foi João Grancho, então secretário de estado, que é professor do
    1º ciclo.

    • Silvia Matos on 21 de Junho de 2015 at 17:34
    • Responder

    Não podia deixar de comentar alguns “desabafos”…Sou professora com habilitações para o 1º e 2º Ciclo, já trabalhei no 2º, estou agora no 1º e com muito orgulho e garanto com muito mais trabalho do que tinha no 2º ciclo. Quanto aos professores “saltarem de nível de ensino” não vejo qual o problema, desde que façam o seu trabalho bem feito…aspeto este que não vejo em muitos colegas que foram obrigados a “descer ao 1º Ciclo” e às AEC para completar horário, andam contrariados, descarregam o seu mau humor nos miúdos( como se eles tivessem culpa). Não continuam eles a receber o salário na totalidade ao fim do mês? Se assim é, deveriam empenhar-se mais! É claro que não são todos iguais, temos aqueles que vêm completar o horário e fazem um excelente trabalho. Como em todas as profissões, também na docência e em todos os níveis de ensino, existem bons e maus profissionais. Aos que vêm contrariados, o melhor é quando lhe forem atribuídos os horários ( com componente no 1º ciclo) recusarem e ficarem com horário incompleto!!! Quem vier, que venha por bem!!!

    • Dolores Conde Nina on 21 de Junho de 2015 at 20:33
    • Responder

    Infelizmente não há classe profissional mais desunida do que a nossa e este espaço de partilha é um bom exemplo disso!

      • Do Contra on 21 de Junho de 2015 at 22:26
      • Responder

      Verdade verdadinha! Mas é, porventura, uma das mais plurais e democráticas… Tão democrática ao ponto de aceitar comentários obsoletos, gastos, que nada acrescentam ao debate e que não passam de meros escolhos que não nos deixam ver a “luz”… apenas treva.

    • teresa ramos on 21 de Junho de 2015 at 22:37
    • Responder

    E já para não falar que os docentes do pré-escolar trabalham mais 5 semanas por ano do que os docentes do 1º ciclo!!!! Inadmissível!!!!

  2. É no que dá querer uniformizar o que é diferente!
    Nunca deveriam ter criado uma carreira única, deveriam ser carreiras distintas!

    Mas este país é pródigo no “tudo ao molho e fé em deus”… na educação e em tudo o resto… com a distinta lata de enunciarem a pouca produtividade como consequência dos preguiçosos portugueses…
    … “tudo ao molho e fé em deus” excepto, claro (veja-se a “chico-espertice” típica do burgo), nos dividendos politico-financeiros de alguns corporativismos… aí há que blindar contratos, assegurar sigilos, prever excepções, assegurar imunidades, garantir rendas, contratar externalidades,…

      • Do Contra on 22 de Junho de 2015 at 23:08
      • Responder

      Concordo em absoluto!

    • Mércia Fonseca on 24 de Junho de 2015 at 12:07
    • Responder

    Foi uma resposta ao Pedro porque ele escreveu:

    “Quando um professor do 1. ciclo escreve descriminação em vez de discriminação está tudo explicado”

    • Daniel Alves on 10 de Outubro de 2016 at 19:43
    • Responder

    Boa tarde,
    Qual a carga horária máxima diária da componente letivas no 1º ciclo?! Há uns anos não se podia exceder 5 horas letivas diárias!
    Cumps,
    Daniel Alves

    1. 6 horas

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