Entrevista a João Dias da Silva para o Programa Página 2, da RTP2, sobre o ano letivo 2014/2015 e a preparação do ano letivo 2015/2016.
O especial tema da entrevista são os concursos de professores e a injustiça na colocação dos professores por processos que não sejam o da graduação profissional.
A ver.




4 comentários
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Eis o braço direito do (des)Governo!
Defende com unhas a dentes a graduação profissional… Mas, felizmente, o jornalista soube questioná-lo ao ponto de ele não saber o que dizer!
Sobre as injustiças aos professores do 1ºciclo disse nada!
https://oduilio.wordpress.com/2015/06/02/a-paz-dos-deuses/
Gostaria de saber qual é a legislação em que o Secretário Geral da FNE se baseou para afirmar que “nas escolas ditas de autonomia TEIP o regime de colocação de professores é o da BCE, as outras escolas seguem um outro regime de colocação em que se adota como critério de seleção dos professores a lista graduada nacional que é composta por todos aqueles que se candidataram”.
Na minha opinião, a terminologia que utilizou em termos de concurso e prioridades estabelecidas nessas colocações não foi a correta, de acordo com o estipulado no decreto-lei nº 83-A/2014 de 23 de maio. Por outro lado, de acordo com o ponto 5, do artigo 40, “A satisfação das necessidades docentes é feita prioritariamente pelos docentes de carreira e, subsidiariamente, pelos docentes que se encontram na bolsa de contratação, por ordem decrescente da lista graduada”.
Concluindo, não pense o MEC, fazer o mesmo que fez este ano letivo 2014/2015 quando colocou, no meu caso, um professor em BCE quando existiam vários professores do QA/QE por colocar nesse momento na Reserva de Recrutamento no grupo 240 tendo eu, pelo menos, concorrido a esse Agrupamento.
Já o referi anteriormente que não vou deixar passar essas ilegalidades. Espero que outros colegas estejam atentos e denunciem.