Dará Entrada Direta Num Curso Superior?

… na área de informática?

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Pelo menos três alunos dos 11º e 12º anos da Escola D. Inês de Castro, em Alcobaça, terão conseguido aceder aos enunciados das provas de matemática antes de elas terem sido dadas às turmas. Suspeita-se de que os jovens tenham conseguido descobrir a palavra-passe e entrado no correio eletrónico da reprografia da escola, onde chegavam os enunciados enviados pelos professores. O caso obrigou a escola a rever as medidas de segurança no acesso à conta de email da reprografia, que tem agora nova palavra-passe, mudada com frequência e comunicada aos professores de forma mais segura. 

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9 comentários

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  1. “mudada com frequência e comunicada aos professores de forma mais segura.”

    Para que precisam os professores de saber a palavra-passe do e-mail da reprografia?

      • Simples on 11 de Junho de 2015 at 19:44
      • Responder

      Para a facultarem aos alunos e por conseguinte estes terem acesso aos testes….hahahahaha

      • cristal on 11 de Junho de 2015 at 20:15
      • Responder

      Sou professora nesse agrupamento e garanto que não tenho acesso à palavra passe do mail da reprografia, como é óbvio.

  2. Por isso é importante a formação TIC e a presença de professores qualificados na área dentro das escolas. Há casos como este às dezenas, de certeza… só que não são descobertos!

      • tic0 on 11 de Junho de 2015 at 22:44
      • Responder

      Os “professores qualificados” vão fazer o quê se o MEC cortou nas horas do PTE? Vais fazer de admin quando tens 400 e tal alunos por semana? Mais vale ires atirar-te da ponte. A segurança hoje em dia não é brincadeira, não se faz em part-time. As escolas precisam dum funcionário só para a informática, que se actualize, que consulte CVEs e afins diariamente, etc. Se eles fossem gente com miolos, propunham contratos aos profs de informática, por exemplo os que ficam em horário zero. Eu aceitaria sem pensar duas vezes!

    • Luis on 11 de Junho de 2015 at 17:54
    • Responder

    Os alunos, por vezes andam a espreitar a reprografia da minha escola, principalmente quando se apercebem que os professores querem imprimir testes, qualquer aluno tem acesso ao computador, pois fica em cima do balcão, há professores que ao fazerem o download dos testes do mail por exemplo, não vão às transferências apagar o ficheiro e o teste fica à mão dos alunos, basta dizerem à funcionária que querem imprimir qualquer coisa, ao aceder ao computador guardam numa pen o teste.

    • Armando Oliveira on 11 de Junho de 2015 at 19:22
    • Responder

    Alunos a saberem os testes…….são aos montes……. já ninguém se importa…até convém assobia-se para o lado….como os alunos não estudam mesmo até calha bem!!!

    • tic0 on 11 de Junho de 2015 at 22:36
    • Responder

    Queriam milagres? Ou se é prof de Informática ou se é administrador… Queriam pagar uma bagatela para terem um prof+um administrativo+um admin pelo preço da mijona, não é? Um admin faz-se pagar e bem, é a tempo inteiro… Quando a esta miséria se junta empresas de M… E… R… etc… então o panorama é ainda mais trágico, porque se anda a pagar a incompetentes… e os próprios pagadores nem fazem ideia do que é competência nesta área…

    • Gaspar Vaz on 12 de Junho de 2015 at 16:12
    • Responder

    Sou, com orgulho, o Diretor desta Escola, a escola-sede do grande Agrupamento de Escolas de Cister-Alcobaça (cerca de 4000 alunos e outros dados também gigantescos.
    Num agrupamento gigantesco, até os filhos da mãe são grandes, sobretudo quando servidos por pasquins que, entre dois anúncios de meninas de rabo ao léu virado para a lua, descobrem os profissionais da maledicência.
    Quero apelar ao sentido crítico de quem conheça, um pouquinha que seja, o universo de uma escola para se pronunciar sobre a distribuição de passwords, embora seguras, da reprografia aos professores…
    Quero também dizer que este assunto – esta pseudonotícia – já foi analisada pela IGEC, já foi discutida internamente com os professores supostamente visados, já justificou a tomada de medidas de segurança adicionais para (continuar a) preservar a inviolabilidade da Reprografia.
    Quero garantir que não há nenhuma evidência de que haja alunas que tivessem lucrado com o suposto “assalto à password”: as duas alunas que foram indiciadas, sem que nada tivesse sido provado, tiveram descidas, não apenas a matemática, mas à generalidade das disciplinas. Não resulta, de resto, estranho que se tenham concentrado na matemática, quando o acesso à reprografia daria vantagens generalizadas?
    Num agrupamento destas dimensões, as tensões – que já não eram pequenas na “pequena” Escola Secundária D. Inês – tornam-se significativas e fomentam que os lacraus, que já existiam, saiam das suas habituais cavernas.

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