… para os mais distraídos, para os que defendem os exames como prova de rigor e exigência…. a prova que não são os professores que fazem “uso” do “facilitismo”…
Só 2% dos chumbos acontecem nos exames. O presidente do Conselho Nacional de Educação aponta os testes internos das escolas como causa do elevado número de reprovações. Associação Nacional de Professores discorda da existência dos exames nacionais.
“Neste momento, o que se questiona é se vale a pena realmente existir esta prova, com este rigor e stress, que é colocado tanto para os alunos como para os docentes e para a escola”, afirma Paula Carqueja.
Venham lá agora os “entendidos” falar das causas… ou seja, do fator económico, porque isso é que importa, as crianças são meros instrumentos de um qualquer laboratório experimental…




4 comentários
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Só gostava que se juntassem e se entendessem todos (docentes incluídos!!!) quanto ao rumo a tomar na Educação. Andam há anos a fazer experiências com resultados duvidosos e/ou desastrosos. Estou farta disto tudo…
Não, a verdadeira razão, que é controlar professores e escolas, continua válida como sempre. A contar 30% da nota, nunca foi objetivo dos exames a exigência para com os alunos.
No secundário os exames também contam 30% e o efeito é muito maior. Por causa da escala usada. É que no secundário se a a classificação interna for 10 e no exame tiver 8 a classificação final é 9 e reprova. Ou seja (passando para percentagem) no secundário este aluno teria entre 37,5 e 42 e reprovava.
Mudem a escala de avaliação no básico (por exemplo de 0 a 10) e esta conversa muda logo.
Pois… mas ninguém falou do secundário… o que está em causa são os exames do básico.