Outubro 2012 archive

Falta de Vergonha

Professores sem subsídio de desemprego desde Setembro

 

Muitos professores que não conseguiram trabalho em Setembro continuam sem receber o subsídio de desemprego, havendo casos de casais nestas circunstâncias, o que já levou a Federação Nacional da Educação (FNE) a pedir a intervenção do Governo

 

Uma das professoras nesta situação, Ana Silva, recebeu esta semana a informação nos serviços de Segurança Social da sua área de residência de que talvez receba o subsídio a 22 de Novembro.

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São 17!

Diretores de 17 agrupamentos negam irregularidades na colocação de professores

 

Diretores de 17 agrupamentos escolares, de norte a sul do país, enviaram uma exposição ao ministro da Educação, Nuno Crato, a negar as irregularidades que a tutela alega para a anulação dos contratos de colocação de professores.

O documento, a que a agência Lusa teve hoje acesso, subscrito pelos 17 responsáveis, após uma reunião em Lisboa na segunda-feira, esclarece que todo o processo de contratação de docentes nas escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) decorreu com “seriedade” e “isenção” e garantiu o princípio de “transparência e igualdade de tratamento do universo de candidatos”.

A 15 de outubro a tutela anunciou que, nos casos em que a Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) identificou irregularidades nas contratações das escolas TEIP, foi determinada a anulação dos respetivos procedimentos concursais.

Os diretores garantem que os agrupamentos escolares estavam preparados para analisar as reclamações que tinham entrado na IGEC, com o objetivo de se verificar, se, nalgum caso, a decisão das escolas não tinha sido adequada, havendo indício de alguma irregularidade.

“Inexplicavelmente, nada disso aconteceu e, passado cerca de um mês após o trabalho da IGEC, fomos confrontados com uma decisão de anulação dos contratos”, lê-se na exposição.

Esta decisão da tutela, segundo os 17 diretores, “retira credibilidade junto da comunidade educativa” e “põe em risco o sucesso educativo dos alunos e as metas que os agrupamentos contratualizaram com a tutela”.

Além disso, “ameaça o funcionamento e a estabilidade das escolas”, uma vez que alguns professores dizem que, caso os seus contratos venham a ser anulados, não pretendem assegurar o serviço docente até à sua substituição, “o que provocará o colapso das mesmas”.

Na maioria das escolas, quase metade do corpo docente é composto por professores contratados, que agora apresentam “grande nervosismo”, sustenta o ofício.

De acordo com o documento enviado a Nuno Crato, a decisão de anular os contratos de colocação de professores nas escolas TEIP, “perturba fortemente as comunidades educativas, nomeadamente pais, encarregados de educação e alunos, que se encontram em ebulição”.

Os diretores alertam para o facto de, a cada dia que passa, ser “mais difícil controlar as manifestações públicas com recurso ao encerramento de escolas e agitação no decorrer das atividades letivas”.

A missiva termina com um apelo dos diretores dos agrupamentos escolares ao ministro da tutela para que seja encontrada uma solução que “ponha termo ao clima de insegurança e de mal-estar que se está a instalar nas escolas”.

Numa nota enviada à agência Lusa, na terça-feira, fonte do Ministério da Educação reiterou que “todos os contratos serão anulados no estrito cumprimento da lei”.

A mesma nota refere ainda que será acautelada “a contagem do tempo de serviço e a remuneração já recebida, devendo estes docentes regressar à reserva de recrutamento caso tenham concorrido ao concurso para a satisfação das necessidades temporárias. Podem também, naturalmente, candidatar-se à mesma oferta de escola onde inicialmente tinham sido colocados”.

A associação de pais da escola básica da Apelação, em Loures, lançou um abaixo-assinado para impedir a anulação do contrato de 24 professores.

Na Amadora, pais de alunos do Agrupamento de Escolas Cardoso Lopes também protestaram contra a anulação de contratos de 29 professores.

A direção do Agrupamento de Escolas de Vialonga (Vila Franca de Xira), os pais e os alunos estão contra a anulação de contratos de 38 professores e prometem avançar com ações de luta.

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Pareceres sobre a Vinculação Extraordinária

Depois de já ter publicado o parecer da FNE sobre a vinculação extraordinária surgem outros pareceres das seguintes organizações sindicais.

 

FENPROF

SINDEP

SPLIU

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Blogosfera – Profblog

Despesas com a Educação em percentagem do PIB

 

 

Nem 8 nem 80.

Na minha opinião os 5% deveriam até ser constitucionais ou como agora dizem, numa lei da valor reforçado.

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A Refundação

…começou “oficialmente” hoje com o pagamento de uma taxa de frequência (propina) pelo ensino de Português no Estrangeiro.

Não tarda e esta medida também chegará cá.

Novo regime do ensino no estrangeiro introduz propina e contratação de professores por dois anos

 

A introdução de propinas e a contratação de professores por dois anos são as principais alterações introduzidas pelo novo regime do ensino de português no estrangeiro (EPE), publicado hoje em Diário da República e que entra em vigor quarta-feira.

O diploma institui a “possibilidade de cobrança” de taxas de frequência (propinas) nos casos em que “o Estado português for responsável pelo ensino“, ou seja nos cursos de português paralelos aos sistemas de educação dos países de acolhimento, e de taxas pela certificação das aprendizagens aos alunos que queiram ver as suas competências reconhecidas.

As referidas taxas serão aplicadas à generalidade dos alunos, exceto nos casos de “comprovada carência ou insuficiência económica”.

 

Decreto-Lei n.º 234/2012, de 30 de Outubro que procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 165/2006, de 11 de agosto, que estabelece o regime do ensino português no estrangeiro

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A Saga Continua

… e pelo andar da carruagem irá durar todo o ano.

Directores criticam Ministério por problemas nos contratos

 

Por todo o país, escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) e escolas com autonomia estão a ser notificadas para anular contratos de professores. Em causa está a utilização de critérios de selecção como a continuidade pedagógica (ter-se dado aulas anteriormente na escola) e a forma como os directores escolheram os candidatos na plataforma do Ministério da Educação e Ciência (MEC).

Mas se o Ministério fala em reposição da legalidade, os directores respondem que a lei é confusa, as instruções para os concursos chegaram tarde e todos os critérios foram validados pelas Direcções Regionais de Educação.

Em muitas das escolas contactadas pelo SOL, os contratos anulados chegam aos 30 ou 40. Nalguns casos representam mais de 50% do corpo docente. Mas não há ainda números globais, já que as inspecções ainda estão a decorrer.

«Não percebemos o que se está a passar, até porque a continuidade pedagógica é um critério aceite nas outras escolas, que não são TEIP e não têm autonomia. E é um conceito que está na lei», diz ao SOL um director, que não quer ser identificado. Noutra escola, o director diz não perceber por que vai ter de anular 40 contratos, «quando foram usados exactamente os mesmos critérios de selecção de outros anos».

Uma directora de uma TEIP da Grande Lisboa recorda que a introdução da graduação profissional dos candidatos – que valia 50% na selecção, enquanto a outra metade era composta por uma entrevista ou avaliação curricular – «veio tornar mais complexo o processo». Mais ainda, explica, porque «os candidatos tinham de ser chamados para a entrevista por tranches de cinco, sendo que a escola não podia voltar a chamá-los se, depois de entrevistada a tranche seguinte, se chegasse à conclusão de que os mais aptos estavam na primeira».

Os directores acusam ainda o MEC de ter dado orientações confusas e tardias. «O manual de utilização da plataforma electrónica só ficou pronto a 19 de Outubro e alguns esclarecimentos só chegaram no dia 16 deste mês, quando a maioria das colocações foi no início de Setembro», critica um dirigente escolar.

Falta saber se os directores serão pessoalmente responsabilizados pelos contratos anulados. «O mais incrível é que nunca fui ouvido. Até era bom que o MEC processasse os directores para nos podermos defender», atira o director de uma TEIP.

 

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Retirados Até À Reserva de Recrutamento 8

Evolução do número de docentes retirados das listas de não colocação até à Reserva de Recrutamento 8.

 

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Apreciação da FNE à Proposta de Vinculação Extraordinária

Vinculação extraordinária – Proposta do MEC não satisfaz as nossas preocupações

 

Cumprindo o que tinha sido acordado na passada sexta-feira, 26 de outubro, por altura da primeira reunião de negociação para a vinculação extraordinária de professores contratados, a FNE enviou esta manhã ao MEC um documento de apreciação à proposta inicial da tutela.

É nosso entendimento que o Ministério da Educação está confrontado com um problema grave e complexo mas há que corrigir uma ilegalidade e uma injustiça que envolvem milhares de docentes. A FNE sempre disse que era fundamental respeitar a lei e a dignidade destes profissionais.

Estamos certos que o cumprimento do compromisso assumido com a FNE de realizar ainda este ano uma vinculação extraordinária de docentes contratados é digno de nota positiva. Contudo, a proposta do MEC manifesta-se insuficiente. A solução apresentada não responde à obrigação legal de substituir a precariedade por um vínculo sem termo para todos aqueles que têm direito à vinculação. Fica assim por resolver este problema e a injustiça que lhe está associada.

Fica deste modo claro que a proposta de decreto lei que o MEC colocou à nossa consideração não responde nem à lei, nem às recomendações da Assembleia da República, nem às nossas preocupações e reivindicações.

 

Documento com a apreciação da FNE ao documento inicial do MEC

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E Qual É O Critério de Ordenação?

… para que o candidato com menos pontuação seja o 1º da lista e por conseguinte o escolhido para um horário do grupo 410 no Agrupamento de Escolas D. Filipa de Lencastre?

 

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Números da Mobilidade Interna

Número de docentes em mobilidade interna colocados na RR8.

  

 

Evolução dos não colocados em Mobilidade Interna até à RR8

 

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Número de Colocações na RR8 (CONTRATAÇÃO)

Na Reserva de Recrutamento 8 foram colocados apenas 190 docentes, 46 deles com horário anual e 144 em horários temporários. Dos 46 docentes que obtiveram uma colocação até 31 de Agosto apenas 23 obtiveram em horário completo.

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Reserva de Recrutamento 8

Publicitação das listas definitivas de colocação e não colocação da Reserva de Recrutamento 08

 

Contratação

Docentes de Carreira

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Sandy

…em direto.

 

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Com o João Grancho a Secretário de Estado

Estes casos serão todos resolvidos, ou não?

 

Professora leva com porta e vai para o hospital. É bom que se habituem, diz aos docentes um membro da direcção

 

Algures durante uma semana como outras (que podia ter sido a semana passada) numa escola de um subúrbio de Lisboa cujo nome não me vem à cabeça (e podia aliás ter sido outro) um aluno estava a provocar agressivamente dois colegas. Eles respondiam-lhe, e não havia maneira de a aula poder começar.

A professora tentou chamá-los à razão. Como não obedeceram, chamou duas funcionárias e pediu-lhes que levassem o provocador para a sala de estudo cumprir determinada tarefa – procedimento regulamentar, segundo parece. O provocador recusou a ordem. As funcionárias puxaram, ele resistiu, o impasse durou algum tempo. Por fim, elas disseram que iam chamar o conselho directivo.

Nessa altura o aluno levantou-se e, em tom desafiador, começou a andar vagarosamente para a saída,  distribuindo pequenos toques à sua passagem. A professora foi na mesma direcção, para fechar a porta. Aí ele olhou-a com raiva, pôs o pé a travar a porta, e disse que ela nunca devia ter saído do hospital.

A injúria assustou a professora. que se defendeu como podia, fechando a porta, à qual o aluno, já fora de si, começou a dar pontapés. Ao terceiro, conseguiu abri-la, com tanta força que acertou na professora, a qual caíu no chão, ficando a sangrar copiosamente da cara enquanto os alunos se levantavam gritando – e uma ou outra chorando.

As funcionárias foram chamar o conselho directivo, que não apareceu logo. Vários professores indignados reportariam depois o primeiro comentário que ouviram a um responsável da escola. Na mesma altura em que os bombeiros assistiam a professora ferida antes de a levarem para o hospital, esse responsável terá dito em tom sentencioso, referindo-se aos professores: É bom que se habituem a estes comportamentos hoje em dia.

A mensagem implícita, segundo quem ouviu, era que aquilo (a violência) acontecia aos docentes que não usavam os métodos pedagógicos adequados para lidar com turmas de ‘curriculo anternativo’ ou onde existem alunos que por qualquer motivo têm problemas. Quem precisa de ser educado, portanto, são os professores. Se não se portam bem – se não aplicam os métodos correctos – vem logo o castigo físico.

Pelos vistos, este velho método educativo já não é usado nos alunos (felizmente), mas pode ser usado nos professores mais ou menos à vontade. Será o currículo alternativo deles… Enfim, sempre é progresso.

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Testes Intermédios 2012/2013

Com as informações específicas de cada disciplina já completas.

 

Testes Intermédios 2012/2013


Informações específicas de cada disciplina

1.º Ciclo do Ensino Básico

Matemática – Português

3.º Ciclo do Ensino Básico

 

Ciências Naturais

Físico-Química

Geografia

História

Inglês

Matemática

Português

 Ensino Secundário

 

Biologia e Geologia

Filosofia

Física e Química A

Matemática A

Português

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Professores, Façam-se Respeitar!

Algumas semelhanças com o estado da Educação em Portugal.

 

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Em Que Consiste Essa Moralização?

Na punição das escolas que abusam dos seus poderes na contratação de escola ou na realização de uma prova de ingresso para todos os contratados de forma a fazer parte da sua graduação profissional?

 

Crato quer “moralizar admissão de professores”

 

Reforçar a avaliação externa das escolas e “moralizar o sistema de admissão de professores” são duas prioridades do Ministério da Educação e Ciência para 2013, disse este sábado o ministro da tutela, Nuno Crato, em Lisboa.

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A Música do Blog

Hoje, na casa da música.

 

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Contratações em 2012/2013 Por QZP

Talvez ajude a identificar as necessidades do sistema. Se bem que aqui também estejam incluídas as necessidades temporárias.

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Contratações em 2012/2013

Não considerei que alguns horários em Contratação Inicial e nas 7 Reservas de Recrutamento tiveram docentes que não aceitaram as colocações ou denunciaram os contratos, nem considerei as anulações de horários em Contratação de Escola.

 

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1547 Horários em Concurso no Mês de Outubro

… mas muitos deles anulados em concurso.

 

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Blogosfera – educar a Educação

O preçário de colégios privados do TOP do ranking, o preço médio por aluno nos colégios com contrato de associação, e…

 

 

Pais são melhores gestores que o estado quando optam por pagar a escola dos filhos.  

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A Música do Blog

Para ver em breve

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Afinal…

Ficamos a saber que, independentemente de sabermos ou não quando é o ano letivo anterior à mudança de escalão, durante o primeiro período já se tem de se apresentar o requerimento de observação de aulas e que até final de Janeiro de 2013 serão divulgados e distribuídos os avaliadores externos. Assim, quem supostamente subiria ao 3ª e 5ª escalões até 31 de Agosto de 2013 tem de obrigatoriamente fazer o pedido de observação de aulas até ao final do 1º período.

Já não basta não se saber quando a carreira descongela para ainda termos de andar a verificar tempos de serviço de carreira fictícios para nos enquadrarmos nos momentos de avaliação.

É o que faz não ler tudo até ao fim. 😀

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Pergunta

Se a diferença do custo por aluno em 2009/2010 foi tão pequena entre o Ensino Particular e Cooperativo e o Ensino Público porque razão se necessita novamente rever o financiamento a estas escolas quando em 2012/2013 já se reduziu em cerca de 30000 euros por turma?

Será que alguma escola pública teria a capacidade de ter uma piscina olímpica ou 13 autocarros para transporte dos alunos com o mesmo valor por turma?

Claro que essa faturas ficaram pesadas do tempo das vacas gordas, mas quem acabará por sofrer com novos cortes serão apenas os alunos e os professores dessas escolas.

 

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FNE define como principal objetivo acabar com a precariedade

FNE define como principal objetivo acabar com a precariedade

 

Realizou-se esta sexta-feira a primeira ronda negocial entre o Minstério da Educação e Ciência e os sindicatos para definição e apuramento dos critérios que irão estar na base na vinculação de docentes contratados. A FNE regista como positivo a concretização do compromisso assumido pelo MEC de realizar, até ao final de 2012, um concurso extraordinário de vinculação. No entanto, nesta reunião, a FNE sublinhou que se baterá por um concurso que garanta a eliminação de situações de insegurança, instabilidade e precariedade na profissão. A nossa intenção é que todos aqueles que reúnam mais de 3 anos de serviço efetivo como contratados possam concorrer neste processo.

jds mec 26 out 2012

Na reunião de hoje, presidida pelo secretário de Estado, João Casanova de Almeida, alertamos o Governo para que, na definição do que são as reais necessidades do sistema, o MEC não se limite aquilo a que diz respeito, apenas, ao exigido pelo funcionamento do currículo. Entendemos que a meta da qualidade e eficácia do sistema educativo e o combate ao insucesso escolar, não pode ser levada por diante sem profissionais qualificados e indispensáveis no cumprimento desse objetivo.

sala reunião mec Para a FNE, este processo visa dois objetivos essenciais: por um lado, eliminar os fatores de precariedade, insegurança e instabilidade que têm caracterizado o nosso sistema educativo; por outro lado, permitir que as preocupações essenciais do sistema educativo se concentrem noutros aspetos relevantes e para os quais importa encontrar solução.

Nesta reunião não deixamos de exigir que na definição dos critérios para a vinculação seja assegurado o respeito pela graduação profissional dos docentes e que não haja prejuízo para os atuais docentes dos quadros.

Na próxima semana, depois de reunido o Secretariado Nacional da FNE, será enviada uma proposta ao MEC. A próxima reunião ficou agendada para 5 de novembro.

DII-FNE 26 out 2012

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Sondagem – Ordenação dos Candidatos à Vinculação

Fechei a sondagem sobre o tempo de serviço dos docentes com mais de 3600 dias de serviço e nas 642 respostas dadas, 499 docentes tinham pelo menos esse tempo de serviço no ensino público o que deu uma percentagem de 77,7%. 143 docentes apenas reuniam os 3600 dias de serviço se acumulassem o tempo de serviço do ensino público com o ensino particular.

Assim, de um universo aproximado de 10000 docentes com mais de 3600 dias de serviço apenas 77% dos docentes terá as condições de se candidatar à vinculação extraordinária pelos requisitos apresentados na proposta da semana passada.

 

Deixo aqui nova sondagem para auscultar opiniões sobre alguns dos requisitos que deviam ser considerados como critério de admissão a um concurso de vinculação extraordinária.

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Opinião – Vinculação Extraordinária pela Lista de Graduação

A que se seguirá um post com uma sondagem sobre o tema da vinculação extraordinária.

 

Colega,

 

Apesar de já ter feito um comentário no site, peço que coloque o seguinte texto, que não é mais que uma opinião, mas que poderá fazer alguns colegas refletir em vez de olharem para o próprio umbigo.

 

Concurso para vinculação extraordinária pela lista de graduação, apenas e só! Foi sempre assim em todos os concursos! Ou será que é para servir interesses? Quanto aos que falam do contabilizar apenas o tempo de serviço do público, sejam corretos! Só pensam assim porque vos dá jeito, querem ultrapassar colegas com muitos mais anos de serviço que sempre trabalharam para a causa pública. Sim, porque quem exerceu funções em escolas com contrato de associação, fê-lo. Mais ainda, se não pretendem contabilizar o tempo de serviço do “privado”, então também não deveriam contabilizar aquele proveniente do EPE e das renovações/reconduções das regiões autónomas. Visto que o EPE sempre foi um concurso à parte, ensombrado durante muito tempo por critérios de seleção pouco claros e ao serviço de alguns. E o das RA, dependente do caciquismo instalado. Aliás um comentário sobre os concursos das RA: nunca percebi muito bem as prioridades definidas para esses concursos! Como é possível que um professor proveniente das RA concorra em pé de igualdade com colegas do continente, já não se verificando o oposto, isto é, um professor do continente concorre em segunda prioridade para as RA! Como é possível que ninguém aborde estas questões? Será que não é o mesmo país?.

 

Voltando à questão essencial, os concursos sempre se regularam pela graduação profissional, então porque motivo alterar agora essa forma de ordenação?
Atentamente

ACC

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A Lei da Sobrevivência

Professores da Educação Especial estão a ser substituídos por outros de História, Francês ou EVT

 

A ameaça do desemprego estará a provocar a completa renovação dos professores de Educação Especial (EE) nas escolas, com os mais experientes naquela área a serem substituídos por outros, que, apesar de terem mais tempo de serviço no ensino regular, nunca contactaram com crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE).

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Público vs Privado

Enquanto não ler o relatório do Tribunal de Contas na integra escuso-me a comentar as notícias de hoje e Vitor Gaspar nesta altura não olhará a meios para cortar onde puder.

E este documento também prova que o ensino privado protocolado em algumas situações fica mais barato que o público.

 

Custo por aluno do ensino público inferior ao do particular

 

Alunos do privado saem mais barato ao Estado a partir do 2º ciclo 

 

Os alunos do ensino privado custam menos ao Estado do que os alunos do ensino público, de acordo com uma auditoria do Tribunal de Contas para saber o custo médio por aluno, que teve em conta o ano lectivo 2009/2010.

O valor financiado por aluno nos colégios privados com contrato de associação é, em média, 4.522 euros, menos 126 euros do que foi apurado para o ensino público.

 

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Despachos Sobre Avaliação de Desempenho

Faz sentido quando existe uma carreira congelada ad eternum aparecerem estes dois despachos?

É que será sempre difícil saber quais são os últimos dois anos do ciclo avaliativo e muito menos saber qual é o último ano para os docentes do 5º escalão, a não ser que digam que tudo isto descongela já no dia 1 de Janeiro de 2013. 😀

 

Despacho nº 13981/2012 – Estabelece os parâmetros nacionais para a avaliação externa da dimensão científica e pedagógica a realizar no âmbito da avaliação do desempenho docente

 

Despacho normativo nº 24/2012 – Regulamenta o processo de constituição e funcionamento da bolsa de avaliadores externos, com vista à avaliação externa da dimensão científica e pedagógica

 

Artigo 10.º
Procedimento administrativo da observação de aulas

1 — A observação de aulas pelos avaliadores externos é realizada num dos dois últimos anos escolares, devendo o processo de avaliação do desempenho ficar concluído até ao fim desse ano escolar e nas seguintes condições:
a) Antes do fim de cada ciclo avaliativo para a generalidade dos docentes;
b) No último ano escolar anterior ao fim do respetivo ciclo avaliativo, para os docentes integrados no 5.º escalão.

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E Que Tal Uma Reunião à Mesma Hora

… para as “vitimas” que foram ilegalmente “desalojadas” desses concursos?

E depois marcam uma concentração na escola para o dia de greve GERAL, perdão IBÉRICA, perdão EUROPEIA?

Hummmm….

 

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Blogosfera – Educar Portugal

O MEDO CONVENIENTE DO PCP: De que é que o PCP tem medo?! – Resposta a um pedido de declaração de inconstitucionalidade da manutenção dos professores contratados a contrato por 10, 15, 20 anos

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Estando Prestes a Terminar as DRE

João Grancho substitui Isabel Leite

 

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Evolução dos “DACL” Até à RR7

Este quadro representa a evolução do número de docentes dos quadros em ausência da componente letiva desde o dia 31 de Agosto de 2012 até à Reserva de Recrutamento 7.

 

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Pela Fernando Pessoa, em Lisboa

… estão em concurso 9 horários por anulação dos contratos anteriores.

Por estes dias devem começar a aparecer novas ofertas de escola de outros agrupamentos que também procederam ilegalmente à contratação de professores.

No fim far-se-á a contabilização dos horários anulados.

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Número de Horários em Concurso Por Escola

O próximo ficheiro apresenta o número de horários pedidos por cada um dos agrupamentos de Escolas/Escolas não agrupadas na aplicação das contratações de escola, apenas para os grupos de recrutamento. Excluí destes números as contratações de escola para Técnicos Especializados.

No total foram pedidos 4549 horários, se bem que grande parte deles tenham sido anulados em concurso.

Se retirarmos desta lista as Escolas Artísticas, temos como escolas top de contratações o Agrupamento de Escolas de Vialonga e o Agrupamento de Escolas do Cerco ambas com 84 pedidos de horários.

Por curiosidade, até ao dia 30/10/2012 foram pedidos 2999 horários para Técnicos Especializados.

 

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É Bom a Convergência de Posições

…para uma reunião que se inicia amanhã com o MEC para o início do processo negocial de vinculação de professores contratados.

FNE REÚNE COM ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES CONTRATADOS

 

Delegações da FNE e da recentemente constituída Associação Nacional de Professores Contratados reuniram no dia 24 de outubro, em Lisboa, a propósito da proposta do MEC para a realização de um concurso extraordinário para a vinculação de docentes contratados.
As duas delegações analisaram a proposta do MEC e as perspectivas que ambas as organizações defendem em relação a esta matéria, tendo sido verificada uma ampla convergência de pontos de vista.
A eliminação da precariedade, da instabilidade e da insegurança, quer dos docentes, quer das escolas, foi a preocupação dominante deste encontro, o qual permitiu que, pelas ações convergentes das duas organizações se obtenham ganhos significativos para o sistema, valorizando e reconhecendo os profissionais envolvidos neste processo.

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Portugal está a desperdiçar o mercado de trabalho do futuro!!!!

Chegou-me comunicado da ANPRI com este documento em anexo.

 

ANPRI – “Portugal está a desperdiçar o mercado de trabalho do futuro!!!!

 

 

Estimados Senhores,

 

Enquanto organização representante dos profissionais do grupo de recrutamento de Informática, cumpre à ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática), fazer eco das preocupações dos seus associados. Contudo, o que nos levou a tomar esta posição de dar a conhecer o que nos preocupa prende-se sobretudo com o fato de para além de sermos professores, também somos pais e membros de uma sociedade que se quer evoluída e integrada no mundo atual. Vimos por este meio dar a conhecer essas preocupações numa tentativa de alertar para os graves problemas que temos e estamos a enfrentar.

Se a tecnologia é o futuro, a escola está a fazer um trabalho pobre e lamentável na preparação dos seus jovens. Está na hora de reformar realmente o nosso Ensino e iniciar a aprendizagem de informática nas escolas secundárias de forma a motivar e preparar os alunos para o futuro e não para o passado.

Por mais dúvidas que existam acerca do que é ou pode vir a ser esta nova sociedade, é já bastante certo e visível o enorme impacto das tecnologias da informação e da comunicação no dia-a-dia dos cidadãos e das organizações. Milhares de vagas no sector da informática estão por preencher, por falta de candidatos, em Portugal e em quase todo o mundo. Para além disto, o sector da tecnologia deve crescer muito acima de todos os outros até 2020.

 

Porém, o país incompreensivelmente não aproveita esta hipótese! Apesar da alta empregabilidade, o número de licenciados em informática não tem acompanhado a procura e, talvez de forma bastante mais grave, a nível do ensino secundário, praticamente não existir formação nesta área. O resultado é que a maioria dos alunos acaba o ensino secundário sem nunca ter aprendido conceitos básicos de programação ou de redes de computadores, sendo praticamente analfabetos funcionais ao nível das tecnologias.

 

Estamos a perder oportunidades únicas e não nos podemos dar ao luxo de o fazer.

 

Gratos pela vossa atenção.

Cumprimentos,

P’ Direção

Lúcia Ruão

Associação Nacional de Professores de Informática – ANPRI

Escola Secundária D. Dinis – Lisboa – Rua Manuel Teixeira Gomes – 1950-186 LISBOA [email protected]

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Quando Descobrirem

… que a Educação Especial para contratados pode ter terminado, pouco importa dirigir uma carta aberta ao ministro da Educação a pedir que a experiência na Educação Especial se sobreponha ao tempo de serviço da formação inicial, no caso dos docentes contratados.

Não quero fazer o papel de advogado do diabo mas fica muito mais barato ao estado investir numa formação de meia dúzia de meses nos professores dos quadros de forma a eliminar ausências de componente letiva e fazer face às necessidades dos grupos da Educação especial do que contratar docentes deste grupo de recrutamento. E também porque o espectro da mobilidade especial anda no ar muitos destes docentes dos quadros estão neste momento a suas custas a realizar especializações nesta área e pretenderão mudar para estes grupos no próximo concurso sem pensar duas vezes, mesmo que a sua componente letiva ainda esteja segura no grupo de origem.

Esta é a única resposta que tenho para alguns mails que me chegaram a perguntar se nesta altura ainda valia a pena fazer a especialização na Educação Especial.

Também digo que a formação acrescida não faz mal a ninguém mas pensem duas vezes se valerá a pena investir uns milhares de euros numa área com poucas perspectivas de colocação no futuro.

Veremos também se para a vinculação extraordinária aparecem vagas para os grupos 910, 920 e 930.

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