São 17!

Diretores de 17 agrupamentos negam irregularidades na colocação de professores

 

Diretores de 17 agrupamentos escolares, de norte a sul do país, enviaram uma exposição ao ministro da Educação, Nuno Crato, a negar as irregularidades que a tutela alega para a anulação dos contratos de colocação de professores.

O documento, a que a agência Lusa teve hoje acesso, subscrito pelos 17 responsáveis, após uma reunião em Lisboa na segunda-feira, esclarece que todo o processo de contratação de docentes nas escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) decorreu com “seriedade” e “isenção” e garantiu o princípio de “transparência e igualdade de tratamento do universo de candidatos”.

A 15 de outubro a tutela anunciou que, nos casos em que a Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) identificou irregularidades nas contratações das escolas TEIP, foi determinada a anulação dos respetivos procedimentos concursais.

Os diretores garantem que os agrupamentos escolares estavam preparados para analisar as reclamações que tinham entrado na IGEC, com o objetivo de se verificar, se, nalgum caso, a decisão das escolas não tinha sido adequada, havendo indício de alguma irregularidade.

“Inexplicavelmente, nada disso aconteceu e, passado cerca de um mês após o trabalho da IGEC, fomos confrontados com uma decisão de anulação dos contratos”, lê-se na exposição.

Esta decisão da tutela, segundo os 17 diretores, “retira credibilidade junto da comunidade educativa” e “põe em risco o sucesso educativo dos alunos e as metas que os agrupamentos contratualizaram com a tutela”.

Além disso, “ameaça o funcionamento e a estabilidade das escolas”, uma vez que alguns professores dizem que, caso os seus contratos venham a ser anulados, não pretendem assegurar o serviço docente até à sua substituição, “o que provocará o colapso das mesmas”.

Na maioria das escolas, quase metade do corpo docente é composto por professores contratados, que agora apresentam “grande nervosismo”, sustenta o ofício.

De acordo com o documento enviado a Nuno Crato, a decisão de anular os contratos de colocação de professores nas escolas TEIP, “perturba fortemente as comunidades educativas, nomeadamente pais, encarregados de educação e alunos, que se encontram em ebulição”.

Os diretores alertam para o facto de, a cada dia que passa, ser “mais difícil controlar as manifestações públicas com recurso ao encerramento de escolas e agitação no decorrer das atividades letivas”.

A missiva termina com um apelo dos diretores dos agrupamentos escolares ao ministro da tutela para que seja encontrada uma solução que “ponha termo ao clima de insegurança e de mal-estar que se está a instalar nas escolas”.

Numa nota enviada à agência Lusa, na terça-feira, fonte do Ministério da Educação reiterou que “todos os contratos serão anulados no estrito cumprimento da lei”.

A mesma nota refere ainda que será acautelada “a contagem do tempo de serviço e a remuneração já recebida, devendo estes docentes regressar à reserva de recrutamento caso tenham concorrido ao concurso para a satisfação das necessidades temporárias. Podem também, naturalmente, candidatar-se à mesma oferta de escola onde inicialmente tinham sido colocados”.

A associação de pais da escola básica da Apelação, em Loures, lançou um abaixo-assinado para impedir a anulação do contrato de 24 professores.

Na Amadora, pais de alunos do Agrupamento de Escolas Cardoso Lopes também protestaram contra a anulação de contratos de 29 professores.

A direção do Agrupamento de Escolas de Vialonga (Vila Franca de Xira), os pais e os alunos estão contra a anulação de contratos de 38 professores e prometem avançar com ações de luta.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2012/10/sao-17/

65 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • Miguel Castro on 31 de Outubro de 2012 at 15:48
    • Responder

    Admirava-me era se eles não negassem!!
    Depois de anos e anos de trafulhices, agora que se tenta repor a legalidade é o “ai jesus”.

    TENHAM VERGONHA!!!!

    • Clio on 31 de Outubro de 2012 at 16:10
    • Responder

    Estes abaixo assinados são curiosos.

    Se forem tidos em conta, também passará a ser possível fazer o mesmo mas para colocação de um professor em determinada escola.

    • Inês 510 on 31 de Outubro de 2012 at 16:55
    • Responder

    Ao ler o que foi escrito apenas consigo pensar: FICA TUDO NA MESMA!!
    Os coitadinhos que foram colocados nem por sombras sabiam que o processo estava a decorrer de forma ilegal?!.
    É vergonhoso que existam professores com tão pouca visão e inteligência. É devido a este tipo de pessoas que a nossa profissão está a ficar com pouca credebilidade.

      • Joana on 1 de Novembro de 2012 at 11:18
      • Responder

      Os professores que concorreram a estas ofertas, provavelmente estavam descansados… Pois a plataforma onde foi feito o concurso, pertence ao ministério da Educação, instituição essa que devia ser credível…

    • Catarina Z on 31 de Outubro de 2012 at 18:02
    • Responder

    Nem crediveis nem dignos com pessoas destas no grupo.
    Parece que é este o país que queremos! Que clima doentio!
    O Dr Crato precisa de agilizar este processo por ser prioritário e ilegal!
    Os síndicatos aqui estão em stand-by. É muito picante e não interessa.
    Vamos ver se fazemos algo por nós, pelo sistema e pelo País. Não se está a pedir nada a mais, só queremos que seja reposta a legalidade e acabar com a promiscuidade, denunciando, como já fizemos e exigindo como estamos a fazer.
    Que exposição hipócrita!!

    • Farta123 on 31 de Outubro de 2012 at 18:08
    • Responder

    Incrivel.. Para isto há ameaças de fechar escolas… Tanta coisa mais grave e não vejo a mesma preocupação dos pais e diretores… Onde vai parar isto… Vergonha…

      • C3PO on 31 de Outubro de 2012 at 20:09
      • Responder

      Que coisas mais graves? tem noção que algumas dessas escolas ficaram de um dia para o outro com menos 20-40 professores?
      A minha Escola que é 3+S tem 100 professores imagine de um dia para outro ficarmos com menos 40… não é grave?

      Acham injusto a continuidade pedagógica ser assegurada nas escolas TEIP e de Autonomia? (sim porque muita gente duvido que saiba que os contratos destas escolas nunca podem ser renovados… e dai estes critérios ano após ano) Então porque não reclamam também com as listas dos renovados do concurso anual? já se deram ao trabalho de ir ver se nessas listas não estão lá colegas com pior graduação que as vossas?

        • pika on 31 de Outubro de 2012 at 21:33
        • Responder

        Caro(a) robot,
        “imagine de um dia para outro ficarmos com menos 40… não é grave?”
        Eu não tenho uma imaginação assim tão parideira! (muito menos “de um dia para o outro” …) Sabe porquê? Porque eu sei que esses 40 serão substituídos por outros 40! Se souber aritmética elementar, saberá que não ficará a faltar nenhum!
        Paz à sua alma …

          • C3PO on 2 de Novembro de 2012 at 0:15

          Mas andamos a brincar agora?

          Está mesmo a dizer que não é de uma dia para o outro? É no instante em que chegar o fax…
          Está a esquecer que para essas 20-40 vagas vão ter de ir a RR e voltar para trás, vão ter de ser aprovadas pela DREL para depois irem para OE durante 3 dias para depois ser seleccionado o candidato, e no meio disto o que acontece aos que já lá estavam?

          E já agora quando chega pela primeira vez a uma escola (por exemplo agora) no meio de
          reuniões intercalares e de avaliações é tudo super pacifico e nada problemático não é?

        • Miguel Castro on 1 de Novembro de 2012 at 9:28
        • Responder

        Ficaram sem 20-40 e muito bem. Serão subsituídos por outros que lá entram de forma justa e legal. Não se arme em virgem ofendida, pff.
        Mainada.

          • l.o.-.o.l on 1 de Novembro de 2012 at 11:32

          pikas no castro, Sabe quando é que isso vai acontecer?
          Jamais!!! eh, eh, eh

          És boa na aritméca, pá!
          e tão ridicula ao mesmo tempo….

    • S. on 31 de Outubro de 2012 at 18:37
    • Responder

    Sejamos realistas e não egoístas
    Escreve este artigo porque não posso deixar de manifestar o meu profundo desagrado pelos meus colegas de profissão.
    Há alguns anos atrás, ouvia frequentemente os meus colegas mencionarem que preferiam ficar desempregados do que lecionar numa escola TEIP; ouvia frequentemente que as escolas TEIP estavam excluídas das suas hipóteses de colocação, devido ao facto de serem um meio escolar complexo, tal como o próprio nome indica.
    Os diretores destas escolas depararam-se com esta problemática e mesmo assim receberam de forma sincera e cordial o corpo docente que, sem medo, aceitou este desafio, quando a grande maioria de outros professores “fugiam” de lá.
    Neste momento, a situação mudou: perante o desemprego e a ausência de colocação, devido apenas à péssima organização dos recursos humanos e materiais dos nossos governantes, os professores decidiram que as escolas TEIP já podem ser uma tábua de salvação; agora já desejam a sua integração nestas escolas, esquecendo rapidamente o significado de escolas TEIP ou com autonomia.
    Será que os meus colegas só têm força para se unirem contra outros colegas? Será que não somos capazes de lutar, todos juntos, contra esta política e não contra os professores que de forma honesta e sincera, deram e continuam a dar o seu melhor nestas escolas?
    Relembro e deixo bem explicito que os subcritérios do concurso das escolas TEIP foram validados pelo Ministério da Educação e não pelas respetivas escolas, dando-me a sensação que é o mesmo Ministério que já se esqueceu, ou finge esquecer, da tomada de decisão que tomou.
    Colegas revoltados não sejamos egoístas mas realistas: os colegas das escolas TEIP escolheram trabalhar nestas escolas, enquanto vocês preferiam o desemprego. Agora estas escolas já servem? Já são melhores do que o desemprego? Esquecem-se que estes professores foram informados, no início de setembro, que tinham sido selecionados para uma vaga anual e passados, sensivelmente dois meses, receberam ordem de anulação de contrato devido a ilegalidades aceites e aprovadas pelo Ministério? Afinal de quem é a culpa? Estamos a brincar com a vida pessoal e profissional destes docentes?
    Muito me entristece esta situação! Não trabalho nem nunca trabalhei numa escola TEIP ou com autonomia mas admiro os colegas que lá estão, que ao contrário dos que agora tanto reclamam, foram corajosos e aceitaram, desde alguns anos atrás, este desafio, dando provas do seu esforço, trabalho e mérito.
    Termino deixando um conselho: façam uma paragem de consciência, analisem todo o processo e verifiquem que os professores das escolas TEIP merecem o vosso respeito. Afinal os egoístas não são eles mas quem está contra eles.
    Colegas das escolas TEIP não desistam, os vossos alunos precisam de vós!

    Professora contratada, com oito anos de serviço

      • l.o.-.o.l on 31 de Outubro de 2012 at 21:41
      • Responder

      Bravo S.!!!

      Já agora, será que os critérios das ofertas de escola não TEIP são legais? Por que será que só falam em TEIP. É tão fácil passar a responsabilidade de um suporte legislativo caótico, para os Directores.
      Parece que o Daniel descobriu a pólvora mas pelo menos ele percebe porque é legal os Directores passarem as tranches que entenderem até encontrar o candidato que já conhecem e em quem a escola investiu, dando a formação prevista nos sucessivos PAA dos últimos 3 anos. Os colegas que desconhece as escolas, chamam-lhe cunhas. Desconhecem que bastantes foram abandonando, fugindo, recusando passados poucos dias, etc.

    • Sinistro on 31 de Outubro de 2012 at 18:45
    • Responder

    Metam a contratação pública no cú. As escolas deviam ser livres de contratarem quem querem, já chega da palhaçada de graduações e coisas do género. Estamos no Séc. XXI, acabou a década de 90, em que o Estado era paizinho desta gente toda. Vão mas é trabalhar. Quem tem competência não tem medo e não se esconde atrás de falsas graduações. Espero que os ventos do Liberalismo acabem de vez com esta palhaçada do público. Autonomia TOTAL para as Escolas. Acabem com os Concursos Nacionais, parece que ainda vivem na Europa do século passado. Por tretas destas é que Portugal está como está, constantemente a arranjar empregos para esta gentinha toda. Só neste país de 3º mundo é que isso ainda acontece. Onde está a competitividade? Em lado nenhum! Enquanto estiveram escondidos atrás destas ideias esquerdistas do todos iguais, continuamos a chafurdar na lama. Foram eles que nos trouxeram até aqui. O Estado não tem de garantir emprego a ninguém, vão se lixar. Estão contra? Façam como os enfermeiros, há aviões todos os dias. Estão mesmo mal habituados, putos mimados, não procurem soluções e continuem com a ideia dos coitadinhos, sem emprego e que ninguém vos liga nenhuma. Cresçam pá, já chega de choraminguices. Cambada de piegas. Vocês são a vergonha da Europa. A começar por este Arlindo que é sem dúvida nenhuma um comuna hipócrita. Essa treta faliu, acorda para a vida ou apanha um avião para a Sibéria.

      • Vítor Agostinho on 31 de Outubro de 2012 at 20:00
      • Responder

      O seu post levanta várias questões:
      1- Uma ignorância gritante?
      2- Um recalcamento que só um bom psicólogo e/ou psiquiatra pode ajudar a resolver?
      3-“…vão se lixar…”. Sabe o que escreveu/como escrever?
      4- Está ao serviço de quem?
      5- Reprovou quantos anos?
      6- Não tomou a medicação?
      7- Tomou medicação a mais?

      Como diz o bom povo : ” Vozes de Sinistro não chegam ao céu”

        • Sinistro on 31 de Outubro de 2012 at 21:47
        • Responder

        E tu és uma besta de esquerda que devia ter sido fuzilado durante o nascimento. Assim espero, que alguém o faça. Vozes de um FDP comuna não me calam, espero que estejas no desemprego até ao fim da tua vida malandro. Mas sem subsídio, vai chular a tua mãe.

          • pika on 31 de Outubro de 2012 at 22:04

          “Onde está a competitividade? Em lado nenhum! ”
          Claro, e a prova disso é que tu deverias ter ido pela sanita abaixo! Mas Zeus decidiu mostrar-nos que é capaz de produzir abortos falantes!

          • Sinistro on 31 de Outubro de 2012 at 22:15

          Mais um cabrão de um comuna, esta merda está cheia deles. Devem ser todos filhos da mesma mãe.

          • Maria on 31 de Outubro de 2012 at 23:15

          Tens muita piada, tens.

    • Nuno on 31 de Outubro de 2012 at 19:37
    • Responder

    Oh Sinistro vai tu para a Sibéria, precisas de refrescar as ideias. Fim da contratação com base na graduação significa iníucio da contratação com base na “cunha”. Talvez o Sinistro tenha uma para meter. Quanto aos diretores dos critérios manhosos se não estão contentes…demitam-se!

      • l.o.-.o.l on 31 de Outubro de 2012 at 21:15
      • Responder

      Oh Nuno, os Directores não se vão demitir porque têm razão. Apenas querem ser ouvidos e se calhar chegou a altura de o serem. O Sr. Arlindo vai ter muito para se rir nos próximos tempos. E os Nunos continuarão por aqui como seguidores atentos da contra-informação em que este blogue é lider. Descanse que estes são apenas os primeiros 17….

        • Nuno on 1 de Novembro de 2012 at 23:24
        • Responder

        Podem e devem ser ouvidos, mas nos casos que têm vindo a público não têm razão nenhuma. É só fatos à medida. Critérios que condicionam a universalidade da contratação pública. Um concurso público (como é uma contratação de escola) não se faz para reconduzir um determinado indivíduo ou reduzir o leque de opções a um único indivíduo…

          • C3PO on 2 de Novembro de 2012 at 0:10

          “não se faz para reconduzir um determinado indivíduo” ai não?

          Que nome é que dá a isto?
          http://www.dgae.min-edu.pt/c/document_library/get_file?p_l_id=1274431&folderId=1278337&name=DLFE-73291.pdf

      • Sinistro on 31 de Outubro de 2012 at 22:12
      • Responder

      Nuno, seu palerma, eu nem trabalho no estado, não sou professor e não preciso de cunhas, mas na minha empresa só trabalha quem eu conheço ou com boas referências. Tu? Nunca trabalharias lá, garanto-te. És apenas mais um incompetente como o Vítor Chulo Agostinho e o Camarada Arlindo, as nulidades supremas.

      1. Não trabalhas no estado nem és professor, porque não tiveste hipótese, mas és daqueles que até tentou, mas como a tua média devia de ser uma merdita, mesmo vindo duma privada de direita, nem à porta de uma escola pública te deixaram passar. É que, na generalidade, ainda é preciso graduação para ficar colocado, daí defenderes o fim de tal.
        Agora, és um pobre frustrado que mais não faz do que visitar blogs de profs e mandar umas asneirolas online. Típico! É que como tu, conhecemos nós muitos! Dizem-se muito empreendedores, donos de empresas xpto, só pessoal assim e assado, bla bla bla, mas se o negócio corresse bem, não vinham para aqui perder tempo, nem aliviar a frustração! Empenha-te no teu negócio otário, ainda vais à falência com tão pouco empenho e deixa os assuntos de professores serem tratados por quem sabe do que fala! Loser!

          • Sinistro on 1 de Novembro de 2012 at 13:06

          Não otário. Sou mesmo empresário. Tenho 50 pessoas a trabalhar e a descontar para te sustentar sua besta. ‘Loser’ és tu que andas a ser pago com o dinheiro dos impostos que nós pagamos. Afinal quem é o ‘loser’ aqui? Vai trabalhar para as obras malandro, não fazes nada, és mais um dos chulos da nossa pátria. Eu não preciso aliviar frustração nenhuma, a única frustração que tenho é ver pelintras como tu a chular os meus impostos, a minha empresa está bem e funciona porque não dou emprego a professores desempregados e de esquerda como esta canalha que anda aqui. Não uso graduações forjadas para empregar ninguém, as pessoas são escolhidas pelo mérito e pela competência, pela capacidade de inovar e trazer ideias novas e nunca por estarem a trabalhar há 10 ou 20 anos, isso não vale a ponta de um corno, só para bestas quadradas é que isso importa. Ganho mais numa semana que tu em dois meses como professor, por isso vai trabalhar para a estrada seu atrasado mental.

          • pika on 1 de Novembro de 2012 at 15:32

          Pois, sinistra figura, tu és tão empresário como eu sou a Madre Teresa De Calcutá! Atira-te ao mar e diz que te empurrei! Deves ser é uma acompanhante paneleiroso para os chulos do governo.

          • P on 2 de Novembro de 2012 at 17:14

          És burro que nem uma porta! Deves ser daqueles que demorou 20 anos para se formar ou nem inteligência teve para curso algum……
          Tens os teus funcionários a descontar para me sustentar? Pois tens! Por isso se servem das escolas públicas para pôr os filhos. Se não descontassem para mim, achas que o salário que pagas dava para sustentar a mensalidade de um colégio no privado para os filhos!?? Eu digo-te burro, não dava! Tinhas tu que inchar, ou achas que se não houvesse estado social, alguém dava conta das despesas com a merda de salários que os da tua laia pagam? Para bons carros, viagens, iphone e blueberry há, os funcionários ficam com a mereca.

          Não dás emprego a professores??!!! Sorte a nossa! De mim, não vês pedido algum…fica sabendo que em catorze anos de trabalho fui cauteloso, poupei, não andei a gasta-lo em boas máquinas como certos empresários que conheci. Se me vir aflito emigro, não vou sustentar patrões, ainda para mais com um país entregue a este governo que condena tudo à falência de tão incompetente. Tenho poupança para me aguentar bem lá fora até arranjar algo fixe, não preciso de ti!

          Nos tempos áureos da construção civil, muitos de vocês fizeram a farra com fartos lucros e agora é o “ai ai ai”…fica também sabendo que aqueles a quem chamas chulos, sempre fizeram descontos como os outros, e todos nós com os nossos descontos agora estamos a ser chamados a pagar subsídio de desemprego, sabes aquém?? A vocês! Os pobrezinhos dos empresários, também têm direito!!!

          Por isso baza…..investe o tempo nos chats do Económico que é a tua cara, pois já vi que para trabalho não estás virado…deixa os profs em paz. Já agora, para quem nem grama o Arlindo insistes em fazer comments… andas a ajudá-lo nos dividendos em publicidade por cada visita e comentário feito??? he he rica esperteza, por isso te digo, és mesmo “loser”!

    • orlando on 31 de Outubro de 2012 at 19:52
    • Responder

    O quê???? “Autonomia TOTAL para as Escolas. Acabem com os Concursos Nacionais, parece que ainda vivem na Europa do século passado.”?????

    Vocês não queriam mais nada, pois não? Só não valoriza a graduação que a tem baixa e não tem hipóteses…! Por isso recorrem ao compadrio das TEIP e AUTONOMIA.
    Eh pá se estão à espera da mãozinha do director para obterem colocação, então concorram às escolas privadas. Querem empreguinhos à maneira nas escolas públicas, arranjados por directores amigos?!
    Não, corruptos, isso não é possível…, ainda estamos num estado de direito.
    Cada vez me apercebo mais que esses diretorzecos e os professorecos que beneficiaram da marosca são farinha do mesmo saco. Repare-se só na argumentação dessa gentalha; é triste.

      • C3PO on 31 de Outubro de 2012 at 20:21
      • Responder

      Gentalha? Desculpe?

      Só não valoriza a graduação que a tem baixa e não tem hipóteses…

      Também conheço muita gente que só valoriza a graduação porque são do tempo em que:
      – Deram aulas ainda nem o curso tinham acabado…
      – Deram aulas sem sequer serem professores…
      – Retornados que passaram à frente de sei lá quantos professores…

      Também conheço muita gente que trata os contratados como gentalha porque:
      – São ainda piores… mas como estão nos quadros são intocáveis, porque nunca qualquer empresa já tinham sido convidados a sair há muito tempo, mas como isto é o Estado falam de barriga cheia…. e a olhar para baixo de uma cadeira alta…

        • orlando on 31 de Outubro de 2012 at 20:42
        • Responder

        Oh meu caro(a) também sou contratado… Concorro a nível nacional e nunca fiquei em TEIP porque sempre aparecia alguém, menos graduado(a) que conseguia o lugar. Há anos, um amigo disse-me que que não ter “maminhas” é desvantagem num concurso TEIP e/ou AUTONOMIA. Na altura ri, mas hoje praticamente não tenho dúvidas
        Esquecera-se que este ano as regras mudaram, foi?! Pois é, alguns dos interessados assobiaram para o lado para ver se colava…. mas não colou e olhe que, por este andar, acabou a mama para muitos.
        GENTALHA QUER SIGNIFICAR GENTE SEM ESCRÚPULOS, nada tem a haver com o facto de ser ou não contratado. Mais uma vez a tentar usar e abusar da interpretação…!
        Sossegue e concorra de novo. Pois se são tão competentes e até estão bem graduados ficarão na mesma escola. O problema é que sabem que pela legalidade muitos ficarão desempregados; essa é que essa.
        TEMOS PENA.

          • C3PO on 31 de Outubro de 2012 at 21:48

          O concorrer a nível nacional nada tem a ver com as TEIP’s não se pode concorrer para lá certo? não percebo esse argumento….

          Nas listas das renovações não há lá gente menos graduada que a(o) colega?
          Mas o meu problema é mesmo as regras terem mudado, mas a meio do concurso… porque é que os colegas nas outras escolas podem ser renovados e eu não? sou menos? querem acabar com as OE estão há vontade, mas acabam também com as renovações….

          Querem fazer um concurso novo com as OE todas? Força! Mas metem lá também as renovações todas…

      • Sinistro on 31 de Outubro de 2012 at 22:30
      • Responder

      Esta merda deve ser financiada pelo PCP ou pelos Bloquistas, é só comunas, usam todos a mesma cassete. Vai para o privado vai, nem te deixam entrar, não queremos comunas no privado. Queremos pessoas competentes e não drogados habituados a viver à conta dos impostos dos outros.

        • Pestanaaberta on 1 de Novembro de 2012 at 18:33
        • Responder

        Digo-lhe uma coisa sinistro os seus pais são cá uns cientistas…é que fazer um calhau com olhos é de louvar. Nunca tinha lido tanta asneira, escrita de uma tão “bronca” em tão pouco tempo…realmente é mesmo calhau…

    • António on 31 de Outubro de 2012 at 20:56
    • Responder

    Continuam a bater nos critérios, mas o principal problema nunca foi esse, mas sim o não cumprimento do nº 9 do artº 39º, que obriga a seguir as tranches. Porque, sendo os subcritérios para ponderação e não para exclusão, não se vê como a experiência na escola/agrupamento em causa pode ser ilegal, já que será apenas mais uma ponderação, apesar de a continuidade pedagógica ser um princípio consagrado na legislação e pretexto para a renovação da colocação nas escolas “normais”. Cumprindo as tranches, ficam sempre colocados os mais graduados, independentemente dos subcritérios.

      • Daniel on 31 de Outubro de 2012 at 21:15
      • Responder

      Não caro!

      Um candidato que na avaliação curricular ou entrevista tenha menos de 9.50 fica excluído (ver portaria 83-A/2009, ponto 13 do artigo 18).

    • TEIP on 31 de Outubro de 2012 at 21:05
    • Responder

    Os Orlandos deste país acabadinhos de sair das Universidades Privadas com 19s tiveram medo das TEIP há 3 anos atrás e agora a graduação é que interessa. TENHAM VERGONHA!!!
    Os Orlando’s deste blogue nem sonham o que é uma TEIP. São tão ridiculos e frustrados que desconhecem por completo como se deve gerir um Agrupamento dentro de um território problemático. Por estarmos num estado de direito é que devia respeitar as decisões e esperar que os tais intitulados curruptos sejam ouvidos.
    OS DIRECTORES DAS TEIP SÃO PROFISSIONAIS DIGNOS E COMPETENTES!!! NÃO COMETERAM NENHUMA ILEGALIDADE E APENAS LUTAM POR AQUILO EM QUE ACREDITAM!!!!
    VEREMOS VER QUEM TEM RAZÃO…

      • pika on 31 de Outubro de 2012 at 21:46
      • Responder

      OS DIRECTORES DAS TEIP (…) APENAS LUTAM POR AQUILO EM QUE ACREDITAM!!!!”
      Claro, os Talibans também lutam por aquilo em que acreditam! (mas eu não me acredito que por escrever com o caps look ligado se faça ouvir melhor …).

        • l.o.-.o.l on 31 de Outubro de 2012 at 21:54
        • Responder

        Parece que resultou, tu deste mais atenção. Apesar de nem mesmo assim teres transcrito/lido tudo. Esqueceste só a parte mais importante.

          • pika on 31 de Outubro de 2012 at 22:06

          Mas qual é a parte mais importante do lixo?

          • Sinistro on 31 de Outubro de 2012 at 22:18

          A parte mais importante do lixo, és tu Pika. Um comuna analfabeto e filho de pai incógnito.

        • pika on 31 de Outubro de 2012 at 22:50
        • Responder

        Doeu-te muito, sinistro? Não sejas piegas, para a próxima pede a quem te come para usar lubrificante …

      • orlando on 1 de Novembro de 2012 at 0:21
      • Responder

      Os Orlandos??!!

      O Orlando certamente não saiu das privadas.
      O Orlando saiu da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e certamente não foi com 19 valores.
      O Orlando e muitos(as) outro(s), percorreram o país dum extremo ao outro e foi se quis trabalhar.
      O Orlando trabalha ininterruptamente há 9 anos (completos) com alunos de realidades sócio-económicas bem difíceis e,já agora, com avaliações acima da média (embora estas avaliações me digam pouco ou mesmo nada).
      Mas os Orlando´s não têm categoria para lecionar em TEIP´S/ AUTONOMIAS; nem lhes dão a oportunidade de mostrar o que valem porque antes de concorrer já lugar está destinado.
      Os Orlando´s estão cansados de serem tomados por parvos…!
      Para o bem e para o mal, os Orlando´s exigem o cumprimento da lei..!
      Felicidades para os prevaricadores…!

      • Miguel Castro on 1 de Novembro de 2012 at 9:36
      • Responder

      Os TEIP´s deste país sabem bem como se gere uma TEIP. É com CUNHAS.
      Fui ultrapassado por uma com 4 meses de experiência. contra os meus 10 anos.
      Vão descarregar a vossa frustração noutro lado.

    • Daniel on 31 de Outubro de 2012 at 21:11
    • Responder

    Repito um comentário que deixei lá mais para trás:

    Estes directores são tão “tótós”! Apliquem a lei geral de recrutamento (o que já fazem em relação ao pessoal não docente) conjugada com o DL132/2012. Um candidato que na avaliação curricular ou entrevista tenha menos de 9.50 fica excluído (ver portaria 83-A/2009, ponto 13 do artigo 18). Assim não são obrigados a selecionar qualquer um.
    Note-se que discordo do recrutamento baseado na graduação. Não é o tempo de serviço + nota de curso que atesta a competência de um professor.

    Solução: novo concurso, de tranche em tranche até chegar ao professor que lá está.

    • Sinistro on 31 de Outubro de 2012 at 22:01
    • Responder

    Mais um FDP com a mania que é esperto, mas para aparecer e levar na cornadura, está quieto! Eu queria era um Estado que enfiasse bandalhos como tu no Tarrafal. Farto de comunas e FDP que enterram Portugal e vivem dos meus impostos. Percebe-se logo que és mais um chulo da minha Pátria. E ando eu a descontar para sustentar este chuleco. Salta de uma ponte, é um favor que fazes aos portugueses.

    • TEIP on 31 de Outubro de 2012 at 22:22
    • Responder

    Já repararam que alguns dos 28 comentários desapareceram. Que vergonha, Sr. Arlindo! Vamos ter todos de dizer que os Directores são uns curruptos. Amem.

      • Sinistro on 31 de Outubro de 2012 at 22:43
      • Responder

      Esse comuna do Arlindo é assim. Afinal o comunismo assentava nisso, nunca gostaram de ouvir as verdades. Quando alguém falava a verdade era calado ou enviado para a Sibéria. Corrupto é este Arlindo e a sua pandilha. Imagino o dinheiro que ganha em publicidade à conta dos palermas da sua paróquia.

      1. eh eh eh, olha o loser…é mesmo otário! É contra o blog, porque isto e aquilo.. q o Arlindo ganha em publicidade, mas fartou-se de comentar, ainda ajuda à festa!!! Deve estar de plantão o bobo da festa…….pff

    • QUANTO VALE UMA MAÇÃ? on 31 de Outubro de 2012 at 22:57
    • Responder

    Quanto vale uma maçã?
    Um produtor de maçãs decidiu saber exatamente o valor das maças que produzia. Colocou 500 maçãs em cima de uma mesa comprida e alinhou-as de 5 em 5 de acordo com o seu calibre e definiu o calibre através do diâmetro dos frutos. A mais gordinha em primeiro lugar e por aí fora: 30 cm; 29; 28,5;28,3 até à maçã mais magrinha. Assim, alinhadinhas colocou-as à disposição dos consumidores. Mas, não decidiu o preço delas. Mas definiu critérios: Metade do valor era definido pelo calibre e a outra metade seria estabelecido pelos compradores em função das suas necessidades e das especificidades que cada um previamente estabelecesse.
    Então cada consumidor indicou ao produtor as especificidades que pretendiam das maçãs – a maturação; o teor de açúcar, a firmeza, o estado de frescura e de turgescência, o odor, etc. O produtor aceitou esses critérios e passou-se à fase de seleção.
    Maçã nº 1 – 30 cm de calibre – metade do valor na composição do preço final – 50 cêntimos
    Para o consumidor nº 1 o teor de açúcar era fundamental. Para a sua família o teor de açúcar era um fator decisivo para uma alimentação equilibrada. No caso da maçã nº 1, o teor de açúcar verificado foi de 23 numa escala de 50. Mas na maçã 38 o teor de açúcar foi de 50. Então o consumidor comprou essa maçã. Quanto deu por ela? Metade do preço estava estabelecido e neste caso, da maçã nº 38, era de 42 cêntimos (definido pelo produtor). Pelas especificidade do produto, o consumidor pagou mais 50 (porque era o teor de açúcar exato que ele tinha previamente definido).
    O preço total e final da maçã foi a adição dos dois critérios – 42 cêntimos exigidos pelo produtor e 50 oferecidos pelo consumidor – 92 cêntimos.
    Quanto á maçã nº 1? Para este consumidor, se tivesse querido aquela maçã maior, teria pago 50 cêntimos (decisão do produtor) a somar a 23 oferecido pelo consumidor. Ou seja, 73 cêntimos.
    O consumidor pagou mais caro por uma maçã de calibre médio mas conseguiu as caraterísticas que pretendia. Outros consumidores preferiam outras características e aplicaram os mesmos procedimentos.
    Quando se pensava que quer os produtores quer o produtor estavam completamente satisfeitos com este método , surge alguém(!?) a dizer que não era justo! Porque algumas das maçãs de calibre maior não tinham sido selecionadas em detrimento das maçãs de menor calibre!
    O produtor começa a pensar e de fato verifica que algumas maçãs “gordinhas” não tinham sido selecionadas. Então, lembra-se que o melhor era voltar atrás e obrigar a que os consumidores escolhessem sim, mas em dentro dos conjuntos de 5 maçãs! E não saiam dessa tranche enquanto as maçãs não estivessem todas vendidas!
    Mas assim sendo, isto já aconselhado pelo seu contabilista, não valia a pena baixar o preço das maçãs em função do calibre. Porque só estava a perder dinheiro. E também porque não se podia, do ponto de vista matemático, aplicar a regra dos 50% para cada critério! O produtor não percebeu muito bem mas o contabilista explicou-lhe:
    Tranche das primeiras 5 maçãs:
    CALIBRE VALOR TEOR DE AÇUCAR VALOR PREÇO FINAL
    30 50 23 23 73 (3ª)
    29 48 27 27 75 (2ª)
    28,5 47 20 20 67 (4ª)
    28,2 47 19 19 66 (5ª)
    28 46 32 32 76 (1º)

    O consumidor que precisava apenas de 1 maçã agora já não podia escolher a maçã que pretendia, visto que só precisava de uma maçã e ela estava na posição 38 (8ª tranche). Então teria de ir à primeira tranche e, obviamente escolheria a maçã nº 5. Mas, explicou o contabilista, os 50% de liberdade de escolha do consumidor, já não era de 50%. Porquê? Porque o produtor estava a aplicar os seus 50% ao UNIVERSO das maçãs e os 50% dos critérios do consumidor só se podiam aplicar a 5 maçãs. Era portanto um universo irremediavelmente mais pequeno. Não havia equidade nem igualdade de tratamento e já que assim era, pensando melhor, diz o contabilista, nem sequer usam 50% na escolha. E mostrou ao produtor um novo quadro:
    CALIBRE VALOR TEOR DE AÇUCAR VALOR PREÇO FINAL
    30 50 23 23 73 (3ª)
    29 50 27 27 77 (2ª)
    28,5 50 20 20 70 (4ª)
    28,2 50 19 19 69 (5ª)
    28 50 32 32 82 (1ª)

    Porque afinal, explica o contabilista, repare que os 50% do calibre é que valem, os critérios que aprovou para os consumidores apenas desempatam! Assim ganhamos dinheiro! O valor mas maçãs pode ser sempre o mesmo seja qual for o calibre!! Valem sempre 50 cêntimos e não se fala mais nisso! E em todas as tranches! Não é uma excelente ideia?
    – Mas isso não vai fazer com que o consumidor que queria a maçã com 50 de açúcar não fique insatisfeito, visto que assim só poderá selecionar uma que tem 32?
    – Mas isso que importância tem? – retorquiu o contabilista. Menos calorias até fazem bem à saúde!

      • pika on 31 de Outubro de 2012 at 23:10
      • Responder

      Uma parábola da forma y=x^2 é mais fácil de compreender …

        • QUANTO VALE UMA MAÇÃ? on 31 de Outubro de 2012 at 23:26
        • Responder

        Gosta de alegorias pika?
        Conheço um personagem, Luís de seu nome, que vive algures na provincia e que em tempos remodelou o seu T3. Na altura contratou uns pedreiros que lhe tinham feito um preço jeitoso, e pelas referências que lhe foram dando, de outras obras que esses pedreiros tinham já feito anteriormente, lhe pareceu que seriam uma escolha acertada. Bem dito bem feito. O T3 ficou lindo de morrer. Paredes em total esquadria, pintura sem qualquer reparo, enfim um trabalho exemplar. Dois anos mais tarde, o nosso Luís decidiu fazer uma pequena vivenda bem juntinho ao rio Lima. Não se sabe muito bem porquê, permanece por enquanto um mistério, o nosso amigo Luis resolveu proceder a uma forma nova de recrutar o pessoal para a sua nova obra. Fez um concurso público, anunciando o tipo de obra que ia fazer e o que exigia como requisitos mínimos para a sua execução. Bem sabe a crise que se faz sentir no domínio da construção civil. Surgiram inúmeros candidatos para a execução da obra. Estranhamente o nosso amigo Luís e a família (ainda permanece em segredo se para a escolha da família também seguiu os mesmos critérios)resolveu que os pedreiros a selecionar seriam aqueles que tinham mais anos de experiência. Graduou-os por anos de trabalho e ponto! Selecionou para a realização da sua obra aqueles que há mais tempo eram pedreiros, pintores, canalizadores…Quer saber o resultado? O amigo Luís ficou muito desapontado. Não tinha previsto que os pedreiros que eram os mais velhos tinham sobretudo experiência na construção de casas de pedra. eram da Beira. Trabalho em tijolo era coisa a que não se ajeitavam. Os pintores escolhidos tinham toda a vida pintado com acrílicos, tinta de água era algo que não lhes dava prazer nem estavam muito habituados. E por aí adiante. A casinha junto ao rio ficou uma lástima. Que diferença relativamente ao seu “velhinho” T3. Pode-me perguntar, o que se passou pela cabeça do nosso amigo Luis para uma atitude destas? Uma qualquer bipolaridade? Ou uma outra qualquer disfunção momentânea? Pois, também ninguém sabe. Os vizinhos comentam que algo de mau lhe subiu à cabeça. Outros alvitram que afinal o homem pura e simplesmente não admite que outros possam fazer o seu trabalho tão bem ou melhor que ele. Outros ainda pensam apenas que é pura idiotice. Eu cá por mim tenho uma idéia.
        PS. Também tenho uma casa que ando a construir há alguns anos e tenho tentado ter os melhores profissionais para a construirem. Se puder ter os melhores é isso que farei. É uma idiotice eu sei. Os melhores cumprimentos.

          • pika on 1 de Novembro de 2012 at 0:52

          Pelo que julgo saber, esse Luís S B que vive algures na província não está descontente com a vivenda nem com os pedreiros, nem com os pintores … Quem diz que tal vivenda ficou uma lástima é o avaliador de maçãs. E é claro que o avaliador de maçãs cantará loas à sua própria vivenda, mesmo que ela possa cair se a verdade soprar …

    • professora123 on 1 de Novembro de 2012 at 7:46
    • Responder

    ao que chegaram o teor dos comentários…

    • ana on 1 de Novembro de 2012 at 10:49
    • Responder

    Os comentários são apagados sim senhor. Descobri há muito tempo e fiquei deveras enojada.

    1. Até hoje ainda não apaguei qualquer comentário neste blog, mas vontade às vezes não falta tamanha são as asneiras que se dizem.

        • l.o.-.o.l on 1 de Novembro de 2012 at 13:10
        • Responder

        A começar pelo titulo do post!
        Não percebe que estes 17 são apenas a 1ª tranche. É para o MEC (com o seu apoio e dos sindicatos) seleccionarem o tal currupto. Estou certo que vão ter de analisar muitas tranches de 17.
        Vou-me rir tanto eh, eh, eh…

        • Pois... on 1 de Novembro de 2012 at 23:48
        • Responder

        Arlindo, apagar certos comentários, é manter a dignidade do blogue.
        Deve ser mantido o nível de discussão, devem ser emitidas opiniões mas ser-se grosseiro, ordinário e ofender as pessoas é uma coisa muito diferente. Tal não é admissível em ninguém mas muito menos na classe docente que é também uma classe de educadores. Infelizmente, se não for o administrador do blogue a fazê-lo o ambiente pode ter tendência para piorar o que não é de todo uma boa opção.

        Em relação ao assunto do post, em minha opinião, hoje, com tantos colegas desempregados, não se compreende que exista contratação de escolas, sendo colocados até professores com poucos meses de ensino e outros com vários anos, e provas dadas igualmente, ficarem de fora.

        Por outro lado, o que está em causa na anulação destes concursos, não são os subcritérios mas a forma como decorreu o concurso, ou seja – porque muitos diretores abusaram (e sim, houve diretores, alguns até se queixam na televisão… que disseram aos colegas que não valia a pena lá irem…) o MEC decidiu que determinados critérios que até aí tinham sido incluídos, deixavam de poder constar mas para os concursos lançados a partir do dia 16 de outubro.

        Então porquê a anulação dos concursos?
        Porque esses diretores decidiram violar a lei dos concursos que determinava que os professores eram selecionados por tranches de 5 e se escolhia o mais qualificado entre eles e se avançava para outros 5 à medida que se verificava que esses estavam colocados.

        Uma pergunta – como se explica que haja agrupamentos com necessidade de tantos lugares para contratados? Como é que esses lugares não foram ainda a vagas em concurso? E como se justifica que haja aos 20 e aos 30 horários só num agrupamento que, curiosamente, correspondem a escolas que podem decidir quem lá colocam?!… E qual vai ser o impacto dessas colocações na vinculação dos contratados? Vai haver colegas com dois, três ou quatro anos de serviço, ou até com meses, que vão continuar a ficar colocados nestas escolas e outro com 15 e até mais anos de serviço que ficam desempregados, muitos deles também de escolas TEIP? E em relação aos DACL? há colegas que têm que sair do ensino porque há agrupamentos que retêm horários para colegas com muito menos tempo de ensino? Se é verdade que há colegas que nunca arriscaram ficar nas escolas TEIP também houve muitos que “arriscaram” e ficaram. E também houve muitos que estiveram na madeira, nos açores, que andaram muito longe de casa para terem emprego e para terem tempo de serviço e que dão aulas há muitos anos, para agora serem ultrapassados desta forma.

        Sou de opinião que devia acabar a contratação de escola.
        Todos os horários deviam ser postos a concurso
        Numa situação como esta não há condições para escolher os melhores

          • l.o.-.o.l on 2 de Novembro de 2012 at 22:20

          Pois, não se aproveita nada deste texto todo:
          1º parágrafo: mas este blogue alguma vez teve dignidade?
          2º parágrafo: Reli várias vezes e tive de desistir. Aconselho-o a inscrever-se numa escola TEIP mas como aluno (nos EFA, que têm poucos matriculados)
          3º parágrafo: O fax que o IGE enviou às escolas está todo errado, os Diretores meteram-se na pinga e o MEC decidiu pôr ordem na casa a 16 de outubro; É isto que quer dizer?????
          4º parágrafo: Boa pergunta!!!! Afinal aproveita-se uma pergunta! A resposta não se percebe. Zero!
          5º parágrafo: Vou-te explicar uma coisa muito simples. Os professores fugiram das escolas TEIP no último concurso, as vagas ficaram para contratação de escola e ninguém as queria, este ano todos as queriam e o Sr. MEC resolveu utilizá-las para entreter uma série de desempregados como tu. Percebeste!!!! Ninguém guardou nada, muito menos para ti!
          6º parágrafo: Desisto…

    • l.o.-.o.l on 1 de Novembro de 2012 at 11:17
    • Responder

    Oh pika, resolva a sua parabola! É que não percebe nada de agricultura…

      • pika on 1 de Novembro de 2012 at 15:37
      • Responder

      Claro que não percebo nada de agricultura, e muito menos de nabos como tu.

    • António on 1 de Novembro de 2012 at 12:22
    • Responder

    Quanto vale uma maçã espelha bem o que aconteceu.
    Uns directores seguiram a lei e fizeram como é descrito; outros, não ligaram à lei e foram buscar a maçã nº. 38 (ou 183, ou 354). A diferença é que estamos a lidar com pessoas e não com maçãs e, principalmente, a lidar com serviço público e não com o privado. Para escolher um trabalhador para a minha empresa, posso ir buscar o candidato ordenado em 543 ou 871, para o Estado, não.

      • C3PO on 2 de Novembro de 2012 at 0:06
      • Responder

      LOL!

    • TEIPII on 1 de Novembro de 2012 at 21:19
    • Responder

    Pois não António, por isso é que a educação em Portugal está uma lástima. Com os melhores alcançaremos melhores resultados… mas sem compadrios como é obvio…

    • l.o.-.o.l on 1 de Novembro de 2012 at 22:45
    • Responder

    Ó Tonho, o Sr. Professor explicou-te com maçãs porque pensou que assim seria mais fácil perceberes. A seguir ele faz-te um desenho… E já tens seguidores, o que é fantástico!
    Andam por aqui tantos Tonhos meu Deus….

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: