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Em Que Consiste Essa Moralização?

Na punição das escolas que abusam dos seus poderes na contratação de escola ou na realização de uma prova de ingresso para todos os contratados de forma a fazer parte da sua graduação profissional?

 

Crato quer “moralizar admissão de professores”

 

Reforçar a avaliação externa das escolas e “moralizar o sistema de admissão de professores” são duas prioridades do Ministério da Educação e Ciência para 2013, disse este sábado o ministro da tutela, Nuno Crato, em Lisboa.

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10 comentários

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    • mais um on 28 de Outubro de 2012 at 17:17
    • Responder

    ai quer moralizar?
    então feche as lusófonas, os piagets, as ESEs e outras que tais…
    já começa a moralizar… seja lá o que isso for.

    • cmba on 28 de Outubro de 2012 at 17:59
    • Responder

    Ora bolas!
    Esse senhor não sabe o que anda a dizer… queira Deus que seja vítima das palavras que utiliza! Moralizar? Utilizar esta palvra deveria implicar pagar um imposto suplementar… Esta deveria ser acrescido de uma subretaxa para quem tem fracos princípios morais e nada faz para os adequirir.
    Proponho uma prova para avaliar os princípios morais dos pretendentes a ministros da educação!

    • tecas on 28 de Outubro de 2012 at 18:31
    • Responder

    E o Relvas, pá?!


  1. Este foi meu primeiro ano como professor formado em Portugal após terminar o mestrado em ensino, numa universidade pública, e não tenho a menor chance de entrar no sistema, porque o principal critério é tempo de serviço. Uma prova ao menos daria chance para os jovens, no atual concurso é impossível, por mais que eu estude, começar a trabalhar e contar tempo.

    Se querem manter a profissão, tem que dar chance aos jovens em igualdade aos mais antigos.

      • alexandra on 29 de Outubro de 2012 at 17:40
      • Responder

      Lamento, mas n posso concordar consigo…. O problema é em continuar a iludir os jovens mantendo vagas para o ensino, quando se sabe que não há qq tipo de chance…por isso deveriam cancelar todos os cursos com excesso de mão de obra no mercado.


      1. Garantir a possibilidade não é dar ilusão. Pode não haver vagas o suficiente, mas as que existem devem ser distribuídas com critérios que possibilitem que todos concorram em pé de igualdade, baseados na qualidade profissional e não no tempo de serviço.

    • Zaratrusta on 29 de Outubro de 2012 at 23:32
    • Responder

    Claro Alexandra, e oas nulidades que se arrastam poe essas escola há décadas, devem continuar por lá!

    • maria on 30 de Outubro de 2012 at 9:31
    • Responder

    E o governo ….!? E os políticos …!? Devem continuar por lá …e por cá …!? E onde estará o melhor local para colocar os Zaratrusta …?????


  2. É certo que não haverá vagas para todos, mas a possibilidade para todos deve sim ser garantida. Nenhuma profissão é 100% segura de ter trabalho. Uma prova (anónima, como na FCT) colocará todos, profissionali<ados em exercício e mestres em ensino ao mesmo pé, e quem provar ter mais conhecimento e preparo, terá o emprego.

    • Ana Martins on 30 de Outubro de 2012 at 21:48
    • Responder

    Concordo com a existência de uma prova de acesso. É uma das coisas que poderá trazer alguma moralidade ao sistema devido ao grande número de instituições de formação de professores que existe (universidade, politécnicos, públicas, privadas) e também devido às diferentes formações (mestrado em ensino, licenciatura em ensino das universidades, licenciaturas em ensino dos politécnicos, especializações, pós-graduações… em ensino). A prova tinha que ser importante na colocação do professor, mas o tempo de serviço também podia entrar na “fórmula”. Ainda vou mais longe, os docentes dos quadros (grupo onde me incluo), também deviam fazer uma prova para progredir na carreira. A treta da avaliação de desempenho que temos não é nada. Deveria existir uma prova anónima, nacional, rigorosa… assim talvez se começasse a descobrir algumas nulidades que vagueiam pelo nosso sistema.

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