A FNE vai pedir explicações ao Ministério e exigir uma intervenção para corrigir a situação.
Adalmiro Fonseca ainda acredita que é um erro informático.
Bem vindo à nova realidade Adalmiro.
[audio:https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2011/09/TSF-16-set.mp3]




6 comentários
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Boa tarde, Arlindo!
Antes de mais, deixe-me dar-lhe os meus mais sinceros parabéns pelo serviço que presta a todos os professores! É de louvar.
Gostaria de lhe colocar duas questões (se me souber responder) ou a outros colegas que saibam:
– um horário que vá a concurso agora para a BR se não for colocado ninguém terá que ir uma 2.ª vez ou vai logo para ofertas de escola?
– fui colocada longe e num horário mt pequeno (a 31 de Agosto), tenho até dia 30 de set. para denunciar esse contrato sem qualquer penalização?
Obrigada e desculpe se estas questões já foram respondidas nalgum lado.
Não é só a FNE, o público já hoje publicou uma reportagem sobre o assunto, com direito a primeira página e entrevistas a directores.
Para além disso enviei e-mail para o PS, PCP e BE, chamando a atenção para as novas regras. O BE de esquerda já respondeu informando que a deputada Ana Drago requereu audição com o presidente da comissão educação, ciência e cultura.
A SIC também passou uma pequena reportagem no meio do Jornal da Tarde.
Eu só posso fazer um pedido, protestem pelos nossos direitos, porque se ficarmos calados de nada serve. Se a comunicação social está a dar cobertura é porque houve professores a protestarem.
Poderia facultar-me os e-mails das entendidades que referiu, para também poder fazer chegar-lhes a minha insatisfação.
É claro que faculto os e-mails:
Diário de notícias – [email protected],
Público – ir ao site e procurar no fundo da página contactos, depois escrever o e-mail para a redacção , ao cuidado de Clara Viana (jornalista da área da educação)
Correio da manhã – [email protected]
TVI – [email protected],
SIC – [email protected],
TSF – [email protected],
Não consegui encontrar e-mail para os canais de televisão e de rádio do estado. Sempre que possível envie ao cuidado do jornalista da área em questão.
Outra coisa, os partidos políticos também se mostram prestáveis nestas situações. O BE e o PCP ambos responderam a e-mail enviados a partir dos seu sites.
RIDICULO… Nao encontro outro termo capaz de exprimir o que se esta a passar na educaçao… Nao podemos esquecer qu quem elabora os critérios de selecçao também sao professores, tacheiros. A mais ridicula encontrada é de Palmela, onde os critérios de selecçao sao: Ter frequentado acçao de formaçao… Apenas e só. Continuem caladinhos que nem ratos que eu nao me calo. Existe uma listra graduada… É a partir daqui que as colocaçoes se devem efectivar. E ainda vos garanto que aqueles que ja conseguiram colócaçao foi pela “CUNHA”. Se assim querem calem-se…
A nova realidade: o professor contratado é que vai pagar a factura dos cortes na educação. As queixas com a falta de espaço, de aquecimento, custos com a electricidade, etc. são problemas que já vêm de trás. Até agora, todas as queixas “novas” que este ano têm feito notícia têm a ver com os professores contratados: fim de actividades extra-curriculares e outros projectos, fim das indemnizações por cessação de contrato, atraso no início das bolsas de recrutamento, e agora isto. O que virá a seguir nesta nova realidade? Recibos verdes?