“ninguém quer acabar” com as AEC

Ministro garante que AEC vão continuar, mas admite alterar modelo

O ministro da Educação, Nuno Crato, garantiu hoje à agência Lusa que as Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) vão continuar, mas admitiu que o modelo actual possa ser alterado.

“Não está nada previsto quanto ao fim das AEC”, disse o ministro, admitindo que pode vir a ser alterado o modelo em que funcionam actualmente.

Os deputados socialistas questionaram hoje o Governo sobre o futuro das AEC no 1.º ano do Ensino Básico e quais as implicações nestas actividades decorrentes dos cortes orçamentais para 2012.

Também pais e autarquias têm manifestado preocupações, mas Nuno Crato garantiu hoje que “ninguém quer acabar” com as AEC.

“Não está nada previsto quanto ao fim das AEC”, disse o ministro.

Nuno Crato escusou-se a avançar o que poderá ser alterado, afirmando apenas: “Em devido tempo, se forem feitas alterações, serão anunciadas”.

O ministro remeteu a discussão das matérias relacionadas com a educação para o debate do Orçamento do Estado na especialidade, que o levará na quinta-feira ao Parlamento.

“O Governo está empenhado no diálogo com os outros partidos para que o orçamento possa ser melhorado”, afirmou, acrescentando que espera para ouvir as propostas dos outros partidos e ver se podem ser acolhidas.

Também em devido tempo disse o que podia ser feito com as AEC: pagamento das actividades de enriquecimento curricular pelas famílias com recursos para o fazerem. Afinal a comparticipação do estado são apenas de 100 euros anuais pelo “pacote” completo.

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Greve de dia 24

Pré-aviso de Greve

INFORMAÇÃO SOBRE A GREVE

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Encontro Nacional APEVT dia 7 de Janeiro

A APEVT informou através do FB que será realizado um encontro nacional de professores de EVT no dia 7 de Janeiro de 2012 no grande auditório do Centro Cultural e de Congressos de Aveiro.

Este encontro será realizado no mesmo local quase um ano após a realização de outro encontro que juntou cerca de 800 professores de EVT.

INFORMAÇÕES APEVT:
1. Está confirmado o Encontro Nacional APEVT para 7 de Janeiro de 2012 no grande auditório do Centro Cultural e de Congressos de Aveiro;
2. Na próxima quarta-feira, dia 16 de Novembro, a APEVT será recebida em audiência pelos grupos parlamentares do PSD (Deputada Maria José Castelo Branco) e PS (Deputada Odete João);
3. Da audiência solicitada ao MEC (pela segunda vez) ainda não… obtivemos data de agendamento/marcação;
4. Das audiências já realizadas ressalta o facto de ainda nada existir de concreto sobre a revisão curricular. Deve-se manter a pressão e a força demonstrada anteriormente (PCP e BE) e as nossas preocupações e posição será seguramente tida em conta (CDS-PP) sendo que as mesmas serão de extrema importância quando for constituído o grupo de trabalho e acompanhamento da revisão curricular e farão chegar ao MEC e ao SEEAE aquilo que nos preocupa – ausência de diálogo e clareza nas propostas (CDS-PP);
5. Existe um grupo de trabalho constituído na APEVT a trabalhar nas questões curriculares e na defesa da EVT, das Artes e Tecnologias no currículo bem como a preparação de uma moção estratégica e manifesto.
APEVT

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Solidariedade Blogosférica

O Paulo Guinote a propósito deste post viu movido um processo por difamação agravada por parte do Jornalista Paulo Chitas que apresentou como testemunha do processo a anterior Ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues.

Este blogue está solidário com o autor do blogue “A Educação do Meu Umbigo” e repúdia o processo movido pelo jornalista Paulo Chitas e acusa o mesmo de mau jornalismo quando no texto que deu origem à resposta do Paulo refere que por força do acordo de 9 de Janeiro de 2010 (que só teve tradução em Lei no dia 23 de Junho do mesmo ano) o aumento da despesa com o vencimento pelas progressões fruto desse acordo foi de 341 milhões de euros até Julho de 2010.

Esquece (ou não) Paulo Chitas que a produção de efeitos do acordo só teve lugar a 1 de Julho de 2010.

O mau jornalismo dá nisto e desejo as maiores felicidades ao Paulo Guinote nesta sua defesa.

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Simulador “sobretaxa”

A Renascença preparou um simulador para estimar quanto vai ter de pagar a mais ao Estado em Dezembro. O cálculo da sobretaxa também contempla os acertos de contas a fazer em 2012.

Clicar na imagem para descarregar o simulador em formato xlsx

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O Profeta Maia

Santos Pereira: 2012 marcará o fim da crise

Só se for mesmo no dia 22/12/2012, depois do mundo ter acabado.

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BR10 LISTAS

Post para as listas da BR10 que deverão sair hoje por volta das 17 horas.

Se no ano passado a BR9 foi a última lista semanal que saiu, este ano não existe qualquer informação que o mesmo também aconteça. Assim, enquanto não existir qualquer informação nesse sentido as bolsas continuarão a ser semanais até ao final do 1º período (é previsível que perto da 1ª interrupção lectiva exista uma suspensão de colocações)

Hoje, excepcionalmente, só consigo colocar as listas que me chegarem depois das 21 horas. Deixo aqui a folha de excel já formatada para a BR10 que utilizo para adicionar as várias listagens que me vão chegando, desta forma é mais simples separar as listas por grupo de recrutamento e tipo de candidato para publicação em ficheiro pdf.

Continuo a pedir que me enviem as listas da bolsa de recrutamento de forma a organizá-las e colocá-las neste espaço para conhecimento público.

Link para aceder à aplicação da Bolsa de Recrutamento

Lista de colocações Administrativas na BR10

Colocações de DACL na BR10

100

110

200

220

240

550

Colocações de Contratados na BR10

100 – Educação Pré-escolar

110 – 1º Ciclo do Ensino Básico

200 – Português e Estudos Sociais História (nenhum contratado colocado na BR10)

210 – Português e Francês

220 – Português e Inglês

230 – Matemática e Ciências da Natureza

240 – Educação Visual e Tecnológica

250 – Educação Musical (nenhum colocado na BR10)

260 – Educação Física

300 – Português

310 – Latim e Grego

320 – Francês

330 – Inglês

340 – Alemão

350 – Espanhol (Já não havia candidatos por colocar em 31 de Agosto)

400 – História

410 – Filosofia

420 – Geografia

430 – Economia e Contabilidade

500 – Matemática

510 – Físico e Química

520 – Biologia e Geologia

530 – Educação Tecnológica (nenhum colocado na BR10)

540 – Electrotecnia

550 – Informática (nenhum contratado colocado na BR10)

560 – Ciências Agro-Pecuárias

600 – Artes Visuais (nenhum colocado na BR10)

610 – Música

620 – Educação Física

910 – Ensino Especial

920 – Ensino Especial

930 – Ensino Especial

Tratamento de dados das BR

Tratamento de dados até à BR10 e não colocados do grupo 220 (trabalho elaborado pela Tânia Figueiredo)

Tratamento de dados até à BR10 e não colocados do grupo 230 (trabalho elaborado pela Alda Marisa)

Listas de não colocados na BR10

320 (lista enviada pelo João)

330 (lista enviada pelo João)

500 (lista enviada pela Juliana Batista)

510 (lista enviada pelo Manuel Guerreiro)

530 (lista enviada pela Celina Gonçalves)

Serão colocadas aqui ao longo da semana à medida que me forem chegando.

 

Para ver as listas da BR9 clicar aqui.

Para ver as listas da BR8 clicar aqui.

Para ver as listas da BR7 clicar aqui.

Para ver as listas da BR6 clicar aqui.

Para ver as listas da BR5 clicar aqui.

Para ver as listas da BR4 clicar aqui.

Para ver as listas da BR3 clicar aqui.

Para ver as listas da BR2 clicar aqui.

Para ver as listas da BR1 clicar aqui.

Para ver todas as listas de 31 de Agosto clicar aqui.

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Recomendação nº 8/A/2011

A recomendação do Provedor de Justiça dá um prazo de 60 dias à DGRHE para dar uma resposta por escrita comunicando a posição que vier a assumir.

Não querendo dar demasiada confiança a quem se encontra nesta situação, este é um daqueles casos que tenho quase a certeza que será ganho em tribunal com alguma facilidade. Não tenho dúvidas que sendo necessário recorrer aos tribunais será dada razão aos professores que interpuserem a acção para o pagamento da caducidade do contrato. Entretanto o defícit de 2011 estará calculado e esta despesa dará entrada apenas em 2012.

A recomendação é composta por 21 páginas e termina com a seguinte recomendação.

 

III – Recomendação

São estas as razões que, no exercício do poder que me é conferido pela al. a) do n.º 1 do art.º 20.º do Estatuto do Provedor de Justiça, aprovado pela Lei n.º 9/91, de 9 de Abril, me levam a recomendar a V. Exa.:

a) A alteração do entendimento divulgado na Circular nº B11075804B, de 08/06/201, no sentido de que o direito à compensação, a que se referem os artigos 252º, nº 3 e 253º, nº 4 do RCTFP, se verifica sempre que a caducidade do contrato a termo não decorra da vontade do trabalhador e este não obtenha uma nova colocação que lhe assegure a manutenção de uma relação jurídica de emprego público; e,

b) Em consequência, que promova a revisão das decisões que, com os fundamentos constantes daquela circular, recusaram o pagamento da compensação aos docentes cujos contratos caducaram sem que lograssem obter nova colocação.

Recomendação nº 8/A/2011 em pdf, clicar na imagem

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Prova de Ingresso

Segundo Isabel Leite em entrevista ao Expresso a Prova de Ingresso na carreira será já realizada no próximo ano para professores que ingressem na carreira, mas apenas nos dois primeiros ciclos de ensino.

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Expresso – Educação

FAZER MAIS COM MUITO MENOS é o título da notícia do Expresso de dia 12 /11/2011

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Olinda Gil – A Minha Pintura

httpv://www.youtube.com/watch?v=aWhXOlPtgSY

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Timor – Novo concurso

Depois de um concurso aberto há pouco mais de um mês e com a partida dos últimos selecionados no dia de ontem não era possível abrir este concurso também a professores contratados ainda sem colocação?

Depois estranhem que seja preciso abrir segundo e terceiro concurso para manifestação de interesse em lecionar na Escola Portuguesa de Díli.

 

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Uma boa recomendação, sim senhor

A recomendação do provedor de justiça, Alfredo José de Sousa, hoje divulgada, é dirigida ao director-geral dos Recursos Humanos da Educação.

Os casos de professores que reclamam a respectiva compensação têm vindo a ser dirimidos em tribunal, uma vez que o ministério se tem recusado a pagar, exceto por ordem do tribunal.

Entende o ministério que a cessação dos contratos a termo celebrados ao abrigo dos regimes especiais de contratação de docentes não confere o direito à compensação previsto no Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, visto não estar legalmente prevista a possibilidade de renovação.

Porém, o provedor esclarece que no regime laboral comum, quando a cessação do contrato não decorra da vontade do trabalhador, este «tem sempre o direito à respetiva compensação».

O provedor diz ainda que «nenhuma exigência de interesse público» justifica que os efeitos compensatórios decorrentes da cessação dos contratos a termo na Administração Pública sejam diferentes dos que se encontram previstos no Código do Trabalho para a generalidade das relações laborais privadas.

«Independentemente da natureza pública ou privada do empregador, a atribuição da compensação visa, no essencial, compensar o trabalhador pela natureza precária do vínculo de emprego», explica a Provedoria de Justiça.

O provedor escreve que o entendimento da administração educativa reduz o direito à compensação a «uma expressão residual» e conduz a um resultado que não pode subscrever: «o de que o Estado, enquanto entidade empregadora, permitiu-se, sem razão plausível, isentar-se do encargo compensatório que impôs à generalidade dos empregadores privados».

A Direção-Geral dos Recursos Humanos da Educação faz «uma interpretação da lei que, conduzindo a uma total desproteção do trabalhador, neste caso do trabalhador docente, ignora o fim subjacente à consagração legal daquela compensação e subverte a intenção do legislador, ao deixar sem tutela situações que este claramente quis acautelar», conclui o provedor.

A provedoria recebeu várias queixas de professores e de organizações sindicais da classe, tendo pedido esclarecimentos ao Ministério da Educação. Na sequência da informação recebida pediu aos serviços da Direção-Geral da Educação que reavaliassem o entendimento que estavam a fazer da lei.

A recomendação do provedor hoje conhecida é o culminar desse processo.

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Pesca à linha (sem bicha)

No JN

No DN

Ministério estuda fim de aulas extras de Inglês e Música

Como o MEC não sabe o que vai fazer para 2012/2013 o mais fácil é lançar a cana ao mar e ver o tamanho do peixe que lhe sai, Guterres fazio-o bem.

Tenho as minhas ideias formadas sobre uma possível revisão curricular, pelo que estranho que quem governe ainda não as tenha. E assumo aqui que as minhas posições não são de ESQUERDA, antes pelo contrário, e que me deixa muita pena que esta direita ande coxa.

Eliminar currículo para diminuição da despesa do estado nunca pode ser uma medida de direita, se PPC se assume como Liberal que liberte a responsabilidade do estado em financiar todo o currículo e determine, por exemplo, que as AEC sejam pagas pelas famílias que possuam rendimentos para isso. 100 euros por ano para manter a “escola a tempo inteiro” no 1º ciclo não está ao alcance de grande parte das famílias portuguesas? E se calhar pelo mesmo valor implementava-se essa “escola a tempo inteiro” no 2º e 3º ciclo.

A diminuição da oferta do ensino público só pode ter como objectivo alimentar as GPS e outras organizações privadas deste género que se irão aproveitar da fraca prestação de serviços do estado para se irem engordando. Se a direita é isto então realmente não sou de direita.

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11/11/11

11/11/11

Para ver mais logo

post automático para sair às 11h11m

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Manifestação de dia 12

É já no próximo dia 12 que se realiza a Manifestação Nacional da Administração Pública. Por razões pessoais não poderei estar presente, esta será provavelmente a única falta nos últimos 6 anos.

Apesar do orçamento de estado ser previsivelmente aprovado na generalidade no dia de amanhã com a abstenção do PS, ainda existe um esperança que em função do tamanho desta manifestação e da greve de dia 24 seja possível atenuar alguns dos efeitos estremamente negativos deste orçamento de estado para a Administração pública. Obviamente que quanto maior a resposta que seja dada dia 12 e dia 24 maiores serão as probabilidades de isso acontecer.

Na zona Norte o SPZN irá disponibilizar transporte com saída de todas as capitais de distrito e quem sentir que deve estar presente e ainda não tem como se deslocar a Lisboa pode entrar em contacto para o seguinte mail [email protected] ou para o contacto telefónico de Manuela Felício: 916627998

 

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FNE exige concurso nacional em 2012

secretariado nacional fneO Secretariado Nacional da FNE apelou à mobilização geral dos trabalhadores da educação para a manifestação da administração pública de 12 de Novembro e deliberou por unanimidade e aclamação a adesão à Greve Geral de 24 de Novembro.

A revisão do regime de concursos e exigência de concurso de colocação de docentes em 2012 foi outro dos temas que marcou a discussão do Secretariado Nacional da FNE que se realizou hoje, em Lisboa. O tema provocou um amplo debate, com o SN a manifestar a necessidade de o Ministério da Educação e Ciência antecipar, já para próximo ano, um concurso anual de professores que permita atenuar as injustiças e que garanta a afetação de docentes que têm sido sucessivamente contratados e que se têm mantido numa inaceitável situação de precariedade.secretariado nacional fne 01

O Secretariado Nacional defendeu ainda a necessidade de criar um sistema especial para candidaturas dos docentes às ofertas de escola. Em causa está a necessidade de rever os critérios subjetivos que sustentam o atual regime. A FNE sublinha que é preciso, de uma vez por todas, criar um modelo de oferta de escola assente na defesa de princípios básicos, como a equidade, a transparência e o respeito pela graduação profissional dos candidatos.

Durante o debate ficou ainda clara a urgência de revisão do atual diploma de concursos, conferindo-lhe maior transparência aquando das bolsas de recrutamento.

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Resumo da reunião com o Conselho das Escolas

Até pensei que já tinha sido extinto, afinal enganei-me.

Reunião Do Conselho De Escolas De 7 De Novembro

– as TIC não acabam vão ser lecionadas no 6º ano;

sobre EVT nada no resumo

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Redução de 6500 horários em EVT?

Para Júlia Azevedo, presidente do SIPE, “o fim do par pedagógico pode provocar uma redução de 6500 horários no 2.º ciclo com implicações ao nível pedagógico, didático e social. A disciplina de EVT é garantia de uma educação integral e não podemos subestimar a importância desta disciplina e reduzir a educação a números e letras”. 

Quando vejo afirmações destas deixo de confiar em qualquer estratégia séria de alguns sindicatos para defesa dos professores junto do MEC. Para melhor se perceber o universo de docentes de EVT ver este post e analisar os seguintes quadros.

2009/2010 (página 133)

2008/2009 (página 141)

Clicar nas imagens para aceder aos documentos do GEPE sobre estatísticas em Portugal

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Horários a concurso – 09/11

29 Horários

48 Horários

41 Horários

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Valor dos cortes para 2012

A Fenprof apesenta o valor dos cortes por escalões previstos no Orçamento de Estado para 2012.
Não é por aqui que me assusto, apesar do dinheiro ainda ser dinheiro e custar ficar sem 4710 euros em apenas um ano. Aprenderei a fazer uma nova forma de vida, apenas isso.

O que mais custa é que apesar deste esforço saber que o corte para muita gente será total. Que além destes 709 milhões haverá outros cortes que colocarão grande parte dos 15000 + 10 (só 10 docentes no índice 126?) no desemprego.

Continuo a achar que deve haver uma outra saída para combater uma diminuição drástica do curriculo que acabará por ser prejudicial para o futuro. O currículo pode estar desajustado e precisar de ser revisto mas não deve ser feito com base em critérios estritamente orçamentais.

Manuela Ferreira Leite lançou recentemente uma ideia que vem mais ou menos no seguimento do que penso. Pode ser possível em vez de se destruir o currículo que se atribuam pagamentos temporários e excepcionais para algumas ofertas não essenciais do currículo nacional às famílias com maiores rendimentos, mantendo assim possível uma matriz curricular ampla e universal.

 



Estes quadros para mim são importantes porque em contas por alto adientei que poderiam estar no quadro cerca de 107.387 docentes nos quadros e os números que a Fenprof aponta como sendo do MEC diz que existem 108.240. Se acertei por uma margem de erro inferior a 1000 quero a minha montra, ok?

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9 Milhões?

Não tinha necessidade de contradizer este número apontado pelo Correio da Manhã para o custo que o Estado suporta com os dirigentes sindicais destacados nos sindicatos, mas como gosto de contas certas e claras vou apresentar as minhas contas com os números que o Correio da Manhã divulga.

O número de professores destacados nos sindicatos é actualmente de 281, dos quais 125 exercem actividade sindical a tempo inteiro e por isso não dão aulas, revelou ao Correio da Manhã o Ministério da Educação e Ciência (MEC). O CM perguntou à tutela qual a despesa que representam os professores destacados nos sindicatos e se, dada a situação de crise, o Governo a pretende reduzir. O MEC não respondeu.

Pelos cálculos do CM, a despesa rondará os 9 milhões de euros. Segundo o MEC, a soma dos 125 professores dispensados a tempo inteiro mais as dispensas parciais é equivalente a um total de 212,5 dispensas. Tendo em conta que a maioria dos dirigentes se posiciona em escalões avançados da carreira docente, e com base no valor bruto auferido no 9º escalão (3091,82 euros), chega-se a uma despesa de 9,2 milhões de euros por ano. Isto contando com 14 meses de salários e não incluindo outras remunerações.

Arménio Carlos, da CGTP, explicou que o total de dirigentes sindicais a tempo inteiro “não chega a meio milhar”, pelo que os 125 docentes nestas condições representam cerca de 30 por cento do total. O facto de a classe docente ser a maior na Função Pública (cerca de 150 mil profissionais) e de o nível de sindicalização ser elevado ajuda a explicar estes números.

Em 2005, havia 1327 professores destacados que custavam mais de 20 milhões de euros. A ministra da Educação da altura, Maria de Lurdes Rodrigues, diminuiu esse número para 450. Em 2006, Governo e sindicatos acordaram nova redução, para 300. O número de dirigentes com dispensa de serviço docente passou a ser proporcional ao de associados dos sindicatos, pelo que a Fenprof, com 132 elementos, é a estrutura com mais dispensados.

Vamos por partes.

A média que o CM apresenta como vencimento dos dirigentes sindicais destacados nos sindicatos é a do actual último escalão da carreira docentes já que ninguém ainda chegou ao 10º escalão.

O CM apresenta os números para 2012 contando com os subsídios de Férias e Natal que possivelmente não serão atribuídos.

Agora as contas:

Apenas sendo possível obter um destacamento para uma organização sindical estando no quadro quem ficará a substituir esse docente será sempre um contratado que aufere pelo indíce 151 e aqui o vencimento é de 1373,13€.

Como se prevê que em 2012 os ditos subsídios não sejam atribuídos as contas corretas do CM deveriam ser estas:

1373,13 X 212,5 X 12 = 3501481,5€

Neste momento a legislação referente às dispensa sindicais está bastante reduzida comparativamente há 5 anos atrás. Existe um limite máximo do número de destacamentos para as organizações sindicais e as dispensas resultam de uma tranferência do direito à falta (4 dias por mês) de cada dirigente para uma única pessoa.

Não existindo o direito a essa transferência seria mais barato que 1062 pessoas faltassem 4 dias por mês?

Tendo em conta que cada dia de trabalho docente custará 103,06€ (média de vencimento diário dos docentes do 9º escalão) a falta dos 1062 dirigente totais com cedência de créditos custaria ao pais 5253586,56€

Das duas uma: ou se eliminaria o direito ao exercício da actividade sindical e bania-se por completo o direito à falta enquanto dirigente sindical e isto seria um retrocesso aos ano 70 do século passado (seria apenas mais um) ou eliminava-se o direito à tranferência dos créditos das faltas para um único dirigente.

Se a primeira opção será inconcebível a segunda será mais cara.

Apesar de tudo, “a regra do negócio”  ainda é boa para o Estado.

Nota: fiquei curioso com o sublinhado que fiz à notícia do CM

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Por isso já lhe chamaram Nuno Cortes

O desígnio de Crato é cortar

Santana Castilho *
Nuno Crato encheu de nada e de cortes três páginas deste jornal. Lê-lo a 31 de Outubro traveste-lhe a graça para Nuno Cortes. Quando não identifica medidas para cortar, responde que não sabe. Nuno Nada, tão-pouco destoava para sua nova graça. Que desgraça!

Tirando o desígnio de castrar, despedir e poupar, não há na entrevista a mais ligeira ideia consistente sobre Educação. Perguntado sobre como se vai cumprir a escolaridade obrigatória até aos 18 anos, responde com profundidade: “Está tudo em aberto”. Interrogado sobre a verdadeira grandeza da redução orçamental, riposta com rigor: “Depende do quadro que se leia”. Questionado sobre o número de professores estritamente necessário, que antes havia invocado, é preciso: “É um bocado menos do que temos hoje. Não consigo quantificar”. Solicitado a esclarecer o objectivo que propõe para um novo modelo de financiamento do ensino superior, que acabara de preconizar, repete-se: “Está tudo em aberto”. À insistência dos entrevistadores, que querem conhecer os critérios a incluir no tal modelo, responde filosoficamente: “Vamos pensar nisso”. Quando lhe perguntam se já começou a pagar as bolsas de estudo, é negativamente claro: “ Ainda não”. Quando lhe perguntam se tem ideia de quantos alunos perdem o direito à bolsa, é claro, negativamente: “Ainda não”.
“Estamos a estudar”, “estamos a ver”, “estamos a identificar”, “temos de ver” “temos que pensar” e “vamos ter de repensar” são fragmentos frásicos abundantes na entrevista, que ilustram a vacuidade predominante. Mas há passagens concretas, que patenteiam impreparação, ignorância e manipulação da realidade. Passo a fundamentar.
Comecemos pela impreparação. Nuno Crato confessa que era inconsciente, quando crítico do anterior poder. Para tentar estabelecer coerência entre o que dizia e o que agora faz, afirma-se fiel aos seus princípios de sempre e deixa implícito que os actos que pratica, que contradizem tais princípios, são ditados por uma realidade que desconhecia. É uma quadratura do círculo, donde emerge impreparação crassa. Vista do lado do crítico, o ministro fica sem crédito. Vista do lado do ministro, o crítico virou a casaca. A seriedade mínima conclui pela implosão recíproca.
Passemos à ignorância, com dois exemplos. No primeiro caso, é deprimente constatar o desconhecimento do ministro sobre a gestão do currículo do ensino básico. Nuno Crato assevera que poupou, com a supressão do Estudo Acompanhado, 15 milhões de euros no 2º ciclo e 17 no 3º. Afirma, preto no branco, que “ o Estudo Acompanhado era dado por dois professores no 2º ciclo”. Ora o que todos sabemos é que o Estudo Acompanhado continua a existir para o 2º ciclo e é acompanhado pelos mesmíssimos dois professores. Termos em que uma supressão que não existiu, senão na mente capta do ministro, não pode originar 15 milhões de poupança, senão nas virtuais contas deste economista, especialista em Matemática e arauto do rigor. No segundo caso, é embaraçoso ver Nuno Crato referir que a escolaridade obrigatória é de nove anos. Pena que um assessor não tenha tido a oportunidade de o esclarecer que já é de 12.
Vejamos agora a manipulação da realidade, também com dois, de vários exemplos possíveis:
1. Nuno Crato deixa cair, com ar dramático: «Quase metade (46,7 por cento) do pessoal da administração central está no Ministério da Educação. É um valor extraordinário. Isso significa que as reduções têm de ser, em grande parte, em pessoal e que têm de se reflectir na educação.» Mas não justifica seja o que for. A Educação tem cerca de dois milhões de utentes directos. Como se comparam estes números com os outros serviços públicos? Como se comparam estes números com dados internacionais? Como se enquadram estes números no que ele, como definidor das politicas educativas, quer do sistema? Sobre isso disse nada.
2. Nuno Crato branqueia o quadro da Parque Escolar, qual copista do surrealismo. Revela-se um verdadeiro artista. Diz que a dotação do Orçamento de Estado de 2012 para aquele monstro é zero. E mostra como chega a este zero. Explica, com candura, que mandou “prolongar as obras por mais tempo, de forma a não concentrar todos os custos neste ano”. Esclarece, qual vestal, que 95 milhões de euros são receitas próprias da Parque Escolar, como se não soubéssemos todos que resultam da saloia engenharia financeira que obrigou, por decreto, as escolas a pagar-lhe rendas, que saem, obviamente, do Orçamento do Estado para 2012. E acrescenta que 80 milhões virão de endividamento ao Banco Europeu de Investimento, que não serão pagos pelo condomínio do meu prédio, digo eu. Brilhante. Em linha com o sofisma clássico: “Todo o cavalo raro é caro. Um cavalo barato é raro. Logo, um cavalo caro é barato!”
Se subsistissem dúvidas sobre o papel de Crato neste Governo, esta entrevista dissipou-as. Do que disse não se extrai uma única ideia estruturada sobre qualquer dos níveis de ensino que tutela. Crato é apenas um dos economistas do Governo que, da Economia, só aproveitam a contabilidade. Sobre as desreguladas e criminosas actividades especulativas, que são do domínio público, não se lhes ouve uma palavra. Mas são lestos a condenar o sector público. E fazem-no de modo a que os gastos com a educação, com a saúde e com a justiça, naturalmente não isentos de erros, sejam apontados como responsáveis únicos pela descida ao inferno das finanças e da economia nacionais.
* Professor do ensino superior ([email protected])

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Apenas um Calhau

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Listas ordenadas da BR9

Ficando só a faltar informação se existiram colocados nos grupos 310, 540, 560, 600, 610, 920 e 930. Os grupos 200, 340, 350 e 550 não tiveram colocados na BR9.



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Alteração aos concursos

Regras dos concursos de professores vão ser alteradas

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) vai alterar a legislação que regula os concursos de professores de modo a que também seja respeitada a graduação dos candidatos no âmbito das chamadas bolsas de recrutamento

Em comunicado de imprensa divulgado ao fim da tarde, o MEC esclarece que esta alteração foi recomendada pela Inspecção-Geral de Educação (IGE) na sequência do inquérito realizado à forma como foram disponibilizados os horários e colocados professores na Bolsa de Recrutamento 2, que decorreu em Setembro.

A recomendação que a IGE faz ao MEC para alteração das regras das colocações pela bolsa de recrutamento mais não é do que a evidência que apontei neste post de 24 de Setembro, -“O erro do Algoritmo“.

Não será por esta recomendação que o diploma de concursos tem de ser alterado. Lembro que é no Decreto-Lei 51/2009 que se verifica a bonificação de 2 valores para o excelente e 1 valor para o Muito Bom e que pelo acordo de Setembro obriga a que exista essa alteração na legislação dos concursos.

A acontecer a alteração proposta pela IGE teremos assim uma bolsa de recrutamento com as regras das antigas ciclícas em que semanalmente os horários eram atribuídos em função da graduação do docente e de acordo com a ordem das suas preferências.

Contudo existiam erros nas anteriores ciclícas como nas actuais bolsas de recrutamento que tornam os concursos numa autêntica lotaria e que leva a casos destes. E existem formas de as evitar, um dia volto a este assunto, mas ao contrário do que poderão pensar não sou contra as ofertas de escola e até acho que devem aumentar as situações em que uma escola pode contratar diretamente o professor, desde que as mesmas cumpram as regras definidas pelo diploma de concursos geral.

 

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Comunicado de Imprensa do MEC sobre a BR2

O Paulo deu a conhecer o Comunicado de Imprensa do MEC sobre o inquérito aos procedimentos da Bolsa de Recrutamento. Já aqui tinha dado conta de uma razão porque as escolas não conseguiram facilmente submeter horários anuais a concurso. Infelizmente hoje que tinha tudo preparado para conseguir esta prova a aplicação já funcionava em condições e não foram necessários quaisquer truques para colocar o horário como anual.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

Comunicado de Imprensa

No âmbito dos normais e correntes procedimentos de controlo e avaliação dos serviços sob sua tutela, a 10 de Outubro de 2011 o Ministro da Educação e Ciência, através do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, ordenou à Inspecção-Geral da Educação (IGE) a abertura de um inquérito, no sentido de avaliar e assegurar a regularidade de todos os procedimentos concursais e do recrutamento docente do ano 2011-2012 que decorreram sob a responsabilidade da Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação (DGRHE) através da plataforma que, para o efeito, foi disponibilizada às escolas e aos candidatos.

Os resultados deste inquérito são agora conhecidos e serão enviados aos diversos grupos parlamentares que recomendaram que fosse feita uma inspecção precisamente pela IGE, nomeadamente o PCP, o PS e, conjuntamente, o CDS e o PSD. O MEC dá entretanto a conhecer as principais conclusões desta averiguação:

1 – Não se verificaram indícios de irregularidades ou ilegalidades que justifiquem qualquer tipo de procedimento, designadamente de natureza disciplinar, tendo sido proposto o arquivamento do processo de inquérito;

2 – Em todos os dias do período entre 06 e 19 de Setembro existem registos de horários “anuais” e de “temporários”;

3 – 13 horários na Bolsa de Recrutamento 2 (BR02), ou seja, 0,32 por cento dos 4048 horários a concurso, foram classificados como “temporários” quando deveriam estar classificados como “anuais”. A alteração desta classificação teve origem em causas circunstanciais e não em atitude negligente ou acção premeditada. A DGRHE tomou as diligências necessárias para corrigir esses problemas pontuais;

4 – A falha resultou em que 5 docentes que não obteriam colocação fossem colocados e que 5 docentes que obteriam colocação não fossem colocados. Verificou-se no entanto que estes últimos docentes obtiveram colocação nas bolsas subsequentes, sempre em horários melhores e todos anuais, pelo que nenhum professor quis alterar a situação ou ficou prejudicado;

5 – A “Regra de Negócio” aplicada decorre do previsto no artigo 58.º-A, nº 4, e no artigo 12.º do Decreto-Lei 20/2006, com a redacção dada pelo Decreto-Lei 51/2009, no sentido em que as preferências manifestadas pelos candidatos estão em igual prioridade, não ficando sujeitas à ordem por eles registada – ou seja, a colocação parte do horário para o candidato, ao contrário do que acontece no concurso anual para satisfação de necessidades transitórias que decorre em Agosto. Isto pode ter motivado e, de alguma forma, explicar queixas de candidatos mais graduados ao verem colocados, em horário da sua preferência, outros menos graduados. A IGE recomenda por isto que se proceda a uma análise da “Regra de Negócio”, na qual a Secretaria de Estado do Ensino e da Administração Escolar está já a trabalhar, e que, portanto, se altere a legislação aprovada em 2006.

O Ministério da Educação e Ciência reitera assim que os concursos de colocação de docentes decorreram com toda a normalidade e no cumprimento integral da legislação em vigor.

 

Lisboa, 08 de Novembro de 2011
O Gabinete de Comunicação do MEC

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Os cortes no EPE

Governo vai cortar 10% de professores no estrangeiro

O Governo vai cortar em 10% o número de professores de português no estrangeiro. Em causa estão cerca de 50 os docentes que não vão ter a renovação de comissão de serviços, num universo de 500 que leccionam em 69 países de todo o mundo. Uma medida que vai afectar os cerca de 155 mil alunos que estudam português no estrangeiro e que assim também vão ver reduzido o número de turmas.

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Boa Noite

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Blogosfera – A Educação do meu Umbigo

Um texto simples, mas brilhante.

A Educação Vende

A propósito da capa do i que já foi aqui e aqui desmontada.

 

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Claro que não há estudos

Conforme previ nada foi dito na reunião de hoje entre o MEC e as organizações sindicais.

A FENPROF reuniu com o Ministro da Educação (7/11/2011) e saiu da reunião ainda mais preocupada do que entrou: as “especulações” que têm vindo a público sobre medidas a tomar poderão não passar disso mesmo – especulações – ou não! Ou seja, o que tem vindo a ser público sobre medidas que poderão ser tomadas para garantir uma redução de 1.500 Milhões de euros na Educação poderá ser verdade… ou não! Isto é, no MEC ninguém confirma nem desmente nada, pelo que tudo é possível e esta indefinição e falta de respostas não pode sossegar o país!

Já sobre o ensino de português no estrangeiro parece que a solução irá passar pelo ensino à distância.

Governo vai reduzir turmas de português no estrangeiro e solução passa pela Internet

O Governo vai reduzir o número de turmas com ensino de português no estrangeiro, o que aumentará o desemprego docente, alertou hoje a Federação Nacional de Educação (FNE), para quem a solução poderá passar pelo ensino à distância.

FNE receia que a educação para todos esteja em risco

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“O” TIC

“Manter uma cadeira em anos anteriores“

O que vem no seguimento do que tenho dito.

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BR9 – LISTAS

Post para as listas da BR9 que deverão sair hoje por volta das 17 horas.

Se no ano passado a BR9 foi a última lista semanal que saiu, este ano não existe qualquer informação que o mesmo também aconteça. Assim, enquanto não existir qualquer informação nesse sentido as bolsas continuarão a ser semanais até ao final do 1º período (é previsível que perto da 1ª interrupção lectiva exista uma suspensão de colocações)

Continuo a pedir que me enviem as listas da bolsa de recrutamento de forma a organizá-las e colocá-las neste espaço para conhecimento público.

Link para aceder à aplicação da Bolsa de Recrutamento

Lista de colocações Administrativas na BR9

Colocações de DACL na BR9

100

110

240

330

Colocações de Contratados na BR9

100 – Educação Pré-escolar

110 – 1º Ciclo do Ensino Básico

200 – Português e Estudos Sociais História (não houve colocados na BR9)

210 – Português e Francês

220 – Português e Inglês

230 – Matemática e Ciências da Natureza

240 – Educação Visual e Tecnológica

250 – Educação Musical

260 – Educação Física

300 – Português

310 – Latim e Grego

320 – Francês

330 – Inglês

340 – Alemão (não houve colocados na BR9)

350 – Espanhol (Já não havia candidatos por colocar em 31 de Agosto)

400 – História

410 – Filosofia

420 – Geografia

430 – Economia e Contabilidade

500 – Matemática

510 – Físico e Química

520 – Biologia e Geologia

530 – Educação Tecnológica

540 – Electrotecnia

550 – Informática (nenhum colocado na BR9)

560 – Ciências Agro-Pecuárias

600 – Artes Visuais

610 – Música

620 – Educação Física

910 – Ensino Especial

920 – Ensino Especial

930 – Ensino Especial

Tratamento de dados das BR

Tratamento de dados até à BR9 e não colocados do grupo 220 (trabalho elaborado pela Tânia Figueiredo)

Tratamento de dados até à BR9 e não colocados do grupo 230 (trabalho elaborado pela Alda Marisa)

Listas de não colocados na BR9

240 (lista enviada pelo David Parrinha utilizando a lista de NC da BR5)

240 (lista feita por mim através da aplicação de NC na BR9)

420 (lista enviada pela Paula Ferreira)

500 (lista enviada pelo Pedro Nogueira)

510 (lista enviada pelo Manuel Guerreiro)

530 (lista enviada pela Celina Gonçalves)

Serão colocadas aqui ao longo da semana à medida que me forem chegando

Para ver as listas da BR8 clicar aqui.

Para ver as listas da BR7 clicar aqui.

Para ver as listas da BR6 clicar aqui.

Para ver as listas da BR5 clicar aqui.

Para ver as listas da BR4 clicar aqui.

Para ver as listas da BR3 clicar aqui.

Para ver as listas da BR2 clicar aqui.

Para ver as listas da BR1 clicar aqui.

Para ver todas as listas de 31 de Agosto clicar aqui.

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O pão nosso de cada dia

Mais um episódio que vai acontecendo pelas escolas portuguesas.

Alunos da Escola Secundária Miguel Torga, em Sintra, infernizam aula.

Aulas caóticas filmadas

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Haverá estudos?

FNE e Fenprof reúnem-se com ministro para conhecer cortes orçamentais

Responsáveis da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e da Federação Nacional de Educação (FNE) reúnem-se hoje com o ministro da Educação para discutir as medidas projectadas pelo Executivo para conseguir reduzir custos no próximo ano.

Em declarações à Lusa, o secretário geral da FNE, João Dias da Silva, explicou que o encontro tem por objectivo “conhecer as intenções do Ministério de Educação e da Ciência em relação à forma como tenciona aplicar os cortes previstos no Orçamento de Estado de 2012 na área da educação”.

Os sindicalistas pretendem também conhecer os estudos que suportam as propostas ministeriais de redução de despesas no ensino básico, secundário e superior.

“Vai ser uma reunião de trabalho para conhecer as intenções e fundamentos para que, no futuro, também possamos apresentar propostas no sentido de reduzir custos”, disse João Dias da Silva.

Os sindicalistas garantem que não vão para o encontro para “fazer oposição” mas sim com o objectivo de “trabalhar de forma articulada” no sentido de contribuir para que as reduções não ponham em causa a qualidade do ensino.

João Dias da Silva acredita que esta será “a primeira de muitas reuniões”. De acordo com a agenda do Ministério, antes da FNE, a equipa liderada por Nuno Crato vai receber a Fenprof, que parte para a reunião com os mesmos objectivos.

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Boa noite

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Bom domingo

Pode dar jeito a muitas escolas.

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Lapsos de Darque

É tão fácil desculpar quando o erro é assumido pelo próprio.

Ex.ma Senhora Dra.

Por lapso no uso da aplicação de selecção no concurso 58 deste agrupamento (grupo 910 ensino especial) foi V. Exa. sinalizada como seleccionada. Na verdade, na lista ordenada a publicar (que inclui 285 candidatos) V. Exa. aparece ordenada na posição 79. Logo, nunca poderia ser a seleccionada.

Informamos de que se pretender aceitar a selecção esta nunca será comprovada pela escola e nunca produzira contratação visto que, havendo 78 candidatos pontuados a frente de V.Exa (a diferença para o 1º vale cerca de 7 valores, por exemplo) essa comprovação de uma selecção erronea geraria as legitimas reclamações dos restantes.

Assim, e pedindo desculpa pelos transtornos (muito embora ainda nem nos tenha contactado), solicitamos que, ou explicitamente não aceite o horário o que simplificaria a nossa tarefa de prosseguir com o concurso ou se o aceitar tome conhecimento de que imediatamente daremos os seus dados como não comprovados (forma de solucionar o problema e avançar para o candidato seguinte).

Não necessita de nos contactar mas apenas de realizar a operação de não aceitação na aplicação.

Esperamos que compreenda a dificuldade que muitas vezes se nos coloca no uso da aplicação que como utilizadora saberá ser por vezes pouco amigável (e que se agrava quando temos de gerir uma folha de calculo com 285 linhas de dados).

Em 3 anos de uso esta constitui a primeira situação do género que nos ocorre e muito o lamentamos.

Deste mail foi dado conhecimento por mail aos 78 candidatos ordenados acima de V.Exa para que tomem conhecimento e possam consultar a lista de ordenação para verificar a sua posição e se evitem as reclamações previsiveis face a este erro já corrigido.

Agradecendo a colaboraçao de V.Exa.

Com os melhores cumprimentos,

Luis Sottomaior Braga (Director do Agrupamento de Escolas de Darque)

Contacto telefonico 258320375 ou 370

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Debate em torno de EVT

O “TAMBOR” colocou neste post um texto que procura dar uma resposta ao anunciado fim da disciplina de EVT anunciada por Nuno Crato.  Como não discordo desta ideia e porque pode ser complementada com outras propostas deixo aqui o seu texto e a minha ideia complementar a esta proposta.

A defesa da disciplina de EVT passa sobretudo por defender ET. A produtividade a capacidade técnica/produtora. O estímulo de competências empreendedoras de produção/criação de objectos utilitários, buscando materiais e suportes diversos, constitui um laboratório de experiências muito útil para o futuro no mercado de trabalho da grande maioria dos alunos. É nesta base pragmática, que deve assentar Revisão Curricular no que respeita a EVT. Políticos e economistas tem vindo, nos últimos anos, a alertar para a falta de qualificação técnica dos portugueses e as consequências que dai advém para a economia. Esta é uma das razões mais apontadas para o enfraquecimento da competitividade das nossas empresas relativamente às da Europa de leste ou às potências económicas emergentes.
A perigosidade do uso dos instrumentos e dos materiais na faixa etária com a qual trabalhamos, só por si, já justificam a manutenção do par pedagógico em ET, que aliás sempre existiu, mesmo antes do 25 de Abril. Basta imaginar turmas de entre 25 e 30 alunos, com idades a rondar os 10,12 anos, de ferramentas na mão, a cortar martelar e furar madeira ou metais em simultâneo com a supervisão de apenas um docente na sala! É quase uma caricatura à segurança no trabalho, que é curiosamente um dos conteúdos fundamentais do programa da disciplina no quadro da ET. Defendamos o que é justo, imprescindível e por isso mesmo defensável. Temos toda a legitimidade na defesa do par em ET.
Neste contexto considerem o seguinte:
– Colocação de professores de EVT no grupo 140 – Expressão Plástica do 1º Ciclo.
– No 2ºCiclo dividir a disciplina em duas, Educação Tecnológica e Educação Visual. Em que ET continuaria com par pedagógico e E.V com apenas 1 professor. Ambas com 90 minutos, ou seja 2 tempos lectivos cada. Ambas com 90 minutos, ou seja 2 tempos lectivos cada (actualmente EVT tem 180min correspondente a 4 tempos lectivos com 2 professores em permanência).

Estando a existência do par-pedagógico condenada à partida pela pressão externa na redução de despesa deixaria aberta a possibilidade da disciplina de ET ser feita em desdobramento de turma (Anual) com uma disciplina complementar para esse desdobramento na área das Tecnologias de Informação e Comunicação (45 minutos) e na parte experimental das ciências nos restantes 45 minutos. Ganhava assim o currículo do 2º ciclo e a disciplina de ET.

Apesar de gostar de trabalhar em par-pedagógico, não coloco de parte a sua eliminação, desde que seja possível trabalhar com uma turma reduzida.

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Horários Anuais até à BR8

Este post podia ser uma autêntica bomba para os lados da 24 de Julho, por enquanto não apresentarei a prova em como a aplicação para o pedido de horários anuais está viciada à partida.

Podia fazer a linkagem de alguns posts para trás em que fui dando conta dos erros da BR2, mas também não me vou dar a esse trabalho.

Para tirar a limpo a razão porque alguns horários verdadeiramente anuais saem como temporários procurei encontrar as respostas a essa situação e em dois minutos descobri os motivos.

Resumidamente:

a aplicação assume automáticamente como temporário qualquer pedido de horário encontrando-se esse campo a cinzento sem possibilidade de ser feita a alteração para anual.

Existem duas possibilidades para o pedido de horários:

– Substituição ao abrigo do 95º do RCTFP

– Aumento de turmas

No primeiro caso a aplicação divide-se nos motivos que originam a substituição.

Em qualquer dos casos a aplicação mantém a duração prevista do horário como TEMPORÁRIO

De seguida é pedido o número de horas que origina o motivo do horário. O campo da duração prevista do horário contínua inactivo.

Agora existe um truque para passar o horário a anual. Deve experimentar-se alterar o motivo que origina o pedido até que a duração prevista fique com o campo de cor verde. Quando isso acontece já é possível colocar o motivo exacto que origina o pedido e seguir com a aplicação para a frente tendo a garantia que o horário será ANUAL.

Tudo isto em video seria interessante.

Agora voltando ao tema do post fica aqui disponibilizada a tabela com o número de horários anuais nas 8 bolsas de recrutamento com a percentagem total desse tipo de horário comparada com a percentagem da BR2.

O quadro dá a entender que as escolas aprenderam a lidar com a aplicação e aprenderam o truque, mesmo assim nem todas ainda o sabem.

Como neste espaço é possível comentar anónimamente e se existir alguma coragem de quem nas escolas faz o pedido de horários na aplicação podia dar aqui o testemunho destes factos.

 

 

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