Hoje estou como o Daniel Oliveira

Ouçam o Cavaco Silva

Cavaco Silva: Austeridade orçamental não garante crescimento no futuro

Cavaco tem dúvidas sobre resultado de sacrifícios

Presidente da República volta a avisar que “há limites para os sacrifícios”

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MEC corta acima de 1,5 mil milhões

As contas do i são muito parecidas com as minhas.

Educação leva a maior talhada de sempre e vai contar com menos 1,5 mil milhões

Diminuir a despesa do Estado é um objectivo que este governo prevê alcançar sobretudo à custa da Educação. Os encargos com o ensino sofrem no próximo ano um corte superior a 1,5 mil milhões de euros. Se este objectivo for cumprido à risca, o golpe na Educação corresponde a quase 1% de toda a riqueza produzida no país (0,9% do PIB). A Educação vai levar a maior talhada de sempre e nem sequer a Saúde – que sofre uma queda superior a 10% – consegue chegar perto deste valor (o corte nesta área fica pelos 950 milhões).
No relatório do Orçamento do Estado (OE) para 2012, a despesa total que o Estado tem com a Educação cai de 8,1 mil milhões em 2011 para 6,5 mil milhões no próximo ano. E é às escolas dos ensinos básico e secundário que mais sacrifícios vão ser exigidos. Ao conferir o quadro das despesas dos “serviços integrados” no relatório do OE, salta a vista que o maior golpe no Ministério da Educação e Ciência incide nos estabelecimentos de ensino que no próximo ano vão ter menos 882 milhões de euros para fazer face às despesas – de 5,4 mil milhões passam a ter 4,5 mil milhões de euros. Nem o Ensino Superior terá de se sujeitar a tamanha dieta, uma vez que as reduções previstas para as universidades e politécnicos não ultrapassam os 281 milhões de euros.

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Ainda os DCE

No passado dia 13 o secretário de estado do ensino e da administração escolar emitiu um comunicado de imprensa dando conta que tinha assinado dois despachos para autorizar de forma excepcional a mobilidade de todos os DCE que não foram colocados nas escolas da sua preferência e a autorizar a deslocação dos DACL a título excepcional para uma escola próximo das suas residências até à obtenção de uma colocação através da bolsa.

Hoje dia 19 ainda não consta no site da DGRHE qualquer informação sobre os procedimentos a adoptar por estes professores para verem efectivadas a mobilidade ou a deslocação excepcional.

O SPZN no seu site solicita com urgência, a todos os que estão nas condições previstas no comunicado de imprensa, que contactem o SPZN por mail dando conta da sua situação. Como hoje a FNE tem reunião com o MEC este deve ser novamente um dos pontos que será tratado.

Não havia “nexexidade”.

 

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Listas da BR6 por grupo e ordenadas por pedido de horário

Ficam aqui disponibilizadas as listas da BR6 por grupo de docência e por ordem de entrada de horário.
Faltam ainda as listas de colocações dos grupos 310, 320, 340, 540, 560, 600, 610, 920 e 930. Os grupos 210 e 530 não tiveram colocações e o grupo 350 já não tem candidatos por colocar desde 31 de Agosto.

Este tipo de listas podem apoiar possíveis recursos hierárquicos.


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Blogosfera – educar A educação

ADD de professores contratados ainda por concluir!

 

Mas não foi só numa escola! E quase de certeza que o tempo de serviço de 2010/2011 dessa escola já foi validado.
Enfim…

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Petição Professores Preteridos

Petição Professores Preteridos  

Para:Ministro da Educação e Ciência

1 – Como é do conhecimento público e sem que nada o fizesse prever, o Ministério da Educação e Ciência alterou os procedimentos da aplicação da lei que regulamenta o concurso de professores, o que resultou numa inversão das colocações, relativamente aos anos anteriores. Habitualmente, nas primeiras Bolsas de Recrutamento havia uma quantidade substancialmente superior de colocações em horários anuais, em contraste com um número significativamente reduzido de horários temporários.
2 – O número de colocações em horários anuais, nas primeiras bolsas, era tão expressivo que um número considerável de docentes concorreu apenas a horários anuais, como era habitual, com uma garantia de colocação, na pior das hipóteses, até à BR4.
3 – Não obstante as circunstâncias excecionais que levaram à existência de um número significativo de professores em Destacamento por Ausência da Componente Lectiva (DACL) e à redução substancial do número de vagas, a alteração da aplicação da lei levou a que os docentes mais graduados, opositores, apenas, aos horários anuais, se vissem ultrapassados na ordenação estabelecida pela DGRHE e não obtivessem a devida colocação a que teriam direito.
4 – Com efeito, a constatação inegável da alteração da plataforma informática que levou as próprias escolas a terem de carregar horários anuais como temporários e noutros casos, a serem carregados como anuais e serem convertidos em mensais, sem qualquer informação prévia no momento do concurso, configura uma situação inaceitável de quem sabia o impacto das alterações produzidas e não alertou em tempo para esta mudança de procedimentos. Não basta argumentar que se está a atuar ao abrigo da lei para justificar a razoabilidade do que aconteceu pois é inequívoco que o Ministério sabia do impacto que as alterações na plataforma iriam provocar.
5 – Em bom rigor, se a aplicação da lei e/ou da plataforma informática não tivessem sido alteradas, os horários temporários, até agora preenchidos, teriam sido, maioritariamente, horários anuais e os restantes é que teriam sido os temporários.
6 – Gerou-se assim, um clima de frustração neste grupo de docentes, por verem goradas as suas legítimas expectativas de não poderem aspirar à colocação a que teriam direito, não fora a alteração operada na plataforma pela DGRHE.
7 – Face à situação criada e no sentido de minorar os efeitos do problema detectado, sugere-se que seja criada a possibilidade de os professores que manifestaram opção pelos horários anuais possam aceder também às vagas temporárias sem interferir com as colocações já efectuadas. Deste modo será reposta alguma equidade, permitindo que os docentes mais graduados não sejam injustamente arredados do sistema de ensino para este ano lectivo.

Se concorda com estes pressupostos, subscreva esta petição.

Os signatários

Penso que não seria necessária uma petição para remediar o que veio a acontecer com uma alteração forçada das regras. O próprio MEC no dia seguinte à BR2 deveria ter permitido que todos os docentes que concorreram apenas a horários anuais pudessem alterar a duração previsível do contrato manifestando interesse nisso.

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De novo Timor Leste

Tenho dado algum relevo à manifestação de interesse para funções docentes em Timor Leste. Hoje foi conhecida a lista definitiva dos candidatos selecionados para lecionar em Timor após a entrevista de seleção dos candidatos.

Só é pena que não exista mais nenhuma informação dos procedimentos a seguir para estes professores de forma a organizarem a sua vida. São necessários alguns procedimentos que têm de ser feitos com alguma antecedência, nomeadamente um plano de vacinas próprio.

Lista de candidatos selecionados

Este concurso foi aberto apenas para professores dos quadros com preferência para candidatos em ausência da componente lectiva, no entanto Timor Leste irá apostar na requalificação dos seus docentes e espera contar com o apoio de docentes portugueses comparticipando em conjunto com o estado português os custos dessa parceria. Uma boa oportunidade de trabalho deve surgir nos próximos tempos para os docentes portugueses.

 

 

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O Estado Social por Medina Carreira

Programa Olhos nos Olhos dia 17 Outubro 2011

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FNE receia que a escola deixe de ser para todos em Portugal

A Federação Nacional da Educação (FNE) manifestou hoje preocupação e  “profunda discordância” com as medidas inscritas na proposta de  orçamento para 2012, admitindo que podem fazer perigar a escolaridade  obrigatória de 12 anos, com o empobrecimento das famílias.

Podemos  estar hoje a poupar algum dinheiro, mas criando “uma fatura  extremamente pesada para os portugueses no futuro se abandonarmos  condições de uma educação de qualidade que acolha todos e promovendo o  sucesso de todos”, declarou à agência Lusa o secretário-geral da FNE,  João Dias da Silva.

“A educação é o setor onde há o corte mais brutal em termos de orçamento, comparativamente a 2011”, sublinhou.

Questionado  sobre a viabilidade da escolaridade de 12 anos, Dias da Silva  respondeu: “A própria Ação Social Escolar também sofre cortes. Aquilo  que contribuía para uma oferta de qualidade pode ser posto em causa por  medidas que sejam de mero controlo de despesa”.

Face às  dificuldades que enfrentam as famílias, a FNE apela: “Temos de ter uma  educação para todos, se começamos a ter uma educação só para alguns é o  futuro que está em causa”.

Questionado sobre um alerta já deixado  pelas associações de pais sobre esta matéria, Dias da Silva admitiu: “Há  todas as formas escondidas de pequeno contributo para o orçamento  familiar que retiram os jovens da escola e isso deve ser combatido, não  deve ser promovido”.

A FNE discorda das medidas estabelecidas para  os trabalhadores da Administração Pública, como os cortes de salários e  subsídios de férias e de Natal, mostrando-se particularmente sensível  aos pensionistas cujo IRS seja agravado.

“O caminho que se pode  seguir não é um caminho de via única, que é este que o Governo  escolheu”, disse Dias da Silva, defendendo que se a crise é para todos,  os sacrifícios também deviam ser repartidos por todos, através de uma  revisão de impostos para a população em geral e em função das  possibilidades de cada um.

Para a FNE, o Governo “não preserva condições de equidade e de justiça social”.

A federação considera que há uma incorreta gestão de recursos na Administração Pública e que há alternativa a despedimentos.

No  setor que representa, em particular, a FNE diz-se preocupada com a  forma “vaga e genérica” como o Governo apresenta o contributo do  Ministério da Educação para combater a crise.

“Não entendemos o  que é supérfluo na organização curricular, nem como é possível reduzir  nas políticas de promoção de sucesso educativo. Achamos que há perigo de  estes cortes virem a por em causa elementos fundamentais de garantia da  qualidade do nosso sistema educativo”, afirmou.

O Ministério da  Educação e Ciência perde 864 milhões de euros, face a 2011, para um  total de 8.182,4 milhões de euros inscritos este ano na proposta de lei  que o Governo entregou segunda-feira no Parlamento.

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BR6 com horários pedidos só até ao dia 13?

A lista de colocações da BR6 foi reduzida, pela primeira vez em alguns grupos disciplinares não foram colocados docentes. Uma situação estranha na lista da BR6 foi a data de colocação ser dada como o dia 13 de Outubro em vez do dia 17.

O que poderá ter acontecido?

O dia 13 foi o dia que o Ministério anunciou que os DCE e os DACL seriam colocados administrativamente, embora no dia de hoje ainda não se saiba de que forma irá acontecer essa colocação administrativa e a lista de colocações administrativas da BR6 também ainda não saiu.

Será que os horários pedidos pelas escolas após o dia 13 não tenham vindo a concurso nesta bolsa de forma a permitir a colocação administrativa dos DCE para lugares vagos?

É incompreensível o erro das listas da BR6 se não for essa a justificação, embora nas listas de colocados tenham vindo a concurso horários que terminam o contrato no dia 17/11.

 

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Valor do corte das ofertas não essenciais

Conforme já tinha feito referência aqui o OE2012 prepara-se para cortar nas ofertas não essenciais do ensino básico.

Estes cortes no valor de 100,2 milhões de euros têm um impacto no PIB de 0,1%.

Para além destes cortes que devem incidir essencialmente no currículo também se prevê um acréscimo de alunos por turma no ensino regular e nos cursos EFA com uma poupança de 87,8 milhões de euros bem como a continuação da racionalização da rede de escolas do 1º ciclo e a continuação da aposta na criação de mega agrupamentos com uma redução de 54 milhões de euros.

Com a redução de 147,4 milhões de euros no ensino superior e ciência mais uma redução de 208,7 milhões de euros que não está discriminada, a redução total no MEC para 2012 irá ser de 600,1 milhões de euros, 0,4% do PIB.
Acrescido os cerca de 600 milhões de euros com o não pagamento dos subsídios de Férias e Natal o corte total que irá afectar a Educação ultrapassa em muito o mil milhão de euros.

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OE2012 – Orçamento para a Educação

Para analisar estes dados amanhã com mais alguma calma. Mas 9,6% são mais do que os 605 milhões de euros que há pouco tempo se falava para cortes no MEC.



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Medidas para o Ensino Básico e Secundário

Medidas do relatório do OE2012 para o Ensino básico e secundário e administração escolar (página 197 e 198)
Em matéria de educação e formação, o País enfrenta como principais desafios o garantir de uma melhoria significativa das aprendizagens, o elevar dos níveis de qualificação dos jovens e de adultos e o combate ao abandono escolar precoce. O compromisso assumido entre o Estado português e a Troika internacional vem reforçar precisamente a necessidade de reunir esforços e apostar em medidas que tenham em vista ―o aumento da eficiência no sector educativo, o aumento da qualidade do capital humano e a facilitação da adaptação ao mercado de trabalho‖.

Assim, no que diz respeito a matérias relacionadas com questões curriculares, pedagógicas e de qualificação, consideram-se os seguintes objetivos estratégicos:

  • Elevar os níveis de qualificação e melhorar significativamente a qualidade das aprendizagens, desde o ensino pré-escolar ao ensino secundário (quer nos cursos gerais, quer nos cursos profissionalizantes), e a sua comparabilidade no espaço europeu;
  • Alargar o acesso ao ensino especial e adequar a intervenção educativa e a resposta terapêutica às necessidades dos alunos e das famílias no ensino especial;
  • Reforçar a aposta no ensino profissionalizante de jovens quer no nível básico, quer no nível secundário de educação;
  • Manter as respostas de qualificação de adultos, com especial incidência na elevação dos níveis de certificação profissional e na reconversão e integração laboral das pessoas em situação de desemprego;
  • Desenvolver e consolidar uma cultura de monitorização e avaliação a todos os níveis do sistema de ensino, assente no rigor, na responsabilização, na promoção e valorização do mérito e na deteção das fragilidades.

Para o efeito, será implementado um conjunto extenso de medidas em áreas de intervenção diversas:

  • Profunda reorganização e racionalização dos currículos e revisão de planos/projetos associados à promoção do sucesso escolar;
  • Melhoria da complementaridade entre percursos de reconhecimento e percursos de formação certificada.

No que diz respeito à administração escolar, consideram-se os seguintes objetivos estratégicos:

  • Melhor gestão dos recursos humanos por via do processo de mobilidade, utilizando critérios exigentes de gestão e racionalização;
  • Reordenamento da rede escolar do sistema de ensino, nomeadamente através da criação de uma rede de oferta pública coerente e aproveitando os recursos existentes;
  • Reforçar a autonomia das escolas, contratualizando com um maior número de escolas maior autonomia;
  • Empreender reformas na administração escolar, nomeadamente numa primeira fase, o modelo de financiamento das escolas particulares e cooperativas com contrato de associação e a implementação de um novo modelo de avaliação de desempenho docente.

Para o efeito, será também implementado um conjunto extenso de medidas em áreas de intervenção diversas, como sejam:

  • Estabilidade e dignificação da profissão docente: é imperativo o desenvolvimento de um modelo de Avaliação de Desempenho Docente centrado nas vertentes científica e pedagógica e que promova a motivação e o desenvolvimento profissional dos docentes no quadro de um sistema de rigor que reconheça o mérito e a excelência;
  • Racionalização da rede de oferta de ensino: constituem prioridades nesta área de intervenção a estabilização do processo de organização dos agrupamentos de escola, privilegiando a verticalização pedagógica e organizacional de todos os níveis de ensino, bem como a reorganização das escolas do 1º ciclo, permitindo aos alunos usufruírem de melhores condições de ensino e de aprendizagem;
  • Desenvolver e aperfeiçoar o ensino pré-escolar: nesta área de intervenção, procurar-se-á alargar a rede pré-escolar, a qual constitui um fator de equidade no progresso educativo das crianças, incluindo a aposta na articulação entre o ensino pré-escolar e o ensino básico

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Orçamento de Estado 2012

Clicar nas imagens para aceder aos documentos.

O resto aqui

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BR6 – LISTAS

Post para as listas da BR6.

Desde o dia 12 de Setembro existiu sempre uma Bolsa de Recrutamento a uma segunda-feira, por isso acredito que saia hoje a BR6. Esta será a última bolsa que não terá candidatos que tenham regressado por termo de contrato.

Boa sorte para a BR6 a quem ainda está não colocado.

Link para aceder à aplicação da Bolsa de Recrutamento

Lista de Colocações Administrativas BR 6

Colocações de DACL na BR6

100

110

320

330

550

Colocações de Contratados na BR6

100 – Educação Pré-escolar

110 – 1º Ciclo do Ensino Básico

200 – Português e Estudos Sociais História

210 – Português e Francês (NENHUM COLOCADO NA BR6)

220 – Português e Inglês

230 – Matemática e Ciências da Natureza

240 – Educação Visual e Tecnológica

250 – Educação Musical

260 – Educação Física

300 – Português

310 – Latim e Grego

320 – Francês

330 – Inglês

340 – Alemão (nenhum colocado na BR6)

350 – Espanhol (Já não havia candidatos por colocar em 31 de Agosto)

400 – História

410 – Filosofia

420 – Geografia

430 – Economia e Contabilidade

500 – Matemática

510 – Físico e Química

520 – Biologia e Geologia

530 – Educação Tecnológica (NENHUM COLOCADO NA BR6)

540 – Electrotecnia

550 – Informática

560 – Ciências Agro-Pecuárias

600 – Artes Visuais

610 – Música

620 – Educação Física

910 – Ensino Especial

920 – Ensino Especial

930 – Ensino Especial

Tratamento de dados das BR

Tratamento de dados até à BR6 e não colocados do grupo 220 (trabalho elaborado pela Tânia Figueiredo)

Continuação do Trabalho da Tânia com os colocados no grupo 220 até à BR 5 feito pelo Carlos Pato

Tratamento de dados no grupo 220 tendo por base a lista da Tânia (colocações em CE, trabalho elaborado pela Patrícia Oliveira)

Tratamento de dados no grupo 220 tendo por base a lista da Tânia (colocações em CE, trabalho elaborado pela Patrícia Oliveira com actualização de ofertas de escola pela Lara Neto)

Tratamento de dados com os colocados até à BR4 a partir da lista de não colocados da BR3 e OE colocados no grupo 230 (trabalho elaborado pela Andreia Salgueiro)

Tratamento de dados com todos os docentes do grupo 260 colocados e não colocados até à BR5 (trabalho elaborado pelo Carlos Meneses)

Tratamento de dados do grupo 110 na BR4 dos não colocados

Listas de não colocados na BR6

100 (lista enviada pela Ana Veloso)

400 (lista enviada pela Arminda Costa)

510 (lista enviada pelo Manuel Guerreiro)

530 (lista enviada pela Celina Gonçalves)

910 (lista enviada pela Marisa Sales)

Para ver as listas da BR5 clicar aqui.

Para ver as listas da BR4 clicar aqui.

Para ver as listas da BR3 clicar aqui.

Para ver as listas da BR2 clicar aqui.

Para ver as listas da BR1 clicar aqui.

Para ver todas as listas de 31 de Agosto clicar aqui.

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Greve Geral anunciada pela CGTP e UGT

CGTP e UGT avançam com greve geral

A data provável para a greve geral será o dia 29 de Novembro dia da previsível aprovação do Orçamento de estado para 2012 que será conhecido ao final do dia de hoje.

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Ofertas de Escola – 16 Outubro

76 horários

25 horários

41 horários

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Bolsa de Recrutamento com Listas Públicas

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda considera que a transparência no processo de colocações através das bolsas de recrutamento tem que ser assegurada para o futuro. Basta para tal que, à semelhança do que já ocorre com os restantes procedimentos de colocação de docentes previstos na legislação, as listas de docentes, com o respectivo grupo de recrutamento e a respectiva posição na lista ordenada sejam tornadas públicas. Não se compreende aliás porque é que no que diz respeito às Bolsas de Recrutamento tal não é feito, já que permite o escrutínio público de todo o processo transparente e eficaz, não ficando dependente de denúncias avulsas tornadas públicas pelas escolas e candidatos, com tudo que de daí advém de prejudicial para os próprios.

Artigo 1.º
Objecto

O presente diploma procede à alteração do Decreto-Lei n.º 20/2006, de 31 de Janeiro, na sua redacção actual, tornando obrigatória a publicação das listas de colocação ao abrigo das bolsas de recrutamento.

Este projecto de lei não tem razões para ser chumbado na assembleia da república, embora possa existir uma justificação porque irá ser negociado o diploma de concursos em breve (e esta alteração nunca viria a tempo para este ano porque as bolsas terminam já em dezembro). Se passos Coelho é defensor da transparência que aceite este princípio para o novo modelo de concursos que irá começar a ser negociado em breve com as organizações sindicais que subscreveram o acordo relativo à avaliação de desempenho

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Dia 15 – Coimbra

Recolha de imagens e tratamento de video de Bruno Reis

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Colocados em Contratação de Escola – 423

São estes os dados do formulário que se encontra na barra do menu e que permitem saber quem ficou colocado nas contratações de escola.

Agradecia que quem tivesse dados para me enviar que os coloca-se no formulário de forma a ser mais fácil o seu tratamento.

A partir de hoje ficará sempre disponível um iframe do google docs com os dados que vão enviando.

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Os professores, por José Luís Peixoto

Um ataque contra os professores é sempre um ataque contra nós próprios, contra o nosso futuro. Resistindo, os professores, pela sua prática, são os guardiões da esperança.

O mundo não nasceu connosco. Essa ligeira ilusão é mais um sinal da imperfeição que nos cobre os sentidos. Chegámos num dia que não recordamos, mas que celebramos anualmente; depois, pouco a pouco, a neblina foi-se desfazendo nos objectos até que, por fim, conseguimos reconhecer-nos ao espelho. Nessa idade, não sabíamos o suficiente para percebermos que não sabíamos nada. Foi então que chegaram os professores. Traziam todo o conhecimento do mundo que nos antecedeu. Lançaram-se na tarefa de nos actualizar com o presente da nossa espécie e da nossa civilização. Essa tarefa, sabemo-lo hoje, é infinita.

O material que é trabalhado pelos professores não pode ser quantificado. Não há números ou casas decimais com suficiente precisão para medi-lo. A falta de quantificação não é culpa dos assuntos inquantificáveis, é culpa do nosso desejo de quantificar tudo. Os professores não vendem o material que trabalham, oferecem-no. Nós, com o tempo, com os anos, com a distância entre nós e nós, somos levados a acreditar que aquilo que os professores nos deram nos pertenceu desde sempre. Mais do que acharmos que esse material é nosso, achamos que nós próprios somos esse material. Por ironia ou capricho, é nesse momento que o trabalho dos professores se efectiva. O trabalho dos professores é a generosidade.

Basta um esforço mínimo da memória, basta um plim pequenino de gratidão para nos apercebermos do quanto devemos aos professores. Devemos-lhes muito daquilo que somos, devemos-lhes muito de tudo. Há algo de definitivo e eterno nessa missão, nesse verbo que é transmitido de geração em geração, ensinado. Com as suas pastas de professores, os seus blazers, os seus Ford Fiesta com cadeirinha para os filhos no banco de trás, os professores de hoje são iguais de ontem. O acto que praticam é igual ao que foi exercido por outros professores, com outros penteados, que existiram há séculos ou há décadas. O conhecimento que enche as páginas dos manuais aumentou e mudou, mas a essência daquilo que os professores fazem mantém-se. Essência, essa palavra que os professores recordam ciclicamente, essa mesma palavra que tendemos a esquecer.

Um ataque contra os professores é sempre um ataque contra nós próprios, contra o nosso futuro. Resistindo, os professores, pela sua prática, são os guardiões da esperança. Vemo-los a dar forma e sentido à esperança de crianças e de jovens, aceitamos essa evidência, mas falhamos perceber que são também eles que mantêm viva a esperança de que todos necessitamos para existir, para respirar, para estarmos vivos. Ai da sociedade que perdeu a esperança. Quem não tem esperança não está vivo. Mesmo que ainda respire, já morreu.

Envergonhem-se aqueles que dizem ter perdido a esperança. Envergonhem-se aqueles que dizem que não vale a pena lutar. Quando as dificuldades são maiores é quando o esforço para ultrapassá-las deve ser mais intenso. Sabemos que estamos aqui, o sangue atravessa-nos o corpo. Nascemos num dia em que quase nos pareceu ter nascido o mundo inteiro. Temos a graça de uma voz, podemos usá-la para exprimir todo o entendimento do que significa estar aqui, nesta posição. Em anos de aulas teóricas, aulas práticas, no laboratório, no ginásio, em visitas de estudo, sumários escritos no quadro no início da aula, os professores ensinaram-nos que existe vida para lá das certezas rígidas, opacas, que nos queiram apresentar. Se desligarmos a televisão por um instante, chegaremos facilmente à conclusão que, como nas aulas de matemática ou de filosofia, não há problemas que disponham de uma única solução. Da mesma maneira, não há fatalidades que não possam ser questionadas. É ao fazê-lo que se pensa e se encontra soluções.

Recusar a educação é recusar o desenvolvimento.

Se nos conseguirem convencer a desistir de deixar um mundo melhor do que aquele que encontrámos, o erro não será tanto daqueles que forem capazes de nos roubar uma aspiração tão fundamental, o erro primeiro será nosso por termos deixado que nos roubem a capacidade de sonhar, a ambição, metade da humanidade que recebemos dos nossos pais e dos nossos avós. Mas espero que não, acredito que não, não esquecemos a lição que aprendemos e que continuamos a aprender todos os dias com os professores. Tenho esperança.

Artigo de José Luís Peixoto, publicado na revista Visão de 13 de Outubro de 2011

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A democracia sai à rua

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Ranking de casa

Um 1º lugar com média negativa é sempre um primeiro lugar. 😀
Ordenação das escolas básicas do país, com base na média das provas de Português e Matemática (critérios). O “Ranking 1” inclui todas as escolas; o “Ranking 2” considera apenas aquelas com 50 ou mais provas realizadas.

Ranking do Ensino Bãsico

Ranking do Ensino Secundário

Infografia do Público (clicar na imagem)

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Dinheiro de políticos à lupa

Podem juntar o médico do Algarve a estes.

 

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Uma forte afirmação

Que ninguém ouse pensar que as Forças Armadas poderão ser usadas na repressão à convulsão social que estas medidas poderão provocar

Que transmite um sinal errado no tempo errado.

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Claro que o SNS é insustentável

Médico do SNS ganhou 796 mil euros num ano

Profissional do hospital do Barlavento Algarvio recebeu mais do dobro do valor pago a todos os cinco elementos do conselho de administração.

Sinceramente já não sei qual dos vencimentos será mais preocupante. Se o do médico que recebeu todo aquele dinheiro ou o do conselho de adminstração que afinal mal administrou.

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Quais são?

Ofertas não essenciais no ensino básico

virá uma nova revolução

A primeira que me lembro é a EMRC apenas porque não é universal. Se passarem esta barreira já acredito em tudo.

Ainda não chegam os dois subsídios?

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Fne reúne-se com MEC dia 19

João Dias da Silva adiantou à Lusa que na quarta-feira a FNE vai reunir com o MEC para “iniciar a negociação de diversas matérias”, entre as quais a revisão do Estatuto da Carreira Docente, a revisão do diploma de concursos e a revisão do regime jurídico de autonomia e gestão de escolas.

Depois do dossier da Avaliação de Desempenho ter ficado fechado chegou a hora de rever o diploma de concursos e o regime jurídico de autonomia e gestão de escolas, foi também esse o compromisso do MEC para a existência de um acordo.

No meu ponto de vista os exemplos que se verificam com as contratações de escola devem ter um peso importante para travar a localização desregulada dos concursos, as anteriores recomendações para ingresso na carreira de docentes com mais de 10 anos de serviço devem ser tomadas em conta para o novo modelo de concursos, a constatação que os DCE não podem aguardar dois meses por uma colocação próxima da área de residência e dos tratamentos deve ser resolvida e os DACL podem ter uma solução com alguma imaginação sem penalização para nenhuma das partes.

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Afinal são postas de pescada

Só hoje tive acesso à notícia do DN sobre a possível redução curricular mas pelo que pude constatar ainda não estão definidas quais as alterações curriculares que Nuno Crato está a pensar fazer.

A fundamentação do Ramiro e do Adalmiro hoje estão esgotadas quando dizem que para cortar 500 milhões de euros seria necessária uma reforma curricular estruturante ou uma redução do curriculo ao seu mínimo. Pelas minhas contas os cortes nos subsídios já ultrapassam o corte previsto para o MEC no ano de 2012.

Chega da conspiração do medo.

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Contas de merceeiro

Se o MEC baixa no orçamento para 2012 605 milhoões de euros, se existem cerca de 130000 professores, se em média cada um recebe por volta dos 2000 euros ilíquidos, se o subsídio de Férias e o de Natal vão ser tirados a TODOS os professores, não é preciso fazer mais nenhum corte na Educação, pois não?

130000 x 2000 x 2= 520 MILHÕES

Então esqueçam também a mudança do currículo por contenção de despesas, ok?

os restantes 85 milhões saem dos subsídios de férias e de natal do ensino superior

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6 anos de MENTIRA!

A triste realidade

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Aqui já concordo a 100% com o Bloco

Na AR deu também hoje entrada um outro projecto de lei do BE que pretende a obrigatoriedade da publicação das listas de colocação de docentes ao abrigo da bolsa de recrutamento. Actualmente as listas só são acessíveis aos professores candidatos, o que, segundo o Bloco, impossibilita o “escrutínio público” do processo em causa.

…e libertava-me de “trabalhos”. 😀

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Assim não, senhor Primeiro Ministro

A FNE foi surpreendida negativamente, como todos os Portugueses, pela comunicação de hoje do Senhor Primeiro-Ministro.

Já sabíamos que havia sacrifícios para suportar. Já sabíamos que a dimensão das dificuldades era colossal. Já sabíamos que tínhamos de aplicar um esforço colossal para ultrapassar os problemas. Já sabíamos que os Trabalhadores em geral teriam de suportar uma pesada fatura para se encontrar caminho e solução.

O que ficámos sem saber foi o que o Governo pretende fazer em termos de desenvolvimento, crescimento e emprego.

A receita da austeridade tem limites. É que sabemos que, em muitas circunstâncias, austeridade só se traduz em mais austeridade, porque não traz condições de desenvolvimento e de crescimento, antes só o caminho mais rápido para a recessão.

Os trabalhadores portugueses só ficaram a saber hoje que recai sobre mais dificuldades de vida e menores condições de trabalho a solução preconizada pelo Governo.

A FNE exige que o Governo assuma que a justiça social e o respeito pelos portugueses só é possível com medidas que promovam o desenvolvimento e o emprego. De outro modo, o abismo é a solução a que estamos condenados.

A FNE, em nome dos Trabalhadores que representa, discorda desta estreita e única via de resposta aos problemas de deficit com que nos confrontamos e que se traduz em aumentar a precariedade e em diminuir excessivamente as condições de vida dos Portugueses.

A FNE entende que se torna urgente que o Governo assuma, para além de medidas de restrição e de austeridade, a concretização de ações concretas de promoção de emprego com crescimento económico.

Porto, 13 de Outubro de 2011

A Comissão Permanente da FNE

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Colocados em CE – 1ª LISTA

Comecei a disponibilizar hoje um formulário que permite cada um colocar os dados dos docentes colocados em Contratação de Escola. O Formulário ficará na barra superior horizontal do Blog na parte das CONTRATAÇÕES DE ESCOLA que se encontra à direita.

Qual o objectivo deste formulário?

Dat a conhecer quem fica colocado nas contratações de escola de forma a quem ainda está à espera de uma colocação ter uma noção de quem sai da lista de não colocados para as bolsas.

Irei disponibilizar os dados sempre que o número de formulários se justifique. Sempre que tenha pelo menos 100 colocações coloco as tabelas em pdf. Quando tiver dados suficientes para tratamento de dados farei o tratamento por grupo de docência.

Alguns campos do formulário são de preenchimento obrigatório outros são facultativos, embora seja importante que preencham todos os campos.

Aceito sugestões para melhorar o formulário.

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Lista ao Pai Natal

Bloco quer que professores com três anos de serviço ingressem no quadro das escolas

O BE apresentou hoje um projecto de lei na Assembleia da República (AR) no qual defende o ingresso de professores com três anos de serviço nos quadros das escolas.

Concordo com uma abertura de vagas de acordo com as reais necessidades das escolas e até aceito que não haja alteração de posição remuneratória pelo ingresso de carreira até 2014, mas dizer que os 3 anos de serviço são condição para ingresso no quadro parece uma condição irreal.

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FINALMENTE – DCE

Este é um daqueles posts que me dá imenso orgulho em escrever.

 

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Colocados em Contratação de Escola

Vou experimentar um formulário para ser preenchido com as colocações em contratação de escola.
Agradeço a quem tiver disponibilidade de o preencher que o faça de forma a eu testar os resultados deste formulário. Se for fácil ordenar os candidatos colocados em ficheiros que permitam a publicação neste espaço irei fazê-lo.

Espero que esta ferramenta possa vir a ser útil.

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A Dispersão Curricular

…do programa do Governo parece que vai passar por aqui.

Reforma passará por corte nas aulas de História e Geografia e fim da segunda língua estrangeira obrigatória.

Um dia deveremos apenas ler, escrever e contar.

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Evolução das Contratações de Escola por Grupo de Recrutamento

Fica neste post disponibilizado a evolução das ofertas de escola por grupo de recrutamento desde o dia 16 de Agosto até ao dia 17 de Outubro.

Como exemplo de apresentação fica aqui o grupo 110 disponibilizado em quadro, sendo que podem ter acesso a todos os restantes grupos neste documento em pdf.

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Fixado o valor por turma no ensino particular para 2011/2012

85.288 euros é o valor fixado por turma para o ano lectivo 2011/2012 do apoio financeiro a conceder no âmbito dos contratos de associação que se encontra na portaria 277/2011, publicada hoje.

Novidade da portaria é a gestão flexível do currículo que foi dada às escolas do ensino particular e cooperativo para:

  • a) Nos 2.º e 3.º ciclos de escolaridade e no ensino secundário uma gestão flexível dos tempos lectivos entre os quarenta e cinco e noventa minutos, visando uma adequada resposta às necessidades dos alunos, salvaguardando o cumprimento dos tempos anuais constantes nos currículos nacionais;
  • b) No 2.º ciclo de escolaridade e no âmbito da componente curricular não disciplinar caso assim entendam e, de acordo com o seu projecto educativo, assegurarem o estudo acompanhado apenas por um professor;
  • c) No 3.º ciclo, a carga horária definida na alínea f) do anexo III do Decreto -Lei n.º 94/2011, de 3 de Agosto, poderá ser distribuída por qualquer área curricular disciplinar, ou por projectos específicos no âmbito do projecto educativo de escola.

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