Aposta Para Hoje

Para 57 milhões.

 

euromilhoes 8 de abril

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Aperfeiçoamento da Candidatura (8 a 12 de Abril)

Aperfeiçoamento da Candidatura Eletrónica/Concursos Externo, Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento – 2016

Aplicação disponível das 10:00h do dia 8 de abril até às 18:00h de Portugal Continental do dia 12 de abril

 

 

Manual de Instruções – Aperfeiçoamento da Candidatura Eletrónica (CE/CIRR) – 2016

Nota Informativa Aperfeiçoamento das candidaturas aos Concursos Externo, Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento – 2016

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Informações-Prova para as Provas de Aferição e Matriz nacional para as Provas Finais de Ciclo

Publicadas as Informações-Prova para as Provas de Aferição, bem como a Matriz nacional para a elaboração de Provas Finais de Ciclo.

 

Informações-Prova 

 

Matriz para elaboração de PFC

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42 Educadores/Professores Aposentados no ME em Maio 2016

São cada vez menos as aposentações que ocorrem no Ministério da Educação.

O próximo quadro faz a análise dos últimos anos e também tem os dados mensais de 2016.

Por este andar o final de 2016 não deve ter mais de um milhar de educadores/professores aposentados ao longo de todo o ano.

 

MAIO 2016

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Terminou a 1ª Validação por Parte das Escolas

E apenas amanhã conseguem ver na aplicação SIGRHE se a vossa candidatura foi ou não validada.

Não se esqueçam de verificar isso a partir de amanhã e caso tenham campos inválidos devem proceder à rectificação deles, se forem campos passíveis de rectificação.

Por isso, aconselho todos os candidatos ao Concurso Externo/Contratação Inicial a confirmarem amanhã o estado da candidatura.

 

 

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Início do Debate do Número de Alunos por Turma

Aqui para quem quiser acompanhar.

 

debate

 

 

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Reserva de Recrutamento 26

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 26ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

 

Documentação

 

Serviços

 

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Lista de Ordenação Final – Procedimento Concursal EPE

Procedimento Concursal EPE – Professores

 

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Nos termos do n.º 3 do artigo 30º da Portaria n.º 83-A/2009, de 22 de janeiro, alterada e republicada pela Portaria nº 145 – A/2011 de 6 de abril, notificam-se os candidatos ao procedimento concursal para constituição de reserva de recrutamento de pessoal docente do ensino português no estrangeiro, para o cargo de professor, compreendendo os níveis da educação pré-escolar, do ensino básico (1º, 2º e 3º ciclos) e do ensino secundário, aberto pelo Aviso n.º 13639 -A/2015, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 229, de 23 de novembro de 2015, que se encontra afixada nas instalações da sede do Camões, I. P., das coordenações de ensino e das embaixadas e ou consulados de Portugal nos países a que o procedimento concursal respeita e divulgada na página da internet em www.instituto-camoes.pt, a lista unitária de ordenação final.

Informa-se que o prazo de audiência dos interessados, nos termos da portaria 83-A/2009 de 22 de janeiro, na sua redação atual, é de 10 dias úteis, decorrendo entre as 00H00 de 7 de abril de 2016 e as 24H00 de 20 de abril de 2016. Mais se informa que a utilização do formulário eletrónico é obrigatória.

 

Lista de Ordenação Final

 

 

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Regulamento das Provas de Avaliação Externa e de Equivalência à Frequência do Ensino Básico

DESPACHO NORMATIVO N.º 1-G/2016 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 67/2016, 1º SUPLEMENTO, SÉRIE II DE 2016-04-06

 

 

Educação – Gabinete do Secretário de Estado da Educação

 

Aprova o Regulamento das Provas de Avaliação Externa e de Equivalência à Frequência do Ensino Básico e revoga o Despacho normativo n.º 6-A/2015, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 45, de 5 de março de 2015

 

regulamento provas

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Investigadores de sete países europeus analisam língua mirandesa – Noticias ao Minuto

Contratados e contratados ad aeternum… – PÚBLICO

Educação pré-escolar é bem mais que a preparação para a escola – PÚBLICO

As escolas não são fábricas de exames – PÚBLICO

Alunos que frequentam o pré-escolar têm resultados mais elevados – Observador

Expresso | Alunos que frequentam o pré-escolar mais do que um ano chumbam menos

TPC, de Carcavelos à Finlândia – PÚBLICO

As respostas dos leitores sobre TPC – PÚBLICO

Concurso de ideias para alunos do ensino secundário – 97fm Rádio Clube Pombal

Estudo revela que Portugal desinvestiu 200% no ensino das Tecnologias da Informação » Educare – O Portal de Educação

Educação – Associações de pais consideram que as missas em escolas violam Constituição

Portugal tem mais de 50 mil professores em situação precária

“Gente com gente dentro do coração”, assim são os professores » Educare – O Portal de Educação

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Escola em Viagem – Candidatura

Escola em Viagem – Vai decorrer, de 11 a 22 de abril, o período de candidatura à 3.ª edição deste Programa

A Direção-Geral de Educação, o Instituto Português da Juventude e a Movijovem estabeleceram, em março 2015, um Protocolo de Cooperação que tem como objetivo a implementação do Programa Social Escolar – Escola em Viagem.

Este protocolo permite, a todos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, públicos e privados, que lecionam o 3.º ciclo do ensino básico e ou o ensino secundário, a realização de visitas de estudo, com alojamento gratuito para alunos e professores, no período de 09 a 31 de maio de 2016, nas seguintes Pousadas de Juventude: Abrantes, Alcoutim, Alfeizerão, Almograve, Alvados, Areia Branca, Beja, Braga, Castelo Branco, Foz Côa, Ofir, Idanha-a-Nova, Lousã, Ovar, Portimão e São Pedro do Sul.

O processo de atribuição de estadias obedece à apresentação de um projeto/candidatura, no período de 11 a 22 de abril, e ao cumprimento de um conjunto de pré-requisitos.

Consulte a informação e o Regulamento do concurso disponível em www.pousadasjuventude.pt

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Admitida a Petição Nº 66/XIII/1 (Regime Especial de Aposentação para Educadores e Professores do 1º Ciclo)

Foi admitida na Comissão de Educação e Ciência  a Petição Nº 66/XIII/1 (Regime Especial de Aposentação para Educadores e Professores do 1º Ciclo) que solicita a aprovação de um regime especial de aposentação para os docentes da educação pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico.

Vamos esperar que a Comissão de Educação e Ciência se digne a ter tempo para a discutir…

 

(clicar na imagem)

Nota admissibilidade

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Opinião – Santana Castilho – Intenções, palavras gastas, folclore

Na penúltima semana de Março, o Governo falou ao povo. A 24, Tiago Rodrigues deu-nos a conhecer o resultado de um Conselho de Ministros dedicado à Educação. São cinco as epígrafes que sintetizam outras tantas políticas definidoras do rumo para a legislatura:
1. “Sucesso escolar”, com o anúncio de mais um Programa Nacional (este não é “integrado”) visando envolver toda a gente, menos, significativamente, os alunos e recuperando os mais gastos e vulgares lugares comuns sobre a matéria.
2. “Orçamento participativo”, isto é, demagogia primária e gongorismo cívico, que consistirá em atribuir, no dia do estudante do próximo ano (desta feita Marcelo não poderá invocar falta de previsibilidade), aos alunos do Secundário e do último ciclo do Básico, uma verba adicional, que será gasta segundo decisão deles, em prol da escola, entenda-se.
3. “Formação de adultos”, ou seja mais um programa, este “integrado”, como manda o prontuário de serviço, que recupera e elogia as Novas Oportunidades, de má memória (adiante fundamentarei).
4. “Educação inclusiva”, decidindo-se nesta sede a criação de um grupo de trabalho para reorganizar leis (como se o problema não fosse cumpri-las) e juntar aos diplomas dos graus não superiores um suplemento que ateste o que os titulares fizeram em contexto extracurricular (admitindo eu que torneios de caricas não sejam elegíveis).
5. “Parcerias”. Sim, parcerias. Uma com o Ministério da Saúde, para habilitar os alunos do 10º ano com competências em Suporte Básico de Vida. A outra, com o Ministério da Economia, a cargo de estudantes do Ensino Artístico, tratará da “animação turística” das ruas das nossas cidades.
Aos que achem que estou a ser sarcástico em excesso, peço que leiam o documento com que o ministro comunicou com o país. Confiram a linguagem redonda, as formulações gastas, a pobreza de frases sem sentido. Reparem nesta, que explica o Programa Integrado de Educação e Formação de Adultos (PIEFA):
Este programa deverá assentar numa maior integração das respostas na perspetiva de quem se dirige ao sistema, tornando, na ótica do formando, coerente e unificada a rede e o portefólio dos percursos formativos, que no percurso individual devem ser passíveis de combinação personalizada”.
Entenderam? Por aqui é que vamos?
A 29 falou António Costa. No Centro de Congressos de Lisboa, apresentou-nos o Programa Nacional de Reformas 2016-2020, um PowerPoint foleiro (prosa em slides é cábula de comunicador de vão de escada) com diagnósticos e objectivos. Mas o que falta ao país não são diagnósticos. São soluções. O que falta ao país não são objectivos. São processos, saber e autonomia financeira para os cumprir. Mas sobre o concreto para gastar os 12,5 mil milhões de euros de que Costa espera dispor, Costa disse nada, sendo por isso vazia de sentido a discussão pública que propôs até final de Abril. Em matéria de Educação retomou a conversa da treta de Tiago Rodrigues e acrescentou-lhe mais a universalização da frequência do pré-escolar aos três anos, até 2019. Este tópico e a recuperação das Novas Oportunidades merecem um comentário.
A educação de adultos é importante? Obviamente que sim. Todas as iniciativas que visem a qualificação dos cidadãos são importantes. A taxa de analfabetismo de 5,15%, apurada pelo censo de 2011, (sendo que o analfabetismo funcional não está determinado) tem repercussões relevantes do ponto de vista pessoal e social e muitos dos professores sem emprego poderiam combatê-la. Neste quadro, o reconhecimento e validação de competências adquiridas em percursos profissionais consistentes, para efeitos de equivalência a processos de escolarização formal, afigura-se um mecanismo aceitável. Desde que sério e aplicado com rigor. E é bom que não esqueçamos que os Centros Novas Oportunidades do consulado de Maria de Lurdes Rodrigues sucumbiram à pressão política para passarem certificados em prazos insuficientes para formar. Aí residiu o logro genérico: confundir certificação com qualificação. No apogeu do programa, o discurso oficial orgulhava-se da cadência de 10.000 certificações mensais, mas clamava pelo objectivo das 30.000, o que, pese embora a seriedade e a dedicação de muitos, foi, globalmente, um embuste.
Sendo certo que a qualificação dos portugueses está longe dos níveis dos nossos parceiros mais desenvolvidos, pode António Costa atribuir o atraso económico a esse fenómeno? Como assim, num país que exporta médicos, engenheiros e enfermeiros (só no Reino Unido estão 12.000), e que por cá desperdiça no desemprego, nas caixas dos supermercados e nos “call centers” dezenas de milhares de licenciados (professores, arquitectos, juristas,etc.)? Quanto ao pré-escolar, a Fundação Francisco Manuel dos Santos, apoiada pelo Conselho Nacional de Educação, promoveu um estudo que concluiu que a taxa de retenção (uma vez, pelo menos, até aos 15 anos) dos jovens que o frequentaram é 29%, enquanto a daqueles que não tiveram tal experiência se cifra em 46%. Poderão estes dados permitir o estabelecimento de uma relação directa, sobretudo única, entre a frequência dos jardins-de-infância e a diminuição do insucesso escolar? Não parece prudente fazê-lo, quando os dados estatísticos disponíveis mostram, do mesmo passo, uma correlação directamente proporcional entre o estatuto sócioeconómico das famílias e a apetência para colocarem os filhos no pré-escolar. Assim sendo, quem para lá vai e contribui para o abaixamento da taxa de retenção, transporta outras vantagens favoráveis ao desenvolvimento, que acrescem às que retirarão da passagem pelo pré-escolar. Não contesto a correcção das políticas que tendam a universalizar o acesso ao pré-escolar aos três anos. Tão-só pretendo sublinhar que não será a panaceia decisória para o insucesso, sobretudo se essa universalização for marcada pela antecipação das aprendizagens de cariz escolar. A imaturidade psicológica das crianças (defendo, de há muito, os 7 anos como idade de entrada no básico) para serem confrontadas com determinadas aprendizagens, é responsável por muito insucesso. São erradas as pressões para obter mais e melhores resultados escolares cada vez mais cedo. São erradas as políticas que procurem reduzir a educação de infância a uma simples antecâmara da educação escolar. É outra a função dos jardins-de-infância, onde o desenvolvimento de capacidades vitais de crescimento deve ser promovido na condição de crianças, que não de alunos.
A comunidade educativa vive há 40 anos entre a euforia e o desânimo. Não só de modo cíclico, como de maneira polarizada dentro de cada ciclo: de um lado os reformistas do momento, do outro os seus oposicionistas. E as posições trocam-se quando muda a cor dos que chegam ao Governo. Nas fases mais bipolares, como foi o caso da anterior legislatura e é o caso da actual, as oscilações vão do 8 ao 80. A cada recomeço, uns divisam horizontes de milagre, enquanto outros profetizam cenários de desastre.
Quantos mais transplantes para as escolas, de ideologias e de imbecilidades, teremos que sofrer, quanto mais terão que sofrer pais, alunos e professores, para que os partidos políticos aceitem que as reformas em educação devem respeitar ciclos inteiros de aplicação, em nome da estabilidade e da previsibilidade, indispensáveis a avaliações sérias e trabalho pedagógico sereno?
Todos percebemos, tardiamente, que as desilusões têm o tamanho das ilusões. Mas essa percepção não tem sido suficiente para nos poupar à realidade dos fundamentos medíocres das mudanças impetuosas. Quando assim escrevo não penso só em Tiago Rodrigues, que em tão pouco tempo já me esclareceu. Penso em Nuno Crato, também, para não recuar mais. Ante a continuada incapacidade de ter um modelo de ensino pactuado (em que cada força política aceite ceder no imediato para construir vantagens para o país no futuro) é natural que sobrevenha o pessimismo de um lado e o sebastianismo do outro. E lá voltamos à dinâmica bipolar, numa alternância diabólica. Pôr-lhe fim é o desafio do futuro. Tudo o mais, intenções, ideias em quinta mão, palavras gastas, folclore.
In “Público” de 6.4.16

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Alterações ao Calendário Escolar 2015/2016

Foi publicado ao final da noite de ontem a alteração do Despacho n.º 7104-A/2015, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 123, de 26 de junho de 2015, que determina o calendário escolar para o ano de 2015/2016.

clicar na imagem para ler as alterações criadas pelo Despacho n.º 4688-A/2016

 

calendário escolar

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Regime de Avaliação e Certificação das Aprendizagens

Despacho Normativo n.º 1-F/2016 – Diário da República n.º 66/2016, 1º Suplemento, Série II de 2016-04-05

 

Educação – Gabinete do Secretário de Estado da Educação

 
Regulamenta o regime de avaliação e certificação das aprendizagens desenvolvidas pelos alunos do ensino básico, bem como as medidas de promoção do sucesso educativo que podem ser adotadas no acompanhamento e desenvolvimento das aprendizagens

 

 

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Consulta Pública para Inglês Ver

Depois de ter elogiado esta forma de trabalhar do novo ME com consultas públicas aos interessados nos diversos temas em consulta não posso deixar de colocar este mail acabado de receber da DGE que os prazos para a consulta pública sobre o calendário escolar não se coaduna com a necessidade da publicação do referido despacho e por esse motivo esta audição dos interessados foi anulada por despacho de hoje.

 

E assim, de um momento para o outro, criaram descrédito sobre qualquer consulta pública futura.
consulta publica para inglês ver

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Quase 85% não Concorda com a Realização de Provas de Aferição Este Ano

Da sondagem que iniciei ontem e que superou as mil respostas, questionando os leitores do Blogue sobre a realização das provas de aferição neste ano lectivo, 83,29% disseram que este ano lectivo não se deviam realizar as provas de aferição dos 2º, 5º e 8 anos.

Lembro que esta é uma decisão que compete ao Director, ouvindo o Conselho Pedagógico.

Mas como é habitual, a opinião dos professores pouco vale nessas decisões e estou em crer que a maioria das escolas vai realizar essas provas.

Já quanto à opção das escolas em poderem realizar as provas finais do 4º e do 6º ano, apesar da larga maioria dos inquiridos ter respondido que não concorda, existe uma percentagem menor de respostas negativas (69,41%).

Tal como venho a dizer há algum tempo, este ano lectivo devia ser um ano zero quanto a estas provas, tendo em conta a alteração efectuada com o decorrer do ano lectivo.

Ficam apresentados estes resultados que podem servir para a tomada de decisão de algumas escolas.

 

 

sondagem provas exames

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Tinha Dito “Todos de Acordo com a Redução de Alunos por Turma”?

Neste artigo.

 

Afinal, não.

Embora o PS também empurre isto com a barriga apenas para 2017/2018.

Todos querem reduzir as turmas, menos o PSD

 

1041607

 

 

 

Só o PSD não apresentou qualquer iniciativa no Parlamento com vista à redução do número de alunos por turma, cujo limiar máximo foi aumentado durante o mandato de Nuno Crato. O CDS, que então fazia parte do Governo, apresentou um projecto de resolução onde defende que a promoção do sucesso escolar passa por “um estratégico e adequado dimensionamento das turmas”, embora não especifique qual o número de alunos por sala.

Na próxima quinta-feira serão assim debatidas, no Parlamento, seis iniciativas em defesa da redução do número de alunos por turma. Há três propostas de lei, da autoria do PCP, Verdes e BE, e outros tantos projectos de resolução já apresentados pelo PS, CDS e também, de novo, pelo BE. A votação deverá ocorrer no dia seguinte.

Pelo seu lado, o PS recomenda ao Governo que faça o que já consta do seu programa, ou seja, que reduza progressivamente o número de alunos por turma, acrescentando que tal deverá começar a ser feito a partir do ano lectivo 2017/2018. Nesta segunda-feira, o ministro da Educação indicou que se procederá a esta redução “paulatinamente”.

 

 

 

 

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Tempo de Serviço no Grupo 120

A maior dúvida que me tem chegado sobre a validação das candidaturas prende-se com o tempo de serviço dos docentes candidatos ao grupo 120.

Muitas queixas estão a surgir pela desinformação que aconteceu o ano passado por parte da DGAE.

A primeira interpretação da DGAE dizia que existia tempo de serviço antes e após a profissionalização para o grupo 120 conforme coloquei neste artigo datado de 16 de Março com resposta dada pela DGAE nesse mesmo dia.

No dia seguinte já surge nova informação da DGAE rectificando a resposta do dia anterior, considerando que devem indicar como tempo de serviço antes e após a profissionalização, o detido no  grupo de recrutamento da formação inicial (Grupos de recrutamento 110, 220 ou 330).

Chegaram-me informações que algumas escolas estão a invalidar o campo do tempo de serviço relativo porque verificaram neste blogue apenas a informação dada em 16 de Março.

 

E como o que prevalece é a informação dada no dia 17 de Março, fica aqui esta informação e o que consta no e-mail desse dia 17 de Março, com sublinhado meu.

 

 

De: DSCI – DIREÇÃO SERVIÇOS CONCURSOS E INFORMÁTICA <[email protected]>

Data: 17 de Março de 2015 às 16:00:48 WET

Para: xxxxxxxx

Assunto: RE: Dúvida Concurso 2015/2016 – Tempo de Serviço Grupo 120

Exmo.(a) Sr.(a)

 

Em resposta às questões colocadas relativamente à candidatura ao grupo de recrutamento 120 – Inglês do 1.º Ciclo do ensino Básico, e em retificação da informação prestada anteriormente, cumpre esclarecer que os candidatos que pretendam ser opositores a este grupo de recrutamento, devem indicar como tempo de serviço antes e após a profissionalização, o detido no  grupo de recrutamento da formação inicial (Grupos de recrutamento 110, 220 ou 330).

Com os melhores cumprimentos

DGAE/DSCI

 

 

 

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Aposta Para Hoje

…feita por um bruxo…

…de Viseu.

 

euromilhoes 5 abril

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Divulgação – Conferência Think Tank da Educação

edulog

 

 

O EDULOG tem como objetivo  contribuir de forma construtiva para o planeamento estratégico da Educação em Portugal, fomentando o pensamento crítico e integrado, criando ciclos contínuos de reflexão, recomendação, medição e análise que permitam avaliar o estado e evolução do sistema educativo Português.

 

A apresentação oficial deste projeto terá lugar no dia 13 de abril, no Convento do Beato (Lisboa), numa conferência sobre o Impacto da Educação na Sociedade. A conferência contará com as intervenções de John N. Friedman e Pedro Carneiro, e com a apresentação do Estudo sobre a Valorização da Educação seguidas por um debate moderado pelo Prof. Marçal Grilo.

 

As inscrições são gratuitas através do link: http://conferencia.edulog.pt/.

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Divulgação – Olimpíadas do Conhecimento

olimpiadas

 

 

Ex.mos Senhores,

Universidade Fernando Pessoa, UFP, solicita a divulgação das OLIMPÍADAS DO CONHECIMENTO, OC, que abrangem, em 2016, as modalidades de Prova Escrita, de Projeto e de Póster.

As OC são dirigidas aos estudantes do 12º ano de escolaridade ou de ano pedagogicamente equivalente e às escolas dos subsistemas público e privado, com ou sem cursos profissionais, localizadas em Portugal Continental e Insular ou no estrangeiro sempre que disponham, oficialmente ou em opção, de Língua Portuguesa.

As OC visam:

– Na Modalidade de Prova Escrita: fomentar nos concorrentes uma primeira ação simulada dos exames nacionais de acesso ao ensino superior uma vez que, com grande fidelidade, as matérias consignadas nos programas oficiais são aqui tidas em conta.

– Na Modalidade de Projeto: fomentar nos concorrentes uma primeira ação simulada da aplicação do saber adquirido mediante a construção e mostra de projetos nas áreas a que os mesmos estão associados e que a competição fomenta.

– Na Modalidade de Póster: divulgar as boas práticas das escolas em matéria de atividades de currículo paralelo, que, em cada ano, estando inscritas nos Planos de Atividades, se concretizam.

As OC associarão uma rede de parceiros sponsors que coadjuvarão o conjunto de prémios a atribuir a alunos e a Escolas.

Os concorrentes vencedores, para além dos prémios, recebem um incentivo ao prosseguimento de estudos superiores num dos cursos de primeiro ciclo de estudos na UFP, decorrente de patrocínio a atribuir pela Fundação Ensino e Cultura Fernando Pessoa.

A Comissão Organizadora emprestará todo o apoio em relação a informações sobre alojamento e acomodação dos participantes oriundos de escolas, nacionais e estrangeiras, geograficamente distantes.

As inscrições deverão ser realizadas, inclusive, até 30 de abril de 2016 e as provas nacionais, as apresentações dos projetos e dos pósteres ocorrerão a 21 de maio de 2016, nas instalações da UFP, no Porto.

Solicita-se a melhor divulgação da iniciativa na página oficial dos estabelecimentos fazendo, nomeadamente, a ligação para a Página Oficial, http://olimpiadas.ufp.edu.pt/home, que contém todas as informações de pormenor para alunos e docentes, em particular, o regulamento e o procedimento de inscrição.

Muito gratos, com os melhores cumprimentos,

A Comissão Organizadora

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Estado da Educação – principais dados

Para quem não conhece, por dentro, fica com uma noção… certa ou não…

 

in Público by Clara Viana

1041624

 

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À Atenção dos Sócios do SPZN que Vincularam desde 2011

Vai dar entrada nos tribunais a prometida acção judicial do SPZN para reposicionar no seu escalão devido os docentes que vincularam desde 2011 e ainda se mantêm no índice 167.

 

Para tal, todos os sócios do SPZN nessas condições terão de enviar declaração para o SPZN conferindo poderes para o referido sindicato os representar nesta acção.

 

A referida declaração encontra-se no formato word e pode ser preenchida e enviada por e-mail até ao final do dia de hoje.

 

declaracao spzn

 

 

 

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Opinião – João Fernandes – Manuscrito encontrado nos escombros da Educação Portuguesa …

Manuscrito encontrado nos escombros da Educação Portuguesa …

Era uma vez um país , que bem conhecemos , onde um ministro tinha o fetiche dos exames determinando que possuíam o efeito milagroso de melhorar o sistema educativo . Tal efeito apontava para um sistema em que a aprendizagem e a sua consolidação era menorizada e substituída pelo treino sistemático numa corrida contra o tempo para preparar os alunos para a salvação , o dito exame . Esta ideologia substituía o papel essencial de uma aprendizagem respeitadora do ritmo dos alunos por uma corrida visando a obtenção de um bom resultado no exame .
Com a chegada de uma nova personagem ao governo desse país , o novo ministro apressou-se a mudar de paradigma e os exames foram abolidos . Os professores , os alunos e os encarregados de educação sentiram-se aliviados. Em sua substituição reapareceram as provas de aferição agora para os alunos do 2º e 5º ano a serem aplicadas neste ano letivo . O tempo foi passando sem surgirem novidades sobre a aplicação deste novo modelo de avaliação. A expectativa foi-se transformando em apreensão , até que um dia surgiram novas informações , o que antes era de aplicação obrigatória passava a transitório e no seguimento desta surpresa a decisão da sua realização era empurrada para os Agrupamentos , na figura dos Conselhos Pedagógicos e do Diretor .
Se pensavam que estas brilhantes novidades tinham terminado estavam enganados , pois como vivíamos o período pascal deu-se um milagre , as provas de aferição do 4º e 6º ano ressuscitavam . Acabaram os exames mas a pedido de algumas “ famílias “ os Agrupamentos iriam poder realizá-los , não se sabe bem para quê . Podiam dormir todos descansados porque não contavam para a avaliação dos alunos . Os governantes , tal como Pilatos , lavaram as suas mãos e os outros que tratassem do servicinho . Brilhante autonomia , produto de quem não decide e passa a “batata quente “ ao parceiro do lado para que assuma as consequências dessa decisão.
Volta a instabilidade e a confusão . Está aberta a porta para que , no escasso número de dias letivos que vamos ter neste 3º período, retorne a falta de serenidade tão necessária para terminar este ano letivo . Seria importante o retorno do bom senso e que se percebesse o que era melhor para os alunos, pesando as vantagens e desvantagens da realização destas provas no espaço curto de tempo que nos espera até o ano letivo terminar .
A decisão de realizar estas provas neste momento não contribui para a pacificação do trabalho pedagógico a desenvolver e reintroduz uma instabilidade desnecessária em todos os intervenientes .
As provas de aferição do 4º ano, a serem realizadas , só dependem do Ministério da Educação na matriz que fornece aos Agrupamentos , visto que a sua realização e correção será da responsabilidade dos professores indicados pelo Conselho Pedagógico . Estas provas realizando-se dentro deste enquadramento não serão muito diferentes daquelas que se realizam na avaliação interna , razão pela qual são dispensáveis e só acrescentam mais trabalho desnecessário. Não se constituem como aferição nacional porque teremos situações bem diversificadas de realização ou não das provas e muitos alunos não as irão realizar visto que não são obrigatórias . Estas provas, quanto muito , serão mais um registo diagnóstico de que uma aferição real .
Estas surpresas não acrescentam estabilidade ao processo educativo que as escolas desenvolvem e este esforço que se irá pedir às escolas e aos professores não acrescenta credibilidade , nem reforça uma avaliação que se pretende justa e adequada dos alunos com que lidamos dia a dia e com os quais construímos um processo permanente de aprendizagem . Para concluir se os Agrupamentos decidirem realizar as provas iremos ter de operacionalizar em dois meses ,numa correria desgastante , todo um processo que as estruturas educativas do Ministério realizam durante um ano letivo .
Esperemos que realmente o bom senso prevaleça a bem da Educação .

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Concordam com a Realização de Provas de Aferição/Provas Finais Este ano?

O Decreto-Lei 17/2016, publicado hoje, permite que o director do agrupamento de escolas ou escola não agrupada, ouvido o conselho pedagógico, possa optar por não realizar as provas de aferição do 2º e 5º e 8º anos, por decisão especialmente fundamentada, ponderadas as potencialidades do processo de aferição para a melhoria das aprendizagens e o sucesso escolar dos alunos.

Permite ainda a decisão de serem realizadas provas de Português e Matemática nos 4.º e 6.º anos de escolaridade, visando a aferição e a obtenção de dados de fim de ciclo, ouvido o conselho pedagógico.

Estas decisões têm de ser comunicadas ao Júri Nacional de Exames até ao próximo dia 30 de Abril.

O que pergunto nesta sondagem é o seguinte:

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Discussão Sobre o Currículo, para Docentes

De louvar esta iniciativa.

O questionário encontra-se neste link e podem ser dados contributos até ao próximo dia 15 de Abril.

 

 

 

Assunto: Questionário sobre os documentos curriculares dos ensinos básico e secundário

Lisboa, 4 de abril de 2016

 

Exmos. Senhores Diretores de Escola/Agrupamento de Escolas Exmos. Senhores Presidentes da CAP
Os documentos curriculares para os ensinos básico e secundário, presentemente em vigor, foram sendo homologados e implementados desde 1991. Atualmente coexistem, para a mesma disciplina, situações muito díspares, como por exemplo, Programas de 1991 em articulação com Metas Curriculares de 2014, Programas de 2001 em articulação com Metas Curriculares de 2014, Programas e Metas Curriculares de 2015.
Os professores, enquanto agentes principais no desenvolvimento do currículo, devem ter um papel fundamental na avaliação dos documentos curriculares, na reflexão sobre a sua exequibilidade e adequação ao tempo disponível e às reais capacidades dos alunos.
No quadro da necessidade de definição de referenciais curriculares para a escolaridade obrigatória alargada a 12 anos, o Ministério da Educação pretende lançar uma discussão ampla sobre os documentos curriculares.
Nesse âmbito, foi criado um questionário que tem como finalidade recolher informação junto dos docentes sobre a forma como os documentos curriculares estão a ser utilizados e aplicados nas escolas e que assenta nos seguintes objetivos:
Avaliar a coerência entre os documentos curriculares das respetivas disciplinas, nomeadamente ao nível das finalidades e dos objetivos definidos; Aferir o nível de adequação das conceções e práticas dos docentes aos documentos curriculares em vigor; Analisar o impacto dos documentos curriculares no desenvolvimento do currículo e na prática docente; Avaliar a eficácia e o impacto dos documentos curriculares e da sua utilização nas escolas e no sucesso escolar dos alunos;

Produzir recomendações com vista a ajudar a tomada de decisão no que respeita à reformulação dos documentos curriculares.
A resposta a este questionário é confidencial, sendo que os dados recolhidos serão analisados agregadamente e os resultados tratados de modo a informar a tomada de decisão sobre as alterações a introduzir nos documentos curriculares em vigor.
Assim, a informação prestada constituirá um contributo indispensável e importante, dado que permitirá um conhecimento amplo e rigoroso de todo este processo, no que respeita à sua implementação e execução.

Para aceder ao questionário sobre os documentos curriculares, os docentes devem obter o seu Código de Acesso ao Portal das Escolas. Para tal, os docentes em exercício de funções devem solicitar o referido código nos serviços administrativos do Agrupamento de Escolas / Escola não Agrupada onde lecionam.
Os códigos de Acesso ao Portal das Escolas estão disponíveis na área reservada do sistema MISI (http://misi.edu.pt), em ‘Portal das Escolas’ >> ‘Códigos de Acesso para Docentes’.

Para aceder ao questionário, os docentes devem inserir no 1.º campo o Código de Acesso ao Portal das Escolas e, no 2.º campo, o n.º de identificação, CC ou BI.
O questionário deve ser preenchido online até ao dia 15 de abril de 2016, em: http://w3.dgeec.mec.pt/QuestionarioDocumentosCurriculares/.
Solicita-se a divulgação desta informação aos docentes do Agrupamento de Escolas/Escola não agrupada que Vossa Excelência dirige, e desde já se agradece todas as diligências ao seu alcance para a plena concretização desta iniciativa.

Com os melhores cumprimentos,
O Diretor-Geral da Educação

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Todos de Acordo com a Redução de Alunos por Turma

A FNE que divulga hoje este comunicado, a FENPROF aqui e o próprio Ministro da Educação que responde ao parecer do CNE onde contabiliza em 750 milhões de euros anuais o “gasto” com essa medida mas diz que é sempre exequível uma redução do número de alunos por turma.

Aguardemos por mais novidades sobre este tema em breve.

 

Ministro defende redução de alunos por turma

 

 

O ministro da Educação defende a redução no número de alunos por turma “paulatinamente”, tendo lembrado que a proposta consta do programa de Governo e que a mesma vai ser discutida no Parlamento.

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É sempre exequível [a redução de alunos por turma], é tudo uma questão de prioridades, e obviamente que o dimensionamento das turmas tem de ser pensado, tem de ser equacionado, e é isso que estamos a fazer“, respondeu Tiago Brandão Rodrigues, esta segunda-feira em Constância, quando questionado pelos jornalistas sobre as propostas da Conselho Nacional da Educação (CNE) e do Partido Ecologista Os Verdes.

Num estudo que divulgou na sexta-feira, o CNE estima que a proposta do Partido Ecologista “Os Verdes” para reduzir o número de alunos por turma custe ao Estado cerca de 750 milhões de euros.

No mesmo documento, defende-se que a dimensão das turmas é uma matéria que deve ser decidida pelas escolas e que há margem para reduzir o número de alunos, bastando para isso cumprir a lei.

“O CNE traz agora para a arena da discussão pública, com este estudo, a quantificação do isso representa em termos orçamentais e também da pertinência e da importância da redução do número de alunos por turma”, disse Tiago Brandão Rodrigues, à margem de uma visita à Escola Luís de Camões, em Constância, e que assinalou o início do terceiro período letivo.

O ministro da tutela fez ainda notar que “o Parlamento vai esta semana ter uma discussão aturada e cuidada sobre esta questão”, tendo afirmado que o Governo “está também a observar e a trabalhar para que a redução do número de alunos por turma, de forma paulatina, possa ser efetivamente uma realidade”.

As turmas têm, regra geral, uma dimensão média que cumpre a lei, mas no ensino básico 20% está acima do limite máximo e no secundário 50% não cumpre o limite mínimo, de acordo com a mesma fonte.

A Federação Nacional de Educação defendeu, esta segunda-feira, que mais sucesso escolar impõe turmas mais pequenas e que o critério dos custos financeiros não pode ser determinante numa questão pedagógica.

A proposta da FNE sobre a constituição de turmas fixa em 20 o número máximo de alunos no 1.º Ciclo e em 25 nos restantes, salvaguardando situações de exceção para crianças com Necessidades Educativas Especiais.

“A escola de Constância, e o seu Agrupamento, tem um projeto pedagógico que nos cativou e resolvemos visitá-la”, disse Tiago Brandão Rodrigues, tendo destacado que “a promoção do sucesso escolar e a melhoria dos processos de aprendizagem em ambiente de sala de aula são os eixos da nossa atuação e estamos aqui para fortalecer essa mensagem”, concluiu, após conhecer durante cerca de duas horas as práticas pedagógicas que ali são desenvolvidas no âmbito da promoção do sucesso escolar.

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Nem é para todos, nem é para já…

Redução de alunos por turma só avança em 2017/18

Governo está a negociar a redução de alunos por turma com o BE e o PCP. Tutela quer aplicar a medida de forma “gradual”, mas Bloco e Verdes exigem “sinais” já este ano de que a medida é para aplicar.

As turmas do básico e do secundário vão ter menos alunos, mas só no ano lectivo de 2017/18. Um prazo que desagrada ao Bloco de Esquerda e aos Verdes, que exigem sinais ainda este ano de que a medida será aplicada. O Governo está a negociar com os partidos da esquerda a redução dos alunos por turma e o tema será alvo de debate no Parlamento na próxima quinta-feira, dia 7.

 

(clicar na imagem) in Económico by Ana Petronilho

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Revisão e atualização das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE) – Consulta Pública

 

Decorridos 18 anos após a publicação das OCEPE, e sendo este um documento de referência para a construção e gestão do currículo na educação pré-escolar, encontra-se em fase de desenvolvimento a sua revisão e atualização. Esta revisão, embora mantendo os princípios e fundamentos do atual documento, considera a evolução social e os mais recentes estudos nacionais e internacionais. A estrutura global foi reformulada, nomeadamente no que diz respeito às áreas de conteúdo, introduzindo aprendizagens a promover, exemplos práticos e sugestões de reflexão, de modo a tornar este documento mais operacional e facilitar a sua utilização por parte das educadoras e dos educadores.

Tendo em conta os resultados do Estudo de Avaliação das Orientações Curriculares e da qualidade na educação pré-escolar, promovido pela Direção-Geral da Educação e realizado pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (disponível em http://www.dge.mec.pt/estudo-de-avaliacao-das-orientacoes-curriculares-e…) e da participação das educadoras e educadores na análise da proposta das novas OCEPE, haverá um capítulo mais detalhado relacionado com a intencionalidade educativa e o ciclo Observar, Planear e Avaliar.

 

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REFERENCIAL DE EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO – EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ENSINO BÁSICO (1.º, 2.º E 3.º CICLOS) ENSINO SECUNDÁRIO

 

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Publicado Hoje o Modelo Integrado de Avaliação dos Alunos do Ensino Básico

DECRETO-LEI N.º 17/2016 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 65/2016, SÉRIE I DE 2016-04-04

Educação

Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos dos ensinos básico e secundário, da avaliação dos conhecimentos a adquirir e das capacidades a desenvolver pelos alunos e do processo de desenvolvimento do currículo dos ensinos básico e secundário

 

Fica aqui em destaque o calendários das provas de aferição, clicar na imagem para ler todo o Decreto-Lei 17/2006.

 

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Indisciplina

O Blogue ComRegras continua a dar um contributo fulcral para olharmos o interior da sala de aula.

http://www.comregras.com/portugal-esta-na-linha-da-frente-no-desperdicio-do-tempo-aula-motivos-disciplinares/

Ainda que o número de alunos apresentado corresponda ao nº de alunos por professor, no estudo do CNE, revelando, assim, um total abaixo daquilo que experimentamos na realidade, este gráfico obriga-nos a refletir.

São várias as questões que se levantam:

a) Qual a origem e tipologia desta indisciplina que perturba o decorrer normal da aula?

b) Em que medida a motivação do aluno contribui para este desequilíbrio?

c) Que estratégias podem ser empregues para inibir esta problemática?

A reflexão é lançada, sem se alongar, antecipando o 3º período.

Contudo, seria pertinente que vários aspetos da escola pública fossem submetidos a uma reflexão cuidada por parte da tutela e dos intervenientes. Um ano sabático sem mais alterações legislativas impunha-se. Porque a escola é verdadeiramente feita de todos nós.

Merecia que a debatessemos de forma séria e sem desvios anedóticos que passam pela implosão liminar dos trabalhinhos de casa que cansam os neurónios das criancinhas.

 

 

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Simulador do Concurso de Professores 2016

O José Travado lançou recentemente um simulador do concurso de professores 2016.

Clicar na imagem para aceder ao simulador.

 

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Aqui no blog estão em desenvolvimento algumas ferramentas que vão apoiar a manifestação de preferências à contratação, que serão divulgadas perto dessa fase de concurso.

Uma das ferramentas que será feita irá ordenar os 100 agrupamentos mais próximos da casa do candidato, assim como os 50 concelhos e os 10 QZP..

Depois da publicação das listas provisórias de ordenação ao concurso externo serão feitos alguns estudos comparativos com o ano passado da graduação dos candidatos.

 

 

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Empacotamento de alunos…

No  ensino básico o sobredimensionamento das turmas é uma realidade visível: no 1.º ciclo há 20% de turmas com alunos a mais, 21% no 2.º ciclo, e 17% no 3.º ciclo. Ou seja, empacotados…

 

As turmas têm, regra geral, uma dimensão média que cumpre a lei, mas no ensino básico 20% estão acima do limite máximo e no ensino secundário 50% não cumprem o limite mínimo, adiantou, este sábado, o Conselho Nacional de Educação.

 

Foi nisto que deu a política de fecho de escolas do 1º ciclo e dos mega… seja lá o que forem…

(clicar na imagem) in JN

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Estudo do CNE – Organização Escolar: As Turmas

ESTUDO CNE: ‘ORGANIZAÇÃO ESCOLAR: AS TURMAS’

 

 

O Conselho Nacional de Educação lança publicação: Organização Escolar: As Turmas, a primeira de uma série de estudos temáticos sobre o sistema de ensino. Esta série de estudos pretende contribuir para um melhor conhecimento dos desafios da Educação e para a qualificação das políticas públicas de educação. Os três primeiros estudos serão dedicados à organização escolar, começando pelas turmas, seguindo-se o tempo escolar e os agrupamentos de escolas.

O presente estudo está estruturado da seguinte forma: evolução legislativa, reflexão produzida pelo CNE, contexto internacional, análise da situação atual e formulação de novos cenários, concluindo com uma revisão da literatura sobre a temática.

 

Clicar na imagem para ver o estudo.

 

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Um Perfeito Cancro no Sistema de Ensino

E enquanto este elevado número de turma mistas existirem, mais difícil será atingir-se bons resultados.

 

 

 

Mais de 94 mil alunos em turmas com vários anos de escolaridade

 

 

 

Estudo do Conselho Nacional de Educação revela que quase um terço das turmas do 1.º ciclo do País misturam alunos de anos diferentes

Quase um terço das turmas do 1.º ciclo (32%) combinam na mesma sala de aula alunos de vários anos de escolaridade, revela o estudo “Organização Escolar – As Turmas”, do Conselho Nacional de Educação (CNE), divulgado ontem à tarde. Esta situação abrange 28% de todos os estudantes destes níveis de ensino, correspondendo a um total de 94317 alunos.

De acordo com o CNE, “em 43 concelhos, pelo menos 60% das turmas incluem alunos de mais de um ano de escolaridade”, sendo que “a quase totalidade” deles estão situados no Interior do País. Num caso extremo, em Alcoutim, “todas as turmas existentes têm esta constituição”.

A maioria dos casos diz respeito a turmas que envolvem dois anos de escolaridade sequenciais, mas existe também no País um total de 226 turmas, abrangendo 3175 alunos, onde partilham a mesma sala estudantes do 1.º, 2.º 3.º e 4.º anos de escolaridade (ver infografia).

 

 

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Lista de Admitidos/Excluídos no IEFP

Recrutamento e seleção de formadores

 

 

O Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. está a promover um procedimento, com vista ao recrutamento e seleção de formadores para ministrar, na sua rede de Centros de Emprego e Formação Profissional, formação nas componentes de formação de base, sociocultural e científica das diferentes modalidades do Sistema Nacional de Qualificações, de acordo com as necessidades estimadas para o período de 2016-2018.

Todas as dúvidas sobre o procedimento em questão devem ser enviadas para o endereço eletrónico:[email protected].

 

DIVULGAÇÃO DE LISTAS PROVISÓRIAS DE ADMITIDOS/EXCLUÍDOS APÓS ENTREVISTA. AUDIÊNCIA DE INTERESSADOS

Tendo terminado a fase de entrevistas são publicadas, em 1 de abril, as listagens provisórias de admitidos/excluídos.

Desta forma, informa-se que a partir de 4 de abril (inclusive) está aberta a fase de audiência dos interessados, nos termos do previsto nos artigos 121.º e 122.º do Código de Procedimento Administrativo, podendo os candidatos, no prazo de 10 dias úteis, pronunciarem-se, por forma escrita, para o(s) centro(s) de emprego e formação profissional a que concorreram, até ao próximo dia 15 de abril (inclusive), sobre todas as questões com interesse para a decisão, em matéria de fecto e de direito, bem como, caso se verifique essa necessidade, requerer diligências complementares.

NORTE

CENTRO

LISBOA E VALE DO TEJO

ALENTEJO

ALGARVE

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“Um regime de aposentação justo para os docentes”, relatório da Comissão de Educação e Ciência

Há quem não se mostre muito de acordo (ANDAEP, SIPE, ANDE, SINDEP, ANPCV, AEEP e FNE estão de acordo. Já o conselho das escolas, alega que a existência de um regime específico para os professores criaria sentimentos de injustiça e desigualdade).

Mas finalmente saiu alguma coisa da Comissão de Educação e Ciência sobre este tema. Falta, agora, que aqueles que em junho do ano passado se mostraram tão solícitos aquando da apresentação de uma outra proposta idêntica, apresentem uma iniciativa legislativa ou tomada de outras medidas…

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/04/Rel_Pet_32.pdf”]

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“Animação, hoje é sexta!” (Les poings sur les iles)

Quando a partir de um belíssimo texto de Elise Fontenaille juntamos as magníficas ilustrações de Violeta Lópiz e de forma brilhante Lu Bing a realização da animação, obtemos este filme absolutamente fantástico. Falamos hoje de Les poings sur les iles. Uma animação realizada na Coreia do Sul a partir de uma obra de literatura infanto-juvenil Francesa. A não perder, na rubrica “Animação, hoje é sexta” desta semana.

 

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