… na escola portuguesa também se aplica a máxima “a tropa manda desenrascar”. Mas o problema é que já não se tem como nem por onde… ou seja, há quem o considere vergonhoso.
Intervenção do Secretário de Estado João Costa na “Sessão 1 – A construção do sucesso para uma aprendizagem ao longo da vida” durante a conferência “Que escola para o Século XXI?”.
Intervenção de José Diamantino Esteves Biscaia na “Sessão 1 – A construção do sucesso para uma aprendizagem ao longo da vida” durante a conferência “Que escola para o Século XXI?”.
Intervenção de Alexandra Leitão na “Sessão 2 – A escola em contexto: a relação escola-comunidade” durante a conferência “Que escola para o Século XXI?”.
Intervenção de Albino Almeida na “Sessão 2 – A escola em contexto: a relação escola-comunidade” durante a conferência “Que escola para o Século XXI?”.
Intervenção de Ana Maria Bettencourt na “Sessão 3 – Que caminhos para a inovação pedagógica?” durante a conferência “Que escola para o Século XXI?”.
Intervenção de Tiago Brandão Rodrigues na “Sessão 3 – Que caminhos para a inovação pedagógica?” durante a conferência “Que escola para o Século XXI?”.
Intervenção de Maria João Horta na “Sessão 3 – Que caminhos para a inovação pedagógica?” durante a conferência “Que escola para o Século XXI?”
O ministro da educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse hoje que quem critica a política do Governo “apresenta uma visão conservadora do país”.
Intervindo em Aveiro na conferência “Que escola para o século XXI?”,organizada pelo Secretariado Nacional e pelo Grupo Parlamentar do Partido Socialista, Tiago Brandão Rodrigues reagiu às críticas que são feitas às mudanças operadas pelo seu Ministério, considerando que “confundem o que é bom senso com deixar tudo na mesma”.
“Somos criticados porque entendemos que a Educação é a única forma de lutar contra esse conservadorismo. A nossa política, em que acreditamos, é uma política progressista, apoiada não só pelo PS como pelos outros partidos que apoiam o Governo”, sublinhou.
Tiago Brandão Rodrigues explicou que a política para a Educação do PS não poderia continuar a ser a que foi seguida nos últimos anos, devido à diferença substancial de conceitos.
“A Educação nunca será um ónus lateral e é absolutamente central nas prioridades do Governo. A Educação, para nós, nunca será vista pelo conceito de uma despesa não reprodutiva, nem os docentes são vistos como os principais inimigos do sistema educativo”, disse.
O ministro defendeu “um verdadeiro entendimento social, que possa ir além da legislatura”, conforme propõe o Programa Nacional de Reformas, “em que a qualificação dos portugueses é um elemento estrutural”.
“A escola merece e necessita de pacificação, recursos, planeamento, autonomia e reconhecimento social e institucional, que são fundamentais para que possa realizar a sua missão”, declarou.
A ideia, descreveu, é ter um serviço nacional de educação, um verdadeiro serviço público de proximidade, em que o sucesso escolar seja o intuito primário e único de todos os que vão para a escola e onde todos os que acedem a esse serviço possam aprender, independentemente do contexto social dos que a ela acedem”.
Abordando depois o tema da inovação tecnológica nas escolas afirmou que a sua equipa ministerial está empenhada em desenvolver uma estratégia de modernização pedagógica, assente na produção e disseminação de recursos educativos digitais.
“É importante também perpetuar essa utilização, no ensino presencial e à distância, com recursos que possam também ser utilizados no contexto familiar e fora da sala de aula”, observou.
Para o titular da Educação, é preciso pensar na desmaterialização dos manuais escolares com um novo conceito: “um manual escolar digital não é um PDF do manual, mas um novo conceito interativo”.
Outro projeto em desenvolvimento é o armazenamento “em nuvem”, para servir toda a rede escolar, de material pedagógico que depois os alunos possam fazer o “download”.
“A inovação não é apenas um reforço ou modernização do ‘hardware’. É muito mais do que isso e tem de se traduzir em ganhos de aprendizagem e contribuir para estratégias integradas de enriquecimento curricular, em diálogo com as escolas que se devem apropriar dessas inovações, porque a verdadeira inovação é feita pelos professores”, concluiu
Viva, relembro-vos só que hoje é sexta… e temos animações… Sim, hoje são dois filmes de animação!
Ainda há pouco tempo partilhei aqui o último filme de Konstantin Bronzit. De facto, é um dos meus preferidos… Na altura foi o We Cant´s Live Without Cosmos. Para hoje, deste realizador, trago-vos The God e Lavatory Lovestory.
No primeiro filme, The God (2004), encontrámos a estátua de bronze de Shiva, Deus Hindu e que personifica a calma mas… acaba por perder a calma por causa de uma irritante mosca. Na segunda animação, Lavatory Lovestory (2009), Bronzit escolhe como personagem uma senhora de meia idade que trabalha numa casa de banho pública para homens e passa grande parte do tempo a ler “Mulheres Felizes” e a sonhar com o seu parceiro amoroso… até que um dia aparecem na sua secretária flores na caixa para as moedas, ficando a senhora animada mas ao mesmo tempo impaciente a tentar descobrir quem é o seu admirador secreto ou… quem sabe… talvez apenas um brincalhão…
Decorre a partir de hoje e até ao dia 6 de Maio de 2016 o registo de novas entidades/atualização de dados, no caso de entidades proponentes já registadas para a Mobilidade Estatutária.
O cientista que Costa pôs à frente da Educação tem sido um caso sério de erros e trapalhadas. Tiago Brandão Rodrigues acabou com os exames e anunciou provas de aferição este ano para os 2.º, 5.º e 8.º anos. Falhou. De obrigatórias passaram a facultativas, depois de Marcelo ter ameaçado vetar o diploma. Agora vê um secretário de Estado bater com a porta em profundo desacordo com as suas políticas
Enquanto decorre o prazo para as escolas comunicarem ao Júri Nacional de Exames a decisão em realizarem, ou não, as provas de aferição este ano lectivo, o ministro da Educação já veio pressionar as escolas para a sua realização. Nesta sondagem realizada no início do mês quase 85% dos professores não concorda com a realização das provas de aferição neste ano lectivo.
Depois de ter anunciado que as provas de aferição eram obrigatórias este ano lectivo, o ministro da Educação resolveu depois que a sua realização seria facultativa. Foi esta opção que esteve em debate no Parlamento.
A secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, admitiu nesta quinta-feira, no Parlamento, que o seu ministério “não é indiferente” ao facto das escolas virem a realizar, ou não, as provas de aferição já este ano lectivo. As provas no 2.º, 5.º e 8.º ano estão previstas no novo modelo de avaliação para o ensino básico, apresentado em Janeiro passado e ao qual foi depois acrescentado, em Março, um regime transitório que torna a sua realização facultativa este ano.
Educação – Gabinetes da Secretária de Estado Adjunta e da Educação e do Secretário de Estado da Educação
Altera os artigos 3.º, 6.º, 8.º, 9.º, 18.º, 19.º, 20.º, 22.º, 23.º, 25.º e 26.º do Despacho Normativo n.º 7-B/2015, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 88, de 7 de maio de 2015, que determina os procedimentos da matrícula e respetiva renovação
É já no próximo sábado que se vai realizar o Encontro Nacional de Professores da APEVT, sob o lema “Promoção da Educação Arrtística e Tecnológica na Educação Básica”, na Escola Artística Soares dos Reis, no Porto e que conta já nesta altura com mais de 130 inscritos.
As inscrições para este encontro podem continuar a ser feitas aqui.
O Programa da única lista ainda candidata aos Órgãos Sociais da APEVT pode ser descarregado aqui.
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 27ª Reserva de Recrutamento 2015/2016
Deve estar para muito breve a abertura da aplicação para os pedidos da Mobilidade Estatutária 2016/2017 já que no site da DGAE aparece a seguinte informação, mas sem que ainda exista link para a nota informativa.
Poderá ficar activa a nota informativa a qualquer momento clicando na imagem em baixo.
Actualizado às 22:30 com a Nota informativa da Mobilidade Estatutária 2016/2017:
Saiu um em profundo desacordo com o Ministro da Educação no que diz respeito à política para a juventude e o desporto, e ao modo de estar no exercício de cargos públicos
O BE apresentou hoje no parlamento um projeto de lei para a reposição dos 25 dias de férias para todos os trabalhadores, setor privado incluído, “como direito e não majoração” por assiduidade.
… ou então, os tais 26%, estão em maioria à minha “porta”!
Também temos aquela interpretação de que, ajudar os filhos a estudar é inscreve-los num centro de estudos ou “arranjar-lhes” uma “explicadora”…
A realidade, muitas vezes, não está plasmada nestes estudos que emergem por aí. Não questiono os investigadores ou a sua interpretação dos dados. Questiono, sim, a sua confrontação com a realidade que pode sofrer variações com a “disposição” que os “questionados” respondem…
Cerca de 72% dos portugueses com filhos com idades entre os 6 e os 15 anos garantem que ajudam habitualmente os filhos nas atividades da escola. A conclusão surge num estudo sobre o Valor Atribuído pelos Portugueses à Educação.
As novas competências dos municípios na educação, que deverão abranger toda a escolaridade obrigatória e envolver os edifícios escolares, entrarão em funcionamento em 2018 e o seu financiamento será assegurado por um fundo a criar.
As novas competências dos municípios na área da educação “só deverão entrar em funcionamento em 2018 e o financiamento deverá ser assegurado pela criação de um fundo destinado globalmente à educação”, anunciou hoje o presidente Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Manuel Machado.
“A perspetiva que temos é que este processo que está a decorrer”, implicando, designadamente, a avaliação de “experiências piloto desenvolvidas anteriormente”, entre “efetivamente em vigor no ano de 2018, isto é, a seguir às eleições autárquicas” de 2017, disse Manuel Machado, que falava aos jornalistas, hoje, em Coimbra, depois de ter participado numa reunião do Conselho Diretivo da Associação.
“Pretende-se que as coisas sejam levadas a bom porto, sem perturbações colaterais, sem outros processos, e que sejam feitas com seriedade, tranquilidade e rigor”, sublinhou Manuel Machado, explicando a importância de o processo entrar em funcionamento só após as próximas eleições autárquicas.
A transferência de competências deverá “estender-se a toda a escolaridade obrigatória e na área dos edifícios escolares, do pessoal não docente, das atividades de enriquecimento curricular, das refeições e transportes escolares” e da “componente de apoio à família e ação social escolar“, adiantou Manuel Machado.
Os edifícios escolares serão submetidos, para passarem para o domínio municipal, a “uma avaliação prévia, para averiguação do seu estado de conservação, de modo a que o financiamento seja adequado às necessidades efetivas”, explicitou o presidente da ANMP.
“Sem prejuízo da autonomia das escolas, que é fundamental”, o Ministério da Educação continuará a assegurar a gestão e a colocação de professores, a harmonização da rede escolar e a definição de currículos“, sublinhou Manuel Machado.
O processo de transferência de competências na educação, desenvolvido no âmbito da reforma do Estado e do reforço de competências das autarquias locais, está a ser acompanhado por num grupo de trabalho, criado na sequência de uma reunião da ANMP com a secretária de Estado da Educação.
A presidente do CDS-PP Assunção Cristas apresentou esta tarde uma série de propostas em defesa da família e da natalidade. Uma delas, é diminuir as férias de verão e aumentar as pausas durante os períodos letivos.
O CDS quer rever o calendário escolar, defendendo que este “não está pensado de forma pedagógica, mas sim de forma administrativa e com várias deficiências“, noticia a TSF.
Aguardo para ver as medidas que o CDS vai apresentar hoje à tarde sobre “demografia, natalidade e família”, para perceber quais as medidas que vão cair sobre o funcionamento das escolas.
Mas no caso de deixarem passar o prazo e não efetuarem as necessárias retificações no concurso aos campos que estejam inválidos ainda podem usar o prazo das reclamações para o fazerem. Mas nesse caso ficam na lista de excluídos do concurso e não na lista de ordenação.
Procedimento concursal para provimento do cargo de direção intermédia de 1.º grau – diretor(a) de serviços do Ensino e das Escolas Portuguesas no Estrangeiro
Infelizmente, estes casos, repetem-se… ontem, já era necessário tomar medidas!
Uma professora com 55 anos, da EB 2,3 de Nogueira, em Braga, foi insultada e agredida por duas alunas, de 15 e 16 anos, no final de uma aula de Educação Tecnológica, pelas 13.20 horas desta segunda-feira.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/04/e-assumida-a-reducao-do-numero-de-alunos-por-turma-um-novo-modelo-para-20172018-2/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/04/certificacao-de-tempo-de-servico-prestado-por-formadores-e-tecnicos-especializados/
Às escolas impõe-se alhearem-se da teia política que não urdiram, onde as querem meter, e defender os interesses dos alunos, como sempre o fizeram.
“Que sabem mais dizer sobre Educação os nossos candidatos, que não seja serem defensores da escola pública? Que pensam eles sobre a instabilidade legislativa neste setor? Que medidas pensam promover para a valorização da profissão docente? Concordam ou não com um Pacto na Educação entre os principais partidos políticos em relação a áreas estruturais? Qual a sua opinião sobre as mudanças constantes na avaliação dos alunos? Que pensam sobre a não estabilização curricular? Tencionam colocar a Educação na agenda política e mediática do futuro Presidente da República? Estas são algumas das perguntas que, prescindindo de divagações ou subterfúgios, deveriam apresentar durante a campanha sem se fecharem em banalidades ou em respostas politicamente corretas, vazias de sentido.
Continua aqui o artigo de opinião de Filinto Lima no Jornal Público.
A iniciativa Programação no 1.º Ciclo do Ensino Básico, da responsabilidade da Direção-Geral da Educação (DGE) e que se encontra em funcionamento desde o início do presente ano letivo”, é uma das mais relevantes. Quanto mais não seja pela dimensão, “abrangendo mais de 700 professores e de 27 000 alunos dos 3.º e 4.º anos de escolaridade e obedecendo também a uma lógica de jogo (o Scratch e o Kodu, por exemplo)”.
Com as novas regras, as famílias deixam de poder deduzir despesas que antes eram aceites, como o material escolar ou as refeições escolares. Isso vai reflectir-se na factura fiscal e saem a ganhar os cofres do Estado.
(clicar na imagem) in Económico by Filomena Lança & Elisabete Miranda
Publicado em DR a resolução que cria o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar. Agora resta esperar pela tal formação…
Princípios para o Programa:
a) A criação de um vasto compromisso social sobre o desígnio natural do processo de escolarização, da função social da escola e do estabelecimento do sucesso como meta a atingir, através de um debate público alargado sobre o papel da escola na capacitação dos indivíduos;
b) O envolvimento de todos os atores sociais com impacto na comunidade educativa, em particular nas estruturas e entidades locais, na convergência de medidas indutoras de boas práticas e de corresponsabilização na promoção do sucesso escolar;
c) A criação de dinâmicas locais de diagnóstico e intervenção, a partir do conhecimento produzido pelas escolas, da sua capacitação para uma intervenção ajustada aos contextos locais e às necessidades específicas das suas populações -alvo;
d) A promoção de práticas que permitam antecipar e prevenir o insucesso, através de uma aposta na intervenção precoce, em detrimento de um enfoque em estratégias remediativas;
e) A dinamização de um programa de formação contínua, que capacite as escolas para a reflexão sobre práticas locais e para o desenvolvimento de estratégias inovadoras e indutoras de mudança;
f) O acompanhamento e supervisão das estratégias locais de promoção do sucesso escolar;
g) A produção de conhecimento científico sobre o sucesso escolar, suas condicionantes, fatores preditores,
estratégias de prevenção, estratégias de remediação de insucesso, práticas letivas, monitorização de estratégias e medidas de avaliação do sucesso em educação;
h) A avaliação periódica do Programa, nas suas múltiplas dimensões, com principal enfoque na avaliação de impacto das estratégias localmente definidas e identificadas como relevantes para a promoção do sucesso escolar.
Uma escola sem divisão por ciclos de ensino, sem turmas, sem aulas, nem testes. Uma escola onde os alunos aprendem e onde são felizes. É esta a escola que o professor José Pacheco defende.
José Pacheco tem 64 anos e é mestre em Educação da Criança, pela Universidade do Porto. Chegou a fazer parte do Conselho Nacional de Educação e ganhou prémios pelo projeto que coordenou na Escola da Ponte. Há 10 anos decidiu mudar-se e rumou ao Brasil, onde é responsável por mais de 100 projetos para um novo modelo de ensino. No ano em que a Escola da Ponte faz 40 anos, o Observador pôs-se à conversa com o seu principal fundador.
Crítico do modelo tradicional de ensino, que afirma ser do século XIX, o professor defende a aprendizagem numa escola sem aulas, nem turmas, nem ciclos. Uma mudança radical na forma como vemos a escola pública? Sim. Mas possível de implementar, e com sucesso, garante.
Porque é que há 40 anos sentiu necessidade de mudar a forma como dava aulas? O que o levou a iniciar o projeto “Fazer a Ponte”?
Porque me vi incompetente e antiético. Incompetente porque não conseguia ensinar todas as crianças e muitas reprovavam, e antiético porque reconhecia que não ensinava todos e continuava a trabalhar do mesmo modo. E quando encontrei duas professoras que faziam a mesma pergunta que eu — “Porque é que damos a aula tão bem dada e há alunos que não aprendem?” — descobrimos a resposta: se nós dávamos as aulas e eles não aprendiam, eles não aprendiam porque nós dávamos a aula. É isso mesmo. Para nós foi perder o chão. Nós só sabíamos dar aula. Por isso não fui eu que fiz a Ponte, foi muita gente. Talvez eu fosse um despoletador do projeto. E o que fizemos foi algo intuitivo e amoroso: continuámos a dar aulas, porque criança não é cobaia, mas simultaneamente introduzimos nas nossas práticas, em equipa, algumas metodologias, técnicas, espaços de convivência, que foram dando forma a um novo projeto.
Continua a entrevista de Marlene Carriço, ao Observador, aqui.
Temos muito conhecimento proveniente da investigação e de situações empíricas produzido sobre a formação de professores. Precisamos em Portugal -— e urgentemente — de melhorar os programas e os processos que conduzem à formação de professores. Mas não nos iludamos: os professores não são o problema — eles são é a solução do problema da inovação, da reforma dos sistemas educativos.
Diz-se que nenhum sistema educativo é melhor do que os seus professores, mas não são eles os únicos agentes de modificação dos sistemas educativos. Se não soubermos disto, vamos continuar a dizer que “tudo depende da formação dos professores”. E é errado.
Para hoje, na rubrica “Animação, hoje é sexta!”, um filme de animação realizado em 3D. Almafoi escrito e realizado por Rodrigo Blaas e conta a história de uma jovem intrigada em frente a uma montra que admira uma boneca muito semelhante a ela mesma. Uma animação produzida por Cecile Hokes e música de MastrettaIl. Espreitem e deliciem-se!
Serve a presente publicitação de início de procedimento para informar que poderão constituir-se como interessados, bem como apresentar contributos ou sugestões, todos os particulares e as entidades que comprovem a respetiva legitimidade no âmbito do procedimento tendente à elaboração do despacho que determina o calendário escolar para 2016-2017.
Publicado a 7 de abril de 2016. A constituição como interessado pode fazer-se nos 10 dias úteis subsequentes.
A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida ao Diretor-Geral da Educação e enviada para o endereço eletrónico [email protected]
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/04/calendario-escolar-para-2016-2017-inicio-do-procedimento-tendente-a-elaboracao-do-despacho-que-o-determina/
As escolas têm apontado, essencialmente, a falta de adequação de alguns conteúdos aos níveis de escolaridade e a falta de tempo para o exercício e a consolidação de conhecimentos.
Ministério cria grupo de trabalho para melhorar ensino da Matemática