Notícias Soltas do Dia de Hoje

Impala // Ticker // Lusa // UNESCO pede sete vezes mais ajuda mundial à educação depois de quebra de 8%
Elvira Fortunato finalista do Prémio Europeu do Inventor – Observador
Número de licenciados sobe em Portugal em 2015 mas continua longe de meta para 2020 – Observador
Portugal é o país europeu que mais reduziu o abandono escolar – Jornal de Negócios

Comissões de menores paradas por falta de meios

Riscos psicossociais nas profissões de serviços – PÚBLICO
Opinião – Uma boa escola

Debate. Menos alunos por turma não gera consenso
Matemática. Mais horas de aulas não é solução, dizem professores

Portugal é o país da Europa que tem mais horas de aulas de Matemática – PÚBLICO

Educação – Matemática: notas acima da média num terço das escolas carenciadas
Provas de aferição deverão ser realizadas em pelo menos metade das escolas – PÚBLICO
Governo quer assegurar ao ensino artístico uma vida “mais tranquila” > TVI24
Ministro da Educação chamado ao Parlamento dia 4 para explicar demissão > TVI24
ME garante autorização de contratos de associação para novas turmas onde houver carência da rede pública » Educare – O Portal de Educação
Pais defendem direito de escolher um colégio em vez de uma escola pública – PÚBLICO

Diário As Beiras – Escolas particulares acertam estratégias
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Ainda há 13% de abandono escolar…

A Eurostat elaborou um relatório onde demonstra que em Portugal o abandono escolar, na faixa etária 18/24 anos, se mantém bastante elevado, 13%. Embora os outros indicadores, nível de escolarização terciário, sejam positivos, ainda estão longe do objetivo final.

 

Portugal está entre os sete países da União Europeia com menor número de adultos (30-34 anos) que obtiveram habilitação de ensino superior, e o quinto com maior taxa de abandono dos estudos entre a população com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos, indicam dados do Eurostat relativos a 2015.

No caso português, a taxa de abandono entre os jovens dos 18 aos 24 anos rondou os 13% em 2015.

 

(clicar na imagem) in Dinheiro Digital

Eurostat-dados-ensino-superior

 

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Eu Não Vejo Divisão Nenhuma

Adiamento de provas divide professores

(…)

Os contactos que tem feito com outros colegas levam Manuel Pereira a admitir que a maioria dos professores está contra a realização das provas este ano. O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares não tem dúvidas na hora de assumir uma posição que acredita ser geral: «Não se mudam as regras a meio de um jogo». O diretor do agrupamento Serpa Pinto de Cinfães ainda não tomou a decisão final quanto ao que vai ser feito na escola que dirige e, até aí, continua a ouvir os pais e os professores. «O ano letivo foi pensado de outra forma que não esta», admite, lembrando que tem assistido a casos de «alunos angustiados» com as mudanças, «principalmente os do 5.º ano, que ainda no ano passado fizeram exame».

Ministério gostaria que as provas fossem feitas

Para estes casos em específico, Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), vai mais longe e garante estar à vontade para dizer que a maioria das escolas vai optar por não fazer os exames do 4.º e 6.º anos. «Se para o ano não se vão realizar, para quê estar a fazê-los agora?». Como tal, no agrupamento que dirige – Dr. Costa Maia, em Vila Nova de Gaia – o conselho pedagógico já decidiu que vão fazer as provas de aferição dos 2.º, 5.º e 8.º anos, mas deixam de lado os exames do 4.º e 6.º. Em termos gerais, o professor acredita que os resultados serão bastante divididos, «mas talvez sejam mais as escolas que optam por não fazer». No entanto, alerta que, seja qual for a decisão das escolas, não se dê início a uma chuva de críticas: «Ninguém tem que apontar o dedo a ninguém».

A secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, tinha já admitido no Parlamento que, apesar de a decisão ser individual, o Ministério da Educação «tem uma preferência para que as provas se realizem». Ao SOL, o ministério confirma esta preferência e encara a realização das provas de aferição como «um direito dos alunos» e que o resultado dessas provas «permite melhorar o trabalho que as escolas fazem».

(…)”

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Novo modelo de concursos… sempre aí vem!

Aquando do fim da BCE, já tinha deixado a pista, aqui no blog, que viria a caminho um novo modelo de concurso. Da parte do ME, também, surgiram rumores, nessa mesma altura. Agora temos a confirmação. No próximo ano vai começar a ser desenhado um novo modelo de concursos docentes. O que virá aí desta vez?

Vamos ter, também, reuniões trimestrais entre os sindicatos e ME. Resta saber se, realmente servirão para, finalmente, termos negociações sérias ou se serão para, o que hoje chega de Inglaterra ver…

 

Fenprof e Governo vão rever modelo de colocação de professores

A revisão terá início em setembro, anunciou a Federação Nacional de Professores após um encontro com o ministro da Educação. Na reunião ficou ainda definido que serão marcados encontros trimestrais “para avaliação das políticas em curso e debate sobre medidas a tomar”

in Expresso

 

Comunicado Fenprof

A FENPROF reuniu (26/04/2016) com o Ministério da Educação, reunião que, para além da abordagem de diversos assuntos que são do interesse dos professores e das escolas, se destinava também a estabelecer as normas de relacionamento institucional entre as duas partes. Do conjunto de questões discutidas, a FENPROF destaca:

– Sem prejuízo da realização dos processos negociais a que se sujeitarão todas as matérias que a lei obriga, bem como da participação da FENPROF nos processos de consulta pública que forem desencadeados, trimestralmente haverá uma reunião entre o Ministério da Educação e a FENPROF para avaliação das políticas em curso e debate sobre medidas a tomar;

– Sempre que se realizarem reuniões de carácter negocial, os documentos em negociação serão enviados com antecedência à FENPROF, sendo isso válido para a reunião do próximo dia 3 de Maio que tem na agenda de trabalho dois aspetos: organização do ano letivo 2016/17 e regras de mobilidade por doença;

– No âmbito das normas de organização do próximo ano lectivo e na sequência do projecto a apresentar pelo ME, serão também analisadas propostas da FENPROF, designadamente destinadas a clarificar conteúdos da componente lectiva e da componente não lectiva de estabelecimento, bem como relativas à indispensável diversificação de tarefas nos últimos anos de carreira que tenham em conta o elevado desgaste  causado pelo exercício continuado da profissão. Esta proposta complementa a que a FENPROF continua a defender de aprovação de um regime excecional de aposentação para os professores;

– A revisão global do actual modelo de concursos para colocação de professores iniciar-se-á em setembro próximo, logo que esteja estabilizado o processo de arranque do ano lectivo;

– Sobre a atribuição de competências aos municípios, o ME garantiu que não haverá qualquer transferência de responsabilidades em aspectos relacionados com pessoal docente, questões pedagógicas e rede escolar, entre outros;

– Face às dúvidas colocadas pela FENPROF sobre Educação Especial, o ME garantiu que investirá na criação de condições nas escolas para que a generalidade dos alunos com NEE que frequentam unidades especializadas ou têm CEI, permaneçam nas suas turmas, pelo menos 60%. Aos que, excecionalmente, não permanecerem esse tempo nas turmas serão proporcionados apoios reforçados nos períodos em que nelas se encontrem.  Sobre esta matéria, a FENPROF será extremamente exigente, não admitindo que medidas anunciadas como promotoras de inclusão, venham a tornar-se fator de ainda maior segregação;

– O compromisso de serem respeitados os contratos de associação celebrados entre o Estado e os estabelecimentos privados com contrato de associação, sendo desenvolvida a indispensável fiscalização com vista ao respeito pleno pelos termos desses mesmos contratos. Em relação ao futuro, serão tomadas medidas com vista à não duplicação da resposta, no respeito pelos preceitos constitucionais em vigor.

Carreiras

Na reunião, a FENPROF reiterou propostas já apresentadas, propôs novos processos de discussão com vista a alterações legais de fundo e colocou, de novo, a necessidade de serem resolvidas questões que se arrastam há diversos anos, algumas de ordem legal e relacionadas com as carreiras docentes. Desse conjunto de propostas e questões, destacam-se:

– A não renovação de contratos a termo para o próximo ano lectivo, sendo, assim, reposta a moralidade na colocação dos docentes, tendo o ME alegado aspectos de ordem legal para contrariar essa proposta, comprometendo-se, contudo, a rever essa matéria, a par de outras, como a chamada “norma-travão” no âmbito da revisão global do regime de concursos;

– A aplicação à Educação Pré-Escolar do mesmo calendário escolar que se aplica à restante educação básica, ficando a aguardar-se o despacho que sairá sobre a matéria. Foi também entregue ao ME um documento sobre os procedimentos avaliativos a desenvolver pelos educadores de infância junto das crianças com quem exercem actividade;

– A necessidade de serem clarificados procedimentos a desenvolver pelas escolas, no âmbito da designada supervisão pedagógica, designadamente a chamada observação de aulas que, em algumas escolas, se tem transformado em foco de conflitos;

– A urgência na resolução de problemas de carreira, já antes colocados ao ME, dado que se prevê que, em 2017, tenha lugar o descongelamento das progressões. As questões que atingem mais professores são: não progressão por não terem sido fixadas vagas; colocação no primeiro escalão da carreira de todos os docentes que ingressaram nos quadros a partir de 2013; benefício apenas parcial das bonificações previstas pela aquisição de novos graus académicos;

– A importância de ser revisto o actual regime de direcção e gestão nas escolas, na certeza de que sem gestão democrática não haverá exercício efectivo de autonomia, havendo abertura para, pelo menos, ser analisada a questão.

A FENPROF voltará a reunir no ME no próximo dia 3 de Maio, pelas 15.30 horas, no âmbito do processo negocial já antes referido.

O Secretariado Nacional da FENPROF
26/04/2016 

 

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Listas do Concurso Grupo 240 – EPM – CELP

Na sequência da divulgação do Aviso n.º 2/2016 de Abertura do Concurso de Contratação de Escola de docente para horário do grupo de recrutamento 240 (Educação Visual e Tecnológica), a EPM-CELP publicita as listas das candidaturas

validadas 

não validadas

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5 milhões?… davam jeito…

A FENPROF vai entregar no Ministério da Educação um levantamento com a duplicação da oferta educativa no país. Segundo o mesmo, esta duplicação pode representar um sobrecusto para os contribuintes de 5 milhões de euros apenas na zona centro do país.

 

O caso da região centro: só aí, os contribuintes arcarão com uma despesa acrescida de 5 milhões de euros

Divulga o aviso de abertura do concurso para financiamento lançado a poucos meses do fim da anterior legislatura que, na região centro, 228 turmas serão para o ensino básico (106 do 5.º ano e 118 do 7.º) e 45 para o ensino secundário. Tendo como referência, por um lado, o valor do financiamento a atribuir por cada turma que será contratualizada (80 500 euros) e, por outro, o custo médio por turma no ensino público (a valores de 2009/2010, que baixaram significativamente nos últimos 3 anos com a redução de milhares de professores), conclui-se que os contribuintes, só nesta região, pagarão mais 1,8 milhões de euros com a entrega destas 274 turmas de 5.º, 7.º e 10.º anos ao sector privado. Se tivermos em conta as turmas de todos os anos de escolaridade dos ensinos básico e secundário – e não, apenas as dos anos iniciais de ciclo –, o acréscimo da despesa do Estado, só em 2016, quase atingirá os 5 milhões de euros.

 

 

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Mais um estudo… Matemática a mais?

Estes estudos parece que são feitos por encomenda… num momento em que se discute a redução de alunos por turma, surge alguém a dizer que tal facto nada tem a ver com o insucesso…

 

O estudo que será apresentado nesta terça-feira constata que “não se verifica qualquer relação entre o número médio de alunos por turma e os resultados obtidos no PISA”.

 

(clicar na imagem) in Público

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Aposta Para Hoje

… para 36 milhões.

 

euromilhoes 26 abril

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Sempre clamarei por ti, liberdade…

 

http://expresso.sapo.pt/multimedia/2016-04-25-Helena-dos-calaboucos-da-PIDE-para-as-redes-sociais

 

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Música do Blog para hoje…

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A Música do Blog

A ouvir algures por aqui.

 

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LIVRO EM LIBERDADE

LIVRO LIVRE: este é, talvez um dos livros mais bonitos que já vi.

E é bonito porque é um livro cheio de livros lá dentro.

Cada leitor transforma-se no próprio autor, investigando, descobrindo e registando percursos que podem ir desde a própria casa até ao vizinho do lado, ou a alguém desconhecido, mas suficientemente generoso para partilhar memórias.

Uma oportunidade inigualável de homenagear quem lutou pela liberdade, quem, 42 anos depois, ainda vive dentro do sonho.

Era imprescindível que chegasse às nossas escolas para que a História saísse dos manuais escolares e fosse partilhada por cada aluno, sobretudo, uma vez que os autores se disponibilizam, gratuitamente, para apoiar o projeto do Livro Livre na sala de aula…

Os meus sinceros parabéns aos autores do projeto, Danuta Wojciechowska, et alii, que gentilmente partilharam com o nosso blogue alguns dos livros de autores jovens que reconstruíram o passado dentro do LIVRO LIVRE.

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Adquirir aqui: http://lupadesign.pt/

 

 

 

 

 

 

 

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PNR 2016/2020

Foi entregue na AR o Programa Nacional de Reformas 2016/2020.

Fica aqui transcrito o que diz respeito à Redução do insucesso e abandono escolar e Inovação do sistema educativo. No link abaixo poderão consultar o documento.

 

Redução do insucesso e abandono escolares

No que se refere aos jovens importa promover o sucesso escolar em todos os níveis de ensino e combater
o abandono escolar, ao mesmo tempo que se generaliza o secundário como patamar mínimo, assumindo
as qualificações como cruciais para o aumento da empregabilidade e da competitividade de Portugal,
assentes na ciência, na cultura e no conhecimento.
Neste sentido, a universalização do secundário vai ser prosseguida através da diversificação da oferta
formativa, com o desenvolvimento do ensino profissional o qual terá um peso maior no total do ensino
secundário. Contudo, deve rejeitar-se a dualização em fases precoces da aprendizagem e garantir a
permeabilidade entre vias de ensino. Esta aposta nas vias profissionais será concretizada no sentido de:
(i) promover a dualização em regra a partir do secundário; (ii) ajustar a oferta de ensino às necessidades
do mercado de trabalho, quer regional, quer sectorialmente; (iii) diversificar os percursos formativos de
dupla certificação, envolvendo as escolas secundárias, as escolas profissionais e os centros de formação
profissional, bem como empresas e associações; e (iv) assegurar a gestão flexível do currículo, adaptado
à escolaridade obrigatória de 12 anos.
No que se refere ao combate ao abandono escolar, para cumprir a meta de 10% de abandono escolar em
2020, e apesar de uma evolução extremamente positiva, é necessário combater o nível elevado de
retenções que ainda se verifica (34,5 % dos jovens com 15 anos foram retidos pelo menos uma vez) e que
coloca Portugal muito afastado da média da OCDE (13%). Em termos absolutos, 150 mil alunos ficam
retidos anualmente no mesmo ano de escolaridade, tendo o nível de retenção na transição entre ciclos
duplicado nos últimos dois anos.
A resposta ao desafio do insucesso escolar, enquanto fator relevante para o abandono escolar precoce,
será desenvolvida através da promoção da equidade no sistema de ensino básico, secundário e superior,
visto que as condições socioeconómicas desfavoráveis constituem um preditor do insucesso e do
abandono escolares. A promoção da equidade será realizada através da universalização do pré-escolar a
partir dos três anos9 em 2019; da progressiva gratuitidade dos manuais escolares, a partir do ano letivo
2016/17; da limitação gradual do número de alunos por turma e a sua adaptação a práticas pedagógicas
indutoras de sucesso; da generalização da Escola a tempo inteiro; da promoção de programas de literacia
familiar que promovam e valorizem os conhecimentos dos encarregados de educação; do reforço dos
mecanismos de ação social escolar em todos os níveis de ensino (e.g. 70 mil bolsas por ano para alunos
carenciados do ensino superior).

Paralelamente, importa organizar as escolas e comunidades educativas para responder de forma
atempada e eficaz às dificuldades dos alunos. Nesse sentido será implementado um Programa Nacional
para a Promoção do Sucesso Escolar que desenvolverá estratégias centradas no conhecimento mais
detalhado de cada aluno, em termos de capacidades e de dificuldades; na gestão flexível do currículo de
modo a combater problemas específicos; na adequação do modelo organizacional e pedagógico e na
melhoria do trabalho em sala de aula; e na especificidade de cada projeto de iniciativa local. De modo a
operacionalizar estas estratégias serão promovidas ações específicas de capacitação das escolas e das
comunidades educativas10.
Também no âmbito do ensino superior serão promovidas ações de acompanhamento e modernização
pedagógica orientadas para a redução do abandono e insucesso escolar. Nesse sentido, será estimulada
a contratação de jovens doutorados pelas instituições de ensino superior para garantir a adoção de novas
práticas de ensino/aprendizagem com ênfase em metodologias orientadas para a solução de problemas
e baseadas na prática sistemática de projeto e experimentação. Está previsto o apoio á contratação de
cerca de 100 novos jovens docentes doutorados por ano, no período de 5 anos.

 

Inovação do sistema educativo
No que se refere à inovação no sistema educativo e nas qualificações, entre os maiores desafios coloca-se
a necessidade e urgência de garantir o reforço das competências digitais dos portugueses, que
promovam o fomento da economia digital, a inclusão digital e a utilização da internet. Assim, será desenvolvida a Iniciativa Competências Digitais que permitirá capacitar, até 2020, mais 20 mil pessoas em
TIC face aos atuais níveis de formação e que, em colaboração com o setor privado, permitirá fazer face à
carência de técnicos especializados nesta matéria. Esta iniciativa possibilitará também apoiar a
reconversão profissional, criando novas oportunidades de inserção profissional através da obtenção de
novas competências.
Por outro lado, a necessidade identificada pelo Conselho Europeu nas suas recomendações específicas
para Portugal em 2015 relativa “ao nível de digitalização dos serviços responsáveis pela adaptação das
competências ao mercado de trabalho” implica, ao nível dos sistemas de educação e formação e no ensino
superior, a integração de instrumentos digitais e das tecnologias de informação quer para melhorar e
adaptar os métodos e os recursos pedagógicos, seja na vertente de ensino presencial, seja na vertente de
ensino a distância, quer para incrementar os sistemas de gestão e partilha de informação, indispensáveis
à melhoria da definição, condução e execução destas políticas públicas.
Neste âmbito, é crucial adotar uma estratégia de modernização pedagógica assente na produção e
disseminação de recursos educativos digitais, bem como um programa nacional para a inovação nas
aprendizagens, através de iniciativas que mobilizem as escolas, os centros de formação e as instituições
de ensino superior. Transversalmente, importa desenvolver um conjunto complementar e integrado de
sistemas e plataformas informáticas de gestão da informação, monitorização e avaliação das políticas de
educação, formação profissional e ensino superior (e.g. portal do aluno, sistemas de informação dos
estabelecimentos escolares ou sistemas integrados de gestão do docente).

 

(clicar na imagem)

PNR

 

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A Música do Blog

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“Animação, hoje é sexta!” (Adagio)

Viva! Mais uma sexta, mais uma rubrica de animação! Desta feita com um sabor especial por antecipar um fim de semana com feriado à segunda-feira.

Sem mais delongas, o convite de hoje vai para verem o filme Adagio, realizado em 2001 pelo russo Garri Bardin. Nesta animação, um grupo de personagens feitas em origami, papel cor cinza, seguem o seu líder, também um personagem em origami, mas de cor branca. Mas… seguem-no apenas para se tornar parte de um ciclo de hipocrisia e violência.

Não percam! Com os votos de bom fim de semana prolongado 😉

 

 

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Blogosfera – O Meu Quintal

Este link merece leitura por todos aqueles que acham ou achavam que o Fafe é ou seria um alter ego do Paulo Guinote.

 

 

Ortónimo

 

pirandelllo

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Aposta Para Hoje

… para 30 milhões.

 

euromilhoes 22 abril

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1º de maio – Viseu

1º de maio

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Concurso Extraordinário Açores – 22 de abril a 06 de maio

Aqui nesta página.

 

 

Através desta página tem acesso à sua Ficha Pessoal de Docente e ao formulário de candidatura ao CONCURSO INTERNO E EXTERNO EXTRAORDINÁRIO DE PROVIMENTO DE PESSOAL DOCENTE 2016/2017, entre 22 de abril a 06 de maio, podendo ainda, dentro do mesmo prazo, acrescido de dilação de 2 dias úteis, proceder à submissão de documentos no âmbito deste concurso.

 

 

Novos Utilizadores / Abertura da Ficha Pessoal do Docente

Se é a primeira vez que concorre no âmbito do recrutamento de Pessoal Docente para a Região Autónoma dos Açores,

clique aqui para efetuar o seu registo

Utilizadores já registados / Acesso à sua Ficha Pessoal

Se já efetuou o seu registo em concursos anteriores no âmbito do recrutamento de Pessoal Docente ou no presente concurso para 2016/2017,

aceder à sua candidatura

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Prince (1958- 2016)

Talvez a mais conhecida música de Prince, mas não a minha preferida.

 

 

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Concurso Interno/Externo Extraordinário de Provimento – Açores

O prazo de candidatura ao Concurso Interno/Externo Extraordinário de Provimento é de dez (10) dias úteis contados do primeiro dia útil seguinte ao da publicação do presente Aviso na Bolsa de Emprego Público – Açores, fixado de 22 de abril a 6 de maio de 2016.

 

clicar na imagem para ver o aviso de abertura do concurso.

 

açores

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Reserva de Recrutamento 28

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 28ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

 

Documentação

 

Serviços

 

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Medidas do Plano Nacional de Reformas – Educação e outros

Educação

O governo compromete-se a celebrar contrato com jovens doutorados. Há 3 mil novas vagas para investigadores e docentes.

Outras medidas na educação:

– Limitar o número de alunos por turma (em particular nas escolas com dificuldades);
– Atribuir uma média de 70 mil bolsas anuais a estudantes carenciados;
– Desenvolver o Ensino Profissional;
– Progressiva gratuitidade dos manuais escolares no Básico e no Secundário;

 

Ficamos à espera de muitas outras que necessitam de ser implantadas… aguardemos pelo documento.

 

(clicar na imagem) in TSF by Vitor Rodrigues Oliveira

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Concurso, grupo 240 – EPM-CELP

Está aberto procedimento concursal destinado a seleção de um docente com qualificação para a lecionação das disciplinas de Educação Visual e Tecnológica (2.º e 3.º ciclos) no grupo de recrutamento 240, num horário semanal de 22 horas, na Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/04/concurso2.abr16.pdf”]

 

 

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Reposição de 25%? A quem?

Há quem veja o seu salário líquido a “mingar” enquanto o ilíquido aumenta…

Aumento ilíquido = + 11,97€

Resultado no líquido = – 33,30€

Março

março

 

Abril

abril

 

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Para aqueles que…

Para aqueles que, ante o riso alheio, estremecem com urticária (um post à moda do Fafe)

 

Celebrando antecipadamente a pureza diurna do 25 de abril.

 

Do Sentimento Trágico da Vida

Não há revolta no homem
que se revolta calçado.
O que nele se revolta
é apenas um bocado
que dentro fica agarrado
à tábua da teoria.
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Aquilo que nele mente
e parte em filosofia
é porventura a semente
do fruto que nele nasce
e a sede não lhe alivia.

(…)
Rebeldia é o que põe
na nossa mão um punhal
para vibrar naquela morte
que nos mata devagar.

E só depois de informado
só depois de esclarecido
rebelde nu e deitado
ironia de saber
o que só então se sabe
e não se pode contar.

Natália Correia, in Poemas (1955).

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Há quem não fique satisfeito…

… não ficam satisfeitos e já estrebucham.

 

Colégios ameaçam avançar com ações contra o governo

Os colégios frequentados gratuitamente pelos alunos, a troco de uma comparticipação estatal, “não terão outra alternativa” a não ser avançar para os tribunais contra o Ministério da Educação, caso este não recue numa medida que, defendem, ameaça “fechar” vários estabelecimentos. Em causa está um despacho recente onde, a propósito dos chamados “contratos de associação”, a tutela limita a comparticipação de novas matrículas a alunos que vivam nas mesmas freguesias onde a escola está inserida.

(clicar na imagem) in DN by Pedro Sousa Tavares

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Os cortes aceitáveis…

…tardios, mas mais do que aceitáveis…

Há quem não vá ficar muito satisfeito, mas saúdo a coragem…

 

Governo aperta cerco aos contratos de associação

“Não serão perturbados os percursos a meio de ciclos” mas governo avisa que novos alunos só podem frequentar os colégios com contrato de associação se residirem na área geográfica.

(clicar na imagem) in TSF by Judith Menezes e Sousa

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“De um “conservador” para um ignorante” – Opinião – Santana Castilho

1. O ministro da Educação afirmou que a sua política é “progressista” e que quem a critica “apresenta uma visão conservadora do país”. Crítico que sou da política em análise, Tiago Brandão Rodrigues chamou-me conservador. É altura de lhe dizer que é ignorante.
Porque só um ignorante da complexidade do insucesso julga que o combate com fornadas de formação para os professores. Estou a referir-me às indizíveis acções que acabaram de ter lugar em Évora, Leiria e Braga. Em golpe de mão, onde a surpresa e a rapidez da convocatória nem permitiram a muitos saber ao que iam, arregimentaram-se professores para ouvirem em dois dias (no primeiro, das 09.30 à meia-noite), fechados num hotel, as mais finas tretas de um “eduquês” que agora será reproduzido “em cascata”, primeiro para directores, coordenadores de directores de turma e coordenadores de 1º ciclo (numa imposta maratona até Junho) e, posteriormente, para todos os professores. Aos que preferiam ver-me como o patinho sentado da história que o ministro mandou contar às escolas, e se apressarão a decretar o exagero do meu sarcasmo, deixo um naco da prosa que extraí dos respectivos documentos de apoio:
Se as organizações fossem vistas como jardins, os líderes não poderíam mandar que crescessem. Teríam que enfrentar as impredictibilidades, os fatores ambientais, trabalho em equipa e fatores de risco que normalmente se caracterizam quando se pensa em desenvolver algo. Os líderes só podem promover o desenvolvimento ao ‘reorganizar as condições e as estruturas’… Para os jardins, estas condições são o sol, humidade, solo, nutrientes e temperatura; para as escolas são o tempo, espaço, materiais, incentivos, formação, colegialidade, respeito, confiança e recursos humanos”.
(Os erros ortográficos, mesmo o do verbo ter, estão no documento consultado).
Se os leitores quiserem mais, acedam à indigência dos PowerPoint usados. Encontrarão, por exemplo, um slide piroso com um gatinho amarelo frente a um espelho, que lhe devolve a imagem de um leão de farta juba. Ao lado, a mensagem profética que vai resolver o insucesso:
Os professores com altas expectativas dos seus alunos transmitem essa atitude (intencionalmente ou não) e em geral estes estudantes obtêm melhores resultados do que os dos professores cujas expectativas são baixas”.
Preparem-se, professores, para mais trabalho, em ambiente de piolheira palavrosa, a somar às aulas e aos cargos, às provas que foram extintas mas podem ser feitas ao mesmo tempo das outras que, sendo facultativas, começam por ser obrigatórias. Preparem-se, ainda, que a cena está programada para os próximos três anos lectivos. E, sobretudo, preparem-se, mais uma vez, para serem os maus da fita, responsabilizados, no fim, pelo insucesso do combate ao insucesso.
Ignorante por permitir que do ministério que tutela saia um normativo tão repugnante como o despacho 1-H/2016, segundo o qual as turmas que integrem alunos com necessidades educativas especiais só poderão ter a dimensão reduzida que a lei prevê se esses alunos estiverem, pelo menos, 60% do tempo em contacto com os colegas. Quer isto dizer que quanto mais graves e profundas forem as deficiências dos alunos (porque é essa gravidade que dita a separação deles do grupo “normal”, em determinadas ocasiões) maior será a dimensão da turma, quando integrados. Dizer depois, como o ministério disse, que esta enormidade tem como “único objectivo induzir mais inclusão”, é de um primarismo sádico, intolerável. Bem pior que as “salutares bofetadas” do outro!
2. Sem surpresa (a questão estava no programa eleitoral do PS e está no programa do Governo), o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses anunciou que a “municipalização” da Educação avançará em 2018. Ainda sem surpresa é que se avance sem que se conheça qualquer avaliação das experiências em curso e sem que se analisem criteriosamente os maus resultados das alheias (descritos por mim em artigo do PÚBLICO, de 11/2/15). Com efeito, a estratégia é abocanhar, de qualquer jeito, as verbas comunitárias possíveis, ampliando as iniciativas de outsourcing educativo, tão ao gosto dos que dizem uma coisa e fazem o oposto. Surpresa é o olímpico silêncio de Mário Nogueira sobre o tema. Em tempos de Nuno Crato e face a dezena e meia de experiências-piloto, a luta foi vigorosa (11 providências cautelares accionadas nos tribunais, 50 mil professores inquiridos, com 43 mil a manifestarem-se contra, e toda uma incansável intervenção pública denunciadora dos malefícios da “municipalização”. Agora, que a intenção parece ser generalizar a todas as autarquias e a todo o sistema de ensino, o ruído deste silêncio é difícil de acomodar.
Já não se trata de antagonismos no que toca a soluções e processos. Trata-se de suportar um ministro tecnicamente incompetente e politicamente irresponsável. Com o silêncio dos cúmplices.

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Mais de dois mil “funcionários” serão suficientes?

Os “funcionários” existentes nos quadros são manifestamente insuficientes. Mas os contratados a termo certo não colmatam todas as necessidades, por isso… só por si, esta medida, peca pela insuficiência dos números.

 

Mais de dois mil funcionários das escolas vão renovar contrato

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, garantiu esta terça-feira, no parlamento, que os mais de dois mil assistentes operacionais nas escolas, contratados a prazo, vão ter o seu contrato renovado para o próximo ano.

O ministro da Educação disse ainda que está a ser estudada a aplicação do horário de trabalho de 35 horas tanto para o pessoal docente como para o não docentes

(clicar na imagem) in Expressomw-860

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São os Riscos que se Correm…

… em abraçar um cargo político.
 

Contestado regresso de ex-governante à direcção de escola em Coimbra

 

 

Ex-secretária de Estado quer regressar a um cargo que foi seu antes de integrar o último Governo de Passos Coelho. PSP já foi chamada à escola.

 

coimbra

 

Uma ex-secretária de Estado do último Governo, que tinha cessado funções como directora do Agrupamento de Escolas Coimbra Centro (AECC), quis regressar ao mesmo cargo, mas a subdirectora afirma que decisão é irregular e à margem da lei.

O caso já envolveu uma ida da PSP à Escola Jaime Cortesão na segunda-feira, a pedido da subdirectora, Maria Luísa Lima, que não aceitou a nomeação “irregular e à margem da lei” da ex-secretária de Estado Amélia Loureiro para o cargo, por parte do Conselho Geral do AECC.

Segundo Maria Luísa Lima, a antiga directora “não está na sala da direcção, mas já desencadeou uns quantos procedimentos” como directora do agrupamento, tendo Amélia Loureiro pedido para alterar as palavras-passe dos “e-mails da direcção”, sendo que a subdirectora está neste momento “sem acesso” ao correio electrónico.

 

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Demora o Fim Oficial da PACC

PSD adia votação do fim da prova para os professores contratados

 

 

Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC) foi votada em Plenário há quatro meses, a 11 de Dezembro de 2015. A votação na especialidade estava prevista para hoje mas PSD pediu para que a votação fosse adiada por uma semana depois do PS ter introduzido algumas alterações à última hora.

 

MEpen

 

 

O PSD pediu para que fosse adiada uma semana a aprovação do diploma que dita o fim da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC).

A votação do projeto-lei do Bloco de Esquerda e PCP estava prevista para hoje, durante a reunião da Comissão de Educação, antes da audição ao ministro da Educação que está a decorrer.

Mas os sociais democratas pediram para que a votação fosse alterada para a próxima terça-feira após o PS ter introduzido à última hora algumas alterações no diploma.

“Queremos analisar com tempo as alterações que o PS introduziu. São alterações relacionadas com a devolução das verbas de inscrição na prova”, explicou à TVI24 a deputada Nilza de Sena.

Há quatro meses (a 11 de Dezembro de 2015) que o Parlamento discutiu e votou dois projetos-lei, um do BE e outro do PCP, que impunham o fim da prova obrigatória para todos os professores contratados com menos de cinco anos de serviço.

Os deputados do BE e do PCP decidiram hoje fazer a fusão das duas propostas de projeto-lei para que seja votado um único diploma, no qual ainda estão a trabalhar, e que deverá ser aprovado com os votos dos partidos da esquerda.

Só depois desta votação na especialidade o diploma pode seguir para Belém para ser promulgado e entrar em vigor e só então é que o Ministério da Educação vai devolver o dinheiro da inscrição na prova aos professores.

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Sim, Já Todos Percebemos Que É Para Passar de Ano Sempre

Esta é a receita para que o ensino fique mais barato.

 

 

 

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Aposta Para Hoje

… para 21 milhões.

 

euromilhoes 19 abril

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Divulgação – Concurso de Pintura Mural

pintura mural
A Escola Superior Gallaecia, em parecia com a Bienal de Cerveira lançou um concurso de Arte Urbana – Pintura Mural – destinado aos alunos de artes do ensino secundário e profissional.

A Escola Superior Gallaecia, em parecia com a Bienal de Cerveira lançou um concurso de Arte Urbana – Pintura Mural – destinado aos alunos de artes do ensino secundário e profissional.

Os alunos poderão concorrer individualmente ou em grupos até 4 elementos, e as intervenções murais serão na zona norte de Portugal (Vila Nova de Cerveira, Viana do Castelo e Paredes de Coura) e Espanha (Tui).

Havendo vários murais, haverá também vários vencedores, que para além da execução da obra, ganharão bilhetes para o Festival de Paredes de Coura (http://www.paredesdecoura.com)

 

Mais informação: Aqui

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Promulgada lei que elimina requalificação de professores

 

Presidente da República promulga a Lei que elimina a requalificação de docentes

No pressuposto de que foi observada a audição legalmente exigível, não existem efeitos orçamentais relevantes e o regime de retroação obedece à preocupação de salvaguarda de legítimos direitos dos interessados, o Presidente da República promulgou a lei que elimina a requalificação de docentes, procedendo à quarta alteração ao Decreto-lei n.º 132/2012, de 27 de junho, à décima quarta alteração ao Decreto-lei n.º 139-A/90, de 28 de abril, e à primeira alteração à Lei n.º 80/2013, de 28 novembro.

(clicar na imagem)

PR

 

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Blogosfera – O Meu Quintal

Será Verdade?

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Governo quer aumento de 26% de Centros para Qualificação e Ensino Profissional

Esta parece ser a semana em que todos os ministros aparecem a publicitar medidas para o futuro. Devem ser ainda os efeitos da conferência de Sábado.

 

Governo quer aumento de 26% de Centros para Qualificação e Ensino Profissional

 

viera da silva

O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, afirmou hoje que o Governo quer aumentar em 26% o número de centros para a Qualificação e Ensino Profissional (CQEP), passando de 238 para 300 em 2017.

 

 

Vieira da Silva disse que “muitos” dos CQEP, neste momento, têm “fracos níveis de atividade”, sendo que o objetivo passa não apenas pelo alargamento da rede, mas pelo reforço de “equipas” e “aumento de níveis de atividade”.

Os centros irão apresentar respostas em articulação “com outras estruturas”, como escolas profissionais, centros de emprego ou gabinetes de inserção profissional.

O Governo quer alterar também o atual cenário de “cobertura geográfica assimétrica e de fraca acessibilidade à informação sobre a oferta de percursos”, referiu.

O objetivo passa por desenvolver um “guia interativo de recursos” e disponibilizar “instrumentos associados ao ensino e formação à distância”.

Ao mesmo tempo, face à “pouca tradição no trabalho com adultos”, o executivo quer também apostar “na formação contínua dos agentes”, realçou Vieira da Silva, que falava durante uma sessão pública no Conservatório de Coimbra sobre um dos eixos do Programa Nacional de Reformas.

Segundo o ministro do Trabalho, é hoje necessário trabalhar-se “na construção de percursos de formação personalizados”, respondendo à exigência “da diversidade de públicos” existentes.

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Pré-Escolar para Crianças de 3 Anos Até 2020

ALARGAMENTO DO ENSINO PRÉ-ESCOLAR PARA CRIANÇAS DE TRÊS ANOS ATÉ 2020

 

 

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O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, afirmou que o ensino pré-escolar será alargado às crianças de quatro anos até 2018, e às crianças de três anos até 2020.

«Até 2018, o ensino pré-escolar abrangerá as crianças de quatro anos de idade», afirmou o Ministro, acrescentando que, «com base em projeções demográficas, será preparada a sua universalização a partir dos três anos de idade, de modo a que, em 2020, a educação pré-escolar abranja todas a crianças a partir desta idade».

Estas declarações foram feitas no final da apresentação do eixo Qualificar os portugueses, inserido no Programa Nacional de Reformas 2016 (PNR2016), em Coimbra, onde esteve também presente o Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José António Vieira da Silva.

Sublinhando que «a frequência de crianças no ensino pré-escolar é estimuladora de percursos escolares com maior sucesso», Tiago Brandão Rodrigues referiu ainda que «o objetivo do alargamento deste tipo de ensino é que, paulatinamente, todas as crianças com cinco, quatro e três anos lhe tenham acesso».

«O Governo está ciente que, neste momento, o País tem assimetrias enormes e temos de melhorar a oferta educativa», pelo que «está a ser feita uma leitura cuidada da rede existente, para entender quais são as necessidades mais prementes e, em articulação com a rede solidária, encontrar respostas efetivas para que, até 2020, possamos ter a universalização do ensino pré-escolar».

Nesta área, o PNR2016 prevê também medidas como a educação a tempo inteiro, o reforço da ação social escolar, a progressiva gratuitidade dos manuais escolares, o desenvolvimento da educação e a formação profissional e o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar.

O eixo Qualificar os portugueses prevê igualmente a modernização do sistema de ensino e dos modelos e instrumentos de aprendizagem, através de recursos educativos digitais e da criação de plataformas nacionais de gestão da informação, monitorização e avaliação.

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Sobre a Mobilidade por doença…

… devemos ter novidades, lá para finais do mês.

 

O Secretariado Nacional da FENPROF reuniu e avaliou positivamente o facto de o ME ter, finalmente, convocado, nos termos da lei, a primeira reunião de negociação sindical que se realizará em 26 de abril. Para esta reunião, o gabinete do ministro Tiago Rodrigues agendou dois pontos: 1. Organização do ano letivo; 2. Mobilidade por doença.

 

A FNE vai reunir, no próximo dia 29 de abril, pelas 10h00, com o Ministério da Educação com uma agenda proposta pela tutela e que elenca a preparação do próximo ano letivo e o destacamento por doença como assuntos em destaque.

 

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