Foram colocados 553 professores contratados na Reserva de Recrutamento 7, distribuídos do seguinte modo:
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Out 23 2020
Como o Tiago me arrancou uma gargalhada…
O ministro da educação considerou que é preciso “que os professores não saiam do sistema educativo e para o conseguir é necessário dar-lhes condições”.
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Out 23 2020
Podia Ser Irónico, Mas Não é…
“Eu trabalho num agrupamento, em XXXXXXXX, onde estão a ser realizadas formações presenciais sobre “prevenir a covid-19“. Acho, no mínimo, irónico. (No caso do 1.° Ciclo, são cerca de 25 pessoas por sessão).”
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Out 23 2020
Cinema Sem Conflitos: “Rhizoma”
Título: “Rhizoma” | Autores: “Santiago Pérez R.“
Hounds e torres de transmissão. Freqüências de carne e uivos elétricos. Uma atmosfera perturbadora onde o animal, o orgânico e o industrial se misturam.
Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência, ambiente e gênero em https://cinemasemconflitos.pt/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCj6LBbDs8j93ijiuI-IKd3Q
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Out 23 2020
Reserva de recrutamento n.º 7
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 7.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 26 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 27 de outubro de 2020 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Out 23 2020
Samuel Paty… por Luís Osório
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Out 23 2020
Cinema Sem Conflitos: “Sparky”
Título: “Sparky” | Autores: “Dian Liang“
Sparky gosta de olhar pela janela, para ver todas as coisas possíveis ou impossíveis.
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Out 23 2020
Computadores prometidos começam a chegar às escolas em novembro
Novos computadores para as escolas começam a chegar em Novembro
Durante uma audição na comissão parlamentar da Educação, que está a decorrer, Tiago Brandão Rodrigues confirmou que nesta primeira leva serão “priorizadas” as escolas integradas nos chamados Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), que se situam em zonas carenciadas, e os alunos beneficiários da Acção Social Escolar (ASE).
O ministro indicou também que foram lançados entretanto os “procedimentos para a aquisição de mais computadores”, que serão também atribuídos prioritariamente aos estudantes com ASE, que são oriundos de agregados familiares com rendimentos iguais ou inferiores ao salário mínimo nacional. ”Esperamos que cheguem este ano lectivo”, indicou.
Questionado sobre a falta de professores que está ainda a afectar muitas escolas, Tiago Brandão Rodrigues aproveitou para revelar que, em Setembro próximo, deverão entrar para o quadro mais 2400 professores contratados ao abrigo da chamada norma-travão, imposta pela Comissão Europeia para impedir o recurso abusivo a contratos a prazo.
“Precisamos de que os professores não saiam do sistema educativo e para o conseguir é necessário dar-lhes condições”, disse o ministro para sublinhar que a vinculação dos docentes a contrato é uma forma de o garantir uma vez que quem vincula “não sai depois do sistema”. Nos últimos anos entraram no quadro cerca de nove mil professores.
Nesta audição realizada a requerimento do PSD, BE e PAN, Tiago Brandão Rodrigues realçou também que os orçamentos das escolas vão ser reforçados em mais sete milhões de euros no segundo período para a aquisição de mais equipamentos de protecção individual e gel desinfectante.
Este reforço está previsto na proposta de Orçamento de Estado para 2019, onde está inscrita uma verba de 6,4 milhões de euros para gastar nas medidas de protecção contra a covid-19.
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Out 23 2020
7 milhões para gel e desinfetante no 2.° período
Tiago Brandão Rodrigues anunciou que os orçamentos das escolas vão ser reforçados em mais sete milhões de euros no segundo período para a aquisição de mais equipamentos de protecção individual e gel desinfectante.
Este reforço está previsto na proposta de Orçamento de Estado para 2019, onde está inscrita uma verba de 6,4 milhões de euros para gastar nas medidas de protecção contra a covid-19.
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Out 23 2020
A História não se apaga, importa! A Liberdade de expressão importa!
Hoje cumprem-se 8 dias sobre o bárbaro assassinato de Samuel Paty, professor de História que ensinava a importância da Liberdade de Expressão. Para assinalar isto e para chamar à atenção para a importância da História um grupo de professores de História.
Partilhem esta imagem

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Out 23 2020
2.º ciclo de Vila Viçosa em regime não presencial a partir de hoje
O Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa vai colocar no Regime de ensino à distância, já a partir de hoje, todos os alunos das turmas de 2º ciclo.
Esta situação ocorre devido ao Surto de Covid-19 existente no concelho de Vila Viçosa e ao encerramento da cozinha do Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa(pelo menos até dia 29).
Assim, à semelhança do que já tinha acontecido com o 3º ciclo e algumas turmas de secundário, são agora os alunos de 2º ciclo a terem as aulas em regime não presencial.
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Out 22 2020
As coisas em Lisboa estão mesmo complicadas…
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Out 22 2020
Reuniões intercalares, presenciais ou à distância?
É claro que o presencial nem se equaciona neste momento, mas há sempre quem goste do calor humano…
Chegou-nos por email.
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Out 22 2020
E72 – 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano
A política de comunicação da Direção-Geral da Administração Escolar, em formato digital, bidirecional, com os cidadãos, as escolas e outros interlocutores, levou à criação de um novo serviço suportado por uma aplicação eletrónica, o E72. Com este serviço, disponível 24h por dia, 365 dias por ano, a DGAE assume o compromisso de resposta mais eficiente e célere, até 72 horas, bem como a disponibilização do histórico dessa comunicação. Basta estar registado no SIGRHE para poder aceder a este serviço e colocar as questões que pretende esclarecer, dispensando a usual conta de e-mail.
O acesso ao E72 pode ser realizado através do Portal da DGAE ou através do link https://sigrhe.dgae.mec.pt.
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Out 22 2020
Falta de professores: só um bug ou crash do sistema?
Até o BE…
Falta de professores: só um bug ou crash do sistema?
Há alunos que não têm professor a determinadas disciplinas logo no início do ano nem vão ter até ao final. Esses alunos serão cada vez mais, sobretudo na região de Lisboa, Alentejo e Algarve.
No início de outubro faltavam 851 professores nas escolas. Esta semana, a zona de Lisboa esgotou a bolsa de professores em 5 disciplinas e o Algarve em 3 (1). O país precisa de discutir o que se passa e debater soluções antes que seja tarde demais, se é que vamos a tempo.
O regime de recrutamento e colocação de professores é complexo e aritmético mas não existe suspenso no ar, intangível. Como todos os outros sistemas, também depende de um programador que faz cálculos e dá comandos, testa falhas e instala firewalls. A nota informativa enviada esta semana às escolas pela Direção-Geral da Administração Escolar reconhecendo “alguns constrangimentos no preenchimento de horários” demonstra que o responsável pelo sistema está a tratar a falta de professores apenas como mais um bug, uma falha ocasional possível de contornar. E é isso que nos deve assustar.
Porque por muito que a máquina precise de afinação, e esta precisa, não vale pena atirar-lhe as culpas para cima. O software está desenhado para resolver a ausência episódica de um ou outro professor, tanto que até hoje fez muitas substituições e nunca crashou, mas nada pode contra a falta massiva de professores no sistema educativo.
Deixemos a informática de lado. Tal como o erro de considerá-lo um constrangimento, o problema é político.
Aqui devo fazer um aviso à navegação: para entender a falta de professores no sistema educativo português é preciso ter paciência para os números. É um exercício chato mas a consequência de não fazer tende para o zero.
Comecemos pelos problemas grandes e vamos depois às afinações possíveis.
Primeiro problema: envelhecimento. Dos 89 925 docentes vinculados em 2019, 51 983 (57,8%) poderão aposentar-se num prazo de 10 anos: 17 830, nos primeiros quatro anos, 24 343 nos quatro anos seguintes e 9810 entre 2029 e 2030. Por áreas, a distribuição é esta: 73% em educação de infância; 80% em Português/História, 67% em Português e Francês e 62% em Matemática e Ciências naturais de 2.º ciclo; 96% em Educação Tecnológica, 86% em Economia e Contabilidade, 71% em Filosofia, 68% em História e 66% em Geografia de 3.º ciclo e secundário. Professores abaixo de 30 anos? é fácil: valor residual (2).
Segundo problema: precariedade. Em 2019, 8% dos educadores de infância, 17% dos professores de 1.º ciclo, 16,7% dos professores de 2.º ciclo e 24,4% dos professores de 3.º ciclo e secundário tinham contratos anuais precários (3). Este ano, o Ministério da Educação vinculou 872 docentes, 9% em relação aos que tinham sido contratados através de mecanismos de renovação de contrato e contratação inicial do ano anterior, e menos de metade dos vinculados que se reformaram (4).
Para os leitores que saltaram dos números diretamente para as conclusões, deixem-me tentar resumir: há alunos que não têm professor a determinadas disciplinas logo no início do ano nem vão ter até ao final. Esses alunos serão cada vez mais, sobretudo na região de Lisboa, Alentejo e Algarve.
Este problema não se resolve sem uma grande reforma do sistema educativo que tenha três eixos: reformar os professores mais antigos para abrir vagas; vincular todos os precários do sistema para garantir que não fogem para outras profissões; dignificar a carreira docente para atrair mais candidatos. Nenhum destes problemas está a ser tratado e a breve notícia de que haveria um programa de pré-reformas para docentes, além de pré-anunciar cortes valentes, não se deixa encontrar no Orçamento 2021.
Passemos às afinações possíveis, ao imediato. A maioria dos horários em falta são horários incompletos, os “párias” do sistema. Alguns dos docentes colocados nesses horários não têm acesso sequer aos descontos completos para a Segurança Social. Pelo menos 800 professores dos que ainda estão em falta recusaram a colocação numa escola porque iriam ganhar entre 555 e 750 euros líquidos para darem entre oito e 14 horas de aulas por semana, provavelmente deslocados do norte para Lisboa/Alentejo/Algarve.
Querem resolver os “constrangimentos”? Comecem por aqui, por estes professores que andam há anos a reclamar justiça. Mas sem ilusões, a médio prazo os números serão tão compreensivos.
1 Fonte: https://www.arlindovsky.net/
2 Fonte: CNE
3 Fonte: DGEEC
4 Fonte: FENPROF
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Out 22 2020
Faltam professores. E soluções? Alberto Veronesi
Faltam professores. E soluções?
Este problema pode ser resolvido. Não é fácil nem barato. Mas se não invertermos, já, esta situação, hipotecaremos o futuro de várias gerações. Tem de haver vontade e um pacto político-social.
Faltam professores. Nas últimas semanas foram várias as notícias que indicavam este facto, que, não sendo novo, faz sempre manchete nos jornais nacionais. Mas não chega para incomodar quem deveria. Afinal há ou não falta de professores? Não, exceptuando alguns grupos muito restritos.
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Out 22 2020
Tribunal isenta criança de 7 anos de cumprir regras da escola contra a Covid
Tribunal isenta criança de 7 anos de cumprir regras da escola contra a Covid
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Out 22 2020
Listas Provisórias do concurso do Projeto C.A.F.E. em Timor-Leste 2021
Listas Provisórias dos candidatos admitidos e excluídos ao Procedimento Concursal com vista à constituição de uma bolsa anual de docentes para o exercício de funções no Projeto C.A.F.E. em Timor-Leste, em 2021
Publicam-se as listas provisórias dos candidatos admitidos e excluídos ao Procedimento Concursal com vista à constituição de uma bolsa anual de docentes para o exercício de funções no Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar em Timor-Leste, em 2021.
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Out 22 2020
Inércia e engenharia social são as causas da histórica falta de professores – Paulo Prudêncio
Inércia e engenharia social são as causas da histórica falta de professores
Inércia dos sucessivos governos e crença na engenharia social, são as causas da histórica falta de professores. Como ponto prévio, recorde-se que o primeiro-ministro condenou (SIC, 18/04/2015) a “guerra aos professores da escola pública decidida num conselho de ministros de 2006” que originou a célebre manifestação de 2008 e que Passos Coelho legislou horários ao minuto para reforçar a precarização enquanto Nuno Crato declarava que “há professores a mais” (Jornal I, 21/03/2013). São dois exemplos que retratam a engenharia social que oxigenou as finanças e que fatalmente promoveu a inércia. Mas já lá vamos.
A grave falta de professores tornou-se estrutural. Mesmo que se iniciasse uma urgência formativa, os efeitos surgiriam depois de 2030. O agravamento será progressivo. Mais de metade dos professores reformar-se-á nesta década. Vários cursos de formação inicial estão há anos a fio sem alunos. Em cada mil alunos do secundário, contam-se pelos dedos de uma mão os que escolhem o ensino.
Há causas identificadas: a burocracia do exercício que tratarei no fim deste texto; a devassa mediática da profissão que lhe retirou atractividade; a degradação da carreira e da democracia nas escolas; e o esgotamento do modelo de formação inicial. Neste último domínio, uma solução mais apelativa e flexível passaria por licenciaturas eclécticas dentro das grandes áreas. Nos mestrados, estudar-se-ia a pedagogia e o aprofundamento científico. Depois de um estágio plurianual em exercício, aceder-se-ia ao quadro. Mas nada disso se discute. Instalou-se a inércia. Quem vier a seguir que resolva a equação.
Além disso, os governos esperam recrutar licenciados desempregados. Chamam-lhe outras ferramentas. Mas é muito incerto. Não se sabe onde é que haverá desemprego e não existirá procura nas humanidades e nas artes.
Também não é seguro esperar que a inteligência artificial substitua os professores. E cresce a apreensão ao olharmos para a tendência global da engenharia social: as gigantes tecnológicas de serviços – Google, Amazon, Uber, Booking ou Airbnb – não produzem conteúdos para os motores de pesquisa, nem carros, hotéis, imóveis de aluguer ou objectos, mas facturam pela sua compra ou utilização com trabalhadores precários instalados na nuvem; há uma revolução do trabalho que pede como competência a ligação à internet e, como escreve Klaus Schwab (2017:46), em A Quarta Revolução Industrial, “parte da força de trabalho desenvolve diferentes tarefas para assegurar o seu rendimento – pode-se ser um motorista da Uber, um shopper do Instacart, um anfitrião do Airbnb e um Taskrabbit”. Nesta lógica, desejam-se os monitores que assegurem a ordem na escola presencial automatizada enquanto os encarregados de educação trabalham. Acima de tudo, prestarão um “relevante” serviço aos orçamentos dos países.
Diz-se que são as regras do jogo. No entanto, é importante que se evidencie que os professores continuam na zona de incerteza das profissões mais e menos propensas à automatização. E como inscrevem os investigadores da quarta indústria, o futuro será muito bom ou caótico não dependendo da vontade divina. Aliás, a corrida ao trabalho virtual não regulamentado poderá transformar-se em forte instabilidade social e política difícil de reverter sem formação de professores.
A crise covid-19 radiografou o fenómeno. Foi surpreendente o anúncio do reforço de contratação e já é o próprio anunciante, “o Ministério da Educação, que admite que a substituição de professores está a ser difícil”. É esta irrealidade que espelha o inferno burocrático que referi anteriormente. Mas é também por inércia. Percebe-se ainda melhor se olharmos para uma vertente decisiva: o digital escolar.
Repare-se que Portugal evidencia o que falta fazer no universo escolar. É estranho que assim seja porque temos provas dadas onde a sociedade em rede permite desempenhos organizacionais ímpares: rede multibanco, via verde ou critical software. Por exemplo, quando o ministro da Educação diz que – “é impossível saber quais os alunos que não têm internet e computador” – estão mais de duas décadas em que essas perguntas são feitas no início de cada ano lectivo e perdidas na incapacidade de se gerar um sistema de dados que se aproxime sequer dos três citados. E, ciclicamente, os serviços centrais promovem formação em competências digitais para todos como uma espécie de panaceia que se revela irrelevante. É um desfasamento que acrescenta entropia e não impede a exibição do supérfluo, mas inibe o substancial e gera desperdícios financeiros. Dá menos trabalho do que o essencial e o organizacional. É um desequilíbrio avassalador das aprendizagens essenciais. Infelizmente, as sucessivas políticas convenceram-se que a formação e a carreira dos professores não são bens preciosos para os bons desempenhos organizacionais no futuro nem para a consolidação da democracia.
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Out 22 2020
Cinema Sem Conflitos: “Venus”
Título: “Venus” | Autores: “Jung Sae-Yun“
Em um armazém mora uma mulher que parece uma escultura de Vênus – sem braços e sem pernas….
Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência, ambiente e gênero em https://cinemasemconflitos.pt/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCj6LBbDs8j93ijiuI-IKd3Q

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Out 22 2020
𝗖𝗜𝗕𝗘𝗥𝗦𝗘𝗚𝗨𝗥𝗔𝗡Ç𝗔 𝗘(𝗠) 𝗘𝗗𝗨𝗖𝗔ÇÃ𝗢 | JÁ ONTEM ERA TARDE |
𝗖𝗜𝗕𝗘𝗥𝗦𝗘𝗚𝗨𝗥𝗔𝗡Ç𝗔 𝗘(𝗠) 𝗘𝗗𝗨𝗖𝗔ÇÃ𝗢
| JÁ ONTEM ERA TARDE |
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Out 22 2020
A escola aos retalhos, uma nova realidade que a pandemia nos trouxe…
Escola em tempos de pandemia é como um puzzle que pode perder uma peça a qualquer momento
À primeira vista, a escola parece viver um dia como tantos outros, antes da pandemia. O porteiro no seu posto, a telefonista atrás do balcão, alunos, professores e auxiliares nos corredores e nas salas de aula.
Mas o que parece não é. A escola Secundária Gonçalves Zarco, em Matosinhos, como tantas outras, está desfalcada. A Covid-19 já levou e trouxe parte da comunidade escolar, que foi obrigada a recolher-se em casa. As aulas decorrem como é possível.
No fundo de uma sala, com chão de madeira, uma parede forrada a espelho e pequenas janelas abertas, o professor Manuel Romão está junto dos alunos, mas não está próximo.
Pousou a mochila está no chão, colocou o tablet em cima da secretária e, sozinho, fala para a frente do monitor.
Do outro lado estão os alunos de uma turma que está em quarentena, há quatro dias, depois de uma aluna testar positivo à Covid-19. Mas o longe nem sempre se faz perto, porque há barreiras intransponíveis.
“O contacto direto com os alunos é sempre melhor. E nem todos têm as melhores condições, alguns assistem à aula no telemóvel”.
José Ramos conduz a visita pela escola que conhece como ninguém. É diretor há 26 anos. Nunca viu, nem imaginou ver o que está à vista: “Foi um mês muito complicado, de muita adaptação e de muitos receios. Felizmente não temos muitos alunos e professores infetados”.
A escola Gonçalves Zarco, em Matosinhos, registou, no primeiro mês de aulas, três alunos infetados pelo novo coronavírus. Professores ainda não houve nenhum, mas já foi necessário o recolhimento de alguns, por contacto com casos positivos. A substituição tem sido tranquila, porque “os professores que dão destacados para dar aulas nas cadeias ainda não têm autorização para isso, por isso ficam aqui a colmatar falhas”.
Mil e trezentos alunos em horário diurno, trezentos em horário noturno, 180 professores e trinta e cinco auxiliares, são estes os números de quem todos os dias percorre os corredores desta escola.
A manhã vai correndo sem sobressaltos. No primeiro andar, os docentes trocam impressões na sala que é deles.
Teresa Ramalheira chega, pousa a carteira, tira a máscara e vai para a varanda. Professora de português, tem um aluno do 12º ano em casa, com quem faz a ponte através de um computador: “Estamos ligados e eu vou dando a aula e ele vai assistindo, porém não lhe posso fazer perguntas, porque ele não tem como responder, não conseguimos escutá-lo.”
Durante a primeira fase da pandemia, a escola emprestou duzentos e cinquenta computadores, que agora são necessários para o dia-a-dia. O direto, José Ramos, tem alguns para emprestar a alunos e professores: “Neste momento temos um emprestado a uma professora que está de quarentena. Neste caso, os alunos estão na sala de aula e ela está em casa e dá a aula online no respetivo horário”.
O dia de Cristina Reis ainda agora começou e já teve trabalho extra. Na véspera soube que terá menos um aluno na sala, por causa da Covid-19: “Estive agora mesmo a avisar os professores que ele não está e a preparar material”.
A turma passou a ser um puzzle, que pode perder uma peça a qualquer momento, “é mais trabalhoso, mais complicado ter alunos em casa e alunos na sala de aula. Se forem muitos, em simultâneo, teremos de rever a estratégia”.
Dentro da escola, as regras de segurança têm sido respeitadas. Fora não é bem assim. Os professores queixam-se que os alunos não usam máscara e não se distanciam como deviam, arriscando gestos que podem custar uma quarentena forçada.
Entretanto, o professor Manuel Romão é interrompido. Não é uma questão. É uma notícia.
Uma aluna acaba de receber o resultado do teste à Covid-19, “deu negativo”, escuta o professor, ao que responde, “ainda bem, ficamos todos muito contentes!”
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Out 21 2020
A evolução da Escola devido à pandemia – Adelino Calado
A evolução da Escola devido à pandemia
A Escola vive, atualmente, momentos difíceis, conturbados e algo penosos!
Sabemos que a centralidade da Educação em Portugal, consubstanciada em inúmeros documentos legislativos e assente em plataformas digitais que controlam todos os processos administrativos, inviabilizam todas as tentativas de autonomia.
No entanto, do ponto de vista pedagógico, a amplitude de liberdade dos normativos legais, desde sempre abriu espaço para encontrar as melhores estratégias e metodologias para o desenvolvimento e aquisição de aprendizagens de qualidade.
A formação inicial dos docentes vive ainda um período muito apegado à tradicional forma de encarar a Escola. “Ensinar a muitos como se de um só se tratasse” é ainda uma visão muito comum. Tal forma de vivenciar o ensino traduz-se numa centralidade do professor, como alguém que possui o conhecimento e que tenta passa-lo aos jovens, normalmente de uma forma expositiva. E esta é mesmo a perceção, generalizada, que se tem da educação.
Mas a evolução da sociedade, as constantes alterações de um mundo em mudança, os requisitos que o mercado de trabalho vem exigindo são, ou deveriam ser, indicadores suficientemente fortes para alterar a forma como se encara a Educação e o Ensino, obrigando a repensar a Escola.
Assim, liderar processos de mudança pode e deve ser a tarefa primordial de gestores e/ou diretores, sabendo de antemão que a natural oposição a alterações do quotidiano é o elemento desmotivador de todo o processo.
“Inovar” tem sido a palavra-chave no planear, mas também é fundamentalmente nas práticas pedagógicas. Estratégias e metodologias inovadoras são naturalmente apelativas e mesmo ansiadas por docentes.
Em teoria, é universalmente consensualizada a pertinência de quase todas as iniciativas e novos desenvolvimentos na prática escolar, mas tal dificilmente é experienciado. As ações não correspondem às manifestações de intenção!
Contrariamente à generalidade de académicos, e à maioria dos docentes, entendemos que as mudanças têm que ocorrer de uma forma disruptiva.
Aliás, se analisarmos o que recentemente se passou com o confinamento, situação imprevisível mas real e abrupta, a necessidade de estabelecer contacto com alunos levou praticamente a que a generalidade dos docentes tivesse recorrido às tecnologias, mesmo os que manifestavam a sua total oposição, quando há já bastante tempo se tentava introduzir mais o digital no sistema.
Foi uma constatação de que, mais do que uma obrigatoriedade imposta pelo sistema ou pelos superiores hierárquicos, confrontados com um problema a solução foi assumida, ainda que os “princípios” fossem outros e de um momento para o outro!
E agora? O momento atual radicalizou e absorveu todo o tempo das lideranças escolares. Os normativos e as orientações superiores, essencialmente as que se referem às regras sanitárias, limitaram quase por completo a preparação deste novo ano letivo.
Na realidade, o excelente documento: “Orientações para a recuperação e consolidação das aprendizagens”, publicado pelo Ministério da Educação, revela-se como o mais inovador conjunto de propostas alguma vez elaborado e assumido pela administração, no entanto, pouco ou nada influiu na preparação e na prática deste extraordinário e diferente novo ano escolar.
As questões sanitárias, e suas regras, sobrepuseram-se a toda e qualquer necessidade de diferenciação. Os docentes, tal como as famílias, assumiram o “medo” como a principal, senão única, preocupação, deixando-se enlear pelas perceções de que podem ser causadores de disseminação de contaminações, relegando para segundo, senão último, pensamento as estratégias de ensino e aprendizagem dos jovens.
Não será muito difícil perceber o que está a acontecer na maioria das nossas escolas, sendo suficiente inquirir alguns jovens e verificar que as “bolhas” e o “afastamento social” conduziram à quase exclusiva, expositiva/magistral, forma de lecionar, com a crescente desmotivação que se sente a cada momento.
Sabemos como a vivência profissional na realidade atual, sob a perspetiva da coordenação pedagógica de um estabelecimento educativo, face aos problemas criados pela pandemia que vivemos, se revela como a preocupação fundamental, mas é também uma oportunidade para que se alterem processos, tanto mais que as desigualdades pré-existentes aumentaram e carecem de um novo plano para as colmatar.
Diagnosticar défices de aprendizagem, definir planos individuais de recuperação, deveria levar todos a organizar o trabalho escolar com base no desenvolvimento de projetos, envolvendo e promovendo aprendizagens transversais e interdisciplinares e a construção de portfólios que ajudem à concretização e desenvolvimento das competências de cada jovem.
As aprendizagens que todos fizemos em período de confinamento, nomeadamente, quanto à utilização das tecnologias, não devem ser ignoradas, antes aproveitadas para colmatar os problemas e a maior amplitude de desigualdades criadas. O recurso a “trabalho a pares”, presencialmente ou a distância, e o apoio docente individualizado através dos “Zoom”, “Teams”, “WhatsApp” ou outra aplicação digital deverá ser bem explorado.
Por fim, a avaliação que certifica as aprendizagens tem que ser repensada, perdendo a sua normatividade tradicional para se reafirmar como criterial, e assentar nas competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, tendo como referência o estrutural das Aprendizagens Essenciais de cada conteúdo programático.
Parece ser evidente que as coordenações pedagógicas terão também que se reformular mas, sobretudo, têm que assumir a liderança na inovação de estratégias, metodologias e processos, ainda que tal tenha que ser efetuado com disrupções, e decisões “top down”!
Adelino Calado
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Out 21 2020
Há 49 surtos ativos, com 449 casos reportados em escolas
Há 49 surtos ativos, com 449 casos reportados em escolas
Diogo Serras Lopes diz que não se pode dizer qual é a capacidade máxima do SNS, até porque há que ter em conta as outras doenças. “A capacidade do SNS é elástica”, diz o secretário de Estado da Saúde, garantindo que se vai continuar a adaptar a capacidade. No que diz respeito a camas de enfermaria, há 21 mil camas disponíveis no SNS – atualmente há 1.500 camas dedicadas a Covid “e este número mostra que a capacidade de expansão existe”.
Sobre as escolas, Graça Freitas diz que este “não é um trabalho acabado”. Nesta fase, a prioridade é responder às principais dúvidas dos profissionais das escolas (através de FAQs), alinhar as medidas com os normativos que vão sendo difundidos a nível internacional e, entre os dois ministérios, trabalhar de forma a monitorizar o número de casos independentemente de estarem ou não integrados em surtos”.
Neste momento, há 49 surtos ativos, com 449 casos reportados em escolas (creches, escolas e universidades). E não estão, aqui, os alunos Erasmus que têm sido “bastantes” identificados por todo o país.
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Out 21 2020
Hoje é dia de…
Neste que é o ducentésimo nonagésimo quinto dia de dois mil e vinte, faltam, apenas, setenta e um dias para acabar o ano e festeja-se o Dia Internacional da Maçã.
E ninguém fala disto…
Bom dia!
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Out 21 2020
Sondagem: 42% dos portugueses considera que reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”
Os outros foram os que se aglomeravam ao portão da escola.
Sondagem: 42% dos portugueses considera que reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”
Cerca de um mês depois do início do ano letivo, apenas 17% dos portugueses consideram que o regresso às aulas presenciais correu mal. É o que indica uma sondagem da Intercampus feita para o “Jornal de Negócios” e “Correio da Manhã”, que aponta ainda que 42% dos inquiridos entendem que a reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”. No meio estão 37% que respondem “mais ou menos” ou “nem uma coisa nem outra”, e 5% que dizem não ter opinião.
Cerca de um mês depois do início do ano letivo, apenas 17% dos portugueses consideram que o regresso às aulas presenciais correu mal. É o que indica uma sondagem da Intercampus feita para o “Jornal de Negócios” e “Correio da Manhã”, que aponta ainda que 42% dos inquiridos entendem que a reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”. No meio estão 37% que respondem “mais ou menos” ou “nem uma coisa nem outra”, e 5% que dizem não ter opinião.
“Não se encontrou nenhuma relação entre a abertura das escolas e o aumento do número de casos. […] O número de casos nas escolas é relativamente limitado… Muitas vezes são casos isolados, pensa-se que a maior parte das vezes foram contraídos na comunidade e não ao contrário, não são os alunos que levam [depois] para a comunidade”, referiu Graça Freitas na conferência da Direção-Geral de Saúde (DGS) esta segunda-feira.
A 7 de outubro, a DGS tinha identificados 23 surtos em estabelecimentos de ensino, num total de 136 casos positivos. Do lado sindical, a Fenprof diz que 330 estabelecimentos escolares têm ou tiveram casos de covid-19, sem explicar se os contágios se deram dentro da escola ou fora dela.
A sondagem da Intercampus mostra ainda que 64% dos inquiridos são da opinião que as empresas “deveriam ser obrigadas a permitir o teletrabalho aos trabalhadores que o podem fazer”. Vinte e oito por cento afirmaram que não e 7% disseram não ter opinião formada. Atualmente, o teletrabalho só é obrigatório para quem sofra de doenças crónicas.
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Out 21 2020
Mais do que nunca, “agasalhem-se” é a palavra de ordem nas escolas – Eduardo Sá
Mais do que nunca, “agasalhem-se” é a palavra de ordem nas escolas
Estão 17 graus e chove, abundantemente, lá fora. À minha frente, tenho os meus alunos. Todos de máscara, claro. Um frasco de álcool em gel. Dos grandes. E toalhetes. As janelas estão todas abertas. As portas também. Na minha escola as correntes de ar mandam mais do que ninguém. Receio que esta ideia de criar condições para que um vírus não se intrometa entre nós e as aulas seja generosa. Mas se com 17 graus já é impraticável conciliar o frio, as correntes do ar e o barulho da rua quando se dá aulas, pergunto-me o que irá acontecer, depois, quando a temperatura cair. Estaremos todos mais “arejados”; sem dúvida. Mas as probabilidades de ficarmos constipados não pararão de aumentar. “No covid; only gripe”. Talvez seja mais esta a palavra de ordem.
No entretanto, todos vamos escutando que o “sistema” funciona. Mas não é verdade. O sistema “desenrasca” soluções. Com voluntarismo. Com as melhores das intenções. Mas engana-se quem dá a entender que tudo funciona de forma quase normal. Não é verdade! Tudo funciona, de forma quase inacreditável, dentro duma anormalidade de condições que não param de aumentar. Com os professores a darem o melhor de si. Sem as condições mínimas indispensáveis para que o seu trabalho seja consequente. Mas a quererem – muito! – ensinar. Com os alunos a condescenderem com tantos obstáculos à sua aprendizagem que os tornam n’ “o exemplo” de educação para a cidadania. Que nos devia levar, a todos, a olhar para eles. E com os pais, no meio das suas mil preocupações, a esperar que ninguém se magoe demais, no meio disto tudo. Mas – hoje, mais do que nunca – para além de esperarem que a escola aconchegue os seus filhos a zurzirem-lhes aos ouvidos para que o seu “amor à camisola” não lhes permita ir só de t-shirt para a escola. Hoje, mais do nunca, a palavra de ordem das mães será: “Agasalhem-se!!!!”. Mal sabem aqueles que não estão na escola porquê.
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Out 21 2020
Cinema Sem Conflitos: “A Little Lovin”
Título: “A Little Lovin” | Autores: “Marie Paccou“
1 canção de amor, 3 poetas, 24 mãos mais a minha,…
Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência, ambiente e gênero em https://cinemasemconflitos.pt/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCj6LBbDs8j93ijiuI-IKd3Q

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Out 20 2020
Fazer uma Aplicação Não é de Um Dia Para o Outro
Por isso, Mário, espera.
Porque acho que não é por se querer esconder informação, é mesmo porque a informação deve ser tanta que está toda dispersa.
Falta quem de um dia para o outro consiga fazer a tal aplicação.
E depois há quem saiba fazê-las e depois aparece alguém que quer mudar as definições de utilização das mesmas e isso desmotiva os programadores.
… e acusou o Ministério da Educação de “esconder informação” solicitada a este propósito.
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Out 20 2020
Audição: alteração dos horários a concurso e do modelo de recrutamento de professores
Fica o vídeo com a apresentação inicial da audição, onde se resume o processo de concurso dos professores contratados e algumas das injustiças que lhe estão inerentes:
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Out 20 2020
Estamos de luto. Faleceu uma aluna
Quando alguém deixa a escola esperamos, sempre, que seja por ter terminado este percurso da sua vida com sucesso, nunca por ter deixado para trás a sua vida.
É com consternação que lemos e ouvimos noticias destas. Os nossos sinceros sentimentos à família e à restante comunidade escolar.
Uma menina de 13 anos morreu esta terça-feira na Escola Gonçalo Nunes, em Barcelos, enquanto assistia a uma aula, avança o CM. Terá entrado em paragem cardiorrespiratória.
Isto pode acontecer em qualquer escola, por isso era importante termos formação em suporte básico de vida e um desfibrilhador à mão.
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Out 20 2020
65% das crianças com obesidade em Portugal sofrem de bullying na escola
Quando o aceitar o outro é um entrave ao bom relacionamento e leva à humilhação pública… o combate é urgente.
65% das crianças com obesidade em Portugal sofrem de bullying na escola
Sessenta e cinco por cento das crianças com obesidade em Portugal sofrem de bullying escolar, segundo uma sondagem divulgada esta terça-feira, que aponta para um agravamento da situação devido ao confinamento provocado pela pandemia de covid-19.
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Out 20 2020
800 professores em falta iam ter salários entre os 555 e os 750 euros
Pelo menos 800 professores em falta iam ter salários entre os 555 e os 750 euros
Condições de trabalho dos professores contratados é analisada esta terça-feira no Parlamento. Ministério também atribui escassez actual ao aumento dos docentes do quadro a quem foi atribuída mobilidade e que estão a trocar a Grande lisboa pelo Norte.
Pelo menos 800 professores dos que ainda estão em falta recusaram a colocação numa escola porque iriam ganhar entre 555 e 750 euros líquidos para darem entre oito a 14 horas de aulas por semana, a que se juntam todas as outras destinadas a acompanhar alunos, estar presente em reuniões e outras tarefas incluídas na chamada componente não lectiva e que perfazem um horário de 35 horas semanais.
Esta era a situação há uma semana, quando estavam por preencher cerca de 1600 lugares, e que é agora destacada por um grupo de professores contratados que será ouvido nesta terça-feira no Parlamento.
Esta audição pela comissão parlamentar da Educação enquadra-se nos procedimentos de apreciação de uma petição, subscrita por 4703 doentes, com vista à alteração da regulamentação que gere os concursos de colocação de professores.
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Out 20 2020
Cinema Sem Conflitos: “Queen of the Forest”
Título: “Queen of the Forest” | Autores: “Gabriela Sibilska“
Uma história profundamente pessoal sobre a desilusão que vem com a perda de um próximo. Este curta-metragem posiciona a natureza universalmente cíclica da experiência humana como estando entrelaçada com o processo intensamente pessoal de chegar a um acordo com a perda
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Out 20 2020
Pré-aviso de greve 27 de outubro, ao sobretrabalho, e dias seguintes
Pré-aviso de greve 27 de outubro 2020
Pré-aviso de greve 28 de outubro 2020
Pré-aviso de greve 29 de outubro 2020
Pré-aviso de greve 30 de outubro 2020
Pré-aviso de greve 2 de novembro 2020
Pré-aviso de greve 3 de novembro 2020
Pré-aviso de greve 4 de novembro 2020
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