Category: Rui Cardoso

Manifestação de Interesse para Agente da Cooperação – Timor Leste

 

Manifestação de Interesse para Agente da Cooperação

 

Contratação de quatro docentes para o Projeto de Capacitação da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e em Língua Portuguesa. O prazo termina a 16 de março de 2018.

Agente de Cooperação com contrato a celebrar com o Camões, I.P.

 

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Decreto-Lei n.º 16/2018 cria o Grupo de Língua Gestual Portuguesa e aprova as condições de acesso dos docentes da Língua Gestual

 

Fio hoje publicado em D.R. o Decreto-Lei n.º 16/2018 que cria o grupo de recrutamento da Língua Gestual Portuguesa e aprova as condições de acesso dos docentes da Língua Gestual Portuguesa ao concurso externo de seleção e recrutamento do pessoal docente

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Opinião – Guterres, Crato e as suas sombras – Santana Castilho

 

Num artigo publicado no Observador, Nuno Crato arguiu contra uma afirmação de António Guterres, feita a propósito do seu recente doutoramento honoris causa (“o que hoje fundamentalmente interessa no sistema educativo não é o tipo de coisas que se aprendem, mas a possibilidade de aí se aprender a aprender”), concluindo que “aprender a aprender, em vez de aprender, é o caminho direto para nada aprender, nem sequer aprender a aprender”.

Esta decantada polémica, na qual se projectam sombras negras de Guterres e Crato, é responsável por um erro de décadas, que tem partido ao meio o que só unido pode dar certo. Com efeito, as alterações que o sistema de ensino tem sofrido caracterizam-se ciclicamente por uma divisão de natureza bipolar: ora se hipervalorizam as ciências da Educação, com desprezo pelo valor intrínseco do conhecimento, ora se hipervaloriza o conhecimento puro, com ignorância daquelas. Ora se centra tudo no declarative knowledge (conhecimento “declarativo“, teórico, baseado no estudo dos factos) ora apenas se considera o procedural knowledge (conhecimento “processual“, prático, mesmo que o actor o não saiba explicar, mas tenha “competências”).

Diz Crato, agora e bem, invocando uma das ciências a que outrora chamou “ocultas”, que “a psicologia cognitiva concluiu que as capacidades não podem ser adquiridas independentemente das matérias concretas estudadas”.

Quanto a Guterres, é de pasmar, para quem ainda for capaz de se deixar pasmar, a falta de memória da maioria, apagada pelos feitos internacionais do engenheiro. O gosto pelo diálogo, como forma de controlo dos erros governativos (são dele as primeiras “competências essenciais” e o “estudo acompanhado”), gerou uma lúdica imobilidade, que o levou da “paixão pela Educação” ao “pântano”, de que fugiu, deixando no trajecto, como descoberta sua, políticos (Sócrates e Armando Vara) que reinaram nos labirintos do poder como novos deuses de um Olimpo de subúrbio. Mas acerta agora, quando defende a necessidade de prover os alunos com a capacidade de gerir os seus próprios processos cognitivos, tornando-os aptos para escolherem os melhores métodos de aprender. É disto, afinal, que se ocupa a metacognição, de John Flavel.

Para a Educação, em geral, é tão redutor ignorar o papel e a importância da metacognição como menorizar a precedência do conhecimento factual relativamente ao conhecimento experimental.

Como provavelmente acontecerá com a maioria dos professores, estou farto deste assunto. E há uma boa razão para isso: é que o facto de até agora não ter sido possível enfiar pela goela dos professores de bom senso nenhuma destas posições extremadas, só prova que qualquer delas é por eles rejeitada.

Quanto mais tempo passarem, governos do meio, da direita ou da esquerda, a tentarem alinhar em carreiros separados o que é indissociável, maior será o equívoco de base e a dimensão do erro. Falo de uma espécie de golpe de estado pedagógico, alternado mas permanente, que coloca na clandestinidade os professores de bom senso, os que protegem os alunos, no dia-a-dia da sala de aula, de normativos fundamentalistas e de sequestros ideológicos.

Esta enorme perda de tempo, dinheiro e energias, convenientemente acompanhada por pancadaria verbal infindável, radica na preponderância, na política educacional, do proselitismo sem bases sobre o estudo fundamentado e do totalitarismo pedagógico por etapas sobre a ética e a deontologia docentes. Estas visões políticas, supostamente tendentes a apressarem o caminho do sucesso dos nossos jovens, mais não têm conseguido que moer o juízo dos seus professores.

Há décadas que bato neste teclado palavras para defender os professores daquilo de que ética e deontologicamente discordam e são obrigados a fazer. Falhada cada hipótese de mudança, sobrevém a próxima esperança. Porque o interesse livre dos alunos e dos professores vai sempre à frente do interesse de qualquer dicionário político que os pretenda aprisionar, por decreto, no capítulo das ideologias.

In “Público” de 7.3.18

 

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Escola a transbordar… – Alfedo Leite

 

De norte a sul, passando pelas ilhas, viajo por centenas de escolas por ano. Há, pelo menos, dez anos. O que constato, é que há um grande conjunto de escolas que transbordam.

As escolas não são só “os programas”. Não há só “professores cansados”. Não há só “indisciplina”. Não há só “desgaste pelas deslocações”. Não há apenas “resistência à mudança”. Pelo contrário!

Só que as escolas fazem, arriscam, trabalham, dinamizam e abrem-se ao mundo, muitas vezes sem procurarem a divulgação ou a publicidade.

Bruno Magina, escritor, é apenas um dos exemplos de escritores que vão às escolas ajudar as professoras e os professores a motivar para a leitura. Ajudar a aproximar as crianças e jovens dos livros. E sabemos como isso é fundamental! As tecnologias estão mesmo a roubar espaço.

Calhou-me em sorte, por iniciativa de um professor, dar boleia ao Bruno Magina, numa das minhas deslocações. Comecei logo por ficar aborrecido, porque ele atrasou-se um pouco. A chegada ao nosso ponto de encontro, colocava um comboio no nosso caminho…

Ele lá chegou e abalámos.  

Fiz a viagem de mais de duas horas, em silêncio. A minha concentração é grande antes das sessões. Confesso que também já não estou habituado a andar acompanhado. Depois, fiz o meu trabalho com algumas turmas, e ele foi fazer o dele, com outras turmas.

As escolas transbordam. Superam-se. O livro que o Bruno Magina ia “apresentar” não trazia apenas uma história. A história guiava em direção a um apelo sentido, uma realidade complexa e profunda. Os professores e educadores de infância que chamaram o Bruno Magina, estavam também a sensibilizá-los para a diferença. Para as diferenças. Para a importância de se exercitar a tolerância. Para a empatia. E julgamos que é essencial! Mais uma vez, as tecnologias estão a ferir de morte estas questões. 

Na viagem de regresso, não me calei. Em cima da minha experiência, cheio de adrenalina, disse várias coisas ao escritor Bruno Magina. Falei-lhe da importância de “uma aula começar antes dos alunos entrarem na sala”. Falei-lhe da importância da estética. Os alunos estão atentos a tudo. Revoltei-me com a falta de pontualidade de alguns dinamizadores. Disse-lhe que temos que ser apaixonados.

Um professor apaixonado, faz a diferença.

O Bruno Magina é um professor (além de escritor) apaixonado. As escolas que o chamarem, estão a transbordar. E lá está ele, com a agenda quase cheia. Mostrando que, longe das luzes da ribalta, há muitos exemplos positivos nas escolas de norte a sul. E ilhas.

Amanhã, quando as crianças forem jovens, amanhã, quando os jovens forem os adultos que governam o mundo, o sucesso educativo vai transbordar num rio de felicidade e progresso. Espero que esteja a transbordar, de preferência, de forma vibrante e apaixonada.

 

 

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Cartoon do dia -O sucesso da observação! – SDPA

 

 

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Concentração de Professores de Teatro: 8/03, 11:30, frente ao Ministério da Educação

 

Concentração de Professores de Teatro: 8/03, 11:30, Av. Infante Santo, nº 2, Lisboa – frente ao Ministério da Educação

 

Organizada pela FENPROF e pela APROTED terá lugar uma concentração de professores de Teatro / Expressão Dramática no próximo dia 8 de Março (Quinta-feira), pelas 11 horas e 30 minutos, frente à nova sede do Ministério da Educação e Ciência – Av. Infante Santo, nº 2, Lisboa.
Esta concentração tem o intuito de lutar pela criação de um grupo de recrutamento na área do Teatro, pela integração dos professores na carreira docente e pelo direito a concursos justos e à estabilidade no emprego.

É importantíssimo que participem muitos professores (e apoiantes da causa), pelo que apelamos a todos que compareçam.

A FENPROF enviou convocatória para esta reunião às escolas com professores de Teatro e Expressão Dramática. A concentração é convocada ao abrigo do artigo 341 e seguintes da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas que estabelece que as reuniões sindicais poderão realizar-se com carácter de excepcionalidade e desde que convocadas pelas Associações Sindicais, reuniões dentro do horário normal até ao limite máximo de 15 horas por ano, que contarão para todos os efeitos como prestação do serviço efectivo.

Os professores de Teatro, sejam ou não sindicalizados, poderão justificar a falta ao abrigo da Lei sindical (podem pedir um comprovativo de presença na própria concentração). A falta não carece de comunicação prévia ou autorização, o docente não tem de apresentar plano de aula nem de garantir a sua substituição.

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Pré-Aviso de Greve

 

 

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MLR ganhou! Tardou, mas venceu… os professores perderam.

 

O que vou tentar explicar afeta-me pessoalmente, a mim que acabei de ser informado, caso ainda não o soubesse, que progredi ao 2º escalão em 1 de janeiro. Já fiz este estudo num outro artigo, necessitava de trabalhar até aos 72 anos, sem congelamentos e sem cotas para chegar ao 10.º escalão, neste momento, se conseguir chegar ao 6.º escalão serei um homem de sorte, acima disso, um sonho colorido.

Nunca chegarei ao topo da carreira, nem sequer lá perto. O 10º escalão é uma miragem, algo que só embriagado pela sede de reconhecimento financeiro poderei alcançar. Num futuro muito próximo, ninguém alcançará o topo… não me venham com as histórias que, quem o conseguirá será por mérito e coisa e tal, por ser um bom professor, por isto e por aquilo… sejam realistas, não se enganem a vós próprios e não me venham com teorias de que são os suprassumos da educação.

Sinto-me enganado… sinto que a MLR atingiu os seus objetivos (as caras podem ser diferentes, mas a máquina é a mesma). No final, sempre vai conseguir dividir os professores em categorias, os de progressão automática e os que aguardarão cotas para progredir. (os de progressão automática também se sujeitarão a cotas)

Vamos a dados (os números apresentados têm como base os cálculos do ME aquando das apresentações aos sindicatos). O Arlindo fez as contas e concluiu, muito bem concluído (confirmado em D.R.) que, “dos 2.198 docentes que ainda estão presos nos 4.º e 6.º escalões, 1.201 progridem sem quotas e apenas 328 vão progredir através de vaga. 669 docentes vão continuar presos nestes escalões por mais um ano, pelo menos.” Ou seja, 86% dos docentes a aguardar progredir aos 4.º e 6.º escalões sobem automaticamente ou por cotas. Ficam 14% a aguardar vaga num dos anos seguintes.

Sejamos diretos e deixemo-nos de hipocrisias, todos sabemos que a ADD não é justa e que este modelo é dado a subversões. As cotas, dentro dos agrupamentos, para as avaliações que permitem acesso direto a estes escalões, também variam de agrupamento para agrupamento. Os docentes que neste momento progredirão, sem cotas do Ministério das Finanças, foram adquirindo as menções ao longo dos últimos três ciclos avaliativos e, agora, estão a recuperar essas avaliações, isso torna-os mais numerosos. Mas vamos trabalhar na percentagem dos 14%, sabendo de antemão que é limitadora e que no futuro será muito superior. Se, todos os anos, houver um acumular de 14% de docentes que não sobem por falta de vaga, vai ser muito difícil, a um docente com avaliação de Bom, a progressão ao 5.º ou ao 7.º escalão.

Em 2019 acumular-se-ão 2053 docentes à espera de progredir ao 5.º ou ao 7.º escalão. Em 2020 o número subirá para 6416 e em 2021 para 7661 docentes a aguardar. Isto é uma bola de neve. Se não aguardas no 4.º escalão, aguardas no 6.º…

Não julguem que bastará um Muito Bom para ser um “automático”, necessitarão de um Excelente, para depois, devido às cotas serem vetados ao Muito Bom. Os Muito Bons, a maioria, serão dizimados pelas cotas e só lhes atribuirão o Bom, para ficarem à espera…

Isto é a vitória da MLR e dos seus contabilistas, que ainda devem continuar a trabalhar no ME e no MF.

Canta vitória MLR que desenterraram as tuas obras e expuseram-nas para que todos as sintam na pele… finalmente conseguiram dividir-nos dentro da carreira.

(Não se atirem aos colegas que já estão no 7.º, 8.º e 9.º escalão, eles não têm culpa)

 

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Sugestão de Leitura – Desenvolva as inteligências do seu filho – Renato Paiva

 

«Um instrumento para transformar as qualidades das crianças em recursos, colocando pais e professores a crescer sempre que contribuem para que as crianças desenvolvam as suas qualidades, e as apurem.» Eduardo Sá, in prefácio

 

Cada criança é um ser único e especial, dotado de uma inteligência própria, de um talento particular. Não há duas crianças iguais. Algumas são emocionalmente mais desenvolvidas, muitas possuem uma criatividade artística especial, uma paixão pelo campo da matemática, enquanto outras têm um dom natural para a música ou grandes habilidades físicas. É a combinação de inteligências e capacidades de cada criança que a torna singular.

Neste livro, Renato Paiva ajuda-nos a identificar os tipos de inteligências do nosso filho de forma a conseguir estimular as que se encontram menos evoluídas e potenciar ainda mais as que já estão desenvolvidas, incentivando-nos ainda a brincar mais e melhor, a jogar, a rir e a divertirmo-nos juntos.

Com mais de 250 jogos, exercícios e brincadeiras para fazer sozinho ou em família, vamos, pais e educadores, conseguir estimular a memória, a atenção, a concentração, a linguagem, a criatividade. Talentos fundamentais que tornarão as nossas crianças mais confiantes, autónomas e, sobretudo, mais felizes.

 

LANÇAMENTO 15 MARÇO 18H30 BERTRAND AMOREIRAS

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Nova parceria do Blog – Alfredo Leite – Um comunicador nato… num Mundo Brilhante

 

Vamos então com toda a força! Com a garra dos melhores! Certo?

Adoro a vossa sinceridade e, por isso, é com gosto que darei o meu contributo.

Aprendo muito com os professores nas escolas de norte a sul. Partilhar isso, será fantástico! Sem falsas modéstias, espero inspirar. Nos melhores dias, quem sabe, agitar. Abanar. Provocar.

É que este país será tanto melhor, como os melhores professores.

Escrevo estas linhas em Vila do Bispo. Vim em trabalho. Contactei com mais de 200 alunos. Foi intenso. Rimos. Chorámos. No final, duas das professoras da organização, deram-me os parabéns enquanto se despediam.

Agradeci

Mas elas é que estão de parabéns! Não desistem. Mesmo com as dificuldades. Não perdem o brilho. Nem o brio. Persistiram pelos alunos. Numa escola como tantas. Como tantas dificuldades.

E é isso que faz o mundo avançar! Iniciativas como esta vossa. Sem tretas. Com brio. Com carolice.

Se um dos que me lê agora ficar com vontade de ir abanar o mundo dos seus alunos, fico feliz.

Se um dos que me lê agora ficar mais perto de ajudar os alunos e o seu desenvolvimento, fico feliz.

É que este país será tanto melhor, como os melhores professores.

Há pouco vi um vendedor de fruta na beira da estrada. Pegou numa faca e cortou com mestria um pedaço para me dar a provar.

Perguntei-me como tinha tanto jeito. Parece que me tinha lido o pensamento. Pratico muito. A fruta até pode não ser boa, mas pratico muito. E afio a faca.

E é assim o melhor professor. Afia a faca. Não a faca do Trump. Mas afia as suas competências. É que este país será tanto melhor, como os melhores professores…

Os melhores afiam. Persistem.

É uma das coisas que aprendi com eles. E é o que irei transmitir por aqui. Obrigado.

Alfredo Leite

Alfredo Leite, Psicólogo Licenciado pelo ISPA, Formador, Coach e pai babado de uma menina de 10 anos e um rapaz de 7. Sempre acreditou que a Psicologia devia chegar às pessoas ajudando-as, não apenas quando têm problemas, mas fundamentalmente, para melhorarem as suas competências e descobrirem todo o seu potencial. in Mundo Brilhante

 

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Greve Nacional de Professores e Educadores

 

 

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Sem dinheiro para os docentes, com dinheiro…

 

Continua a haver dinheiro para injetar em bancos, para perdões fiscais… Mas dinheiro para quem pagou e vai continuar a pagar tudo isso não há.

 

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Reserva de recrutamento n.º 23

 

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 23ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 5 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 6 de março de 2018 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Marcelo promulga diploma de concursos de professores apesar de “suscitar reticências”

 

Marcelo promulga diploma de concursos de professores apesar de “suscitar reticências”

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou nesta quinta-feira o decreto-lei do Governo relativo aos concursos de recrutamento de professores, ressalvando as “reticências quanto à satisfação das expectativas dos docentes” que o diploma lhe suscita.

“Apesar de o presente diploma juntar matérias muito díspares e suscitar reticências quanto à satisfação das expectativas dos docentes na correcção dos problemas relacionados com a sua colocação para o ano lectivo em curso, atendendo à necessidade de garantir a entrada em vigor do regime atinente ao ensino artístico e à premência de permitir à Assembleia da República debate mais amplo e atempado sobre o regime dos concursos de vinculação extraordinária, o Presidente da República promulgou o diploma do Governo”, lê-se numa nota publicada na página da Presidência da República.

 

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Documento apresentado aos Sindicatos pelo ME (dados e números) 28/02

 

Fica uma primeira nota sobre o documento apresentado ontem aos Sindicatos pelo ME.  Na página 7 PONDERAÇÃO DE FATORES DE SUSTENTABILIDADE DA CARREIRA • NÃO FORAM APRESENTADOS FATORES DE SUSTENTABILIDADE, quase que ficamos com a ideia que serão os sindicatos gerir o Orçamento de Estado. Os valores tiveram uma subida abrupta, de 600 milhões de euros para mais de 1100 milhões…

É necessário ler as letras pequeninas, notas de rodapé e observações.

Seria interessante comparar a massa salarial dos professores com os impostos cobrados entre 2005 e 2017.

 

 

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Opinião – A Educação muda, mas nunca se transforma… – Rui Gualdino Cardoso

 

A Educação muda, mas nunca se transforma…

 

A educação em Portugal está em mudança. Está em constante mudança. Longe vão os tempos em que se ensinava a cartilha. Hoje, o mundo muda de forma tão rápida que qualquer instituição tem dificuldade em acompanhá-lo. A escola não é excepção.

A tão desejada e anunciada autonomia não passa disso mesmo, uma espécie de D. Sebastião que todos sabem morto, mas que todos esperam um dia surgir da neblina. Fala-se hoje de autonomia, como se falou outras vezes, com modelos que prometiam um salto quântico na educação. Todos eles falharam ou foram abandonados. As justificações que surgiram, apontavam sempre para a implementação de um modelo melhor, num currículo mais exigente, num maior sucesso dos alunos, numa melhor preparação para o futuro, mas acabaram sempre por ser abandonados e substituídos.

No meio de todas as mudanças levanta-se, ou deveria levantar-se, uma questão: Por que é que nenhum destes modelos traz os tão esperados e consensuais resultados que todos querem?

O poder político não se entende. Os modelos defendidos pelas ideologias políticas, que se alternam no poder, apenas convergem na percentagem de resultados positivos que almejam. Na sua alternância, vão fazendo uso de experimentalismos, mas como não permanecem em posição de decisão o tempo necessário para que a devida implementação de novos modelos se dê de forma consistente, os modelos caem por terra e são abandonados.

As mudanças que se tentaram realizar ao longo dos últimos anos foram idealizadas em gabinetes por pedagogos que de lá não saem há já algum tempo. A necessidade de um conhecimento do campo, do saber o que se passa fora dos gabinetes de decisão, o conhecimento da realidade das escolas, o conhecimento da nossa sociedade e forma de pensar, são essenciais para que se tracem modelos adequados a uma realidade nacional sem a uniformização com modelos usados por sociedades tão distintas da nossa.

A formação adequada de quem, nas escolas, vai aplicar os modelos, pensados por quem lá não está, é um imperativo. Nos últimos anos, tem-se assistido a uma campanha de formação docente que em pouco promove a inovação de práticas. Essa formação não trata dos modelos que se querem implementar, para que os aplicadores adquiram conhecimento suficiente, para que se sintam à vontade para o fazer, acabando, por passar o experimentalismo para a sala de aula, ou, simplesmente, a manutenção da prática adquirida ao longo dos tempos.

A necessidade de descer à terra antes de se subir aos céus torna-se o segredo de qualquer mudança em educação. É necessário envolver os docentes na mudança ou vota-se a mudança ao fracasso ainda antes de tentar implementá-la. E a fazê-lo, é necessário fazê-lo com cabeça, tronco e membros.

É necessário acender uma vela para não se abraçar a escuridão.

in Público 01/03/2018

 

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Comunicado – E, À TERCEIRA REUNIÃO, NÃO FOI DE VEZ!… – Federação Portuguesa de Professores

 

E, À TERCEIRA REUNIÃO, NÃO FOI DE VEZ!…

 

Na sequência da Declaração de Compromisso, de 18 de novembro passado, realizou-se ontem, a terceira reunião entre a Federação Portuguesa de Professores (da qual faz parte v.g. a PRÓ-ORDEM) e o Governo, o qual se fez representar por governantes do Ministério da Educação e do Ministério das Finanças.

Nesta terceira reunião, que deveria ter tido como escopo o modo de recuperação do tempo se serviço congelado, os membros do Governo, a exemplo do que já tinha sucedido em reunião anterior, procederam à exibição de um powerpoint (cujos gráficos não nos foram entregues) na vã tentativa de comparar aquilo que não é comparável, isto é, o ECD – Estatuto da Carreira Docente, carreira do regime especial, com as carreiras do regime geral da Administração Pública…

Pese embora a inconsistência dos gráficos e projeções que nos foram exibidos, depressa concluímos que a intenção do Governo é a de considerar apenas a recuperação de 2 anos e 10 meses, relativamente ao tempo de serviço congelado de 9 anos, 4 meses e 2 dias! Proposta de todo inaceitável para a Federação Portuguesa de Professores, pois está muito longe do espírito da declaração supra referida. Razão pela qual se pode afirmar que, de facto, “à terceira, não foi de vez!”…

Nesta reunião negocial que demorou cerca de 4 horas, o Governo não apresentou qualquer outra matéria das previstas na Declaração de Compromisso, como sejam as relativas às componentes do tempo de trabalho (letiva, de estabelecimento e individual), nem quanto ao reconhecimento do desgaste profissional e ao envelhecimento da profissão.

Na proposta sub judice, o Governo não equaciona a possibilidade de o tempo de serviço congelado, ou parte dele, poder vir a contar como bonificação para antecipação da aposentação, facto que não teria custos para o OE e abriria as portas à tão necessária renovação da profissão docente.

Na parte final da reunião, o presidente da FPP recordou que a Resolução nº1 da AR aponta para a contagem de todo o tempo de serviço e reivindicou aos membros do Governo presentes que, na próxima reunião negocial, agendada para o dia 12 de março, se dignem a apresentar uma proposta substancialmente diferente, sob pena de estarmos perante “um diálogo de surdos”.

Lisboa, 1de março de 2018

P’la Direção Nacional

O Presidente

Filipe do Paulo

 

 

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Alteração obrigatória de posicionamento remuneratório — Pessoal Docente e Não Docente — Processamento a 23 de março

 

Os Docentes e os Não Docentes já vão receber a 23 de março pelos novos posicionamentos remuneratórios. Quem devia ter subido de escalão entre 01/01/2018 até agora, já vai ver isso transmitido no recibo de vencimento.

 

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Recenseamento – Publicitação das reclamações

De acordo com informação  publicada pelo SPZN,  com o base na reunião de ontem com o ME, as respostas às reclamações feitas sobre os dados do processo de recenseamento serão publicitadas nas escolas durante o dia 1 março 2018, hoje.
Deverá ser publicitada uma nota informativa sobre o modo como cada docente deverá apresentar Recurso, no caso de não haver concordância com resposta dada.

 

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FNE: Proposta do Governo é totalmente inaceitável

FNE: Proposta do Governo é totalmente inaceitável

Em declarações à saída do encontro, o Secretário-Geral da FNE afirmou que “o Ministério da Educação e o Ministério das Finanças apresentaram nesta reunião uma perspetiva de ficção do que é a realidade, além de apresentarem uma proposta que também ela é uma ficção e não valoriza em nada o trabalho dos professores e o direito que esses mesmos professores têm quanto à contabilização do tempo de serviço que esteve congelado”. A proposta da Tutela pedia às estruturas sindicais que se cumprisse agora aquilo que se previa para os orçamentos dos 7 anos de congelamento, como se esses orçamentos tivessem sido aceites e nunca tivesse sido feito protesto por também esses orçamentos anteriores não contemplarem a recuperação do tempo congelado.

Para João Dias da Silva “este Governo não pode dizer que está a cumprir aquilo que os Governos anteriores decidiram sobre o congelamento. Portanto, esta é a primeira ficção. A segunda ficção é que o Governo considera que desde o início do processo negocial, a 17 de novembro, tem havido acordo das organizações sindicais relativamente às sucessivas matérias que constavam desse acordo. Ora, em nenhuma das matérias já finalizadas pelo Governo à negociação, houve acordo da FNE. Ainda estamos a aguardar, nomeadamente, a resposta ao pedido de negociação suplementar relativamente à questão do reposicionamento dos professores indevidamente retidos no índice 167, assim como continuamos a defender, relativamente à transição para o 5º e 7º escalão, que não pode continuar a existir esta arbitrariedade de cada Governo decidir qual é a percentagem de docentes com ‘Bom’ que podem em cada ano transitar para o 5º e 7º escalão”.

A FNE sublinha ainda que não há qualquer proposta sobre outras matérias que estavam previstas no compromisso, como a organização do tempo de trabalho dos professores, o reconhecimento do desgaste profissional e tudo o que diz respeito à valorização do trabalho dos professores; em relação a todas estas matérias, não houve mais do que uma reunião “sem qualquer conteúdo”.

Para o SG da FNE, tudo isto é a confirmação de que o Ministério tem uma visão totalmente errada e ficcional de todo o processo negocial, não correspondendo em nada ao que ficou assinado em compromisso no dia 18 de novembro de 2017.

João Dias da Silva considera “inaceitável que o Ministério venha agora dizer que tudo está a correr bem nesta negociação, que estão a cumprir tudo o que vem no compromisso, estando agora numa fase de finalização deste processo. A FNE não aceita de modo algum esta ficção”.

Considera a FNE que aquilo que o Ministério faz é apresentar um conjunto de números para justificar a insustentabilidade da proposta sindical para a recuperação do tempo de serviço, provando por números o efeito do impacto do pagamento dos descongelamentos e a forma como isso é insustentável para o Orçamento do Estado. Sobre esta situação, João Dias da Silva diz que “numa apreciação muito breve dos números apresentados, ficámos com a sensação que são números sobre os quais vale a pena discutir e ver qual a sua consistência. Mas a verdade é que quanto à sustentabilidade, o que não se pode esquecer é que estamos sobre perante uma obrigação de justiça que é garantir aos educadores e professores portugueses a recuperação de todo o tempo de serviço devido. Isto é que é de justiça! E nós demos um sinal de razoabilidade e sustentabilidade ao dizermos que essa recuperação pode decorrer até ao final da próxima legislatura. Lembramos que a Assembleia da República já decidiu no ano passado, através de uma resolução publicada já este ano, que os docentes têm direito à recuperação de todo o tempo de serviço que esteve congelado. Se a Assembleia determina esta orientação para o Governo, é inimaginável que o Governo esteja a criar mecanismos para não cumprir o que a Assembleia da República decidiu”, afirmou.

A proposta que o Ministério da Educação faz é, para o SG da FNE “a última ficção, pois considera que são comparáveis as carreiras gerais da administração pública com a carreira docente. São realidades totalmente diferentes nas dinâmicas, nos tempos de duração dos escalões, na duração das carreiras. São realidades incomparáveis. Por isso a proposta apresentada hoje pelo Ministério significaria a recuperação de apenas cerca de 2 anos do tempo de serviço. Isto é inaceitável.”

A próxima reunião ficou definida para o dia 12 de março e a FNE deixa ao Governo o desafio de nesse dia trazer para a mesa de negociação uma proposta diferente da que colocou hoje, pois esta proposta não pode constituir ponto de partida para uma negociação, nem valorização séria dos docentes portugueses.

Na próxima sexta-feira, dia 2 de março, a FNE vai avançar com o anúncio de greve para os dias 13, 14, 15 e 16 de março, greve essa que terá como consequência a mobilização de todos os docentes em redor desta preocupação e exigência. O Governo não pode fugir à sua responsabilidade de garantir a recuperação integral do tempo de serviço congelado a todos os docentes portugueses.

 

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Vagas Para Acesso ao 5.º e ao 7.º Escalão publicadas em DR…

 

Foram fixadas, hoje, através do Despacho n.º 2145-C/2018 as vagas para a progressão ao 5.º e 7.º escalões da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensino Básico e Secundário. Quase que podíamos dispensar esta publicação porque o Arlindo já fez as contas aqui e este despacho só foi a confirmação dessas mesmas contas.

Republico o post do Arlindo e deixo o despacho onde poderão confirmar as vagas (oficialmente)…

 

Vagas Para Acesso ao 5.º e ao 7.º Escalão

Segundo informação de hoje, existem 133 vagas para o acesso ao 5º escalão e 195 para o 7º escalão para os docentes que apenas têm a classificação de Bom.

Tendo em conta os dados do ME de Janeiro de 2018 existiam 1.163 docentes no 4.º Escalão que reúnem as condições de tempo de serviço em 2018 para progredirem e 1.035 no 6.º Escalão nessas mesmas condições e segundo também dados de ontem, existem 1.201 docentes que progridem automaticamente por terem uma avaliação de Muito Bom ou Excelente.

Ou seja, dos 2.198 docentes que ainda estão presos nos 4.º e 6.º escalões, 1.201 progridem sem quotas e apenas 328 vão progredir através de vaga.

669 docentes vão continuar presos nestes escalões por mais um ano, pelo menos.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/02/Despacho-n.º-2145-C-2018.pdf”]

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Governo só quer devolver 2 anos e 10 meses do tempo de serviço “sonegado”…

Só querem devolver 2 anos e 10 meses DO TEMPO SONEGADO AOS PROFESSORES! Devem estar a brincar, não?

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Divulgação – ASSP – Apoio Financeiro à Formação Contínua

 

 

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Transformar tempo “congelado” em antecipação de aposentação… Porquê?

No dia 13/02 foi publicada aqui a Proposta Ficcionada para a reposição dos 9 anos, 4 meses e 2 dias… que visava a recuperação do tempo de serviço congelado. Hoje apresenta-se aqui um dos porquês do artigo 6º…

Artigo 6.º

Disposições Finais e Transitórias

  1.  O docente pode requerer a substituição de dois terços do tempo de serviço a que se refere o artigo 1.º em tempo para a aposentação sem penalizações no valor da pensão e aposentando-se no escalão da carreira docente onde se encontra à altura, desde que reúna, cumulativamente, as seguintes condições:
  • .Docente posicionado no 7.º escalão ou subsequentes;
  • O docente tenha idade igual ou superior a 60 anos;
  • O docente tenha, pelo menos, 36 anos de tempo de serviço contabilizados.
  1. O requerimento pode ser submetido ao serviço responsável pelos reposicionamentos com a antecedência de 2 anos em relação à idade de 60 anos, ficando os docentes a aguardar a cumulação das condições referidas no ponto anterior e beneficiando, caso se aplique, do restante tempo de serviço para reposicionamento de escalão.
  2. Os docentes referidos no ponto anterior são os que perfaçam 58 anos de idade até ao final do ano de 2023.

(Se lhes trocassem os 9 anos, 4 meses e 2 dias pelo tempo remanescente, seja ele muito menos ou não, estou certo que muitos aceitariam a proposta)

 

Os dados são referentes aos intervalos expostos nos gráficos mas dão a conhecer o verdadeiro envelhecimento da classe docente. A imprensa nacional não pega muito nestes dados, parece que não há interesse em divulga-los. Mas eles existem e estão acessíveis a todos. A classe docente está envelhecida e nos últimos anos esse envelhecimento disparou.

Este é só meio problema. Os professores que entram na carreira, também, já têm uma “certa idade” e em termos etários não renovam a classe. Está-se a saltar um importante factor em todas as classes profissionais, a passagem de testemunho. Os mais velhos não têm a quem passar o conhecimento adquirido e quando os “novos” chegarem terão de aprender sozinhos, pois os mais velhos ou já não estão, ou não terão “capacidade” de realizar tal passagem.

No futuro, Portugal, vai sofrer de falta de professores e os responsáveis não estão a planejar, a longo prazo, como gerir a oferta e a demanda destes profissionais. Preferem contar trocos…

Ficam os dados Pordata…

 

 

Fontes/Entidades: DGEEC/MEd – MCTES, PORDATA
Última actualização: 2017-08-03

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Comunicado – Governo continua a atrasar negociação da recuperação do tempo de serviço congelado

 

Governo continua a atrasar negociação da recuperação do tempo de serviço congelado

O Ministério da Educação acabou por confirmar, já no final da semana passada, a reunião de negociação pré-agendada para o dia 28 de fevereiro, conforme tinha sido estabelecido na reunião ocorrida no dia 24 de janeiro. Mas, quanto a conteúdo, o que o Governo anuncia querer fazer é apenas apresentar para discussão um conjunto de dados que suportam os diferentes cenários a propor. Ou seja, uma vez mais, o Governo quer deixar passar esta ronda sem apresentar em cima da mesa nenhuma proposta concreta de calendário para cumprir a obrigação de recuperar todo o tempo de serviço congelado, como estava previsto na Declaração de Compromisso de 18 de novembro, e como o determina a Resolução n-1/2018, da Assembleia da República.

Para a FNE, é imprescindível que, estando resolvido pela Assembleia da República que a recuperação tem de ser de todo o tempo de serviço congelado, e estabelecendo a Declaração de Compromisso que esta terá de se iniciar em 2019, podendo prolongar-se até ao final da próxima Legislatura, o que falta fazer é determinar a forma de concretização do que já está estabelecido. E é nestes termos que a FNE entende que um dos princípios a observar é o de que o total a recuperar deverá ser igualmente distribuído pelos anos económicos de 2019 até 2023, ou seja por cinco anos, e que, no próximo ano todo e qualquer docente registe pelo menos uma mudança de escalão, quer por via da recuperação do tempo de serviço, quer por via do desenvolvimento normal da sua carreira. Seria inadmissível que, depois de todo o tempo em que viram a sua carreira congelada, tendo de aguardar por 2019 para iniciar esse processo de recuperação, este não fosse um ano em que cada um, na prática, sentisse o efeito deste procedimento.

Assim, a discussão tem de passar a centrar-se sobre os procedimentos concretos que têm de levar faseadamente à recuperação integral do tempo de serviço congelado.

Ora, com o anúncio deste conteúdo para a reunião do próximo dia 28 de fevereiro, com a ausência total de continuidade, quer da negociação da organização do tempo de trabalho para efeitos da distribuição do conteúdo das componentes letiva e não letiva, quer da definição de condições especiais de aposentação e de rejuvenescimento do corpo docente, aliado às propostas que se mantêm inaceitáveis para o reposicionamento dos docentes indevidamente retidos no índice 167, o que se concretiza é uma situação de indefinição e de adiamento de soluções para a concretização do compromisso de 18 de novembro de 2017.

Esta ausência de evolução faz crescer a desconfiança e o descontentamento entre os professores e só pode ter por consequência a confirmação de que é inultrapassável avançar com a greve no período de 13 a 16 de março, em articulação de todas as organizações sindicais de docentes.

 

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Aviso de abertura – Concurso interno e externo – Açores

 

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Mais informações aqui

 

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Esclarecimentos sobre o “estado” das negociações e muito mais…

 

 

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Mobilidade para o exercício de funções docentes para as Escolas Europeias

Escolas Europeias: Mobilidade para o exercício de funções docentes -Educação Maternal

Escolas Europeias: Mobilidade para o exercício de funções docentes -Ensino Primário

 

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Opinião – O diário de um professor – Guilherme Duarte

O diário de um professor

Trump diz que a única solução é armar os professores para que estes possam evitar massacres como o que ocorreu na Flórida. Aqui fica a página do diário de um professor quando essas medidas entrarem em vigor.

Já a semana passada aqui escrevi sobre o massacre na escola dos Estados Unidos da América. Fi-lo antes de Trump reagir e, por isso, achei por bem voltar a pegar no assunto agora que Trump diz que uma das medidas para impedir este tipo de situações é munir os professores de armas de fogo. Obviamente que sim. Faz todo o sentido. Tendo isso em consideração, decidi mostrar-vos um dia na vida de um desses professores:

8:30h – A caminho da escola, dei conta que não tinha trazido o material todo para dar as aulas. Esta minha cabeça está cada vez pior. Ando mesmo cansado. Lá tive de voltar para trás para ir buscar os acetatos, o esquadro e a metralhadora.

9:30h – Há um aluno novo na turma que é um refugiado sírio. Chama-se Usama e não tem lá muito bom aspecto o rapaz… Vou estar de olho bem atento que me parece daqueles que vêm para causar problemas.

10:30h – Ia marcar falta de material ao Usama, mas ele começou a ficar indignado a dizer que os pais não têm dinheiro para comprar o livro da disciplina. Nisto, mete a mão dentro da mochila e diz «Allahu Akbar» e eu saco da metralhadora e dou-lhe cinquenta tiros. Acertei quase todos e ele morreu. Fico contente com a minha pontaria, mas afinal ele tinha dito «Vou comprar quando a aula acabar.». É o que dá não aprenderem a falar a língua do nosso país como deve ser, depois geram-se mal-entendidos.

11:30h – Fiz um teste surpresa e a turma inteira ficou revoltada. Disse que se não fizessem o teste levariam falta colectiva e um tiro nas rótulas. Acalmaram logo e fizeram o teste.

13:00h – Na sala dos professores estivemos a discutir sobre quais as melhores formas para ensinar as crianças. Eu sou a favor da AK-47, mas tenho alguns colegas que preferem a M-16. Enfim, pessoas ainda presas ao antigamente que não evoluem as suas técnicas de ensino e depois se queixam que a culpa é dos alunos quando eles é que não os conseguem cativar.

14:30h – Toca o telemóvel na aula e é de uma aluna. Peço-lhe para desligar. Ela diz que não e começa a gritar comigo. Tiro-lhe o telemóvel à força e ela atira-se a mim. Felizmente, tinha a faca do Rambo comigo e consegui apaziguar logo o conflito ao espetar-lhe uma facada no baixo ventre. Meti o telemóvel no silêncio e continuámos a aula sem sobressalto.

15:30h – Os pais de um aluno vieram tirar satisfações comigo sobre o porquê do seu filho ter tido negativa no teste. Disse-lhes que tinha sido porque ele tem dificuldades de aprendizagem porque ficava-me mal dizer que é burro. Os pais gritaram, dizendo que a culpa era minha que não estimulava os alunos. Que lata! Saquei do revólver e acabei logo com a discussão com dois tiros na cabeça dos pais. Infelizmente, foi antes de eles assinarem a justificação das faltas do aluno e vou ter de o chumbar por faltas.

16:30h – Hoje foi dia de ser avaliado e tive nota máxima, especialmente devido à minha pontaria. Subi de escalão e fui aumentado em 2%, mas, mais importante, é que agora já posso fazer o upgrade de metralhadora para lança mísseis e assim, certamente, de que a qualidade do meu ensino irá melhorar.

18:30h – Com a excitação de ser a última hora, os alunos não paravam quietos e só faziam barulho, ignorando todos os meus avisos. Tive um esgotamento nervoso, saquei da metralhadora e foi tudo corrido a chumbo. A turma acabou por ficar sem nenhum aluno vivo. Por um lado, ainda bem, é da maneira que posso descansar a cabeça até Setembro.

Depois deste massacre, os governantes dirão que a única solução para evitar este tipo de situações, será armar todos os alunos com lança-chamas e granadas. Faz sentido.

in Sapo24

 

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Cartoon da semana… The new Maths teacher…

 

 

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Resultados do Inquérito – A (In)disciplina na Escola – ComRegras

 

Ficha Técnica

Universo – Professores dos Agrupamento de Escolas e Escolas não Agrupadas Públicas e Privadas de Portugal.

 Amostra – Aleatória e estratificada. A amostra contém um total 2348 inquéritos preenchidos.

Técnica – Os inquéritos foram enviados por correio eletrónico para todos os Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas de Portugal e partilhado por várias salas de educação nas redes sociais e pelo blogue DeAr Lindo. O trabalho de recolha ocorreu entre o dia 5 de outubro de 2017 e 18 de novembro de 2017.

Responsabilidade do inquérito: Professor Alexandre Henriques, com o apoio da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP)

 

Conclusões:

Os professores optam preferencialmente por aulas práticas em detrimento das aulas cooperativas e expositivas.

Os professores consideram que na sua escola e na sua sala de aula há pouca indisciplina.

A frequência e a gravidade das ocorrências disciplinares, são proporcionalmente opostas: mais frequentes – menor gravidade; menos frequentes – maior gravidade.

Metade dos professores refere que gasta menos de 20% do tempo de aula com situações de indisciplina.

A grande maioria dos professores aponta os problemas familiares (económicos, afetivos, falta de acompanhamento parental, etc), a falta de valores morais e o desinteresse pela escola, como as principais causas para a indisciplina existente na sua escola.

As situações de indisciplina mais comuns na sala de aula são: a distração dos alunos; a interrupção com comentários desproporcionados; as brincadeiras/palhaçadas.

Os professores reagem preferencialmente a situações de indisciplina através da advertência calma, dialogando com os alunos de forma coletiva e/ou individual.

Os professores apontam como principais fatores para a redução da indisciplina escolar: uma maior responsabilização dos pais/encarregados de educação; redução do número de alunos por turma; aposta na formação parental.

Os professores são defensores da criação de gabinetes disciplinares e em cerca de metade das escolas dos inquiridos estes gabinetes já existem.

Os professores consideram que a direção da sua escola resolve as situações de indisciplina de forma proporcional à gravidade do ato.

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Educação: Um Relatório sobre carreiras docentes na Europa

 

Mesmo que a maioria dos países europeus sofram de falta de professores ou esperem vir a sofrer no futuro, muitos não estão a planejar, a longo prazo, como gerir a oferta e a demanda de professores. Esta é uma das conclusões do relatório sobre as carreiras de ensino na Europa publicados pela Comissão Europeia, apresentando dados da rede Eurydice. Tibor Navracsics, Comissário para a Educação, Cultura, Juventude e Desporto, disse: “Os professores são cruciais para o futuro dos nossos filhos a Europa tem professores de classe mundial, mas o interesse na profissão está diminuindo, e a falta de pessoal está a atrasar a qualidade da educação. Por conseguinte, exorto os Estados-Membros a investir na carreira docente para a qual sejam atraídos os melhores candidatos, oferecendo prestígio e oportunidades, permitindo o crescimento profissional e desenvolvimento de recrutamento até à reforma. Este novo relatório diz-nos o que os países já estão a fazer, e o que mais eles poderiam fazer, para chegar a esse objetivo. A Comissão está pronta para apoiá-los “em maio de 2017, a Comissão adotou uma comunicação sobre ‘desenvolvimento escolar e ensino excelente para um grande começo na vida”, que propôs ações a nível da UE para apoio dos Estados-Membros em suas reformas educacionais Um dos objetivos traçados. é alcançar ensino e aprendizagem de excelência, garantindo que os professores e dirigentes escolares estão bem e a receber o apoio e reconhecimento que merecem. Ministros e intervenientes europeus, reunidos há apenas um mês, por ocasião da primeira Cimeira Europeia Educação, confirmaram que é essencial desenvolver uma agenda compartilhada para modernizar e melhorar o apoio da profissão docente.

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Estudo SDPA – Reposicionamento na Carreira dos Docentes dos Açores

 

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Professores açorianos, “também”, perderam milhares de euros

Tal como no continente…

Estudo sindical sobre reposicionamento na carreira revela que as alterações e congelamento na carreira implicaram que os docentes da Região Açoriana tenham perdido de 4,8 a 12 mil euros anuais em remunerações.

 

 

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Opinião – Quando a OCDE se presta a animar festas – Santana Castilho

 

O ciclo das loas à flexibilização curricular e ao perfil do aluno do século XXI, iniciado sob os auspícios de uma apresentadora televisiva e de um treinador de futebol, teve a festa de encerramento no passado dia 9. O animador convidado foi, agora, Andreas Schleicher. Profetizando como convinha aos organizadores, o homem previu, implicitamente, o fim dos exames do 12º ano, tal como hoje são conhecidos. Atrevido, disse que o novo modelo da flexibilidade curricular é a forma como os professores gostariam de dar as suas aulas. Vidente, falou de uma tensão existente nas nossas salas de aula.
Que Tiago Brandão e João Costa lhe tenham dado procuração para dizer o que disse, não duvido. Mas um pouco de recato para não anunciar tensão dentro de salas em que não entrou e não falar por professores que não ouviu, era exigível pela tensão, essa sim bem exposta publicamente, entre a sua condição, permanente, de director para a Educação da OCDE e o seu papel, temporário, de animador de uma romaria de directores aderentes e investigadores recorrentes.
Na celebração foram exibidos despojos do desvario desta desconstrução curricular: num agrupamento-modelo, os alunos do 1º ano juntaram-se aos colegas do 10º para recolher e analisar rótulos; os do básico estão empenhados em descobrir porque sobem os balões de S. João e porque foram proibidos este ano. E enquanto um director diligente incensava a audiência com a “desarrumação das salas de aula” do seu agrupamento, promissão certa de futuro inovador, uma colega mais excitada leu, do seu caderninho de notas, afirmações dos professores mais entusiasmados: “há uma apropriação das aprendizagens essenciais pelos alunos”; “a aprendizagem é mais significativa”. Admiráveis resultados!
Claro que o sacerdote e os fiéis desta liturgia cor-de-rosa, recuperadora imprudente dos nossos idos anos 1990, manifestaram no fim, em uníssono, profunda preocupação com os exames. Não será difícil compreender porquê. Mais difícil é assistir à participação da OCDE num ataque concertado ao papel dos exames na relativização dos critérios classificativos das escolas, ainda que sob dissimulado pretexto de discutir o acesso ao ensino superior.
Só ingénuos não divisaram a encomenda do Governo, subjacente às banalidades proferidas por Andreas Schleicher, repetindo os mantras do perfil e da flexibilidade, de João Costa. Só que falam os dois de inovação e de século XXI desenterrando metodologias descritas por Kilpatrick (para citar um entre outros) nada mais nada menos do que em … 1918. Leu bem, caro leitor, 1918. E se quiser confirmar que não deliro e encontrar descritas considerações pedagógicas sobre a transversalidade disciplinar em detrimento das disciplinas isoladas, sobre as virtudes do trabalho colaborativo e de projecto, sobre as vantagens do ensino centrado no aluno e não no currículo a ser ensinado (tudo paradigmas usados por Andreas Schleicher como modernos, numa entrevista que concedeu ao Observador) e ainda sobre o ensino assente na experiência e nos problemas diários (os rótulos e os balõezinhos de S. João acima referidos), leia o artigo “The Project Method. The use of the purposeful act in the educative process”, publicado por Kilpatrick, em 12 de Outubro de 1918 (Teachers College Bulletin, 10th. Series, nº 3. New York: Teachers College, Columbia University).
Enquanto o Governo se apresta a passar para a opinião pública a existência de um apoio que lhe permita generalizar o desastre da chamada flexibilidade curricular e das denominadas aprendizagens essenciais, continuam vigentes as metas curriculares de Nuno Crato, num alarde de hipocrisia política e incoerência discursiva, que não mereceu, como convinha, nenhuma referência na análise da OCDE. Veja-se a este propósito o artigo publicado neste jornal em 16 do corrente, sob a colorida epígrafe “Educação para um mundo melhor: um debate em curso a uma escala global”. É um repositório de vacuidades e afirmações futuristas, redigidas no mais refinado “eduquês”, assinado, em co-autoria com outros, pelo secretário de Estado João Costa, mas na condição de (que havia de ser?) … consultor do projecto da OCDE Future of Education and Skills 2030.
Não é nova a acção do Governo para tomar a OCDE por fiadora das suas políticas, como não é de agora o meu repúdio pela promiscuidade, que se repete, entre governantes e uma organização que defende e depende de interesses económicos, que não educacionais, e se presta a favorecer e legitimar políticas que acabam impostas aos actores nacionais. Com efeito, já em Fevereiro de 2009, um grupo de peritos de relevantes currículos, da OCDE, veio a Lisboa validar as políticas educativas do PS. Principescamente pagos, produziram um relatório cujas fontes documentais eram todas do Ministério da Educação. Só falaram com quadros do Ministério da Educação ou apoiantes do Governo. Havendo milhares de páginas publicadas na altura, de oposição às políticas de Sócrates, nem uma só mereceu a atenção dos ilustres peritos. Nem mesmo textos dissonantes, com origem na Assembleia da República, no Conselho Nacional da Educação, em associações científicas ou profissionais lograram ser considerados. Se os protagonistas e a cultura não mudaram, porque mudariam as práticas?
A montante deste episódio está mais outro relatório preliminar da OCDE, que recomenda o alargamento do regime que torna as universidades e os politécnicos fundações públicas de direito privado e dá aos politécnicos a faculdade de conferirem doutoramentos. A retomada do modelo fundacional para gerir as instituições de ensino superior é um salto sobre a realidade da última década, bem demonstrativa de que o privado olha o público para lhe sacar dinheiro e não para, financiando-o, cumprir alguma parte das suas obrigações sociais. Sendo factual, só um frete ao Governo, desresponsabilizando-o das suas obrigações, explica a persistência da OCDE em esgrimir com a decantada flexibilidade de gestão e a ilusória atracção do capital privado.
Do mesmo passo, na senda bolonhesa que comprimiu em três as antigas licenciaturas de cinco anos, o Conselho de Ministros apressou-se a aprovar um novo tipo de mestrados, a fazer em anunciadas parcerias com empresas, com metade da duração actual, e a reduzir os cursos técnicos superiores dos politécnicos que, em vez de dois anos, passarão a um, para os estudantes que cheguem com experiência profissional. Eis um oportuno upgrade, em modo “simplex”, da experiência colhida com o “sucesso” das “Novas Oportunidades”. Tudo inovando, modernizando, flexibilizando, centrado no aluno, rumo ao século XXI.
In “Público” de 21.2.18

 

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Escolas não mexem nos currículos com medo dos exames

Pudera!… Quem se vai atrever a tocar nos currículos, sabendo que, disso, estão dependentes resultados nos exames? As escolas vão definir competências essenciais, sabendo que nos exames estará em causa muito mais? A tutela, por mais independente que queira ser neste processo tem de “meter a mão” e definir o que pode ou não ser essencial… porque se não for “ela” ninguém o fará. E assim vamos vivendo…

 

Escolas não mexem nos currículos com medo dos exames

Diretores e pais desejam mudanças nas metodologias em sala de aula e um novo regime de acesso ao Ensino Superior para libertar o Secundário e melhorar as aprendizagens dos alunos

O medo é assumido. A maioria das escolas que aderiram ao projeto-piloto de autonomia e flexibilidade curricular – que arrancou este ano letivo em 223 escolas – optaram por não aprovar planos para turmas do 10.º ano de cursos científico-humanísticos. A razão é simples, assumem os diretores ouvidos pelo JN: “Medo dos exames nacionais”. E alertam: se o Ministério da Educação não resolver o “dilema” entre os dois métodos de ensino, este receio pode revelar-se um obstáculo à generalização do projeto.

in JN

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Os Portugueses confiam nos Professores…

 

Professores no topo das preferências  
São os professores e os polícias em quem os portugueses  depositam maior confiança. Interrogados sobre o grau de confiança que têm na capacidade da escola em ensinar coisas úteis aos alunos, 61,1% dos inquiridos responderam ter um grau médio e 20,8% um grau elevado de confiança. No trabalho dos polícias no combate crime, 54,3% disse ter um grau de confiança médio, e 29,3% grande. 

in CM

 

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Anúncio de Candidaturas para a Guiné-Bissau

 

A FEC convida à apresentação de candidaturas para o provimento de uma vaga de Técnico(a) Formador(a) do Ensino Básico na Guiné-Bissau.

Enviar respostas para [email protected] até ao dia 22 de fevereiro de 2018 indicando CANDIDATURA TF-EB no assunto do email.

O CV, preferencialmente em português e em formato europeu, deverá ser acompanhado de uma carta de motivação e da indicação de duas pessoas de referência e o seu contacto.

Em caso de dúvida contactar Etelvina Cardeira para o telefone (00 351) 21 886 17 10.

 

FEC – Fundação Fé e Cooperação é uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD) com estatuto de Utilidade Pública. Atua na área da Cooperação para o Desenvolvimento, sobretudo na Guiné-Bissau, em Angola e em Moçambique, tendo como eixos estratégicos de transformação social: Educação, Conhecimento e Competências; Boa Governação e Advocacia e Cidadania Global e Direitos Humanos. Conta com financiamentos da Cooperação Portuguesa, Fundação Calouste Gulbenkian e de organismos internacionais, como União Europeia, UNICEF, entre outros.

 

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PROCEDIMENTO CONCURSAL SIMPLIFICADO – 1° CEB – Alemanha

 

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Versão Final do Projeto de Portaria do Reposicionamento enviado aos Sindicatos

 

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