O Governo dos Açores aprovou hoje um decreto regulamentar reforçando o poder e a autoridade dos professores nas salas de aulas dos estabelecimentos de ensino do arquipélago.
O diploma regulamenta o procedimento para assistência jurídica ao pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário na Região Autónoma dos Açores.
Esta nova regulamentação tem como objectivo principal proteger a integridade do professor, física e moral, em caso de ofensa por parte de aluno ou de encarregado de educação, apoiando o exercício dos mecanismos judiciais ao seu alcance”.
Compete à Região Autónoma dos Açores suportar os encargos daí decorrentes nas situações em que estejam reunidos os requisitos para o efeito”.
“A assistência jurídica tem as modalidades de consulta jurídica e de apoio judiciário, aplicando-se aos processos judiciais em que os docentes sejam demandados ou demandantes por factos decorrentes do exercício de funções com alunos e encarregados de educação”, lê-se no diploma aprovado hoje pelo governo no Pico
“Desta forma, reforça-se também o princípio da autoridade do docente no seio da comunidade escolar”, conclui a nota governamental.
E se isto passa a ser ”moda”? Se cada grupo de “gente” que queira reivindicar alguma coisa se organize e leva a “coisa” à Assembleia da República com o apoio da oposição? E se a oposição, por pirraça ou por querer tirar “lucros” políticos, lhes faça a vontade?
Mas onde é que isto já se viu?…
Um grupo de “gente” vinda de lado nenhum, conseguir enfrentar os todos poderosos de um Ministério? Isto até parece que é uma democracia. Mas em que país é que nós estamos?
Mas de onde é que saiu tal gente tão teimosa? Quem é que lhes disse que podiam ser assim tão teimosos? Como é que eles chegaram a este ponto? Porque é que foram subestimados?
E se isto “vira” moda? Este país transformava-se numa República das bananas. Qualquer dia ainda se forma algum grupo a exigir três dias de descanso semanal ou igualdade e equidade entre todos os residentes deste pedaço de terra. Se não temos cuidado ainda aparece alguém a exigir justiça…
Há que ter cuidado com esta gente. Há que passar a imagem que eles não conseguiram bem aquilo que conseguiram e que para o conseguirem o que conseguiram prejudicaram todos os outros. Os únicos responsáveis pela injustiça que vivem são eles próprios e mais ninguém.
Tem que se ter muito cuidado com esta gente. Qualquer dia ainda começar a dizer que as culpas são dos que governam isto tudo. Queres ver que estes não faltaram à aula onde se lecionou democracia participativa?
Haja paciência… um dia ainda vão dizer que isto é democracia.
(Cada um luta pelas suas razões. Cada um tem a sua noção de justiça. Cada um luta as suas lutas. Há que atribuir mérito a quem luta contra tudo e contra todos e consegue aquilo porque lutou. Quem é subestimado, muitas vezes, utiliza isso como arma. Quem consegue ganhar uma luta tão desigual não deve ser demonizado, deve servir como exemplo em tantas outras lutas. Não se trata do que ganharam, trata-se de como o ganharam. Pensem nisso…)
PSD e CDS votaram ao lado de BE, PCP e PEV e aprovaram alterações ao diploma de concursos, sujeito a apreciação parlamentar. Resultado: o Parlamento corrigiu o decreto de lei do Governo para abrir o concurso extraordinário de mobilidade interna, deste ano, a todos os docentes de quadro e não apenas aos que contestam a colocação de agosto.
O aviso de abertura do concurso extraordinário de mobilidade interna devia ser publicado nos próximos dias.
No debate das propostas esta sexta-feira de manhã, a secretária de Estado Adjunta da Educação, Alexandra Leitão, avisou os deputados de que seriam responsáveis caso a apreciação parlamentar atrasasse a colocação dos docentes e consequentemente o arranque do ano letivo. Para Alexandra Leitão, a possibilidade de o concurso extraordinário de mobilidade interna ser para todos os docentes, “põe em causa a colocação de mais de 13 mil professores”, “em nome de uma minoria” para a qual o Governo apresentou uma solução.
Diz que o partido que lidera ainda não se disponibilizou a apresentar uma proposta na Assembleia da República para que esse tempo fosse recuperado na integra, apenas se ficou pelas recomendações. Se está à espera de que o governo siga as recomendações já obteve a resposta com a proposta que foi feita. Avança Catarina! Avança, “descomplica” a situação e deixa-te de conversas. Não foi assim com os exames do 4º ano? Não foi assim com o DL 15/2018? Segue os teus próprios exemplos.
Um processo também pendente é o dos professores. Acredita que ainda é possível encontrar uma solução para a contagem do tempo de carreira congelada durante nove anos?
Acredito que tem de ser encontrada…
Nesta legislatura?
Trabalhamos para esta legislatura. Aliás, ninguém perceberia que um governo, em dossiers complicados de gerir, estivesse à espera que seja o Governo seguinte a resolver. É uma situação complicada? É. Mas temos de olhar com muita atenção para as nossas escolas. As escolas são centrais para tudo. E, neste momento, estão sob uma pressão enorme. Neste momento eu atrevo-me a dizer que é preciso ser muito corajoso neste país para ser professor. Os professores têm salários congelados há muito tempo, objectivamente baixos, com turmas lotadas, com metas curriculares impossíveis de cumprir e que não escolheram. E, ainda por cima, em escolas que não têm investimento há tanto tempo que está sempre a haver problemas. E se não tratamos bem os professores, se o Governo não é capaz de dar uma resposta digna a professores que fazem autênticos milagres para as escolas funcionarem há tanto tempo com tão poucos meios, estamos muito mal. Porque o que alimenta esta capacidade de fazer muito mais do que os meios permitem nos serviços públicos – e falo da escola como da saúde – é a expectativa numa solução política que melhorasse o estado de coisas nos serviços públicos. E se essa expectativa é gorada, por incapacidade do Governo de diálogo com os sectores profissionais, será muito difícil manter o funcionamento destes serviços de que precisamos todos.
A proposta do Governo é de contar dois anos e pouco em nove anos de carreira congelada. É suficiente?
Não me parece. Parece-lhe? Dizendo a um professor, acha que ele compreenderia?
Publicitação do início do procedimento tendente à elaboração do despacho normativo relativo ao regime de constituição de turmas, funcionamento e rede escolar no âmbito da escolaridade obrigatória.
No prazo de 10 dias úteis contados da publicitação do presente anúncio, poderão constituir-se como interessados e apresentar contributos ou sugestões no âmbito dos referidos procedimentos, os particulares e as entidades que comprovem a respetiva legitimidade, nos termos previstos no n.º 1 do artigo 68.º do CPA.
A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida à Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares e enviada para o endereço eletrónico [email protected], podendo igualmente ser remetida, por via postal, para Praça de Alvalade, 12, 1749-070 Lisboa, Portugal, ou para o fax n.º + 351 218499913.
Os contributos para elaboração do despacho deverão ser enviados para os mesmos contactos.
Procedimento tendente à elaboração do despacho normativo relativo ao regime de constituição de turmas, funcionamento e rede escolar no âmbito da escolaridade obrigatória
A preparação do referido despacho normativo justifica-se em função da Resolução da Assembleia da República n.º 244/2016, de 27 de dezembro, que recomenda ao Governo que reduza progressivamente o número de alunos por turma a partir do ano letivo 2017/2018, que defina um modelo de redução do número de alunos por turma e que adeque a redução do número de alunos por turma às condições físicas dos estabelecimentos escolares e aos percursos formativos que estes oferecem, bem como atento o disposto no artigo 173.º da Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro (Orçamento do Estado para 2018).
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Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 25ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 9 de abril, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 10 de abril de 2018 (hora de Portugal continental).
A 22 e 23 de Março, sob organização conjunta da OCDE, do nosso ministério da Educação e da Internacional da Educação, reuniram-se em Lisboa governantes e sindicalistas de cerca de 30 países. A cimeira (assim foi apodado o encontro) quis apurar o que fazer para que os professores se sintam bem no trabalho. Como se tal não estivesse, há muito, sobejamente identificado.
A propósito do acontecimento, Tiago Brandão Rodrigues afirmou ser “a ocasião para levar mais longe o nosso empenhamento com os co-autores das nossas políticas de educação, os professores”. Como se os professores fossem autores de políticas de que discordam e não simples executores, obviamente coagidos.
Num comunicado recentemente tornado público, professores socialistas exprimiram perplexidade perante o comportamento do Governo no actual contencioso com os sindicatos, comportamento esse que, afirmaram, não teve em conta “a necessidade do PS recompor as relações do Governo com os professores portugueses, depois de anos de ataque” aos mesmos. Estes professores referiram que o Governo não honrou o compromisso assinado em 18 de Novembro de 2017 e lembraram a resolução nº1/2018, aprovada na AR pelo PS, BE, PCP e PEV, que lhe recomendou a contabilização de todo o tempo de serviço. Mas o patusco Tiago não ouviu. Também a propósito do acontecimento, Andreas Schleicher, Diretor de Educação da OCDE, disse que Portugal constituía “um excelente exemplo de como os sistemas escolares podem progredir rapidamente para resultados educacionais melhores e mais equitativos, investindo nos seus professores”. É preciso não ter vergonha para dizer isto, depois de dois governos consecutivos que mais não fizeram que desinvestir e malhar nos professores e sentado ao lado de um ministro que lhes quer agora amputar das carreiras uma década de trabalho efectivamente prestado.
Nos últimos anos, nas suas habituais análises aos sistemas educativos, a OCDE começou a estabelecer conexões entre os resultados dos alunos e o bem-estar dos professores. No seu último inquérito sobre o tema, de 2013, Teaching and Learning International Survey, só 10% dos professores portugueses consideravam que a profissão era valorizada pela sociedade em geral. Mais recentemente, em 2016, a Fundação Manuel Leão apurou, também em inquérito, números preocupantes: um terço dos inquiridos deixaria de dar aulas, se pudesse; 35%, falando da sua relação com o trabalho, disseram-se exaustos e desesperados; 60% afirmaram que a desmotivação dos alunos cresceu. Igualmente em 2016, o oficial “Perfil do Docente” mostrou que 39,5% dos professores das escolas públicas tinham mais de 50 anos e só 1,4% estavam abaixo dos 30. A tudo isto acresce que 30% dos docentes portugueses são considerados sob burnout, devido à desmotivação e indisciplina dos alunos, à desconsideração profissional por parte do poder político e da sociedade em geral e ao agravamento das condições de trabalho, designadamente o elevado número de alunos por turma, o excesso de carga horária, a pressão para a obtenção de resultados a qualquer preço e o acumular de tarefas burocráticas sem sentido. Mas o distraído Andreas Schleicher disse o que disse. Porque não importa o pão, desde que se alimente o circo.
A diplomacia (ou a hipocrisia politicamente recomendável) a que os protocolos obrigam não chega para justificar o sorriso cúmplice e inapropriado exibido durante a cimeira pelo sindicalista que, na véspera, disse do Governo o que Maomé não disse do toucinho. Muito menos deixou bem o ministro anfitrião, que se comportou do mesmo modo, quando acabou de negar um regime especial de aposentação aos professores e lhes quer reduzir a dois dez anos de trabalho efectivo.
E lá ficaram, da cimeira em análise, mais três compromissos para cumprir o ritual das inutilidades hipócritas. Três compromissos (apoio às comunidades desfavorecidas, mais investimento e mais autonomia para as escolas e para os professores) que sim, se fossem cumpridos, mudariam muito. Mas que não, nada mudarão, porque apenas alimentam o circo, mas não dão pão.
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Isto do “reconhecido mérito” é complicado. Há a quem lhe seja reconhecido mérito sem o ter e quem o tem e não o vê reconhecido. Também há a quem tenha reconhecido o mérito por ter quem lho reconheça e quem não veja o mérito reconhecido por não ter quem lhe reconheça o tal mérito que tem. É tudo uma questão difícil… é como o povo diz.
Mas as regras estão prestes a mudar e as futuras equipas vão passar a integrar também “uma personalidade de reconhecido mérito com conhecimento do sistema educativo”, confirmou à Lusa o gabinete de imprensa do Ministério da Educação.
Recomenda ao Governo a realização de um concurso interno antecipado de professores respeitando as regras gerais dos concursos
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que realize um concurso interno antecipado de professores respeitando as regras gerais dos concursos.
Aprovada em 9 de fevereiro de 2018.
O Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.
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Susana Lopes, ex-diretora de Serviços Jurídicos e Contencioso, ex-diretora-geral da Administração Escolar assume em regime de suplência o cargo de Diretora da DGAE.
Susana Lopes é “detentora do curso das Artes dos Tecidos da Escola Artística António Arroio e do curso de complemento de formação da Universidade do Minho, fez a licenciatura em Direito na Faculdade de Direito de Lisboa, tendo exercido funções docentes nos ensinos básico e secundário entre os anos letivos 1980-1981 e 2000-2001 no ensino público, onde exerceu além da docência, vários cargos nas áreas da gestão e administração escolar”, em 2011 foi adjunta do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, tendo em 2015 sido designada chefe de gabinete desse governante.
Fica a anterior nomeação para poderem tomar conhecimento da nota curricular até então.
A expectativa dos professores em relação a todas as agruras criadas pelos governos, a reboque do argumento da crise financeira, tem no horizonte da memória a data não muito longínqua de 18 de novembro de 2017.
Esta data traça uma aparente fronteira entre a fase dos sacrifícios e a fase das compensações.
Com efeito, finalmente o governo tinha aceitado negociar matérias para muitos resignadamente perdidas, como é o caso da recuperação integral do tempo congelado para progressão em carreira (uns longos 9 anos, 4 meses e 2 dias), o direito ao reposicionamento em carreira dos docentes indevidamente retidos no índice 167, com a contabilização integral de todo o tempo de serviço prestado antes da entrada em carreira, a distinção clara entre componente letiva e componente não letiva, a determinação de condições específicas de aposentação para os docentes, considerando que este é o caminho que garante o necessário rejuvenescimento do corpo docente.
Um mês antes da data 18 de novembro de 2017 nem sequer era reconhecido que o tempo congelado pudesse ser recuperado e às organizações sindicais não era reconhecido o direito a reunirem com o Ministério da Educação para tratarem desta questão.
Um mês depois, não só o Governo se sentou à mesa das negociações, como reconheceu que o tempo congelado é todo para considerar, que a recuperação se iniciava em 2018 e que o faseamento da sua aplicação não ultrapassaria a próxima legislatura.
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E agora como estamos?
Na realidade, o Governo, ao invés de negociar, vai gerindo expectativas e apresentando argumentos manipuladores tal como já tinha sido feito no passado pela célebre ministra Maria de Lurdes Rodrigues.
De igual forma, procura-se dividir os professores e mobilizar contra a classe toda a opinião pública – “ganhar a opinião pública mesmo perdendo os professores”.
Completar assim a tarefa da célebre ministra, embora duma forma mais sofisticada, ardilosa e subtil:
– Dilatar a carreira através da não recuperação integral de todo o tempo de serviço congelado e fazendo com que seja missão impossível a chegada ao topo.
O Governo foge assim da responsabilidade de garantir a recuperação de todo o tempo de serviço congelado, durante o qual os professores, mesmo trabalhando, viram contado como zero esse tempo de trabalho.
– Introduzir novos cortes nos vencimentos ao pagar de forma faseada as progressões.
– Impedir o rejuvenescimento do corpo docente, através da recusa em admitir novas regras de aposentação que combatam o galopante envelhecimento do corpo docente e permitam a entrada de jovens docentes.
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O que se conseguiu?
– Que a Assembleia da República decidisse ainda em 2017, através de uma resolução publicada – a Resolução 1/2018, que os docentes têm direito à recuperação de todo o tempo de serviço que esteve congelado. Se a Assembleia determina esta orientação para o Governo, é inimaginável que o mesmo Governo esteja a criar mecanismos para não cumprir o que a Assembleia da República decidiu.
– Que o governo assinasse um compromisso em negociar matérias determinantes para a vida das escolas e dos docentes, ao invés de um jogo de faz de conta que teima em levar a cabo.
– Que o Governo não pudesse reestruturar a careira docente aumentando os patamares dos escalões.
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O que se espera?
– Que a sociedade acorde e não se deixe embalar pelas falsas promessas, exigindo uma escola de qualidade com docentes respeitados e reconhecidos para que prestem um serviço educativo de qualidade e desburocratizado.
– Que os docentes acordem da letargia para a qual foram remetidos e saibam exigir do governo o que é seu por direito e que de modo algum poderia ser posto em causa.
Enquanto o permitirmos, assim vai a vida do faz de conta com o governo a gerir expectativas em vez de negociar.
João Costa anunciou, hoje, que os alunos podem obter certificação internacional a várias línguas, para isso basta que realizarem testes com certificação internacional…
O anúncio foi feito nesta quarta-feira pelo secretário de Estado da Educação, João Costa: “Estamos a trabalhar para que os alunos que fazem exames nacionais a línguas possam ter acesso a certificados internacionais.”
Passados 6 meses a Mariana Lopes obteve resposta a esta pergunta.
Há 6 meses a Mariana (não é Marina, como consta por aí) colocou esta questão, no sentido de saber quantos Recursos Hierárquicos tinham sido interpostos por causa do concurso da Mobilidade Interna. Finalmente, o número…799 !! Ainda esta 2ª feira (26 de Março), a Secretária de Estado e Adjunta da Educação, Alexandra Leitão, referiu, numa conferência na EB de Gondifelos (Famalicão), serem apenas 200!! Os membros do grupo que luta por ver feita justiça a todos os docentes prejudicados estiveram presentes e tomaram nota.
“A vacinação de acordo com o Programa Nacional de Vacinação é a principal medida de prevenção, é gratuita e está disponível para todas as pessoas presentes em Portugal.
O sarampo é uma das doenças infeciosas mais contagiosas podendo provocar doença grave, principalmente em pessoas não vacinadas.
Importa assim garantir que toda a comunidade escolar esteja informada e alerta sobre os cuidados a ter.
Neste sentido a Direção-Geral da Saúde informa:
O vírus do sarampo é transmitido por contacto direto com as gotículas infeciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra. Os doentes são considerados contagiosos desde 4 dias antes 4 dias depois do aparecimento da erupção cutânea;
Os sintomas de sarampo aparecem geralmente entre 10 a 12 dias depois da pessoa ser infetada e começam habitualmente com febre, erupção cutânea (progride da cabeça para o tronco e para as extremidades inferiores), tosse, conjuntivite e corrimento nasal;
Assim, recomenda-se:
Verifique o seu boletim de vacinas; se necessário vacine-se e vacine os seus;
Se esteve em contacto com um caso suspeito de sarampo e tem dúvidas ligue para o SNS24 – 808 24 24 24;
iii. Se tem sintomas sugestivos de sarampo evite o contacto com outros e ligue para o SNS 24 – 808 24 24 24;
Em pessoas vacinadas a doença pode, eventualmente, surgir com um quadro clínico mais ligeiro e menos contagioso;
As pessoas que já tiveram sarampo estão imunizadas e não voltarão a ter a doença.
Podem assumir os compromissos que quiserem, se não têm intenção de os passar à prática.
Estes compromissos abrangem alguns dos muitos problemas que afetam a Educação em Portugal, mas se, realmente, alguém tivesse intenção de os resolver, já estariam resolvidos. Não são necessárias Cimeiras para se chegar à conclusão do que está mal ou do que se tem que fazer para implementar melhorias, é necessário vontade. Vontade é “coisa” que quem tem na mão o poder de decisão, não tem nem…
Os Compromissos da Delegação Portuguesa na Cimeira Internacional Sobre a Profissão Docente
Desenvolvimento de programas integrados envolvendo diversas áreas da governação em apoio às escolas de comunidades desfavorecidas, direcionados a essas comunidades, para a promoção de equidade, sucesso e inclusão.
Implementação de novas estratégias de ensino e de novos métodos e práticas pedagógicas, a par de investimento na formação inicial e contínua e desenvolvimento de qualificações para o trabalho em rede.
Assunção de que o envelhecimento da profissão docente é um problema que terá de ser tratado; valorizar a autonomia das escolas e dos professores através da promoção de tempos e espaços para o trabalho colaborativo, reforçando a participação dos professores nos processos de decisão ao nível da Escola..
Vamos sortear entre os leitores do Blog DeAr Lindo, 5 bilhetes duplos para o concerto de Lisboa. Para isso têm de responder, nos comentários do post, a duas questões e encontrar-se entre os 5 primeiros a responder corretamente. (Os participantes têm de se encontrar devidamente identificados com nome e e-mail valido)
Como são as canções do album “Fura”?
Em que ano, Arlindo Ferreira, “fundou”o Blog DeAr Lindo?
A cantora e compositora (professora) Maria João Fura apresenta em concerto o seu disco de estreia “FURA”. Com fortes melodias e sonoridade multifacetada as 12 canções abordam o quotidiano atual com ironia, numa viagem entre a Bossa-Nova, o Pop-Eletroacústico, o Cool Jazz e a World Music. A sua autenticidade tem merecido o reconhecimento do público em concertos em Portugal e no Brasil, bem como do meio musical tendo sido selecionada para os prémios Zeca Afonso e Ary dos Santos, com duas canções que estão agora neste disco. Concerto a não perder!
Teatro do Bairro – 14 de abril . 22h
Concerto Maria João Fura em Quinteto – Lançamento do Album “FURA”
Congelamento dos salários, crescimento económico e elevado volume de reformas têm empurrado o custo com pessoal em percentagem do PIB para valores mínimos. Uma tendência que será para manter nos próximos anos.
Serve a presente publicação para informar que é dado início ao procedimento conducente à elaboração do despacho que determina o calendário dos estabelecimentos de educação e de ensino, bem como o calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário.
Publicado a 26 de março de 2018. A constituição como interessado pode fazer-se nos 10 dias úteis subsequentes.
A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida ao Diretor-Geral da Educação e enviada para o endereço eletrónico [email protected]
Procedimento conducente à elaboração do despacho que determina o calendário dos estabelecimentos de educação e de ensino, bem como o calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário
A preparação do referido despacho justifica-se para os efeitos previstos na Lei n.º n.º 5/97, de 10 de fevereiro, bem como no n.º 3 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, na redação atual, tendo o procedimento por objeto concretizar o calendário: dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, dos estabelecimentos particulares de ensino especial, bem como o calendário das provas de aferição, de final de ciclo e de equivalência à frequência do ensino básico, dos exames finais nacionais e das provas de equivalência à frequência do ensino secundário.
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Todos conhecem as experiências incríveis que faço no meu canal. Fiz este livro para que também tu possas ser um cientista e divertires-te tanto quanto eu. Podes fazer um candeeiro de lava com o azeite que a tua mãe tem na cozinha. Podes enganar os teus amigos com ranho caseiro feito de gelatina e surpreendê-los com um tornado dentro de um frasco, feito com detergente da louça. Até chuva em casa vais conseguir fazer!
Pelo meio partilho contigo factos nojentos e megabizarros… Acredita em mim: a Natureza está cheia de coisas estranhas! Nem imaginas por onde é que a lagosta faz xixi!!! E de certeza que não sabes o que acontece às vacas se ouvirem música. E qual o petisco preferido dos coalas? Quando souberes vais deixar de os achar assim tão fofinhos…
Espero que te divirtas tanto com este livro como eu me diverti a fazê-lo!
Podíamos parar um país., mas como não somos unidos brincam connosco. Era só deixar os alunos em casa em inícios de ano letivo ou períodos escolares, por alguns dias.
Viu-se agora na última greve, sinto-me tão revoltada com o gozo que tem sido a minha carreira, com 53 anos no 6.º escalão e sem perspetivas de subir ao 7.º.
Já tive todos os cargos, coordenações, gestão, titular, de nada me valeu. O meu curso no magistério era equivalente a bacharelato, então fiz mais dois anos na universidade, todos os dias das 17h às 22h, de segunda a sexta, em pós-laboral, um sacrifício enorme. Ou seja, tenho uma licenciatura de 5 anos. Tudo isto para um dia me reformar num escalão mais alto. Fui defraudada. De nada me valeu, abençoadas as que não se chatearam com isso. Bailei sempre com a mais feia, vi as minhas colegas monodocentes reformarem-se na minha idade, vejo os outros colegas, de outros ciclos, com tardes ou dias livres. Com os monodocentes dão-nos um ano sem turma, em que os docentes que aceitam são despejados nos apoios educativos. Não obrigado!
Vejo o futuro negro e sinceramente estou farta. Decidi este ano demitir-me do cargo de coordenadora de departamento, cargo que quase sempre tenho ocupado, agora outras que o assumam, pois, a tutela nunca valorizou nem pagou devidamente a quem tem turma e ainda cargos. Chega. para mim e está na altura de distribuir a carga e deixar de ser otária para quem não merece o nosso esforço. Ganho o mesmo.
Na última greve, fiz os quatro dias, vou comer muita açorda com o enorme desconto no vencimento, mas fiz esse sacrifício e farei todas as lutas futuras. Pelo menos fico melhor com a minha consciência. Isto, se as lutas existirem, pois, os sindicatos andam brandos. Os meus colegas, na sua maioria, estão contentes com a tutela, o povo é sereno, eu é que já não vou em conversas.
Este governo tem sido uma deceção, também em matéria de educação. Espero que se reflita nas próximas eleições.
Foram rejeitados os projetos de resolução para a criação de um regime de aposentação para os professores. Nenhum dos 3 projetos foi aprovado. Se verificarmos as votações vamos concluir que o PS votou contra em todas as votações, por isso não quererão ceder a esta exigência, mais do que justa, dos docentes. As palavras do PM nunca foram tão ocas como hoje, a sua afirmação de 8 de junho do ano passado, num debate quinzenal, foi para entreter meninos.
Estamos no final do segundo período. Começa o trabalho administrativo de preparar avaliações e reuniões.
Os professores agarram-se aos seus computadores e escrevem relatórios preenchem grelhas e grelhinhas em Excel e plataformas de trabalho, discutem avaliações, progressões e regressões, elaboram atas de reuniões infindáveis e “decidem” o tamanho dos ovos da Páscoa a receber por cada aluno…
Terça-feira vai ser um dia complicado, a Professora Maria (vamos chamar-lhe assim) está de atestado, adoeceu e está acamada. A reunião de avaliação é terça-feira e a Maria está impossibilitada de apresentar a avaliação dos alunos à sua disciplina. O Diretor ligou-lhe, o marido atendeu e deu-lhe a conhecer o estado de saúde em que a Maria se encontra, não vai conseguir elaborar a avaliação. Os alunos não vão ter avaliação à disciplina da Maria em tempo útil.
Esta situação acontece. Não é a primeira vez nem será a ultima, os professores também adoecem em época de avaliação. A legislação menciona que um professor só poderá faltar a uma reunião de avaliação com um atestado médico como justificação dessa falta, mas, muitas vezes, os professores não deixam os alunos sem a sua avaliação. É uma situação que contradiz o próprio atestado médico, se está incapacitado para o exercício de funções, está incapacitado para o exercício de todas as funções, elaboração de documentos de avaliação incluídos.
Como estão a resolver uma situação destas nos vossos agrupamentos? O professor envia por e-mail a avaliação, ou os alunos são avaliados à posteriori?
Mais uma vez envoltas em polémica, as viagens de finalistas continuam a ser um momento dos mais esperados do ano pelos alunos. Mas nada do que as envolve parece ser idílico ou paradisíaco. Tornou-se usual ouvir falar de viagens de finalistas por esta altura, seja pelas operações policiais, de fiscalização de “bagagens” na fronteira, pelas condições em que os estudantes são acomodados, pelos comportamentos que alguns têm e, agora, pela organização estar a ser realizada, supostamente, por docentes.
A prática, das viagens de finalistas, generalizou-se há uns anos e tem vido a prosperar. Enlatam-se adolescentes, menores de idade, em autocarros e enviam-se para o sul de Espanha por uns dias. As viagens de finalistas nada têm a ver com a escola e com o que lá se faz. É uma atividade meramente económica onde há quem ganhe muito dinheiro, mas não é a escola ou os professores. Muita tinta já correu sobre este assunto e, pelos vistos, muita mais vai correr. As escolas deviam proibir qualquer atividade, dentro das mesmas, relacionadas com atividades económicas não relacionadas com o processo de ensino/aprendizagens. Uma coisa é comprar um caderno, uma caneta, ou um livro, outra é vender viagens de lazer dentro de um estabelecimento de ensino.
A Inspeção-Geral de Educação e Ciência (IGEC) detetou escolas que promoviam viagens de finalistas e onde professores não só acompanhavam os alunos nessas excursões como assumiam funções de promotores turísticos. Os responsáveis e os docentes visados podem incorrer em sanções disciplinares, apurou o JN. Na sequência do relatório da IGEC, o Ministério proibiu expressamente todos os 811 agrupamentos escolares com ensino secundário de qualquer atividade de promoção ou organização de viagens.
Como garantir que os docentes se sintam bem com o trabalho é uma das questões em debate numa cimeira que reúne em Lisboa representantes governamentais e sindicais de mais de 30 países.
Informam-se todos os interessados de que o 3.º Aviso de Abertura do Procedimento Concursal Simplificado destinado ao recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para o 1.º CEB, língua alemã, horário a prover – EST08, se encontra disponível, em virtude da ausência de candidatos no período estabelecido pelo anterior aviso para apresentação de candidaturas.
Horários a provimento : EST08 – 1.º CEB – Alemão – (Clique no código do horário para ter acesso ao mesmo)
A candidatura deve ser apresentada no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis a contar do primeiro dia útil seguinte ao da data de publicitação de abertura do presente procedimento.
Aviso de abertura e todas as informações disponíveis aqui.
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