Category: Rui Cardoso

Opinião – Carreira Docente. Negociação ou gestão de expectativas? – Artur Silva

Um artigo publicado na Vila Nova sobre as negociações…

Carreira Docente. Negociação ou gestão de expectativas

A expectativa dos professores em relação a todas as agruras criadas pelos governos, a reboque do argumento da crise financeira, tem no horizonte da memória a data não muito longínqua de 18 de novembro de 2017.

Esta data traça uma aparente fronteira entre a fase dos sacrifícios e a fase das compensações.

Com efeito, finalmente o governo tinha aceitado negociar matérias para muitos resignadamente perdidas, como é o caso da recuperação integral do tempo congelado para progressão em carreira (uns longos 9 anos, 4 meses e 2 dias), o direito ao reposicionamento em carreira dos docentes indevidamente retidos no índice 167, com a contabilização integral de todo o tempo de serviço prestado antes da entrada em carreira, a distinção clara entre componente letiva e componente não letiva, a determinação de condições específicas de aposentação para os docentes, considerando que este é o caminho que garante o necessário rejuvenescimento do corpo docente.

Um mês antes da data 18 de novembro de 2017 nem sequer era reconhecido que o tempo congelado pudesse ser recuperado e às organizações sindicais não era reconhecido o direito a reunirem com o Ministério da Educação para tratarem desta questão.

Um mês depois, não só o Governo se sentou à mesa das negociações, como reconheceu que o tempo congelado é todo para considerar, que a recuperação se iniciava em 2018 e que o faseamento da sua aplicação não ultrapassaria a próxima legislatura.

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E agora como estamos?

Na realidade, o Governo, ao invés de negociar, vai gerindo expectativas e apresentando argumentos manipuladores tal como já tinha sido feito no passado pela célebre ministra Maria de Lurdes Rodrigues.

De igual forma, procura-se dividir os professores e mobilizar contra a classe toda a opinião pública – “ganhar a opinião pública mesmo perdendo os professores”.

Completar assim a tarefa da célebre ministra, embora duma forma mais sofisticada, ardilosa e subtil:

– Dilatar a carreira através da não recuperação integral de todo o tempo de serviço congelado e fazendo com que seja missão impossível a chegada ao topo.

O Governo foge assim da responsabilidade de garantir a recuperação de todo o tempo de serviço congelado, durante o qual os professores, mesmo trabalhando, viram contado como zero esse tempo de trabalho.

– Introduzir novos cortes nos vencimentos ao pagar de forma faseada as progressões.

– Impedir o rejuvenescimento do corpo docente, através da recusa em admitir novas regras de aposentação que combatam o galopante envelhecimento do corpo docente e permitam a entrada de jovens docentes.

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O que se conseguiu?

– Que a Assembleia da República decidisse ainda em 2017, através de uma resolução publicada – a Resolução 1/2018, que os docentes têm direito à recuperação de todo o tempo de serviço que esteve congelado. Se a Assembleia determina esta orientação para o Governo, é inimaginável que o mesmo Governo esteja a criar mecanismos para não cumprir o que a Assembleia da República decidiu. 

– Que o governo assinasse um compromisso em negociar matérias determinantes para a vida das escolas e dos docentes, ao invés de um jogo de faz de conta que teima em levar a cabo.

– Que o Governo não pudesse reestruturar a careira docente aumentando os patamares dos escalões.

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O que se espera?

– Que a sociedade acorde e não se deixe embalar pelas falsas promessas, exigindo uma escola de qualidade com docentes respeitados e reconhecidos para que prestem um serviço educativo de qualidade e desburocratizado.

– Que os docentes acordem da letargia para a qual foram remetidos e saibam exigir do governo o que é seu por direito e que de modo algum poderia ser posto em causa.

Enquanto o permitirmos, assim vai a vida do faz de conta com o governo a gerir expectativas em vez de negociar.

in Vila Nova

 

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Divulgação – Contamos Consigo – ASSP

 

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Sobre não haver dinheiro para os professores…

 

 

 

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Audição do Ministro da Educação na Comissão de Educação e Ciência 28/03

 

 

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Certificados em línguas, já não é só a Inglês…

João Costa anunciou, hoje, que os alunos podem obter certificação internacional a várias línguas, para isso basta que realizarem testes com certificação internacional…

Alunos vão ter certificados internacionais a Inglês, Francês, Alemão e Espanhol

O anúncio foi feito nesta quarta-feira pelo secretário de Estado da Educação, João Costa: “Estamos a trabalhar para que os alunos que fazem exames nacionais a línguas possam ter acesso a certificados internacionais.”

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Quantos RH foram interpostos sobre a MI de 25/08?

 

Passados 6 meses a Mariana Lopes obteve resposta a esta pergunta.

Há 6 meses a Mariana (não é Marina, como consta por aí) colocou esta questão, no sentido de saber quantos Recursos Hierárquicos tinham sido interpostos por causa do concurso da Mobilidade Interna. Finalmente, o número…799 !! Ainda esta 2ª feira (26 de Março), a Secretária de Estado e Adjunta da Educação, Alexandra Leitão, referiu, numa conferência na EB de Gondifelos (Famalicão), serem apenas 200!! Os membros do grupo que luta por ver feita justiça a todos os docentes prejudicados estiveram presentes e tomaram nota.

 

 

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O Despacho sobre o concurso interno 2018 já está no forno…

 

Nos próximos dias vamos ter a publicação do despacho que determina a antecipação do concurso interno. Estaremos atentos.

 

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Divulgação – Seminário Inovar, Integrar, Flexibilizar Rumo ao Futuro

 

 

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Vacinação – Sarampo – DGEstE/DGS

 

Exmos Senhores Diretores / Presidentes de CAP

 

Solicita a DGS a divulgação da seguinte nota:

 

“A vacinação de acordo com o Programa Nacional de Vacinação é a principal medida de prevenção, é gratuita e está disponível para todas as pessoas presentes em Portugal.

O sarampo é uma das doenças infeciosas mais contagiosas podendo provocar doença grave, principalmente em pessoas não vacinadas.

Importa assim garantir que toda a comunidade escolar esteja informada e alerta sobre os cuidados a ter.

Neste sentido a Direção-Geral da Saúde informa:

  1. O vírus do sarampo é transmitido por contacto direto com as gotículas infeciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra. Os doentes são considerados contagiosos desde 4 dias antes 4 dias depois do aparecimento da erupção cutânea;
  2. Os sintomas de sarampo aparecem geralmente entre 10 a 12 dias depois da pessoa ser infetada e começam habitualmente com febre, erupção cutânea (progride da cabeça para o tronco e para as extremidades inferiores), tosse, conjuntivite e corrimento nasal;
  3. Assim, recomenda-se:
  1. Verifique o seu boletim de vacinas; se necessário vacine-se e vacine os seus;
  2. Se esteve em contacto com um caso suspeito de sarampo e tem dúvidas ligue para o SNS24 – 808 24 24 24;

iii.    Se tem sintomas sugestivos de sarampo evite o contacto com outros e ligue para o SNS 24 – 808 24 24 24;

  1. Em pessoas vacinadas a doença pode, eventualmente, surgir com um quadro clínico mais ligeiro e menos contagioso;

 

  1. As pessoas que já tiveram sarampo estão imunizadas e não voltarão a ter a doença.
  2. Poderá recorrer a materiais de divulgação em https://www.dgs.pt/paginas-de-sistema/saude-de-a-a-z/sarampo1/materiais-de-divulgacao.aspx
  3. Junto se envia link para vídeo sobre sarampo https://youtu.be/1_NTw6rw0o0
  4. Para mais informações sobre sarampo, consulte o site da Direção-Geral da Saúde, em https://www.dgs.pt/saude-publica1/sarampo.aspx. “

  

Com os melhores cumprimentos,

 

Maria Manuela Pastor Faria

Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares

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Os compromissos (vazios) da Cimeira…

Podem assumir os compromissos que quiserem, se não têm intenção de os passar à prática.

Estes compromissos abrangem alguns dos muitos problemas que afetam a Educação em Portugal, mas se, realmente, alguém tivesse intenção de os resolver, já estariam resolvidos. Não são necessárias Cimeiras para se chegar à conclusão do que está mal ou do que se tem que fazer para implementar melhorias, é necessário vontade. Vontade é “coisa” que quem tem na mão o poder de decisão, não tem nem…

Os Compromissos da Delegação Portuguesa na  Cimeira Internacional Sobre a Profissão Docente

  1. Desenvolvimento de programas integrados envolvendo diversas áreas da governação em apoio às escolas de comunidades desfavorecidas, direcionados a essas comunidades, para a promoção de equidade, sucesso e inclusão.
  2. Implementação de novas estratégias de ensino e de novos métodos e práticas pedagógicas, a par de investimento na formação inicial e contínua e desenvolvimento de qualificações para o trabalho em rede.
  3.  Assunção de que o envelhecimento da profissão docente é um problema que terá de ser tratado; valorizar a autonomia das escolas e dos professores através da promoção de tempos e espaços para o trabalho colaborativo, reforçando a participação dos professores nos processos de decisão ao nível da Escola..

 

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Cartoon do dia – O banho de burocracia – SDPA

 

 

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“FURA”, um Album de Maria João Fura

 

Vamos sortear entre os leitores do Blog DeAr Lindo, 5 bilhetes duplos para o  concerto de Lisboa. Para isso têm de responder, nos comentários do post, a duas questões e encontrar-se entre os 5 primeiros a responder corretamente. (Os participantes têm de se encontrar devidamente identificados com nome e e-mail valido)

Como são as canções do album “Fura”?

Em que ano, Arlindo Ferreira, “fundou”o Blog DeAr Lindo?

 

A cantora e compositora (professora) Maria João Fura apresenta em concerto o seu disco de estreia “FURA”. Com fortes melodias e sonoridade multifacetada as 12 canções abordam o quotidiano atual com ironia, numa viagem entre a Bossa-Nova, o Pop-Eletroacústico, o Cool Jazz e a World Music. A sua  autenticidade tem merecido o reconhecimento do público em concertos em Portugal e no Brasil, bem como do meio musical  tendo sido selecionada para os prémios Zeca Afonso e Ary dos Santos, com duas canções que estão agora neste disco. Concerto a não perder!

 

Teatro do Bairro – 14 de abril . 22h
Concerto  Maria João Fura em Quinteto –  Lançamento do Album “FURA”
Casa da Música – 19 de abril . 22h
Concerto  Maria João Fura em Quinteto

Mais informação: www.mariajoaofura.com

https://www.facebook.com/mariajoaofura

 

 

 

 

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O Estado gasta cada vez menos com salários…

… de quem trabalha…

Peso dos salários do Estado na economia em mínimos dos últimos 29 anos

Congelamento dos salários, crescimento económico e elevado volume de reformas têm empurrado o custo com pessoal em percentagem do PIB para valores mínimos. Uma tendência que será para manter nos próximos anos.

 

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Procedimento conducente à elaboração do despacho que determina o calendário dos estabelecimentos de educação e de ensino, bem como o calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário

 

Serve a presente publicação para informar que é dado início ao procedimento conducente à elaboração do despacho que determina o calendário dos estabelecimentos de educação e de ensino, bem como o calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário.
 
Publicado a 26 de março de 2018. A constituição como interessado pode fazer-se nos 10 dias úteis subsequentes.
 
A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida ao Diretor-Geral da Educação e enviada para o endereço eletrónico [email protected]

Procedimento conducente à elaboração do despacho que determina o calendário dos estabelecimentos de educação e de ensino, bem como o calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário

A preparação do referido despacho justifica-se para os efeitos previstos na Lei n.º n.º 5/97, de 10 de fevereiro, bem como no n.º 3 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, na redação atual, tendo o procedimento por objeto concretizar o calendário: dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, dos estabelecimentos particulares de ensino especial, bem como o calendário das provas de aferição, de final de ciclo e de equivalência à frequência do ensino básico, dos exames finais nacionais e das provas de equivalência à frequência do ensino secundário.

ficheiro para descarregar

 

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De que se falou na reunião do Conselho Geral da FNE

 

 

 

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Sugestão de Leitura – Experiências loucas e factos bizarros – Dark Frame

 

Olá, pessoal! Daqui fala o D4rk!

Todos conhecem as experiências incríveis que faço no meu canal. Fiz este livro para que também tu possas ser um cientista e divertires-te tanto quanto eu. Podes fazer um candeeiro de lava com o azeite que a tua mãe tem na cozinha. Podes enganar os teus amigos com ranho caseiro feito de gelatina e surpreendê-los com um tornado dentro de um frasco, feito com detergente da louça. Até chuva em casa vais conseguir fazer!

Pelo meio partilho contigo factos nojentos e megabizarros… Acredita em mim: a Natureza está cheia de coisas estranhas! Nem imaginas por onde é que a lagosta faz xixi!!! E de certeza que não sabes o que acontece às vacas se ouvirem música. E qual o petisco preferido dos coalas? Quando souberes vais deixar de os achar assim tão fofinhos…

Espero que te divirtas tanto com este livro como eu me diverti a fazê-lo!

 

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Divulgação – VAMOS QUEIMAR AS POLÍTICAS DESEDUCATIVAS DE JUDAS

 

Dia 29 de março, quinta-feira, às 15h na DGEST do Porto.

 

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Desabafo de uma professora… farta disto tudo.

 

Podíamos parar um país., mas como não somos unidos brincam connosco. Era só deixar os alunos em casa em inícios de ano letivo ou períodos escolares, por alguns dias.
Viu-se agora na última greve, sinto-me tão revoltada com o gozo que tem sido a minha carreira, com 53 anos no 6.º escalão e sem perspetivas de subir ao 7.º.

Já tive todos os cargos, coordenações, gestão, titular, de nada me valeu. O meu curso no magistério era equivalente a bacharelato, então fiz mais dois anos na universidade, todos os dias das 17h às 22h, de segunda a sexta, em pós-laboral, um sacrifício enorme. Ou seja, tenho uma licenciatura de 5 anos. Tudo isto para um dia me reformar num escalão mais alto. Fui defraudada. De nada me valeu, abençoadas as que não se chatearam com isso. Bailei sempre com a mais feia, vi as minhas colegas monodocentes reformarem-se na minha idade, vejo os outros colegas, de outros ciclos, com tardes ou dias livres. Com os monodocentes dão-nos um ano sem turma, em que os docentes que aceitam são despejados nos apoios educativos. Não obrigado!

Vejo o futuro negro e sinceramente estou farta. Decidi este ano demitir-me do cargo de coordenadora de departamento, cargo que quase sempre tenho ocupado, agora outras que o assumam, pois, a tutela nunca valorizou nem pagou devidamente a quem tem turma e ainda cargos. Chega. para mim e está na altura de distribuir a carga e deixar de ser otária para quem não merece o nosso esforço. Ganho o mesmo.
Na última greve, fiz os quatro dias, vou comer muita açorda com o enorme desconto no vencimento, mas fiz esse sacrifício e farei todas as lutas futuras. Pelo menos fico melhor com a minha consciência. Isto, se as lutas existirem, pois, os sindicatos andam brandos. Os meus colegas, na sua maioria, estão contentes com a tutela, o povo é sereno, eu é que já não vou em conversas.

Este governo tem sido uma deceção, também em matéria de educação. Espero que se reflita nas próximas eleições.

Ana Reis

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REJEITADAS, na AR, propostas para a aposentação docente…

 

Foram rejeitados os projetos de resolução para a criação de um regime de aposentação para os professores. Nenhum dos 3 projetos foi aprovado. Se verificarmos as votações vamos concluir que o PS votou contra em todas as votações, por isso não quererão ceder a esta exigência, mais do que justa, dos docentes. As palavras do PM nunca foram tão ocas como hoje, a sua afirmação de 8 de junho do ano passado, num debate quinzenal, foi para entreter meninos.

 

 

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Estou doente, vou faltar à reunião de avaliação…

 

Estamos no final do segundo período. Começa o trabalho administrativo de preparar avaliações e reuniões.

Os professores agarram-se aos seus computadores e escrevem relatórios preenchem grelhas e grelhinhas em Excel e plataformas de trabalho, discutem avaliações, progressões e regressões, elaboram atas de reuniões infindáveis e “decidem” o tamanho dos ovos da Páscoa a receber por cada aluno…

Terça-feira vai ser um dia complicado, a Professora Maria (vamos chamar-lhe assim) está de atestado, adoeceu e está acamada. A reunião de avaliação é terça-feira e a Maria está impossibilitada de apresentar a avaliação dos alunos à sua disciplina. O Diretor ligou-lhe, o marido atendeu e deu-lhe a conhecer o estado de saúde em que a Maria se encontra, não vai conseguir elaborar a avaliação. Os alunos não vão ter avaliação à disciplina da Maria em tempo útil.

Esta situação acontece. Não é a primeira vez nem será a ultima, os professores também adoecem em época de avaliação. A legislação menciona que um professor só poderá faltar a uma reunião de avaliação com um atestado médico como justificação dessa falta, mas, muitas vezes, os professores não deixam os alunos sem a sua avaliação. É uma situação que contradiz o próprio atestado médico, se está incapacitado para o exercício de funções, está incapacitado para o exercício de todas as funções, elaboração de documentos de avaliação incluídos.

Como estão a resolver uma situação destas nos vossos agrupamentos? O professor envia por e-mail a avaliação, ou os alunos são avaliados à posteriori?

 

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À porta da cimeira internacional sobre a profissão docente …

 

 

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Outra vez as Viagens de Finalistas…

Mais uma vez envoltas em polémica, as viagens de finalistas continuam a ser um momento dos mais esperados do ano pelos alunos. Mas nada do que as envolve parece ser idílico ou paradisíaco.  Tornou-se usual ouvir falar de viagens de finalistas por esta altura, seja pelas operações policiais, de fiscalização de “bagagens” na fronteira, pelas condições em que os estudantes são acomodados, pelos comportamentos que alguns têm e, agora, pela organização estar a ser realizada, supostamente, por docentes.

A prática, das viagens de finalistas, generalizou-se há uns anos e tem vido a prosperar. Enlatam-se adolescentes, menores de idade, em autocarros e enviam-se para o sul de Espanha por uns dias. As viagens de finalistas nada têm a ver com a escola e com o que lá se faz. É uma atividade meramente económica onde há quem ganhe muito dinheiro, mas não é a escola ou os professores. Muita tinta já correu sobre este assunto e, pelos vistos, muita mais vai correr. As escolas deviam proibir qualquer atividade, dentro das mesmas, relacionadas com atividades económicas não relacionadas com o processo de ensino/aprendizagens. Uma coisa é comprar um caderno, uma caneta, ou um livro, outra é vender viagens de lazer dentro de um estabelecimento de ensino.

 

Professores apanhados a promover viagens de finalistas

A Inspeção-Geral de Educação e Ciência (IGEC) detetou escolas que promoviam viagens de finalistas e onde professores não só acompanhavam os alunos nessas excursões como assumiam funções de promotores turísticos. Os responsáveis e os docentes visados podem incorrer em sanções disciplinares, apurou o JN. Na sequência do relatório da IGEC, o Ministério proibiu expressamente todos os 811 agrupamentos escolares com ensino secundário de qualquer atividade de promoção ou organização de viagens.

 

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Bem-estar dos professores não é prioridade para o governo…

… nem este nem os anteriores. Os próximos, se tiverem os anteriores como exemplo, dar-nos-ão um futuro risonho e cheio de alegria… “aldra”!!!

 

Bem-estar dos professores deve ser prioridade para os Governos

Como garantir que os docentes se sintam bem com o trabalho é uma das questões em debate numa cimeira que reúne em Lisboa representantes governamentais e sindicais de mais de 30 países.

 

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Procedimento Concursal Simplificado – 1° CEB – 3.° Aviso de Abertura – Estugarda, Alemanha

 

Informam-se todos os interessados de que o 3.º Aviso de Abertura do Procedimento Concursal Simplificado destinado ao recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para o 1.º CEB, língua alemã, horário a prover – EST08, se encontra disponível, em virtude da ausência de candidatos no período estabelecido pelo anterior aviso para apresentação de candidaturas.

Horários a provimento : EST08 – 1.º CEB – Alemão – (Clique no código do horário para ter acesso ao mesmo)

A candidatura deve ser apresentada no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis a contar do primeiro dia útil seguinte ao da data de publicitação de abertura do presente procedimento.

Aviso de abertura e todas as informações disponíveis aqui.

 

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Recomendação do Provedor de Justiça relativo à data dos efeitos da bonificação por Mestrado/Doutoramento

 

Esta recomendação é de 2001, mas o principio mantém-se e ainda se deve aplicar em relação às duvidas que agora têm surgido…

 

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Requisição de Docentes 2018/19 – INSTITUTO DOS PUPILOS DO EXÉRCITO

 

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Opinião – Juntar o insulto à injúria – Santana Castilho

 

Juntar o insulto à injúria

António Costa virou a página da perda de rendimentos de um universo significativo de portugueses. Com isso e uma conjuntura europeia mais favorável, gerou um clima de optimismo, de que vai vivendo. O que fez contrasta, inequivocamente, com o ambiente de esmagamento do Estado social e empobrecimento da generalidade dos trabalhadores e reformados, promovido por Passos Coelho. Mas não acabou com a austeridade. Fino, apenas a redistribuiu de modo menos bruto e evidente. Que o digam os diferentes serviços públicos, com o SNS à cabeça, garroteados pelas cativações de Centeno.
Pese embora o crescimento verificado, a verdade é que a acção do Estado, como dinamizador económico, está fortemente condicionada pelo custo da enorme dívida pública. Assim, não se vê uma significativa correcção dos desequilíbrios persistentes na economia portuguesa. A industrialização é pouco expressiva, particularmente quando comparada com a terciarização, onde o turismo marca destaque. A precariedade laboral e os salários baixos persistem e é o poder financeiro que continua a captar o maior quinhão da riqueza produzida. A reestruturação da dívida da banca, politicamente acarinhada e protegida por Costa e Centeno, custou e continua a custar milhares de milhões retirados à coesão de todo um território, ciclicamente fragilizado e desprezado.
É neste contexto que devemos analisar o contencioso entre os professores e o Governo.  António Costa começou por injuriar os professores quando escolheu para ministro um jovem inexperiente, há anos residente no estrangeiro, que nunca deu uma aula ou escreveu uma linha sobre Educação, sem currículo que o qualificasse para o cargo. Como era previsível, o que estava mal não foi corrigido, boa parte do que estava bem tem vindo a ser destruído e muito do péssimo de outrora foi recuperado.
Mas à injúria, o Governo acrescentou agora o insulto. Porque é um insulto aldrabar sem pudor as contas sobre o custo do descongelamento das carreiras. Porque é um insulto fixar 133 vagas para acesso ao 5º escalão, quando são 14.000 os que reúnem condições para progredir, ou 195 para acesso ao 7º, quando são 8.000 os que poderiam transitar. Porque é um insulto querer transformar nove anos, quatro meses e dois dias de serviço efectivamente prestado em dois anos, nove meses e dezoito dias, para efeitos de progressão na carreira.
O Governo invoca a sustentabilidade das contas públicas para fazer tábua rasa de um Estatuto de Carreira que o PS aprovou, que está em vigor e como tal deve ser cumprido. Mas volta a insultar os professores quando a sustentabilidade não importa desde que os protagonistas sejam outros.
A EDP, que em 2017 ultrapassou os 1100 milhões de lucro, em vez de pagar 29,5% de IRC, pagou apenas 0,7%, por obra e graça de benefícios fiscais. Os 438 milhões que assim reteve não contaram para a sustentabilidade.
Os 1498 milhões de euros de encargos brutos que as PPP das estradas pesam no OE de 2018 significam uma redução de, apenas, cinco milhões, relativamente a 2017. Mas o aumento das receitas previstas é de 327 milhões. Em vez de coragem para extinguir as 22 perdulárias PPP rodoviárias, o Governo manteve a complacência de pagar rendas imorais, independentemente do número de viaturas que transitem nas autoestradas concessionadas, sem preocupação aparente relativamente ao impacto na sustentabilidade orçamental. Idem para os 471 milhões das PPP da saúde ou os 41 para o diligente SIRESP. E, cereja em cima do bolo, ao mesmo tempo que proclamava em Estrasburgo que “adiar as reformas só as tornará mais difíceis”, António Costa adiou a solução do monumental imbróglio do Montepio Geral, permitindo que a sua Associação Mutualista transformasse 251 milhões de euros de capitais negativos em 510 milhões de capitais próprios positivos, via uma milagrosa operação contabilística de créditos fiscais concedidos, no valor de 809 milhões de euros.
O Estado de direito de António Costa parece ser o que permite a uns o que mais lhes convém, enquanto nega a outros o que lei estabelece.
In “Público” de 21.3.18

 

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Divulgação – XI Jornadas Educativas

 

No próximo dia 28 de março de 2018 (quarta-feira), realizar-se-ão as XI Jornadas Educativas do Agrupamento de Escolas de Valongo do Vouga, na Escola Sede do Agrupamento, intituladas (Des)Construir a Escola.

Este ano pretendemos refletir acerca da mudança necessária na Escola, visando a desconstrução de velhas práticas e a adoção de estratégias, metodologias e práticas que visem a inovação pedagógica e uma escola verdadeiramente inclusiva para todos.

Neste sentido, iremos contar com a presença, da parte da tarde, da Professora Doutora Ivete Azevedo da EPIPSE – Equipa de Projetos de Inclusão e Promoção do Sucesso Educativo, Direção Geral de Educação (DGE), com a comunicação intitulada Inovação Educativa: para quê, como e quando? e da Professora Doutora Filomena Pereira da DSEEAS – Direção de Serviços de Educação Especial e Apoios Socioeducativos, Direção Geral de Educação (DGE), com a comunicação intitulada Enquadramento legal para uma Escola Inclusiva – o que há de novo?.

Na sessão noturna, contaremos com a presença da Dra. Paula Varandas para debater a problemática da criminalidade juvenil, através da comunicação intitulada Educar para o Direito – Criminalidade Juvenil: perspetivas jurídicas.

 

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CORRENTE SINDICAL SOCIALISTA EXIGE QUE O GOVERNO RESTITUA INTEGRALMENTE O TEMPO DE SERVIÇO ROUBADO AOS PROFESSORES

 

CORRENTE SINDICAL SOCIALISTA EXIGE QUE O GOVERNO RESTITUA INTEGRALMENTE O TEMPO DE SERVIÇO ROUBADO AOS PROFESSORES

Moção aprovada:
Decorreu a semana passada, convocado por todos os sindicatos do setor, uma greve de educadores de infância e de professores dos ensinos básico e secundário que mobilizou massivamente os professores portugueses e que constituiu um momento de afirmação da classe docente e da sua luta por melhores condições de trabalho, em prol de uma Escola Pública mais forte.
Esta greve aconteceu a partir do momento em que o Ministério da Educação manifestou a intenção de incumprir o acordo assinado com as organizações sindicais de professores a 18 de novembro de 2017, onde consta, entre outros, o compromisso explícito de negociar “o modelo concreto da recomposição da carreira que permita recuperar o tempo de serviço”, a desenvolver em cinco anos, entre 2019 e 2023.
O Governo veio, contra o acordado, dizer que só recuperará dos 9 anos, 4 meses e 2 dias congelados aos professores, 2 anos e 10 meses desse tempo, através de uma “engenharia” matemática incompreensível, agravando ainda mais o problema ao não considerar quer a contabilização do tempo de serviço efetivamente cumprido pelos professores antes da profissionalização, quer do tempo de serviço prestado pelos professores nos setores particular e cooperativo.
O Núcleo de Professores da Corrente Sindical Socialista da CGTP/IN, a organização dos socialistas e simpatizantes do PS membros dos sindicatos da CGTP/IN vêm, deste modo, manifestar a sua perplexidade perante este comportamento desconforme com a boa-fé negocial, sem ter em conta a necessidade do PS de recompor as relações do Governo com os professores portugueses, depois de anos de chumbo e ataque aos professores portugueses e à Escola Pública.
A recuperação integral do tempo de serviço congelado aos professores, 9 anos, 4 meses e dois dias, constitui um elemento central e decisivo de uma política de recuperação da Escola Pública enquanto elemento estruturante da Democracia Portuguesa, no pressuposto socialista de que uma Carreira Docente forte e qualificada é condição necessária de uma Escola Pública que seja verdadeiro agente de elevação e igualdade social. Aliás, a não ser recuperado integralmente aquele tempo de serviço isso constituiria uma completa desestruturação da Carreira Docente, condenando muitos dos professores portugueses a uma carreira medíocre, impedindo-os, no tempo útil da sua vida profissional, de passarem do 5.º ou 6.º escalões, numa carreira de dez escalões, com efeitos completamente destrutivos nas suas condições de vida e de aposentação.
O Núcleo de Professores da Corrente Sindical Socialista da CGTP/IN, em acordo, aliás, com a decisão e o voto dos deputados socialistas que aprovaram a Resolução da Assembleia da República n.º 1/2018, e tendo em conta a absoluta necessidade de recuperação de todo o tempo de serviço dos professores portugueses, insta o Governo a que “seja contado todo esse tempo, para efeitos de progressão na carreira e da correspondente valorização remuneratória”.
Espanta-nos, para além de tudo, que o Governo, que depende, para governar, da maioria de esquerda atualmente existente na Assembleia da República, esteja neste momento, pelo menos no setor da educação, em contradição com a opção que sobre o assunto tomaram todos ao partidos de esquerda, PS, PCP, BE e PEV, no que parece constituir uma certa duplicidade política.
Instamos, pois, novamente, o Governo, em coerência com o PS na Assembleia da República, a recuperar, ao invés de agravar, as feridas do passado e as fraturas que outrora foram causadas na sua relação com os professores portugueses, a bem da Escola Pública e da democracia Portuguesas.
Entretanto, o Núcleo de Professores da Corrente Sindical Socialista da CGTP/IN, saúda a capacidade de luta e a mobilização dos professores portugueses.
Lisboa, 17 de março de 2018
Pelo Núcleo de Professores da Corrente Sindical Socialista da CGTP/IN

 

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A “Perplexidade” dos professores socialistas…

 

… é algo preocupante. Será que, mesmo sendo socialistas, não sabiam as orientações do Partido Socialista para a politica económica? A mim, que até estava com alguma esperança em que devolvessem mais qualquer coisinha, não causou qualquer perplexidade, como é possivel que a cause dentro das hostes do partido?

Mas ainda bem que se manifestam perplexos…

 

Professores do PS perplexos com posição do Governo sobre tempo de serviço

“Perplexidade”. É deste modo que professores que são militantes e simpatizantes do PS afirmam encarar o comportamento do Governo a propósito da recuperação, para efeitos de progressão, do tempo de serviço prestado pelos docentes durante o período de congelamento das carreiras. Os sindicatos de professores afirmam que estão em causa nove anos, quatro meses e dois dias, mas a proposta que o Governo apresentou como sendo a última apenas contabiliza pouco mais de dois anos.

in Público

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Vamos ser todos mestres..

Licenciaturas pré-Bolonha vão ser equiparadas a mestrados

O ministro do Ensino Superior, Manuel Heitor, confirmou nesta segunda-feira ao PÚBLICO que as licenciaturas realizadas antes da reforma de Bolonha, lançada há 10 anos, vão ser “equiparadas” a mestrados para efeitos de concursos e não só. “Não se trata de atribuir graus académicos, mas sim de uma equiparação”, frisou à margem do seminário realizado nesta segunda-feira no Conselho Nacional de Educação (CNE) subordinado ao tema “Ensino Superior em Portugal, uma estratégia para o futuro”.

Ou seja, um licenciado pré-Bolonha não passará a ser um mestre, mas passará a ter uma equiparação que “é válida para todos os efeitos legais, sendo que aí se incluem concursos de recrutamento, concursos para ingresso em ciclos de estudos e todas as outras dimensões do quotidiano em que seja exigido o grau de mestre”, especificou o Ministério do Ensino Superior numa nota escrita enviada posteriormente ao PÚBLICO.

O mesmo será válido para quem tenha um grau de bacharel, passando neste caso a ser equiparado a licenciado. O ministério esclareceu que esta alteração “será inserida no decreto-lei que estabelece o regime jurídico de graus e diplomas, que se encontra actualmente em discussão pública”. Este diploma faz parte do pacote legislativo apresentado pelo Governo a 15 de Fevereiro, na sequência da avaliação do ensino superior português feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, e que voltará em Abril a Conselho de Ministros.

Segundo Manuel Heitor, a equiparação dos graus de bacharel a licenciado e de licenciado a mestre foi decidida na sequência de um debate com a Ordem dos Engenheiros, que é a classe profissional que a nível de emprego tem sido mais afectada. Muitos têm apenas o grau de bacharel e são por isso preteridos, sobretudo na contratação internacional, quando na prática o seu tempo de formação é igual ao dos licenciados pós-Bolonha (três anos).

O argumento de terem o mesmo tempo de formação é também o usado para justificar a equiparação do grau de licenciado a mestre e para a estender a todas as áreas de formação e não só às engenharias. Com a reforma de Bolonha, a duração dos primeiros ciclos (licenciatura) passou a ser de três anos, sendo frequentemente associada a um mestrado que estende o prazo para cinco anos. Muitas das licenciaturas pré-Bolonha tinham os mesmos cinco anos de duração.

Actualmente, já era possível aos licenciados pré-Bolonha pedir a equivalência ao grau de mestre. Mas para tal tinham de solicitar às instituições onde estudaram para rever os seus processos e, caso fosse necessário, “fazer algumas disciplinas e apresentar e defender um relatório final”, tudo isto com custos de centenas de euros.

Também à margem do seminário realizado no CNE, Manuel Heitor reconheceu, em declarações à Lusa, que existem instituições com pouca capacidade para receber estudantes estrangeiros, mas lembrou que estão em curso várias medidas legislativas, no âmbito do pacote que está agora em discussão pública, e que as universidades têm de se responsabilizar pelos processos.

As declarações de Heitor surgem na sequência de uma notícia divulgada nesta segunda-feira pelo PÚBLICO, onde se dá conta, com base nos resultados de uma tese de doutoramento, que as universidades portuguesas não estão preparadas para acolher o crescente número de estudantes estrangeiros que as procuram. Cursos que são anunciados em inglês mas que acabam por ser ministrados em português foi um dos problemas identificados.

Precariedade e finanças

Na abertura do seminário realizado no CNE, Manuel Heitor considerou que o fim da precariedade no emprego científico “não é sobretudo uma questão financeira” e que passará essencialmente “por uma opção clara do Governo sobre o que deve ou não ser feito”, nomeadamente nos sectores onde aquela situação é mais expressiva: os bolseiros de doutoramento e os professores convidados.

Manuel Heitor defendeu que estas categorias são para manter, mas que não devem ser utilizadas para alimentar trabalho precário. “Atingimos níveis de precariedade que não podemos mais esconder e que exigem um esforço que tem de ser claramente admitido no sentido da dignificação das carreiras académicas e científica”, afirmou.

No princípio de Março, no final de uma audição na Comissão Parlamentar de Educação, o ministro admitiu que, dos 1050 requerimentos já analisados no âmbito do programa de regularização de precários, apenas 37 foram aprovados pela respectiva comissão de avaliação.

 

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Aumentos? Nem para o ano…

… descongelas e não digas que vais daqui. Inflação? Isso só serve para justificar números que não incluam pagamento de trabalho…

 

Governo não vai abrir cordões à bolsa no OE2019

Está excluída qualquer hipótese de haver aumentos salariais para os funcionários públicos em 2019, garantiu ao PÚBLICO um membro do Governo, explicando que o próximo Orçamento do Estado continuará a ser de contenção uma vez que “não haverá mais dinheiro” para que se abram os cordões à bolsa.

in Público

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Hoje é dia de greve nas cantinas…

 

Trabalhadores de empresas que exploram as cantinas das escolas ou hospitais públicos protestam esta segunda-feira contra salários que consideram miseráveis.

Como os entendemos…

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Sugestão de Leitura – Aprende a programar passo a passo com o Scratch – Manuel Menezes de Sequeira e Nélio Codices

 

Queres aprender a programar? Dominar a linguagem de programação? Fazer os teus próprios jogos, pensados e programados por ti?

Então este livro é para ti! Tudo o que precisas é de um computador, ligação à Internet e muita imaginação!

Manuel Menezes de Sequeira, fundador do clube de programação CoderDojo LX, primeiro CoderDojo português, e Nélio Codices, fundador do estúdio de videojogos Battlesheep, ensinam-te passo a passo, a criares o teu próprio jogo de computador usando o Scratch, um ambiente de programação e uma linguagem de programação visual, gratuita.

 

Ao longo deste guia visual irás aprender os princípios mais importantes de programação e a desenvolver, capítulo a capítulo, um jogo inspirado no squash, um jogo de raquetes que se joga entre quatro paredes. Este é apenas o princípio. Depois deste jogo, e com os conhecimentos adquiridos podes dar asas à tua criatividade e explorar este mundo maravilhoso da programação. Estás preparado para o desafio?

 

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De que se queixam os Diretores…

Muitas das queixas podem-se aplicar a qualquer professor, outras são exclusivas deles. Nenhum deles se queixa do seu diretor… essa pode ser considerada uma queixa exclusiva de quem tem um…

 

Os atuais desafios na preparação do diretor de escola pública em Portugal

O estudo realizado em Portugal, em 2016, inserido no projeto International Study of the Preparation of Principals (ISPP), investigou a perceção dos diretores de escola sobre a sua preparação para o cargo, assim como as atuais dificuldades no trabalho dos diretores.

No âmbito deste estudo, foi aplicado um inquérito por questionário aos diretores de escolas públicas da região de Portugal continental que contou com uma adesão significativa de diretores – 67% da totalidade dos diretores participaram no inquérito (543 diretores).

Os resultados do estudo indicaram que, decrescentemente, segundo os próprios diretores, as suas dificuldades atuais estão relacionadas com a gestão da burocracia; equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal; gestão do tempo; aquisição de equipamentos; equilíbrio entre as exigências do sistema e as necessidades locais; gestão financeira; contratação de pessoal; gestão do fraco desempenho das pessoas; melhoria do ensino-aprendizagem.

Para além dos atuais problemas apontados pelos diretores, o estudo explorou a perceção dos diretores acerca da sua preparação (antes do exercício do cargo), diagnosticando, assim, as lacunas na sua preparação e apontando estratégias de melhoria e de desenvolvimento profissional. Simultaneamente, o estudo permitiu definir o perfil-tipo do atual diretor de escola; mapear a oferta formativa especializada em administração escolar; aferir da utilidade da formação em administração escolar; analisar o posicionamento dos diretores quanto à questão da profissionalização do cargo; detetar diferenças estatisticamente significativas entre grupos de diretores estratificados por género, experiência em gestão, formação em administração escolar, dimensão da escola, nível socioeconómico da comunidade local e localização geográfica da escola.

O diagnóstico obtido através deste estudo contribui, assim, para um enfoque nos esforços necessários de preparação e de desenvolvimento profissional dos diretores de escola, através de indicações mais precisas e baseadas nas suas necessidades, para uma formação mais específica, mais prática e indutiva em administração escolar, realçando e fomentando a importância de um trabalho conjunto, articulado e de apoio entre diretores, formadores, investigadores e a tutela.

Hélder António de Mendonça e Silva
Investigador do ISPP e do CICS.NOVA

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Março é mês de novos escalões e retroativos…

Quem subiu de escalão remuneratório durante os meses de janeiro e fevereiro, já vai ver 1/4 do novo escalão/índice no recibo de vencimento deste mês. Reparem que para alguns o segundo escalão e os restantes têm como vencimento base apenas a diferença de 1/4 face ao antigo escalão. Parece que dentro do mesmo escalão há índices diferentes… mas não, é apenas uma prestação do empréstimo aos bancos que já deve ter sido devolvida…

 

 

 

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Conferência de Imprensa das Organizações Sindicais sobre a Greve

 

 

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Cartoon do dia – Ai Costa… Costa! Atina… Costa! – SDPA

 

 

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Vamos para a rua? Temos de ir…

 

Não podemos continuar a adiar uma demonstração de força na rua.

É incontornável outra manifestação como a 08/03/08…

 

Sindicatos querem voltar a ter cem mil na rua. O que mudou em dez anos?

 

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Cartoon do dia – E a greve… vencerá! – SDPA

 

 

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