Aberto o concurso de afetação – formulário de candidatura ao Concurso Interno de Afetação 2018/2019, entre 11 e 15 de junho, acrescido de dilação de 2 dias úteis..
Jun 11 2018
Aberto o concurso de afetação – formulário de candidatura ao Concurso Interno de Afetação 2018/2019, entre 11 e 15 de junho, acrescido de dilação de 2 dias úteis..
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Jun 11 2018
Para os mais esquecidos ou distraídos…
Aplicação disponível entre o dia 5 de junho e as 18:00 horas de 11 de junho de 2018 (hora de Portugal continental).
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Jun 10 2018
Pai, como é que salto à corda?
Às vezes ficamos muito adultos, muito sérios. Muito cheios de nós próprios. O azedume, o olhar baço, nasce assim. Dos dias repetitivos de perda. Dos filhos que entregamos à escola e às redes sociais. Que corremos o risco de ir perdendo com a desculpa do tempo. E há uma vergonha mal dissimulada sempre que damos por nós a achar que somos ridículos quando eles nos pedem coisas simples que vamos deixando para trás. Saltar à corda.
– Papá (o mais novo trata-me sempre assim quando fica sem jeito, quando não é bem um pedido, é um apelo desesperado, e dá um estalido com a língua como fazemos quando tentamos falar castelhano),…tenho provas de aferição e não sei saltar à corda.
A inquietação do pedido não tem culpa direta na escola, onde os resultados da Educação Física no 1.0 Ciclo deviam deixar os pais corar de vergonha. A maioria das crianças não só não sabem fazer uma coisa tão simples quanto saltar à corda, como 40% se mostram incapazes de dar uma cambalhota para a frente mantendo a direção e levantando-se com os pés juntos. E 31% não conseguem sequer participar num jogo infantil de grupo.
Não. A culpa não é dos professores assoberbados de programas exigentes para cumprir, embora muitos exerçam a profissão porque sim. Experimentem, pais, dar uma aula na turma dos vossos filhos para perceberem o desespero de quem ensina. Nem é só da falta de condições de muitas escolas, dos horários letivos por preencher, ou dos tablets e telemóveis e jogos de consolas com que encharcamos o tempo dos nossos filhos. A culpa é da culpa da falta de tempo. Estendam agora os resultados da corda à Matemática, ao Português, à História. Ou a áreas que descuramos, no vício das metas curriculares e da pressa, como a Música e a Expressão Plástica. É pobre a nossa herança.
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Jun 09 2018
Portugal. La grève des professeurs, dernier test pour l’exécutif
Mobilisés depuis plusieurs mois, les enseignants portugais réclament le rattrapage de leurs salaires, gelés durant neuf ans. “Nous n’avons pas l’argent”, leur a répondu le Premier ministre, dont la majorité se retrouve menacée à un an des élections législatives.
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Jun 09 2018
Intervenção do 1.º ministro há um ano na Assembleia da República
Só para recordar. Faz hoje, dia 8 de junho, precisamente um ano que o 1.º ministro teve esta intervenção na A. R. quanto à aposentação:
“…relativamente à idade de reforma, como sabe, aquilo que é entendimento pacífico é que não deve haver alterações nessa idade, deve haver sim, uma alteração e criar condições, para que possa haver um conteúdo funcional distinto, em particular, relativamente àquelas situações onde há efectivamente discriminação, que tem a ver com situações de monodocência que não beneficiam de redução de horário.”
Assistimos, pela 1.ª vez, se a memória não me atraiçoa, a um 1.º ministro a reconhecer que há discriminação com os monodocentes. Senti um enorme gáudio quando ouvi em direto o 1.º ministro a proferir estas palavras. Pus muitas reticências se estas palavras iriam contribuir para um tratamento de equidade para com os professores do 1.º ciclo e educadores de infância que há muito anseiam e merecem.
A 14 de junho, na senda dessa lógica, nas reuniões do ME com os sindicatos foi assumido pela tutela o compromisso relativamente à aposentação de assegurar para os trabalhadores docentes, o paralelismo de eventual tratamento diferenciado.
E de então para cá o que fizeram os sindicatos. Que eu tenha conhecimento remeteram-se ao silêncio sobre esta intervenção, com honrosa exceção de dois sindicatos que defenderam um regime especial de aposentação para os monodocentes.
Sinceramente é manifestamente pouco, no universo de sindicatos de professores, só dois pugnarem pela concretização deste parecer de António Costa. Em meu entender, caso os professores do 1.º ciclo e educadores de infância merecessem o devido respeito da maioria dos sindicatos, todos eles não mais se calariam enquanto a promessa do 1.º ministro não fosse realizada. Se já vimos compromissos assinados e o governo a não cumprir, veja-se o caso recente da contagem integral do tempo de serviço, então se a maioria dos nossos representantes continuarem calados sobre este assunto, é óbvio que estas palavras cairão em saco roto. Não se esqueçam, os professores do 1.º ciclo e educadores de infância precisam dos sindicatos, que são os seus representantes legais, mas os sindicatos também precisam destes profissionais da educação.
Seria bom se passassem a ter outra postura e defender todos os professores no sentido de se gerar uma opinião consensual por um regime especial de aposentação para os docentes e de um regime específico para os professores do 1º ciclo e educadores de infância ou por outras medidas similares.
José Carlos Campos
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Jun 09 2018
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Jun 07 2018
Greve já impediu reuniões de avaliação em 100 escolas, diz sindicato
Os primeiros três dias da greve às avaliações marcada pelo novo Sindicato de Todos os Professores (STOP), que se iniciou no passado dia 4 e se prolongará até dia 15, levaram ao cancelamento de todas reuniões previstas para essas datas, indicou ao PÚBLICO um dos dirigentes desta estrutura sindical, André Pestana.
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Jun 07 2018
Organizações sindicais de professores convocam a luta com os olhos postos na negociação
As organizações sindicais de professores e educadores – ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SIPE, SIPPEB e SPLIU – reuniram-se hoje para avaliar o ciclo negocial que se desenvolveu esta semana e os resultados dele decorrentes.
Avaliando de forma muito negativa a reunião realizada em 4 de junho com a presença do Ministro da Educação, bem como as declarações do Primeiro-Ministro no debate quinzenal que teve lugar, ontem, na Assembleia da República, as organizações sindicais de professores e educadores decidiram:
– Manter aberta a janela negocial que, na próxima semana, tem já previstas reuniões a 14 e 15, para negociação do despacho de organização do próximo ano letivo, admitindo, ainda, continuar negociações sobre a recuperação do tempo de serviço, não para estabelecer o tempo a recuperar, mas, como determina a Lei do Orçamento do Estado, o prazo e o modo de o fazer;
– Entregar, em 15 de junho, novos pré-avisos de greve ao serviço de avaliações que permitam prosseguir o protesto, caso o problema do tempo de serviço não esteja ainda solucionado. Estes pré-avisos deverão abranger o período compreendido entre 2 e 13 de julho;
– Diligenciar junto dos serviços jurídicos dos Sindicatos de Professores sobre a possibilidade de cada organização avançar com ações contra Estado Português, em representação dos seus associados, credores que são de 9 anos, 4 meses e 2 dias cumpridos, mas não considerados para efeitos de carreira, e alvo de tratamento discriminatório dentro da Administração Pública;
– Manifestar disponibilidade para convergir com outros setores da Administração Pública a quem o Governo também tem recusado recuperar o tempo de serviço cumprido durante o período de congelamento;
– Caso, no início do próximo ano letivo, o Governo insista em não contar todo o tempo de serviço cumprido no período de congelamento, prever a convocação de greve para o dia 14 de setembro, primeiro dia de atividade letiva para todos os docentes;
– A manter-se este problema até ao final de setembro, convocar uma forte luta antes da apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2019, que passará pela realização de greve ao longo de toda a semana que culmina no Dia Mundial do Professor (5 de outubro).
Para além destas ações, outras que se considerem oportunas poderão ser desenvolvidas. As greves previstas para setembro e outubro, naturalmente, passarão por uma auscultação prévia dos professores e educadores.
O tempo de serviço cumprido não se negoceia, conta-se todo!
As organizações sindicais de professores e educadores
ASPL – FENPROF – FNE – PRÓ-ORDEM – SEPLEU – SINAPE – SINDEP – SIPE – SIPPEB – SPLIU
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Jun 07 2018
5 EQUÍVOCOS QUE EXIGEM ESCLARECIMENTOS
1 – Os sindicatos de professores têm uma posição negocial intransigente sobre o tempo de serviço a recuperar
Não é verdade, simplesmente, porque o tempo de serviço já não é objeto de negociação. Essa negociação decorreu no 1.º período letivo dela resultando a assinatura de uma Declaração de Compromisso, entre o Governo e as organizações sindicais, que prevê a negociação do “modelo concreto da recomposição da carreira que permita recuperar o tempo de serviço”. Depois de largas horas de negociação o Governo acedeu a escrever “recuperar o tempo de serviço” e não, apenas, “recuperar tempo de serviço”, como pretendia. A única intransigência dos sindicatos é em relação à necessidade de o Governo honrar a palavra, respeitando o compromisso que assumiu, e cumprir a lei.
2 – O tempo de serviço a recuperar tem de ser negociado para se chegar a um acordo
Não é verdade. O que o artigo 19.º da Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro (Lei do Orçamento do Estado para 2018), prevê é a negociação do prazo e do modo de efetivar a recuperação. Não prevê o tempo, pois a recuperação do tempo que esteve congelado já era compromisso assumido pelo Governo. Para que não restassem dúvidas, alguns dias depois de aprovar o OE para 2018, a mesma maioria aprovou a Resolução 1/2018, que recomenda ao Governo a recuperação de todo o tempo de serviço.
3 – A despesa com o descongelamento das progressões dos professores em 2018 é de 90 milhões de euros
É falso e o Governo sabe disso, de tal maneira que, em janeiro passado, teve de corrigir esse número junto da comunicação social, admitindo um valor que, no máximo, seria de 1/3. Relativamente a 2019, os 87 milhões apresentados pelo Governo, afinal, não atingem 22 milhões e os 78 anunciados para 2020 não passam de 43. Ou seja, o valor que o Governo dizia gastar em 2018, feitas as contas, chega para 2018, 2019 e 2020. É evidente que as contas feitas pelo Governo e que o Primeiro-Ministro referiu no debate quinzenal foram feitas para impressionar a opinião pública, mas são falsas. Nas suas contas, o Governo considerou que os professores progrediriam anualmente em janeiro, quando as suas progressões se estendem pelos 12 meses do ano, e considerou, em 2018, que iriam receber o valor total do escalão seguinte quando, tal como na restante Função Pública, só receberão 25%, apenas atingindo o valor total em dezembro de 2019. Esta falta de rigor do Governo tem por único objetivo sustentar um discurso fraudulento.
4- O impacto d a recuperação do tempo de serviço seria de 600 milhões
Os governantes sabem que os Sindicatos de Professores não exigiram que a recuperação se desse de uma só vez. Tendo em conta o quadro de sustentabilidade subjacente à recuperação total, concordaram em, tal como no passado, recuperar o tempo de forma faseada a iniciar em 2019. Pelas palavras do Primeiro-Ministro fica a ideia de que o tempo nunca poderá ser recuperado, pois, seja quando for e de que forma for, terá um impacto que, apesar de incomparavelmente menor ao dinheiro injetado nos bancos e aos encargos da dívida, não é suportável.
Se for isso, implicitamente, o Primeiro-Ministro refere que, para o Governo, a carreira dos professores, para quem já está no sistema, ficará para sempre destruída, passando a ter uma duração de mais de 43 anos (superior ao tempo de serviço fixado para a aposentação). Recorda-se que, com o congelamento das carreiras, o contributo dos professores para ultrapassar os piores anos de uma crise que não provocaram foi superior a 10.000 milhões de euros! Não é aceitável que, agora, o Governo ainda queira apagar os anos de serviço cumpridos em que os deveres profissionais dos docentes foram zelosamente respeitados. Esta intenção do Governo, a concretizar-se, seria uma inaceitável discriminação dos professores dentro da Administração Pública e mereceria uma fortíssima reação.
5 – Os professores querem receber retroativos
Segundo o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa os professores quererão receber retroativos. Isto é mentira. Desde a primeira hora que as organizações sindicais de docentes afirmaram que, apesar de muitos professores já não poderem recuperar o tempo perdido, por se encontrarem nos escalões de topo da carreira, essa era questão que não estava em cima da mesa. Nunca esteve, ainda que fosse inteiramente justo esse pagamento. O que tem sido proposto é que para esses docentes o tempo possa ser considerado para aposentação num quadro de despenalização do fator idade.
O senhor Primeiro-Ministro afirmou na Assembleia da República que os 2 anos, 9 meses e 18 dias seriam para recuperar em 2019. Terá de esclarecer se está a referir-se à primeira de várias parcelas de recuperação de todo o tempo de serviço congelado (e, se assim for, será uma base negocial) ou se é o tempo a recuperar e, nesse caso, seria inaceitável, pois significaria a destruição da atual carreira docente.
As organizações sindicais de professores e educadores estão disponíveis (e pretendem) continuar a negociar a recuperação do tempo de serviço que esteve congelado e que, para a grande maioria dos trabalhadores da Administração Pública, já foi contado, através da recuperação de pontos. Contudo, recordam, nos termos da lei, o que terá de ser negociado será o prazo e o modo de recuperar. Quanto ao tempo, esse está definido: 9 anos, 4 meses e 2 dias e nem menos uma hora! É que o tempo cumprido não se negoceia, conta-se todo!
As organizações sindicais de professores e educadores
ASPL – FENPROF – FNE – PRÓ-ORDEM – SEPLEU – SINAPE – SINDEP – SIPE – SIPPEB – SPLIU
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Jun 07 2018
Comunicado do SPN de 6 junho:
“No dia 4 de junho, na reunião realizada no ME, a Fenprof veio a verificar que o governo não suscitou a ilegalidade do pré-aviso de greve entregue pelo STOP, pelo que os professores que a ela aderirem não incorrem em qualquer penalização disciplinar.”
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Jun 06 2018
Publicitação da Nota Informativa – Reposicionamento dos docentes nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio
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Jun 06 2018
De facto, não sei qual é admiração. Se me dissessem isto há vinte anos ficaria preocupado, hoje considero isto um problema de sociedade.
As crianças de sete anos não sabem saltar à corda, mas se forem ensinadas conseguem. Se não conseguissem, ficaria preocupado, porque o problema seria de saúde, mas não é.
Ontem falou-se de saltar à corda, mas não se falou do porquê de não se saltar à corda. Disso é que se devia falar. Devia de se falar da forma como se permite que as crianças sejam incentivadas a não saltar por conveniência dos adultos. Devia-se discutir o porquê de não se verem crianças na rua a andar de bicicleta ou a saltar à corda, de não se verem grupos a jogar futebol no meio da estrada… Deviam, até, discutir o tempo, em demasia, que as fecham dentro das escolas.
Não deixam as crianças serem as crianças de ontem e não sabem que crianças temos hoje, é triste…
Depois, querem passar um problema, que vem de casa e da forma como hoje se educam as crianças, para a escola.
A quantos destes meninos, o Pai Natal, ofereceu uma corda? A quantos meninos de sete anos, o Pai Natal, ofereceu um tablet ou uma Playstation?
Respondam-me a isto, depois sejam demagógicos… a escola ajuda a resolver muitos problemas de sociedade, mas só se a sociedade lhe der essa oportunidade.
PS: ULTIMA HORA: Vão criar o grupo 160… está tudo resolvido.
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Jun 06 2018
Penso que há muita dificuldade em “convencer” os nossos colegas “ultrapassados” do quão estão a ser penalizados. Assim elaborei uma série de FAQ para facilitar a mobilização e esclarecer algumas dúvidas. Se houver alguma incorreção ou omissão agradeço que me comuniquem (não sou jurista):
O que está a provocar a indignação dos professores vinculados antes de 2011?
A penalização na contagem dos anos de carreira relativamente aos colegas vinculados após 2011. Este professores vinculados antes de 2011 apenas querem um posicionamento remuneratório idêntico para todos os professores mediante o seu tempo de serviço (sem prejuízo de bonificações previstas).
Mas estão contra o reposicionamento dos vinculados extraordinários entre 2011 e 2017?
Nem pensar. O reposicionamento desses colegas é o correto tendo em conta o Estatuto da Carreira Docente e o publicado na Portaria 119/2018. E podem ficar descansados que esse reposicionamento já ninguém lhos tira.
Então do que reclamam os professores vinculados antes de 2011? Não foram também eles reposicionados?
Pois aí é que está a questão. Quando a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues decidiu alterar a estrutura da carreira docente em 2007 (Dec. Lei nº 15/2007) definiu um regime transitório para os docentes que estavam nos primeiros escalões.
Assim, os professores que a essa data estavam nos primeiros escalões viram adiada a sua progressão mais 3 ou 4 anos dependendo da sua posição remuneratória. Assim, qualquer professor que tenha tido a infelicidade de vincular antes de 2007, está atualmente com menos 3 ou 4 anos de serviço do que aqueles que vincularam após 2011.
Não estou a perceber, apresenta-me casos práticos.
Caso 1: Dois professores do mesmo grupo com 18 anos de serviço. O Luís vincula em 2006 e está actualmente em condições de progredir para o 2º escalão. O José vincula em 2017 e está agora prestes a subir para o 3º escalão.
Caso 2: Dois professores do mesmo grupo começaram a dar aulas em 2000. O professor Luís tinha maior graduação profissional e conseguiu sempre horários completos até vincular em 2006. O professor José, com menor graduação profissional apenas conseguiu nos primeiros anos horários incompletos, ficando com menos 2 anos de serviço que o professor Luís e só conseguiu vincular em 2014. O professor Luís está agora a progredir para o 2º escalão. O professor José está agora no 3º ano do 2º escalão.
Caso 3: Dois professores do mesmo grupo estão com tempo de serviço suficiente para progredirem ao 5º escalão. O Luís vinculou em 2004 e está na lista de espera a aguardar vaga. O José vinculou em 2017, será reposicionado no 5º escalão sendo para isso criadas vagas supranumerárias.
Então e em 2007 ninguém deu por isso? Ninguém reclamou?
Em 2007 existiram ataques gravíssimos à classe docente (avaliação docente, professores titulares, etc) e esta situação passou quase despercebida à maioria. A acrescentar, o congelamento da carreira “mascarou” esta situação pois ninguém progrediu durante este tempo todo. Só agora se começam a fazer sentir os efeitos práticos desse Dec. Lei 15/2007.
Está bem, é injusto. Mas o que interessa se o outro ganha mais? Não lhe estão a tirar dinheiro! (apesar de este argumento não fazer sentido)
O professor que atinge primeiro o tempo de serviço necessário para acesso ao 5º e 7º escalões, está em vantagem para obter essa progressão. Como o acesso é tipo “funil”, quem chega depois verá o seu atraso aumentar ainda mais, sendo assim penalizado duas vezes. Um professor com menos tempo de serviço vinculado após 2011 passará para esses escalões mais cedo do que outros com mais tempo de serviço mas vinculados antes de 2011.
No final da carreira, qualquer atraso na progressão afeta o remuneração na reforma, ou seja, qualquer atraso É PARA TODA A VIDA!
Então porque é que o Ministério da Educação não corrige isso?
Sabe-se que o Ministério da Educação se baseia na ideia de que as condições de ingresso na carreira seriam diferentes, em momentos diferentes, o que justificaria não reposicionar os docentes que entraram na carreira anteriormente. E claro, no final tudo é economia…
E os sindicatos não fazem nada quanto a isso?
Muitos de nós já contactámos vários sindicatos e obtivemos vários tipos de resposta. Alguns estavam conscientes ou reconheceram este problema. Desses, alguns admitiram recorrer à via jurídica caso fosse necessário. Contudo, alguns sindicatos ao princípio nem admitiram que as ultrapassagens fossem possíveis, e depois de as admitir, não se mostraram muito disponíveis para corrigir essa situação. Numa entrevista a 14 de março de 2018, Mário Nogueira da FENPROF afirmou que já tinha deixado cair esse assunto nas negociações com o governo (e ninguém deu conta disso).
Mas não se ouve ninguém a falar disto. Porquê?
Há um grande desconhecimento da classe docente quanto à estrutura da sua carreira. Muitos desconhecem o Estatuto da Carreira Docente e não fazem a mínima ideia que estão a ser penalizados. Ou se sabem, ignoram a razão e a dimensão do prejuízo. Assim, apenas uma ínfima parte dos afectados está a “fazer barulho”. Se todos reivindicassem justiça seria mais fácil obter sucesso.
Relativamente aos sindicatos, penso que será melhor cada docente perguntar ao seu qual a sua posição relativamente a isto.
O que podemos fazer?
1 – INFORMAR OS COLEGAS NA MESMA SITUAÇÃO E ADICIONÁ-LOS A ESTE GRUPO
2 – CONTACTAR O SEU SINDICATO APELANDO À NOSSA REPRESENTAÇÃO
3 – ASSINAR A CARTA CONJUNTA DISPONÍVEL NESTE GRUPO PARA SENSIBILIZAR OS SINDICATOS PARA NÃO DEIXAREM CAÍR ESTE ASSUNTO.
PORQUE ATÉ PODÍAMOS SER SÓ 1, MAS SOMOS MUITOS!
Paulo Serra
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Jun 06 2018
Ontem, no jornal Público, Clara Viana evidenciou as diversas reações, dos grupos parlamentares, num texto muito bem redigido. Fica o link e a parte das reações.
É hilariante lê-las… ficamos com a sensação que a AR serve para alguma coisa umas vezes e outras não serve para nada… Como primeiro exemplo temos a “anulação” dos exames do 1º ciclo sobrepôs-se ao governo e ao ministro, como último a alteração ao concurso deste ano. Parece que agora e para a contagem do tempo de serviço já não serve para nada…
Como alguém de muita sapiência escreveu: “A maioria dos professores ganha acima de 800 €, logo, pertence a uma classe alta.
Alguém estará à espera de que qualquer partido da atual maioria venha a apoiar os professores quando chegar, se chegar, o momento da verdade?
Desenganem-se!”
“Geringonça” deixa professores sozinhos em guerra com o Governo
“Temos de pensar sobre o que vamos fazer e não deixaremos, pelo menos, de questionar o Governo”, adiantou a deputada do PCP Ana Mesquita, lembrando que esta semana haverá mais rondas negociais. O tema em debate nestas rondas será o projecto de despacho de organização do ano lectivo e não o tempo de serviço, embora os sindicatos já tenham anunciado que vão voltar ao assunto.
Para Ana Mesquita, na prática, o Executivo “está a assumir que se prepara para não cumprir a lei do OE, o que é gravíssimo”. “É incumprimento duplo porque não será feita a contabilização do tempo de serviço para efeitos de negociação, nem haverá negociações sobre esta questão, como tinha sido determinado pelo Parlamento”.
Tanto o BE, como o PCP referiam-se ao artigo 19 da lei do OE que foi proposto pelo PS na sequência de negociações com estes seus aliados e onde se determina que “a expressão remuneratória do tempo de serviço nas carreiras (…) em que a progressão e mudança de posição remuneratória dependam do decurso de determinado período de prestação de serviço [como é o caso dos professores] é considerada em processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis.
O PSD também não vai “para já” apresentar nenhuma proposta alternativa à do Governo, adiantou o antigo ministro da Educação e actual vice-presidente da comissão política do PSD, David Justino. “Se houver uma solução que possa satisfazer [os professores] eventualmente vamos pensar nisso, mas não compete ao Parlamento substituir-se ao Governo na gestão da coisa pública”, disse, frisando que o PSD “recrimina o Governo por não ter tratado todos os profissionais da Administração Pública de igual forma”, o que considera ser “uma falha grave”.
“A nossa posição de princípio mantém-se. Se os outros funcionários públicos recuperam o tempo de serviço prestado durante o congelamento, os professores também deveriam recuperar”, reitera a deputada do PSD Margarida Mano, que acusa o Governo de estar a produzir “manobras de diversão” promovendo reuniões sem que esteja disposto “a que nada avance”.
“Perplexa”, é como a deputada do CDS Ana Rita Bessa diz que ficou ao ter conhecimento da posição do Governo, vincando que houve uma “alteração total do discurso do ministro”. A deputada centrista lembra que o Governo tem avançado com várias posições sobre a matéria: “primeiro ao negar contabilizar o tempo de serviço, depois a aceitar, para que o OE passasse, a seguir só dando um pouco e agora nada”. “É uma situação que cria imensa instabilidade”, acusa.
Ana Rita Bessa não acredita, face ao que se passou até agora, que “qualquer outra iniciativa legislativa que o Parlamento possa adoptar tenha alguma capacidade de influenciar o Governo”. Por agora, o CDS “vai ver o que se passará nos próximos dias”
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Jun 05 2018
Numa aparição, que me pareceu muito bem encenada, Tiago Brandão prometeu, a um profissional da luta, defender radicalmente os professores. Por radical ele deve entender um qualquer desporto (já que também tutela essa pasta), mas os professores estão cansados de praticar um certo tipo de desporto, o do aperta o cinto…
Havia quem defendesse que o que estava escrito no Orçamento de Estado era lei.Nem o escrito no O.E. serve para alguma coisa (como se algum dia o O.E. tivesse sido cumprido na sua integra), nem o compromisso, assinado de madrugada, serve para coisa alguma. No final de toda esta dança, serão os professores a ficar, mais uma vez, à rasca…
Hoje o primeiro ministro veio em defesa do governo e do ministro, acusando os sindicatos de falta de propostas. Bem!… Quantas propostas apresentou o governo? Que eu saiba, foram tantas como as que os sindicatos apresentaram, UMA.
Este tipo de negociações, (eu já expliquei como se preconizam) são dignas de um país que dizem já ido, mas que ainda tem reminiscências quando se trata de funcionalismo público “moderno”… Ou é isto, ou não é nada. Quem se lembra da negociação do diploma dos concursos? Foi assim. Sindicato nenhum estava de acordo, nenhum assinou o acordo, a vontade do governo prevaleceu. No caso da recuperação do tempo de serviço, vai ser exatamente igual. Será a vontade do governo, na voz do Tiago Brandão, do Centeno ou do António, que prevalecerá e que fará lei.
Ou os professores se unem, mais uma vez, e mostram na escola, através da greve às avaliações, a sua força, ou nada conseguirão. ORGANIZEM-SE…
Este governo, assente numa coligação tímida, pouco ou nada fez na área da educação. A verdade é que, nesta legislatura, além de medidas avulsas tomadas pela A.R. pouco ou nada foi ainda feito. Se não forem os professores a forçar uma mudança, seja a que nível for, nunca a educação sairá da cepa torta…
Mais uma vez vos digo, ORGANIZEM-SE.
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Jun 05 2018
Colegas, a quem interesse…o Estatuto da Carreira Docente na redação de 2007 não acautelou a transição entre o sistema de creditação académica pré e pós Bolonha.
Por isso, os graus académicos obtidos antes de 2007, agora, não contam para nada em termos de reposição de carreira.
Este enquadramento legal é discricionário e discriminatório e deve ser corrigido.
Naturalmente uma pessoa nem dá conta destas “perplexidades” até que precisa delas….portanto, foi apresentado um protesto, com o texto AQUI que se disponibiliza para quem quiser utilizar ou adaptar às seguintes entidades:
MEC
https://www.portugal.gov.pt/…/
Comissão Parlamentar da Educação http://www.parlamento
Petição à Assembleia da República https://participacao
Petição ao Parlamento Europeu
https://petiport.secure.europa
Provedor de Justiça
https://servicos.provedor-jus.
Já está online a petição que será submetida à apreciação da Assembleia da República
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Jun 05 2018
Divulga-se o Relatório Nacional das Provas de Aferição – Resultados 2016 e 2017 – e o respetivo apêndice Metodológico.
Nestes documentos é feita a apresentação dos resultados desagregados por domínio e subdomínio, nas diferentes disciplinas, bem como caraterização do desempenho dos alunos ao nível do item.
No apêndice metodológico apresenta-se o racional teórico que sustenta a conceção das provas, explicitando também o processo de concetualização e conceção dos relatórios individuais e de escola (RIPA e REPA, respetivamente).
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Jun 05 2018
Professores. BE quer ouvir ministro no Parlamento
Ficam aqui umas dicas para, a Joana Mortágua, quando estiver frente a frente com o sr. ministro… Quem quiser acrescentar mais alguma, deixe-a nos comentários deste post.
Pode-se começar por perguntar:
Como pode o governo equiparar a carreira docente às carreiras gerais da função pública?
Se o ECD determina que cada escalão da carreira docente tenha, no máximo 4 anos (o 5º escalão tem apenas 2 anos de permanência) com que base foi realizada a equiparação entre carreiras para contagem do tempo ?
Em relação a “esta” comparação entre carreiras, pode-se dizer que:
Não são os professores que são beneficiados com a carreira que têm, são os funcionários públicos que estão no regime geral que não trabalham, nem vivem, 120 anos para conseguir chegar ao topo da carreira.
Sobre a injustiça a que os professores estão sujeitos:
São dezenas de milhares os professores que se verão impossibilitados de alcançar o topo da carreira, ou sequer os 2/3 da mesma. Como podem aumentar as competências profissionais aos docentes?
Sobre o futuro:
É com atitudes destas que, no futuro, querem ter bons profissionais na educação?
Sobre um corpo docente motivado:
Nunca, o Sr. ministro, ouviu falar em motivação? Aos trabalhadores não se motiva com workshops, motiva-se com remunerações e carreiras atrativas.
Qual a percentagem de professores, julga o sr. ministro, estar motivada para dar tudo de si dentro de uma sala de aula, dentro de uma escola?
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Jun 05 2018
Aplicação disponível entre o dia 5 de junho e as 18:00 horas de 11 de junho de 2018 (hora de Portugal continental).
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Jun 05 2018
Os Professores podem ser a “gota de água” desta “geringonça”, basta quererem…
Os professores são um exame final à “geringonça”
O tudo ou nada do Governo com os professores tem até o potencial para abrir uma crise política. Será o maior teste à “geringonça” até ao fim da legislatura.
Nem nove, nem dois, nem nada? Oito meses depois do Orçamento, sete depois de um semiacordo, um mês depois de uma manifestação e já depois de um pré-aviso de greve, o ministro da Educação saiu de um longo período de não negociação para fazer um ultimato aos sindicatos de professores: ou aceitam ficar apenas com os dois anos, nove meses e 18 dias de tempo de carreira que lhe tinha oferecido, ou ficam sem nada. Se foi assim, como relatado pela Fenprof e não desmentido pelo Governo, a reunião de ontem não foi uma negociação, foi um tiro na conversação.
Desde o início que o temos dito aqui: o Governo só tem um argumento para recusar a contagem de tempo de carreira aos professores: é o de que há mais de 100 mil docentes nos quadros do Ministério da Educação e o de que a contagem do tempo de carreira na íntegra custaria (cálculos por alto) mais de 600 milhões de euros ao Orçamento do Estado. O número peca por defeito: custaria pelo menos isso ao Orçamento em curso, mais o equivalente a cada um dos próximos, mais uns tantos milhões em pensões, à medida que estes docentes entrassem na reforma. O argumento tem peso – só tem o problema de ser injusto.
É injusto por comparação, já que o Governo tem conseguido, sector a sector, negociar uma contagem do tempo de carreira congelado em vários sectores da administração pública.
…
In Público
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Jun 05 2018
Um grupo de colegas, lesados na contagem de tempo de serviço contado para a Segurança Social, elaborou um inquérito para aferir de que forma os Agrupamentos de Escolas e a S.S. estão a contabilizar o dito…
Com este Inquérito pretendem fazer o levantamento do número de dias, declarados pelos agrupamentos de escolas à segurança social, dos horários incompletos dos professores contratados.
O Blog DeAr Lindo em colaboração com esses colegas publica aqui o inquérito e apela à tua colaboração, uma vez, que, também, tu podes beneficiar deste estudo.
Clicar na imagem para responder ao Inquérito.
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Jun 05 2018
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/06/DMR-arbitrariedade-e-inconstitucionalidade.pdf”]
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Jun 04 2018
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Jun 04 2018
Governo ameaça não contar nenhum do tempo de serviço que esteve congelado
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, comunicou nesta segunda-feira à Federação Nacional de Professores (Fenprof) que nenhum do tempo de serviço prestado pelos professores durante o período de congelamento será contado para efeitos de progressão na carreira, informou Mário Nogueira, secretário-geral da estrutura sindical, à saída de uma reunião no Ministério da Educação.
Se os sindicatos não aceitarem o que o Goveno propõe (contabilizar dois anos, nove meses e 18 dias que estiveram congelados), a proposta é retirada. Anúncio foi feito nesta segunda-feira, indicou Mário Nogueira. Fenprof admite agora greve à vigilância dos exames nacionais. Diz que o tempo proposto pela tutela não é aceitável.
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Jun 04 2018
O Conselho Nacional de Educação (CNE) é um órgão superior independente com funções de natureza consultiva, que tem por missão proporcionar a participação das várias forças científicas, sociais, culturais e económicas, tendo em vista a concertação social necessária à formação de consensos em matéria de educação. A sua independência e autonomia, consagradas na Lei Orgânica, expressam-se, sobretudo, no estabelecimento de uma agenda própria, através da definição de áreas de intervenção consideradas fundamentais para a melhoria da Educação e da elaboração de recomendações por sua iniciativa.
Para além da emissão de pareceres, que respondem a solicitações do Governo e da Assembleia da República, e de recomendações, a sua missão cumpre-se através de um conjunto de outras atividades, designadamente organização de seminários e colóquios, realização de estudos, audição de especialistas e a publicação dos documentos produzidos no âmbito da sua ação.
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Jun 03 2018
O novo sindicato docente S.TO.P. apresentou pré-aviso de greve às avaliações para os períodos de 4 a 15 de junho de 2018. Este pré-aviso abrange todo o território nacional. A greve está convocada conforme os trâmites legais e as entidades patronais (Ministério da Educação e direções regionais) sabem-no. Legalmente quem define os serviços mínimos e/ou se uma greve é ilegal são os tribunais e legalmente teriam que o fazer até 48 horas do início desta greve (convocada já para 4 junho). Nenhum tribunal e/ou o ME notificaram o S.TO.P. de qualquer ilegalidade e pelo contrário, fomos convidados a reunir com este como estão os outros sindicatos docentes. É lamentável que alguns associados ou dirigentes de outros sindicatos estejam a assumir o papel de entidade patronal (ou de tribunais) para virem dizer ou insinuar que a greve convocada pelo sindicato S.TO.P. seria ‘ilegal’ e estarem a amedrontar alguns professores com ‘eventuais represálias’. O momento deve ser de UNIDADE dos professores e dos seus sindicatos e não de lançar confusão, desmobilização e calúnia a quem também quer lutar. AINDA É TEMPO de todos os sindicatos apoiarem uma greve eficaz e mobilizadora a favor de toda a nossa classe docente. É o repto que o S.TO.P. lança a todos os sindicatos dos professores para os dois ciclos de greve, com o primeiro a ter início dia 4 de junho e o outro a 18 de junho.
JUNTOS SOMOS + FORTES!
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