Geralmente, inventam-se muitas desculpas para deixar que os outros lutem por nós.
Geralmente, quem não luta pelo que é seu, nem sabe a sorte que tem em ter quem lute por si…
…dia 19 de maio fica pelo sofá…
…deixa que os outros lutam por ti…
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Mai 18 2018
DELIBERAÇÃO
Projeto de Resolução n.º 1610/XIII/3.ª (BE) – Revalorização da carreira docente;
Favor – BE, PCP, PEV e PAN
Contra – PSD, PS e CDS-PP
VOTAÇÃO NA GENERALIDADE
Projeto de Lei n.º 607/XIII/3.ª (PCP) – Procede à sétima alteração ao Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, que estabelece o regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos básico e secundário;
Favor – BE, PCP e PEV
Contra – PSD, PS e CDS-PP
Abstenção – PAN
Nota: Discutido na generalidade em 15-12-2017, baixou à Comissão sem votação
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Mai 18 2018
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 31ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 21 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 22 de maio de 2018 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Mai 17 2018
Claro que há reuniões importantes!
Claro que o trabalho colaborativo entre os docentes, começa a ganhar cada vez mais sentido, logo, felizmente, cada vez mais adeptos.
Mas alguém duvida de que existem muitas reuniões onde se perde demasiado tempo? O tempo, esse bem cada vez mais precioso, não é mal tratado? É.
Por vezes, por incompetência de quem prepara a reunião. Ou, simplesmente, por falta de jeito para estruturar com antecedência os objetivos. Falamos de liderança. E de falta dela.
No final de uma boa reunião, a questão “qual é a próxima ação?” deve estar clara na cabeça de todos. Isso começa numa boa preparação.
Abençoados os líderes que preparam bem as reuniões.
Outro motivo comum para reuniões inúteis, é a ação perversa, quase guerrilheira, do “chato de plantão”.
Aquele participante que é do contra e que não tem uma atitude positiva.
Aquele docente que, talvez por não ter nada melhor para ocupar o seu tempo, espera pelo momento certo -para ele!- para dizer que não concorda, não entende, ou, simplesmente, que não está nada bem…
Nada?
Nada?!
Abençoados os docentes que tentam focar nos pontos positivos.
Conheço bem este tipo de docente, o “complicado”. Encontro-o de vez em quando, nas (trans) Formações que levamos às escolas. Eles, uma minoria, que no entanto, pode ser -muito!- barulhenta, também não está a escutar a Formação. Como não escuta a reunião. Ele ouve. Só ouve. Para depois criticar. Gastando assim o tempo de todos.
Há traços culturais capazes de estragar uma reunião. Desenrascar, não é um bom caminho. Falta de pontualidade também não.
Se formos, por exemplo, perfeccionistas, isso também pode virar-se contra nós. Se pode fazer numa hora, não faça em duas.
O pessimismo (aquela profecia que se realiza a si mesma) também pode ferir uma reunião de docentes.
Abençoados os docentes que enfrentam as reuniões com o espírito aberto.
Por vezes, estou a dinamizar uma Formação numa sala e, na sala ao lado, há um diretor da reunião, com dificuldade em começar a reunião, porque o grupo não colabora…
Abençoados os docentes que levam o espírito aberto para as reuniões, tentando não dificultar a tarefa do dinamizador.
Nas nossas ações com docentes, quer sejam Colóquios, Oficinas ou Formações, fazemos tudo para ser práticos. Claros. Sem a chamada “palha”. E acreditam que há quem não gosta? Há quem prefira “palha”, longas apresentações, teorias atrás de teorias, frases feitas…
Falamos de temas demasiado importantes (Prevenção da Indisciplina na Escola Atual, Flexibilidade Curricular na Prática, Gestão de Stress e Inteligência Emocional para Docentes, As Competências do Professor do Futuro, Educar com Otimismo – Psicologia Positiva Aplicada,…)para perdemos tempo a “encher chouriços”.
Os docentes merecem o melhor. Boas reuniões, excelentes Formadores, sessões organizadas, objetivos claros e dinamismo.
Abençoados os docentes que organizam reuniões simples, com pontos bem definidos, com chamadas de ação bem determinadas.
Quatro pontos para reflexão final:
E no final:
Boas reuniões para todos! Menos para o “chato de plantão”. Esse, já se auto-sabotou. Ou será sem hífen?
Alfredo Leite
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Mai 17 2018
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/posição-fpp.pdf”]
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Mai 16 2018
No âmbito do Simplex+ o Ministério da Educação disponibiliza o BIME – Plataforma de Informação Edu que agrega informação administrativa relativa às escolas públicas, divulgando um conjunto de dados úteis ao cidadão relativamente às escolas públicas nos dois últimos anos letivos.
Pode encontrar os dados administrativos aqui.
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Mai 16 2018
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/PROPOSTA-DO-SNPL-PARA-UM-LANÇAMENTO-DO-ANO-LETIVO-MENOS-BUROCRÃTICO-16-5-2018.pdf”]
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Mai 16 2018
Não, a austeridade não acabou!
Os argumentos de Costa e Centeno dizem uma coisa, mas os factos dizem outra: a austeridade não só não acabou, como se agravou para os funcionários públicos, devido à manutenção dos salários nominais em 2018 e 2019. Os professores e todos os funcionários do Estado estão sujeitos a uma austeridade salarial clara e todos os portugueses sofrem uma impiedosa austeridade fiscal, via impostos indirectos.
Qualquer trabalhador do sector público pode fazer o seguinte cálculo: considere o valor da remuneração auferida em Dezembro de 2017; considere o valor da remuneração resultante do descongelamento das carreiras e do aumento faseado, tal como previsto, durante os anos de 2018 e 2019; ao valor do aumento registado no fim de 2019 subtraia o valor da inflacção no período em análise; verificará que o que melhorou não chega para anular a erosão do poder de compra do seu salário nominal. Recorde-se que a erosão aludida começou com o agravamento do IRS em 2013, prosseguiu com a sobretaxa e a revisão dos escalões e acentuou-se com a subida dos descontos da ADSE (de 1,5 para 3,5%) e da CGA (de 10 para 11%), subidas estas que não foram revertidas.
A política de António Costa foi por ele assumida na recente entrevista dada ao Diário de Notícias, quando disse que prefere criar mais empregos a subir os salários dos que já estão contratados. E que política é essa? Fazer crescer o número dos funcionários públicos à custa de salários e reformas cada vez mais baixos, em termos reais. É isto diferente do ajustamento da Troika? Sim. É mais anestesiado, mas pior para os trabalhadores. E não pode ser dissociado da circunstância de 75% dos empregos criados, de que Costa e Centeno tanto se orgulham, serem empregos a salário mínimo.
Esta política de empobrecimento por via de salários baixos começa a dar resultados no sistema de ensino: começamos a ter escolas onde os alunos ficam sem professores durante largos períodos de tempo, apesar de termos milhares de professores desempregados. Trata-se quase sempre de horários incompletos e temporários, que ninguém aceita por a remuneração não cobrir o custo das deslocações e alojamento. E o fenómeno já não se circunscreve a escolas de zonas isoladas. Outrossim, já se regista em Lisboa. Por outro lado, pairam para futuro as consequências dos ataques promovidos pelos últimos governos à profissionalidade docente: o afastamento da profissão por parte dos jovens candidatos ao ensino superior vai reconduzir-nos, se nada for feito (e nada está a ser feito) à falta de professores que vivemos há quatro décadas.
Se passarmos para a gestão mais específica do ecossistema das escolas, o ambiente é desolador. Vejamos dois exemplos colhidos na actualidade:
1. Os concursos de docentes deste ano parecem preordenados por mentes sinuosas, apostadas em prejudicar os professores e lançar o caos. Atropelou-se a lei de modo primário, como aqui fundamentei no último artigo. Mas não ficaram contentes os mandantes. Agora voltaram a mudar as regras, para prejudicar mais uns milhares de professores, que serão preteridos a favor de outros, que nunca deram uma só aula no ensino público. Embora o aviso de abertura do concurso publicado em Diário da República consigne a validade do tempo de serviço prestado no âmbito das Actividades de Enriquecimento Curricular, alguém redigiu um manual interpretativo e veio dar instruções às escolas para fazerem o contrário. Suceder-se-á uma chuva de recursos e de acções em tribunal. Continuarão as já insuportáveis visitas de cortesia dos sindicatos ao Ministério da Educação, sem resultados práticos. Mas mais uns milhares de vidas de professores ficarão imediatamente estilhaçadas.
2. Nas provas de aferição de expressões físico- motoras, os alunos foram chamados a fazer testes com aparelhos com que nunca lidaram, porque não existem nas escolas que frequentam. Repetiu-se este ano a farsa do ano transacto, com a transumância, por empréstimo ou compra apressada, dos aparelhos necessários, ou, o que é pior, com a sua substituição por outros diferentes, para consumar uma mistificação sem fiabilidade.
Frei Tiago Brandão, abade João Costa e a noviça Alexandra Leitão transformaram o Ministério da Educação numa confraria de folclore, incompetência e arbitrariedade.
In “Público” de 16.5.18
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Mai 16 2018
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/Pre-aviso_Greve_SDPA_Reunioes_04-08_Jun2018_15Mai2018.pdf”]
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Mai 15 2018
Está aberta no SIGRHE a aplicação para o pedido de MPD, Fase de Relatório Médico.
Todos os docentes de carreira que pretendam efetuar o Pedido da Mobilidade por Motivo de Doença, nos termos do Despacho n.º 9004-A/2016, de 13 de julho, devem preencher o Relatório Médico, para posteriormente formalizarem o Pedido de Mobilidade por Doença, ao abrigo da alínea a) do artigo 68.º do ECD, e realizarem o upload do Relatório Médico previamente preenchido e confirmado pelo médico.
Aplicação disponível entre o dia 15 de maio e as 18:00 horas de 5 de junho de 2018 (hora de Portugal continental)
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Mai 15 2018
Com o objetivo de envolver a comunidade educativa, em particular as escolas (através dos órgãos de coordenação e supervisão pedagógica e orientação educativa) e os seus docentes no processo de definição das Aprendizagens Essenciais, promove-se a consulta pública dos documentos relativos a cada disciplina, por ciclo, do ensino básico até ao dia 04 de junho.
Os contributos são apresentados através de formulário.
Prosseguindo o objetivo de construção participada dos documentos agora em consulta, e sem prejuízo de o questionário privilegiar uma análise dirigida ao saber curricular específico que distingue os docentes, prevê-se também a possibilidade de acesso por instituições ou entidades cujos contributos, pela natureza da sua intervenção, constituirão uma mais-valia neste processo.
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Mai 14 2018
Sim! As ultrapassagens são uma realidade.
Para inicio de conversa, quero deixar bem claro que não quero que os colegas que irão ser reposicionados sejam prejudicados, ou que qualquer culpa caia sobre eles. O problema não são eles nem a sua reposição, é o não acautelar uma forma de os docentes mais antigos no quadro não saírem prejudicados.
Passo por isso a explicar o que irá acontecer:
Um docente que tenha entrado em QZP nos anos de nosso senhor Jesus Cristo, 2005 ou 2006 e que tenha começado a lecionar no ano letivo de 2001/2002, estará, por agora, a subir ao índice 188, segundo escalão. Um docente que tenha entrado em QZP entre 2011 e 2017, com inicio de carreira na mesma altura, vai ser reposicionado no segundo escalão, já com mais de três anos de permanência no mesmo, ou seja, faltará menos de um ano para transitar ao 3º escalão. Não é isto uma ultrapassagem? Leiam bem a Portaria N.º 119/2018…
Dou este exemplo, mas nos restantes escalões passar-se-á o mesmo.
Isto é só mais uma das muitas injustiças a que estamos sujeitos para nos virarmos uns aos outros, em vez de reclamarmos de quem de direito.
Onde estão os representantes a explicar isto? Onde está o Centeno e a sua equipa? Onde anda o outro que quer contratar em vez de aumentar salários?
Não abram a pestana e no sábado fiquem a fazer as limpezas semanais. Deixem limpar de 9 anos, 4 meses e 2 dias à vossa carreira. Não assinem a ICL. Não se manifestem contra isto e muito mais…
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Mai 14 2018
Mais uma recomendação que não passa disso mesmo…Legislem. Ou não o sabem fazer?
Recomenda ao Governo a reposição da carga letiva da disciplina de Educação Física e a valorização do desporto escolar
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Mai 14 2018
Por solicitação do Ministério da Educação, o Conselho Nacional de Educação (CNE) pronuncia-se, através deste parecer, relativamente ao “Projeto de Decreto-Lei sobre o currículo dos Ensinos Básico e Secundário” que constitui a sétima revisão curricular do Ensino Básico (2002, 2007, 2008, 2011 e 2012) e do Ensino Secundário (2004, 2006, 2007, 2008, 2011 e 2012) após a revisão participada do currículo de 2001 (DL n.º 6/2001 e DL n.º 7/2001, de 18 de janeiro).
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Mai 13 2018
Não é claro! É muito turvo.
Depois de vários membros da Comissão da Iniciativa Legislativa de Cidadãos(ILC) terem vindo explicar os argumentos falaciosos da Fenprof, não é suportável já, ler esta argumentação que nem sequer ouso adjetivar. Não que o faça de melhor forma do que os meus amigos e colegas, mas porque, tal como diz o ditado popular, “água mole em pedra dura…” vou de novo, da maneira mais simples que conseguir, tentar fazer entender às pequeninas “compreensões”, naturais ou propositadamente fabricadas, o ridículo em que incorrem sempre que repetem tamanhos disparates. Então, lá no “Falar claro”, diz-se:
“…agendada a discussão de um projeto de lei, por exemplo, da iniciativa de cidadãos, abrir-se-ia a porta ao agendamento de outras iniciativas legislativas, designadamente do governo, no sentido de passar para lei o que, até agora, não conseguiu impor aos sindicatos de professores: recuperar, apenas, 2 anos, 9 meses e 18 dias, apagando mais de 70% do tempo cumprido durante o congelamento…”
Abrir-se-ia a porta ao agendamento?? Desde quando, na Assembleia da República, é necessária uma discussão de determinado Projeto de Lei, seja lá proposto por um Partido Político ou por Cidadãos, para “se abrir a porta a agendamentos” de outras propostas e de outras discussões??? Se o Governo já declarou que não cederá relativamente aos 2 anos, 9 meses e 18 dias, durante ‘milhentas’ negociações com sindicatos, SE É POR ISSO QUE SE VAI FAZER A MANIFESTAÇÃO, o que é que a ILC irá modificar quanto a esta questão?
Depois, continua:“ E, repare-se, não é por acaso que o governo não apresentou aquela proposta em projeto de diploma legal. É que sabe que só o poderá fazer se nós – professores e organizações sindicais – aceitarmos negociar o tempo de serviço. Não vamos abrir a porta para que, por outra via, o governo concretize tal objetivo. O tempo de serviço não se negoceia, conta-se, e a lei já o obriga!”
O Governo não apresentou a proposta da recuperação de 2 anos, 9 meses e 18 dias em diploma legal porque os sindicatos não aceitaram negociar essa proposta. A ILC que exige a contagem de TODO o tempo congelado, em janeiro de 2019, “vai abrir a porta” a que o Governo possa fazer um diploma legal. Negociado com quem, se o nosso DIPLOMA LEGAL está redigido e é apresentado por NÓS PRÓPRIOS?!?
Depois, umas contradições cujo significado a minha estupidez não me permite alcançar: “o tempo de serviço não se negoceia, conta-se; o Artigo 19.º obriga à negociação do tempo de serviço a descongelar. Ah! Não! O Artigo 19.º é Lei- é só cumprir. Cumprir o quê??– ARTIGO 19.º do Orçamento de Estado-
“ A expressão remuneratória do tempo de serviço nas carreiras, cargos ou categorias integradas em corpos especiais, em que a progressão e mudança de posição remuneratória dependam do decurso de determinado período de prestação de serviço legalmente estabelecido para o efeito, é considerada em processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis.” REPITO:
…PROCESSO NEGOCIAL com vista a definir o PRAZO e o MODO para a sua concretização…Não se negoceia??????? (negocia, diria eu, em português).
E, falando cada vez mais ‘claro’, termina o comunicado:
“…Mesmo que bem intencionados podem estar a dar ao governo a oportunidade de publicar uma lei que efetivamente legalize a a possibilidade de não nos contar o tempo todo. A lei do OE e a recomendação da AR são favoráveis à reivindicação que fazemos …nada menos que os 9A 4M 2D.”Pronto- Bem intencionados, estamos nós! Reconhecem. Mas, somos uns patetas que não pedimos abébias às excelentíssimas e digníssimas sabedorias, nossos proprietárias e soberanas lideranças!!!
Como pode ainda haver gente com cursos superiores que acredita em argumentos deste calibre?? Como vem reproduzi-los e tenta assustar colegas, criando ‘adamastores’ de espuma turva????
Fátima Graça Ventura
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Mai 12 2018
Gostei da frase quase acabada “Este governo ao contrário dos outros…”
Professores acusam ministro da Educação de empatar os problemas
Clicar na imagem para ver e ouvir.
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Mai 12 2018
Cada um tem a sua opinião…
Qual é o problema mais grave das escolas? Para os diretores são as “centenas de funcionários de baixa médica há vários anos”
Depois de ouvir diretores de agrupamentos escolares de norte a sul do país, a associação que os representa faz o diagnóstico dos principais problemas. Falta de recursos humanos é o mais apontado.
Greve dos trabalhadores não docentes de 4 de maio foi das maiores de sempre e fechou perto de 700 escolas no país
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Mai 11 2018
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 30ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 14 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 15 de maio de 2018 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Mai 11 2018
Aperfeiçoamento das Candidaturas – Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário
Aplicação disponível entre o dia 11 de maio e as 18:00 horas de 15 de maio de 2018 (hora de Portugal continental), para efetuar o aperfeiçoamento das candidaturas ao Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário.
Aperfeiçoamento das Candidaturas – Concurso Interno Antecipado
Aplicação disponível entre o dia 11 de maio e as 18:00 horas de 15 de maio de 2018 (hora de Portugal continental), para efetuar o aperfeiçoamento das candidaturas ao Concurso Interno Antecipado.
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Mai 11 2018
O Conselho Geral e de Supervisão da ADSE aprovou um parecer que solicita ao Conselho Diretivo a apresentação de uma proposta de Decreto-Lei que viabilize o alargamento aos trabalhadores permanentes da Administração Central, Regional e Local, nomeadamente os Hospitais Públicos Empresariais com Contrato Individual de Trabalho (CIT), que neste momento não têm direito de acesso à ADSE, bem como aqueles que anularam a sua inscrição, mas que agora estão interessados em ser reintegrados, e também aqueles que tendo direito a inscrever-se não o fizeram no prazo estabelecido.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/Parecer-nº-3_2018-Regime-Beneficios.pdf”]
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Mai 11 2018
… mas há quem tenha visto o “Desaparecido em Combate” ,vezes sem conta, enquanto menino…
E enquanto uns pedem explicações sobre o inexplicável, os professores ainda esperam pelo “radicalismo” do sr. ministro…
BE quer explicações do ministro da Educação sobre os concursos
in Público
Nota: Se necessitar de algum esclarecimento, esteja à vontade sr. ministro, contate o Blog DeAr Lindo, alguém o esclarecerá…
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Mai 10 2018
Mal-estar docente e Ordem dos Professores
Devido ao facto de a docência ser uma profissão de caráter eminentemente ético, muitos professores ao longo dos anos têm colocado a hipótese da criação de uma Ordem dos Professores.
A democratização do acesso ao ensino e a chamada escola de massas que, em si, são um fenómeno positivo nas sociedades hodiernas, colocam novos desafios à escola estatal e, não raro, têm contribuído para exaurir e abalar a autoridade, estatuto, respeito e imagem social do seu Corpo Docente.Na comunicação social surgem cada vez mais notícias de agressões, por parte de algumas famílias, a professores. Também ao Gabinete Jurídico da Pró-Ordem dos Professores chegam pedidos de ajuda técnico jurídica por parte de docentes que, estando dentro da sua escola, veem a respetiva sala de aula invadida por ditos familiares de alunos, numa atitude de desafio, humilhação e de assédio moral. A frequência com que este tipo de situações vem ocorrendo não pode deixar de gerar um profundo mal-estar em toda a Profissão Docente. A indisciplina, particularmente de alunos adolescentes, e o facto de termos atualmente um corpo docente significativamente envelhecido, potenciam e agravam muitas situações de “burnout” que estão a fazer aumentar o número de baixas por doença prolongada.
À falta de respeito pelo múnus dos professores na sala de aula e no respetivo processo de ensino aprendizagem, junta-se a permanente instabilidade no regime legal dos concursos para a docência – alimentada por sucessivos governos – e, acresce, praticamente uma dezena de anos sem direito a progressão na carreira, por força do período de “congelamento” do tempo de serviço, que se iniciou ainda antes do período da Troika.
Devido ao facto de a docência ser uma profissão de caráter eminentemente ético, na qual a dimensão deontológica da praxis pedagógica assume aspeto relevante, muitos professores ao longo dos anos têm colocado a hipótese da criação de uma Ordem dos Professores. Neste setor da classe, existe o entendimento de que só uma Ordem profissional (a exemplo do que tem vindo a suceder nos últimos anos com os psicólogos, arquitetos, economistas, biólogos, engenheiros técnicos, nutricionistas, contabilistas – e, mais recentemente, com os enfermeiros) e não o Ministério da Educação, poderá vir a dar resposta cabal às especificidades da Profissão Docente.
Nessa perspetiva, há alguns anos atrás foram apresentadas petições à Assembleia da República no sentido da criação da Ordem dos Professores, mas, as mesmas, depois de devidamente tramitadas de acordo com os procedimentos legais e regimentais, não lograram obter deliberação favorável. É certo que, durante muito tempo após o 25 de abril de 1974, ainda havia quem conotasse as ordens profissionais com o deposto Estado Novo, dotado de uma Câmara Corporativa, e esse facto não terá, então, ajudado ao respetivo voto favorável. Porém, a atual Constituição da República (no seu art. 267º) prevê expressamente a existência de ordens profissionais que designa por “associações públicas”, conquanto estas não exerçam “funções próprias das associações sindicais”.
Esta possível confusão entre atribuições e competências, ou seja, entre aquilo que é escopo de uma ordem profissional e o que está constitucionalmente reservado aos sindicatos (v. g. “exercer o direito de contratação coletiva” – nº 3, do art. 56º da CRP – para “a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores” – nº 1, do mesmo artigo) parece levar alguns dirigentes sindicais docentes a “recearem” a formação da Ordem dos Professores. Salvo melhor opinião, essa mundividência parece-me infundada, pois, a avaliar, por exemplo, pelo caso dos médicos e dos enfermeiros, aquilo que se tem verificado é uma grande convergência na ação entre as respetivas ordens e sindicatos. Pois, não sendo competência das ordens a entrega de pré-avisos de greve, temos visto, repetidas vezes, os bastonários com intervenções públicas bastante politizadas e, se não a apelarem à greve, pelo menos a solidarizarem-se com ela.
No caso dos Professores, há quem considere que não há necessidade de uma Ordem, na medida em que, tradicionalmente, as suas organizações sindicais sempre apresentaram preocupações de caráter ético, deontológico e de profissionalidade, tendo até oferecido primeiramente jornadas pedagógicas e ações de formação contínua, mesmo quando esta não era obrigatória, nem financiada por fundos europeus. Seja como for, sendo certo que os professores têm razões para se sentirem atacados, desvalorizados e desrespeitados por sucessivos governos, não é menos certo que esse ataque, ao seu Estatuto Socio Profissional (ECD), só não foi levado às últimas consequências (v. g. no caso do Governo Sócrates/Maria de Lurdes Rodrigues) porque souberam ultrapassar divergências sindicais, então existentes, e foram capazes de coletivamente convergirem no essencial. O que, aliás, também, então, se verificou com movimentos surgidos na blogosfera.
Passada uma dezena de anos sobre essa histórica movimentação, os Professores voltam a sentir a necessidade de saírem à rua em uníssono! Não que o sentimento de revolta seja agora tão grande e tão generalizado como o foi então. Porém, pese embora a disponibilidade dos senhores Secretários de Estado em reunirem amiúde com as organizações sindicais (já que o Sr. Ministro parece ter “desaparecido” das negociações, mesmo se o 1º Ministro delegou recentemente nele receber os sindicatos) as reuniões ou não são formalmente de carater negocial, ou, se o são, não tem sido possível chegar a acordo, v. g. quando as matérias têm incidência financeira ou, nem sequer ainda existiram reuniões formais, como é o caso relativamente a um regime específico de Aposentação.
Nestas circunstâncias, resta aos professores e educadores participarem na Manifestação Nacional do próximo dia 19 em Lisboa, convocada por todos os sindicatos de professores, exceto um. A avaliar pelo elevado número de inscrições nos autocarros que estão a ser alugados por todo o país, será um dia marcante na defesa da Profissão Docente.
Presidente da Pró-Ordem
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Mai 10 2018
Há risco de alunos acederem a dados internos do ministério e das escolas
A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência diz que há alunos com privilégios de acesso à internet em escolas que só deveriam ser de professores e administrativos, o que constitui “um risco de segurança gravíssimo” .
Há escolas que estão a dar aos alunos privilégios de acesso à internet que só deveriam ser de professores e administrativos. A alerta parte da própria Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), que o usa para justificar os bloqueios na rede da educação das últimas semanas, e que numa mensagem recente enviada aos diretores escolares lembra que a situação se “afigura como um risco de segurança gravíssimo”, por poder expor aos estudantes informação dos servidores das escolas e dos sistemas do Ministério da Educação.
…
Quanto a testes, Filinto Lima adianta que os enunciados não estão disponíveis nos servidores e que os exames nacionais são sempre entregues pela polícia fisicamente. Quanto às provas de aferição que estão a decorrer este mês, “são enviadas pela internet”. Já Arlindo Ferreira, diretor do agrupamento de escolas Cego do Maio, da Póvoa de Varzim, e autor do blogue Arlindovsky, onde publicou a mensagem da DGEEC, lembra que os privilégios dos professores e administrativos no acesso à internet têm que ver com a velocidade de navegação, embora não saiba se “um especialista em informática consegue chegar a outra informação por ter acesso a essa rede”.
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Mai 10 2018
Pagamos, e ainda andamos a pagar, por uma crise da qual não tivemos culpa nenhuma. Não me venham com a treta do viver acima das possibilidades, que foi o povo que elegeu os que o desgovernaram, ou qualquer coisa do género. Todo isso apenas serve para desresponsabilizar os verdadeiros culpados.
Qualquer professor que tenha começado a trabalhar antes da primeira metade da década passada, já devia estar posicionado dois ou três (conforme os casos) escalões acima da atual posição remuneratória.
Esta, é, apenas, uma das razões de se andar farto disto tudo…
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Mai 09 2018
…ou é “técnico” ou não… para se ser “técnico” é necessário uma licenciatura ou mestrado em ensino?
O professor de AEC contratado por um agrupamento de escola, na plataforma SIGHRE do Ministério, através de um concurso onde foi exigida profissionalização num determinado grupo de recrutamento é técnico? É 3ª prioridade?
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Mai 08 2018
Contratados que perderam a oportunidade de concorrer ao “abrigo” da norma travão…
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Mai 08 2018
Vaga para docente de Estudos Portugueses na Universidade de Los Andes em Bogotá.
No âmbito de um Protocolo de Cooperação entre o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., e a Universidade de Los Andes, encontra-se aberta uma vaga para Docente de Estudos Portugueses, a exercer funções no Departamento de Línguas e Estudos Sociais da Faculdade de Ciências Sociais e na Faculdade de Artes e Humanidades em colaboração com a Cátedra Fernando Pessoa naquela Universidade.
A seleção dos candidatos será feita por um painel composto por elementos do Camões, I.P., e da Universidade de Los Andes.
Os candidatos de perfil mais consentâneo com o lugar a preencher serão submetidos a uma entrevista.
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Mai 08 2018
O Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros da Universidade de Aix-Marseille aceita candidaturas para docente de língua e cultura portuguesas (contratação e seleção pela Universidade). Mais informações em: (anexo com a descrição infra).
APPEL A CANDIDATURES
L’Université d’Aix-Marseille recrute, pour son Département d’Etudes portugaises et brésiliennes un LECTEUR DE LANGUE PORTUGAISE.
QUALIFICATIONS : Les candidats doivent être titulaires d’un Doctorat
PRE-REQUIS : Portugais Langue Maternelle
DUREE DU CONTRAT : Une année universitaire 1 septembre 2018/30 août 2019 – Contrat renouvelable en 2019-2020.
TEMPS DE SERVICE EN PRESENCIEL : Septembre-avril + 15 juin/10 juillet
REMUNERATION SERVICE STATUTAIRE : environ 1200 euros par mois sur 12 mois
OBLIGATION DE SERVICE STATUTAIRE : 200 heures de cours par an
LOGEMENT : Studio en résidence universitaire (entièrement équipé, tous frais inclus) – 500 euros/mois
SERVICE : Selon spécialité du candidat : enseignement de la langue et de la culture de langue portugaise
EXPÉRIENCE SOUHAITÉE : un an minimum d’enseignement dans le supérieur
DELAI DE REMISE DES CANDIDATURES: 18 mai 2018
Merci d’adresser vos candidatures (CV + lettre de motivation en français et portugais + copie certifiée des diplômes) à
[email protected] et [email protected]
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Mai 08 2018
Despacho que determina o calendário de adoção de manuais escolares para 2018 e altera o despacho n.º 11421/2014, de 11 setembro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro, na sua redação atual
A Lei n.º 47/2006, de 28 de agosto, na sua redação vigente, e o Decreto-Lei n.º 5/2014, de 14 de janeiro, preveem que o calendário de adoção de manuais em vigor pode ser alterado, no sentido de alargar o período de vigência da adoção de manuais escolares, tendo em vista, nomeadamente, ajustar e regularizar no tempo o procedimento de adoção dos manuais escolares.
O Anexo I do Despacho n.º 11421/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro, alterado pelos Despachos n.os 15717/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 251, de 30 de dezembro, 4734-A/2015, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 88, de 7 de maio, e 13331-A/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 214, de 8 de novembro, estabeleceu o calendário de adoção de manuais escolares relativo aos anos de adoção de 2015 a 2022.
Com o presente despacho procede-se à suspensão do processo de adoção de novos manuais escolares nas disciplinas do 3.º, 7.º anos de escolaridade do ensino básico e de Biologia e Geologia do 11.º ano de escolaridade dos cursos científico-humanísticos do ensino secundário, a realizar no ano de 2018, constante do Anexo I do Despacho n.º 11421/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro, na sua redação vigente, e prorroga-se, em conformidade, o período de vigência dos manuais escolares atualmente adotados naquelas disciplinas e anos de escolaridade.
Neste quadro, torna-se necessário proceder à alteração do calendário de adoção de manuais escolares constante do Anexo I do Despacho n.º 11421/2014, de 11 de setembro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro, na sua redação vigente.
Foram ouvidas a Igreja Católica, através da Conferência Episcopal Portuguesa e as entidades representativas dos editores e livreiros.
Assim, ao abrigo do estabelecido no disposto no artigo 35.º da Lei n.º 47/2006, de 28 de agosto, na sua redação vigente, no disposto nos artigos 3.º, n.º 1, e 14.º, n.º 2, do Decreto-Lei n.º 5/2014, de 14 de janeiro, e no uso dos poderes que foram delegados pelo Despacho n.º 1009-B/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 13, de 20 de janeiro de 2016, determino o seguinte:
1 – No ano de 2018, com efeitos a partir do ano letivo de 2018-2019, é suspenso o processo de adoção de novos manuais escolares nas disciplinas do 3.º, 7.º anos de escolaridade do ensino básico, a que se refere o Anexo I do Despacho n.º 11421/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro, na sua redação vigente.
2 – É prorrogado, até data a determinar por despacho do membro do Governo com competência para o efeito, o período de vigência dos manuais escolares atualmente adotados nas disciplinas e anos de escolaridade a que se refere o número anterior.
3 – No ano de 2018, com efeitos a partir do ano letivo de 2018-2019, é suspenso o processo de adoção de novos manuais escolares na disciplina de Biologia e Geologia do 11.º ano de escolaridade dos cursos científico-humanísticos do ensino secundário, a que se refere o anexo I do Despacho n.º 11421/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série n.º 175, de 11 de setembro, na sua redação vigente.
4 – É prorrogado, até data a determinar por despacho do membro do Governo com competência para o efeito, o período de vigência dos manuais escolares atualmente adotados na disciplina e ano de escolaridade a que se refere o número anterior.
5 – Em caso de inexistência de manuais avaliados com a menção de Certificado, a adoção de manuais escolares para o ciclo, o ano de escolaridade e a disciplina em causa efetua-se de acordo com os procedimentos legais e regulamentares em vigor, designadamente os critérios de apreciação constantes do Sistema de Informação de Manuais Escolares do Ministério da Educação.
6 – O presente despacho entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.
5 de maio de 2018. – O Secretário de Estado da Educação, João Miguel Marques da Costa.
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Mai 07 2018
Um dia, mudou a minha vida. Uma professora. Disse-me que a empatia e a paciência eram as armas mais nobres que um professor podia usar.
Na altura, há muitos anos, não entendi. Eu pensava que era importante o conhecimento científico, a matéria e algum controlo do grupo. Hoje, depois de centenas de escolas visitadas, entendo um pouco melhor o que a professora quis dizer e tento colocar isso no trabalho nas escolas.
Tenho muita pena, de que alguns docentes já estejam rendidos. Infelizmente, terá sido mais forte do que eles. Há alguma desvalorização de uma profissão tão nobre e importante. Todos reconhecemos.
Mas, infelizmente, alguns dos que têm poder de decisão, não agem em conformidade. Tenho pena quando alguns docentes parecem não poder ouvir falar em empatia, e, muito menos, em paciência.
Eu próprio, tenho momentos difíceis. Perante grupos de alunos que não corresponderam como desejava. E é sempre uma professora a resgatar a minha esperança. Periodicamente, um pouco por acaso (será?) surgem nas sessões professoras capazes de me inspirar. E todas trazem nas palavras, ou nos gestos, um pouco das palavras dessa professora empática e persistente.
Cada aluno é uma realidade. Ouvir torna-se pouco. Ouvir torna-se vago. Cada realidade precisa de alguém capaz de escutar. Escutar com a cara, com o corpo, com o cérebro e, principalmente, com o coração.
Também os professores precisam de alguém que seja empático com eles. Mas na relação com os alunos, terão de ser eles a fazer esse papel. A tomar a iniciativa. A serem, no fundo, os adultos. E os profissionais.
Fica a reflexão para os educadores que ainda não desistiram. Ficam as perguntas que encontro para me dar força. Ficam as questões adaptadas do testemunho das professoras e professores que vão mudando a minha vida, num rasgo de nobreza, esperança e num sopro capaz de avançar este navio com vela triangular para águas mais transparentes.
- A sua linguagem corporal, mostra que está a escutar?
- Está com atenção à sua linguagem corporal?
- Afetivo, cognitivo…tem tido atenção às componentes da empatia?
- Tem lido sobre os neurónios espelho?
- Tem estado com capacidade de focar numa questão?
- Está a ler com atenção, ou para descobrir aqui no artigo algumas falhas?
Ser empático não é desculpar tudo. Nem perdoar atos graves. É seguir o exemplo dos melhores professores. Boa semana e obrigado por continuarem a inspirar. Já sabe, demasiadas queixinhas, desfocam da empatia e só vão atrair uma plateia de pessoas tristes. Ninguém quer saber de queixinhas (só os tristes). O mundo precisa dos empáticos e dos persistentes.
Alfredo Leite
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Mai 06 2018
Dizem os estudos que 3,5 é o número de vezes que os irmãos se pegam por hora. Ou seja, a cada quinze minutos, ouvimos Oh, mãe, ele está a chatear-me e Não sou eu, é ela!.
Os conflitos entre irmãos são um dos grandes motivos de stresse e cansaço dos pais, para quem o maior objetivo é que os filhos se deem bem e sejam amigos para a vida.
Neste livro, Magda Gomes Dias traz-nos um novo olhar sobre as dinâmicas familiares e a relação que os filhos criam entre eles, fugindo de clássicos como Não batas no teu irmão que vais apanhar por cima ou Agora deem um beijinho, peçam desculpas e façam as pazes. Já passou.
Nestas páginas estão reunidas as melhores ferramentas para, enquanto pais, entendermos porque não existem relações isentas de conflito, olharmos para as necessidades de cada filho e promovermos a reparação e a conciliação dentro da nossa família.
Com casos reais, exercícios práticos e conselhos, Magda Gomes Dias prova-nos que, se educar uma criança é um desafio grande, educar irmãos é-o ainda mais, mas é possível fazê-lo em harmonia, gerindo diferenças, conciliando personalidades opostas e ajudando cada filho a sentir-se único, tendo a noção de que é escutado e amado.
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