Category: Rui Cardoso

Notificação da decisão da reclamação

 

Encontra-se disponível para consulta, a notificação da reclamação.

 

SIGRHE

 Nota informativa

 

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Resumo dos resultados nas Provas finais do 3.º ciclo do Ensino Básico 2018

 

Provas finais do 3.º ciclo do Ensino Básico 2018

 

As provas finais do 3.º ciclo de 2018 foram realizadas em 1 255 escolas localizadas em Portugal Continental, nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e nas escolas no estrangeiro com currículo português, refere o Júri Nacional de Exames em comunicado.
Na 1.ª fase das provas finais do 3.º ciclo, obrigatória para todos os alunos internos que se encontrem em condições de admissão, foram realizadas 189 266 provas, referentes às disciplinas de Português (91), de Matemática (92), de Português Língua Segunda (95), para alunos surdos, e de Português Língua Não Materna (93 e 94), o que totaliza mais 3 949 provas do que no ano transato.
No processo de classificação das provas finais do 3.º ciclo, estiveram envolvidos 4 171 professores classificadores do 3.º ciclo do ensino básico, que contribuíram para um rigoroso cumprimento dos prazos previstos para a afixação das pautas.
Na realização de todas as provas finais do 3.º ciclo do ensino básico estiveram ainda envolvidos mais de 10 000 docentes vigilantes e pertencentes aos secretariados de exames das escolas, cujo desempenho foi fundamental para que a 1.ª fase tenha decorrido sem problemas de relevo e com um baixo número de ocorrências.
A média das classificações da 1.ª fase das provas finais de ciclo é, na disciplina de Português, de 66 pontos percentuais (desvio padrão de 16) e, na disciplina de Matemática, de 47 pontos percentuais (desvio padrão de 27).
No que diz respeito à prova final de Português (91), a classificação média evidencia uma subida em comparação com os resultados do ano anterior, observando-se uma variação de 8 pontos percentuais. Relativamente à prova final de Matemática (92), observa-se uma descida no valor da média das classificações, de 6 pontos percentuais.
Na prova de Português (91) observa-se que cerca de 87% dos alunos obtiveram uma classificação igual ou superior a 50%, sendo que, na prova de Matemática (92), cerca de 48% dos alunos obtiveram classificação igual ou superior a 50%.
Relativamente às taxas de reprovação, a variação relativamente a 2017 é pouco significativa: na disciplina de Português, regista-se uma descida de um ponto percentual, ao invés da disciplina de Matemática, em que se verifica uma subida de um ponto percentual.

 

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Os professores que se portaram mal não têm férias – Paulo Serra

 

 

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Reclamação/Desistência da candidatura do concurso de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança

 

Encontra-se disponível a funcionalidade para os docentes procederem à reclamação/desistência do concurso de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança, entre o dia 13 de julho e as 18:00h de Portugal continental do dia 19 de julho de 2018.

 

SIGRHE

 

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O sucesso escolar deve-se ao sr. 1.º…

 

O senhor António Costa anda desorientado no tempo… então será que a subida de dois pontos percentuais no resultados escolares dos alunos se deve a medidas que só vão entrar em vigor, em força, no próximo ano letivo?

Demagogia não é coisa que falte no seu discurso do estado da nação.

Quando disse que as medidas implementadas por este governo foram os principais motores para a descida do insucesso, esqueceu-se dos alunos e dos professores, esses não tiveram qualquer interferência…

O egocentrismo em força, desrespeitando todos os outros intervenientes.

O esforço foi só seu, senhor primeiro ministro, vanglorie-se, já que mais ninguém, na educação, o parece fazer.

 

 

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Greves… Sem Fim – Paulo Serra

 

 

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Nota Informativa – Aprovação do plano de férias dos Diretores dos Centros de Formação de Associação de Escolas

Assunto de muita importância…

 

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Concurso Interno e Concurso Externo de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança 2018/2019 – Listas Provisórias

 

Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de admissão e de exclusão do Concurso Interno e Concurso Externo do ensino artístico especializado da música e da dança para o ano escolar 2018/2019.

 

Listas Provisórias

 

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Nova presidente da ADSE – Sofia Lopes Portela

É sempre bom saber quem gere os nossos descontos…

 

Sofia Lopes Portela

 

Doutorada em Métodos Quantitativos Aplicados (na especialidade de Métodos Econométricos) pelo ISCTE-IUL.

Mestre em Gestão de Empresas pelo ISCTE.

Licenciada em Organização e Gestão de Empresas (na área vocacional de Finanças) pelo ISCTE.

Programa em Gestão de Marketing Digital pela Católica – Lisbon School of Business & Economics – Universidade Católica Portuguesa.

Docente universitária do ISCTE-IUL, desde 2000, atualmente com a categoria de Professor Auxiliar.

Leccionou na Budapest Business School (Budapeste, Hungria) em 2015, na Kozminski University (Varsóvia, Polónia) em 2013, na Universidade Politécnica (Maputo, Moçambique) em 2012 e na Tallinn University of Technology (Tallinn, Estónia) em 2011.

Foi Diretora Executiva do Executive Master em Gestão de Serviços de Saúde do INDEG-ISCTE e Diretora do Mestrado em Gestão de Serviços de Saúde do ISCTE-IUL.

Foi Sub-Diretora do Departamento de Métodos Quantitativos para a Gestão e Economia do ISCTE-IUL entre 2010 e 2014 (designado de Departamento de Métodos Quantitativos entre 2010 e 2012).

Foi Coordenadora do Grupo de Investigação em Modelação em Gestão e Economia do Business Research Unit, UNIDE-IUL, entre 2011 e 2014 (designado de Grupo de Investigação em Econometria e Econofísica entre 2011 e 2013).

Foi Coordenadora Científica e Técnica na vertente de Gestão em Saúde no projeto “Eat Mediterranean: A Program for Eliminating Dietary Inequality in Schools”, gerido pela ARS LVT (projeto com o apoio financeiro dos EEA-Grants), entre 2015 e 2017.

Gestora na Sonae.com entre 2000 e 2001.

Consultora de gestão na Carvalho das Neves & Associados – Consultores de Gestão entre 1999 e 2000.

Consultora de gestão na GTE, Consultores de Gestão entre 1998 e 1999.

Autora e co-autora de vários artigos publicados em revistas científicas internacionais. Orientadora e co-orientadora de várias dezenas de teses de mestrado sobre temas de gestão geral e gestão de serviços de saúde. Apresentação de dezenas de comunicações orais em conferências científicas internacionais.

 

 

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Números dos Exames finais nacionais do Ensino Secundário 2018

Tão bem que realizam estes cálculos e vão criar uma comissão para te enfiarem areia nos olhos…

Exames finais nacionais do Ensino Secundário 2018

Os exames finais nacionais do ensino secundário foram realizados em 641 escolas em Portugal Continental e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, bem como nas escolas no estrangeiro com currículo português, refere o Juri Nacional de Exames em comunicado.
Foram registadas 352 678 inscrições na 1.ª fase dos exames finais nacionais, tendo sido realizadas 324 600 provas, o que corresponde a cerca de 92,01% das inscrições. Relativamente ao ano transato, verifica-se no presente ano escolar uma diminuição de cerca de 7761 provas realizadas.
Entre as 22 disciplinas sujeitas a exame nacional, a que registou um maior número de provas realizadas foi a de Português (639), com 74 390 provas, logo seguida por Matemática A (635), com 45 433 provas, Biologia e Geologia (702), com 44 637 provas, e Física e Química A (715), com 43 834 provas.
No processo de classificação das provas estiveram envolvidos cerca de 7 684 docentes do ensino secundário, cujo trabalho permitiu o cumprimento dos prazos previstos para a afixação das pautas. Na totalidade das provas dos exames nacionais do ensino secundário estiveram ainda envolvidos cerca de 10 000 docentes vigilantes e pertencentes aos secretariados de exames das escolas, cujo papel e desempenho foi determinante para a realização desta 1.ª fase.
No presente ano letivo, e pela primeira vez no âmbito das provas de avaliação externa, foi realizada a avaliação da componente de produção e interação orais dos exames nacionais de línguas estrangeiras. Realizaram-se cerca de 11 500 avaliações da componente oral, nos quatro exames nacionais de línguas estrangeiras, cerca de 6 000 a Inglês (550), 3 000 a Espanhol (547), 1 500 a Francês (517) e 1 000 na disciplina de Alemão (501).
Na avaliação da componente oral, estiveram envolvidos nos júris de classificação cerca de 3 900 professores de línguas estrangeiras, cujo profissionalismo permitiu levar a cabo um processo novo e de grande complexidade logística.
É de registar o facto de as médias das classificações dos vários exames relativos aos alunos internos serem todas iguais ou superiores a 95 pontos.
Tendo em consideração as disciplinas com um número de alunos internos superior a 2 500, aquelas em que é possível estabelecer comparações estatisticamente mais significativas, destaca-se:
– A subida da classificação média, em 7 pontos, na disciplina de Física e Química A (715) e em 6 pontos na disciplina de Biologia e Geologia (702).
– A diminuição da classificação média nas disciplinas de História A (623) e Economia A (712), em 8 pontos.
É de salientar ainda o facto de nas disciplinas de Física e Química A (715) e História da Cultura e das Artes (724) a taxa de reprovação dos alunos internos ter descido, respetivamente, 4 e 3 pontos percentuais.
No sentido inverso, e apesar de não se verificar variação significativa nas classificações de exame nas disciplinas de Matemática A (635), Matemática B (735) e MACS (835) a taxa de reprovação, quando tidas em conta as classificações internas dos alunos, aumentou um ponto percentual.
Com exceção das disciplinas de Inglês (550) e Alemão (501), verifica-se, à semelhança dos anos anteriores, que os alunos internos obtêm classificações mais elevadas do que as alcançadas pelos alunos autopropostos. Algumas das diferenças mais significativas observam-se, como é usual, nas disciplinas de Matemática A (635), Matemática B (735) e Geometria Descritiva A (708).

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Opinião – Um flop tão grande como as ondas do mar – Santana Castilho

 

Um flop tão grande como as ondas do mar

Ponto prévio: tenho passado documentado, na vigência do anterior regime, e vastíssima exposição pública e matéria publicada, no decurso do actual, sobre a importância vital dos sindicatos, que dispensam possíveis acusações de discurso anti-sindicalista face às linhas que se seguem. Particularmente por parte de quem baralha a obra-prima do mestre com o primo do mestre d’obras. Poupem-me a isso. Contraditem a mensagem, se quiserem e puderem, mas deixem o mensageiro em paz.
Ontem, em artigo do Público (A retórica do IP3) escrevi:
“António Costa reduziu o PS ao que sempre foram os figurões incompetentes que propôs para a Educação. O significado político da retórica pelintra do IP3 ilustrou-o bem. Dizendo o que disse, António Costa deixou implícito que a negociação que hoje vai recomeçar não pode ser mais que a repetição da coreografia do costume, para tentar desmobilizar uma greve que dura há cinco semanas, com uma eficácia que surpreendeu.
Com efeito, os textos das cartas trocadas entre os sindicatos e o ministério, como preâmbulo do tango (para usar a metáfora do próprio ministro) que a partir de hoje vão dançar, enlaçados num faz de conta de desfecho já escrito (a plataforma mortinha por suspender a greve e uma vez mais sair de cena sem resultados, quando a hora era de cerrar fileiras e dizer não, e o ministério decretando previamente quem comanda o baile) são confrangedores: o dos sindicatos por mendigar a retomada de uma negociação que o ministério interrompeu quando chantageou; o do ministério por começar logo (ponto 1 da missiva) com a perfídia de sempre.”
Hoje, melhor, ainda ontem, ficou confirmado o que estava escrito nas estrelas. A plataforma sindical ajoelhou. E como a minha memória não prescreveu, é a terceira vez que ajoelha, desprezando a generosidade dos professores e permitindo que os seus representados continuem a ser calcados.
Entendamo-nos: os sindicatos existem para defender os interesses dos trabalhadores, sem pagar tributos a interesses partidários, muito menos a jogos palacianos que eternizam discursos ocos de resultados.
Comissão técnica para calcular os custos? Então o Governo não os aventou (é certo que aldrabando-os miseravelmente) repetidas vezes? Não os corrigiu recente e publicamente?
A FENPROF não os divulgou (em conferência de imprensa, pela voz de um dirigente seu), depois de os ter feito?
E que têm que ver os custos com a substância ética do cerne do contencioso?
Leiam o comunicado de imprensa, ridículo, do Governo, depois da reunião que decidiu a comissão técnica para … calcular os custos, onde se diz que … “os cálculos disponíveis indicam que não é possível a contagem integral do tempo”.
Oiçam a patética alocução de Mário Nogueira, falando aos professores reunidos na 24 de Julho.
Que palhaçada é esta, depois de tanta dádiva e sacrifícios?
Tirem então as vossas conclusões. A minha, expressou-a bem Almada Negreiros:
“Uma resma de charlatães e de vendidos, que só podem parir abaixo de zero!”

 

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Contas mal feitas = 600 milhões

 

Pergunto-me quem ensinou o primeiro ministro a fazer contas. Terá sido um dos seus antecessores?

Sim, ele não cursou matemática aplicada à finança, eu sei. Mas lançar um número daqueles, deve ter tido o propósito de manchar, perante a opinião publica, a imagem dos professores. Se assim não foi, não entendo o porquê…

Afinal, as contas não estavam feitas. Ontem, depois de algumas horas fechados numa sala, a conversar, saiu de lá a noticia que irá ser constituída uma equipa para apurar os números corretos. Quem tem um ou outro olho na cara, sempre soube, ou desconfiou, que os números apresentados eram exagerados e totalmente desproporcionados. O que foi dito exigirá um pedido de desculpas público, se os números se revelarem outros (os números de certeza se revelarão outros, os pedidos de desculpa revelarão o caráter ou não).

As contas levaram ao achincalhamento  público de toda uma classe, não tardaram a aparecer “entendidos” na prática a apelidarem os professores de tudo mais alguma coisa (casos de estudo sobre traumas de infância, a maior parte, por se terem visto privados de assistir ao programa de Vasco Granja, encontrando-se a essa hora em tempo de aula). Desses, o pedido de desculpa será o esquecimento do assunto até nova oportunidade, ou a procura de ajuda profissional para superar o ódio visceral e inexplicável que têm aos professores. Também ajudaria a “adjudicação” de uma qualquer tarefa inútil dependente de uma nomeação para um departamento que origine ganhos escabrosos. Seja como for, que se resolvam, pois com este tipo de atitude nunca superarão os seus traumas.

Fica a chamada de atenção, permitir a devassa pelo silêncio é o incentivo à destruição da imagem de qualquer um, até dos incondicionalmente lutadores…

Por fim… Não estarão as contas já feitas? É que o AT já fez uns uploads de umas grelhas em Excel para as progressões, não estará o serviço feito, ou meio feito?

 

 

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Pautas afixadas às 24:00 horas de dia 12 de julho…

… estou para ver quem é que vai abrir e fechar o portão e como se contabilizará o trabalho noturno.

Podem ser os diretores a faze-lo, têm isenção de horário e sempre se poupava mais uns trocos.

 

Escolas abrem à meia-noite para afixar nota

A indicação do Ministério da Educação determina que as notas sejam reveladas a 12 de julho

Seguindo a indicação do Ministério da Educação, alguns estabelecimentos de ensino vão, à semelhança do que aconteceu no ano passado, afixar as notas e permitir que alunos e familiares possam consultá-las nos primeiros minutos desta quinta-feira, dia 12 de julho.

 

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Concentrações de Professores a 13 de julho

 

 

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Comunicado do ME – Governo e sindicatos dos professores retomam negociações

 

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Comunicado – FNE reiterou que os 9 anos, 4 meses e 2 dias são inegociáveis

FNE reiterou que os 9 anos, 4 meses e 2 dias são inegociáveis

Governo e organizações sindicais sentaram-se esta tarde à mesa, no Ministério da Educação, para retomar o processo negocial sobre as condições de recuperação do tempo de serviço congelado.

A delegação da FNE presente neste encontro foi constituída pelo Secretário-Geral (SG) João Dias da Silva, pela Vice Secretária-Geral Lucinda Dâmaso, pelo Presidente da FNE, Jorge Santos e pelos Secretários Nacionais Josefa Lopes, Maria José Rangel, José Eduardo Gaspar e Pedro Barreiros.

O Secretário-Geral da FNE reiterou que “após o Ministério da Educação ter afirmado no dia 4 de junho que a sua proposta de negociação se baseava numa recuperação de 2 anos, 9 meses e 18 dias, hoje o mesmo Ministério chegou a esta reunião sem uma ‘baliza’ para discutir qual a quantidade de tempo a ser recuperada. O que a FNE reiterou foi que os 9 anos, 4 meses e 2 dias são inegociáveis, mas continuamos disponíveis para a negociação do que está para ser negociado. Continuamos a ver na negociação o espaço privilegiado para a procura da solução nesta matéria”, afirmou João Dias da Silva à saída da reunião.

Para a FNE, esta reunião serviu como ponto de partida para que este processo negocial possa ser relançado a partir de setembro, pese embora a constituição durante o mês de julho de uma Comissão Técnica que vai analisar o impacto orçamental da recuperação do tempo de serviço. O SG da FNE reforçou que “para nós esta Comissão pode apenas avaliar o impacto da total recuperação do tempo de serviço num prazo que pode ir até 2022, 2023 ou até 2024. A nossa boa-fé negocial também se manifesta nesta abertura para procura de novas soluções”.

João Dias da Silva deixou uma palavra aos professores que têm participado na greve dizendo que foi “fundamental a participação massiva dos professores na greve que vai ser interrompida dia 13 de julho. No dia 17 de setembro, no recomeço das aulas vamos determinar as ações seguintes de luta. Mas está nas mãos do Governo que tudo possa decorrer com normalidade. Basta encontrar uma fórmula que respeite os professores, que respeite o que ficou determinado no Orçamento de Estado e na Declaração de Compromisso”.

Sobre tudo isto, os professores portugueses podem confiar na FNE, pois “não abdicaremos de um único dia em qualquer circunstância. Estaremos flexíveis para a negociação do prazo e do modo. Entretanto, no próximo dia 13 de julho, nas concentrações que vão ser realizadas pelo país, os professores vão mostrar que a partir de dia 17 de setembro estarão prontos para retomar a luta”, disse o SG da FNE a fechar.

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Da reunião saiu…

 

Governo cria comissão técnica para apurar a despesa e admite que a contagem do tempo são os 9.4.2. mas sem ainda definir o modo e o prazo. Negociação prossegue em setembro.

Não vão negociar com os professores fora das escolas.

 

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A reunião está para demorar…

 

Um ministro, 4 secretários de estado e os representantes dos professores… 15 dentro de uma sala a degladiarem posições. Isto vai demorar… Não vejo acordo à vista… Vejo mais do mesmo, a tentativa de protelar…

A força da reunião está à porta da mesma… Exerçam o vosso direito de protesto.

 

 

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A nova Diretora DGEstE… Maria Manuela Faria

Despacho n.º 6741/2018

 

Nota curricular

Nome: Maria Manuela Pinto Soares Pastor Fernandes Arraios Faria

Data de nascimento: 15 de abril de 1959

Habilitações Literárias:

Mestre em Ciências da Educação pela Universidade Católica de Lisboa;

Pós-graduada em Direito Administrativo pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa;

Especialista em Direito da Educação pela European Association for Education Law and Policy, University of Antwerp;

Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Experiência Profissional:

Subdiretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares (desde 22 de outubro de 2014, através de procedimento concursal da CReSAP), exercendo funções de Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares, em regime de substituição, desde 16 de setembro de 2016, nos termos do Despacho n.º 15133/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 239, de 15 de dezembro de 2016;

Diretora dos Serviços de Assuntos Jurídicos e Contencioso da Direção-Geral da Administração Escolar (de 13 de julho de 2011 a 21 de outubro de 2014);

Chefe de Divisão Administrativa Patrimonial e Orçamental da Direção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (de 1 de dezembro de 2010 a 12 de julho de 2011);

Coordenadora do gabinete jurídico da Direção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (de 1 de junho de 2009 a 30 de novembro de 2010);

Jurista na Direção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (de 1 de setembro de 2006 a 31 de maio de 2009);

Docente no Agrupamento de Escolas Básicas de Fitares (de 1 setembro de 2004 até 31 de agosto de 2006);

Docente no Colégio dos Plátanos (1 setembro de 1987 até 31 agosto de 2004).

 

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Opinião – A retórica do IP3 – Santana Castilho

 

A retórica do IP3

António Costa disse, no lançamento da empreitada de requalificação do troço entre Penacova e Lagoa Azul, que ao fazer obra no IP3 “estamos a decidir não fazer evoluções nas carreiras ou vencimentos”. Deixou, assim, bem claro que o dinheiro para as estradas origina a falta de dinheiro para as carreiras e salários e que o não reconhecimento de todo o tempo de serviço prestado pelos professores não é uma questão de dinheiro mas, outrossim, uma questão de prioridades.

A adesão inicial dos professores de esquerda ao vazio do programa político do PS para a Educação ficou a dever-se às chagas que o “ajustamento” deixou e à habilidade de António Costa para se entender com o PCP e com o BE. Agora que esse entendimento abana (se não acabou já), António Costa reduziu o PS ao que sempre foram os figurões incompetentes que propôs para a educação. O significado político da retórica pelintra do IP3 ilustrou-o bem. Dizendo o que disse, António Costa deixou implícito que a negociação que hoje vai recomeçar não pode ser mais que a repetição da coreografia do costume, para tentar desmobilizar uma greve que dura há cinco semanas, com uma eficácia que surpreendeu.

Com efeito, os textos das cartas trocadas entre os sindicatos e o ministério, como preâmbulo do tango (para usar a metáfora do próprio ministro) que a partir de hoje vão dançar, enlaçados num faz de conta de desfecho já escrito (a plataforma mortinha por suspender a greve e uma vez mais sair de cena sem resultados, quando a hora era de cerrar fileiras e dizer não, e o ministério decretando previamente quem comanda o baile) são confrangedores: o dos sindicatos por mendigar a retomada de uma negociação que o ministério interrompeu quando chantageou; o do ministério por começar logo (ponto 1 da missiva) com a perfídia de sempre. Com efeito, como pode uma doutora em Direito (Alexandra Leitão) rastejar de fininho sob uma lei, como se ela não existisse, que separou a carreira geral dos funcionários públicos das carreiras especiais dos militares, polícias, magistrados, médicos, enfermeiros e professores, ou um doutor em Bioquímica (Tiago Brandão Rodrigues) afirmar que 70% de 10 é igual a 70% de 4?

Foi com este pano negro de fundo que a avaliação dos alunos, legalmente definida em termos circunstanciais precisos, enquanto decisão colegial de um conselho de turma, foi substituída por um expediente escabroso, ilegalmente determinado num lance golpista, impróprio de um estado de direito. Foi com este pano negro de fundo que a reflexão e a ponderação pedagógicas deram lugar a simples números, onde 50% mais um dos professores, arregimentados não importa com que critério, foram coagidos a fazer o que os pequenos chefes da choldra ministerial determinaram. Definitivamente, só apetece dizer-lhes, com José de Almada Negreiros, que são “uma resma de charlatães e de vendidos, que só podem parir abaixo de zero”!

Esta leitura, válida para as políticas de Educação, assentes em romarias, foguetório, burocracia sem fim, precarização e medidas desgarradas e ocasionais, será igualmente feita para a economia quando a denominada sociedade civil emergir da falácia que a propaganda bem orquestrada lhe vendeu. Como é possível falarmos de milagre económico quando no cotejo europeu a nossa economia é a quarta a contar do fim, em termos de crescimento? Que milagre económico é esse, quando as estatísticas europeias mostram que o nível de vida dos portugueses está em regressão há 15 anos e que o rendimento per capita português em 2018 é 78% do europeu, quando era 84% em 1999?

A falência dos partidos tradicionais em Espanha, Itália França e Grécia e as vocações autoritárias nascentes na Polónia, Hungria e República Checa deviam levar António Costa a confiar menos na vaca voadora da sua alegre casinha.

Até às eleições de 2019, espero que os eleitores percebam que o establishment político que a “geringonça” gerou, pese embora tímidas melhorias pontuais, foi criado a partir de “realidades” ficcionadas. “Realidades” manhosamente construídas à margem do que é importante, que nos fizeram aceitar uma nova servidão, apenas menos triste.

In “Público” de 11.7.18

 

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Medida compensatória para os docentes do continente… Paulo Serra

 

 

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SDPA apresenta queixas crime contra diretores e diretor regional da Educação

Em defesa dos professores da Região Autónoma dos Açores… aquele outro país!

O Sindicato Democrático dos Professores dos Açores (SDPA) entregou ontem no Ministério Público participações criminais contra o diretor regional da Educação e responsáveis de escolas, devido à determinação de serviços mínimos sem “aplicação legal” na região.

 

Comunicado | Greve – Reuniões de Avaliação | Participações Criminais

…

Nestes termos, irá hoje, dia 09 de julho de 2018, o Sindicato Democrático dos Professores dos Açores apresentar, nos serviços do Ministério Público, novas participações criminais contra:

i. O Diretor Regional da Educação, José António Simões Freire, e a Diretora de Serviços de Recursos Humanos, Lúcia Maria Espínola Moniz;

ii. O Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária da Lagoa, Alexandre José Fernandes Oliveira;

iii. O Presidente do Conselho Executivo da Escola Básica Integrada de Vila de Capelas, Mariano Olivério do Rego Pereira;

iv. A Presidente do Conselho Executivo da Escola Básica Integrada de Água de Pau, Joana Maria Pinto Montalvão dos Santos e Silva de Medeiros;

v. O Presidente do Conselho Executivo da Escola Básica e Secundária da Povoação, Tiago Gonçalves Pinto;

vi. O Presidente do Conselho Executivo da Escola Básica Integrada de Ponta Garça, João Miguel Lopes dos Reis; e

vii. A Presidente do Conselho Executivo da Escola Básica e Secundária de Vila Franca do Campo, Graça de Fátima Bolarinho Ventura Melo.

A Direção aos 09-07-2018

 

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Concurso de docentes das componentes técnico-artísticas do ensino artístico especializado

 

Aplicação disponível de 10 a 12 de julho (18:00 horas de Portugal continental) para os estabelecimentos de ensino efetuarem a validação das candidaturas.

 

SIGRHE

 

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Extensão dos vínculos contratuais – Pessoal não docente – Contratos a termo

 

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Concentração de Professores, 11 de julho, 15 horas… Em frente ao ME

Há sindicatos a organizar transporte, contatem o vosso ou o que mais vos aprouver…

 

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Nos Açores, a oposição pede explicações…

 

 

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A flexibilização (individual)… – Paulo Serra

 

 

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O que queres ser quando fores grande? Não quero ser professor…

 

Apenas 1,3% dos jovens admitem vir a ser professores

Com quase metade dos professores em exercício a reformar-se até 2030, o país pode vir a sofrer de falta de docentes a médio prazo.

O que queres ser quando fores grande? A pergunta, não nestes termos exatos mas semelhantes, foi feita a alunos de 15 anos de todo o mundo nos testes PISA (Programme for International Student Assessment), a maior avaliação na área da Educação a nível internacional. Entre os jovens portugueses, só 1,3% responderam querer ser professores. Portugal é mesmo um dos países onde a profissão é menos ambicionada. Os jovens não a querem no futuro. E os que a exercem no presente também não estão satisfeitos. Quase metade está em estado “preocupante, crítico ou extremo de exaustão emocional” e mais de 80% querem reformar-se mais cedo, concluiu um inquérito a 15 mil professores divulgado ontem. Juntando os dois indicadores ao acentuado envelhecimento da classe, pode estar a formar-se uma tempestade perfeita, que deixará o país com escassez de docentes a médio prazo.

 

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84% dos professores querem reforma antecipada

 

E não admira… Quem lida com os professores entende bem a pretensão.

Este assunto já foi amplamente discutido, degladiaram-se razões… Os governos foram e são demagógicos e hipócritas em relação à este assunto.

 

84% dos professores querem reforma antecipada

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Estudo sobre o Desgaste na Profissão Docente – por Raquel varela

 

 

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DOAL 2018/19 (Despacho Normativo n.º 10-B/2018)

 

Despacho Normativo n.º 10-B/2018

 

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Aviso de Abertura de recrutamento de pessoal docente – RAA

 

Foi publicado, na página da Direção Regional da Educação, o Aviso de Abertura respeitante ao Concurso de Oferta de Emprego para recrutamento de pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, da educação especial e do ensino vocacional da música, em regime de contrato de trabalho a termo resolutivo, relativo ao ano escolar 2018/2019, na Região Autónoma dos Açores, decorrendo o prazo de cinco dias úteis para apresentação de candidatura, o qual se iniciou dia 05 de julho, e se prolonga até 11 de julho de 2018.

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No Inferno… hoje há manifestação!

 

 

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Setembro 2018 – Paulo Serra

 

 

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Em setembro vai tudo a tribunal… Europeu!

 

Professores vão avançar com queixa contra o Estado junto dos tribunais europeus

Ação vai avançar em setembro e os dez sindicatos, que estão unidos em plataforma, estão a trabalhar na fundamentação da queixa

Os professores vão avançar, em setembro, com uma queixa contra o Estado português junto de tribunais europeus por causa do descongelamento do tempo de serviço. Este é mais um sinal de que, apesar da retoma das negociações da próxima semana, o clima de tensão e conflito entre o governo e os docentes se vai arrastar, pelo menos, até ao início do próximo ano letivo.

Os juristas da plataforma dos dez sindicatos – onde estão incluídas a Fenprof e a FNE – ainda estão a trabalhar na fundamentação da ação e ainda não foi decidido se a queixa vai ser conjunta, entre os dez sindicatos, ou se a estratégia vai passar por avançar com ações individuais. Ou seja, neste caso, cada sindicato avançaria com uma queixa contra o Estado.

 

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Proposta de transformação do tempo de serviço congelado em antecipação da aposentação…

 

Desde que se levantou o problema da recuperação do tempo de serviço, que se fala da possibilidade de transformar algum desse tempo, em tempo de antecipação da aposentação.

É claro que aos professores mais novos não lhes convém estar incluídos nessa proposta, isso tem de ser dito e salvaguardado. Essa proposta, será só para quem dela pode beneficiar a curto prazo.

A 13 de fevereiro deste ano, lancei para discussão uma “Simulação da reposição dos 9 anos, 4 meses e 2 dias…”  no Blog.

Da discussão gerada, efetuei algumas alterações, propostas pelos professores que se deram ao trabalho de a ler, mas, de certeza, que outras haverá a fazer. No entanto, deixo aqui a nova Proposta que, também, tem como base o conhecimento de que para 40% dos professores a recuperação da totalidade do tempo de serviço congelado será impossível por estarem nos últimos escalões da carreira.

Que sirva de inspiração a quem de direito… (eu sei que servirá)

 

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Opinião – STOP – Carmo Machado (É hora!)

 

STOP

Parem com esta vergonha, senhores políticos! Porque nós estamos fartos de ver a educação ser tratada como uma mulher de alterne, por quem se vive uma paixão que logo desaparece na legislatura seguinte

Ler Aqui

Chegou a hora de pararmos de obedecer cega e estupidamente a este desnorte! Somos profissionais pensantes. Queremos mudanças! Queremos o tempo de serviço a que temos direito (nem sequer estamos a pedir retroativos)! Exigimos qualidade! Exigimos respeito! Se somos nós que no terreno lutamos diariamente contra os muitos constrangimentos do sistema, seremos nós também que temos de mostrar aos nossos políticos que não estamos interessados nos seus jogos de poder. Sem medo, colegas!

Pessoa, tu sim, tu tinhas razão. É hora!

In Visão

 

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Conferência de imprensa organizações sindicais de professores de 05/07

 

 

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Reunião de 11 de julho… – Paulo Serra

 

 

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Um editorial de Eduardo Dâmaso na Sábado…

 

 

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