Category: Rui Cardoso
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Jun 26 2018
Decretados serviços mínimos
No país dos impossíveis…
Serviços mínimos decretados na greve de professores
Decisão aplica-se apenas ao anos em que há exames: 9º, 11º e 12º anos.
O Colégio Arbitral decidiu esta terça-feira decretar serviços mínimos na greve de professores às reuniões de avaliação do 9º, 11º e 12º anos. Esta decisão deverá permitir que estas reuniões se realizem e que sejam atribuídas aos alunos as notas internas da avaliação contínua. Sem estas notas os alunos não podiam candidatar-se ao ensino superior. As candidaturas ao ensino superior arrancam no dia 18 de julho.
Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/servicos-minimos-decretados-na-greve-de-professores
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Jun 26 2018
Carta de uma aluna do 12.° ano ao IAVE
ᴄᴀʀᴛᴀ ᴀᴏ ❛ɪɴsᴛɪᴛᴜᴛᴏ ᴅᴇ ᴀᴠᴀʟɪᴀçãᴏ ᴇᴅᴜᴄᴀᴛɪᴠᴀ❜:
“Termino agora o 12ºano, depois de prestar contas com os exames nacionais. Durante os três anos que frequentei de ensino secundário, pude assistir à luta que os meus professores que tinham a seu cargo disciplinas de exames, bienais e trienais, travaram para me preparar, a mim e a muitos outros, da melhor forma para desempenhar o meu melhor, conforme as suas excelsas capacidades.
Este ano, realizei o Exame de História A e o Exame de Português. Curiosamente, o exame de português sofreu uma alteração na estrutura, regressando-se a uma estrutura que não era utilizada há anos. A primeira mudança remonta à ‘parte C’ – Parte essa, que diga-se de passagem, não tinha indicações nenhumas em relação à extensão de palavras a cumprir. Ora, preocupada com o desempenho dos seus alunos, a minha professora de Português, durante a prova, contactou com o Ministério da Educação, para desmistificar afinal o que é que era necessário realizar numa ‘breve exposição’, conforme lia o enunciado. A resposta ‘o aluno deve saber controlar-se’ soa correta ao vosso ouvido? Agora somos robots renegados a ter uma função de controlo? Também não entendi a pergunta sobre a ‘Lei Fundamental’ que legitimizou o governo de Salazar? É isso que chamamos à Constituição Fascista de 1933? Estranho. Tive uma excelente professora de História durante três anos e única lei fundamental da qual tomei conhecimento relaciona-se com a política de fomento salazarista. Ou será que a rambóia de palavras serviu somente para nos confundir?
A brilhante ideia de aumentar a cotação das perguntas de escolha múltipla só serve para prejudicar o aluno e ajudar na descida de notas. Agora pergunto-me: quem é que é responsável pelas notas que levamos a exame? Somos nós, claro, mas é também o professor, que avalia o nosso desempenho, durante todo um ano letivo. É justo que um professor que trabalhou com unhas e dentes com a sua turma veja o seu trabalho refletido numa pauta que porventura não reflete as capacidades daqueles que ensinou? Se nós chegamos a este patamar cansados, eles acusam um cansaço superior ao nosso. É claro em Portugal que a chefia pouco se preocupa com esta classe mas se não fosse esta classe trabalhadora a dar o melhor de si todos os dias, poucos doutores haveria para se sentarem em cadeiras bem pagas.
É impossível não reconhecer o descontentament
o que os exames nacionais trouxeram a todos que os prestaram. Realizei os exames da minha área, mas solidarizo com todas as outras que conhecem a frustração de ter que prestar contas sobre três anos de ensino num curto espaço de tempo. Caro IAVE, não pretendendo ofender, pretendo sim colocar em causa o futuro de um país – Com alunos insatisfeitos, com professores espezinhados e esquecidos, quem construirá Portugal no futuro? Há tempo para ir a jogos à Rússia, mas não há tempo para compor exames adequados às disciplinas, que não prejudiquem quem os realiza? O meu tempo enquanto aluna do secundário terminou, é certo, mas escrevo em favor daqueles que em breve lá estarão, para prosseguir o sonho de uma vida melhor – O que eu sonho alcançar também, se os exames nacionais não tornarem ainda mais dificil a já árdua tarefa de atingir médias.
Cumprimentos duma aluna /extremamente/ insatisfeita com o vosso desempenho.”
B. F.
In Facebook
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Jun 25 2018
Comunicados – Conjunto de esclarecimentos do Ministério da Educação
Conjunto de esclarecimentos do Ministério da Educação
3. Sobre as matrículas
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Jun 25 2018
OPINIÃO – A justa luta dos professores – Mario Nogueira
A justa luta dos professores
A luta dos professores não se esgota na recuperação do tempo de serviço. Os professores lutam pelo necessário reconhecimento, para carreira, de nove anos, quatro meses e dois dias que cumpriram, trabalhando com os alunos, nas escolas, para o futuro do país, mas também lutam: por uma aposentação adequada e que permita rejuvenescer uma profissão que atingiu um nível de envelhecimento preocupante; por horários de trabalho que respeitem a lei, quanto à organização e à duração; por estabilidade de emprego e profissional, fator decisivo para a estabilidade emocional e pessoal, com óbvias implicações na qualidade do desempenho e na organização das escolas; lutam por concursos justos e transparentes; por uma gestão escolar que os envolva na decisão e não os trate como meros subalternos, “desprofissionalizados”, que aplicam decisões superiores, tantas vezes ditadas por interesses alheios ao direito dos jovens a um ensino de qualidade. Lutam, ainda, contra o caminho da municipalização que, pela calada, anda a ser desenhado.
São muitos os motivos que levam os professores a esta luta histórica, que impediu a realização de mais de 15.000 conselhos de turma (96%) previstos para a semana que passou. Uma luta em que se envolvem convictos da sua razão e com a determinação e o entusiasmo com que abraçam a profissão e se entregam aos seus alunos.
De entre os motivos que tornaram necessária a greve em curso, tem sido destacada a recuperação do tempo de serviço. Para além de ser justa, corresponde a um compromisso do Governo que, mais de meio ano depois de o firmar, não quer cumprir, desrespeitando a promessa e, agora, a Lei do Orçamento do Estado (OE) e a Assembleia da República que, sem votos contra e com os votos favoráveis de quem aprovou o OE, recomendou que todo o tempo de serviço é para contar, remetendo para negociação, apenas, o prazo e o modo.
Tentando fugir ao compromisso, os governantes reinterpretam o texto assinado em novembro. Só que o texto vale pelo que está escrito e não por reinterpretações feitas ao jeito de quem quer fugir à responsabilidade.
Na alínea a) do seu ponto 5, a declaração de compromisso identifica, na base negocial para a construção do modelo de recomposição da carreira, “três variáveis fundamentais”: o tempo, o modo e o calendário [prazo]. Na alínea seguinte, explicita o objeto da negociação a fazer: “negociar, nos termos da alínea anterior o modelo concreto da recomposição da carreira que permita recuperar o tempo de serviço”.
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Jun 25 2018
Comunicado DIPROF – Por uma avalição digna e equitativa dos alunos
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/06/Comunicado-2-DIPROF-23.6.2018.pdf”]
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Jun 24 2018
Ganha com o Passatempo Editora Nova Educação
O Blog DeAr Lindo, em parceria com a Editora Nova Educação, têm o prazer de convidar os seguidores desta página a participar num passatempo.
O passatempo terá como objetivo disponibilizar duas obras, com o patrocínio da Editora Nova Educação, uma a cada vencedor. As obras a concurso são: “RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO – Contributos para a sua elaboração” e “AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE – As respostas às suas dúvidas”.
Para se habilitarem a uma destas duas obras terão que escrever, nos comentários deste post, na página de Facebook do Blog, uma frase alusiva ao tema, “[Não]Contagem do tempo de serviço:9A, 4M, 2D”. As duas melhores frases receberão uma das obras a concurso em sua casa.
Serão postas a concurso todas as frases que forem inseridas atá às 00:00 horas de amanhã.
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Jun 23 2018
Divulgação – Afinal quem fala verdade? – S.TO.P
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Jun 22 2018
Concorda com uma manifestação de professores em Lisboa na 1ª quinzena de julho?
A greve de professores está a fazer o seu percurso e é para continuar. Porém, esta greve está quase “fechada” nas escolas, e alguns colegas já mostraram interesse em exprimir a sua indignação.
A sondagem que se segue, em parceria com o blogue ComRegras, é exatamente para conhecer a vossa opinião.
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Jun 22 2018
Opinião – Olha o palhaço! – Carlos Santos
Não, não é o dia do Pinóquio. Embora os confundam, para ele já estão reservados os restantes 364 dias do ano (embora o ator seja o mesmo). Hoje o dia internacional é do “Palhaço”.
“Palhaço”, essa figura que outrora servia para divertir crianças, passou a servir para entreter adultos.
A respeitável profissão de “Palhaço” que não era levada a sério em pouco tempo deixou de estar em vias de extinção. Agora, palhaços há muitos!
Vejam só, quem não haveria de querer ser palhaço?! Hoje um palhaço é mais respeitado, mais bem pago e tem mais poder e tempo de antena do que um professor!
Há palhaços para todos os gostos e de todos os géneros e, embora a maior parte deles não use maquilhagem, facilmente se identificam mal abrem a boca. Mesmo que atualmente seja quase impossível reconhecê-los a olho nu, porque já é raro encontrá-los nos circos ou nas festas de crianças, quando começam a falar revelam a sua extraordinária versatilidade de dizerem uma coisa e o seu contrário. Profissionais da intrujice e do escárnio, padecendo dessa coisa pestilenta que muitos denominam ser o dom da palavra, outros classificando-os de artistas da rádio, tv, disco e da cassete pirata, para mim mais não são do que mentirosos compulsivos que mudam mais depressa de opinião do que eu de camisa (e olhem que eu sou muito asseado!).
Gente moldada bem ao jeito da população que temos que prefere uma doce mentira a uma crua verdade.
E eles, como bons profissionais do espetáculo, fazem-se a esse papel que o público espera deles, conseguindo ser cómicos só pela rara capacidade que têm de manter um ar sério enquanto mentem e disseminam asneiras em catadupa.
Longe vão os tempos em que não eram levados a sério. Presentemente levam-nos muito a sério, não pelo circo que montam e barracada que fazem quando começam a falar – mesmo que com ar solene – mas pelos holofotes que os endeusam.
Arlequins que antigamente eram os “bobos” das festas nos reis, são agora uns autênticos reis bem pagos que mandam e desmandam e fazem dos outros bobos.
O único circo que conhecem é o mediático, onde têm palco privilegiado para poderem dizer asneiras e entreter os parvos e os crédulos. Esta é, aliás, das poucas características que se manteve inalterável nos palhaços – dizer asneiras para entreter… e estragar a vida de muita gente.
Com o devido respeito pelos verdadeiros palhaços que tinham préstimo, ser palhaço hoje é sinónimo de ser-se um perfeito inútil que contribui para que por vezes sintamos que estamos num verdadeiro circo.
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Jun 22 2018
Serviços mínimos – Paulo Serra
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Jun 21 2018
Aviso de abertura de procedimento para celebração de contratos de associação – 2018/19 a 2020/21
Consulte o Aviso de Abertura de procedimento para a celebração de contratos de associação.
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Jun 21 2018
Resposta do ME ao Comunicado da CNIPE
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/06/2018_06_20_Resposta_Comunicado_Avaliacao12Ano.pdf”]
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Jun 21 2018
Comunicado do Governo sobre “Redução do número de alunos por turma”
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Jun 21 2018
Mais uma do desespero do (des)Governo
Começa a ser difícil disfarçar o desespero… Com o desespero vem o “erro”…
Como pai e encarregado de educação não admitiria que o meu educando pudesse vir a ser sujeito a uma mudança de regras em cima do momento. Esta barracada vai transmitir instabilidade aos alunos e aumentar a pressão, de que já sofrem, além de fomentar as injustiças e rebaixar para um segundo plano todo o trabalho feito durante o ano letivo. É o usar os alunos como arma de arremesso. É IMORAL.
Ministério diz que nota do exame vai prevalecer sobre nota do professor
Ainda bem que temos uma CNIPE.
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Jun 21 2018
Comunicado sobre alteração da lei que regula o acesso dos alunos ao ensino superior – CNIPE
Relativamente ao que está a sair na imprensa e as últimas informações avançadas pela comunicação social adiantam que o Ministério da Educação se prepara para fazer uma alteração da lei que regula o acesso dos alunos ao ensino superior, a CNIPE acaba de emitir o seguinte comunicado.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/06/2018_06_20_Comunicado_Avaliacao12Ano.pdf”]
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Jun 21 2018
Os professores pagaram a banca (27 mil milhões)
Se o descongelamento custa 600 milhões de euros por ano, o estado já poupou 27 mil milhões de euros, quantia próxima ao investido na banca.
| 1[1] | 2[2] | 3[3] | 4[4] | 5[5] | 6[6] | 7[7] | 8[8] | 9[9] | TOTAL | Acumulado | |
| 1º ano | 600 | 600 | 600 | ||||||||
| 2º ano | 600 | 600 | 1 200 | 1 800 | |||||||
| 3º ano | 600 | 600 | 600 | 1 800 | 3 600 | ||||||
| 4º ano | 600 | 600 | 600 | 600 | 2 400 | 6 000 | |||||
| 5º ano | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 3 000 | 9 000 | ||||
| 6º ano | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 3 600 | 12 600 | |||
| 7º ano | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 4 200 | 16 800 | ||
| 8º ano | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 4 800 | 21 600 | |
| 9º ano | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 600 | 5 400 | 27 000 |
[1] Valor não pago referente ao 1º ano de congelamento
[2] Valor não pago referente ao 2º ano de congelamento
[3] Valor não pago referente ao 3º ano de congelamento
[4] Valor não pago referente ao 4º ano de congelamento
[5] Valor não pago referente ao 5º ano de congelamento
[6] Valor não pago referente ao 6º ano de congelamento
[7] Valor não pago referente ao 7º ano de congelamento
[8] Valor não pago referente ao 8º ano de congelamento
[9] Valor não pago referente ao último ano de congelamento
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Jun 21 2018
Abertura de concursos para contratação de docentes dos grupos de recrutamento 100, 110, 510 e 910 para 2018/2019 – Moçambique
Abertura de concursos para contratação de docentes dos grupos de recrutamento 100, 110, 510 e 910 para 2018/2019
Informa-se que estão abertos procedimentos concursais destinados à seleção de docentes com qualificação para lecionação nos horários disponíveis nos grupos de recrutamento 100 (Educação Pré-Escolar), 110 (1.º Ciclo do Ensino Básico), 510 (Física e Química) e 910 (Educação Especial).
O prazo para a apresentação das candidaturas termina às 23:59:59 horas (hora de Moçambique) do próximo dia 25 de junho.
Leia a seguir todas as informações e procedimentos detalhados sobre estes concursos.
Aviso de abertura n.º 6/2018 – Grupo de Recrutamento 100 (Educação Pré-Escolar)
Aviso de abertura n.º 7/2018 – Grupo de Recrutamento 110 (1.º Ciclo do Ensino Básico)
Aviso de Abertura n.º 8/2018 – Grupo de Recrutamento 510 (Física e Química)
Aviso de Abertura n.º 9/2018 – Grupo de Recrutamento 910 (Educação Especial
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Jun 21 2018
As contas do Centeno quanto aos professores…
Todos sabemos que as contas do governo só não acertam no caso dos professores. No caso dos bancos… Mas pelos vistos…
Custos das progressões dos professores em 2018 baixam de 90 para 37 milhões
In Público
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Jun 21 2018
Calendário Escolar 2018 2019 em Excel para impressão
Calendário Escolar 2018 2019 em Excel para impressão
Com base na informação oficial e usando os nossos calendários de 2019 e calendários de 2018 construímos um Calendário Escolar Ano Letivo 2018 2019 em excel acompanhado pelos calendários de provas de aferição e exames nacionais.
Eis uma amostra do que encontrará no ficheiro excel.

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Jun 21 2018
Opinião – A nossa luta é linda! – Miguel Silva
A nossa luta é linda!
Populares são os Santos, grande é o País.
Uma professora, que muito considero, republicou nas redes sociais um texto de 2013.
Nele recordava que tinha posto fim à carreira graças à política do Governo de então e da do anterior. Leia-se, portanto, do liderado por Passos Coelho e do liderado por José Sócrates.
Recorda, portanto, uma dupla culpa de governos que, para além de não saberem compreender os professores, os feriram e desconsideraram.
Por mera coincidência, acompanhei uma entrevista concedida pelo Ministro das Finanças de José Sócrates e recordei que o bloqueio das progressões na carreira se deu ali, naquele tempo. Explicava o ex-ministro que a crise a tanto obrigava, mas acrescentava que o problema fundamental tinha a ver com a comparabilidade dos regimes da função pública e das exigências da comprovação do mérito.
Portanto, o que ele dizia era que o Governo não concordava com o estatuto da carreira docente e que a pretendia alterar. Assim, tão simples como isso.
Logo, a crise apenas tinha evidenciado uma realidade mais funda.
A crise tinha, apenas, começado. O Governo que se sucedeu estava de mãos e pés atados. Só podia fazer pior.
A austeridade era a filha da crise e os cortes os seus sucedâneos.
Bom, mas e agora?
Os professores mantiveram-se durante algum tempo mais ou menos silenciosos, até que um ato de luta sindical deu origem a um acordo recheado de expectativas. Esperaram, assim, que a justiça do que exigiam se impusesse.
E perceberam que uma pequena parte seria durante a vida deste Governo e a outra, a maior, noutros tempos a viver.
Alguém iria pagar…
Sempre achei estranha esta confiança, este ato de fé no alheio.
Hoje, a perturbação regressa.
Nem o que estava previsto para este ano se revela praticável.
Nos anos próximos a exigência acumulada é impossível.
Correram os sindicatos a renovar a luta.
Perfilam-se os partidos apoiantes do Governo a endurecê-la.
No receio da moderação do PCP, o Bloco de Esquerda lança-se na aventura sindical.
STOP, diz.
O que o Governo prometeu não cumpre, o que antecipou não existe.
Entalado, como Martim Moniz, o primeiro-ministro desabafa que não há dinheiro.
Centeno avisa…
Do outro lado, a questão não é a das consequências da greve e suas características, é outra, é mais funda.
Há muita gente que acreditou, que lutou, que confiou.
Têm razão para se sentir traídos num momento capital.
A questão que se coloca é, hoje, a de saber se, com o comportamento do Governo mais alinhado com a prudência, o PS consegue as condições para a maioria absoluta ou se os professores a impedirão em função do seu peso eleitoral.
O que vale mais, portanto: ou a disciplina orçamental ou a transigência com um grupo social importante.
Ou, o que talvez seja mais interessante, como é que este grupo grande pode ser dividido e diminuída a sua força.
Porque, como todos já perceberam, o próximo orçamento do Estado irá ser aprovado.
Há muito a perder entre a constelação dominante.
Dela destacada, a estrela do Norte brilha, mas brilha com suavidade.
Ainda não conseguiu descobrir o seu caminho.
Populares são os Santos, grande é o País.
Vivemos embalados por esta declaração vazia: a nossa marcha é linda!
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Jun 20 2018
Como realizar Greve no 1º Ciclo às reuniões de avaliação
Têm surgido inúmeras duvidas de colegas sobre como organizar a greve no 1º Ciclo. Não estamos habituados a este tipo de greve, mas não é muito complicado, eu, também, tive duvidas que com um pouco de senso comum e pesquisa se dissiparam.
No 1º Ciclo, a avaliação dos alunos está sujeita à audição do Conselho de Docentes, “Para efeitos de acompanhamento e avaliação das aprendizagens, a responsabilidade, no 1.º ciclo, é do professor titular de turma, em articulação com os restantes professores da turma, ouvido o conselho de docentes,…” Despacho Normativo n.º 1-F/2016. Embora, o CD, tenha natureza consultiva, é obrigatório. Por isso, as classificações finais dos alunos, não podem ser atribuídas sem aprovação de todos os titulares de turma, que são os docentes com poder deliberativo.
Para que a reunião possa ser realizada, o CD terá de ter quórum. Esse quórum é regulado pelo CPA, no ponto 1 do artigo 29º que refere o seguinte, “terá de estar presente a maioria do número legal dos seus membros com direito a voto”. Se o direito à greve for exercido por 50% dos docentes titulares de turma, a reunião não se poderá realizar. Se houver um ou mais docentes titulares de turma a exercer o seu direito à greve, menos de 50%,, a reunião terá de se realizar, mas não podem ser aprovadas as classificações dos titulares de turma ausentes. Isso, obrigará à repetição da reunião para aprovação das classificações dos docentes titulares de turma que estiveram ausentes na ou nas reuniões anteriores.
Resumindo: no 1º ciclo, para que a reunião de avaliação não seja realizada por motivos de greve dos docentes, têm de estar em greve pelo menos 50% dos docentes titulares de turma.
Aconselho a balizarem o período de realização da reunião na convocatória, para isso aconselho que consultem o Regimento Interno de cada Agrupamento para verificarem se nele consta o número de horas que a reunião deve ou pode demorar, caso não exista, as duas horas são o limite. Assim não poderão ter nenhuma surpresa desagradável. Só estamos em greve às reuniões de avaliação, como referem os pré-avisos de greve, todo o restante trabalho tem de continuar a ser efetuado, nesse dia não trabalharíamos só durante a reunião…
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Jun 20 2018
Greve?… Vou ali à Russia…
Ministro da Educação ausente de debate no parlamento para ir à Rússia ver jogo de Portugal
Há duas semanas que decorre a maior greve de professores enfrentada por este governo. Desde que arrancou o protesto, a única vez que o ministro da Educação falou sobre o assunto foi no parlamento há cinco dias. Há 15 dias que não é enviada aos órgãos de comunicação social nota de agenda oficial de Tiago Brandão Rodrigues
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Jun 20 2018
OAL abre possibilidade de coadjuvação no 1º Ciclo e distribuição semanal da Educação Física
Duas das alterações que podemos ver no novo OAL são a possibilidade de coadjuvação no 1º Ciclo e distribuição semanal da Educação Física com critérios. Esperemos que estas “inovações não passem ao lado de muitos CP…
Artigo 11º
Medidas relacionadas com o Sucesso Educativo
…
5 – A adoção da medida de coadjuvação em sala de aula deve assentar numa lógica de trabalho colaborativo entre os docentes envolvidos.
6 – A medida referida no ponto anterior pode ser adotada, sempre que entendida como necessária, designadamente, nas componentes do currículo de Educação Artística e de Educação Física no 1.º ciclo do Ensino Básico.
…
Artigo 13º
Horário dos Alunos
1 – No âmbito das suas competências, o conselho pedagógico define os critérios gerais a que obedece a elaboração dos horários dos alunos, designadamente quanto a:
…
e) Distribuição semanal dos tempos das diferentes disciplinas de língua estrangeira e da educação física;
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Jun 20 2018
Opinião – O Direito à Greve – Carlos Santos
Ontem à noite todos nós ficámos a saber que o governo quer reunir com os sindicatos para tentar unilateralmente pôr cobro à greve a partir do dia 2 de julho pretendendo decretar serviços mínimos.
Segundo diz a Constituição da República Portuguesa [VII REVISÃO CONSTITUCIONAL (2005)] no Artigo 57.º:
“1. É garantido o direito à greve.
2. Compete aos trabalhadores definir o âmbito de interesses a defender através da greve, não podendo a lei limitar esse âmbito.
3. A lei define as condições de prestação, durante a greve, de serviços necessários à segurança e manutenção de equipamentos e instalações, bem como de serviços mínimos indispensáveis para ocorrer à satisfação de necessidades sociais impreteríveis.
4. É proibido o lock-out.” (encerramento de um local de trabalho por iniciativa patronal, como forma de pressão face a reivindicações dos trabalhadores).
O único ponto da lei a que o governo se está agarrar é o 3. Ora, eu gostava que alguém me explicasse uma coisa, porque eu não entendo.
Se a um médico ou cirurgião é permitido fazer greve cancelando e adiando durante meses (e mesmo anos) cirurgias e consultas que podem colocar em causa a saúde e até a própria vida dos cidadãos, a um professor anda-se a equacionar se é legal permitir que exerça o direito à greve pelo simples adiamento por umas semanas do lançamento de notas (meros números resultantes das aprendizagens dos alunos)?
Para os médicos, que põem em causa a saúde das populações, é garantido (e bem) o direito à greve, mas para os professores, que apenas implicam o adiamento do lançamento de avaliações de alunos, já se fala na proibição desse do direito à greve com base na satisfação de necessidades sociais impreteríveis?
Decretar o fim da greve às avaliações fundamentada na necessidade de assegurar serviços mínimos é ilegal, imoral e antidemocrático.
É uma clara violação do direito à greve e um vil ataque aos direitos fundamentais de uma classe profissional.
Mas, depois de ver o historial de défice democrático e de falta de diálogo na forma unilateral e prepotente como os titulares das pastas da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, Nuno Crato e Brandão Rodrigues, nos governos de Sócrates, Passos/Portas e Costa têm tratado os professores, assim como o enorme desejo que PS, PSD e CDS têm em mexer na constituição, não me estranha nada esta vontade de atropelo à lei maior da república.
Estou a chegar a um ponto em que começo a ter dúvidas se efetivamente vivemos numa verdadeira democracia; um ponto em que vejo ameaçadas as minhas liberdades e garantias; um ponto em que me é impossível deixar de me interrogar:
Até quando nos vão continuar a perseguir?
Até quando nos vão ameaçar?
Até quando nos vão insultar?
Até quando vamos deixar que nos roubem a pouca dignidade que nos deixaram?
Até quando nos vão continuar a fazer tudo isso apenas porque somos professores?
Eu, tal como os meus caros colegas professores, nunca fugimos aos impostos – o seu valor fica logo retido na fonte.
Não são os professores que recebem subsídios e ajudas de custo para tudo, e até para deslocações e para alojamento quando residem na sua área de trabalho enganando o Estado usurpando o erário público – bem pelo contrário, grande parte dos professores é obrigado a ter viatura própria por ter de trabalhar longe da sua residência ou a ter de pagar o aluguer de uma casa por estar desterrado longe da sua família.
Não foi aos professores que o Estado perdoou centenas de milhões de dívida ou de juros, foi a grandes empresas, muitas delas encabeçadas por ex-governantes.
Não são os professores que têm o direito a chorudas subvenções vitalícias, à aposentação ao fim de poucos anos de serviço e a acumulação de reformas.
Não foram os professores que levaram o país à beira da bancarrota devido a negociatas, offshores e promiscuidade politico-empresarial que arranja grandes «tachos» de chefia a políticos depois de passarem pela governação.
Sou um cidadão português e, contrariamente a muitos dos que nos governam, que estão envoltos em suspeitas de corrupção e peculato e outros que levaram bancos à falência que me obrigaram a tirar pão da minha mesa para os salvar, eu cumpro e não sou corrupto.
A verdade que eu conheço, e da qual me orgulho, é que sou um professor, o qual é obrigado a cumprir mais do que aquilo que lhe pagam para que o sistema funcione – um cidadão que não foge aos impostos, não recebe ajudas de custo, a quem não lhe é perdoada nenhuma dívida, que tem de trabalhar mais do que o horário a que a lei o obriga para cumprir o seu dever, que tem de realizar uma carreira escandalosamente longa para ter direito a uma reforma, e que desempenha uma profissão tão pouco importante que é tão-somente a responsável pela existência de todas as outras profissões.
Por isso, num país onde à classe política e às grandes empresas tudo é permitido e perdoado, recuso-me a ser proibido de exercer um dos mais básicos direitos humanos – o direito de discordar; o direito de defender os meus direitos; o DIREITO À GREVE.
Carlos Santos
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Jun 20 2018
Opinião – Exames: o melhor é estudar sem parar – João Costa
Os exames nacionais não estão à porta. Os exames nacionais já começaram e o segredo para o sucesso é só um: estudar sem parar, e de preferência um mês antes de cada exame, sem nunca estudar para mais de 3 exames ao mesmo tempo.
A organização e a disciplina são chave. Esqueçam, portanto, as saídas à noite e ao fim-de-semana, telemóveis, WhattsApp, Facebook, Instagram, Snapchats e afins incluídos, até porque os exames são agora e os amigos podem esperar.
Ao longo da minha carreira como aluno do Secundário nunca estudei menos de 2 semanas para cada teste. Fazia resumos da matéria, muitos resumos, mais resumos e, não sei se já o disse, ainda mais resumos. E depois lia-os uma, duas, três, sete ou mais vezes, de trás para a frente e da frente para trás até chegar ao ponto de saber, de ver à minha frente no momento do teste, no momento do exame, onde estava cada letra, cada palavra, em que linha, em que página, memorizando compêndios inteiros.
Na Universidade, entrei para Biologia, o meu curso de eleição. As notas de acesso? À data, 19 a Biologia e 19 a Psicologia.
Nunca parei de estudar. Queria entrar para Biologia, estudar o comportamento animal, fazer documentários, amar os animais, viver com e entre os animais e, se querem mesmo saber, comecei a estudar para entrar para a Universidade aos 10 anos de idade quando, à frente do meu pai, declamei este meu desejo de ser Biólogo.
E se até lá somos todos estudantes, então o nosso trabalho é um e um só: estudar. Porque para podermos estudar, há quem trabalhe por nós, na esperança de que nos façamos homens e mulheres, independentes, empreendedores, realizados, felizes. Porque, para podermos estudar, gerações de pais sacrificaram-se e sacrificam-se em nosso nome e, por conseguinte, o mínimo que podemos fazer é estudar, como se não houvesse amanhã. Devemos-lhes isso, aos nossos pais. É nosso dever, é a nossa obrigação.
Por isso estudei sem parar, sempre, até à hora de cada teste de folhas na mão, revendo e revendo, fazendo exercícios e testes antigos, procurando padrões e respostas, procurando aprender e saber na ponta da língua todos os ossos do corpo humano e o saber não ocupa lugar.
Afinal, é o nosso futuro em causa, é o vosso futuro em causa.
Escrevo-vos do futuro, do meu futuro. Não fiz os tais documentários, descobri a paixão pelo ensino. Inicialmente como professor de Biologia, hoje vivo ao leme de uma escola em Inglaterra. Chegou a vossa vez, o futuro é vosso, agarrem-no com as duas mãos, com as duas pernas, com o corpo todo, e nunca, mas mesmo nunca, parem de estudar, mesmo se já tocou para o exame e vocês ainda à porta a trocar ideias com um colega. E boa sorte!
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Jun 19 2018
Esclarecimento do governo sobre negociações com sindicatos dos professores
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Jun 19 2018
Abertura de concursos para contratação de docentes de vários grupos de recrutamento para 2018/2019 – Moçambique
O prazo para a apresentação das candidaturas termina às 23:59:59 horas (hora de Moçambique) do próximo dia 20 de junho.
Leia a seguir todas as informações e procedimentos detalhados sobre estes concursos.
Nota informativa
Aviso de abertura n.º 1/2018 – Grupo de Recrutamento 410 (Filosofia)
Aviso de abertura n.º 2/2018 – Grupo de Recrutamento 600 (Artes Visuais)
Aviso de Abertura n.º 3/2018 – Grupo de Recrutamento 620 (Educação Física)
Aviso de Abertura n.º 4/2018 – Grupo de Recrutamento 620 (Educação Física)
Aviso de Abertura n.º 5/2018 – Grupo de Recrutamento 620 (Educação Física)
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Jun 18 2018
Remarcação do absurdo… reuniões ao serão…
Já não é o primeiro relato que nos chega de remarcações de reuniões de avaliação para horários como 21 horas ou 21:30 horas.
Será que os senhores diretores têm conhecimento que a partir das 22 horas é considerado trabalho noturno e o trabalhador tem direito a ser pago por isso?
De acordo com o art. 266º, nº 1, do Código de Trabalho, o trabalho noturno é pago com acréscimo de 25% relativamente à remuneração do trabalho prestado durante o dia.
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Jun 18 2018
Promulgado, com reparos, o diploma que estabelece o currículo dos ensinos básico e secundário
- Presidente da República promulga, com reparos, o diploma que estabelece o currículo dos ensinos básico e secundário
- Não é bom sinal que cada Governo traga consigo uma reforma curricular – e esta já é a sétima – como não é que essas reformas surjam sem avaliações prévias dos regimes alterados e sejam vagas quanto aos recursos necessários para a sua execução, como sublinha o parecer negativo do Conselho das Escolas.
- No entanto, atendendo ao contexto internacional, à coerência com o Programa do Governo, a muitos dos princípios consignados – como os da autonomia e da flexibilidade, da valorização do papel dos alunos e da atenção, que se espera transversal, à Cidadania e ao Desenvolvimento – e ao parecer favorável do Conselho Nacional de Educação, o Presidente da República decidiu promulgar o Decreto-Lei que estabelece o currículo dos ensinos básico e secundário e os princípios orientadores da avaliação das aprendizagens.
A partir de agora o ME pode lavar as mãos dos problemas da escola ao abrigo da autonomia e o facilitismo pode passar encoberto pela flexibilização…
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Jun 18 2018
Do Desespero… serviços mínimos?
Não encontro enquadramento, para que as reuniões de avaliação se encontrem abrangidas pela lei alterada pelo anterior governo, mas já vale tudo…
A seguir acaba-se com o direito à greve… está tudo bem!
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Jun 18 2018
A Instabilidade nas escolas, provocada pelo governo…
No debate de sexta-feira, sobre a “organização do próximo ano letivo, carreira e concursos dos docentes”, Margarida Mano afirmou que o clima de instabilidade que se vive na educação resulta do comportamento de um “governo dissimulado nos fins, incompetente na ação e deliberadamente ambíguo nas palavras”
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Jun 18 2018
PCP diz não à ILC
O PCP a defender a iniciativa dos seus sindicatos (até agora foi verbo de encher) e a não acomodar a vontade do povo. Será que estão a pensar apresentar uma proposta? Ou se vão limitar a depositar confiança em negociações com intransigentes?
Isto leva-me a crer que, dentro do PCP, se acredita que mantendo os trabalhadores insatisfeitos se legitima a existência do partido tal como é.
PCP dificulta sucesso de iniciativa de professores no Parlamento
Os comunistas defendem que já existem instrumentos legislativos para a contagem do tempo de serviço e que tudo deve ser tratado em negociações com os sindicatos.
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