E mais não digo…
Gabinetes do Governo custam 73,2 milhões de euros
Ministros e secretários de Estado têm mais 8,8 milhões de euros para fazer face a gastos em 2020, um aumento de 13,7% face à verba atribuída para este ano.
Dez 22 2019
E mais não digo…
Ministros e secretários de Estado têm mais 8,8 milhões de euros para fazer face a gastos em 2020, um aumento de 13,7% face à verba atribuída para este ano.
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Dez 22 2019
Fomos surpreendidos com a medida implícita no programa do governo para 2020 que pretende terminar com as reprovações de alunos ate ao fim do ensino básico. Estima-se que esta medida irá poupar aos cofres do estado cerca de 250 milhões de euros, visto que é estimado que cada um dos 50 mil alunos que, em média, reprova todos os anos, custe cerca de 5 mil euros ao estado. Mas, quanto custará esta medida no futuro?
Numa primeira instância, é custoso perceber que as decisões que regem o programa de governo versam sobre a actualidade, mais do que o futuro. Esta medida em concreto só pode existir num programa que verse o presente financeiro do país e não a visão de futuro que deveria pautar a todos os que governam.
Esta medida irá ter fortes repercussões nas vidas dos agora estudantes, bem como na vida do nosso país num futuro a médio prazo.
Por um lado, os estudantes são empurrados para o fim do ensino básico sem o critério basilar do ensino: o prevalecer do mérito em oposição ao facilitismo desgovernado e à comparação de todos de olhos fechados. Não estou com isto a defender o método de ensino geral que, muitas das vezes, não permite distinguir, também ele, o mérito individual. No entanto, estará mais perto disso do que a proposta em causa.
Por outro lado, ao terminar a ideia de reprovação no final do ano, termina, também, a percepção implícita de que um determinado nível de trabalho e de critério é necessário para poder avançar na escada do ensino. Esta medida é um assumir a escola como parte obrigatória da vida e todos bem sabemos o que sentimos ao ser obrigados a alguma coisa. Não é por ser obrigatória ou não, mas o dever de cumprir e atingir objectivos é fulcral na obtenção de metas e na motivação de quem trabalha e quando me permitem trabalhar para obter, o obrigatório esbate-se na minha dedicação. Assim, iremos premiar os medíocres e dificultar o crescimento dos aplicados. Desengane-se quem acha que, de forma natural, quem é bom continuará a sê-lo e quem é mau terá incentivo. Várias desigualdades de aprendizagem vão ser criadas pois passarão todos, independentemente da sua postura, evolução, conhecimento, trabalho, mérito.
No entanto, esta medida não termina com o insucesso escolar, apenas o esconde. É um sacudir do problema para debaixo do tapete, mas ele irá aparecer mais à frente. Mais, isto só mostra que quem gere o ensino em Portugal acha o sucesso escolar é medido pelo reprovar ou passar de ano, o que é falso. Sucesso escolar é aprender e saber utilizar as aprendizagens. Passar por passar irá ficar caro no mercado de trabalho e no contributo activo de cada indivíduo para a sociedade onde se insere. Uma vez mais, a escola não significa tudo e claro que todos são aptos a dar o seu contributo na comunidade e a acrescentar valor à mesma. Mas, como referem todos os indicadores, a formação está na base das sociedades evoluídas e diferenciadas, gerando mais emprego e desenvolvimento. O fim das reprovações, ao colocar em causa a motivação central da aprendizagem obrigatória, coloca em causa a percepção de importância do desenvolvimento pessoal e do enriquecimento do conhecimento. Mas acrescento mais dúvidas quanto à visão da sociedade no futuro. Como será encarado por quem emprega estas pessoas que passaram administrativamente? Haverá suficientes pessoas formadas para as necessidades do país? Não estaremos a criar mais pessoas não universitárias, quando o objectivo era aumentá-las? Qual o valor que iremos todos pagar enquanto sociedade pela perda de qualidade de quem formamos?
Não, não é suposto que as crianças sejam condicionadas na sua aprendizagem onde lhes é exigido que deixem de ser crianças para apenas se focarem nas notas escolares como prova de inteligência. Não, de todo! Não é suposto que as notas finais sejam os únicos critérios de avaliação da prestação de um aluno que ao longo do ano trabalhou, vendo a sua prestação reduzida para o resultado de duas ou três provas. Não. Não é esperado que todos sejam Einsteins ou Hawkins pois é na diferença e na sua promoção que residem muitas das aprendizagens essenciais. O problema é que poderíamos ter mais Einsteins ou Hawkins e podemos estar a travar-lhes a motivação para o serem.
No entanto, da mesma forma que não é bom para a percepção de esforço do aluno que a matéria que lhe é leccionada lhe seja muito fácil, pedindo aqui a elasticidade possível dos professores para as diferentes fases de aprendizagem de cada aluno, não pode então ser suposto que um aluno, apenas por o ser, veja o objectivo de um ano de aprendizagem e trabalho ser alcançado no início do ano com uma passagem de ano por decreto. Passar de ano é o objectivo de cada aluno, ponto. É, se tudo estiver certo, o condicionamento que o faz querer aprender, dedicar-se, desenvolver-se, estudar e demonstrar o que vai interiorizando da forma como o professor achar mais adequada.
Por isto, é importante não permitir que as reprovações terminem de forma a possibilitar a manutenção do incentivo à aprendizagem e ao desenvolvimento dos indivíduos, tão essencial a um mundo mais desenvolvido com pessoas mais preparadas.
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Dez 22 2019
Na próxima edição o tema deverá ser “Os princípios éticos de como tratar o corpo docente”…
Governo anuncia Prémio Gandhi de Educação para a Cidadania
O Governo vai lançar o Prémio Gandhi de Educação para a Cidadania, revelou este sábado o Ministério da Educação, adiantando que a iniciativa, a envolver as escolas, incidirá na primeira edição sobre os princípios éticos para o bem-estar animal.
O prémio, com periodicidade anual, é “inspirado nos pensamentos e afirmações” do líder indiano Mahatma Gandhi (1869-1948).
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Dez 21 2019
Se as houvesse mais coragem em denunciar, de certeza, seriam mais as averiguações em curso. Se individualizassem as denuncias (por individuo ocasionalmente inflacionado) as averiguações acumular-se-iam nas secretárias…
Inspeção-Geral da Educação abriu mais dois processos disciplinares no Externato Ribadouro e tem cerca de duas dezenas de averiguações em curso. Inflação de notas subverte acesso ao ensino superior .
O inquérito ao estranho caso das turmas de 10º ano do Externato Ribadouro, no Porto, em que 95% dos alunos tiveram 19 e 20 valores a Educação Física e a classificação mais baixa foi de 18, está concluído e aquele que é um dos maiores colégios do país vai enfrentar mais dois processos disciplinares: um sobre a administração e outro sobre a diretora pedagógica.
A responsável enfrenta um segundo processo, noticiado pelo Expresso em novembro, e que decorreu também da averiguação da Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) sobre as classificações dadas pelos professores. Neste caso, foi a atribuição de um “número significativo de classificações elevadas em disciplinas do 12º ano não sujeitas a exame nacional” que gerou a suspeita. Além desta investigação, o Ministério da Educação (ME) indica que “estão cerca de duas dezenas de processos em curso”, relacionados com a mesma prática.
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Dez 20 2019
As contas são fáceis.
230 deputados.
Abstenção – 1
Contra – 113
A favor – seriam 116 se estivessem todos presentes, mas não estavam.
Se os senhores deputados estivessem todos presentes a proposta de recuperação de tempo de serviço teria sido aprovada e justiça teria sido feita.
(Que venham outra vez dizer que os professores faltam muito…)
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Dez 20 2019
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Dez 20 2019
Caro(a) Diretor(a) / Professor (a) do Agrupamento/Escola
Pela primeira vez o E360 foi testado com um número significativo de Escolas a trabalhar em simultâneo e, como puderam constatar, ocorreram dificuldades não previstas. Estamos muito conscientes dos transtornos que poderão ter ocorrido e, a partir do momento em que foi detetado o problema, diligenciámos para que fosse rapidamente solucionado.
Assim, e de forma a solucionar esta situação, encontramo-nos a realizar melhorias na infraestrutura e prevemos que a partir das 15h00 o E360 se encontre a funcionar com normalidade.
Pedimos desculpa pelo incómodo causado por esta situação e agradecemos a vossa compreensão.
Com os melhores cumprimentos,
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Dez 20 2019
Joaquim Sousa foi condenado a seis meses de suspensão (que já cumpriu) sem vencimento. Juiz diz que o processo disciplinar prescreveu. Secretaria Regional da Educação da Madeira vai recorrer.
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Dez 19 2019
Já não basta as grelhas e os grelhados… agora nem as plataformas estão acessíveis…

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Dez 19 2019
Parabéns.
Carlos Portela, 53 anos, docente de Física e Química na Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, na Figueira da Foz, foi eleito, esta quinta-feira à tarde, o Professor do Ano 2019.
A escolha, anunciada pela EDULOG, da Fundação Belmiro de Azevedo, em conjunto com a Casa das Ciências distingue anualmente um professor a quem reconhece o mérito como docente do ensino básico ou secundário e da sua disponibilidade de partilhar a sua experiência com os colegas.
“Fiquei surpreendido com a distinção mas penso que, com toda a justiça, o prémio é extensível aos meus colegas e à escola onde trabalho há 27 anos e que proporciona todas condições, físicas e psicológicas, para que os professores possam trabalhar com gosto e sucesso”, disse ao JN. Carlos Portela leciona, elabora manuais escolares, faz formação de professores e participa em diversas publicações da área das ciências.
“O que eu gosto de fazer é dar aulas”, referiu. Atualmente, leciona apenas a turmas do 10º e, pelo menos, uma vez por semana as aulas são experimentais. “Os alunos têm sempre muitas perguntas e nós, os professores, temos de ter tempo para lhes poder responder”, afirmou o docente que faz questão de relacionar a Física e Química com as artes, a tecnologia “e o mundo em geral”. O resultado das experiências e das discussões técnicas são depois partilhadas com toda a comunidade docente.
Fonte JN
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Dez 19 2019
É evidente que a escola tem um papel essencial na resolução dos problemas dos seus alunos, especialmente os disciplinares, mas conseguirá resolver sozinha os mais profundos?
O problema da indisciplina nas escolas não é novo, encaramo-lo como uma fatalidade que apenas diz respeito às escolas. Observamos do alto na nossa preocupação moral e centramo-nos naquele espaço escolar, confinado por muros e portões, servindo-nos destes limites para reduzir a nossa preocupação e responsabilidade.
Mesmo com a perceção de que a indisciplina se tem acentuado recentemente, convencemo-nos que é um problema localizado e circunscrito a um conjunto de pessoas e a um conjunto de edifícios. De forma mais ou menos consciente, a
comunidade acredita que aquela escola é a única responsável pelos casos de indisciplina que ali acontecem. Acredita-se que, enquanto especialistas da educação, devem ter a capacidade de aplicar uma fórmula científica e assim controlar todas as atitudes e personalidades dos seus alunos.
É evidente que a escola tem um papel essencial na resolução dos problemas dos seus alunos, especialmente os disciplinares, mas conseguirá resolver sozinha os mais profundos? Quando conhecemos os fatores externos à escola entendemos que a origem dos comportamentos dos alunos vem, na maioria das vezes, do mundo além portões.
Verifica-se que as famílias que vivem momentos traumáticos, muitos originados por constrangimentos financeiros, existência de violência ou de dependências, são em regra geradoras de crianças com problemas comportamentais. Questionamo-nos então, que instrumentos possuem as escolas para trabalhar os fatores externos a fim de enfrentarem o termo da indisciplina com ações preventivas e colaborativas? Talvez muito poucos.
O principal elo de ligação escola-família é o diretor de turma de quem se espera, além de muitos procedimentos administrativos, o bom senso e sensibilidade necessários para gerir todas as questões gerais da turma e de cada aluno. Quando os problemas comportamentais e/ou familiares de um aluno ultrapassam certos limites, o diretor de turma não tem, na escola, instrumentos para intervir, restando-lhe comunicar à direção do agrupamento que por sua vez terá apenas em vantagem uma maior autoridade para intervir ou em acordos com o aluno e família ou punitivamente.
A existência nas escolas de gabinetes de apoio com diferentes especialistas, como psicólogos clínicos, assistentes sociais, animadores/agentes culturais e outros, é ainda uma exceção alcançada pontualmente com parcerias dependentes da boa vontade e proatividade de alguns responsáveis locais ou regionais.
O Senhor Secretário de Estado João Costa reconheceu, esta terça-feira, em audição efetuada na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência, Juventude e Desporto, que as lacunas em competências sociais e emocionais constituem as principais barreiras ao sucesso e que tradicionalmente não são campos trabalhados nas escolas.
Espera-se que este reconhecimento seja um bom pronúncio. Talvez um dia seja implementado um plano integrado para todo o país que preveja a existência regular e institucional de parcerias entre ministérios, como o da saúde, segurança social e justiça, e ainda a permanência na escola de outros especialistas em competências comportamentais e sociais, não se podendo esperar que todos os professores sejam peritos em gestão de conflitos, psiquiatria, ação social e outras áreas que poderão prevenir a indisciplina e violência nas escolas.
As consequências da indisciplina nas escolas não estão integralmente aferidas, parece haver um preconceito com o tema, mas é certo que os danos provocados nos processos de ensino e de aprendizagem na sala de aula e nas vítimas de violência nos espaços escolares são nocivos para todos nós, sociedade. Façamos todos um mea culpa e atuemos até onde podemos para melhorar a qualidade de vida na permanência dos alunos, docentes e não docentes nas escolas.
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Dez 19 2019
Na Checklist de Natal de qualquer professor, consta:
-Veres contabilizado o tempo de serviço que trabalhaste, garantirem-te uma aposentação enquanto ainda não estás totalmente senil e, finalmente, veres devidamente reconhecida a importância da profissão que desempenhas;
-Poderes deixar a pasta da escola no carro ou arrumada num armário fechado a cadeado e teres o sentimento sublime de deitares a chave fora (embora tenhas a noção de que daqui a pouco tempo tenhas de arrombar o cadeado, pois lembraste-te que há coisas a preparar antes de recomeçarem as aulas, o prazer de fazeres a chave voar para nenhures já ninguém te tira!);
-Num ritual de purificação, livrares-te de todos os Post-it e anotações e limpares a agenda;
– Levando em consideração que ingerir alimentos enquanto trabalhavas, abordavas e tratavas de assuntos da escola e de alunos não é considerado repasto, comeres pelo menos uma refeição por dia descansado, irá ser um feito;
-Ficares acordado até depois da meia-noite… sem ser a trabalhar;
-Sentires o apogeu da felicidade humana por teres a possibilidade de ires à casa de banho sempre que te apetecer;
-Acordares de forma natural depois do sol se levantar, pois desligaste o despertador;
-Não reconhecendo em ti mesmo nenhum indício de senilidade, sentires uma inefávelfelicidade por estares desorientado e não saberes em que dia da semana estás;
-Não receberes mais emails da escola durante estes dias;
-Longe de ser impossível, verás que vestires o teu pijama pelo menos três dias seguidos será digno de registo;
-Veres as séries da Netflix sem adormeceres nem teres de andar sempre a repetir o mesmo episódio;
-Voltares a poder ter as tuas prioridades por ordem, como um ser humano normal: dormir, escutar o silêncio, respirar, comer (por esta ordem) e voltares a dormir e sonhares com o maravilhoso momento em que deitaste fora a tal chave e ignoraste o despertador;
Depois de teres saboreado uns fragmentos de liberdade, é possível que neste momento já tenhas a sensação de que voltaste a viver novamente.
-Mas é lá possível esquecer o maior de todos os desejos?
No teu lar, depois de verificarem que cumpriste a maior parte desta lista, irão poder comemorar o facto de finalmente teres sido devolvido à tua família.
Feliz Natal
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Dez 18 2019
(A presente cena ocorre numa das incontáveis reuniões de conselho de turma de 3º ciclo, de final de 1º período, professores sentados em torno de mesas em circulo, ar cabisbaixo, taciturno e quase desesperado, resmas de papel espalhados, ouvem-se vários suspiros de contrição. Após discussão de vários casos e lançamento de notas, chegou, finalmente, um momento que se antevê animado. É notório algum entusiasmo nos docentes).
Diretor de turma (DT): Bom vejamos, agora quanto às medidas universais destes alunos, basta preencherem a cruzinha, ok? É, assim, digamos, tipo, a batalha naval, certo?
CT: Cerrrrtoooooo!
DT: Vejamos, a Joana, o Martim, a Rita e o André têm 10 negativas a dividir por todos, vão para as universais. Então, alguém tem diferenciação pedagógica?
CT em Coro: Eu!! É um submarino!!
DT: Muito bem! E acomodações curriculares?
Os de Inglês, Francês, Matemática e Geografia: Eu!
DT: Que perspicácia, já vai ao ar um navio de 2 canhões!!
O de Educação Visual que toma Prozac: Mas eles não fazem nada, nada, nada, como é que posso fazer acomodações? Nem trazem material…, não pode ser…
O sensato de Ciências: Cala-te e joga, pá!!! Isso não interessa nada, tu é que tens de fazer o que tu é que tens de fazer, assinala lá a cruz e não lixes o jogo, pá!
DT: Enriquecimento curricular?
O de Físico-Química: Nem me lembrei disso…, água!!!
DT: Promoção do comportamento pró-social, alguém?
A de Inglês (visivelmente perturbada): Caramba, lá se foi o meu navio de 4 canhões… não acredito,… que cena!!!
DT: Muito bem, muito bem, então só falta a intervenção com foco académico ou comportamental em pequenos grupos…
CT em Coro: Porta-aviões foi ao fundo!!!
DT: Brilhante! Está despachado. Vejamos, agora os que eram NEE, mas agora são 54, e têm RTP, quando antes tinham também PEI, além das universais também são seletivas, estes em particular, também estavam institucionalizados, mas agora estão na nossa escola.
A Maria e o Joaquim? Adaptações curriculares não significativas? Apoio psicopedagógico? Antecipação ou reforço das aprendizagens?
A de História que também toma Prozac: Ouve, isto não me parece nada bem. A Maria não faz nada do que lhe peço, a colega de Educação Especial está na sala de aula já assistiu, estipulei metas básicas, bolas, está no 7º ano!! Até lhe repeti o mesmo teste 3 vezes com consulta, nem sequer abriu o livro, um teste de cruzinhas com cores… No outro dia cuspiu-me na cara…
A de Educação Especial: Pois, pois, é verdade, mas a menina tem uma problemática muito problemática, ela ainda não escreve o nome, mas estamos confiantes que há-de conseguir, quanto à cuspidela, bem, o seu discernimento…, já sabemos, coitadinha… Enfim, no outro dia deu-me uma cabeçada e custa um bocadinho, mas depois habituamo-nos, faz parte, enfim, é normal, é mesmo assim.
DT: É pá, ó coisinha, tu já sabes que estes meninos são assim, mete mazé lá as cruzinhas que ainda faltam mais 5 reuniões disto. Não estou para estes filmes…
O sensato de Ciências: Ó colegas, só não estou a perceber onde é que, nessas medidas, a inclusão prevê limpar o rabo. É que no outro dia fui eu que a levei à casa de banho…
DT: Hum, deixa, ver… adaptações curriculares não significativas????
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Qualquer semelhança do conteúdo deste texto com a realidade é… pura semelhança.
Diana Souza
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Dez 18 2019
Alexandra Leitão deixa claro que esse aumento enquadra-se, de resto, num “compromisso plurianual”, no qual fica prometido que, em 2021, os aumentos serão de, no mínimo, 1%.
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Dez 17 2019
Até deitou as culpas para cima dos antigos parceiros de governação…
“Marcaram a data e eu cá estou”
“Houve uma melhoria muito significativa em relação ao que existia”
“Há agrupamentos onde quase não existe absentismo e outros com taxas muito superiores à médias. Quais as razões?”
“A senhora deputada pediu que a alumiasse, mas mesmo indo à frente nem a alumio nem a ilumino, mesmo nesta época, devido às nossas diferenças substanciais”
“houve um momento que não sei determinar onde tudo começou a acontecer”. “As escolas não podem ser instrumentalizadas por ninguém”
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Dez 17 2019
Daqui lá, acaba o ano é continuamos na mesma…
O Governo vai rever a portaria de rácios que atribui o número de assistentes operacionais às escolas. A nova fórmula irá ter em conta as características dos estabelecimentos e reforçar o acompanhamento de alunos com necessidades educativas, confirmou o Ministério da Educação (ME) ao JN.
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Dez 17 2019
1% é quanto o Governo avalia o crescimento do orçamento para o ensino básico e secundário por comparação ao ano passado. Ou seja, 6 516,8 milhões de euros, “representando um crescimento 1% face à estimativa de execução prevista para 2019”.
Uma verdadeira fortuna face ao que é necessário.
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Dez 16 2019
O Camões, I.P. informa que decorre entre 13 e 19 de dezembro de 2019 o período para apresentação de candidaturas para o cargo de Leitor no Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), no Huambo, Angola.
As candidaturas deverão ser remetidas por comunicação eletrónica para o endereço [email protected]
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Dez 16 2019
Há uns que defendem a Escola Pública, outros a Escola Privada. Eu cá prefiro defender a Escola de Qualidade, independentemente de ser pública ou privada.
Para este governo, assim como para o anterior apoiado pelas esquerdas, pouco importou que se tenha fechado tantas escolas com contrato de associação com excelentes resultados, se isso significou ter mais alunos na Escola Pública!
Defendo uma escola de qualidade, qualidade essa que se tem vindo a perder ao longo dos últimos anos, como é visível e sentido por quem está no terreno.
Começou com a Ministra de má memória e continua com o Ministro “invisível”!
A primeira quis destruir a reputação dos professores, retirando-lhes autoridade, “jogando-os” uns contra os outros, dando infinitos direitos e nenhuns deveres aos alunos e terminando com a frase “perdi os professores e ganhei os pais”. Daí para cá foi sempre a crescer…a indisciplina, e a descer a dignidade da profissão docente!
Quanto ao atual, pouco ou nada há a dizer uma vez que as aparições são, geralmente, em estádios de futebol, tem três ou quatro frases de uma enorme demagogia que profere de quando em vez e sobre a educação, nada!
Já percebemos que os maiores defensores da Escola Pública, os partidos de esquerda, são aqueles que menos querem investir nela, são os que mais a degradam com legislação desajustada, com ideologias forçadas, com DL 54 utópicos…
Perante estes factos desejo para todos a liberdade escolha das escolas! Se é verdade que há escolas públicas bem equipadas, bem fornecidas com ótimas condições, também é verdade que as há completamente desajustadas à realidade atual, sem as mínimas condições e onde a tecnologia só se encontra no dicionário.
Já percebi que o investimento vai continuar a ser pequenino, já vimos que a exigência tende a baixar, todos passam, todos são incluídos, independentemente das condições ou de terem de ficar em casa por falta de meios e recursos, e que por isso quem puder foge para os privados!
Como não considero justo que só os que podem fujam, considero que qualquer contribuinte com filhos em idade escolar deveria poder escolher a escola para estes. Para isso, o dinheiro que o estado poupa, com a sua não permanência no ensino estatal, seria convertido num cheque ensino atribuído a estas famílias para investirem na educação do filho.
Já percebi que o que importa para este governo é seguir a cartilha ideológica, mesmo que seja a qualidade do ensino a sofrer as consequências.
O cheque ensino e os contratos de associação são as formas mais igualitárias de todos poderem escolher a escola e não estarem sujeitos à sorte!
Ao aplicarmos estas medidas, quer as escolas públicas, quer as escolas privadas passariam assim a ser frequentadas por quem quisesse e não apenas por quem pudesse. É isso a liberdade de escolha!
A desigualdade de oportunidades depende do facto da escola ser boa ou má e não de a escola ser pública ou privada. Boas e más tanto há públicas como privadas!
O que me parece ser relevante é que não sendo proibido, em Portugal, o ensino privado, este deve ter financiamento público, sobretudo se concretizado através do contrato de associação ou, em alternativa, usando o cheque ensino, que são os modelos de financiamento mais equitativos que se conhecem, para que assim a liberdade de escolha seja uma realidade.
Caso contrário, teremos a educação a três velocidades: as privadas, as públicas com condições e as públicas sem condições. Nesse caso continuamos a ver os que podem a poderem e os que não podem a sujeitarem-se!
No final, o sistema de ensino será cada vez mais desigual e, em última instância, o país pagará caro estas opções ideológicas…
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Dez 15 2019
Falam de forma deliberada para darem a entender que estão ao nosso lado e depois votam contra a condenação de atos de violência contra os professores, Quem age assim e anda por aí a dizer que quer defender a escola pública, até, talvez, passar a crime público a violência contra os professores, só pode andar a gozar com os professores… Politiza-se o sofrimento individual e vai-se deixando andar. Aquando da próxima manifestação contra a violência, aparecerão por lá a dar umas entrevistas…

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Dez 14 2019
Se para os professores o aumento é uma miséria, para os outros trabalhadores das escolas é um verdadeiro insulto. Nenhum dos decisores veio a terreiro explicar os números aos trabalhadores, mas já andam a bater com a mão no peito dizendo que continuam a repor rendimentos.
Vamos a números:
AO – 635€ – 1,90€/mês, 26,6€/ano, 6cent dia. Ao fim do mês passa a levar para casa 636,9€
AT – 683€ – 2€/mês, 28€/ano, 6cent dia. Ao fim do mês passa a levar para casa 685,04€
(os valores apresentados são “brutos”)
Estes é que são aumentos rechonchudos… Palhaçada nossa de cada dia…
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Dez 14 2019
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/12/Comunicado-de-Imprensa-Número-de-portugueses-que-estudam-inglês-no-estrangeiro-quase-duplica-em-dois-1.pdf”]
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Dez 13 2019
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Dez 13 2019
Embora me venham à cabeça uns tantos adjetivos e nomes, ridículo é o que a minha educação me permite chamar ao aumento salarial para 2020. Confirma-se os 0,3%.
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Dez 13 2019
Por vida da “desmaterialização da informação”, prevista no Simplex, em caso de processos judiciais os tribunais têm “linha verde” para ficar a conhecer todos os registos escolares dos alunos.
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Dez 12 2019
A tabela de possíveis vencimentos que apresentamos, foi baseada nas declarações do ministro Centeno que os aumentos para 2020 seriam de 0,3%, para a função pública.
As taxas de IRS aplicadas na tabela são as que estão em vigor para 2019, uma vez que ainda não é do conhecimento público as que será aplicadas no próximo ano.
Os aumentos são, verdadeiramente, incapazes de acompanhar o custo de vida e de mitigar a perda de poder de compra dos 10 anos em que ficamos sem, qualquer, aumento e, também, a taxa de inflação prevista para 2020. Vejamos como exemplo o índice mais baixo da tabela, o índice 151, o aumento em relação a este ano é de 2,66€ por mês, os seja, 0,088€ por dia. Nem para um pão dá…
Podem encontrar a Tabela de Vencimentos de 2019 AQUI para comparação.
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Dez 12 2019
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/12/PROTOCOLONEGOCIAL_quadro_estrategico.pdf”]
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/12/PPLOE_2020_AP_11122019.pdf”]
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Dez 12 2019
“Temo que muito brevemente tenhamos enormes dificuldades em ter professores para dar as aulas e assegurar o funcionamento das escolas”. O aviso é feito por David Sousa, vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep), perante as manifestações crescentes de “mal-estar” entre o corpo docente que diz sentir nas escolas, o número de reformas que tem superado as próprias estimativas do Ministério da Educação e a pouca atratividade atual da carreira.
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Dez 11 2019
O Governo recuou e deixou cair a proposta apresentada aos sindicatos que previa que os funcionários públicos mais antigos que estivessem de baixa prolongada perdessem dias de férias.
Como há serviços que ainda não aplicam a lei, estejam atentos.
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Dez 11 2019
Contas feitas por alto, não dá para mais uma carcaça por dia…
Tendo em conta que a previsão da inflação para 2020 é de 1,2%, ainda vamos perder 0,5% de poder de compra. É a reposição dos salários no pós-troika…
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Dez 11 2019
Para recordar os esquecidos… e antes que acabe. (parece que o novo OE irá acabar com esta situação e fazer com que passem, mesmo, a descontar)
De acordo com o Acórdão 0109/17, de 28 de setembro de 2017, do Supremo Tribunal Administrativo (STA), é ilegal a suspensão do vínculo e consequente repercussão sobre as férias que os serviços têm vindo a aplicar aos professores, que faltam por motivo de doença por um período superior a 30 dias.
“Em suma, a ausência de norma especial que se refira aos efeitos das faltas por motivo de doença dos trabalhadores integrados no regime de proteção especial convergente relativamente ao direito a férias, em conjugação com o disposto no artigo 15º da Lei nº 35/2014, de 20 de junho, especificamente dedicado às faltas por doença, impõe, de acordo com os ditames da interpretação jurídica, a conclusão de que as faltas por doença daqueles trabalhadores ainda que superiores a 30 dias não determinam quaisquer efeitos sobre as férias”
Acórdão do STA – Processo Nº 0109/17
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Dez 11 2019
Por tudo isto, dificilmente aceito que uma organização económica seja uma espécie de juiz supremo e global dos sistemas de ensino de todo o mundo. Vejo com perplexidade o envolvimento dos governos numa competição internacional pela disputa dos lugares cimeiros do PISA, sem terem discutido internamente a validade dos respectivos objectivos ou a adequabilidade à diversidade das culturas em jogo. Com efeito, não me parecem adequadas iniciativas que apontam metas uniformes para países com realidades culturais e económicas tão diferentes. Um bom exemplo pode ser colhido no desiderato de ter 40% da população portuguesa, com idade entre os 30 e os 34 anos, com formação superior. O cruzamento deste objectivo com o modelo de desenvolvimento da nossa economia, incapaz de criar empregos que respondam às expectativas legítimas de quem sai das universidades e politécnicos, acaba por confrontar os portugueses com a realidade: ou emigram ou aceitam a precariedade e os baixos salários.
E sobre Portugal? Como é sabido e em síntese, Portugal caiu em ciências e leitura mas regista, com outros sete países, um crescimento continuado e situa-se entre os 30 melhores nas três áreas disciplinares. Estamos em pé de igualdade com países economicamente muito mais desenvolvidos e só perdemos quando comparados com os nórdicos e os asiáticos.
Os alunos que foram testados nasceram em 2003, entraram na escola em 2009 e, se não reprovaram, estavam no 10.º ano. Começaram com Maria de Lurdes Rodrigues, mudaram para Nuno Crato quando estavam no 2.º ano e para Tiago Brandão Rodrigues quando estavam no 7.º. Não é por isso sério, como fez dissimuladamente o actual ministro, associar uma ligeira oscilação descendente, sem significado estatístico, a Nuno Crato.
Um aspecto relevante do PISA, que não vi tratado na comunicação social, refere-se aos resultados do nosso ensino privado. Em média, os alunos do privado descem de 541 pontos, em 2015, para 493, em 2018. É um tombo de 48 pontos, melhor caracterizado pelos resultados de cada área: queda de 42 pontos na leitura, 46 a matemática e 55 em literacia científica. Recorde-se que o ensino privado sempre obteve valores bastante acima dos registados no ensino público, ficando agora nivelado com ele, depois desta acentuada queda. Talvez que a alteração do perfil dos alunos do privado explique o fenómeno já que, terminada boa parte do seu financiamento pelo Estado, os alunos mais autónomos terão migrado para o ensino público.
Nota final: a avaliação de qualquer desempenho só importa na medida em que é utilizada para gerir esse desempenho. Resultados após resultados, passados que são 18 anos sobre a criação do PISA, é legítimo perguntar: o que fazemos para resolver os problemas identificados por diagnósticos que consideramos válidos e que debatemos com tanto interesse público, de cada vez que são repetidos, como se de coisa nova se tratasse? O envelhecimento dos professores vem de há muito. O que foi feito? As desigualdades socioeconómicas condicionam o sucesso dos alunos e aumentaram de 2015 para 2018. O que foi feito?
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Dez 10 2019
Senhores Deputados Deputados da Assembleia da República
Reparamos que os senhores discutem “gretas”, que até dão gorgetas a juizes de 700€/mês, como se fossemos um País à “fartazana”.
Sabemos também que não repararam ou não quiseram ver que existem professores a viver em parques de campismo à espera de casas, a viverem em sofás (por noite), ou em situações bem mais alarmantes como toda a comunicação social mostra.
O problema é mais grave nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, onde estão por preencher muitos dos horários ainda vagos. Há docentes que foram colocados a muitos quilómetros de casa e que têm recusado os horários que lhes foram atribuídos, por não termos meio de pagar renda altissima de uma segunda habitação, nem para pagarmos as despesas de deslocação. Os nossos salários não chegam para absolutamente mais nada.
Deixar a centenas de kms a família que construimos, os filhos que sempre sonhamos ter, eles que tanto precisavam de cada um de nós. Para quê? Para uma missão nacional, que em nada nos favorece. Mesmo assim temos que os “abandonar” a troco de quase nada, fica uma dor enorme.
A Lusa (que é só) a maior agência de notícias de língua portuguesa no mundo.questionou o ME sobre a hipótese de avançar com alguma destas propostas para minorar o problema mas não obteve qualquer resposta. Nós não podemos mais esperar, não nos alimentamos do ar.
O PS prometeu no seu programa eleitoral “criar incentivos” em áreas do país onde a oferta de profissionais é escassa assim como avançar com “condições para uma maior estabilidade e rejuvenescimento do corpo docente” e isso não está a acontecer, como também se prometera no tempo de Nuno Crato em 2013 e nada aconteceu.
Vivemos uma “situação asfixiante”, que está a provocar o abandono precoce da profissão por parte de muitos colegas desanimados com as condições de trabalho e pela incapacidade de suportarem as despesas. Será este o destino que queremos para os nossos professores? O que esperam dos nossos alunos? Como queremos convencê-los a entrar no ensino?
Já é muito tarde para o retorno de muitos professores que abandonaram a nossa educação. Não podemos deixar que os que ainda “sobrevivem” cometam o mesmo “suicidio” para o futuro das gerações vindouras.
Exigimos respeito e acima de tudo que não nos considerem escravos. Valorizem a Educação e respeitem os Professores.
Não queremos enriquecer do ensino, mas sim enriquece-lo.
Com os melhores cumprimentos,
Um(a) professor(a) sem mais forças para lutar….
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Dez 10 2019
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Dez 10 2019
“Uma das carreiras no Estado em que é necessário definir critérios mais objetivos para a pré-reforma.”
Mas não adiantou detalhes.
A imprensa de hoje adianta que a definição desses critérios poderá passar pela definição de regras em função do tempo de serviço e da idade.
Preparemo-nos para mais uma luta. Todos beneficiaríamos com a saída de professores do sistema e novas
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