Da saga… Professor sem casa.

As autarquias já se começam a movimentar…

Custo das rendas deixa 20 mil alunos sem professores

Lisboa, Oeiras e Faro são três câmaras com moções aprovadas sobre o alojamento dos professores. As dificuldades das escolas em preencher os horários começa a preocupar as autarquias que pedem apoio ao Governo na disponibilização de imóveis a custos controlados.

A um mês do final do primeiro período, estavam por preencher, no final desta semana, 244 horários em contratação de escola – “são entre 750 e 800 turmas, o que pode penalizar entre 19 e 20 mil alunos”,

 

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7 comentários

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    • Zaratrusta on 18 de Novembro de 2019 at 8:21
    • Responder

    E como é que o governo pretende fazer aprender aqueles que não querem ou não podem aprender, quando nem consegue garantir as aprendizagens daqueles que querem e podem?

    • ... on 18 de Novembro de 2019 at 9:50
    • Responder

    Que importa!!!
    Com ou sem professores, no final do ano passam todos!

    • Pardal on 18 de Novembro de 2019 at 12:51
    • Responder


    Horários Incompletos e por curtos períodos de tempo para substituições de docentes de “Baixa Médica” aliados a um Boom turístico e de crescimento exponencial de Alojamento Local provocou escassez de oferta habitacional no Algarve e em Lisboa e Porto. Este fenómeno fez disparar os valores do Arrendamento.

    Estes horários Incompletos e por curtos períodos de tempo para substituições de docentes de “Baixa Médica” só podem ser preenchidos por mão-de-obra Local devido aos baixos salários que não permitem a deslocação de docentes do Norte para Sul.

    Isto está longe de significar “falta de professores”. Existe excesso de mão-de-obra docente, muita dela desempregada e a receber subsidio de desemprego. Falta resolver a questão da habitação que constitui um problema.

      • Paulo Anjo Santos on 18 de Novembro de 2019 at 19:20
      • Responder

      E tu continuas a dar-lhe nos horários incompletos, como se o problema fosse esse. Em primeiro lugar também há muitos horários completos em oferta de escola que ninguém os quer, e depois, um horário com 18/20 tempos não tem um vencimento tão mais baixo que o completo, pelo menos não acho que seja isso que justifica não haver candidatos…

      E continuas a insistir teimosamente que não há falta de professores. Podes dizer o que quiseres, mas cada vez há mais alunos sem aulas por falta deles… pior, isso é algo que não se verificava há muitos anos e, ao contrário do que queres fazer passar, tanto em Lisboa como no Algarve, o preço das rendas não aumentou de um ano para o outro, já há alguns anos que os preços são elevados, e há dois anos nada disto se passou… no ano passado começou a sentir-se alguma falta, mas nada do que estamos a assistir este ano!

      O problema é que se este governo pensa como tu e não faz nada para resolver o problema, não tarda muito estamos com um problema gravíssimo… se é que este não é já gravíssimo!? Se o teu filho não tivesse professor de uma disciplina que tem exame no final do ano ou no próximo, verias as coisas da mesma forma?! Ou tu também é dos que se pode dar ao luxo de ter os teus filhos num colégio privado e estás a marimbar-te para a escola pública?!

    • Alexandra Almeida on 18 de Novembro de 2019 at 13:02
    • Responder

    Mas este pardal ainda pia? Ó Arlindo!

    • José justo on 18 de Novembro de 2019 at 21:34
    • Responder

    A discussão começou mal porque a análise e, consequentemente, o seu título , estão errados. Já não é a primeira vez que o Rui Cardoso coloca mal as questões e expões ao erro os professores (e a opinião pública) colocando-se no papel de jornalista que pouco sabe da matéria.
    A verdadeira questão não está, nem num problema de habitação, nem num problema de horários. O PROBLEMA ESTÁ NOS BAIXOS SALÁRIOS DOS PROFESSORES! Esse é o grande problema. E numa carreira desvalorizada, sem perspectivas de evolução em que a maioria dos professores não passa dos escalões intermédios. Essa é a análise a ser feita.
    Não embalem na discussão para onde os políticos, nomeadamente o PS e a comunicação social, que está com o governo, a leva. Sejam críticos e perspicazes. Abram os olhos e deixem lá os pardais aqui colocados dizerem o que lhes apetecer. Já toda a gente percebeu que o “Pardal” não é professor e foi aqui colocado para fazer um determinado papel, Contudo, isso não deve ser a preocupação maior. A preocupação maior, a única, está na análise da situação e na responsabilidade de quem a traz para cá.

      • Paulo Anjo Santos on 18 de Novembro de 2019 at 21:52
      • Responder

      Sem dúvida, eu até diria que é pior o facto de a carreira se ter tornado desinteressante do que os salários serem baixos…

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