Rui Cardoso

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Realização das provas MoDa deverá encerrar escolas

Representante dos diretores admite constrangimentos no normal funcionamento das instituições de ensino. Para professores, marcação de provas em período letivo é erro que já devia ter sido corrigido.

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FNE diz haver condições para colocação de professores ser conhecida mais cedo

Federação Nacional da Educação (FNE) defendeu hoje estarem reunidas as condições para as colocações de professores serem conhecidas entre o final do mês e o início de junho, após a divulgação das listas provisórias esta semana.

FNEa diz haver condições para colocação de professores ser conhecida mais cedo

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Governo “está a contratar” serviços de medicina do trabalho para escolas

Associação Jurídica pelos Direitos Fundamentais entregou em 2024 no tribunal uma acção popular contra o Estado, que contestou.

Governo “está a contratar” serviços de medicina do trabalho para escolas

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Mobilidade externa de pessoal docente – ano escolar 2025/2026 – RA Madeira

 

Informa-se que se encontram abertos, até ao dia 15/05/2025, os procedimentos com vista à Mobilidade Externa de docentes para o ano escolar 2025/2026, nos termos do nº1 do artigo 4.º da Portaria n.º 247/2016, de 29 de junho, alterada pela Portaria n.º 202/2017, de 16 de junho, que estabelece as normas para a concessão de mobilidade aos docentes das escolas da rede pública da Região Autónoma da Madeira.

Consulte o ofício circular n.º 8/2025, de 2 de maio

https://www.madeira.gov.pt//Portals/16/Documentos/Docente/Concurso/OficioCircularDocenteN8_2025.pdf?

Demais documentação

https://www.madeira.gov.pt/draescolar/EstruturaOLD/Docente/Circulares/Ofícios-Circulares/ctl/Read/mid/11077/InformacaoId/246804/UnidadeOrganicaId/26/CatalogoId/0

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Dezenas de queixas no ministério por abusos a professores doentes

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Reserva de Recrutamento 30 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 17 – 2024/2025

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de colocação, não colocação, retirados e Listas de colocação administrativa da 30.ª Reserva de Recrutamento 2024/2025 e as Listas definitivas de colocação, não colocação e colocações administrativas da 17.ª Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 2024/2025

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 5 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira dia 6 de maio de 2025 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota Informativa – Reserva de Recrutamento 30 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 17 – 2024/2025

Listas – Reserva de Recrutamento 30 – 2024/2025

Listas – Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 17 – 2024/2025

 

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5 anos e 6 meses de prisão pelo crime de homicídio tentado dentro de escola

Uma troca de ‘bocas’ entre dois alunos da Escola Profissional Gustave Eiffel, em Lisboa, com um, de 17 anos, a dizer ao outro, de 16, “Tu falas que a minha mãe é boa, olha aqui para a tua” – enquanto mostrava imagens da progenitora do rival na rede social ‘Tik Tok’ -, acabou com o mais novo a ir à rua comprar duas facas de cozinha, com as quais tentou matar o colega: deu-lhe duas facadas no pescoço, dentro da escola. O menor perdeu agora o recurso no Supremo Tribunal de Justiça, que manteve a condenação a 5 anos e 6 meses de prisão pelo crime de homicídio tentado e recusou atenuar a pena ao abrigo do regime especial para jovens.

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Uma alteração ao regime de gestão escolar, Conselho Pedagógico

Para que não surjam duvidas, esta é a minha visão.

Artigo 32.º

Composição

1 — A composição do conselho pedagógico é estabelecida pelo agrupamento de escolas ou escola não agrupada nos termos do respetivo regulamento interno, não podendo ultrapassar o máximo de 17 membros e observando os seguintes princípios:

a) Participação dos coordenadores dos departamentos curriculares;

b) Participação das demais estruturas de coordenação e supervisão pedagógica e de orientação educativa, assegurando uma representação pluridisciplinar e das diferentes ofertas formativas;

2 — Os agrupamentos de escolas e as escolas não agrupadas podem ainda definir, nos termos do respetivo regulamento interno, as formas de participação dos serviços técnico -pedagógicos.

3 — O presidente do conselho pedagógico é eleito por todos os docentes do AE ou ENA.

4 — O diretor participa nas reuniões do conselho pedagógico, sem direito a voto.

5 — Os representantes do pessoal docente no conselho geral não podem ser membros do conselho pedagógico.

 

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Reclamação da Candidatura Eletrónica – Concurso de Educadores de Infância e de Professores dos Ensinos Básico e Secundário: ano escolar de 2025-2026

 

Aplicação eletrónica disponível entre as 10:00 horas do dia 2 e as 18:00 horas do dia 8 de maio de 2025 (hora de Portugal continental), para efetuar a Reclamação das candidaturas ao Concurso de Educadores de Infância e de Professores dos Ensinos Básico e Secundário: ano escolar de 2025-2026.

Consulte o Manual de utilizador.

SIGRHE – Reclamação da candidatura eletrónica

Manual de utilizador –  Reclamação da candidatura eletrónica

 

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Regulamento do Concurso Nacional de Acesso e Ingresso no Ensino Superior Público para a Matrícula e Inscrição no Ano Letivo de 2025-2026.

 

Portaria n.º 207/2025/1, de 2 de maio

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Publicação da lista de colocações – R.A. Açores

Consulte lista https://concursopessoaldocente.azores.gov.pt/listas/20252026/cico_rosto.asp

De 30 de abril a 7 de maio de 2025 decorre o prazo para os candidatos colocados procederem à aceitação da colocação obtida.

 

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𝐋𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐯𝐢𝐬𝐨́𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨𝐬 𝐈𝐧𝐭𝐞𝐫𝐧𝐨 𝐞 𝐄𝐱𝐭𝐞𝐫𝐧𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟓/𝟐𝟎𝟐𝟔

 

Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de ordenação, de exclusão e de retirados do Concurso de Educadores de Infância e de Professores dos Ensinos Básico e Secundário: ano escolar de 2025-2026.

Consulte a nota informativa.

https://www.dgae.medu.pt/download/recrutamento-2/notas-informativas/202425-ni-recrutamento/ni-listas-provisorias-reclamacao-25-26.pdf

LISTAS

https://www.dgae.medu.pt/noticias/conc-educ-inf-prof-ens-bas-e-secund-de-2025-2026

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“Nota 20 às comunidades educativas” – Filinto Lima

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𝐑𝐞𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟒 – 𝐑𝐞𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐇𝐢𝐞𝐫𝐚́𝐫𝐪𝐮𝐢𝐜𝐨 (𝐚𝐭𝐮𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐩𝐫𝐚𝐳𝐨𝐬

Informa-se que, atendendo à falha de eletricidade que se verificou no dia de ontem, o prazo para apresentação de recurso hierárquico no âmbito do Reposicionamento 2024 𝐟𝐨𝐢 𝐚𝐥𝐚𝐫𝐠𝐚𝐝𝐨 𝐚𝐭𝐞́ 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡 (𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥) 𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐚 𝟑𝟎 𝐝𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐥 𝟐𝟎𝟐𝟓.

Para o efeito deverá aceder à plataforma SIGHRE> Situação Profissional > Recurso Hierárquico > Recurso.

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Mais uma vez, as escolas estiveram à altura…

O dia em que a luz foi abaixo parece ter-se vivido tranquilamente em todos os ciclos de ensino. Mas há quem aponte o dedo ao Governo por deixar o encerramento das escolas ao critério dos diretores.

Alunos com mobilidade reduzida levados ao colo, faltas marcadas à mão, nervosismo e muitas perguntas. O apagão nas escolas

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Lean on me – João André Costa

 

Não sei, talvez por estar só ou então talvez não seja talvez mas a certeza se a solidão é a razão maior quando se está noutra terra e noutro planeta e não se tem ninguém para além das forças e as forças às vezes faltam, ainda para mais se temos o fim à vista.
Natal de 2007: chegara a Inglaterra com o tal bilhete só de ida no passado mês de Setembro e depois de um mês e meio a fazer substituições dia a dia em escolas um pouco por toda a cidade de Londres, acabei por conseguir o meu primeiro emprego e finalmente o tal emprego há dez anos negado pelo mesmo Portugal responsável por me trazer ao mundo mas nem por isso responsável por mim e portanto todos por um e cada um por si e Deus nos acuda.
E com emprego garantido desde Novembro todas as possibilidades quando finalmente se tem dinheiro no bolso a começar por este regresso a casa, este regresso a ti à minha espera na terra natal com o Natal à porta e duas semanas por inteiro a ver o sol ao acordar tão enorme como o sol na rua por demais ausente nestas latitudes nórdicas.
Falemos portanto de solidão e falta de vitamina D porque de outro modo não posso explicar esta reação diante da festa de Natal da escola, a minha primeira festa de Natal numa escola como professor e colega, não mais de passagem mas um entre muitos e parte de uma equipa e finalmente a pertença, finalmente a aceitação em oposição à rejeição, finalmente a possibilidade de sonhar, finalmente a conquista tão difícil e tão longe de ti, de tudo, de todos e por breves instantes o mundo inteiro é nosso.
“E como parte da festa de Natal da escola uma das alunas finalistas vai cantar a canção “Lean on me”, com letra e composição de Bill Withers”, anunciou a Directora a partir do palco e na voz daquela criança hoje mulher e de cujo nome já não me recordo o esvaziar desta alma diante da letra, letra à qual não traduziremos o título na seguinte tradução livre:
“Às vezes nas nossas vidas trazemos dor e arrependimento mas se formos sábios saberemos haver sempre um amanhã.
“Lean on me” quando te faltarem as forças, eu serei o teu amigo para te ajudar a continuar pois não tardará para que eu também precise de alguém “to lean on”.
E por favor engole o teu orgulho se precisas de pedir algo e ninguém te pode ajudar se nada dás a entender.
Irmão, chama por mim quando precisares de ajuda pois todos precisamos de alguém “to lean on”.
“Lean on me” quando te faltarem as forças, eu serei o teu amigo para te ajudar a continuar pois não tardará para que eu também precise de alguém “to lean on”.
Irmão, chama por mim quando precisares de ajuda pois todos precisamos de alguém “to lean on”.
E se tens um peso, uma cruz que não consigas carregar, basta chamar por mim e eu estou já aqui para de bom grado ajudar-te a levar este peso e carregar esta cruz.
Se precisas de um amigo, chama por mim, e se alguma vez precisares de um amigo, chama por mim.”
E em segundos o rosto lavado em lágrimas como se tivesse corrido uma maratona sem ninguém ao meu lado para me aconselhar, guiar, ouvir ou apenas estar.
Mas não há ninguém e correr corri completamente só porque a necessidade assim o dita ao longo de quarenta e dois quilómetros e cento e noventa e cinco metros e as lágrimas nos últimos cento e noventa e cinco metros agora a dois dias do fim das aulas e do tão antecipado regresso a casa, finalmente capaz de respirar, finalmente capaz de voar, finalmente capaz de pagar o tal bilhete de volta a casa e aos braços de quem verdadeiramente posso.
E no entanto a marca e esta canção trazida na pele desde então, doravante e até aos dias de hoje bastando para tal tocar no rádio para em segundos lavar o rosto em lágrimas enquanto tu me dizes e repetes ao ouvido como a maratona chegou mesmo ao fim.

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A manhã do dia em “O Processo” – Dulce Gonçalves

“Enquanto morrer não hei de esquecer aquele silêncio.
O dia 25 de Abril, ao contrário do que era o normal, começou com um enorme vazio. O rádio que os guardas costumavam ligar às primeiras horas da manhã na sala de convívio do Pavilhão B, permitindo que ouvíssemos a emissão da Renascença, não estava em lado nenhum. Tinham-no retirado.
O guarda de serviço ao pavilhão B argumentou que estava avariado e fora para reparação.
E, logo ali, percebemos que alguma coisa acontecera. Foi como que uma premonição que ficou a pairar no ar. O silêncio implicava que nos queriam cortar a ligação ao exterior e isso só podia querer dizer algo…
Entreolhávamo-nos, questionando e apresentando hipóteses em surdina. Nessa altura, creio que todos tivémos medo. Não se sabia o que estava a acontecer (…). O pior foi a hora das visitas, porque não pudemos ver ninguém.
Um grupo de presos organizou-se e exigiu que o Diretor da Cadeia os recebesse. Mais silêncio.
Não sabíamos, é claro, que, rio acima, rio abaixo, os cravos iam pintando todo o país.
Oitenta e nove mil quilómetros quadrados de passos são muitos passos para andar, Abril marchando, um país a fazer-se poema, a rosa e a espada calando a espingarda.
E nós, é claro, tivémos de esperar em silêncio, na ignorância e no desconhecimento.
Dentro do pavilhão, cada vez mais isolado, o chefe dos guardas foi coagido a confessar: ocorrera, em Lisboa, um levantamento militar, sob a direção do Movimento das Forças Armadas e do general Spínola. (…)
Quando esta informação circulou, como um rastilho, houve um júbilo imediato. Vivas proferidos aos altos berros, a euforia e a esperança contaminaram-nos a todos, como uma faísca rebentando uma barragem.
Porém, logo de seguida, hesitámos. Afinal, podia ser um golpe militar para depor uma forma de ditadura e a substituir por outra. Um burburinho de receio e dúvidas impeliu-nos a agir com celeridade.
Muito, muito rapidamente, organizámo-nos, porque, ao mesmo tempo, percebemos que as nossas vidas e a nossa liberdade podiam estar em risco.”

(O Processo, 2025)

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Liberdade

“Liberdade, que estais no céu…
Rezava o padre-nosso que sabia,
A pedir-te, humildemente,
O pio de cada dia.
Mas a tua bondade omnipotente
Nem me ouvia.

— Liberdade, que estais na terra…
E a minha voz crescia
De emoção.
Mas um silêncio triste sepultava
A fé que ressumava
Da oração.

Até que um dia, corajosamente,
Olhei noutro sentido, e pude, deslumbrado,
Saborear, enfim,
O pão da minha fome.
— Liberdade, que estais em mim,
Santificado seja o vosso nome. “

Miguel Torga

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Aprovados apoios aos docentes das Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE)

Aprovou um Decreto-Lei que repõe a equidade, alargando os apoios a todos os docentes do Ensino Básico e do Ensino Secundário que, a partir do próximo ano letivo, lecionem nas Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE) da rede pública. Atualmente, os apoios previstos para os docentes em mobilidade estatutária não são aplicados aos docentes dos quadros e aos docentes contratados. Assim, todos os docentes colocados nas EPE no próximo ano letivo passam a receber: apoio à instalação e regresso; viagem de ida e regresso para o país onde ficam colocados, no início e na cessação de funções, para o docente e agregado familiar; viagem anual para o docente e agregado familiar; seguro de saúde para o próprio e agregado familiar; apoio ao custo de residência, que vai ter em conta o país onde os docentes são colocados;

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Autorizadas verbas para…

b. Autoriza a aquisição de serviços de interligação entre redes lógicas e de comunicações de dados para os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas dos ensinos básico e secundário públicos, organismos centrais, regionais e tutelados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação, para o período entre 2025 e 2028, até 15,8 milhões de euros;
c. Autoriza os apoios financeiros decorrentes de contratos e acordos de cooperação com estabelecimentos de ensino particular de educação especial, com cooperativas e associações de ensino especial e com instituições particulares de solidariedade social, para o ano letivo de 2025-2026, até 9,6 milhões de euros;
d. Autoriza os apoios financeiros aos centros de recursos para a inclusão, decorrentes de contratos de cooperação para o ano letivo de 2025-2026, até 13,1 milhões de euros;

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𝐏𝐮𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐋𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐎𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐝𝐞 𝐆𝐫𝐚𝐝𝐮𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 – Açores

 

◾️Concurso Interno de Provimento – Lista ordenada de graduação 👉https://concursopessoaldocente.azores.gov.pt/listas/20252026/cilo_rosto.asp

◾️Concurso Externo de Provimento – Lista ordenada de graduação 👉 https://concursopessoaldocente.azores.gov.pt/listas/20252026/celo_rosto.asp

A formulação de 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐡𝐢𝐞𝐫𝐚́𝐫𝐪𝐮𝐢𝐜𝐨 perante a Secretária Regional competente em matéria de Educação, para os candidatos que pretendam impugnar a decisão do júri do concurso sobre a reclamação deduzida em sede de audiência dos interessados, é efetuada 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞 𝐚𝐬 𝟎𝟗𝐡𝟎𝟎 𝐝𝐞 𝟐𝟑/𝟎𝟒/𝟐𝟎𝟐𝟓 𝐞 𝐚𝐬 𝟏𝟖𝐡𝟎𝟎 𝐝𝐞 𝟐𝟖/𝟎𝟒/𝟐𝟎𝟐𝟓, unicamente, através do preenchimento do respetivo formulário eletrónico, disponível em https://concursopessoaldocente.azores.gov.pt. Estão impedidos de recorrer hierarquicamente os candidatos que não apresentaram reclamação aos dados que constavam do projeto de lista ordenada de graduação, nos termos do ponto 11.3.1 do Aviso de Abertura do Concurso.

Desistência da candidatura:
𝐀𝐭𝐞́ 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡𝟎𝟎 𝐝𝐞 𝟐𝟖/𝟎4/𝟐𝟎𝟐𝟓 – Concurso Interno de Provimento
𝐀𝐭𝐞́ 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡𝟎𝟎 𝐝𝐞 𝟎𝟖/𝟎𝟓/𝟐𝟎𝟐𝟓 – Concurso Externo de Provimento

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Novas FAQ sobre o Regime Especial de Recuperação do Tempo de Serviço – Avaliação do Desempenho, Observação de Aulas e Formação

 

Novas FAQ sobre o Regime Especial de Recuperação do Tempo de Serviço – Avaliação do Desempenho, Observação de Aulas e Formação

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“Responsabilizar famílias por comportamentos” – Pedro Barreiros

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As novas fardas da escola

A autoridade e as regras não devem ser confundidas com castigo ou repressão. Pelo contrário, as regras são como guias, são um ato de bondade e de construção.

As novas fardas da escola

Felizmente já lá vai o tempo do uso das batas no liceu, que se apresentavam sempre imaculadas, com o cinto bem apertado e na orientação certa, às custas de alguns raspanetes e reguadas.

Também já passou o tempo em que as raparigas não podiam usar calças e aquele em que já se podia usar de tudo, mas havia maior noção do que era mais indicado em cada contexto, nomeadamente na escola.

Tal como a autoridade do professor, o pejo e o bom-senso por vezes andam esquecidos. E, sem eles, professores e alunos perdem mais facilmente o norte. É preciso autoridade, coerência e regras claras, que parecem ser impostas tímida e democraticamente, sem grande convicção, talvez como contraponto às réstias da melodia repressora de tempos idos. Ou da nova repressão. Mas a autoridade e as regras não devem ser confundidas com castigo ou repressão. Pelo contrário, as regras são como guias, são um ato de bondade e de construção.

Hoje muitos pais parecem ter alguma dificuldade na importante e árdua tarefa de educar. Como se isso pudesse tornar os filhos mais infelizes ou menos livres.

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Procedimento inicial de pré-candidatura de contratos de associação de educação pré-escolar

Consulte o aviso de abertura de procedimento inicial de pré-candidatura de contratos de associação de educação pré-escolar, nas áreas geográficas carenciadas e identificadas no Anexo I, bem como a restante documentação relacionada.

AVISO DE ABERTURA DE PROCEDIMENTO INICIAL DE PRÉ-CANDIDATURA
MANUAL DE INSTRUÇÕES
NOTA INFORMATIVA

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Sindicato de professores defende agravamento das sanções contra alunos indisciplinados

O SPLIU considera também necessário promover ações de sensibilização, informação e esclarecimento junto dos pais e encarregados de educação, “que visem a mudança de atitudes e de comportamentos da maioria dos mesmos em relação aos professores”

Sindicato de professores defende agravamento das sanções contra alunos indisciplinados

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Crianças que já estão no pré-escolar sem direito a vaga gratuita

Em causa estão critérios de elegibilidade às cinco mil vagas gratuitas no próximo ano letivo. A prioridade é dada a famílias carenciadas.

Crianças que já estão no pré-escolar sem direito a vaga gratuita

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Quem quer ser diretor escolar? – Maurício Brito

 

Num tempo em que alguns apontam o dedo ao que chamo “as peripécias” dos que ocupam os corredores da gestão escolar, impõe-se uma pergunta que ressoa com particular gravidade: quem quer, hoje, ser diretor escolar?

Concordo com grande parte do diagnóstico traçado no artigo ( https://www.publico.pt/2025/04/18/opiniao/opiniao/pais-desistiu-professor-abriu-portas-tiranetes-2130196 ) recentemente publicado no Público, pelo meu colega Paulo Prudêncio. Num tom crítico e preocupado, ele defende que o nosso país (eu diria antes a generalidade dos nossos políticos) abandonou os professores, tanto do ponto de vista institucional como simbólico. Durante décadas, foi-lhes retirada autoridade, ao mesmo tempo que se lhes impunham cada vez mais tarefas burocráticas e responsabilidades que extravasam o ensino. Esta “desistência” abriu espaço a uma série de figuras que o autor apelida de “tiranetes”, que interferem de forma autoritária e despropositada no funcionamento das escolas, contribuindo (também) para a desvalorização do papel do professor.

O texto aponta ainda para algo que merece reflexão: a captura do sistema educativo pelos partidos políticos. Trata-se de uma crítica que tem vindo a ganhar maior eco (apesar de não ser nova), e que se materializa na presença crescente de lógicas e lealdades partidárias nas estruturas intermédias e de gestão do sistema escolar. A escola pública, enquanto espaço plural e democrático, deve estar protegida desses constrangimentos externos. A defesa da autonomia profissional dos docente e da independência das escolas face a agendas político-partidárias é essencial para a sua credibilidade.

Contudo, e embora reconheça a enorme pertinência desta análise, discordo que o problema resida apenas – ou sobretudo – no atual modelo de gestão. Ele deve ser mudado, é uma facto. A limitação de mandatos faz todo o sentido, e o regresso a um modelo colegial é indiscutivelmente desejável. Mas convém não esquecer que muitos dos chamados “tiranetes” de hoje já estavam à frente das escolas no modelo anterior. E isto tem uma explicação simples: não são os modelos que erram – erram as pessoas que ocupam os cargos. O risco de autoritarismo, de afastamento da missão pedagógica e de abuso de poder, já existia antes do atual modelo e não desaparecerá apenas com uma mudança estrutural.

Além disso, importa dizer que não é clara nem conhecida a real dimensão dessa alegada “partidarização” da vida escolar. Não existem estudos consistentes e representativos que demonstrem, de forma inequívoca, que as escolas se transformaram em ambientes regidos por hierarquias partidárias ou por uma cultura de tirania institucionalizada. Conhecem-se, sim, diversos casos de abusos – e é inegável a sua existência – mas qual será a sua representatividade no universo escolar? Esta é uma questão que exige mais investigação e menos generalização. O risco de extrapolação pode comprometer a compreensão justa do sistema.

O que nos deve inquietar, no meu entender, é algo mais profundo: o “silêncio” que se instala sempre que se abre um concurso para diretor. O que verdadeiramente preocupa-me é o desinteresse, quase generalizado, dos professores em assumir essa função – apesar de ser compreensível que assim seja. Foram décadas seguidas de políticas que contribuíram para o desprestígio social e profissional, que provocaram um compreensível desânimo e cansaço na classe docente. Mais, ser diretor, atualmente, é estar sobrecarregado com tarefas que pouco têm a ver com a vertente pedagógica; é ocupar um cargo de enorme responsabilidade, sob o olhar desconfiado de muitos e com uma remuneração que roça o desrespeito. A função perdeu o brilho e, com ele, perdeu quem ainda a podia dignificar.

E é precisamente aí que reside o perigo. Quando os mais capazes desistem, outros avançam – e nem sempre movidos pelas melhores intenções. Não é apenas o modelo que abre portas aos tais “tiranetes”: é a nossa ausência, a nossa desistência. Sempre que um professor competente recua, cede espaço a quem procura poder, e não servir.

É, por isso, urgente resgatar o papel de quem lidera uma escola ou agrupamento. Não para o manter tal como está, mas para o transformar. Com menos tarefas administrativas e maior enfoque pedagógico. Com uma remuneração condigna. Com apoios. Com tempo. E com a devida valorização.

A escola pública merece mais. Muito mais. Merece lideranças pedagógicas, comprometidas e legitimadas pelos seus pares. Mas para que isso aconteça, não basta alterar o modelo de gestão: é essencial que os professores voltem a acreditar que vale a pena assumir esse papel. E, para isso, é preciso mudar as condições e o reconhecimento. Porque só quando os mais capazes quiserem liderar, é que a nossa escola poderá verdadeiramente avançar.

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“Fui vítima de agressão física, de um mata-leão, em plena sala de aula, por um aluno”

Violência contra professores, mas também a polícias, militares, bombeiros, médicos, juízes, entre outros funcionários públicos passa a ser crime público. Deixa de ser necessária queixa da vítima para se avançar com um processo judicial. A Lei que também aumenta as penas entra em vigor, esta sexta-feira. Quem representa os professores, congratula-se. Porque se a vergonha é muita, a falta de acolhimento, por parte das direções das escolas, garantem, é ainda maior

“Fui vítima de agressão física, de um mata-leão, em plena sala de aula, por um aluno”

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O país desistiu do professor e abriu as portas a pequenos tiranetes – Paulo Prudêncio

Pelo Público em 18 de Abril de 2025.
Apesar de na primeira impressão se poder considerar uma conclusão simplista para um problema complexo, o país desistiu do professor quando mudou o poder escolar do professor, regulado pelo poder público, para o poder escolar dos partidos políticos, regulado pelos próprios. De facto, a desistência do país no professor iniciou-se na primeira década do milénio e teve consequências na perda de atractividade da profissão e na abertura de portas a pequenos tiranetes nas escolas.

Duas questões prévias:

1. Os partidos políticos são essenciais à democracia. O seu poder exige uma regulação célere e eficaz nas administrações central, regional e local (também nos descentralizados municípios, onde se dilui parte do poder escolar). Na verdade, o poder partidário tornou-se paulatinamente hegemónico, reduziu o espaço dos intermediadores independentes e assentou a sua limitação temporal na dança das cadeiras quando muda a maioria que governa;

2. Há uma diferença fundamental entre o professor que ensina e que transitoriamente pode exercer outras funções, e o conjunto de pessoas providas nessa profissão. O plural inclui quem só ambiciona funções em que não se ensina. Uma vez aí, considera desprestigiante o regresso à sala de aula, contesta a hierarquia remunerátória assente no exercício de professor e, não raramente, pertence a um partido de governo.

Mas descrevam-se as causas essenciais da desistência no professor e da abertura de portas a pequenos tiranetes. Desde logo, o país entrou neste século com 6,7% do PIB para a educação (estará abaixo dos 4%). Desinvestiu-se precarizando os profissionais. Usou-se, erradamente, o argumento despesista para retirar poder ao professor, omitindo-se que a massa salarial dependeu sempre do número de profissionais (e do seu estatuto) decretado pelos governos em acordo com o atomizado poder sindical. Na realidade, registou-se uma evolução assinalável da gestão orçamental das escolas nos primeiros 30 anos de democracia.

Por outro lado, quando o poder escolar era exercido pelo professor que transitoriamente exerce outras funções, a regulação era feita pelos poderes públicos e pelo interior da organização. A vida escolar era um laboratório da democracia, da livre expressão e do direito ao contraditório. As suas imagens – arena política, burocracia, democracia e cultura, que excluíam por inadequação as gémeas anarquia e empresa – acrescentavam inovação e renovação, limitavam os excessos corporativos e até os gravíssimos casos de assédio moral. A proximidade era uma força reguladora, que se enfraquecia com a incompreensível não limitação de mandatos nas funções de gestão. Digamos que já havia sinais de caudilho e da escola de tiranetes.

Além disso, a integração no poder partidário de profissionais avessos à sala de aula criou um monstro burocrático adversário da liberdade de aprender e ensinar. O conhecido universo de inutilidades organizacionais e informacionais inundou o sistema escolar de emprego partidário, controlou a gestão das escolas e influenciou – e influencia – a manutenção do que existe.

Aliás, essa atmosfera corporativa sustentou um desequilíbrio negativo para as políticas públicas de educação: se se sabia que nunca se deve entregar essas políticas a pedagogos (seria caótico um sistema baseado em pedagogias pedocentristas ou magistercentristas), também se comprova que não devem ficar nas mãos de “professores empregados” nos partidos políticos.

Em síntese, a educação é arte do equilíbrio e a democracia a da regulação. Há soluções possíveis que oxigenam o exercício de professor: limite-se os mandatos na gestão das escolas para um período global inferior a uma década, eleja-se, pelo voto directo dos profissionais, um órgão de gestão colegial ou unipessoal (com a opção referendada, sem estatutos próprios e com a exigência de candidaturas pertencentes ao quadro da organização em causa) e recupere-se o poder dos conselhos pedagógicos. Testemunhe-se um legado democrático às novas gerações. A democracia fragilizou-se e é uma péssima lição ter as escolas expostas a pequenos tiranetes.

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20 docentes pediram exoneração de vinculo público nos últimos 12 meses

 

Nos últimos doze meses houve 20 docentes que optaram por pedir exoneração do vínculo público.

Durante o ano de 2023 outros 9 já o tinham requerido, em 2024 foram 17 e em 2025, até ao dia de hoje, 5 optaram por pedir a exoneração. 31 docentes, no total, requereram a exoneração de vinculo público desde 1 de janeiro de 2023.

Desde 1 de janeiro de 2018 as contas chegam às quatro dezenas de docentes.

Não sei porquê, mas ninguém contabiliza estes números nas suas contas. É um número residual, mas que pode fazer a diferença numa ou noutra escola.

 

 

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“Entre os novos e os que voltaram, temos mais 6000 professores nas escolas este ano”

Ministro da Educação compromete-se com duplicação do “número de psicólogos com vínculo às escolas” e mais mil milhões de euros para obras em escolas, através do Banco de Investimento Europeu.

“Entre os novos e os que voltaram temos mais 6 mil professores nas escolas este ano”, afirma o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, que está disponível para continuar no cargo após as legislativas de 18 de maio.

“Pode parecer que estou agarrado ao lugar, mas gostava mesmo de continuar este trabalho“, afirma o governante, em entrevista ao programa Hora da Verdade, da Renascença e jornal Público.

Fernando Alexandre fala de várias ideias que gostaria de concretizar. Por exemplo: um modelo “híbrido” de explicações para alunos do secundário que não as podem pagar, recorrendo aos professores que estão no ensino público.

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Divulgação – EVENTO PARA PROFESSORES E EDUCADORES – CRESCER FINANCEIRAMENTE

EVENTO PARA PROFESSORES E EDUCADORES – CRESCER FINANCEIRAMENTE

Desde 2019, as Mentes Empreendedoras (ONG) já capacitaram mais de dez mil jovens do ensino secundário em questões de Literacia Financeira. As Mentes Empreendedoras estiveram presentes em várias escolas e com a ajuda de professores multiplicadores foi possível levar os conhecimentos e ferramentas financeiras a mais jovens de Norte a Sul do país.

Nas Mentes Empreendedoras criamos cidadãos com impacto na comunidade, e por isso reconhecemos a importância de criar estes encontros, envolvendo os professores.

É já no dia 22 de abril, no Instituto PIAGET (Vila Nova de Gaia), das 14h às 18h30, que convidamos Professores e Educadores para uma tarde de discussão, partilha e reflexão sobre os temas da Literacia Financeira no evento CRESCER FINANCEIRAMENTE, que será acreditado como ação de curta duração.

Contamos consigo?

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Concurso Interno/Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2025/2026 – 2.ª Validação

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 15 e as 18:00 horas de 16 de abril de 2025 (hora de Portugal continental) para efetuar a Validação do Aperfeiçoamento da Candidatura ao Concurso Interno, Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento, destinado a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário 2025/2026.

Nota Informativa 07 – Validação do Aperfeiçoamento das candidaturas ao Concurso Interno/Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2025/2026
SIGRHE – Validação do Aperfeiçoamento

 

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A Tirania do “Bota Abaixo” – Alberto Veronesi

Vivemos em plena era digital e isso tem trazido novos desafios à sociedade. Hoje, dedicarei estas linhas aos especialistas do “bota abaixo”. Aqueles que estão ávidos por criticar tudo e todos, sem qualquer constrangimento, atrás de ecrãs, incapazes de fazer um exercício simples de se colocarem no lugar do outro.

A Tirania do “Bota Abaixo” 

A sociedade contemporânea tem-se transformado num país de especialistas repentinos. Em cada umas das casas, há sempre um treinador de futebol, geralmente melhor que o do próprio clube, um economista de bancada, um gestor de topo que passou ao lado de uma grande carreira e, claro está, um especialista em educação. Todos eles com opiniões formadas sobre qualquer assunto, certezas absolutas e soluções miraculosas para os problemas que dizem conhecer!

A questão nem está na critica em si, pois é fundamental o debate de ideias, o problema reside sobretudo na critica quando esta é totalmente desprovida de argumento, contexto e recusa-se a perceber as limitações de quem criticam. A crítica que  não tem em conta a complexidade das tarefas, que as tenta simplificar para poder atacar com maior facilidade.

Este fenómeno é altamente evidente no sector da educação, onde assume contornos de uma complexidade extrema. De há uns tempos que vai emergindo entre uma determinada ala dos professores um movimento “anti-diretores” que propaga, sem grande filtro e tendo por base experiências pessoais, muitas até isoladas que distorcem a perceção, teorias que roçam a conspiração.

Parece que para esses colegas os líderes escolares tornaram-se alvos demasiados fáceis. Se querem implementar algum tipo de mudança, são apelidados de autoritários, se, por outro lado, mantêm as tradições, são rotulados de conservadores. Se são exigentes com a disciplina e rigorosos nos procedimentos são vistos como opressores, se promovem uma determinada flexibilidade, são considerados permissivos. Esta ala não deixa espaço para o benefício da dúvida, para a compreensão das limitações ou mesmo para o reconhecimento das intenções saudáveis.

Este sentimento advém do cansaço da classe. Foram anos de promessas não cumpridas, reformas mal implementadas, discursos vazios que acabaram por criar um clima de enorme desconfiança generalizada. Mas, é importante referir que esta desconfiança tem tendência para se transformar em incapacidade de distinguir os esforços genuínos de mudança.

Por esse motivo, colocar todos as mais de oito centenas de diretores no mesmo saco, não só não é justo, como também é contraproducente. Esse modus impede-nos de conseguir identificar e apoiar aqueles que realmente, não obstante o modelo de gestão, procuram fazer a diferença, que arriscam e tentam inovar, apesar das dificuldades. Ao colocarmos todos no mesmo molho, estamos a, paradoxalmente, contribuir para perpetuar o sistema que criticamos.

Nada do que aqui escrevi serve para que que se abandone a critica, mas sim para que se critique com base na empatia e compreensão contextual. Os problemas raramente têm soluções simples e quem se propõe estar na linha da frente, neste caso os diretores, enfrentam constrangimentos que nem sempre são visíveis de fora.

Nesse sentido, é importante substituir os “achismos” e as perceções pessoais por análises mais fundamentadas. Preferir uma observação paciente e informada em detrimento de julgamentos precoces.

Não é assim tão raro deparamo-nos com a situação de termos de recuar com a opinião sobre um determinado assunto, depois de termos pacientemente tentado perceber o porquê das coisas.

Uma democracia madura deve reconhecer que a crítica tem um lugar construtivo essencial, mas também deve reconhecer que essa crítica deve vir sustentada numa disponibilidade para compreender a complexidade dos desafios que se critica. Precisamos de vozes críticas, mas precisamos de vozes informadas e construtivas.

Só com uma postura de crítica construtiva é que poderemos ultrapassar a cultura vigente na sociedade portuguesa do “bota abaixo” e assim conseguirmos construir um diálogo social que, em vez de apenas tentar derrubar, seja capaz de construir alternativas viáveis.

Criticar é fácil, ser capaz de compreender, propor e construir é todo um outro mundo.

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A Medicina do Trabalho no “Sábado” do Paulo

Um regresso breve ao tema da Medicina do Trabalho, a propósito de quem afirmou ou afirma que não sabia ou sabe de nada, que quer casos concretos de incumprimento e tudo isso. Porque há meses que se sabe do assunto e se conhecem muitos casos. Desde logo, em Junho/Julho tod@s @s director@s receberam a versão inicial desta comunicação da AJDF. E comuniações similares foram acompanhando os pedidos individuais de quem necessitava de uma consulta de Medicina do Trabalho. Há quem diga que desconhece, mas tenha recebido os pedidos e dado despacho de indeferimento, com documentação comprovativa e verificável. Claro que muitos desses despachos foram dados com a anuência dos amigos em certas delegações regionais da DGEstE, pelo que a sensação de impunidade perante o incumprimento da legislação é natural.

Sábado

 

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Manifesto ESPERANÇA

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“Crise global da aprendizagem”: Ir à escola não é sinónimo de aprender

“Há uma crise global da aprendizagem”, alertou. A educadora afirmou que os testes indicam que há cerca de 70% de jovens, nos países pobres, que não conseguem interpretar aquilo que leem e que “mesmo em países com altos rendimentos, como Portugal, esse valor ronda os 25%”. Para Elisa Guerra, o problema é que a base de toda a aprendizagem é a leitura. “Se não estamos a conseguir ensiná-los a ler, como é que lhes vamos ensinar matemática ou ciências?”, perguntou.

“Crise global da aprendizagem”: Ir à escola não é sinónimo de aprender

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Reposicionamento na Carreira Docente 2024 – Recibo e Reclamação

 

Informa-se que os docentes, reposicionados na carreira em 2024, ao abrigo da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio, poderão aceder ao recibo na plataforma SIGRHE em Situação Profissional > Reposicionamento 2024 > Recibo.

Mais se informa que, a partir de amanhã, dia 4 de abril e até às 18h (Portugal Continental) de dia 10 de abril, será disponibilizada a aplicação eletrónica para a formulação da reclamação em SIGHRE > Situação Profissional > Reposicionamento 2024 > Reclamação.

 

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Número de alunos sem aulas só será divulgado este mês. Ministério da Educação admite “atraso na contratação da auditoria externa”

Afinal, os resultados da auditoria externa ao número de alunos sem aulas ainda vão demorar a chegar. Ministério da Educação previa divulgar os dados em março, mas um atraso na contratação impediu-o.

 

 

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