Rui Cardoso

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A Lei da Rolha em relação às escolas

De outra forma não se podia falar de tranquilidade…

 

Governo não revela números de infecções em escolas desde o início do ano lectivo

Pelo menos cinco estabelecimentos já tiveram que encerrar de forma temporária ou enviar alunos para casa por causa de casos covid-19. O ano lectivo em Portugal arrancou entre 14 e 17 de Setembro.

O Ministério de Educação não revela quantos casos de infecção foram, até esta altura, detectados em escolas desde o início do ano lectivo. Esta terça-feira, uma semana depois do início do novo ano escolar, o PÚBLICO questionou a tutela para perceber, por um lado, quantas escolas tinham registado infecções (em alunos, funcionários ou professores) e, por outro, quantas turmas foram colocadas em ensino à distância por causa do mesmo motivo e quantos alunos estão em isolamento.

Na resposta, que chegou esta quarta-feira, fonte do Ministério da Educação não revela nenhum destes dados e redirecciona as perguntas para o documento publicado no início de Setembro pela Direccção-Geral da Saúde (DGS) que tem como objectivo orientar os estabelecimentos escolares ou de educação perante casos suspeitos, confirmados ou mesmo surtos.

 

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No final levas uma palmada nas costas…

… um elogio vazio de significado.

O governo já se esqueceu e se tornar a acontecer far-se-á de esquecido…

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Será o futuro do Ensino Secundário…

 

…”Palmela”?

 

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Esclarecimento sobre a noticia «Baixas a 100% só vão ser pagas em outubro»

 

Esclarecimento sobre a noticia do Correio da Manhã: «Baixas a 100% só vão ser pagas em outubro»

A propósito da notícia desta quarta-feira do Correio da Manhã com o título «Baixas a 100% só vão ser pagas em outubro», o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social esclarece que:

– Os subsídios por isolamento profilático têm sido pagos a 100% desde o início. Esta prestação, criada em março, tem sido paga desde então no montante que corresponde a 100% da remuneração de referência dos trabalhadores que, embora não estando doentes, estão impedidos de trabalhar por razões de saúde pública, certificadas pela autoridade de saúde.

– Até ao momento foram pagos 88.258 subsídios por isolamento profilático, num montante de 40,2 milhões de euros.

– Quanto à baixa por doença Covid-19, verificou-se uma alteração de regras introduzida pela Lei n.º 27-A/2020 (Orçamento Suplementar), que passou a prever que os trabalhadores que a contraiam sejam remunerados a 100% da remuneração de referência nos primeiros 28 dias (e não a 55% nos primeiros 30 dias, sem período de espera nos primeiros três dias, como até então).

– Essas regras foram regulamentadas através do Decreto-Lei n.º 62-A/2020, de 3 de setembro. A operacionalização desta nova regra é paga em outubro, com retroativos a 25 de julho, data de entrada em vigor do Orçamento Suplementar.

 

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Turma do Agrupamento de Escolas de Aguiar da Beira com atividade letiva suspensa

 

Turma do Agrupamento de Escolas de Aguiar da Beira com atividade letiva suspensa

Caso positivo de aluna obrigou a suspender aulas presenciais de turma do 2º ciclo, mas maioria dos alunos volta à escola já amanhã.

As aulas de uma turma do 5º ano do Agrupamento de Escolas Padre José Augusto da Fonseca, de Aguiar da Beira, foram, hoje, suspensas, após uma aluna ter testado positivo à Covid-19.

“Os alunos dessa turma foram mandados para casa, como medida de prevenção e por forma a assegurar a segurança de toda a comunidade escolar”, esclareceu ao nosso jornal a diretora do agrupamento, revelando que as crianças voltam à atividade letiva normal já amanhã, à exceção da aluna com infeção e outras quatro crianças que estiveram em contacto direto e vão ficar em quarentena, conforme ordenou a Direção-Geral de Saúde.

 

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Entre o prevenir e o remediar – Alberto Veronesi

 

Entre o prevenir e o remediar

Para evitar o descalabro, há que assumir o erro que foi a decisão de iniciar todos os ciclos ao mesmo tempo, sem que as escolas tenham condições humanas e económicas necessárias para se tornarem locais seguros

Os números de infeções por covid-19 aumentam de dia para dia e percebemos todos que não abrandarão nos próximos tempos. Bem sei que o número de infeções não significa número de doentes, porque há muitos assintomáticos, nem de internados, pois têm diminuído. Mas significa pessoas em isolamento obrigatório de pelo menos, até decisão em contrário, 14 dias. Sabemos todos, também, que as recuperações têm períodos diferentes e podem durar mais de um mês! É previsível que, começando a ter de isolar infetados, muitos serviços, mas sobretudo as escolas, venham a ter repercussões imprevisíveis. É sobre estas que gostaria de tecer alguns comentários.

Quando fecharam e sobretudo quando decidiram que não abririam para todos antes de setembro, pensei que teriam tempo suficiente para preparar o regresso em condições de as manterem abertas o mais tempo possível. Estávamos em final de abril! Pensei mal. Porque, dizem, nessa altura estavam, não sabemos bem quem, a preparar o regresso da creche, pré-escolar e disciplinas de exame. Não havia tempo para preparar no incerto e a tanto tempo de distância.

Quando terminaram os exames e deu-se o fecho do ano letivo, continuava a incerteza do futuro a coibir os nossos governantes de planear. Porque planear terá um significado diferente para uns e para outros.

É hoje certo e sabido, e dito por todos os especialistas, que não é possível recuperar a economia com escolas fechadas e enquanto os pais tiverem de manter os filhos em casa.

É certo e sabido que o ensino à distância, apesar de todo o reconhecido esforço da maioria dos intervenientes e sobretudo dos professores, não é eficaz nem consegue ser substituto do ensino presencial, sobretudo nos mais novos, do 1.º e 2.º ciclos.

É hoje certo e sabido, concorde-se ou não, que as escolas têm cada vez mais um papel de assistencialismo social, pelo que os especialistas fazem justamente destas um fator decisivo, alertando para a necessidade de medidas eficazes para conter eventuais contágios.

Estas três premissas são a base. Um dos principais pilares de sustentação na recuperação económica seria manter as escolas abertas e em segurança. No entanto, o que o Governo fez foi mostrar uma impreparação atroz, orientando como possível, se possível e com recursos a roçar o ridículo.

Mas creio que, agindo em vez de reagir, podemos tentar emendar esta inépcia demonstrada pelo Ministério, bastando que haja vontade política e possibilidade de investir alguma coisa na educação, com retorno garantido na economia.

As escolas dos mais novos não devem fechar. Sugiro que se mantenham a creche, o pré-escolar, os primeiro e segundo ciclos em ensino presencial, e que os restantes ciclos sejam colocados em ensino misto, ou à distância, consoante a disponibilidade de meios, em colaboração com as freguesias, autarquias e associações locais para a disponibilização de espaços e material.

Para os professores de risco apresento a mesma solução de que já tenho vindo a falar há meses: os professores de risco de cada agrupamentos ficariam responsáveis pelos alunos de risco desse mesmo agrupamento.  Para além disso, estes professores poderiam ficar responsáveis pelas turmas de professores que tivessem de ficar em isolamento. Será que o Sr. Ministro acha que um professor que se encontre infetado com covid-19 deva continuar a trabalhar à distância?

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Alunos de diferentes turmas misturados em EMRC

Se as aulas de EMRC funcionassem à distância, talvez se conseguisse cumprir as normas, mas como a autorização não chega é o presencial tem de existir a todo o custo…

Reduzido número de inscritos e imposição de um mínimo de dez alunos para atribuir professor obrigam a formar turmas mistas. Há estudantes da disciplina de Tecnologias que são obrigados a partilhar teclados e rato ou a ter aulas sem equipamento.

A lógica de funcionamento em “turmas-bolha”, recomendada pelo Ministério da Educação, está a ser subvertida nas aulas de Educação Moral e Religiosa Católica. São poucos os alunos que escolhem esta disciplina opcional, pelo que as escolas são forçadas a juntar na mesma sala jovens de turmas diferentes.

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Sugestão de Leitura – As cadeiras também falam, por Joaquim Forte Falcão

 

Sinopse

A essência da vida é vivermos a partir dos sonhos, perpetuados e indagados na eterna senda da vida. O teatro nasce quando o homem sonha, simboliza as suas próprias conversas… Certo dia, «as cadeiras também falam», tornam-se no próprio conhecimento desvendando a luz perpetua que há em nós.

Clique na imagem

 

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Escola Secundária de Palmela passa turmas do 11.º e 12.º para E@D

 

Escola Secundária de Palmela passa turmas do 11.º e 12.º para Ensino a Distância

No decorrer da tarde do dia 22 de setembro a Escola Secundária de Palmela terminou as atividades letivas às 15:40h em virtude de não dispor do número suficiente de Assistentes Operacionais que assegurasse a vigilância e a higienização dos espaços escolares.

 

 

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As garantias do ME sobre a substituição de docentes

 

Ministro da Educação garante que não vão faltar docentes de substituição neste ano letivo

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Cartoon do Dia – Confinamento… à chuva – Paulo Serra

 

 

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Um início de ano letivo esquisitamente tranquilo

 

A D. Graça anunciou ontem que o início do ano letivo decorreu com tranquilidade. Deixe-me discordar, D. Graça.

As escolas já encerram, as turmas também e há alunos, professores e AO’s em quarentena. E assim vai ser ao longo de todo o ano letivo. Isto não é tranquilidade.

O início do ano letivo pode ter sido tudo, mas não foi tranquilo porque não há tranquilidade nas escolas, todos estão receosos, até os alunos na sua inocência.

Quem contabiliza os números nas escolas? Alguém o está a fazer? Algum dia teremos acesso a eles?

Nas notícias só aparece a ponta do icebergue, os casos que não se conseguem abafar ou que é impossível esconder. Os relatos que nos chegam apontam para mais casos do que aqueles que são mostrados nas comunicação social. Casos isolados de um ou dois infetados, aqui e ali. Estamos no início de ano letivo tranquilo…

Os professores, os AO’s, os AT’s e os diretores esforçaram-se para garantir um ano letivo o mais tranquilo possível, mesmo sabendo que não o vai ser. Fizeram os possíveis e os impossíveis com o que tinham disponível. Cumpriram à risca as regras, sempre que possível, mas o esforço, só por si, não é suficiente. Os meios são muito mais importantes, mas esses não foram disponibilizados, insistiu-se em apostar na sorte e deixar a roleta girar.

Uma coisa é certa, na boca daqueles que não frequentam escolas diariamente, tudo estará tranquilo e na forma do ideal.

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“Este regresso à escola e aos treinos requer muitas precauções e cuidados.”

 

“Este regresso à escola e aos treinos requer muitas precauções e cuidados.”

Em virtude do regresso das aulas presenciais, o Desporto Escolar produziu um vídeo sobre o início do ano letivo 2020-21 e da retoma da Educação Física e do Desporto Escolar.

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Máscaras? Medidas de protecção? As escolas fazem o que podem

 

Máscaras? Medidas de protecção? As escolas fazem o que podem

Se há uma semana a preocupação andava ao redor da não obrigatoriedade do uso de máscaras nas escolas do Reino Unido, passada essa mesma semana deparamo-nos com a realidade portuguesa onde, e apesar da obrigatoriedade, as limitações, para não dizer os perigos, estão à vista de todos.

Comecemos pela dimensão das turmas, sempre à volta dos 30 alunos, para não dizer 36 alunos e um professor numa sala de aula cujas janelas serão sempre insuficientes para ventilar tantas almas a respirar no mesmo espaço. E quem diz numa sala de aula também diz num contentor, ou não estivesse a escola em obras há cinco anos, quatro para além do previsto.

O distanciamento físico entre alunos? Não há mesas individuais para todos, os quais não têm outro remédio senão sentarem-se lado a lado nas mesas de sempre mas, atenção, com fita-cola ao meio para separar os espaços de cada um. Acrílicos? Não há dinheiro.

Assim como não há dinheiro para mais funcionários e, por conseguinte, não há capacidade para higienizar as mesas e cadeiras a cada intervalo. E não havendo funcionários nem recursos para substituir os que estão doentes e/ou com filhos doentes em casa, também não há capacidade para limpar as casas de banho duas vezes ao dia sem esquecer, igualmente duas vezes ao dia, todos os corrimãos, maçanetas e interruptores da escola. Quem limpa o que pode quando há tempo é o professor que tem a família à espera em casa e não lhes quer pegar nada.

Voltando ao uso de máscara pelos alunos, está tudo bem até tocar o telemóvel, dentro ou fora da sala de aula, sendo que em qualquer das situações o aluno atende, sem máscara, pois claro, senão não se percebe nada. “Shiu”, diz para a professora de indicador furioso na boca, e como a professora já tem quase 40 anos disto e não está para ameaças sem esquecer o pneu furado e o olho negro ao chegar a casa, mais vale deixar o rapaz ao telefone e delicadamente pedir-lhe que termine a chamada lá fora, ao que ele anui. Ufa.

Lavar as mãos? Se nas escolas já há muito se queixam da falta de papel higiénico, ao fim de uma semana já pouco sobra de álcool gel, encomendar mais só no fim do mês e a lista de espera para entregas é ainda maior. Encomendar já? Já disse, não há dinheiro e a senhora da secretaria está de baixa em casa que o filho tem tosse e só volta, assim esperamos, daqui a duas semanas.

O ensino, não esquecer, é inclusivo, mas o pior é explicar ao miúdo que sofre de autismo profundo a necessidade do uso de máscara, prontamente feita em pedaços, para não dizer pior. E naquela turma há outros três como ele. E ensinar numa turma assim? Já há muito tempo que não se ensina, cabendo ao professor a gestão do espaço de aula, turma a turma, hora a hora e dia a dia até à, há muito ansiada, reforma final. Há quem não chegue lá, mas isto são outras conversas.

Quanto aos intervalos e à hora de almoço numa escola com o limite de 89 turmas, mas este ano com 94, é de todo impossível manter qualquer distanciamento físico nos corredores — e então quando chove ainda menos. Circuitos de sentido único? Estão marcados no chão mas como os alunos são tantos não se vêem e os funcionários já sem voz de tanto gritar.

O espaço do bar mais parece uma sala de concerto dos tempos do antigamente com os miúdos todos ao molho e fé em Deus e na cantina os mais velhos sentam-se à vontade, qual take-away qual quê, não havendo quem se lhes dirija pelas razões supracitadas, ergo o pneu furado e um olho negro. Ao menos os meninos não passam fome. Estes, pelo menos, ou não fosse a escola ainda o lugar onde muitos comem a única refeição do dia.

Máscara? Só têm se lhes dermos e muitos são os professores a desembolsar o dinheiro para que os miúdos possam entrar na escola. A máscara, claro, é a mesma todos os dias.

As aulas de Educação Física? São feitas de acordo com todas as regras, distanciamento de três metros entre os alunos, pequenos grupos de cada vez, higienização dos materiais, tudo. O pior é nos intervalos quando os miúdos estão todos a jogar à bola e lá vai o distanciamento pelo cano abaixo.

Os namorados? Lá os vamos apanhando aos beijos e enrolados atrás do pavilhão A, para não dizer nas casas de banho onde só pode estar um de cada vez e quando não têm máscara ainda é o menos.

Voltando às máscaras, as que são da moda e de marca andam de mão em mão, que é como quem diz de boca em boca, trocadas a bel-prazer entre alunos mais preocupados com selfies, TikTok e Instagram do que outra coisa qualquer. Inclusivamente, já temos influencers com 12 anos que não podem perder tempo com a seca das aulas. Mas isto também são outras conversas e o pior são os pais que lhes deram um telemóvel para as mãos.

O mesmo não podem dizer os alunos asmáticos, para quem o uso de máscara não é apenas um sufoco mas também a causa da asma, bastando às vezes um pouco de pó. A solução é óbvia, não podem andar de máscara. Quanto à restante população escolar, a conversa é a de sempre entre narizes de fora, máscaras no queixo, penduradas na orelha ou a servir de cotoveleira.

Sejamos francos, as escolas fazem o que podem e quanto ao resto é uma questão de tempo. Basta olhar para os portões dos estabelecimentos de ensino ao fim do dia e centenas de alunos amontoados sem máscara nem distanciamento para nos acudir e então nos transportes nem se fala.

A máscara obrigatória é mesmo para inglês ver, é um adereço e eu queria que não fosse assim, mas é, eu queria distribuição gratuita e ilimitada de máscaras, eu queria não ver ninguém a tocar na máscara ou na cara ou no nariz, a comichão, a impressão, o calor, eu queria muita coisa, inclusivamente, e acima de tudo, não queria um vírus, mas a realidade é esta.

A realidade é esta, uma realidade onde estamos todos a fazer de conta e a fazer de conta que vai ficar tudo bem. E enquanto assim for, continuaremos a ir para a escola e a ensinar, na medida do possível, pois claro. Até deixarmos de fazer de conta.

 

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Santiago do Cacém com 38 professores em quarentena

 

Santiago do Cacém com 38 professores em quarentena

O Município de Santiago do Cacém já tinha adiado o início do ano letivo, que estava previsto para 14 de setembro, e tem agora 38 professores em quarentena.

 

 

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Fim da primeira parte: Bolhas 0 x Intervalos 0 -Correntes

 

Fim da primeira parte: Bolhas 0 x Intervalos 0

Se cada turma é uma bolha escolar para enfrentar os tempos difíceis da pandemia, repito o que escrevi em 8 de Julho de 2020: “o ministro da Educação integra os fóruns do futebol e das aulas em Setembro. É natural que com tanta informação já confunda intervalos dos jogos com os escolares. Se não se percebe que diga que os alunos vão caber todos na mesma sala, que não haverá desdobramento de turmas, que a única obrigatoriedade é a máscara a partir do 2º ciclo e que distanciamento não, é ainda mais surpreendente que elimine os intervalos escolares.

Portanto, se é decorrente da pandemia que se insiste na desconcentração dos intervalos e no desdobramento de turmas, é importante que se diga que vai para além do que disse, e desdisse, o ministro. Precise-se: com a aplicação das duas ideias, uma escola com 1000 alunos nunca tem mais do que 250 na escola (e descongestiona muito o seu exterior) e um máximo de 60 (um valor entre 15 e 60) a frequentar cada um dos espaços ou serviços fora das salas de aula; e com a vantagem de se manterem as especificidades fundamentais dos horários já a pensar no pós-covid-19 (não se sabe quando será, obviamente).

Ou seja: as propostas dos desdobramentos (ou turnos) e dos intervalos são sustentadas e evitam os 3 c´s (aproximação física, espaços fechados e aglomeração de pessoas). Repito: “grupos de 10 ou 15 nas turmas para frequência presencial semanal alternada não exige que um professor leccione também à distância, duplicando a sua carga horária e o seu desgaste energético ou contratando outro professor. O professor terá a turma na plataforma, até para antecipar todos os futuros, e lecciona apenas as aulas presenciais onde controlará o processo. A RTP memória é mais um apoio para a semana em casa. É preferível ter metade da carga curricular presencial do que nenhuma; ou dito doutro modo: é preferível aprender menos do que não aprender.”

Como também é óbvio, desconcentrar intervalos não implica que os tempos lectivos não comecem todos ao mesmo tempo. A ideia de desconcentração acentuou-se com as aulas de 90 minutos (1998) para todos os anos de escolaridade e disciplinas (do 5º ao 12º). Aulas com esse tempo nem sempre são aconselhadas com idades e didácticas tão diversas. Ter os intervalos ao critério dos professores, antecipando-os e continuando as aulas depois ou prolongando-os no início das aulas, não significa que alunos e professores não estejam a horas para as aulas seguintes. Basta pensar um bocado. E nada disto altera a forma tradicional de fazer horários; pelo contrário: melhora-a. Este modelo de intervalos descongestiona os serviços da escola, educa para o silêncio nos espaços comuns e pode ser articulado por disciplina, ano ou conjunto de salas. Está documentado com resultados muito positivos e sem ser preciso ir à Finlândia. Pode ser aplicado em qualquer escola e prepara-a para um ambiente mais inovador, autónomo e responsável. Oxigena as bolhas, e protege-as, e elimina o ruído das campainhas. Claro que há alternativas mais complexas que exigem uma adaptação à tipologia de cada escola. De qualquer dos modos, iniciamos a segunda parte da pandemia com um empate a zero entre as bolhas e os intervalos e a temer uma prolongada ineficácia.

 

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AULAS DO 1.º CICLO EM ESCOLA DAS LARANJEIRAS SUSPENSAS “NOS PRÓXIMOS DIAS”

Este vai ser o nosso quotidiano… abre, fecha, suspende, (des)suspende… pelos alunos, pelos professores, pelos AO’s… vai ser um entra e sai como nunca visto.

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Escola de Penedono encerra amanhã para desinfeção

 

Covid-19 encerra Escola EB 2/3 de Penedono

A Escola Básica 2/3 de Penedono , em Viseu, com cerca de 200 alunos, não vai abrir na segunda-feira, depois de uma das três cozinheiras da cantina ter testado positivo para covid-19.

Este caso, conhecido na sexta-feira, dita assim o primeiro encerramento de uma escola neste ano letivo por causa da covid-19.

O diretor do Agrupamento de Escolas do concelho, Romeu Santos, residente em Sernancelhe, onde é Provedor da Santa Casa da Misericórdia, também está infetado desde o início deste mês, mantendo-se ainda em casa a recuperar.

Os elementos da direção escolar, professores e restantes funcionários fizeram o teste, com resultado negativo para todos, exceto a referida cozinheira, que não tem contacto direto com os alunos.

“O que sabemos é que a escola vai estar encerrada segunda-feira para desinfeção, mas terça-feira deveremos voltar a trabalhar”, afirmou ao JN um professor da escola, Luís Figueiredo,

“Sem cantina, a escola não funciona “, adianta o professor. O edifício ao lado, que alberga os alunos do ensino básico e do pré-escolar, também vai estar fechado, uma vez que as refeições saem do mesmo refeitório.

Carlos Esteves, presidente da Câmara de Penedono, realça que este é o primeiro caso de covid-19 num habitante do concelho. “Fui informado, na sequência do testes mandados fazer pela Autoridade de Saúde do ACES Douro Sul, aos assistentes operacionais e aos assistentes técnicos da Escola EB 2,3 do Agrupamento de Escolas do nosso concelho , e um dos testes deu resultado positivo”, lê-se num comunicado divulgado no Facebook do município. No documento, o autarca lamenta não ter sido informado pelas autoridades de Saúde.

 

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A solução, simples e não muito cara, para os professores de risco

 

A solução é simples e não muito cara. Os professores nessas condições – e eu até posso ser um deles – adquirem um equipamento completo de protecção ( não é difícil arranjar ou mesmo confeccionar um que não precisa respeitar as exigências dos verdadeiros ) coberturas para os sapatos, luvas, etc e apresentam-se assim para dar aulas. Simples.
Conseguem imaginar a repercussão deste acto?
Já imaginaram isso nos telejornais?
Já imaginaram a reacção dos alunos?
E dos pais dos alunos?
E dos senhores directores, nomeadamente aqueles que são directores porque como ex-professores de trabalhos manuais ou do ensino primário, nunca poderiam atingir um cargo tão elevado ( no entender deles)!
Meus caros, deixem-se de choradeiras e ajam como gente crescida, com formação superior (ao contrário de muitos desses arrivistas directores) sentido crítico e não, apenas, carneirada bem amestrada e temente ao São superior hierárquico. Cresçam e se estiverem afim de se comportarem como gente crescida e não quiserem ter que arcar com o ónus de agirem sózinhos, digam isso aqui.
Comecemos aqui a organizar acções conjuntas -não litúrgicas – que respondam de forma efectiva e intransigente -sempre no respeito pela lei que os nossos governantes desprezam – sem bandeirolas na mão mas com determinação e inteligência nos procedimentos.
Eu estou preparado e tu?

Luís Sottomaior Braga

 

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O programa é quadrado e os professores quadrados como ele…

 

Os programas continuam imutáveis há anos, continua-se a ensinar o que se ensinava há 30 anos e, como se ensinava há tantos anos, fala-se do olho de Camões, daquele que nunca regressou, de equações que de nada nos servirão, pois nunca mais servirão um qualquer objetivo e estudam-se as flores em vez de se ensinar a adorar a sua beleza.

Continua-se, taxativamente, a seguir o manual que nos impingiram de como era e devia de ser a educação neste retângulo que, agora, também pode ser um quadrado.

Fala-se de flexibilidade, é a moda do agora, mas ninguém entende onde flexibilizar, nem está disponível a flexibilizar por flexibilizar. O programa não é flexível, é obrigatório, tem de se cumprir, daquela forma que há tantos anos nos disseram que era para cumprir, todo.

O programa não muda, continua extenso, não tem em conta os interesses de a quem é transmitido. Sim, transmitido. Não é ensinado. Ninguém está disposto a aprender algo com o qual não se identifica, em que não se revê, que não entende para que lhe servirá.

Fala-se, agora, muito em espirito critico. Por muito que se fale disso, isso não se ensina, adquire-se através da experiência. E é experiência que um futuro programa deverá ter em conta. Qual flexibilização que ninguém quer aplicar e de que todos têm medo…

A fábrica de torneiras que, hoje e ontem, a escola foi e é, tem, um dia, de se tornar num campo de pasto onde as ovelhas deixem de ter a coloração branco sujo e passem a ser ovelhas negras, todas elas livres de abandonar o rebanho quando e como quiserem.

E para quem o definir, para quem o impingir, o tal programa flexível, ou, antes, livre, fica a inspiração que há tantos anos me levou por aí…

“Vem por aqui” — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: “vem por aqui!”
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali…
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos…
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: “vem por aqui!”?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí…
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?…
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos…

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios…
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios…
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: “vem por aqui”!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou…
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!

Cântico negro, José Régio

 

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Documentos a entregar pelos docentes de risco na escola

 

O SPZC elaborou dois documentos bastante completos. A Declaração Médica a preencher pelo médico de família ou outro e o oficio ao Diretor do Agrupamento de Escolas.

Cliquem nos Links

Declaração Médica

Oficio ao Diretor

 

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Sobre os 500 mil testes rápidos a aplicar nas escolas…

 

 

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Este estudo não vai ser divulgado pela comunicação social

 

 

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A meteorologia ébria das coisas, por Diana Sousa

 

A meteorologia ébria das coisas

À minha frente um aglomerado de olhos pestanejando, entre o entusiasmado e o ansioso.

Vou gritando cada nome, porque a minha própria voz se torna impercetível no tecido.

Os óculos embaciam-se na chamada, mas tento não perder de vista as setas no chão.

A meteorologia no exterior não facilita, mas é melhor do que a da sala de aula. O ar pesa com 28 bocas a soprar abafadas, os procedimentos rigorosos, o cheiro a álcool e desinfetante nas mesas, as janelas semi cerradas para não deixar entrar a chuva, a porta escancarada para a corrente de ar assegurar a circulação livre de partículas aéreas que os corpos não permitem, a distribuição de cartões, códigos, mais máscaras.

Há uma irrefutável sensação de medo e tristeza, não nego.

A escola continua igual, mas todos nós mudámos e, por isso, isto já não é uma escola. Isto é um armazém de pessoas. O sorriso não se propaga abafado pelas máscaras, o vírus inibe o toque.

Sei que a fisionomia despersonalizada vai impor um custo a todos nós.

Não é apenas a doença a rondar, não é somente o medo, é a desproporção de todas estas coisas que se agigantam dentro de cada um: a falta de tempo para preparar o regresso porque urge impor uma normalidade impossível, a falta de recursos tecnológicos para criar oportunidades iguais para os que são diferentes, os minutos precisos que são 5 para respirar entre o agrilhoar do assento e da teoria, a limpeza rigorosa impossível porque faltam mãos, o incomportável peso do horário irrespirável, o inconcebível número de alunos e tamanho das turmas, a descrença, o cansaço de todo este sistema cada vez mais pesado para nós, professores.

Não, não vai ficar tudo bem. Sejamos realistas, a verdade é esta. Não vai ficar tudo bem. Vamos ter despedidas, sofrimento, luto. Vamos sofrer o inferno na terra até descobrirmos a ínfima luz ao fundo do túnel.

Contudo, somos nós que estamos na linha da frente, assegurando que o mundo prossegue para as nossas crianças e jovens. E é deles a infância e adolescência truncadas nos seus direitos tik tok.

Cabe-nos a nós erguer a candeia aos seus olhos, mostrar que existe um caminho. Assegurar a nossa própria resiliência, a nossa capacidade de encontrar respostas, a nossa criatividade profissional. Questionar e ensinar a questionar. Semear a esperança.

A esperança.

Saibamos nós, professores, gentilmente presenteados com máscaras de nível 3, também aprender a morrer de pé.

 

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Terminou a quarentena obrigatória aplicada aos professores oriundos do “exterior” dos Açores

 

 

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Pais foram o maior problema no início das aulas

 

“Não podem ficar à porta.” Pais foram o maior problema no início das aulas

Representante dos diretores diz que ajuntamentos que se têm visto perto das escolas são promovidos pelos pais. Pelo contrário, alunos tiveram um comportamento excelente.

 

“Seria importante contar com a Escola Segura” para dispersar concentrações nas entradas e saídas

Em jeito de balanço, o arranque do ano letivo 2020/2021 correu bem, na opinião de pais e diretores de escola, e os próximos dias servirão para fazer os ajustamentos necessários. Sobretudo para evitar as aglomerações à entrada e saída dos estabelecimentos de ensino.

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Cruz Vermelha oferece testes rápidos às escolas com resultados em 15 minutos

Quem os fará? Os AO ou os Professores?

 

Cruz Vermelha oferece testes rápidos às escolas com resultados em 15 minutos

Semelhante a um teste de gravidez, acaba de chegar ao mercado uma análise capaz de diagnosticar a infeção pelo coronavírus pandémico em apenas 15 minutos e quase sem erro: a sensibilidade é de 93% e a especificidade de 99%. A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) recebeu financiamento internacional para comprar até meio milhão de análises e propõe disponibilizar a custo zero toda a remessa para utilização nas escolas e lares. O Governo ainda não disse se aceita, mas os especialistas são taxativos: até surgir uma vacina, esta é a melhor estratégia possível desde o início da pandemia, e não há tempo a perder.

“Através de um protocolo para articulação com as autoridades de saúde, seria possível iniciar os diagnósticos ainda em setembro. Esta é a solução para cortar as cadeias de transmissão e mudar o paradigma da intervenção em saúde pública”, garante o presidente da CVP, Francisco George. O ex-diretor-geral da Saúde fez uma primeira proposta informal, por mensagem de telemóvel, à ministra da Saúde no passado sábado, mas não teve resposta. Perante o silêncio, voltou a insistir esta semana, agora na presença de Marta Temido e do primeiro-ministro, durante uma reunião no Infarmed. António Costa reconheceu que seria “uma oportunidade para as escolas”.

 

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Os Planos de Contingência a funcionar…

 

Foi avaliado o risco de outros dois alunos, que estiveram em contacto mais próximo com o infectado, mas a autoridade de saúde determinou que não havia necessidade de ficarem em isolamento. Tendo em conta o risco reduzido de contágio na escola, não houve mais estudantes mandados para casa.

Ao que apurámos, a autoridade de saúde local informou que os contactos classificados como “de baixo risco deverão manter as suas actividades lectivas ou laborais normais, realizando a auto-monitorização dos estados de saúde para sintomas de Covid-19”.
Também em Torre de Moncorvo, um aluno da Escola Secundária está infectado com o novo coronavírus. O caso foi confirmado antes de as aulas terem começado e o estudante já não foi à escola, mas como tinha estado em contacto com outros colegas, nomeadamente numa festa de aniversário, há cerca de 30 alunos e professores do agrupamento em isolamento, como medida de precaução, segundo avançou o director do agrupamento. Alguns destes contactos já foram testados e para já não surgiu mais nenhum caso positivo na comunidade escolar.

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Ontem, mais de 20 alunos iniciaram a sua quarentena

 

Mais de 20 alunos de escola em Felgueiras estão em quarentena

Vinte e um estudantes e dois adultos que trabalham na escolas da Lixa, em Felgueiras, no Porto, estão a cumprir quarentena, depois de terem estado em contacto com uma pessoa que testou positivo à covid-19.

De acordo com declarações da vereadora na Câmara de Felgueiras, Rosa Pinto, uma funcionária de um centro de estudos que esteve em contacto com os estudantes e com os funcionários da instituição na segunda e na terça-feira testou positivo à covid-19.

 

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Estudo de Avaliação da Reorganização do Calendário Escolar

 

A Direção-Geral da Educação (DGE) disponibiliza o Estudo de Avaliação da Reorganização do Calendário Escolar (setembro de 2020), realizado pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, sob a coordenação da Doutora Estela Costa.
O presente relatório tem como principal objetivo providenciar informação descritiva e compreensiva sobre a reorganização do calendário escolar realizada por 55 agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/E) do ensino público, que, tendo aderido à Portaria nº 181/2019, de 11 de junho, modificaram a estrutura, utilizada a nível nacional, de três períodos escolares, no quadro de planos de inovação (PI) elaborados por cada AE/E.

 

Os resultados mostram que a perceção dominante é a de que não é uma medida indispensável para que a mudança aconteça. É uma medida que tem a vantagem de ser rápida e objetivamente visível e que se materializa na alteração das rotinas convencionais das escolas, na organização do tempo dos professores, dos alunos e das famílias.
Facilmente percecionada pelo público e pelas comunidades educativas, a semestralidade sinaliza que algo está a acontecer de forma diferente. Os resultados também mostram que os AE/E em estudo dão primazia à dimensão pedagógica, no que respeita à gestão da matriz curricular e à introdução de novas práticas de ensino-aprendizagem ou na avaliação. Aceda aqui ao Estudo de Avaliação da Reorganização do Calendário Escolar.

Estudo de Avaliação da Reorganização do Calendário Escolar

 

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Costa anuncia contratação de 1500. Mas onde está a nova portaria dos rácios?

Costa anuncia contratação de 1500 assistentes operacionais nas escolas

“Este ano temos mais três mil professores, mais 900 técnicos especializados e vamos imediatamente contratar mais 1500 assistentes operacionais”, anunciou o primeiro-ministro.

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Já há quem chame a policia para dispersar aglomerados à porta das escolas

 

Escolas pedem ajuda à PSP para dispersar concentrações de alunos

Equipas do programa Escola Segura vão fazer ações de sensibilização para pais. Confap apela às famílias para cumprirem regras também nos trajetos.

Dentro das escolas o uso de máscara é obrigatório e as aulas funcionam em “turmas-bolha”, mas fora dos portões as regras são diferentes. Quinta-feira, último dia para o arranque do ano letivo, multiplicaram-se pelo país as concentrações de alunos e pais à porta das escolas. Sem distanciamento e alguns sem máscara. A PSP confirma que, nos últimos dias, foi chamada para ajudar a dispersar concentrações.

 

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250 professores de risco já foram substituídos

Nota sobre as declarações abaixo inscritas: O ministro não sabe em que dia vai sair a reserva de Recrutamento N.º 3, que será no dia 23, segundo a Nota Informativa da DGAE.

250 professores de risco pedem para não dar aulas

A Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) revelou esta sexta-feira (dia em que foi publicada a terceira reserva de recrutamento de professores) que “desde o início do mês, deram entrada 250 pedidos de substituição com declaração médica recorrendo ao regime excecional de proteção”.

Até à segunda reserva, publicada há uma semana, “cerca de cinco dezenas” de professores tinham entregue a declaração e sido substituídos nas escolas, revelou ao JN o ministro da Educação, em entrevista no início desta semana.

Em regime de aulas presencial, os professores abrangidos em grupos de risco (por exemplo, doentes oncológicos ou cardiovasculares) não podem aceder ao teletrabalho. À semelhança dos restantes funcionários têm 30 faltas justificadas sem penalização no salário e a partir desse limite ou põem baixa médica ou continuarão com as faltas justificadas mas sem salário.

Na entrevista que será publicada na revista Notícias Magazine, este domingo, Tiago Brandão Rodrigues insistiu que os docentes têm acesso ao mesmo enquadramento legal que os restantes trabalhadores. E que os médicos têm “livre arbítrio e independência técnica e científica” para decidirem quais os que terão direito a baixa ou a declaração.

“Mais importante em toda esta questão não é se os professores podem ter este regime [teletrabalho] – o regime de proteção está feito e eles podem utilizá-lo – é a capacidade que o ministério criou em se fazer a substituição rápida através das reservas de recrutamento”, sublinhou Tiago Brandão Rodrigues ao JN.

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A nossa nova Secretária de Estado é aquela, ali, ao canto…

 

O primeiro-ministro, António Costa (C), felicita os novos secretários de Estado do XXII Governo Constitucional após a sua tomada de posse no Palácio de Belém, em Lisboa, 17 de setembro de 2020. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/POOL/LUSA

 

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Greve de professores fecha escola em Linda-a-Velha, Oeiras

 

Greve de professores fecha escola em Linda-a-Velha, Oeiras

A Escola Secundária Professor José Augusto Lucas, em Linda-Velha, no concelho de Oeiras está hoje fechada devido ao protesto dos docentes, convocado pelo Sindicato de Todos os Professores (STOP).

Perto das 8h00, formava-se uma longa fila de alunos à porta da escola, que aguardavam a abertura de portas. Sem a obrigatória distância de segurança, nem o cumprimento das restrições sobre o limite de ajuntamento até quatro pessoas, só às 8h15, hora a que deveriam ter início as aulas, os alunos foram informados de que a escola não iria abrir portas.

Na Escola Secundária de Linda-a-Velha o ano letivo teve ontem início, com uma breve apresentação aos alunos. Hoje deveria ter sido já um dia de escola normal, após seis meses sem aulas presenciais.

 

 

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Os bons exemplos que os pais, também, deram à entrada das escolas

O distanciamento social cumprido e consciente de que a proteção começa pelo exemplo dos encarregados de educação.

Uma escola que se organizou com horários diferenciados o que minimiza os aglomerados na hora de entrada e saída dos alunos.

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Por Cuba do Alentejo a escola fechou devido ao COVID19

 

Este caso não apareceu na comunicação social.

Fomos informados que uma docente da Escola de CUBA testou positivo  ao COVID19, A escola não iniciou as atividades letivas no dia 17 para a EPE e 1 Ciclo. Foi decidido vai testar cerca de 30 docentes e funcionários para que o ano letivo se inicie outro dia…

O (des)engraçado é que nesta escola  os docentes tenham reunido presencialmente…

 

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Ninguém chamou a policia para dispersar a multidão?

 

Não venham, depois, dizer que foi na escola que o contágio se deu…

Cumpram a legislação em vigor e protejam os vossos filhos. Isto não é um ajuntamento de 10 pessoas.

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Pais bloqueram escola de Barcelos com troncos à porta

 

As turmas mistas a dar protesto.

Pais bloqueram escola de Barcelos com troncos à porta

Pais e encarregados de educação do Jardim-de-Infância e Primeiro Ciclo do Bárrio, em Roriz, Barcelos, estão a boicotar as aulas esta manhã, início do ano escolar. Com tarjas colocadas no gradeamento da escola e troncos de árvores nas entradas do edifício, os pais não deixaram os filhos entrar na escola. Querem ser ouvidos pelas autoridades competentes.

“Temos quatro salas para o primeiro ciclo e este ano, pela primeira vez, decidiram fazer turmas mistas. Temos os meninos do primeiro e do segundo anos juntos, num total de 22 crianças. Como se explica que isto aconteça em ano de covid-19 e quando o ano passado os meninos tiveram muito menos aulas e precisam agora de mais acompanhamento? Além disto, os alunos, porque são muitos, dividem a carteira, que tem uma fita vermelha no meio, como se os miúdos fossem cumprir e não passar para o lado do colega”, descrevem alguns pais.

“Queremos apenas ser ouvidos. Temos o mesmo número de alunos do ano passado e pela primeira vez fazem isto nesta escola”, acrescentam outros encarregados de educação.

Com as portas fechadas e troncos à entrada, a GNR foi alertada pelo agrupamento de escolas e a Câmara de Barcelos retirou os troncos, já depois das 11 horas.

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Pais levaram filho com suspeita de covid para a escola

A falta de consciência de alguns membros revela a falta de respeito que têm pela comunidade educativa.

Felizmente para muitos vivemos num país em que a CPCJ não tem recursos humanos suficientes para dar a resposta adequada e o acompanhamento necessário a todos os casos que por aí vegetam.

Neste caso em concreto uma visita da CPCJ a casa desta família, talvez viesse a revelar mais do que se esperaria…

Pais levaram filho com suspeita de covid para a escola

Um aluno da Escola Secundária Afonso Lopes Vieira (ESALV), de Leiria, testou, esta quarta-feira, dia 16, positivo à covid-19. O pai do jovem está infetado e a mãe em isolamento. O aluno aguardava o resultado da análise, mas não cumpriu a quarentena recomendada pelas autoridades de saúde. A escola denunciou a situação à PSP.

Esta quarta-feira, o aluno foi à apresentação da turma, tendo estado numa sala com 17 alunos, mais o diretor de turma. A diretora da escola e outros elementos do staff estiveram também na sala, onde alertaram precisamente para os cuidados e a responsabilidade que todos devem ter no contexto da pandemia.

Celeste Frazão, directora da ESALV, revela que, ao final do dia, levou com um “balde de água fria” quando recebeu um telefonema da autoridade de saúde de Leiria a informar que um aluno tinha testado positivo.

 

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