Escola dividiu estudantes em função das notas e juntou os de pior desempenho em turmas com apoio reforçado. Medida alvo de críticas é agora aplaudida.
A polémica rapidamente deu lugar a aplausos. A Escola João Gonçalves Zarco juntou os alunos com mais dificuldades em turmas onde foi reforçado o apoio. Os resultados foram positivos e o projeto alargado.
Designado “Zarcompensa”, o projeto da escola básica e secundária de Matosinhos arrancou, no ano letivo passado, em duas turmas dos 8.o e 10.o anos. O primeiro passo foi fazer testes de diagnóstico a Português e Matemática. Os resultados, em conjugação com as notas anteriores, permitiram aferir o nível de conhecimentos às duas disciplinas. A seguir, foram constituídas turmas com os alunos com mais dificuldades.
Os pais reagiram com apreensão e desconfiança. “Os nossos filhos vão para uma turma de ‘burros’?” – era a pergunta que Maria Rosa Carvalho, da associação de pais, mais ouvia dos apreensivos encarregados de educação. “Eu compreendia porque se fosse com o meu filho também ficava preocupada, mas houve, por parte da escola, um grande esforço para esclarecer todas as dúvidas.”
… deixo aqui o quadro das 5800 colocações de contratados em 12/09/2013 por grupo disciplinar e QZP.
Quase 90% das renovações foram na zona 7.
Quase 40% das colocações por Contratação Inicial / RR1 foram na zona 7 e 26% na zona 1.
Estes dados reforçam os sinais do “envelhecimento” da classe docente no restante país.
A verde estão assinalados os QZP que tiveram mais colocações em 12 de Setembro por tipo de concurso.
A zona 7 está assinalada 36 vezes, a zona 1, 11 vezes e a zona 8 está assinalada 1 vez.
É curioso que o grupo 410 só tem colocações até à zona 6 e a zona 7 detém a exclusividade de colocações no grupo 330 e só não tem no grupo 300 porque existiram duas colocações no Algarve.
Atualmente existem 1576 pedidos de permuta no site que criei com a ajuda do Viktor.
No entanto não temos qualquer feedback das vantagens que o mesmo teve para a procura da permuta e mais importante, para a concretização da mesma.
gostávamos de ter o feedback de quem utilizou esse espaço para inserir e procurar uma permuta de forma a melhorar este serviço para o próximo ano.
Por uma questão de privacidade os dados de quem insere a permuta nunca são públicos e apenas o docente que pretende essa permuta é que dá o seu contacto ao docente que indicou ter interesse numa determinada permuta. Esta é uma solução que carece de melhoria para o próximo ano.
Agradeço então que possam dizer neste post qual o benefício que vos trouxe este espaço e se conseguiram efetivar a permuta através de pesquisa no site.
Com alguns concertos raros e os últimos 3 vídeos gravados no Porto.
Agora que terminaram os festivais de verão posso confirmar o que disse em final de Maio, o concerto de Nick Cave no Porto em 30 de Maio foi de facto o melhor concerto do ano 2013 em Portugal.
Os 30 Seconds to Mars não andaram muito longe, mas como gostos não se discutem…
… quer de parte das escolas, quer da parte dos docentes na questão dos concursos.
Não basta dizer mal da forma como as escolas conduzem todo o processo de contratação, quando da parte dos professores existe por vezes maldade na forma como concorrem usando tempo de serviço que não têm ou habilitações que não possuem.
Se até dou um desconto pelo elevado número de denúncias de contrato que se avizinham, por existir uma obrigação legal absurda dos contratados concorrerem a duas zonas pedagógicas, não deve passar a ser pratica corrente no início de cada ciclo de colocações andarem docentes já colocados a concorrer a ofertas de escola até ao limite de tempo que dispõe para a denúncia no período experimental.
Mas isto é culpa exclusiva de quem obrigou estes docentes a concorrerem a duas zonas pedagógicas.
Este recado serve novamente para o Secretário de Estado que é o único responsável por esta situação.
Sobre a diferença de 1 valor na graduação profissional entre as listas de ordenação definitivas e a graduação na contratação de escola e sobre o facto de docentes com um número de ordem muito inferior na lista de ordenação passarem à frente nas contratações de escola.
Concorde-se ou não com isso, são estas as regras das contratações de escola e antes de fazerem qualquer denúncia tenham em atenção estas duas respostas.
A majoração de um valor da avaliação de desempenho não é considerada nas Contratações de Escola;
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) confirmou ontem que a frequência da disciplina de Geometria Descritiva “durante a licenciatura não é obrigatória” para todos os profissionais que têm habilitação legal para a leccionar, e alertou que isso deve ser tido em conta pelos directores das escolas na distribuição de serviço.
Em resposta a questões colocadas pelo PÚBLICO, o MEC frisa que “os professores podem fazer formação contínua, actualizações e especializações na área”, o que os torna aptos para ensinar. E especifica que, quando faz a contratação directa dos professores, “o director pode estabelecer critérios” tendo em conta esses factores.
Podem faze-lo na caixa de comentários para conhecermos os prevaricadores.
Pode ser que com esta identificação as escolas ganhem alguma vergonha.
Como sabem para o concurso aos grupos de recrutamento é obrigatório a publicação da lista ordenada antes das entrevistas ou do pedido para os candidatos enviarem os dados da avaliação curricular.
8 — Os candidatos são primeiro ordenados de acordo
com o critério da alínea a), sendo a lista divulgada na página eletrónica do agrupamento de escolas ou escola não agrupada.
Venho por este meio solicitar-lhe que divulgue o caso de uma colega nossa estar a concorrer a várias escolas e a vários grupos sem habilitação para o fazer.
A colega em questão é FáXXX XXXXX XXXX BXXXX e candidata-se ao 200 com habilitação profissional, quando apenas possui habilitação profissional para o 400.
Exemplo: de uma das muitas escolas a que se candidatou: Grupo 200 (Pinhal de Frades) e Grupo 400 (Pinhal de Frades)
Ao analisar as listas, facilmente dá para perceber que a colega concorre com a mesma graduação para ambos os grupos.
A mesma colega tem concorrido a vários outros grupos como por exemplo Espanhol, no qual não possui habilitação nenhuma e a contratações de Escola de Técnicos de Turismo, Cozinha, Restauração, entre outros.
Talvez este caso, possa servir de exemplo para mais colegas que como ela tentam ludibriar as escolas e as contratações de outros colegas qualificados para os grupos a que se candidatam.
… para além de ser uma edição especial do 7º aniversário, tem também uma página sobre a luta dos contratados nos tribunais contra o estado português e uma respostas que dei à Margarida Davim, que fez título “Corpo docente está envelhecido“.
E depois de o ler fiquei com a nítida sensação que é um diploma bom e vai permitir que parte da formação seja feita em ações de curta duração que podem durar entre 3 e 6 horas.
Sobre o facto dos formadores internos serem obrigados a fazer 25 horas de formação por ano, no limite de 3 anos, acho bem que assim seja já que beneficiaram de uma equiparação a bolseiro durante algum período da sua vida profissional e ficaram dispensados da sua componente letiva, total ou parcialmente.
E como à partida já sabiam das condições para usufruírem da bolsa, nem os próprios devem ter muito a reclamar.
Claro que no meu ponto de vista só faz sentido haver concursos internos e externos separados, a única discordância que tenho com o Jorge Costa é o timing de cada um. Ele aponta as suas razões e eu as minhas e já disso conversamos.
… porque o e-Bio não é utilizado para as contratações de escola nas candidaturas aos grupos de recrutamento.
Agora que existe esta ferramenta porque é que não é possível exportar os dados já validados para as candidaturas?
Será para permitir a liberdade de cada um escolher o tempo de serviço ou a classificação profissional que entender?
É que surgem-me inúmeros relatos, que agora não consigo colocar no blog, de candidatos que têm tempo de serviço e classificação profissional, nas listas ordenadas pelas escolas, muito diferentes daqueles que usaram para o concurso 2013/2014.
Começo a dar razão aos que disseram que o e-Bio tinha outros fins que não a facilitação do processo de concursos.
E custa-me dizer isso porque realmente terá sido uma das melhores ideias do MEC, a construção do e-Bio.
Evitava-se muitas chatices que todos os dados já estivessem previamente validados.
A Inspecção-Geral de Educação – que há menos de um ano teve de anular contratações – estará a agir, desta vez, em fase de concurso.
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) informou nesta quinta-feira que a Inspecção-Geral “está a intervir” junto dos agrupamentos escolares, “dando instruções para que os processos que levantam dúvidas” sobre a legalidade dos critérios nos concursos para a contratação de professores “sejam revistos”.
Para melhor perceber o número de anulações de horários em concurso agradeço que coloquem na caixa de comentários o número de candidaturas que já fizeram e o número de horários anulados, coloquem o grupo de recrutamento mas escusam de dizer quais as escolas (a não ser que se queiram dar a esse trabalho).
Apenas para eu fazer ter esses dados percentuais para os horários que estou a retirar das Contratações de Escola.
… que leva a aplicação a aceitar mais do que um horário ocupado pelo mesmo candidato na mesma escola.
Neste caso é para dois horários na mesma escola do grupo 620. Já de tarde o mesmo docente ficou colocado em 3 horários no mesmo agrupamento e terá aceite na aplicação esses mesmos 3 horários.
Não me acredito que haja intenção por parte das escolas nestas situações, mas pode o sistema estar a funcionar para que seja assim.
Resta-me confirmar se é necessário fazer a aceitação obrigatória dos horários para depois os poder denunciar. Mas se for isto vai criar alguns problemas futuros…
O Ministério da Educação vai transferir verbas para que as escolas de ensino pré-escolar possam adquirir material e equipamentos, que variam entre os 168 e os 324 euros por sala, consoante o número de meninos.
Mas segundo o MEC este valor extraordinário vai servir para:
“criar as necessárias condições que proporcionem às crianças experiências educativas diversificadas e de qualidade, o que pressupõe uma organização cuidada do ambiente educativo dos estabelecimentos de educação pré-escolar.”
… manter as isenções da prova de avaliação conhecimentos e capacidades que estavam em vigor no DL 75/2010 e até quem sabe alargar o prazo dessa isenção até ao final do ano letivo 2009/2010 e propor uma alteração ao cálculo da graduação profissional onde uma parte do resultado da prova contasse para essa graduação, deixando ao critério de cada um que estivesse isento em fazer ou não essa prova?
Tantas vezes o ministro apregoa a “liberdade” que depois impõe obrigações parvas.
Esta é uma das obrigações quase idênticas à obrigação dos docentes contratados concorrerem a duas zonas pedagógicas.
1. O Conselho de Ministros aprovou uma alteração do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, visando regulamentar em termos concretos a realização da prova de avaliação de conhecimentos e capacidades para a docência nos estabelecimentos públicos, já prevista naquele Estatuto.
A realização de uma prova visa assegurar mecanismos de regulação da qualidade do exercício de funções docentes, garantindo a comprovação dos necessários conhecimentos e capacidades transversais à lecionação de qualquer disciplina, área disciplinar ou nível de ensino, bem como o domínio dos conhecimentos e capacidades específicos essenciais para a docência em cada grupo de recrutamento e nível de ensino.
No mesmo sentido, foi também aprovada uma alteração ao decreto regulamentar que estabelece o regime da prova de avaliação de conhecimentos e capacidades prevista no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
O Ministério da Educação e Ciência, através da Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, chegou a acordo com três federações de professores – FNE, FENEI/SINDEP e FEPECI/SINAPE – e cinco sindicatos – SIPE, SNPL, SPLEU, SPLIU e SIPPEB – relativamente ao novo Regime Jurídico da Formação Contínua de Docentes.
Com o novo diploma, a formação contínua passa a estar orientada para a melhoria da qualidade do desempenho dos professores, através da concentração do sistema de formação nas prioridades identificadas pelas escolas e no desempenho profissional dos docentes; da potenciação dos recursos humanos das entidades formadoras e das escolas pela criação de bolsas de formadores internos; e da garantia da qualidade da formação dada por dispositivos de regulação diversificados a cargo da Direção Geral da Administração Escolar e da avaliação externa realizada pela Inspeção-Geral de Educação e Ciência.
Este novo regime jurídico aplica-se a todos os docentes das escolas da rede pública, das escolas portuguesas no estrangeiro e das escolas de ensino particular e cooperativo associadas de Centros de Formação de Associação de Escolas (CFAE).
A concentração de esforços para a valorização profissional dos docentes pressupõe parcerias entre entidades formadoras, nomeadamente entre as responsáveis pela formação inicial e contínua.
Reconhecem-se como entidades formadoras os Centros de Formação das Associações de Escolas, as Instituições de Ensino Superior, os centros de formação de associações profissionais ou científicas sem fins lucrativos, os serviços centrais do MEC e outras entidades públicas, particulares ou cooperativas sem fins lucrativos, acreditadas para o efeito.
Este modelo garante a gratuitidade da formação contínua obrigatória dos professores, reconhece as formações de curta duração, como seminários, congressos, projetos europeus e outros eventos, e a avaliação do próprio formador.
A melhoria da qualidade do ensino constitui um objetivo central da política educativa do Governo. Essa aposta ganha-se também pela valorização profissional dos docentes através da formação continua.
E como quem não comparecer na entrevista é excluído…
… deixa de fazer parte da lista ordenada.
ADENDA: Durante a tarde de hoje já foram publicadas as listas de ordenação, onde estão identificados os 5 candidatos melhor graduados em cada um dos horários em concurso e que deverão comparecer amanhã na entrevista.
Está disponível desde ontem a possibilidade dos candidatos desistirem da reserva de recrutamento.
Esta possibilidade é bastante útil para quem for colocado nas ilhas e pretende sair da Reserva de Recrutamento por já ter uma colocação. Devem poder desistir alegando outros motivos que colocam na justificação.
Penso que esta nova ferramenta deve estar disponível enquanto durarem as reservas de recrutamento.
… na seleção e recrutamento de pessoal docente por parte das escolas, mas não só.
Se o recrutamento esta mais facilitado para a seleção do pessoal docente dos grupos de recrutamento, por existir um critério objetivo que determina metade da ponderação, o mesmo não acontece para o recrutamento de Técnicos Especializados e Docentes das AEC.
A dificultar ainda mais o processo de seleção que não sejam para os grupos de recrutamento existem dificuldades acrescidas com a aplicação para as candidaturas dos Técnicos Especializados e das AEC.
Soube ontem que não é possível exportar os dados dessas candidaturas para uma simples folha de Excel ao contrário do que acontece com as candidaturas para os grupos de recrutamento.
Assim, o processo de seleção dos Técnicos Especializados e das AEC está construído para ser quase impossível tornar o processo de seleção em algo sério e feito com a elevada responsabilidade que é exigida a quem tem de proceder à seleção de candidatos.
Acrescido a estes fatores existe uma impreparação para a construção de ponderações que tornem o processo de seleção claro e transparente. A propósito deste post, o candidato visado vem esclarecer alguns dados importantes para conhecimento de todos e de facto não existe um número definido de tranches a seguir, no entanto a experiência destes casos vai dizendo que o número de candidatos chamados geralmente tem um ponto comum, que é chegar-se a um número muito próximo de entrevistas onde está o candidato pretendido.
Neste caso em concreto verifica-se que as pontuações referentes aos 3 parâmetros em avaliação foram construídos com escalas diferentes e no fim foi somado cada um dos parâmetros com a ponderação de cada parâmetro. Ou seja, acabou por ser desvirtuada a pontuação final por haver escalas diferentes na avaliação.
Se estamos a passar por uma experiência de terminar a centralização dos concurso por parte do MEC para as escolas muito há ainda a fazer e a formação dos dirigentes nesta área é fundamental.
Não só a formação, mas também o crédito de tempo e as condições necessárias para estes processos. Não é possível que em arranque de ano letivo as escolas em vez de se preocuparem com questões essenciais do arranque do ano tenham de passar quase todo o tempo em processos de recrutamento de docentes e técnicos.
A seleção e recrutamento não é apenas um problema de quem se candidata, mas também é um enorme problema para quem tem de tomar decisões e escolher os candidatos.
Tinha prometido ao Bruno Reis que hoje ia abordar este assunto e aproveito um mail que me chegou para o fazer.
Peço-lhe o favor de analisar este meu ponto de vista.
No meu entender, uma ponderação de 50% para a “Graduação Profissional” e uma ponderação de 50% para a “Entrevista ou Avaliação Curricular” significa que quer a Graduação Profissional quer a Entrevista têm a mesma importância na seleção do candidato.
Na segunda página da circular que publicou no seu blog consta uma tabela intitulada de “Modelo exemplificativo para grupos de recrutamento”, que sendo correto o meu pensamento, deveria ser corrigida para a tabela que se segue:
TMachado.
Não sei se a interpretação do TMachado esteja errada ou não, mas sinto que o ponto 6.2 estará mal redigido e que pode levar a estas confusões.
Também não acho que o modelo exemplificativo esteja assim tão mau, visto que a escala de ambas as partes vai de 0 a 5 e é possível desta forma somar duas partes que já estão na mesma escala.
Mas continuo a achar que o erro está na forma como está escrito o 6.2 da circular que indica que a pontuação máxima para cada item ou pergunta vale 5, quando devia dizer que a pontuação máxima para cada conjunto de itens ou pergunta vale 5.
No entanto não sou de Matemática e posso estar para aqui a dizer asneiras sem saber.