… na seleção e recrutamento de pessoal docente por parte das escolas, mas não só.
Se o recrutamento esta mais facilitado para a seleção do pessoal docente dos grupos de recrutamento, por existir um critério objetivo que determina metade da ponderação, o mesmo não acontece para o recrutamento de Técnicos Especializados e Docentes das AEC.
A dificultar ainda mais o processo de seleção que não sejam para os grupos de recrutamento existem dificuldades acrescidas com a aplicação para as candidaturas dos Técnicos Especializados e das AEC.
Soube ontem que não é possível exportar os dados dessas candidaturas para uma simples folha de Excel ao contrário do que acontece com as candidaturas para os grupos de recrutamento.
Assim, o processo de seleção dos Técnicos Especializados e das AEC está construído para ser quase impossível tornar o processo de seleção em algo sério e feito com a elevada responsabilidade que é exigida a quem tem de proceder à seleção de candidatos.
Acrescido a estes fatores existe uma impreparação para a construção de ponderações que tornem o processo de seleção claro e transparente. A propósito deste post, o candidato visado vem esclarecer alguns dados importantes para conhecimento de todos e de facto não existe um número definido de tranches a seguir, no entanto a experiência destes casos vai dizendo que o número de candidatos chamados geralmente tem um ponto comum, que é chegar-se a um número muito próximo de entrevistas onde está o candidato pretendido.
Neste caso em concreto verifica-se que as pontuações referentes aos 3 parâmetros em avaliação foram construídos com escalas diferentes e no fim foi somado cada um dos parâmetros com a ponderação de cada parâmetro. Ou seja, acabou por ser desvirtuada a pontuação final por haver escalas diferentes na avaliação.
Se estamos a passar por uma experiência de terminar a centralização dos concurso por parte do MEC para as escolas muito há ainda a fazer e a formação dos dirigentes nesta área é fundamental.
Não só a formação, mas também o crédito de tempo e as condições necessárias para estes processos. Não é possível que em arranque de ano letivo as escolas em vez de se preocuparem com questões essenciais do arranque do ano tenham de passar quase todo o tempo em processos de recrutamento de docentes e técnicos.
A seleção e recrutamento não é apenas um problema de quem se candidata, mas também é um enorme problema para quem tem de tomar decisões e escolher os candidatos.
Pergunto se compensa tudo isto?




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Constatei que houve um erro na minha colocação, por parte da direcção da minha escola. Precisava de ajuda. A quem é que eu devo expor a minha situação? A que secção do ministério, será ao dgae, será ao igec?
O despacho nº 8683/2011 de 28 de junho indica o perfil dos tecnicos que asseguram as AEC’s. Este despacho foi revogado pelo despacho nº 9265-B/2013 de 15 de julho, no entanto, como o último não tem informação sobre o perfil exigido, e uma vez que não há vazios legais, a informação sobre o recrutamento de docentes para as AEC’s e sua seleção é – deveria ser – um processo simples.
Com o devido respeito acho que “Nítida Falta de Formação” é ser demasiado benevolente para caraterizar o que se passa em alguns casos.
Exemplo de critério de seleção:
– lista de 3 formações base alternativas, só uma delas tendo a ver com a AEC em causa – 15%;
– critérios relacionados com vinculo em anos anteriores á mesma entidade (horas lecionadas + “continuidade pedagógica”) – 75%;
– vínculos a outras entidades a dar a mesma AEC – 15%.
Para que servem leis que admitem exemplos destes, em que as habilitações profissionais são na prática ignoradas e o tempo de serviço idem? A quem interessa a continuidade destas situações?
Retificação: – critérios relacionados com vinculo em anos anteriores á mesma entidade (horas lecionadas + “continuidade pedagógica”) – 70%;
[…] Constatei que houve um erro na minha colocação, por parte da direcção da minha escola. Precisava de ajuda. A quem é que eu devo expor a minha situação? A que secção do ministério, será ao dgae, será ao igec? […]