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Evolução da Mobilidade Interna

Dos Colocados

 

colocados

Dos Não Colocados

 

nc

 

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619 Docentes Contratados Colocados na RR4

De acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

A lista colorida após a RR4 já está em andamento.

 

 

 

 

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583 Docentes Retirados na RR4

Foram 583 os docentes que após a publicação da Reserva de Recrutamento 4 estão retirados das listas da Reserva de Recrutamento.

A larga maioria continua a ser retirado por obtenção de uma colocação em Bolsa de Contratação de Escola.

 

retirados RR4

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Reserva de Recrutamento 4

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 4ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Contratação – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

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Da Gulosice

… em amealhar uns bons trocados com estas máquinas nas escolas.

E muitos destes “trocos” apenas existem para fazer face a algumas despesas de funcionamento das escolas que não são suportadas pelo MEC.

 

bares

Capa do Diário de Notícias (01-10-2015)

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E Quem Tem Razão?

A aplicação, a escola, a segurança social, o IEFP?

 

Ou todos terão razão e as leis actuais não se coadunam com a retroacção de um contrato?
Fica aqui um e-mail enviado para a DGAE por uma colega colocada na RR3 e onde a plataforma indica que o contrato tem início ao dia 1 de Setembro.

 

Fui colocada na RR3, no passado dia 24 de setembro, tendo aceite a colocação no dia 25. Dirigi-me à escola e depois ao IEFP, a fim de cancelar a inscrição, e foi-me dito para colocar a data de início de funções de 1 de setembro, pois era o que aparecia na plataforma.
Acontece que a escola comunicou à Segurança Social a data de 25 de setembro como início de funções.

Se a data de início de funções é realmente a de 1 de setembro, então a escola deverá pagar desde esse dia e comunicar à Segurança Social a data correta, é assim?

Se não for assim, então como podemos estar inscritos no IEFP e, ao mesmo tempo, já ter iniciado funções? (dirigi-me lá e eles pediram algum tipo de esclarecimento para poderem corrigir a data para dia 25…)

Para que a data correta seja a de início de funções, não pode ser a de 25, mas a de 1 e isso requer o pagamento pela escola, pois o subsídio de desemprego terá de ser reposto. Ou será a de 25 e perdemos tempo de serviço e todos os procedimentos inerentes à colocação retroativa a 1 de setembro, como a possibilidade de recondução, cairão por terra?”

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O Estudo da Fenprof Sobre os Alunos NEE

Fenprof: escola está a ficar “perigosamente discriminatória” para crianças com NEE

 
A organização sindical diz que os “silêncios de pais e medos de professores permitem perceber que há muito mais” problemas, como a falta de apoios ou turmas com número excessivo de alunos.

 

 

 

Alguns números apresentados pela Fenprof aqui.

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Sobre a Não Aceitação

Fica aqui esta informação deixada na aplicação SIGRHE para que não restem dúvidas sobre o assunto.

Infelizmente conheço casos que por erro informático (ou má interpretação das regras) tenham sido penalizados por essa não aceitação, passando a vermelho nas listas da BCE e que se viram impedidos de ser colocados numa escola para acumulação.

Mas parece que esse problema foi mesmo pontual e que agora isso já não acontece.

 

 

Reitera-se a informação de que um candidato que esteja já colocado e se encontre ainda dentro do período experimental à procura de uma melhor colocação, não ficará penalizado por fazer uma “Não aceitação” , na aplicação eletrónica para lugares que não lhe sejam favoráveis. Para o efeito, tendo em vista a agilização do procedimento de notificação de outros candidatos, que ainda aguardam colocação, sugere-se que os mesmos procedam com celeridade à “Não aceitação” carregando no símbolo X.

Esta situação aplica-se:
– aos candidatos colocados que não pretendam denunciar a colocação, dentro do período experimental;
– aos candidatos que não pretendam aceitar um novo horário para acumular com o seu.

 

E tal como referi ontem, estas colocações duplicadas apenas devem ocorrer enquanto decorre o período experimental sobre a primeira colocação. E amanhã como passam os 30 dias de contrato sobre as listas de 28 de Agosto, quem ficou colocado na Contratação Inicial não deverá ser mais colocado em BCE para horários que não permitam a acumulação.

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Síntese Comparativa de 4 Programas Eleitorais para a Área da Educação

Elaborado pelo SINAPE e que compara em algumas áreas o que cada um destas 4 candidaturas (PAF, PS, PCP-PEV e BE) apresentam para a Educação.

O documento em pdf pode ser descarregado aqui.

Até sexta-feira o Rui Cardoso irá continuar a dar conta do que cada um dos partidos candidatos às eleições legislativas apresentam nos seus programas para a área da educação.

 

PROGRAMA ELEITORAL NA ÁREA DA EDUCAÇÃO _4__Página_1 PROGRAMA ELEITORAL NA ÁREA DA EDUCAÇÃO _4__Página_2 PROGRAMA ELEITORAL NA ÁREA DA EDUCAÇÃO _4__Página_3 PROGRAMA ELEITORAL NA ÁREA DA EDUCAÇÃO _4__Página_4

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O Ritual

 

entraram como toiros
enraivecidos

mas estava lá eu

 

e souberam que estava lá eu
porque me apeteceu

colocar o Inteligente

desempregado

 

 

Este poste é do

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Tanto Salário Cortado!!!

Os únicos dados que disponho são do número de docentes colocados na Educação Especial ao longo dos últimos anos, e nesses confirmo que houve mais colocações de professores nos grupos 910, 920 e 930.

Mas mesmo com este pequeno aumento nunca será possível prestar melhor apoio a estes alunos quando existiu um aumento de 73,5% de casos referenciados nestes últimos 5 anos.

Nem um número, nem outro parecem adequados e a Educação Especial parece que virou um refúgio para todos os alunos mais problemáticos.

E por alguma experiência que já adquiri no 1º ciclo prefiro ver um aluno apoiado na sala de aula do que o ver referenciado para a Educação Especial, pelo menos desta forma tem mais do que essa “meia hora” de apoio semanal.

ee cortados salários

Público (29-09-2015)

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Resposta de João Grancho ao Caso de Monção

Que saiu no Jornal Público no dia 25 de Setembro e que surge na sequência desta notícia do dia 18 de Setembro.

Basta procurar no histórico do blogue por Monção que vão perceber (ou não) a macabra história de vida deste recente mega-agrupamento.

E não há forma desta comunidade ter paz, porque aparece sempre mais alguma notícia em torno da nomeação dessa CAP e pelo meio até já surgiram notícias de “bruxaria”.

Enfim, criaram-se os megas também para isto. E em terras onde o maior empregador do Concelho é o mega-agrupamento criado, mais exposto ele fica aos interesses políticos locais. Porque parece que não, mas uma vitória autárquica em terras deste tamanho pode fazer-se muito bem apenas com a comunidade escolar.

 

 

resposta de joão Grancho ao caso de Monção

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Resumo Do Fim-De-Semana

 

 

poda

[Sim, porque agora o fim-de-semana inclui as segundas como dia santo.]

 

Este poste é do

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A BCE é Completamente Absurda

E a maior prova disso é a quantidade de colocações que o mesmo candidato obtém, atrasando a colocação de outros candidatos.

Sendo a BCE algo como 300 e tal concursos em simultâneo, que não podem chocar com a Contratação Inicial e/ou Reserva de Recrutamento, ainda continua a haver centenas de candidatos que estando colocados em horário anual e completo continuam a ser colocados em BCE.

Julgo que a partir do dia 30 isso deixará de acontecer a quem ficou colocado na Contratação Inicial e já não tem qualquer possibilidade de denunciar o contrato ainda durante o período experimental. Mas nem isso sei se a aplicação está preparada para o fazer.

Não é só culpa do MEC que isto esteja a acontecer, a culpa é também daqueles que estando com um contrato anual e não têm intenção de denunciar esse contrato durante o período experimental não anulem a sua candidatura à BCE.

Esta permissividade de aceitação e denúncia de contratos só existe porque a BCE existe.

Espero que o próximo governo, seja ele qual for, ponha termo a este tipo de concursos e tenha coragem de manter centralizada a colocações de professores de forma a não haver estes abusos que são permitidos por serem estas as regras.

Uma colocação de professores centralizada apenas permitirá acabar com este tipo de situações que atrasam sucessivamente a colocação dos professores.

Sei que sou criticado quanto a isso, mas se a graduação profissional conforme existe não é sinal de mais competência nem é algo que as escolas querem na selecção de professores (e aqui falamos de um universo muito pequeno tendo em conta que a maioria dos docentes que existem são dos quadros), então que se crie uma nova fórmula de cálculo da graduação profissional que passe a incluir outros aspectos que se considere relevantes.

Mas que tudo isso seja facilmente mensurável e que seja pacífica essa nova fórmula. E nunca, mas nuca, se elimine a centralização das colocações, que parecendo que não é a única coisa justa que ainda existe. E para além de justa é a mais rápida forma de colocação de professores.

 

 

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Resumo da Semana 2 e Antevisão da Semana 3 (Contratações de Escola)

Os horários que se encontram na coluna da semana 2 já terminaram a candidatura, os horários de 28-09 a 01-10 ainda se encontram em concurso.

A última coluna representa o total de horários em concurso em contratação de escola- Este ano optei por não colocar semanalmente os resumos dos grupos artísticos pela extensão do quadro.

SEMANA2-2

 

 

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Sim, Concordo

A culpa é toda tua!

E não te tiro esse demérito.

 

 

Porque estamos em campanha eleitoral devemos ser ainda mais rigorosos

 

 

mlr

 

 

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Desabafo

… de uma contratada após 17 anos de serviço efectivo.

Podia ser uma sombra da Diana Souza, mas não é.

 

 

 

Depois de 30 minutos à procura de estacionamento para deixar o carro em stand by e apanhar um autocarro até Viseu… eis que, a pé carregada de sacos, saquinhos, computador e livros, passo por acaso em frente ao Ministério da Educação e vejo “altas individualidades” entrar nos seus “pequenos aviões” tripulados por um chauffeur que abre confortavelmente as portas a Suas Exas. Para além destes, vejo indivíduos engravatados e meninas de saia justa acima do joelho a serem encaminhados pelo não menos impecável porteiro de tal Ministério e pensei ” Fd…, são estes indivíduos que pouco ou nada sabem do mundo real que comandam a minha vida…são estes fd… que incorretamente definem politicas e tomam decisões completamente injustas para milhares de pessoas… que frustam o percurso normal definido e esperado…que desmotivam quem de facto quer trabalhar e cumprir o que lhes é exigido…portaria
e ,enquanto passo sinto nojo…nojo dessa gente mesquinha, engomada, parasitas do sistema politico e dos seus compadrios…nojo dessa gente incompetente que nunca fez nada a não ser ter o “nariz” atrás de uma secretária…
Sinto uma revolta imensa por ser consequência direta destas politicas desvairadas, inconsequentes desenhadas por Senhores completamente inabilitados, incompetentes, inábeis…sinto em mim uma enorme sublevação por me privarem de dar aos meus filhos o que tento dar diariamente e inequivocamente a todas as outras crianças, a todos os meus alunos…Depois, de repente paro e penso “Não! Não vou deixar que estes indivíduos mereçam sequer os meus pensamentos…a minha revolta, as minhas lágrimas, o meu sofrimento…Não vou deixar que dizimem aquilo em que acredito…Porque sou muito superior a essa gente e jamais quererei ser como Ela…
Contudo e para que não restassem duvidas olhei para trás e com um ar altivo pensei: “Fdp…” e foi já mais leve e com estes pensamentos que entrei no autocarro e para Vós desabafei!!!!
PS.QUEM ME CONHECE SABE QUE NÃO GOSTO, NEM DIGO PALAVRÕES, contudo o pensamento foi superior ao discernimento.

 

(Ainda em viagem)

 

 

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“Animação, hoje é sexta!” (animação da Polónia)

Viva! Bom início de fim de semana!

Para acabar esta semana, hoje, sexta, é dia de animação aqui pelo blog. Esta semana dedicaremos a rubrica “Animação, hoje é sexta!” à animação realizada na Polónia, um país e escola com tradição na animação europeia e mundial.

Nada melhor que começar com um filme de animação na visão do realizador Zbigniew Rybczyński sobre um clássico: “Pedro e o Lobo”. Excelente esta animação e uma forma de ver este clássico de Sergei Prokofiev que nem necessita de mais apresentações. Recorde-se que este filme recebeu o Oscar para melhor curta metragem de animação em 2008 e já em 1983 este realizador havia também ganho o Oscar na mesma categoria pelo filme Tango.

O segundo filme de animação da “playlist” de filmes de animação Polacos que vos deixo abaixo é um filme de 2010 de Marek Skrobecki. Chama-se “Danny Boy” e é uma história irónica e metafórica sobre a sociedade e a sua existência que parece viver sem cabeça. Danny, o único com cabeça, mostra dessa forma o seu desagrado com o sistema mas acaba por se “adaptar” ao sistema para ser aceite. A não perder…

Outro nome incontornável na animação mundial e uma referência da escola Polaca é Piotr Dumała. A terceira animação que deixamos é deste realizador. O filme intitula-se LAS (The Forest) e foi realizado em 2009. Esta animação tem uma ação que acontece em dois períodos de tempo: um homem velho leva seu filho através de uma floresta, e é, simultaneamente, sob o seu cuidado, confinado à cama com uma doença mortal.

O quarto e último filme que vos deixo é “Fallen Art” de Tomasz Bagiński. Outros filmes seus como “Teaching Infinity” ou “Katedra” são fabulosos, mas deixo-vos este que é uma história de guerra com uma grande dose de humor negro, com uma banda sonora fantástica que interpretada “Asfalt Tango” pela Balkan Band Fanfare Ciocarlia que no filme ajuda na transição para o mundo de soldados cansados que passam a habitar a base militar abandonada.

Pois bem, deliciem-se com esta 4 animações e para os mais curiosos e que queiram saber um pouco mais sobre a animação Polaca sempre podem visitar o site Polish Animated Film Builds on History e descobrir muitos, muito mais tesouro de animação da escola Polaca!

Até à próxima sexta, aqui no sítio do costume!

Bom fim de semana!

 

 

 

 

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A Partir de Quando Devem os Docentes Contratados ser Remunerados?

Nas FAQ do IGeFE

 

Sendo certo que o direito à retribuição surge na esfera jurídica do trabalhador em contrapartida do seu trabalho (cf. art.º 258.º-1, Código do Trabalho),  atenta a especificidade do regime  da contratação dos educadores de infância e dos docentes do ensino não superior e sem prejuízo do teor de posteriores orientações a emitir pela entidade competente sobre a matéria em causa, importa distinguir as seguintes situações:

  1. 1. Se o educador de infância ou o docente tiver obtido colocação em sede de contratação inicial, cujas listas foram publicitadas pela DGAE em 28.08.2015, a sua remuneração terá inicio a 1 de setembro, dia até ao qual foi disponibilizada a aplicação para a respetiva aceitação (cf.  art.º 16.º-2, D.L. 132/2012, 27.06, versão atualizada, e sem prejuízo do disposto no n.º 3 do mesmo artigo), dispondo o educador de infância ou  o docente em causa do prazo de 72 horas após a data de publicitação da mencionada colocação para  a subsequente apresentação (cf.  art.º 17.º-2, D.L. 132/2012, 27.06, versão atualizada);
  2. 2. Se o educador de infância ou o docente tiver obtido colocação em sede de reserva de recrutamento, cujas listas vão sendo publicitadas pela DGAE até 31 de dezembro (cf.  art.º 37.º-4, D.L. 132/2012, 27.06, versão atualizada), a sua remuneração deverá ser coincidente com a data da aceitação, cujo prazo, neste procedimento concursal, coincide com o prazo dado para a apresentação (cf.  art.º 37.º-9 e 10, D.L. 132/2012, 27.06, versão atualizada);
  3. 3. Se o educador de infância ou o docente tiver obtido colocação em sede de contratação de escola, também nesta situação o que releva deverá ser a data de aceitação  que deverá ter lugar até ao primeiro dia útil seguinte ao da comunicação da colocação, sendo a subsequente apresentação realizada até ao segundo dia útil seguinte ao da comunicação visada (cf.  art.º 39.º-17 e 18, D.L. 132/2012, 27.06, versão atualizada).

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Alunos Exaustos com Actividades a Meio das Aulas

Este ainda foi um tema aqui no blogue na passada quarta-feira.

 

E disso já se sabe há bastante tempo, só é estranho que a Associação Nacional de Municípios desconheça este problema e que o presidente da ANDE ainda julgue que as AEC sejam em tempos de 45 minutos e que ainda se consigam dar duas actividades entre as 15:30 e as 17 horas.

 

 

aec

 

Jornal de Notícias (26-09-2015)

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A ação de luta continuará! A precariedade docente, infelizmente, fala por si!

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Comunicado: 25.09.2015

“A ação de luta continuará! A precariedade docente, infelizmente, fala por si!”

http://anvpc.org/a-acao-de-luta-continuara-a-precariedade-docente-infelizmente-fala-por-si/

A Associação Nacional dos Professores Contratados – ANVPC tomou conhecimento, com elevada admiração (e incompreensão), da decisão da Comissão Europeia sobre o encerramento (decorridos praticamente 5 anos) do processo de infração sobre a incompatibilidade dos contratos a termo, dos professores contratados portugueses, com o direito da U.E. A estranheza por esta decisão ontem tomada assume contornos ainda de maior dimensão devido ao facto de,no passado dia 4 de setembro, esta organização de professores ter recebido, por parte da Comissão das Petições, uma comunicação em que afirmavam que após terem rececionado novas queixas “a Comissão consultou as autoridades nacionais para obter mais informações sobre este ponto em aberto. A Comissão das Petições será informada dos desenvolvimentos ulteriores”, referindo ainda, à ANVPC, na comunicação supracitada, que “A este respeito, pedimos que nos envie qualquer informação adicional”. Nessa medida, a Associação Nacional dos Professores Contratados enviou posteriormente uma comunicação à Comissão das Petições informando que estava a recolher informação factual sobre o mais recente processo de colocações dos professores contratados portugueses e que enviaria, até ao dia 15 de outubro de 2015, dados adicionais que comprovariam inequivocamente que as autoridades portuguesas, com a introdução na legislação dos concursos de uma norma-travão, não resolveram definitivamente o problema de precariedade docente (que subsiste há décadas), salientando que não foram criadas medidas suficientemente eficazes para serem atingidos os objetivos prosseguidos pela diretiva europeia em causa, em particular no que respeita às suas cláusulas 4 e 5 do acordo-quadro relativo ao contrato de trabalho a termo, designadamente por:

1)      Continuar a existir um tratamento menos favorável no que concerne às funções desenvolvidas pelos professores contratados nas escolas públicas portuguesas, em comparação com os restantes professores de carreira;

2)      As medidas adotadas com a norma-travão continuarem a ter eficácia verdadeiramente insuficiente para combater a abusiva celebração de sucessivos contratos a termo nas escolas públicas portuguesas.

Mais, relativamente ao ponto 1 os professores contratados portugueses continuam a ser alvo de uma discriminação negativa laboral face aos professores de vínculo permanente, em termos salariais (por não lhes ser permitida qualquer progressão na carreira), no número de horas de trabalho letivo, na periodicidade de avaliação e na menção avaliativa que podem obter. Quanto ao ponto 2, e após a análise das listas de colocação no último concurso externo e nas listas de colocação da contratação inicial e nas reservas de recrutamento, constata-se o elevado número de professores contratados que possuem 10, 15, 20 e mais anos de tempo de serviço com a entidade empregadora “Ministério da Educação e Ciência – MEC” e que mantêm a sua situação de precariedade de longa duração. A título de exemplo, muitos destes professores possuem, desde 2001 (data limite para que a diretiva tivesse sido transposta para o direito português), mais de 5 contratos consecutivos com o MEC, mas viram os seus contratos essencialmente quebrados nos últimos 3/4 anos, muitas das vezes por períodos de tempo inferiores a 30 dias (por razões que não lhes são imputáveis e foram alheias à sua vontade). Este hiato temporal resultou, acima de tudo, da ausência de planeamento eficaz na definição de um cronograma das várias fases dos concursos e da inoperacionalidade da “máquina administrativa” do MEC, de que são exemplos os conturbados inícios dos anos letivos de 2013 e 2014. Em 2013 as listas de colocações de professores contratados foram publicadas em 12 de setembro e em 2014 foram publicadas em 9 de setembro. Vejamos ainda que em 2014 o MEC criou um mecanismo administrativo, com respetivo enquadramento legal, que possibilitou que a colocação do docente produzisse efeitos a 1 de setembro (que teve o resultado prático de possibilitar não existir quebra entre dois contratos sucessivos). No entanto, em 2013 não foi criado esse mecanismo, o que originou a quebra entre dois contratos, em professores que até essa data já contabilizavam inúmeros contratos sucessivos, completos e anuais. Nessa medida, o mecanismo da norma-travão, acabou, por si só, por causar arbitrariedades e criar novas discriminações negativas entre os próprios professores contratados.

A ANVPC manifestou, desde a criação da norma-travão, que na sua operacionalização, ao considerar somente os últimos 5 anos do percurso profissional de professores que já tinham 5, 10, 15, 20 e mais anos de contratos com o Ministério da Educação e Ciência, não dava resposta à gravíssima situação de precariedade dos professores contratados portugueses, não reparava a situação de grande instabilidade pessoal e profissional dos professores contratados de longa duração e não criava as condições de reposição da legalidade, designadamente dos objetivos prosseguidos pela Diretiva 1999/70/CE, pela Resolução da Assembleia da República n.º 35/2010, de 4 de maio e do parecer do Provedor de Justiça de Portugal sobre esta mesma temática. Mais, o modelo que o MEC estabeleceu para operacionalizar este normativo europeu agravou a discriminação laboral entre professores, uma vez que, no limite, ocorreu que docentes com 5 anos de tempo de serviço (obtidos através da celebração de 5 contratos anuais, completos e sucessivos nos últimos anos) passassem a integrar os quadros, e o mesmo não aconteceu com professores com 10, 15, 20 e mais anos de tempo de serviço (mesmo que até já possuíssem 5, 7, 8, 10 ou mais contratos em horários completos, anuais e sucessivos, em qualquer momento do seu percurso profissional).

Face ao exposto, a ANVPC continuará a por em prática ações nacionais e internacionais no sentido de que seja resolvida, pelas autoridades portuguesas, a situação de precariedade docente, e assim reposta a equidade e a justiça laboral aos professores contratados portugueses de longa duração, respeitando, de forma clara e inequívoca a graduação profissional dos professores, e promovendo uma essencial estabilidade legislativa (nomeadamente no âmbito dos concursos de professores) que permita que estes profissionais possam planificar a sua profissão, a sua formação e a sua vida pessoal (e a das suas famílias).  

A precariedade docente infelizmente fala por si. As listas de colocação de professores contratados são claramente o reflexo da instabilidade profissional a que estes professores têm sido sujeitos por parte do estado português, pelo que nada poderá ser apagado, nem mesmo por parte de entidades internacionais de relevo. Continuaremos a ação pública de dar visibilidade a esta grave problemática, que afeta os professores, as escolas e os alunos!   

Continuamos a contar com o esforço, a capacidade de sacrifício e a resiliência que tem caraterizado os professores contratados portugueses que se sentem discriminados profissionalmente, e que com a adesão maciça às ações de denúncia promovidas pela ANVPC conseguiram que a voz dos professores contratados se fizesse ouvir no panorama nacional e internacional e que algumas das suas reivindicações tivessem sido concretizadas (nomeadamente o pagamento do vencimento equivalente ao 1.º escalão de carreira, pelo índice 167). No entanto, o processo de ação está ainda longe de ser encerrado. A luta pela defesa dos direitos laborais destes profissionais continuará, com a forte convicção de que o sucesso da mesma passa pela resposta de cada um de NÓS e de TODOS!

A ANVPC aguarda a notificação formal, por parte da Comissão Europeia, da decisão ontem tornada pública pelo MEC, para dar início a novas ações.

A Direção da ANVPC – 25.09.2015

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Aposta Para Hoje

… para 47 milhões.

 

euromilhoes 25 setembro

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Tesourinho Contratual

… em Ribeira da Pena.

Avalia-se o grau da união e a interligação com a comunidade.

E qual o critério para isso? A residência!

 

ribeira de pena

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É Mais um TGV

Daquelas coisas que se faz à pressa em fim de mandato.

 

Professores contestam novas condições de reprovação dos alunos no básico

 

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Uma decisão “inoportuna, desnecessária e sem consenso”. É deste modo que a Federação Nacional de Educação (FNE) classifica as alterações ao regime de avaliação dos alunos do ensino básico, que foram anunciadas pelo Ministério da Educação e Ciência na terça-feira. O despacho com as novas normas já foi publicado em Diário da República.

“Entende-se mal que, em final de mandato, um ministro entenda alterar as regras de avaliação dos alunos do ensino básico, quando as decisões que toma não resultam de uma necessidade urgente e que, não tendo sido adoptadas em tempo oportuno, deveriam aguardar a serenidade que se espera de um novo governante que dentro de dois meses deverá estar a iniciar funções”, defende a FNE, num comunicado divulgado nesta quinta-feira.

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Não Colocados na Mobilidade Interna por QZP

O ano passado na RR3 havia 303 candidaturas de docentes dos quadros por colocar, este ano existem 278.

Quase metade dos docentes sem componente lectiva são do grupo 100 – Educação Pré-escolar e o QZP com mais docentes dos quadros ainda por colocar é o QZP 1 com 109 docentes.

 

 

MINCRR3QZP

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Quase Todos os Horários da RR3 Retroagem Ao dia 1 de Setembro

… com excepção daqueles que foram pedidos na terça feira até ao meio-dia.

 

Mas tendo em conta que numa mesma reserva pode haver horários pedidos até às 23:59 do dia 21 de Setembro (último dia para a abertura do ano lectivo) e outros pedidos no dia 22 de Setembro até às 12:00, seria de bom tom que todos eles retroagissem ao dia 1 de Setembro.

 

Porque não fazia sentido que assim não fosse.

 

Da nota informativa da RR2

 

rr2nota

 

Na Reserva de Recrutamento 4 é que já não existirão horários que retroajam ao dia 1 de Setembro de 2015, porque todos eles serão pedidos após o último dia do início das actividades lectivas.

 

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Arquivada a Queixa Sobre os Professores Contratados

Comissão Europeia arquivou processo por discriminação de professores contratados

 

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O Ministério da Educação e Ciência congratulou-se com a decisão. Os representantes dos professores prometeram avançar com nova queixa.

 

O Ministério da Educação e Ciência congratulou-se, nesta quarta-feira, com o arquivamento do processo aberto pela Comissão Europeia devido ao alegado tratamento discriminatório dos professores sem vínculo ao Estado, que estão a contrato nas escolas públicas para responder a necessidades permanentes do sistema. A guerra, contudo, não acabou. O presidente da Associação Nacional dos Professores Contratados (ANVPC) promete avançar com nova queixa, assim que for notificado da decisão que considera, “no mínimo, estranha”.

Em causa, no “Processo de Infracção Sobre a Incompatibilidade dos Contratos a Termo dos Professores com o Direito da EU”, estava a o pagamento de montantes diferentes aos professores sem vínculo, em relação aos do quadro, e também a contratação anual e consecutiva de docentes para as escolas públicas portuguesas. Uma situação que em 2012 já havia merecido a atenção da Provedoria de Justiça.

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O SUBSTITUTO

De início, confesso, atravessei a escola sem perceber o burburinho que me antecedera.

De um lado as funcionárias bichanando entre sorrisos, depois as alunas de pernas tremelicando e dando guinchinhos histéricos e, finalmente, na sala de professores, a revelação.

Juro que, de início, não reparei logo na questão principal. Foquei-me nos rostos avermelhados e divertidos das colegas do fundo, no sorriso aparvalhado da mesa da direita, nos olhares de esguelha que espreitavam em intervalos constantes, nos risinhos gaiatos das efetivas da outra ponta. Mas, quando ocupei o meu lugar na sala de professores, percebi.

Em frente a mim, mesmo à minha frente, céus, podia jurar, valham-me os deuses, que, num segundo somente de energia concentrada, estava perante mim, perante nós, Adónis, Hércules, Di Caprio, Brad Pitt, todos juntos num só: o novo professor contratado.

O contrário de estar morto é estar vivo e ver, como eu agora mesmo vi, um exemplar da mais bela qualidade masculina. E não, não falo da beleza intrínseca que dessa bem basta a que nos rodeia a todos. Não. Falo da beleza extrínseca, carnal, voluptuosa. Olhos verdes, ombros largos, tez morena e vislumbro, debaixo da t-shirt: aquilo são músculos a sério?ulisse1s

Deus do céu, este homem é professor? Não se enganou no caminho? Não veio arranjar a máquina do café (e ao meu lado a colega lança um suspiro tão audível que percebemos que precisa urgentemente de manutenção no café lá de casa)?

Céus, posso ser aluna outra vez? Ou será que posso candidatar-me a assistir a aulas alheias?

Num sopro baixinho, a Adélia profere:

– É o novo colega. Vem substituir a de Biologia que está de baixa…

O Artur, habituado à exclusividade sexual no seu grupo, e despeitado com as gargalhadinhas imberbes das senhoras professoras, ergue-se com o soar do toque e arrota rancorosamente:

– Tenho a certeza que é gay.

Ora, quero lá saber disso. E tão pouco me interessa se o palerma do Artur diz para termos juízo que somos todas casadas. Não estou morta e olhar não é pecado.

Valha-me estar aqui nesta escola que, ao menos, sempre lavo os olhinhos de consolo nos próximos tempos.

É que a vida de professor é dura, mas, acima de tudo, entediante. As chatices são sempre as mesmas, há mais professoras que professores, passamos o tempo do intervalo a discutir as angústias comuns que nos assolam a todos, enfim. Enquanto o governo não nos entupir com medidas novas, sempre andamos consoladas.

E vai na volta, o Artur também lhe tirou as medidas. Eu bem o vi a espreitar curioso pelo cantinho do olho…

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Evolução dos Números da Mobilidade Interna

Dos Colocados

 

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Dos Não Colocados

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Neste momento mais 5 grupos de recrutamento deixaram de ter docentes com ausência da componente lectiva.

 

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1318 Docentes Contratados na Reserva de Recrutamento 3

De acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

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1099 Docentes Retirados das Reservas de Recrutamento

Na Reserva de Recrutamento 3 foram retirados das listas das reservas 1099 docentes.

Por colocação em BCE foram retirados das reservas 824 docentes, quase tantos como na Reserva de Recrutamento 1.

Logo que possível serão pintados de castanho estes docentes na Lista Colorida.

Aumentou na RR3 o número de docentes que se encontram penalizados e não podem trabalhar este ano lectivo. Até à Reserva de Recrutamento 3 isso já aconteceu com 222 docentes.

 

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Insano

E ainda não há uma resposta oficial sobre o tempo de trabalho dos docentes do grupo 120.

 

 

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Nota Informativa da Reserva de Recrutamento 3

Clicar na imagem para ler a nota informativa da reserva de recrutamento 3.

 

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Reserva de Recrutamento 3

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira- 3ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Contratação – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

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Despacho Normativo 17-A/2015

O presente despacho normativo regulamenta:

a) A avaliação e certificação dos conhecimentos adquiridos e das capacidades desenvolvidas pelos alunos do ensino básico, bem como os seus efeitos;

b) As medidas de promoção do sucesso escolar que podem ser adotadas no acompanhamento e desenvolvimento dos alunos, sem prejuízo de outras que o agrupamento de escolas ou escola não agrupada, doravante designados por escola, defina no âmbito da sua autonomia.

 

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Mais um capítulo da novela das atas….

No blogue do Luís Sottomaior Braga.

 

 

A “novela” das atas com critérios da BCE – capítulo 257 – Fotocópias e selos.

 

 

Se se lembram, os que acompanham estas coisas, sabem que, algures em Julho, pedi, aos agrupamentos de escolas que estão na Bolsa de Contratação de Escolas que me enviassem cópia da ata em que, como manda a Lei, os Conselhos Pedagógicos tivessem definido os critérios de seleção de professores.

Nessa bolsa, que é um concurso público e não uma mala de mão, os critérios tem de ser discutidos num órgão coletivo e não definidos individualmente pelo Diretor.

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A Vida De Brian

 

Este poste é do

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Alteração ao Regime de Organização e Funcionamento dos Cursos do Ensino Secundário

PORTARIA N.º 304-B/2015 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 185/2015, 1º SUPLEMENTO, SÉRIE I DE 2015-09-22

 

Ministério da Educação e Ciência

 

Primeira alteração à Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto, que define o regime de organização e funcionamento dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, de Ciências Socioeconómicas, de Línguas e Humanidades e de Artes Visuais, ministrados em estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo, e estabelece os princípios e os procedimentos a observar na avaliação e certificação dos alunos

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Opinião de Santana Castilho no Público de Hoje

Normalidade ou anormalidade domada?

Será normal que os professores portugueses estejam coagidos a semanas de trabalho com duração superior às 48 horas?

A imagem que perdura neste início de ano lectivo é de “normalidade”. Pelo menos, como tal se vai falando na comunicação social, na ausência dos escândalos que marcaram o ano passado. Em plena campanha eleitoral, a Educação parece ser um grande tabu, protegida por um qualquer acordo entre os protagonistas, de referir pouco, de aprofundar ainda menos.

Domados, os professores regressaram aos seus postos, tristes, desmotivados e descrentes. Será normal que um professor possa ser contratado por uma escola, sem submissão a um concurso, quando a lei fundamental diz “que todos os cidadãos têm o direito de acesso à função pública, em condições de igualdade e liberdade, em regra por via de concurso” (artº 47, nº 2 da CRP)?

Será normal que um professor, acabado de sair da escola de formação, ocupe um posto de trabalho numa escola, quando outro, do mesmo grupo de recrutamento, com dezenas de anos de contratos consecutivos com o ministério da Educação, fica no desemprego?

Será normal que a um professor com 30 anos de serviço num quadro de escola seja recusado um lugar em benefício de um colega recém-vinculado, em pleno período probatório, ou seja, sem sequer ter ainda um vínculo confirmado?

Será normal termos acabado de assistir a dezenas de casos de professores que, tendo um lugar de quadro e tendo concorrido para se aproximarem da residência, foram miseravelmente ludibriados, sem reacção adequada por parte dos sindicatos, por, afinal, a “vaga” para que concorreram não existir?

O Tribunal de Justiça da União Europeia tomou há dias uma decisão que visa impedir que, no espaço comunitário, se ultrapassem 48 horas de trabalho semanal. Diz a decisão que as deslocações de casa para o local de trabalho, sempre que esse local seja variável, passam a contar para o cômputo final a considerar no horário. Ora parece-me bem que os sindicatos estejam atentos ao precedente estabelecido pelo Tribunal de Justiça da União Europeia e inquiram, junto dos tribunais nacionais, se a norma se aplica aos professores itinerantes, cujos locais de trabalho são vários.

Será normal que os professores portugueses estejam coagidos a semanas de trabalho com duração superior às 48 horas, que o Tribunal de Justiça da União Europeia definiu como linha vermelha? Exagero meu? Então façamos um exercício, que está longe de configurar as situações mais desfavoráveis.

Tomemos por referência uma distribuição “simpática” de serviço, nada extrema, (há muito pior) de um hipotético professor com 6 turmas, 25 alunos por turma e 3 níveis de ensino (7º, 8º e 9º anos). Tomemos ainda por referência as 13 semanas que estão estabelecidas no calendário escolar oficial, como duração do 1º período lectivo de 2015-16. Continuemos em cenários que pequem por defeito: as turmas do mesmo nível são exactamente homogéneas, não necessitando de aulas diferentes, e o professor tem os mesmos alunos duas vezes por semana. Então, este professor terá que preparar 6 aulas diferentes em cada semana. Se pensarmos numa hora de trabalho para preparar cada lição (o que é mais que razoável), estaremos a falar de 6 horas por semana. Nas 13 do período, resultarão 78 horas.

O nosso hipotético professor vai fazer 2 testes a cada turma. Nas 13 semanas lectivas fará 12 testes. Voltemos a considerar apenas uma hora para conceber cada teste (concebê-lo propriamente, desenhar a grelha de classificação e digitar tudo requer mais tempo). Claro está que os testes têm que ser corrigidos. Se o nosso professor cobaia for razoavelmente experiente e despachado, vamos dar-lhe meia hora para corrigir cada um dos 300 testes. Feitas as contas, transitam para a soma final 162 horas.

O que se aprende tem que ser “apreendido”. Os exercícios de aplicação e de pesquisa são necessários. Então agora, com a “orientação para os resultados” com que o assediam em permanência, o nosso professor não pode prescindir dos trabalhos de casa e de outros tipos de práticas. Imaginemos que apenas pede um trabalho em cada semana e que vê cada um deles nuns simples 5 minutos. Então teremos de contabilizar mais 162 horas e meia, relativas a todo o período.

Se este professor reservar 2 escassas horas por semana para cuidar da sua formação contínua e actualização científica, são mais 26 que devemos somar no fim.

Acrescentemos, finalmente, as horas de aulas e as denominadas horas de componente não lectiva “de estabelecimento”. São mais 318 horas e meia. Somemos tudo e dividamos pelas 13 semanas, para ver o número de horas que o professor trabalhou em cada semana: 57 horas!

Além disto, há actividades extracurriculares, visitas de estudo, conversas com alunos e pais, reuniões que não caem dentro das horas não lectivas de estabelecimento e, em anos de exames, pelo menos, algumas aulas suplementares.

Professor do ensino superior ([email protected])

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Há Quem Continue a Desesperar Com as Permutas

E após ter sofrido a bem sofrer ao longo das última semanas e tendo visto uma luz ao fundo do túnel no dia de ontem verifica que hoje também se encontra impedida de permutar.

 

Relato o caso conforme me chegou.

 

Sou professora do Quadro de Zona Pedagógica, este é o meu décimo sexto ano de serviço, e venho por este meio divulgar mais um impeditivo relativamente às permutas.
Inicialmente fui impedida de permutar tal como outras centenas de colegas, visto a primeira nota informativa vetar esse direito, com as condicionantes que estavam impostas.
Agora, com a 2 fase de permutas, estou novamente impedida (a aplicação não deixa avançar) pois e apesar de eu ser uma docente QZP, a aplicação “lê” que fui colocada numa escola com 13horas…Ora a minha componente letiva é de 22 horas,o meu horário é completo! Na lista de colocações e à frente das 13 horas aparecem as 22 horas!

 

Fazendo referência e de acordo com o Decreto-lei nº 83 A/2014, e passo a citar: ponto 1 do artigo 46:
1 — Aos docentes colocados nos concursos previstos nas alíneas a) e b) do n.o 1 do artigo 5.o e nas alíneas a) e b) do n.o 1 do artigo 28.o pode ser autorizada a permuta, desde que os permutantes se encontrem em exercício efetivo de funções no mesmo grupo de recrutamento e com igual duração e o mesmo número de horas de componente letiva.

Como é que a aplicação está apenas a assumir a carga horária ao invés da componente letiva?

Pf que impere o bom senso e retifiquem este ” entrave informático”

 

Mas tirando este caso, muitos outros colegas já me relataram que a permuta já foi efectuada e que ambos os directores já a autorizaram.
 
E fico bastante contente por isso, especialmente por saber que muitos conseguiram encontrar um permutante através da aplicação que criei para o efeito. Já para não falar na pressão que por aqui foi feita para a abertura desta segunda fase que permitiu muitos colegas pouparem centenas de KM por dia.
Se fosse possível fazer a contabilização das poupanças diárias que estes docentes vão conseguir com aquilo que foi pago para o investimento na aplicação com certeza que os benefícios foram muito maiores do que os custos que estiveram associados.
 
E claro que gostava de conhecer esses relatos.

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