Mais uma consulta sobre a Proposta do ME de alteração ao diploma de concursos. Desta vez da FNE. Podem deixar os vossos comentários e sugestões para que a FNE saiba qual é a vossa opinião.
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Dez 05 2016
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56 comentários
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Existem milhares de professores que sempre trabalharam no público, mas que podem não ter os 730 dias nos últimos 5 anos? As razões podem ser variadas: horários incompletos; horários temporários; não deram aulas por razões pessoais ou familiares; etc. Se esta norma ficar como está na proposta, será a maior injustiça alguma vez vista. É que estas pessoas aceitaram horários que mais ninguém queria e agora, ainda por cima, vão ser penalizadas por isso. Podem ser professores com 10, 15 anos de serviço e que serão ultrapassados por aqueles que beneficiaram da tão criticada BCE.
Não penalizar os docentes dos quadros das Regiões Autónomas.
é das poucas coisa que não alterava na proposta… chega de concorrer para as ilhas para ser apenas um trampolim para o continente.
Quem concorre para as ilhas, concorre para TRABALHAR afastando-se da sua família que só a vê nas interrupções letivas e o que ganha é para as despesas que aumentam substancialmente. Se ao fim de, no mínimo de 4 anos conseguir um lugar no quadro e certamente ficar lá pelo menos 3 anos (porque é a regra do concurso), porque não pode voltar a concorrer? É melhor ficar toda a vida ao pé da porta à espera das vinculações extraordinárias com os critérios manhosos???? Sinceramente!
Se o trampolim é assim tão bom, tão maravilhoso, porque não foi? Conhece essa realidade? Os docentes não podem ser penalizados por lecionarem nas ilhas. Afinal é território nacional, ou não? É injusto os dos Quadros das Ilhas não poderem concorrer em igualdade de circunstâncias ao Continente à semelhança dos anos anteriores! E não me venha com a conversa que não se consegue entrar lá… o que acontece é que as Ilhas estão a perder muitos alunos, professores há muitos, pelo que não há vagas simplesmente!
Trampolim? Estou há 16 anos nos Açores, com 30 anos de serviço e a que propósito não podia concorrer para o continente. Não olhes tanto para o teu umbigo. Deves ser dos coitadinhos que dão aulas há 20 anos ao pé de casa e ainda não efetiveram. Que pena!
Não estou bem dentro do assunto mas deve ser igual nos dois sentidos.
Boa noite! Entre 2001 e 2006 tive 5 contratos anuais consecutivos e mais 2 alternados. Desde 2011 que não sou colocada. Será que alguma vez irei ser colocada no público? Como eu deve haver muita gente na minha situação. Não deveriam ter em conta os últimos anos mas sim todo o tempo de serviço. Espero que tenham em conta estas situações, caso contrário é muito injusto.
Vincular, no mínimo, professores com 10 anos de serviço, foi essa a recomendação da Assembleia da República há uns anos atrás.
100% de acordo. Se no privado se vincula com 3 anos, não sei porque no público haveria de ser diferente. Mesmo com a crise a justificar quase tudo, 10 anos é um nº muito razoável
No privado não se vincula com 3 anos mas com 3 anos sucessivos e ao quarto. O ministro fez o mesmo com o nome de norma travão e ainda assim vai vincular demasiadas pessoas que não terão lugar porque como contratados estão dispostas a ir para qualquer escola do país e depois de efetivar já não. Deixava estar como fez o crato. Agora não confunda isso com 3 anos feitos em 1970.
Trabalhar no privado, como formador ou nas Cooperativas de ensino, nem sempre é por conhecimento… muitas vezes: manda-se o Currículo e depois há uma seleção… no primeiro ano e seguintes estamos à experiência, sempre posto à prova… não é tarefa fácil e deve-se sempre dar o seu melhor, porque há exigência e rigor. Mesmo assim, não temos direito à mesma prioridade que os docentes do público… parece-me injusto.
Se é para aplicar a Lei de vinculação, teria de ser com 3 contratos sucessivos, com retroação da lei desde a Diretiva da UE de 2001. No entanto, há que ter em conta os professores com largo tempo de serviço, não importando se o fizeram antes ou depois da profissionalização (pois, para muitos, não lhes foi dada essa hipótese), seria uma discriminação, pois asseguraram sempre o mesmo tipo de funções que os outros e com ordenados mais baixos, serviram para exercer mas pelos vistos não querem que lhes sejam permitidos os respetivos direitos. Ainda assim, 20 anos? Só podem estar a brincar! deviam ser 10 ou 15 no mínimo! E depois da barafunda dos sucessivos governos, com BCE’s e renovações que permitiram ultrapassagens injustas e o adquirir de condições de vinculação pela norma travão, a falta de horários completos e anuais nos últimos anos por estarem a ser colmatados pelos mais sortudos (ou afilhados), renovados, fazendo com que muitos professores com muito mais tempo de serviço nem sequer consigam atingir tempo de serviço nos últimos anos, o que os impossibilitam de estar em consonância com os critérios da proposta do governo…tantas injustiças que nem num texto estruturado de 10 000 palavras conseguiria descrever. As renovações são a principal causa das injustiças, o ter tido a sorte de ser colocado numa TEIP ou CA, ter tido o azar de ficar numa escola/agrupamento que no ano seguinte originou um mega e perdeu o horário completo, ou que no ano seguinte perdeu alunos e impossibilitou a renovação, etc. etc. Apenas os sortudos e os afilhados conseguiram, impossibilitando que os mais graduados e antigos pudessem vincular…pelos vistos, querem continuar a agravar as injustiças e as ilegalidades…ok? quais esquerdas? quais direitas? Eu sou do partido do Bom Senso e da Justiça! mas infelizmente parece que vivemos num país do submundo e não da UE! Talvez o Tribunal e greves profundas possam ser a única solução! Sou professor contratado há 20 anos letivos (PROFESSOR CONTRATRATADO), neste momento ando a tapar buracos em horários temporários para os meninos terem professor e não andarem por aí ao Deus dará!
Mas pelo que percebi para o próximo ano lectivo não vamos ter reconduções/renovações, certo?
Se assim for dá para travar uma das grande injustiças.
Espero bem que não haja mais renovações !!
A consolidação da mobilidade por doença ser mais abrangente. Não se ficar só pela deficiência em cadeira de rodas. Porque não abranger as doenças crónicas do próprio?
A graduação profissional como único critério de ordenação nas prioridades tanto na mobilidade interna como no concurso interno, é injusto as prioridades passarem a ser pelos QA (alguns menos graduados do que certos QZP) Ou passarem a ser pelos QZP (alguns menos graduados do que QA).Com a graduação profissional (criterio unico)cada um ocupa o seu lugar sem ultrapassar ninguém.
Ter em atenção que aumentar para 8h o número mínimo para ir a concurso na mobilidade interna em vez das atuais 6 horas vai empurrar muita gente a ir a concurso, o que não é bom. Preferível manter como está ( 6 horas)
730 dias nos últimos 5 anos, sem importar o que fizeste antes ou a quantos horários incompletos e temporários te sujeitaste, tapando BURACOS no sistema????NÃO FIQUES CALADO(A).
Sabias que todos aqueles que nunca deram aulas numa escola pública, nem um único dia, serão tão valorizados como tu?
Clica no link e se concordas com o texto abaixo, copia e cola-o, alterando o que quiseres, mas NÃO te cales..
A alteração no sistema de prioridades para professores contratados exige 730 dias em 5 anos, em vez de 365 dias em 6 anos( como vigorou nos últimos anos), o que prejudica gravemente os professores contratados que nos últimos anos se depararam com horários anuais incompletos, temporários e períodos de desemprego entre contratos precários, sempre assegurando as necessidades da escola pública. Estes, foram assegurando necessidades de horários incompletos e precários tanto na CI como nas sucessivas RR, colaborando sempre com a Escola Pública, e agora vêm-se colocados em 3ª prioridade no próximo concurso, sendo ultrapassados de imediato por colegas do privado sem qualquer tipo de tempo de serviço na Escola Pública.
Deve ser considerado inadmissível este repentino desprezo por estes professores que todos os anos colaboram com o ensino público, assegurando-no, e agora serão colocados numa 3ªprioridade, vendo assim as perspetivas de colocação desaparecerem. O ME alterou o sistema de prioridades para contratados, com que intuito? Porquê 730 em 5 anos? Só demonstra um profundo desconhecimento pelo sistema de precarização em que os docentes vivem.
Consideramos ainda injusto e desprovido de lógica limitar a candidatura a dois grupos de recrutamento, pois tal impede o uso total dos recursos humanos disponíveis, assim como aumenta a possibilidade de desemprego para cada docente.
Muito simples, limitar simplesmente a entrada de docentes no sistema e desincentivar os futuros formandos para a docência. Com a norma travão em funcionamento, daqui 10 anos não serão mais necessários contratados. Depois sim, haverá um concurso para quem pretende ser docente e seguir a formação e vinculação.
Se no privado se vincula com 3 anos, não sei porque no público haveria de ser diferente. Mesmo com a crise a justificar quase tudo, 10 anos é um nº muito razoável
Se no privado vinculas-se com essas condições, não esquecer que igualmente se (des)vincula com muita facilidade. Não esquecer que no público também já não há trabalho para a vida.
Muito bem
O post abaixo pode conter linguagem capaz de ferir a susceptibilidade de muitos professores… 🙂
http://www.comregras.com/classe-docente-futuro-quer-futuro-lhe-couber/
Eu penso que a questão dos 20 anos de serviço após a profissionalização tem de ser revista. Eu sei que o Mec não quer vincular muita gente, mas para se adquirir os 20 anos, foi preciso trabalhar muito mais do que isso. Todos sabemos que a margem de negociação é muito pequena, mas será que não é possível descer o nº de anos para os 18 ou 16 anos?
Independentemente do número de professores a vincular, importa que o critério seja justo e não mude de ano para ano, pois assim safam-se uns e tramam-se outros. Parece-me que o que existia dantes é que era justo. Para concorrer ao externo com as vagas que sobravam do interno eram necessários ter 3 anos de serviço no público e depois as pessoas eram ordenadas pela graduação e pronto, não havia ultrapassagens. Agora com os extras é esta pouca vergonha (os contratados ultrapassam-se uns aos outros e o pessoal do quadro não pode concorrer a estas vagas). Para a contratação deveriam existir duas prioridades: 1º Candidatos ordenados com o tempo de serviço prestado unicamente no público e na 2ª candidatos com todo o tempo de serviço independentemente de ser no publico ou no privado.
Os contratos de associação são serviço público. Leia as recomendações do Provedor de Justiça.
No concurso interno não faz qualquer sentido separar em prioridades os candidatos em função do quadro que ocupam ou da zona geográfica onde estão vinculados. Porque razão devemos privilegiar quem está em QA/QE (quando alguns destes são os que vincularam extraordinariamente em 2013 e 2014 em vagas que não recuperam e que foram vedadas a quem já pertencia aos quadros?????) Devem manter-se as 2 prioridades que vigoraram no último concurso interno de 2015 e acrescentarem outra prioridade para quem entrou nos extras, pois acho que é injusto apanharem uma vaga nova e fecharem a que lhes foi dada de bandeja. A mobilidade interna deveria manter-se como está no concurso de 2015.
Aposto que é QZP, por isso querer que a Mobilidade Interna continue igual e assim concorrer à frente de todos os QA/QE deslocados que ainda não tiveram possibilidade de aproximar de casa. Mas já lhe custa qie no Concurso Interno os QA/QE concorrem à frente dos QZPs.
GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM TODOS OS MOMENTOS DO CONCURSO É O ÚNICO MODO JUSTO PARA TODOS.
Apenas a questão dos 20 anos deve ser´´ limada´´..quanto ao resto do diploma em vIgor everia ficar como esta.
Claro, deve ser “a questão” que lhe diz respeito a si…
100% de acordo. Se no privado se vincula com 3 anos, não sei porque no público haveria de ser diferente. Mesmo com a crise a justificar quase tudo, 10 anos é um nº muito razoável
Estive a ver na página da FENPROF as criticas à proposta do ministério. Nada contestam quanto às prioridades ao concurso interno e à mobilidade interna, portanto concordam com a proposta do ministério. Há um total desprezo pelos QZP’S. Este sindicato é uma autêntica vergonha, só defendem os interesses dos professores dos quadros de escola. Quanto a mim não vão ver mais um cêntimo relativamente a quotas.
O mesmo para o concurso externo, nem uma palavra sobre os critérios propostos para a 2.ª prioridade.
Exposição para a comissão de Educação do Parlamento, grupos e líderes parlamentares, Ministro e Secretária de Estado da Educação, Presidente da República, para todo o lado!!!!!!!!
Com tanta exposição deves ser um grande artista!
Sou um artista na minha luta e a verdade é que tenho estado a receber respostas, ou seja, sei que estou a mexer-me para conseguir o que quero e não fico só a discutir o sexo dos anjos e à espera que venha o D. Sebastião dos concursos… Se todos fizerem o mesmo, talvez a posição seja mais firme, prescindindo da intermediação (parcial, como se vê, em muitos casos) dos sindicatos.
E depois há os artistas que não têm, ou não sabem que têm (virão a ter) problemas e preferem gastar tempo potencialmente útil a ironizar com as preocupações dos outros. Só que os outros, nalgum ponto da vida, somos nós…
E tu deves ser uma grande besta
Leia as recomendações do Provedor de Justiça.
Os sindicatos só estão interessados em defender os dos quadros, e não os contratados. Por favor, não sejam ingénuos.
Está enganado. Os sindicatos defendem a graduação profissional em todos os momentos do concurso. Sendo assim, contestam tanto a nova prioridade dos QA/QEs no Concurso Interno assim como a prioridade dos QZPs na Mobilidade Interna em relação aos QA/QE que pretendem a aproximação de casa.
E não mantêm o mesmo critério com o concurso externo, contestando as mudanças na 2.ª prioridade?? Ou isso é questão menor? Defendem mesmo “a graduação profissional em todos os momentos do concurso”?
Somos todos professores.
Não sei qual é o problema da vinculação dos 20 anos de serviço. Quem tem 20 anos de serviço, não vinculou por que não quis ou não quer. A vinculação far-se-á com a norma travão, é isso que o mec pretende e será mais justo: Salvaguardando quem trabalho no ensino público e acabar com as renovações de uma vez por todas.
Acho que também quem vincular num QZP deverá pelo menos permanecer nos mesmo QZP pelo menos durante 4 anos no mínimo, para evitar o que todos já sabemos. Conheço inúmeros docentes que vincularam num QZP e que vão meter la os pés.
E por que não, já que falamos dos QZP, não obrigar os docentes a leccionar nos seus QZPs de provimento ? Isso sim evitaria alguma distorção e mais justiça.
há 14 horas
A graduação profissional como único critério de ordenação nas prioridades tanto na mobilidade interna como no concurso interno, é injusto as prioridades passarem a ser pelos QA (alguns menos graduados do que certos QZP) Ou passarem a ser pelos QZP (alguns menos graduados do que QA).Com a graduação profissional (criterio unico)cada um ocupa o seu lugar sem ultrapassar ninguém. No concurso interno as vagas são reduzidas e o facto dos QA estarem na primeira prioridade é pouco significativa ficando por sua vez os QZP beneficiados na mobilidade interna ao concorrerem à frente dos QA mesmo quando concorrem a um QZP completamente diferente do seu QZP de provimento. Inaceitável. A graduação deveria ser o único critério a ter em consideração, tal como foi já aprovado na AR.
A graduação profissional como único critério de ordenação nas prioridades tanto na mobilidade interna como no concurso interno! tanto apregoada ao longo dos últimos meses! é injusto as prioridades passarem a ser pelos QA (alguns menos graduados do que certos QZP) Ou passarem a ser pelos QZP (alguns menos graduados do que QA).Com a graduação profissional (critério único)cada um ocupa o seu lugar sem ultrapassar ninguém. No concurso interno as vagas são reduzidas e o facto dos QA estarem na primeira prioridade é pouco significativa ficando por sua vez os QZP beneficiados na mobilidade interna ao concorrerem à frente dos QA mesmo quando concorrem a um QZP completamente diferente do seu QZP de provimento. Inaceitável. A graduação deveria ser o único critério a ter em consideração, tal como foi já aprovado na AR.
Existem centenas e centenas de professores que lecionaram no ensino público, nos últimos 5 anos, mas que não têm os 730 dias de serviço, pois ficaram com horários incompletos e a fazer substituições e, como sabem, o tempo não é contabilizado da mesma maneira. Se esta norma for aprovada será a maior injustiça de sempre. Isto não pode acontecer, pois professores com 15 ou mais anos de serviço vão ser ultrapassados por colegas com menos tempo de serviço, mas que com a “ajuda” das escolas TEIP e com autonomia conseguem reunir o tempo de serviço necessário. Já para não falar dos professores do privado que passarão à frente de todos os colegas do público que se andaram a sacrificar até agora para nada. É urgente fazermos algo, isto não pode acontecer.
Quer fazer algo? Aqui vai. Envie mail
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Envie também para os restantes grupos parlamentares e todos os membros da Comissão para a Educação e Ciência (os contactos estão no site do Parlamento, são muitos, mas pode valer a pena). Eu mandei também para os líderes parlamentares e para o contacto do Ministro da Educação e da Secretária de Estado. Participe nas recolhas de opinião dos sindicatos, há várias por mail.
Foram professores que ficaram perto de casa todos estes anos e não arriscaram. Agora, querem ter os requisitos para efetivar? Não há milagres.
E ainda vão ultrapassar em concurso os restantes que fizeram esses esforços.
O que sabe da vida de quem quer que seja para assumir que os “esforços” são propriedade de um grupo de eleitos? Cada um deve fazer as suas opções, em consciência, e ser responsável por elas. Eu não me preocupo com as escolhas que outras pessoas fazem para as suas vidas. Só me preocupo com o facto de tomar as minhas decisões com base em pressupostos cujo prazo de validade está a ser cada vez mais reduzido. Nunca sabemos com o que contamos nos concursos e essa é a razão da nossa irritação, de todos, que expiamos nos outros que, egoistamente, nos parecem mais fracos. Mas, já o disse por aqui, algures no nosso percurso, os outros somos nós…
Alguém falou em vincular? Alguém falou em ficar perto de casa? Conhece as pessoas que comentaram para, sequer, poder imaginar quais quiseram ou puderam “arriscar” o que quer que seja? “Requisitos para efetivar”? Percebeu que se está a falar dos critérios para integrar a 2.ª prioridade do concurso externo, que não diz respeito a qualquer tipo de “efetivação”? Problemas de leitura/interpretação, precipitação ou comentário no lugar errado? Não há milagres. Nem paciência.
Fazer 250 Km todos os dias para um horário de 13 horas é não arriscar? É querer ficar perto de casa? Vá-se catar.
Não aumentar o número de horas de 6 para 8 para indicar a falta de componente letiva. Estasse a ver que o número de professores na MI aumentará. Qual a justificação de mais vinculações extraordinárias? Que sentido faz a norma-travão???
Com estas mudanças da norma travão e estes extraordinários daqui a 2 anos temos 20 000 horários 0. A ir na conversa do partido comunista e da fenprof este ministério vai ficar na história como aquele que acabou com a carreira docente, tal a confusão que se vai verificar nos próximos anos.
Uma sugestão para a mobilidade interna: A nível informático, não seria possível colocar os qzp e os qa/qe na mesma prioridade, cativando os lugares para os qzp e os horários zero. Por exemplo, se no QZP 4 há 100 vagas num determinado grupo e há 50 professores qzp (do qzp4) e 5 professores do qe com horário zero (do mesmo qzp4), não seria mais justo seguir a lista graduada, cativando 55 lugares para esses professores qzp e de horário zero (respeitando a graduação). Assim pelo menos 45 vagas seriam para os professores que há anos não conseguem aproximar-se de casa, muitos dos quais centenas de lugares acima na lista graduada de professores de outros qzps que têm concorrido numa prioridade mais favorável. Os professores de outros qzps poderiam concorrer mas numa prioridade inferior se tentassem outro qzp que não fosse o seu de origem. Poderiam estar na mesma prioridade dos qe/qa que pretendessem mudar de escola sem ser por ausência de componente letiva.
Isso era o que deveria acontecer e sim, a nível informático isso é possível: os concursos extraordinários foram efetuados por QZP.