Este caso não será único. Pelo país existem milhares de casos parecidos em que o ministério não faz absolutamente nada e assobia para o lado.
É o país que temos
O copy paste foi sempre muito bem acolhido e apreciado pela maioria das Direções.
Do trabalho oficinal passou-se ao trabalho de direção. Do saber fazer passou-se ao saber copiar ou saber mandar copiar.
Quanto mais formatado e bem encaixilhado for um projeto, melhor. Dá pouco trabalho a quem o faz e a quem o lê. Aliás, ninguém o(s) lê.
Alguns projetos educativos metem dó… Longe de serem elementos identificadores e diferenciadores das escolas, mais se assemelham a uniformes de gala para se mostrar o serviço que não se faz. Documentos “cuidadosamente” encomendados a copistas da confiança de diretores e exibidos como programas de ação, até porque servem de suporte aos projetos de intervenção desses mesmos diretores, não faltam pontos fortes, alguns pontos fracos, muitas metas para stakeholder ver em dias de festa e esconder, de seguida, na gaveta, envolto em naftalina, não vá o agrupamento do lado copiar tão preciosas ideias.
Por exemplo : não será estranho uma escola de Teip que está inserida numa zona com elevados problemas sociais tenha como meta : sucesso escolar ? Isso é um indicador que algo vai mal neste pais da educação. As cópias deveriam ser encaixadas na realidade.
9 comentários
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Este caso não será único. Pelo país existem milhares de casos parecidos em que o ministério não faz absolutamente nada e assobia para o lado.
É o país que temos
E a Diretora desta Escola ?
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/venda-de-toneladas-de-equipamento-de-uma-escola-do-porto-a-sucata-sob-investigacao-1639343
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/diap-investiga-venda-de-toneladas-de-equipamento-de-uma-escola-do-porto-a-sucata-1639726
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/toneladas-de-equipamento-de-uma-escola-do-porto-vendidas-sem-autorizacao-e-hasta-publica-1661695
http://www.noticiasaominuto.com/pais/244939/patrimonio-escolar-do-estado-vendido-sem-autorizacao
Não percebo o filme de vender lixo.
Todavia, pôs-se a andar essa diretora.
Nem de propósito! 🙂 (estou a pensar no meu artigo de anteontem):
http://diogodaveigabravio.blogspot.pt/2015/07/polifemos-ii-saga-dos-diretores.html
Porquê “caça”? Estes casos merecem passar incólumes, queres ver?
Claro que não.
O Projeto Educativo nem sequer está no site das escolas.
O copy paste foi sempre muito bem acolhido e apreciado pela maioria das Direções.
Do trabalho oficinal passou-se ao trabalho de direção. Do saber fazer passou-se ao saber copiar ou saber mandar copiar.
Quanto mais formatado e bem encaixilhado for um projeto, melhor. Dá pouco trabalho a quem o faz e a quem o lê. Aliás, ninguém o(s) lê.
Alguns projetos educativos metem dó… Longe de serem elementos identificadores e diferenciadores das escolas, mais se assemelham a uniformes de gala para se mostrar o serviço que não se faz. Documentos “cuidadosamente” encomendados a copistas da confiança de diretores e exibidos como programas de ação, até porque servem de suporte aos projetos de intervenção desses mesmos diretores, não faltam pontos fortes, alguns pontos fracos, muitas metas para stakeholder ver em dias de festa e esconder, de seguida, na gaveta, envolto em naftalina, não vá o agrupamento do lado copiar tão preciosas ideias.
Por exemplo : não será estranho uma escola de Teip que está inserida numa zona com elevados problemas sociais tenha como meta : sucesso escolar ? Isso é um indicador que algo vai mal neste pais da educação. As cópias deveriam ser encaixadas na realidade.