No dia 18 de maio foi “aprovado em conselho de ministros o decreto-lei que estabelece um regime especial de regularização das assimetrias na progressão na carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário do Ministério da Educação.
Este diploma tem como propósito promover a aceleração das progressões dos docentes afetados pelos dois períodos de congelamento, ocorridos entre 2005 e 2007 e entre 2011 e 2017, e que impediu a sua valorização remuneratória durante esse período.”
Sendo este documento um ramo morto, será que Marcelo Rebelo de Sousa está disposto a tirá-lo da árvore?




4 comentários
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Espero bem que o bom senso impere, e que o nosso Presidente da República não contribua para a miséria dos docentes, em particular dos que estão há menos tempo na profissão (menos de 18 anos, que mesmo assim já é algum tempo, convenhamos).
Bem, o PR ontem já deu um sinal de apoio aos professores quando disse que não se pode confundir a árvore com a floresta.
Esperemos que seja consequente e que não promulgue o diploma das ‘acelerações’.
E, já gora, que tal mediar o conflito entre o ME e os professores (tal como sugerido por várias figuras públicas)?
A questão não reside no resultado final, mas se ele aceita o desafio. Bem sei que muitos irão dizer que nem pensar, que o PR é mais um da troupe do governo…, porém, ao estado a que isto chegou, julgo que não custa nada tentar para ver se se consegue resolver o problema, e as contas fazem-se no fim.
Espero muito sinceramente que este diplomar seja vetado, alías, julgo que até será inconstitucional. Qual a razão do acelarador? Ou serecupera o tempo que cad docente efetivamente prestou ou não se recupera. Pronto! Vai acelerar para os mesmos de sempre. Este diploma não têm qualquer lógica, justiça ou algo de bom.
espero que ele vote positivamente
ja ha demasiadas pessoas paradas nos escaloes de bloqueio