Serviços “mínimos” que obviamente serão “máximos” e tão ilegais como os outros eram. A contestação seguirá para Tribunal e embora a decisão venha tardia, está na mão da classe docente decidir se quer continuar a ser ovelha, ou dá um murro na mesa e mostra o dedo do meio ao ministro. Refiro-me a desobediência generalizada. E venham de lá os processos disciplinares e as faltas injustificadas: tudo isso cairá quando os Tribunais a sério se decidirem pela ilegalidade. Serão apenas mais uns diretores-PS e “árbitros” colegiais a irem fazer companhia em Tribunal, aos outros que já lá estão.
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Serviços “mínimos” que obviamente serão “máximos” e tão ilegais como os outros eram. A contestação seguirá para Tribunal e embora a decisão venha tardia, está na mão da classe docente decidir se quer continuar a ser ovelha, ou dá um murro na mesa e mostra o dedo do meio ao ministro. Refiro-me a desobediência generalizada. E venham de lá os processos disciplinares e as faltas injustificadas: tudo isso cairá quando os Tribunais a sério se decidirem pela ilegalidade. Serão apenas mais uns diretores-PS e “árbitros” colegiais a irem fazer companhia em Tribunal, aos outros que já lá estão.